V Workshop de Tecnologias de Rede do PoP-BA

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1 V Workshop de Tecnologias de Rede do PoP-BA IPv6 Um novo não tão novo protocolo de Internet Instrutor: Thiago Bomfim Monitoria: Jundaí Abdon 25 e 26 de Setembro de 2014

2 Parte 1 - Prática teórica ;-) Exercícios de Endereçamento IPv6 1) Indicar a que tipo pertence cada um dos seguintes endereços: Endereço 2001:db8:cafe:f0ca:faca:2:3 2804:1:2:b0ca:2c0:17ff:fe00:d1ca fe80::2c0:17ff:fe00:d1ca ::1 ff05::baba:bebe:baba Tipo 2) Comprimir ao máximo os seguintes endereços: a) 2001:0db8:0000:1200:0fe0:0000:0000:0003 b) 2001:0db8::ca5a:0000:2000 c) 2001:0db8:face:b00c:0000:0000:0100:00ab 3) Descomprimir ao máximo os seguinte endereços: a) 2001:db8:0:ca1::1:abcd b) 2001:db8:4::2 c) 2001:db8:200::bdb:110

3 4) Utilizando o padrão EUI-64, crie endereços IPv6 a partir do prefixo 2001:db8:ba1a:d0ce::/64 baseados nos seguintes endereços MAC: a) d4:ae:52:fe:2a:47 5) A partir do prefixo 2001:0db8::/32, atribuir os prefixos às redes e computadores da organização ilustrada na figura a seguir: Descrição Endereço/Prefixo Descrição Endereço/Prefixo Rede 1 (R1) Host1 Rede 2 (R2) Host2 Rede 3 (R3) Host3 Rede 4 (R4) Rede 5 (R5) Rede 6 (R6) Rede 7 (R7)

4 Parte 2 - Prática prática ;-) IPv6 - Linux Exercício prático: Configuração de serviços Descrição do cenário Nosso cenário será desenvolvido em contexto de máquinas virtuais, utilizado VirtualBox ( que reproduzem de maneira simplificada um ambiente real de produção. Esse ambiente é composto por dois computadores, rodando os sistemas operacionais Debian GNU/Linux e Microsoft Windows XP SP3. Possuímos também um servidor Debian GNU/Linux, que está conectado via rede a essas duas estações. Nesse servidor, alguns serviços estão em execução, todos sobre o protocolo IP versão 4, tais como: servidor DNS (BIND), servidor HTTP (Apache), servidor DHCP, servidor SSH, etc. Ao inicializar uma máquina, a Debian GNU/LINUX por exemplo, esta receberá via DHCP um endereço IPv4, poderá acessar via SSH o servidor, acessar páginas web hospedadas nesse servidor e trocar dados com a máquina Windows, por exemplo. O objetivo desse experimento é: Dado um ambiente funcional sobre o protocolo IPv4, migrar todo ambiente para o protocolo IPv6, mantendo em funcionamento todos os serviços, inclusive o atual sobre IPv4. Essas máquinas estão conectadas através de uma rede virtual interna [1] e todas se comunicam entre si. Nesse sentido, a proposta é ter um ambiente de testes totalmente isolado do mundo externo. [1] Rede interna: As máquinas convidadas enxergam umas as outras, mas não tem conectividade externa, seja a hospedeira, internet ou outra máquina real da sua rede.

5 ********************** IMPORTANTE ********************** Usuários e senha dos sistemas: Windows: wtr / wtr Debian GNU/Linux: wtr / wtr e root / wtr ********************************************************** 1. Inicializando, conhecendo e testando o ambiente 1.1 Localize em sua máquina o aplicativo Virtualbox e o execute. Abrirá uma tela semelhante a imagem abaixo. 1.2 Clique sobre a máquina Servidor Debian e a inicialize, clicando sobre o botão verde (Iniciar). Aguarde alguns instantes até a máquina inicializar; 1.3 Após a inicialização do servidor, inicie as estações: Estação Windows XP e Estação Debian, processo similar ao da inicialização do servidor e aguarde a inicialização. Nesse momento, o servidor que foi previamente configurado, já estará com todos seus serviços IPv4 ativos e em execução. Para testar alguns desses serviços em execução, acesse as estações de trabalho e observe que já estão com endereços IPv4 atribuídos pelo servidor DHCP.

6 No Windows: Na barra inferior, clique em Iniciar Executar. Digite cmd ( sem as aspas ;-) ). No prompt de comandos, digite ipconfig e tecle ENTER. Aparecerá uma série de informações, dentre elas, o endereço IPv4 na linha Endereço IP. Haverá uma série de outras No Debian GNU/Linux: Na barra superior, clique em Aplicativos Acessórios Terminal. No terminal, digite /sbin/ifconfig e tecle ENTER. Aparecerá uma série de informações, dentre elas, inet end.: que é o endereço IPv4 distribuído pelo servidor DHCP. Observe que ambas as estações receberam endereços IPv4 na faixa XY, essa configurada no servidor DHCP no arquivo /etc/dhcp/dhcpd.conf 1.4 Se quiser efetuar um simples teste de conectividade, você poderá das estações realizar o seguinte comando (como Prompt de Comandos ou do Terminal, é o mesmo comando): ping Onde é o endereço IPv4 do nosso servidor. Você poderá ainda, realizar o comando ping para testar a conectividade entre as máquinas, de maneira similar a executada anteriormente. 1.5 Para testar o funcionamento do DNS+Apache instalado e configurado no servidor, você poderá nas estações acessar o browser (Internet Explorer e Iceweasel, Windows e Debian GNU/Linux respectivamente) e digitar a URL: Deverá aparecer uma página similar a exibida na imagem acima, onde no corpo da página poderá ser visto o endereço IP de sua máquina. Esse é um simples teste demonstra que o servidor Apache e o DNS estão funcionado corretamente no nosso servidor Debian GNU/Linux. 2. Configurando interface de rede do servidor com IPv6 Dada a proposta principal desse minicurso, optamos por iniciar nossa migração dos serviços pela atribuição automática de endereços. No IPv4, utilizamos o servidor DHCP ( para atribuir endereços as máquinas da rede. Não entraremos em detalhes de como isso é feito aqui, dada nossa limitação de tempo. Um substituto compatível do DHCP no IPv4 para IPv6 é, no Linux, o RADVD (modo stateless) ou o DHCPv6 (modo statefull). Veremos mais a frente a configuração do RADVD.

7 Para esse laboratório, utilizaremos o prefixo reservado para documentações e teste, 2001:db8::/32. Vamos iniciar a configuração da interface do servidor. 2.1 Inicialmente, atribuiremos um endereço IPv6 desse bloco para a interface de rede do servidor. Assim, acesse o terminal do servidor e efetue o login com o usuário wtr e senha wtr. Após isso, entre como super-usuário, digitando su e senha wtr. 2.2 Através do comando ifconfig, você poderá verificar que não há endereço IPv6 na interface, com exceção do endereço de escopo link, atribuído automaticamente pelo sistema operacional. Para inserir um endereço IPv6 na interface do servidor (eth0) efetue o seguinte comando: ifconfig eth0 inet6 add 2001:db8::1/ Execute novamente o comando ifconfig observe que agora haverá uma entrada para o IPv6 adicionado, como escopo Global, semelhante a linha abaixo:...endereço inet6: 2001:db8::1/64 Escopo:Global Contudo, esse formato de configuração apresentado no passo 2.3 apesar de correto é

8 temporário, e será perdido quando a máquina ou processo de rede for reiniciado. Para verificar essa afirmação, execute o seguinte comando (ainda como root): restart Agora, execute novamente o comando ifconfig e observe que a configuração foi perdida. 2.5 Assim, para que a configuração fique permanente no sistema, edite o arquivo /etc/network/interfaces. Para isso, execute o comando: vim /etc/network/interfaces Apenas uma vez, tecle i para entrar no modo de edição (aparecerá INSERÇÃO no final do arquivo) Com as setas do teclado, desloque o curso até o final do arquivo, para inserir novas entradas da configuração. Para configurar o IPv6 na interface eth0 de forma estática entre com as seguinte linhas de configuração: iface eth0 inet6 static address 2001:db8:0:0::1 netmask 64 Após inserir essas entradas, aperte a tecla ESC e digite :x (para sair e salvar). Execute os dois comandos do passo 2.4 (/etc/init.d/networking e ifconfig) e observe que a configuração agora foi aplica a interface e mantida mesmo após o reset. 3. Configurando o RADVD Agora que temos a interface de rede do servidor com endereço configurada, daremos continuidade agora na configuração de endereços para os clientes, através do RADVD (a grosso modo um DHCP para o IPv6) O RADVD ( sigla para router advertisement daemon, é um software livre que roda sobre sistemas Linux ou BSD para permitir que os dispositivos conectados a rede se autoconfigurem (modo stateless), conforme especificado na RFC Inicialmente, iremos instalar o RADVD (para ganhamos tempo, já está instalado) aptitude install radvd 3.2 Agora, editemos e configuremos o RADVD no arquivo: vim /etc/radvd.conf

9 3.3 Como no passo 2.5, entre no modo de edição digitando uma vez i, e entre com o seguinte texto de configuração # Rede Virtual Interna interface eth0 { AdvSendAdvert on; prefix 2001:db8:0:0::/64 { AdvOnLink on; AdvAutonomous on; }; }; 3.4 Essa configuração permitirá a divulgação do prefixo para os clientes através da rede. Para que os clientes (estações) comecem a receber, basta agora reiniciar o processo: /etc/init.d/radvd start 4. Testando a conectividade IPv6 entre as máquinas Agora que o RADVD está divulgando os prefixos a rede, as estações irão se autoconfigurar (utilizando a teoria da prática teórica 4, da parte 1) utilizando seu endereço MAC. 4.1 Assim, acesse cada uma das 2 estações (Windows e Linux) e verifique se elas também agora possuem IPv6 como os comandos: No Windows, no prompt de comandos digite ipconfig teclando ENTER em seguida; No Linux, no Terminal, entre com o comando digite ifconfig, teclando ENTER em seguida; Em ambos os sistemas, você pode ver que as máquinas agora possuem IPv Para testar a conectividade, efetue o comando de ping entre as estações e das estações para o servidor Para o Windows, utilize o comando ping ou ping -6 ENDEREÇO V6; Para o Linux, utilize o comando ping6 ENDEREÇO V6; 5. Configurando APACHE O servidor Apache ou Servidor HTTP Apache ( é o mais bem sucedido servidor web livre. Em 2010, foi constatado que a utilização do Apache serviu aproximadamente 54,68% de todos os sites e mais de 66% dos milhões de sites mais movimentados. É disponibilizado em versões para os sistemas Windows, Novell, Netware, OS/2 e diversos outros

10 do padrão POSIX ( Unix, Linux, FreeBSD, etc.). Por padrão, o Apache já vem com suporte padrão ao IPv6. Nesse laboratório, configuramos o Apache para funcionar somente em IPv4, e mostraremos como funcionar em IPv6. Outro motivo de termos feito isso, é devido ao fato da rede anteriormente não ter suporte a IPv6, não fazendo sentido ter ativo para esse protocolo. 5.1 Em nosso ambiente, temos uma página de testes armazenada no servidor. Os arquivos podem ser visualizados em: /var/www/site-wtr/ 5.2 Como testado no início dessa atividade prática, a página já é exibida, indicando que o servidor Apache está em funcionamento. Agora, a proposta é permitir que nosso servidor Apache funcione tanto sobre IPv4 quanto em IPv6. Para isso, em nosso servidor, acesse o arquivo com o Vim: vim /etc/apache2/ports.conf 5.3 Nesse arquivo, temos uma entrada na configuração... Listen :80 que habilita o servidor Apache escutar apenas no endereço IPv4 do servidor na porta 80. Para ativar a escuta tanto em IPv4 e IPv6, basta alterar a linha anterior por: Listen *:80 Feito isso, basta reiniciar o servidor Apache /etc/init.d/apache2 restart Como nosso DNS ainda não está pronto para o IPv6, se você atualizar a página, ainda mostrará da mesma forma, em IPv4. Uma forma de testar é acessar a URL via IP, para isso, no formato IPv6 digite no browser das estações:

11 6. Configurando BIND Nessa sessão, apresentaremos o funcionamento do serviço de DNS (Domain Name System) em uma rede IPv6 utilizando o software BIND. O laboratório irá mostrar a capacidade dos servidores DNS em armazenar tanto registros do tipo A, para endereços IPv4, quanto registros AAAA (quad-a), para endereços IPv6; e o fato das respostas às consultas DNS serem independentes do protocolo de rede utilizado, ou seja, um servidor é capaz de responder tanto consultas AAAA quanto A mesmo que possua conexão apenas IPv4 ou apenas IPv6. O protocolo Domain Name System (DNS) é uma imensa base de dados distribuída em uma estrutura hierárquica, utilizada para a tradução de nomes de domínios em endereços IP e vice-versa. Os dados associados aos nomes de domínio estão contidos em Resource Records ou RRs (Registro de Recursos). Atualmente existe uma grande variedade de tipos de RRs, sendo os mais comuns: SOA - Indica onde começa a autoridade sobre uma zona; NS - Indica um servidor de nomes para uma zona; A - Mapeamento de nome a endereço (IPv4); AAAA - Mapeamento de nome a endereço (IPv6); MX - Indica um mail exchanger para um nome (servidor de ); CNAME - Mapeia um nome alternativo (apelido); PTR - Mapeamento de endereço a nome.

12 O funcionamento do serviço de DNS baseia-se em uma arquitetura cliente/servidor, onde o cliente realiza requisições por RRs aos Servidores Recursivos. Ao receber requisições, os Servidores Recursivos as encaminham para Servidores Autoritativos e conforme a resposta recebida, continuam a encaminhar as requisições para outros Servidores Autoritativos até obterem uma resposta satisfatória. Dentro da estrutura hierárquica do DNS, os Servidores Autoritativos respondem as requisições sobre as zonas ou domínios pelos quais possuem autoridade ou uma referência caso conheçam o caminho para a resposta, ou uma negação caso não conheçam. Para que o DNS trabalhe com a versão 6 do protocolo Internet, algumas mudanças foram definidas na RFC Um novo tipo de RR foi criado para armazenar os endereços IPv6 de 128 bits, o AAAA ou quad-a. Sua função é a de traduzir nomes para endereços IPv6, de forma equivalente a do registro do tipo A no IPv4. Caso um dispositivo possua mais de um endereço IPv6, ele deverá ter um registro quad-a para cada. Os registros são representados como se segue: Exemplo: IN A IN AAAA 2001:db8::22 Para resolução de reverso, foi adicionado ao registro PTR o domínio ip6.arpa, responsável por traduzir endereços IPv6 em nomes. Em sua representação, o endereço é escrito com o bit menos significativo colocado mais a esquerda, como é possível observar no exemplo a seguir: Exemplo: in-addr.arpa PTR b.d ip6.arpa PTR Todos os outros tipos de registro DNS não sofreram alterações em sua forma de configuração, apenas foram adaptados para suportar o novo tamanho dos endereços. Experiência: Configurando um Servidor DNS 6.1 Neste laboratório, temos um servidor DNS com IPv4 que responde pelo domínio além de duas estações (windows e linux). Nas máquinas clientes, verifique se os domínios citados estão acessíveis. Para isso, abra um browser de sua preferencia e digite a url: Inicialmente, analise os arquivos de configuração do BIND localizados no servidor DNS. Este servidor já está configurado para responder requisições por registros tipo A e de endereçamento reverso IPv4.

13 Para isso, acesse o terminal do nosso servidor e visualize o arquivo named.conf.options localizado no diretório /etc/bind/ digitando o seguinte comando: # cat /etc/bind/named.conf.options O arquivo named.conf.options deverá conter as linhas options{ directory /var/cache/bind ; listen-on {any;}; allow-query {any;} recursion no; }; Este arquivo contem as configurações básicas necessárias para o funcionamento do servidor DSN autoritativo. No primeiro bloco de comandos, o options, temos as especificações que controlam o comportamento global do servidor. Neste exemplo, são listadas as seguintes opções: directory, que indica em qual diretório encontram-se os arquivos utilizados pelo BIND; listen-on, lista os endereços IPv4 e Portas habilitadas para responderem as requisições DNS, neste exemplo está a configuração padrão, responder em qualquer interface e na porta 53; allowquery, lista de quais endereços IP têm permissão para realizar requisições, neste exemplo são aceitas requisições vindas de qualquer IP; e recursion, indica se o servidor é capaz (yes) ou não (no) de reencaminhar requisições a outros servidores autoritativos. 6.3 Visualize também o arquivo named.conf.local onde encontra-se as zonas locais. # cat /etc/bind/named.conf.local O arquivo named.conf.local deverá conter as linhas zone "wtr.exemplo.com" { type master; file "/etc/bind/wtr-exemplo.zone";

14 }; zone " in-addr.arpa." { type master; file "/etc/bind/reversa-wtr-exemplo.zone"; }; Acima está a zona conhecida pelo servidor. A zona wtr.exemplo.com indica o domínio sobre o qual o servidor DNS tem autoridade para responder requisições (type master) e a in-addr.arpa indica qual a zona de endereçamento reverso IPv4 o servidor responde. Agora, analise cada um dos arquivos relacionados a estas duas zonas. 6.4 Primeiro analise o arquivo de zona wtr-exemplo.zone localizado no diretório /etc/bind/, para isso, digite o seguinte comando: # cat /etc/bind/wtr-exemplo.zone O arquivo wtr-exemplo.zone deverá conter as linhas: $TTL IN SOA ns.wtr.exemplo.com. admin.wtr.exemplo.com. ( ; serial ; refresh 7200 ; retry ; expire ) ; IN NS ns.wtr.exemplo.com. ;; Servidor de wtr.exemplo.com. IN MX 10 mail.wtr.exemplo.com mail IN A ;; Politica de SPF wrt.exemplo.com. IN TXT "v=spf1 mx ip4: /24 -all" wrt.exemplo.com. IN SPF "v=spf1 mx ip4: /24 -all" ;; Servidor Web IPv4 ns IN A www IN CNAME ns Este arquivo apresenta os registros e diretivas relacionados a zona wtr.exemplo.com A diretiva $TTL (Time To Live) indica o tempo que os registros devem permanecer no cache sem que sejam atualizados, podendo ser expresso em segundos, minutos, horas, dias ou semanas (em nosso exemplo está setado para dois dia).

15 6.5 Agora, analise o arquivo reversa-wtr-exemplo.zone localizado no diretório /etc/bind/. Para isso, digite o seguinte comando: # cat /etc/bind/reversa-wtr-exemplo.zone O arquivo reversa-wtr-exemplo.zone deverá conter as linhas: $TTL IN SOA ns.wtr.exemplo.com. admin.wtr.exemplo.com. ( ;serial ;refresh 7200 ;retry ;expire ) IN NS ns.wtr.exemplo.com. ; Reverso IPv4 $ORIGIN in-addr.arpa. 1 IN PTR wtr.exemplo.com. Este arquivo apresenta os registros e diretivas relacionados a zona de endereçamento reversa IPv Faça agora algumas consultas DNS para testar as configurações do servidor DNS. a) Para isso, acesse a máquina cliente debian e digite no terminal o seguinte comando: # host O resultado deve ser semelhante: host is an alias for ns.wtr.exemplo.com ns.wtr.exemplo.com has address A partir da resposta obtida pode-se observar que: O nome é um alias (apelido) para o domínio ns.wtr.exemplo.com; Para o nome consultado há um endereço IPv4 associado, o ;

16 b) Outra consulta que pode ser realizada é a de resolução de endereço reverso. Acesse a máquina cliente Debian e digite o seguinte comando: # host O resultado deve ser aparentemente: host in-addr.arpa domain name pointer wtr.exemplo.com. O conteúdo das respostas é baseado nas informações contidas nos arquivos reversa-wtr-exemplo.zone e wtr-exemplo.zone, existentes no Servidor DNS e analisadas nos itens 6.4 e 6.5 deste exercício. Deste modo, o próximo passo é configurar o servidor para que ele seja capaz de receber requisições via IPv6 quanto responder endereços IPv6 às consultas realizadas. c) Primeiro, acesse o terminal do Servidor e edite o arquivo named.conf.options localizado no diretório /etc/bind/ digitando o seguinte comando: # vim /etc/bind/named.conf.options Apenas uma vez, tecle i para entrar no modo de edição (aparecerá INSERÇÃO no final do arquivo). Com as setas do teclado, desloque o curso para a linha, na qual, deseja inserir novas entradas na configuração do arquivo. d) Adicione às opções a linha listen-on-v6 {any;};, habilitando o servidor a receber consultas via IPv6. O campo options do arquivo named.conf.options ficará desta forma: ATENÇÃO: Apenas adicione a linha indicada. O restante do arquivo não deve ser alterado! options { directory "/var/cache/bind"; listen-on {any;}; listen-on-v6 {any;}; allow-query {any;}; recursion no; auth-nxdomain no; # conform to RFC1035

17 }; Após inserir entrada, aperte a tecla ESC e digite :x (para sair e salvar). e) Antes de reiniciar o processo do BIND, verifique se o arquivo named.conf foi gerado corretamente. Isso pode ser feito através do seguinte comendo: # named-checkconf -p /etc/bind/named.conf O resultado deve ser semelhante: named-checkconf -p /etc/bind/named.conf options { directory "/var/cache/bind"; listen-on { "any"; }; listen-on-v6 { "any"; }; f) Edite também o arquivo wtr-exemplo.zone localizado no diretório /etc/bind/, adicionando os endereços IPv6 aos nomes e registros já configurados e alterando os parâmetros das políticas de SPF. Para isso, digite o seguinte comando: # vim /etc/bind/wtr-exemplo.zone ATENÇÃO: Apenas adicione a linha indicada. O restante do arquivo não deve ser alterado! ATENÇÃO: Qualquer alteração nos arquivos de zona deve-se modificar o serial. $TTL IN SOA ns.wtr.exemplo.com. admin.wtr.exemplo.com. (

18 ; serial ; refresh 7200 ; retry ; expire ) ; IN NS ns.wtr.exemplo.com. ;; Servidor de wtr.exemplo.com. IN MX 10 mail.wtr.exemplo.com mail IN A mail IN AAAA 2001:db8::22 ;; Politica de SPF wrt.exemplo.com. IN TXT "v=spf1 mx ip4: /24 ipv6:2001:db8:4::\48 -all " wrt.exemplo.com. IN SPF "v=spf1 mx ip4: /24 ipv6:2001:db8:4::\48 -all" ;; Servidor Web ns IN A ns IN AAAA 2001:db8::1 www IN CNAME ns Observe que além de adicionar os registros AAAA aos nomes de domínios previamente cadastrados, também foram adicionados parâmetros às políticas de SPF. g) Para verificar se não existem erros no arquivo de zona gerado, digite o seguinte comando no terminal do Servidor: # named-checkzone wtr.exemplo.com /etc/bind/wtr-exemplo.zone O resultado deve ser aparentemente: named-checkzone wtr.exemplo.com /etc/bind/wtrexemplo.zone zone wtr.exemplo.com/in: loaded serial 15 OK

19 h) Caso os passos anteriores não tenham apresentado erros de execução, reinicie o processo do BIND para que as alterações sejam aplicadas. Para isso, digite os seguintes comandos: # /etc/init.d/bind9 restart /etc/init.d/bind9 restart Stopping domain name service...: bind9 Starting domain name service...: bind9. Para verificar se as alterações foram realizadas corretamente, acesse a máquina cliente Debian e realize algumas requisições DNS. Para isso, utilize o comando host digitando o seguinte: # host O resultado deve ser aparentemente: host is an alias for ns.wtr.exemplo.com. ns.wtr.exemplo.com has address ns.wtr.exemplo.com has IPv6 address 2001:db8::1 Além das informações obtidas no item 6.4, também temos agora um endereço IPv6 associado ao nome Ou seja, o domínio está funcionando em pilha dupla (IPv4 e Ipv6). 6.7 Para finalizar o exercício, configure o Servidor para responder a requisições de endereçamento reverso IPv6. i) Para isso, acesse a máquina servidor e crie o arquivo reversa-ipv6-wtr-exemplo.zone dentro do diretório /etc/bind/, digitando o seguinte comando: # vim /etc/bind/reversa-ipv6-wtr-exemplo.zone Adicione as linhas abaixo ao arquivo reversa-wtr-exemplo.zone

20 $TTL IN SOA ns.wtr.exemplo.com. admin.wtr.exemplo.com. ( ;serial ;refresh 7200 ;retry ;expire ) IN NS ns.wtr.exemplo.com. $ORIGIN b.d ip6.arpa IN PTR Neste arquivo foi adicionado os registros e diretivas relacionados a zona de endereçamento reversa IPv6. j) Para verificar se não existem erros no arquivo de zona gerado, digite o seguinte comando no terminal do Servidor: # named-checkzone b.d /etc/bind/reversa-ipv6-wtrexemplo.zone O resultado deve ser aparentemente: named-checkzone \ b.d ip6.arpa /etc/bind/reversa-wtr.zone zone b.d ip6.arpa/IN: loaded serial OK k) Agora, cadastre essa zona no arquivo named.conf.local, localizado no diretório /etc/bind/. Para isso, digite o seguinte comando no terminal da máquina Servidor: # vim /etc/bind/named.conf.local l) Adicione ao final do arquivo as seguintes linha: zone " b.d ip6.arpa." {

21 type master; file "/etc/bind/reversa-ipv6-wtr-exemplo.zone"; }; m)antes de reiniciar o processo do BIND, verifique se o arquivo named.conf.local foi gerado corretamente. Isso pode ser feito através do seguinte comendo: # named-checkconf -p /etc/bind/named.conf n) Caso os passos anteriores não tenham apresentado erros de execução, reinicie o processo do BIND para que as alterações sejam aplicadas. Para isso, digite os seguintes comandos: # /etc/init.d/bind9 restart o) Para verificar se as alterações foram realizadas corretamente, acesse a máquina cliente Debian e realize algumas requisições DNS. Para isso, utilize o comando host digitando o seguinte: # host 2001:db8::1 O resultado deve ser aparentemente: host 2001:db8:: b.d ip6.arpa domain name pointer 1. Para encerrar, é possível realizar uma série de testes de conectividade através do nome de uma máquina. Algumas opções podem ser feitas com a utilização dos comandos ping ou ping6, traceroute ou traceroute6 e mtr. Alguns exemplos são: ] # ping # ping6 # mtr # traceroute6

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