PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO MRP II/ERP. Conceitos, Uso e Implantação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO MRP II/ERP. Conceitos, Uso e Implantação"

Transcrição

1 PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO MRP II/ERP Conceitos, Uso e Implantação

2 Henrique Luiz Corrêa Crummer Graduate School of Business, Rollins College Irineu Gustavo Nogueira Gianesi IBMEC Business School, São Paulo Mauro Caon Fundação Carlos Alberto Vanzolini da USP PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO MRP II/ERP Conceitos, Uso e Implantação 5 a Edição Respostas dos Exercícios Portal Atlas SÃO PAULO EDITORA ATLAS S.A. 2007

3 2 Conceitos de Gestão de Estoques Exercício 1 Um novo gerente de materiais de um atacadista identificou as seguintes características do item pasta de dente Dentex: DA = demanda anual = itens, relativamente estável; Cf = custo de pedir o item do fornecedor = R$ 35,00; Ce = custo anual de carregar em estoque uma unidade do item = R$ 0,35 (o custo do item é R$ 1,00 e a taxa de carregamento de estoques é de 35% do seu valor por ano). O gerente calculou o lote econômico de compra (LEC) do item e comparou o resultado com o tamanho de lote que estava sendo usado pela empresa. Ele ficou chocado, porque descobriu que o tamanho do lote em uso era 75% maior que o tamanho do lote econômico calculado. a) Antes de fazer qualquer conta, teste sua intuição e estime de quanto, percentualmente, o custo total anual de estoques com o tamanho de lote atual é maior que o custo anual de estoques, considerando um lote econômico de compra. b) Calcule o tamanho do lote econômico de compra (LEC) e os custos anuais totais de estoque correspondentes. c) Calcule o tamanho do lote atualmente em uso (75% maior que o LEC) e os custos anuais totais de estoque correspondentes. d) Compare percentualmente os custos anuais totais dos dois tamanhos de lote (calculados em b e em c). Sua intuição estava certa? O que é possível aprender com este exercício?

4 2 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon Solução: a) Aqui a idéia é induzir o estudante a pensar que grandes diferenças no tamanho de lote em relação ao LEC levarão a grandes diferenças em custos totais, o que em geral não é o caso. O cálculo do LEC é relativamente robusto. b) LEC = 2 x DA x Cf Ce = 2 x x 35 0,35 = L DA ~ CT = Ce x + Cf x = (0,35) x + 35 x = = R$ LE O LEC é de unidades e o custo total anual de estoque é de R$ 700. c) Lote atual = 1,75 x LEC = 1,75 x = unidades L DA CT = Ce x + Cf x = (0,35) x + 35 x = ~ 612, = R$ 812,5 2 LE O lote atual é de unidades e o custo total anual de estoques é de R$ 812,50. d) A diferença percentual de custos totais anuais de estoques é de 812,5 700 = 16%. 700 Ou seja, para uma diferença de 75% na quantidade do tamanho de lote, o custo total apenas aumentou 16%. Em que pese ser um percentual considerável, é muito menor que os 75% da diferença no tamanho de lote. Isso significa que variações relativamente grandes de tamanhos de lote, em torno do lote econômico, não trazem correspondentemente variações grandes nos custos. Isso é boa notícia, pois indica que o modelo é robusto, ou seja, mesmo se a estimativa dos parâmetros de entrada não for perfeita, os custos não ficarão correspondentemente elevados. Ficarão elevados, mas menos do que proporcionalmente, em geral.

5 Sistemas de Administração da Produção 3 Exercício 2 O gerente de materiais descrito no Exercício 1 resolveu alterar o tamanho de lote de compra do item Dentex para o lote econômico de compra (LEC). Depois de dois meses trabalhando com o LEC, ele implantou um novo sistema automatizado de colocação de pedidos que integrou a empresa ao seu fornecedor, reduzindo o custo de fazer um pedido para R$ 10,00 (redução de 71,4%). a) Que efeito percentual tem esta redução no tamanho do LEC? b) Que efeito percentual teve esta mudança no resultante custo anual total de estoques para a Dentex? Solução a) Primeiro, calculamos o LEC para o Dentex, considerando os R$ 35,00 originais como custo de pedir: LEC = 2 x DA x Cf Ce = 2 x x 35 0,35 = Com a redução do custo de pedir, o novo LEC* fica: LEC* = 2 x DA x Cf Ce A redução do LEC foi de 46.6%. = 2 x x 10 = 0, (redução de 46,6%) b) Primeiro, calculamos o custo total de estoques com o LEC original: L DA CT = Ce x + Cf x = (0,35) x + 35 x = ~ = R$ LE Agora, calculamos o custo total anual de estoque com o novo LEC: L DA CT* = Ce x + Cf x = (0,35) x + 10 x = ~ = R$ LE A diferença percentual nos custos totais anuais de estoque, pela redução dos custos de pedir de 71,4% é de 46,6%, ou seja, considerável!

6 4 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon Exercício 3 Um determinado item comprado por uma loja de material de construção tem uma demanda anual de unidades sem sazonalidades, outras ciclicidades ou tendências relevantes. O seu custo unitário é $ 0,40. O custo anual de manutenção do estoque é estimado em 25% do valor do estoque (custo médio) e o custo total da emissão de um pedido é, aproximadamente, de $ 20. a) Qual o tamanho do lote econômico de compra? b) Com que freqüência deverá ser comprado, em média? c) Qual o custo total anual de manutenção do estoque? d) Se a mesma empresa decidisse produzir o mesmo item ao custo unitário de $ 0,30, com um custo total de setup (preparação) e controle de $ 45 para cada ordem de produção emitida e demanda anual sobre a produção de unidades, qual deveria ser o tamanho do lote econômico da ordem de produção? Solução a) LEC = 2 x DA x Cf Ce = 2 x x 20 = 0,40 x 0,25 O lote econômico de compra é de unidades. ~ b) A freqüência de compra pode ser calculada definindo-se em média quantas vezes por ano o item será pedido: Demanda anual Número de pedidos por ano = = ~ = 5,9 LEC Isso significa que serão feitos, em média, 5,9 pedidos por ano. c) O custo total de manutenção do estoque (assumindo estoque de segurança igual a zero) pode ser calculado conforme abaixo: CT (custo total) = CA (custo de carregar estoques) CP (custo anual de fazer pedidos) L DA CT = Ce x + Cf x = (0,4 x 0,25) x + 20 x = ~ 118, ,3 = $ 136,6 2 LE

7 Sistemas de Administração da Produção 5 O custo anual de manutenção de estoque é de $ 136,60. Note que as duas parcelas (CA e CP) são iguais. Isso evidentemente não é coincidência, já que, para o lote econômico, ambos os custos são iguais. d) Este item refere-se ao cálculo do lote econômico de produção e não de compra. O custo fixo Cf em lotes de produção em geral refere-se a custos referentes ao setup (preparação de máquina) e controle. Daí vem: LEP = 2 x DA x Cf Ce = 2 x x 45 0,30 x 0,25 = ~ itens O lote econômico de produção seria de itens.

8 6 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon Exercício 4 Uma consulta às informações históricas de um item estocado com demanda independente apresentou o seguinte resultado: Demanda anual D, relativamente estável: unidades. Lote econômico de compra LEC: 500 unidades. Lead time LT: uma semana. Desvio-padrão do erro na previsão semanal de demanda σ: 200 unidades. O gerente de suprimentos definiu, como aceitáveis, apenas 300 itens por ano em falta em estoque. Determine: a) O número de exposições a falta por ano. b) O nível de serviço requerido pelo gerente de suprimento. c) O estoque de segurança necessário. d) O ponto de ressuprimento. Solução a) O número de exposições a falta e o número de vezes que o nível de estoque aproxima-se de zero, ou seja, o número de ciclos de reposição (dado que a cada ciclo de reposição o estoque se aproxima de zero): Demanda anual Número de exposições a falta por ano = = = 26 LEC b) O nível de serviço requerido é bastante alto, já que exige 1 item faltando em , no máximo. Em termos percentuais, isso quer dizer que devem estar disponíveis em estoque itens de cada solicitados: = 0,988 ou 98,8%

9 Sistemas de Administração da Produção 7 c) Neste caso, devido à definição adotada pelo gerente, para definir o nível de serviço (percentagem de itens em falta comparado ao total de itens demandados), a abordagem a ser usada para a definição de estoques de segurança é a numérica: (1 NS) x L (1 0,998) x 500 E(z) = = = 0,005 σ LT 200 Entrando na Tabela 2.5 do livro, com E(z) = 0,005, vem que z = 2,20. Pode-se então calcular o estoque de segurança necessário: ES = z x σ LT = 2,20 x 200 = 440 unidades. O estoque de segurança necessário é de 440 unidades. d) O ponto de ressuprimento é calculado conforme abaixo: PR = D x LT + ES = x = unidades. O ponto de ressuprimento é de unidades.

10 8 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon Exercício 5 A editora ABC publica um renomado guia de ruas. A demanda anual estimada tem sido de guias, relativamente estável. O custo de produção de cada guia é de R$ 13,00 e cada ordem de produção enviada à gráfica gera um custo fixo de setup de R$ 500,00 e leva uma semana para ficar pronta. Considere que um lote (econômico) inteiro e produzido e, só então, transferido para o estoque. O custo anual de manter o estoque de livros é calculado utilizando um Ce = 0,25 (ou 25%). A editora tem um bom sistema de previsão de demanda, com desvio-padrão dos erros de previsão de demanda semanal de 22,6 guias. Sabendo que o ponto de ressuprimento utilizado pelo editor é de 125 guias, calcule: a) Qual o nível de serviço atual da editora, utilizando a abordagem probabilística? b) De quanto este nível de serviço melhoraria se a qualidade das previsões melhorasse a ponto de reduzir o desvio-padrão dos erros semanais de previsão para 14 guias (com os outros parâmetros permanecendo iguais)? c) Qual seria o nível de serviço adotando-se a abordagem numérica (considerando o desvio-padrão dos erros de previsão original de 29 guias por semana)? Solução a) Em primeiro lugar, precisamos calcular qual o estoque de segurança atual. Como sabemos que, na abordagem probabilística: ( ) PR = D x LT + E seg E seg = PR D x LT = 125 x 1 = ~ 29 unidades 52 Sabemos também que a expressão do estoque de segurança para abordagem probabilística é: 29 ES = σ LT x FS = 29 FS = = 1,283 22,6 ( ) Usando a Tabela 2.3, vemos que um FS = 1,283 corresponde a um nível de serviço de aproximadamente 90%. O nível de serviço atual é de aproximadamente 90%.

11 Sistemas de Administração da Produção 9 b) Se o desvio-padrão dos erros de previsão semanais caísse para 14 unidades, o fator de serviço ficaria, para um estoque de segurança de 29 unidades: ( ) 29 ES = σ LT x FS = 29 FS = = 2, Usando a Tabela 2.3, vemos que um FS = corresponde a um nível de serviço superior a 98%. O nível de serviço melhoraria de 90% para 98% (com o mesmo nível de estoque de segurança). c) Para calcularmos o nível de serviço utilizando a abordagem numérica, partimos também do estoque de segurança considerado: ( ) PR = D x LT + E seg E seg = PR D x LT = 125 x 1 = ~ 29 unidades 52 Sabemos também que a expressão do estoque de segurança para abordagem probabilística é: ( ) 29 ES = z x σ LT = 29 z = = 1,283 22,6 Entrando na Tabela 2.5, vemos que a um z = 1,283 corresponde um E(z) = 0,385 (interpolando-se). Sabemos também que: (1 NS) x L E(z) = (1 NS) = σ LT E(z) x σ LT L Conhecemos E(z) = 0,385 e conhecemos também σ LT = ~ 29, mas temos ainda que calcular o lote econômico utilizado: 2 x DA x Cf 2 x x 500 L(econômico) = = ~ = unidades Ce 13 x 0,25

12 10 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon Daí: E(z) x σ (1 NS) = LT 0,385 x 29 = = 0,00900 NS = 1 0,00900 = 0,991 = 99,1% L O nível de serviço considerando a abordagem numérica é de 99,1%.

13 Sistemas de Administração da Produção 11 Exercício 6 Uma empresa de vendas por Internet tem como seu principal critério competitivo frente à concorrência uma alta certeza da entrega no prazo prometido. A tabela a seguir registra as vendas de CDs (virgens) das últimas 30 semanas. O lead time de obtenção dos CDs é de duas semanas e se deseja um nível de serviço ao cliente de 98% dos pedidos atendidos (2% das unidades demandadas por ano ficam sem atendimento imediato). O lote de compra utilizado é de unidades. a) Qual o estoque de segurança necessário? b) Qual o ponto de ressuprimento? c) Suponha que o gerente de suprimentos queira aumentar o nível de serviço para 99,9% dos pedidos. Qual o acréscimo necessário no estoque de segurança? Semana Vendas Semana Vendas Semana Vendas Solução a) Pela definição do nível de serviço, nota-se que a abordagem esperada é a numérica (percentual de itens faltantes ao longo do ano). Analisando a característica bem comportada da demanda, também podemos adotar a hipótese de permanência, assumindo que não haja ciclicidades ou tendências relevantes nos dados históricos de demanda. Trabalhando os dados numa planilha Excel, tiramos que a demanda histórica tem as seguintes características: μ = unidades σ = unidades

14 12 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon O estoque de segurança, ES, na abordagem numérica, é calculado como: ES = z x σ LT = z x σ semanal x LT = z x x 2 Para obtermos z, temos que utilizar a Tabela 2.5 e, para isso, temos então que calcular E(z). Sabemos que: (1 NS) x L (1 0,98) x E(z) = = = = 0,876 z = ~ 0,74 (interpolando) σ LT x Podemos agora calcular o estoque de segurança: ES = z x x 2 = ( 0,74) x 1,615 x 2 = Note que um estoque de segurança negativo aqui significa que o ponto de ressuprimento será menor que a demanda média durante o lead time, ou seja, o sistema força a falta de itens até o nível desejado de 2% de itens faltando. b) PR = D x LT + ES = x 2 + ( 1.690) = O ponto de ressuprimento é de unidades. c) Para aumentar o nível de serviço para 99,9%, vem: (1 NS) x L (1 0,999) x E(z) = = = = 0,0,44 z = ~ 1,31 (interpolando) σ LT x Podemos agora calcular o estoque de segurança: ES = z x x 2 = (1,31) x x 2 = unidades O acréscimo no estoque de segurança é de ( 690) = unidades. Interessante notar que quando o nível de serviço NS se aproxima de 100%, pequenas alterações de nível de serviço (no caso, de 98% para 99,9%, ou seja, menos de 2%) requerem um acréscimo grande nos estoques de segurança (no caso de mais 10% da demanda média mensal).

15 Sistemas de Administração da Produção 13 Exercício 7 Um supermercado está analisando a possibilidade de importação de copos da China, em substituição a um fornecedor local. O nível de serviço definido pelo supermercado para este item é de 98% (utilize a abordagem probabilística). O fornecedor local tem um lead time de uma semana confiável (desvio-padrão da distribuição de tempos de entrega pode ser considerado zero). O fornecedor chinês tem lead time de oito semanas, mas devido a várias incertezas no processo de importação e transporte, sujeito a um desvio-padrão calculado (com base em outros itens comprados do mesmo fornecedor) de quatro semanas (já houve um caso, por exemplo, em que o despacho levou 19 semanas para chegar). A demanda prevista por copos neste supermercado é de unidades por semana, com desvio-padrão esperado de 800 unidades. a) Qual o estoque de segurança que o supermercado está usando atualmente? b) Qual o estoque de segurança que o supermercado precisaria para manter o nível de serviço de 98% e mudar de fornecedor? c) De quanto, percentualmente, o estoque de segurança de copos do supermercado teria que aumentar para suportar a troca de fornecedor? Comente. Solução a) Com abordagem probabilística, o estoque de segurança é calculado como: E LT Seg = FS 98% x σ D x = 2,055 x 800 x 1 = unidades PP 1 O estoque de segurança que o supermercado hoje usa é de unidades. b) Para calcular o estoque de segurança em situações que a demanda e o lead time variam conforme distribuições normais, em primeiro lugar, é necessário calcular o desvio-padrão da demanda durante o lead time. Pode-se para isso usar a expressão σ Demanda durante o LT = D 2 x σ 2 LT + LT x σ2 D = x x = x x = unidades Portanto, o estoque de segurança pode ser calculado como: E Seg = FS x σ Demanda durante o LT = x = unidades

16 14 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon c) O aumento no estoque de segurança teria que ser de 1.181,6%. Este valor é grande o suficiente para sugerir que alterações na rede de suprimentos, por exemplo, a troca de um fornecedor, devem basear-se em cálculos cuidadosos de custos na rede como um todo. Pode ser, por exemplo, que mesmo uma diferença substancial de preço do item seja mais do que compensada pelos custos adicionais de estoques de segurança devido ao aumento substancial do lead time e do aumento também substancial de variabilidade desse lead time.

17 Sistemas de Administração da Produção 15 Exercício 8 Uma empresa, fabricante e distribuidora de cosméticos, precisa dimensionar o tamanho do lote econômico de produção (reposição dos produtos no estoque feito gradual e linearmente durante o lead time de produção) para um shampoo de sua linha. O custo de se fazer um setup (preparação) do equipamento requerido para produzir o shampoo foi calculado em R$ 1.500,00. O custo de cada frasco de shampoo é de R$ 1,00. A taxa anual de manutenção de estoques para a empresa é de 25%. A demanda para este shampoo é de frascos por semana em média e a taxa que representa a capacidade de produção (a fábrica trabalha sete dias por semana, 360 dias por ano) para este shampoo é de frascos por dia, em média. a) Qual o tamanho do lote econômico de produção para o shampoo? b) Considerando que este shampoo é feito sem conservantes e com ingredientes frescos, o seu shelf life (tempo que o shampoo dura até se estragar) é de apenas quatro semanas. Que tipo de problema isso traz para a nossa fabricante de shampoo? c) O que você poderia fazer para resolver o problema identificado em b (considere que não é possível mudar a formulação nem a embalagem do produto), de forma a permitir uma produção econômica do shampoo? Solução a) O lote econômico de produção é calculado por: LE* = 2 x DA x Cf Ce x DA PA DA = x 52 = frascos/ano (considerando que um ano tem 52 semanas) PA = x 365 = frascos/ano (considerando que a empresa trabalhe 360 dias por ano) Cf = R$ 1.500,00 Ce = R$ 1,00 x 0,25 = R$ 0,25 por frasco por ano LE* = 2 x x ,25 x = frascos (5,9 semanas de demanda) O lote econômico de produção é de frascos.

18 16 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon b) O lote econômico de frascos representa 5,9 semanas de demanda. Se a duração do shelf life é de quatro semanas, isso significa um risco alto de grande quantidade de shampoo se estragar antes de ser vendido. c) Já que o shelf life do shampoo é de quatro semanas, seria aconselhável que o tamanho do lote de produção usado não excedesse a frascos. Isso significa que o tamanho de lote deveria ser de apenas 68,05% do atual. Para se obter um lote econômico de produção de 68,05% do original, seria necessário alterar os parâmetros (ou drivers ) interferentes no tamanho de lote, por exemplo: 1. Diminuindo custo de setup para 46,30% do original, para no máximo R$ 694,44 (pois 0,4630 = 0,6805). Com isso, um lote suficiente para quatro semanas seria economicamente ~ produzido. 2. Diminuido a taxa de produção para 46,30% da original, para unidades por dia. Embora matematicamente esta seja uma possibilidade, provavelmente não seria a melhor, porque isso implicaria trabalhar com taxas de utilização baixas da capacidade instalada da máquina.

19 Sistemas de Administração da Produção 17 Exercício 9 Uma grande concessionária de veículos decide adotar o sistema de revisão periódica para gerenciar seus estoques de pastilha de freio do veículo do tipo Challenger. A montadora, que fornece as pastilhas, ofereceu um desconto maior nos preços das peças fornecidas, em troca de a concessionária aceitar receber uma única remessa por semana de todas as peças e, com isso, reduzir os custos totais de distribuição de sua rede de suprimentos. A demanda de pastilhas de freio na concessionária é de 120 peças por semana (trabalhando seis dias por semana), em média, relativamente estável, com desvio-padrão semanal de apenas 24 peças. A revisão do estoque se dá no sábado ao final do expediente. O lead time de entrega da montadora é de dois dias (entrega se dá na terça-feira ao final do expediente) e o nível de serviço exigido pelos clientes da montadora é de 95% (abordagem probabilística). a) Calcule o estoque máximo para o sistema de gestão de estoques da pastilha de freio. b) Se numa sexta-feira o sistema de informações da montadora indica que há 188 peças em estoque e nenhuma entrega pendente, mas uma contagem física revelou que há na verdade 195 pastilhas em estoque disponíveis para uso, quantas pastilhas devem ser pedidas? Que atitude adicional o gerente de peças da concessionária deveria tomar? Solução a) Para calcular o estoque máximo, pode-se usar a expressão: M = D x (P + LT) + ES Onde: D = Taxa de demanda = 20 pastilhas por dia. P = Período de revisão = 6 dias (podemos ignorar o domingo, já que nem fornecedora nem cliente trabalham). LT = Lead time = 2 dias. (P + LT) ES = Estoque de segurança = FS 95% x σ D x. PP Onde: FS 95% = fator de serviço para um nível de 95% = 1,645 (Tabela 2.3, pois a abordagem adotada é a probabilística).

20 18 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon σ D = desvio-padrão da demanda diária (estamos usando dias como unidade). Como temos o desvio-padrão da demanda semanal (6 dias neste caso), para estimarmos o desvio-padrão diário, fazemos Ddiária = Dsemanal = 24 = ~ 9,8 unidades. Então: ES = 1,645 x 9,8 (6 + 2) = ~ 46 peças M = D x (P + LT) + ES = 20 x (6 + 2) + 46 = 206 peças. b) Se no sistema de informações da concessionária aparecem 188 peças, mas um inventário físico resultou em 195 peças disponíveis, deve-se utilizar o valor do inventário físico para decidir quantas peças pedir: Q = M (E + QP) Onde: Q = Quantidade a pedir. M = Estoque máximo calculado em a = 206 peças. E = Estoque disponível = 195. QP = Quantidade pendente = 0. Q = 206 ( ) = 11 peças. Devem ser pedidas 11 peças. O gerente deveria ajustar o estoque no sistema de informações para o estoque inventariado (contado) e disparar ações para identificar as causas básicas da discrepância encontrada para buscar a eliminação completa das causas. A implantação de inventário rotativo (contagem cíclica) pode também auxiliar e deve ser considerada como uma ação possível de ser implantada para melhorar os níveis de acurácia das informações sobre estoques.

21 Sistemas de Administração da Produção 19 Exercício 10 Um jornaleiro tem que decidir quantos jornais comprar para atender às suas vendas diárias. Ele paga R$ 0,60 por jornal e vende cada jornal por R$ 1,80. Os jornais não vendidos são recomprados pelo fornecedor do jornal por R$ 0,20. O jornaleiro sabe que historicamente ele vende entre 101 e 200 jornais por dia, com uma função distribuição de probabilidades uniforme de venda para todas as quantidades entre 101 e 200 jornais. a) Qual quantidade o jornaleiro deveria pedir para que seu lucro esperado seja maximizado? b) Esta decisão seria outra se em vez de R$ 0,20 por jornais não vendidos, o fornecedor pagasse R$ 0,40? Que impacto isso teria para o fornecedor do jornal e para o jornaleiro? Solução a) Para definir a quantidade a ser pedida, em primeiro lugar, o jornaleiro precisa definir nível de serviço ótimo NSO*. Isso pode ser calculado usando a expressão: Cf NSO* = = Cf + Ce Ce Cf Cf = Custo de falta de uma unidade do jornal = p c = R$ 1,80 R$ 0,60 = R$ 1,20 Ce = Custo de excesso de uma unidade do jornal = c r = R$ 0,60 R$ 0,20 = R$ 0,40 1,20 NSO* = = 75% 1,20 + 0,40 O NSO* é a probabilidade de a demanda ser menor ou igual ao correspondente pedido de jornais E*. Analisando a função distribuição de probabilidade:

22 20 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon Chegamos à conclusão de que o NSO* = 75% definido corresponde à quantidade E* de 175 jornais. Esta é a quantidade que o jornaleiro deveria pedir. b) Se o valor da recompra altera-se de R$ 0,20 para R$ 0,40 por jornal, os custos de excesso se alterarão: Cf = Custo de falta de uma unidade do jornal = p c = R$ 1,80 R$ 0,60 = R$ 1,20 Ce = Custo de excesso de uma unidade do jornal = c r = R$ 0,60 R$ 0,40 = R$ 0,20 E, portanto, o NSO* também se alterará: 1,20 NSO* = = 86% 1,20 + 0,20 E a correspondente quantidade E* se alteraria para 186 jornais. Isso significa que, quando o custo do excesso para o jornaleiro diminui, ele naturalmente dispõe-se a aumentar o risco de ter excesso, porque relativamente ao custo de excesso, o custo de falta ficou mais relevante (neste caso, ele tenta reduzir o risco de falta, aumentando a quantidade pedida). Esta iniciativa se justifica (a empresa fornecedora do jornal aumentar o preço pago na recompra, às vezes até o limite de pagar o total do custo do jornal, num arranjo chamado consignação ) quando a empresa jornalística fornecedora tem custos de falta e de excesso que, por sua vez, justificariam um nível de serviço (e, por conseguinte, de disponibilidade de jornais) mais alto. Assim, disparando uma iniciativa para reduzir o custo do excesso do jornaleiro, incentiva-o a pedir mais jornais e, portanto, a cadeia de suprimentos inteira correr menos risco de vendas perdidas.

23 3 MRP Planejamento de Necessidades de Materiais Exercício 1 O produto final A é produzido utilizando os itens B, C e D. O item B é montado a partir de C. O subconjunto D é produzido a partir de B. Todos utilizam duas unidades de seus componentes. Apenas a montagem de uma unidade de B requer apenas um C. a) Desenhe a estrutura do item A. b) Quais itens provavelmente são comprados e quais itens provavelmente são fabricados internamente? Por quê? c) Quais itens em princípio têm demanda independente e quais têm demanda dependente? d) Qual a necessidade bruta de C para se produzir 20 unidades de A, considerando que haja zero unidade em estoque? e) Se há 50 unidades de D, 30 unidades de B e zero unidade de C em estoque, qual a necessidade líquida de C para se produzir 50 unidade de A?

24 22 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon Solução a) Trata-se de uma estrutura vertical A 2 D 2 B 1 C b) Provavelmente os itens A, D e B são fabricados internamente (pois se controlam suas estruturas de componentes) e o item C é comprado (porque não se controla sua estrutura de componentes). c) O item A provavelmente tem demanda independente (é um produto final vendido ao mercado) e os itens D, B e C têm demanda dependente (dependem da necessidade de produção do item A). É claro que se a empresa vende itens como D, B e C para o mercado de reposição de peças, estes também teriam parte de suas demandas geradas de forma independente. d) Para produzir 20 unidades de A, são necessárias 40 unidades de D. Para produzir 40 unidades de D, são necessárias 80 unidades de B e para produzir as 80 unidades de B, são necessárias 80 unidades de C. Ou seja, a necessidade bruta de C é de 80 unidades. e) Para produzir 50 unidades de A, são necessárias 100 unidades de D. Como há em estoque 50 unidades de D, apenas outras 50 necessitam ser produzidas. Para produzir estas 50 unidades de D, são necessárias 100 unidades de B. Como já há 30 unidades de B em estoque, apenas 70 necessitam ser produzidas. Para produzir 70 unidades de B, são necessárias 70 unidades de C. Como não há nenhuma unidade de C em estoque, a necessidade líquida de C é de 70 unidades.

25 Sistemas de Administração da Produção 23 Exercício 2 Qual o lead time TOTAL mínimo, em semanas, para atender a um pedido do produto Caneta A cuja estrutura é mostrada abaixo, supondo que não haja nenhum estoque? (LT dado em semanas). Caneta A LT = 2 Carga B LT = 3 Corpo E LT = 2 Ponta C LT = 8 Tubo D LT = 4 PLástico F LT = 5 Solução Representando a estrutura de produtos de forma alternativa, considerando os lead times, é fácil ver que o lead time mínimo para produção do item Caneta A, na ausência de estoques de componentes, é de 13 semanas (veja abaixo).

26 24 Planejamento, Programação e Controle da Produção Corrêa/Gianesi/Caon Exercício 3 O produto A é montado a partir dos itens B e C (uma unidade de cada). Por sua vez, o item B é montado utilizando-se D e E como componentes diretos (uma unidade de cada). O subconjunto C é montado a partir dos componentes diretos F e H (uma unidade de cada). Finalmente, o subconjunto E é produzido a partir dos componentes diretos G e H (uma unidade de cada). Note que o item H tem dois itens pais, ou seja, aparece como componente de dois itens. A tabela a seguir mostra os diversos lead times para os itens envolvidos. a) Qual o mínimo lead time, em semanas, necessário para atender a um pedido de cliente, supondo estoques zerados? b) E se houver estoques suficientes dos itens D, F, G e H, mas não dos outros componentes, qual será o lead time total mínimo? Item A B C D E F G H Lead Time (semanas) Solução a) A estrutura do produto A pode ser representada conforme a seguir:

27 Sistemas de Administração da Produção 25 O lead time total na ausência completa de estoques de components é de 10 semanas. b) Considerando que haja componentes suficientes de D, F, G e H, isso significa que os seus lead times passam a ser zero : O lead time mínimo então seria reduzido de 10 semanas para 6, se houvesse quantidades suficientes de D, F, G e H para a produção de A.

Exercícios livro Gestão de Redes de Suprimentos

Exercícios livro Gestão de Redes de Suprimentos Exercícios livro Gestão de Redes de Suprimentos CAPÍTULO 6 Avaliação de desempenho e alinhamento de incentivos na rede global de suprimentos... 2 1. EXERCÍCIO EXEMPLO. Fabricante de CD s... 2 2. 2a 2b.

Leia mais

Conceitos Básicos de Gestão de Estoques

Conceitos Básicos de Gestão de Estoques Conceitos Básicos de Gestão de Estoques 45 Conceitos básicos de estoque Estoques: acúmulo de de recursos materiais em em um um sistema de de transformação Fase 1 estoque Fase 2 chuvas sazonais máquina

Leia mais

PROGRAMA DE TREINAMENTO

PROGRAMA DE TREINAMENTO Jogo de Empresa POLITRON Tutorial para Uso da Planilha PROGRAMA DE TREINAMENTO EM MRP II Tutorial para o uso da Planilha do POLITRON Direitos Reservados - Reprodução Proibida Janeiro/2001 Versão Demonstrativa

Leia mais

Cap. III GESTÃO DE ESTOQUE

Cap. III GESTÃO DE ESTOQUE Cap. III GESTÃO DE ESTOQUE Nos anos 80 muitas empresas tiveram problemas estratégicos sérios por acharem que deveriam, a todo o custo, BAIXAR A ZERO seus estoques, seduzidas por uma leitura equivocada

Leia mais

Armazenagem e movimentação de materiais

Armazenagem e movimentação de materiais V I R T U A L Armazenagem e movimentação de materiais Lote econômico e estoque de segurança GESTÃO DE LOGÍSTICA Professor: Wilson Luigi Silva Mestre em Administração Apresentação da unidade Uma vez determinada

Leia mais

GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES. George Paulus Pereira Dias

GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES. George Paulus Pereira Dias GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES George Paulus Pereira Dias Agenda 1. Apresentação MRP 2. Estudo de Caso 3. Apresentação da Planilha 4. Primeira rodada de tomada de decisões 5. Próximos passos MRP - Planejamento

Leia mais

PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA QUESTÕES SIMULADAS

PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA QUESTÕES SIMULADAS PRIAD - Adm. Materiais e Logística Prof. Célio 1 PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA QUESTÕES SIMULADAS QUESTÃO 1. Aponte a alternativa que não corresponde aos objetivos da Logística Empresarial

Leia mais

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha A administração de materiais A administração de materiais procura conciliar as necessidades de suprimentos com a otimização dos recursos financeiros

Leia mais

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e Fascículo 2 Gestão de estoques Segundo Nigel Slack, estoque é definido como a acumulação armazenada de recursos materiais em um sistema de transformação. O termo estoque também pode ser usado para descrever

Leia mais

Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos

Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos Peter Wanke Introdução Este texto é o primeiro de dois artigos dedicados à análise da gestão de estoques, a partir de uma perspectiva

Leia mais

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

FORMALIZANDO UMA POLÍTICA DE ESTOQUES PARA A CADEIA DE SUPRIMENTOS

FORMALIZANDO UMA POLÍTICA DE ESTOQUES PARA A CADEIA DE SUPRIMENTOS FORMALIZANDO UMA POLÍTICA DE ESTOQUES PARA A CADEIA DE SUPRIMENTOS INTRODUÇÃO Este texto é o segundo de dois artigos dedicados à análise da gestão de estoques, a partir de uma perspectiva diferente da

Leia mais

Decisões de Estoque. Custos de Estoque. Custos de Estoque 27/05/2015. Custos de Estoque. Custos de Estoque. Custos diretamente proporcionais

Decisões de Estoque. Custos de Estoque. Custos de Estoque 27/05/2015. Custos de Estoque. Custos de Estoque. Custos diretamente proporcionais $ crescem com o tamanho do pedido $ crescem com o tamanho do pedido $ crescem com o tamanho do pedido 27/05/2015 Decisões de Estoque Quanto Pedir Custos de estoques Lote econômico Quando Pedir Revisões

Leia mais

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS Gestão Estratégica de Estoques/Materiais Prof. Msc. Marco Aurélio C. da Silva Data: 22/08/2011 O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS 2 1 GESTÃO DE ESTOQUE Demanda Adequação do Estoque Investimento Série de ações

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade I GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Planejamento e controle de estoques. 2. A importância dos estoques. 3. Demanda na formação dos estoques.

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL

LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA EMPRESARIAL ACORDO - Celular: Silencioso ou desligado - Chamada 19:10hs e 22:10hs. - Entrada ou saída no decorrer da aula em silencio para não atrapalhar os demais participantes. -Trabalho final

Leia mais

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP MRP Material Requirement Planning MRP II Manufacturing Resources Planning ERP Enterprise Resource Planning 1 O MRP é um software que auxilia

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Profa. Lérida Malagueta Planejamento e controle da produção O PCP é o setor responsável por: Definir quanto e quando comprar Como fabricar ou montar cada

Leia mais

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu.

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PREVISÃO DE ESTOQUES NO CONTROLE E PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO DE MATÉRIA- PRIMA EM UMA INDÚSTRIA PRODUTORA DE FRANGOS DE CORTE: UM ESTUDO DE CASO BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br

Leia mais

Gestão de Estoques - Premissas. Pleno atendimento Máxima eficiência Menor custo Maior giro possível para o capital investido

Gestão de Estoques - Premissas. Pleno atendimento Máxima eficiência Menor custo Maior giro possível para o capital investido Gestão de Estoques - Premissas Pleno atendimento Máxima eficiência Menor custo Maior giro possível para o capital investido EQUILÍBRIO ENTRE ESTOQUE E CONSUMO Paulo Gadas JUNHO-14 1 Gestão de Estoques

Leia mais

GESTÃO DE MATERIAIS. Eng. Liane Freitas, MsC.

GESTÃO DE MATERIAIS. Eng. Liane Freitas, MsC. GESTÃO DE MATERIAIS Eng. Liane Freitas, MsC. O que será visto neste capítulo? 1 A natureza e a função dos estoques 2 Métodos de gestão dos estoques Método LEC Método ABC Método de revisão contínua e periódica

Leia mais

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA Eduardo Saggioro Garcia Leonardo Salgado Lacerda Rodrigo Arozo Benício Erros de previsão de demanda, atrasos no ressuprimento

Leia mais

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de PCP É a função da administração que planeja, dirige e controla o suprimento de material e as atividades de processamento de

Leia mais

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Ana Flávia Brito Rodrigues (Anafla94@hotmail.com / UEPA) Larissa Pinto Marques Queiroz (Larissa_qz@yahoo.com.br / UEPA) Luna Paranhos Ferreira

Leia mais

PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE DEMANDA DEPENDENTE - MELHORIAS DESENVOLVIDAS PARA UMA EMPRESA DO RAMO PLÁSTICO.

PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE DEMANDA DEPENDENTE - MELHORIAS DESENVOLVIDAS PARA UMA EMPRESA DO RAMO PLÁSTICO. ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE DEMANDA DEPENDENTE

Leia mais

MRP MRP. Módulo 5 MRP e JIT. Demanda de produtos e serviços. Fornecimento de produtos e serviços

MRP MRP. Módulo 5 MRP e JIT. Demanda de produtos e serviços. Fornecimento de produtos e serviços Módulo 5 MRP e JIT Adm Prod II 1 MRP Fornecimento de produtos e serviços Recursos de produção MRP Decisão de quantidade e momento do fluxo de materiais em condições de demanda dependente Demanda de produtos

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade Operacional AULA 04 Gestão

Leia mais

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial.

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial. ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA PRODUTORA DE BEBIDAS, COMO AUXÍLIO À GESTÃO DA LOGÍSTICA DE MATERIAIS EM UM CENÁRIO DE DEMANDA VARIÁVEL Eduardo Bezerra dos Santos

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

SEXTA PARTE. 46. Administração dos estoques modelos e sistemas básicos. 46.1. Tipos de demandas

SEXTA PARTE. 46. Administração dos estoques modelos e sistemas básicos. 46.1. Tipos de demandas Administração de Materiais 152 SEXTA PARTE 46. Administração dos estoques modelos e sistemas básicos 46.1. Tipos de demandas Quando estamos tratando das características dos estoques, um atributo muito

Leia mais

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes.

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Tiago Esteves Terra de Sá (UFOP) tiagoeterra@hotmail.com Resumo: Este trabalho busca apresentar

Leia mais

Gestão de estoques de materiais em uma confecção

Gestão de estoques de materiais em uma confecção Gestão de estoques de materiais em uma confecção Wendell Juliano Montanheiro(FAQ) biblioteca@faculdadexvdeagosto.edu.br Luiz Antonio Fernandes (FAQ) biblioteca@faculdadexvdeagosto.edu.br RESUMO O trabalho

Leia mais

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação;

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação; 2. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Área da Administração responsável pela coordenação dos esforços gerenciais relativos às seguintes decisões: Administração e controle de estoques; Gestão de compras; Seleção

Leia mais

ANÁLISE DE AMBIENTE. E neste contexto, podemos dividir a análise ambiental em dois níveis distintos: Ambiente Externo.

ANÁLISE DE AMBIENTE. E neste contexto, podemos dividir a análise ambiental em dois níveis distintos: Ambiente Externo. Gestão de Estoques ANÁLISE DE AMBIENTE Pode-se dizer que as empresas são sistemas abertos, pois estão em permanente intercâmbio com o seu ambiente, ao mesmo tempo em que devem buscar incessantemente o

Leia mais

JUST-IN-TIME & KANBAN

JUST-IN-TIME & KANBAN JUST-IN-TIME & KANBAN Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br 1 OBJETIVO DA AULA OBJETIVO: EVIDENCIAR O QUE É JUST IN TIME E QUAL É SUA UTILIDADE EM PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS EM OPERAÇÕES

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque Módulo Suprimentos Controle de Estoque Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Suprimentos Controle de Estoque. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

Aplicando lean em indústrias de processo

Aplicando lean em indústrias de processo Aplicando lean em indústrias de processo Alexandre Cardoso* Os setores de alimentos, químico, farmacêutico e de cosméticos, que na sua essência são indústrias de processo, têm obtido sucesso na aplicação

Leia mais

Controle de Estoques

Controle de Estoques Controle de Estoques Valores em torno de um Negócio Forma Produção Marketing Posse Negócio Tempo Lugar Logística Atividades Primárias da Logística Transportes Estoques Processamento dos pedidos. Sumário

Leia mais

Cálculo de necessidades de materiais MRP

Cálculo de necessidades de materiais MRP Cálculo de necessidades de materiais MRP 77 MRP Conceitos, definições e Variáveis Plano Mestre de Produção MPS Estrutura do Produto EP Estoques Planejamento das necessidades de materiais MRP Emissão de

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

Profa. Marinalva Barboza. Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E

Profa. Marinalva Barboza. Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E Profa. Marinalva Barboza Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Custos dos estoques Para manter estoque, é necessário: quantificar; identificar. Quanto custa manter estoque? Quais os custos envolvidos

Leia mais

COMO PROJETAR AS ENTRADAS DO FLUXO DE CAIXA E OS PAGAMENTOS A FORNECEDORES?

COMO PROJETAR AS ENTRADAS DO FLUXO DE CAIXA E OS PAGAMENTOS A FORNECEDORES? COMO PROJETAR AS ENTRADAS DO FLUXO DE CAIXA E OS PAGAMENTOS A FORNECEDORES?! Qual a importância do orçamento de caixa?! Como os grandes orçamentos da empresa se inter-relacionam?! Quais as maneiras de

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais)

MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais) MRP MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais) Questões-chaves O Que é MRP? MRP quer dizer planejamento das necessidades de materiais, que são sistemas de demanda dependentes,

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Questões sobre o tópico Administração de Materiais. Olá Pessoal, Hoje veremos um tema muito solicitado para esse concurso do MPU! Administração de Materiais.

Leia mais

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Nr 01

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Nr 01 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Nr 01 CONTROLE DE ESTOQUES 1. Uma loja de departamentos pretende aproveitar o feriado de 01 de Janeiro para realizar o inventário anual de seu estoque, que possui 1.679.434 unidades

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO Administração e Análise Financeira e Orçamentária 2 Prof. Isidro

Leia mais

ESTOCAGEM. Processos e Serviços em Transporte. Curso Técnico em Logística Módulo II. Prof. Esp. Luís Teodoro Peixoto

ESTOCAGEM. Processos e Serviços em Transporte. Curso Técnico em Logística Módulo II. Prof. Esp. Luís Teodoro Peixoto ESTOCAGEM Processos e Serviços em Transporte Curso Técnico em Logística Módulo II Prof. Esp. Luís Teodoro Peixoto CONTEÚDO Vantagens de constituir estoques; Custos de Estoques: fixos e variáveis; Classificação

Leia mais

Conceitos de Gestão de Estoques Análise Probabilística

Conceitos de Gestão de Estoques Análise Probabilística Conceitos e Gestão e Estoques Análise Probabilística Prof. Ruy Alexanre Generoso CONCEITOS BÁSICOS DE ESTOQUE Estoques: acúmulo e recursos materiais em um sistema e transformação Fase 1 estoque Fase 2

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Objetivos da aula: - Explorar as principais motivações para a redução dos níveis de estoque e as armadilhas presentes na visão tradicional, quando é focada apenas uma empresa em vez de toda a cadeia de

Leia mais

Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso

Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso Cristian Dekkers Kremer (UTFPR) cristian_dk@ig.com.br João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

Andrés Eduardo von Simson Graduação e v r iç i os D s i ney Background Hopi Hari Hilton Brasilton Maksoud Plaza

Andrés Eduardo von Simson Graduação e v r iç i os D s i ney Background Hopi Hari Hilton Brasilton Maksoud Plaza ENGENHARIA DE NEGÓCIOS I GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES AULA I Prof. Andrés E. von Simson 2009 PROFESSOR Andrés Eduardo von Simson Graduação Adm. Hoteleira Adm. de Empresas Docência pela FGV Especialização

Leia mais

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. Operações Terminais Armazéns AULA 3 PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. A Gestão de Estoques Definição» Os estoques são acúmulos de matériasprimas,

Leia mais

Custos de Estoque. Custo Total. Custos Inversamente proporcionais. Custos Diretamente proporcionais. Custos Independentes

Custos de Estoque. Custo Total. Custos Inversamente proporcionais. Custos Diretamente proporcionais. Custos Independentes Custos de Estoque Custo Total Custos Diretamente proporcionais Custos Inversamente proporcionais Custos Independentes Para tomar esta decisão é preciso conhecer os custos envolvidos no estoque e compra

Leia mais

MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS)

MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS) MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS) SILVA M. C. Melo. UFSe (2001) MRP e MRP II O objetivo do conteúdo dessas aulas é enfocar os sistemas MRP e MRPII no processo

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES EXERCÍCIOS

GESTÃO DE ESTOQUES EXERCÍCIOS GESTÃO DE ESTOQUES EXERCÍCIOS GIRO DE ESTOQUE GIRO DE ESTOQUE Indica quantas vezes o estoque é utilizado em determinado período. ROTATIVIDADE/GIRO = ((CONSUMO) / (ESTOQUE MÉDIO)) Ex01 - Um pequeno especialista

Leia mais

Planejamento e Gestão de Estoques

Planejamento e Gestão de Estoques PLANO DE AULA Planejamento e Gestão de Estoques Objetivo: Descrever o papel exercido pelo estoque na cadeia de suprimentos e as possíveis ações para administrálo sem afetar a eficiência da cadeia de suprimentos.

Leia mais

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS ISSN 1984-9354 MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Jamile Pereira Cunha Rodrigues (UESC) Resumo Diante do atual cenário competitivo empresarial, as empresas estão buscando

Leia mais

Cobertura de Estoques-Antigiro (Prazo médio de Rotação)

Cobertura de Estoques-Antigiro (Prazo médio de Rotação) Aula 3 Adm. de Materiais-TRE- ALEX DINIZ INDICADORES Giro de estoques Rotação de Estoques GIRO é a média de entrada e saída de um item em estoque, A unidade que este vem expresso é o inverso da unidade

Leia mais

GESTÃO DA DA CADEIA PRODUTIVA

GESTÃO DA DA CADEIA PRODUTIVA ENG ENG 3051 3051 GESTÃO DA DA CADEIA PRODUTIVA Engenharia de Produção Prof. Ricardo Ferrari Pacheco GESTÃO DA CADEIA PRODUTIVA 59 2 O PROCESSO DE ABASTECIMENTO E COMPRAS Aí vêm sete anos de grande abundância

Leia mais

Gestão de Stocks. Gestão de Stocks. Gestão de Stocks. Gestão de Stocks. Gestão de Stocks. Gestão de Stocks. Tipos de inventários (Galloway):

Gestão de Stocks. Gestão de Stocks. Gestão de Stocks. Gestão de Stocks. Gestão de Stocks. Gestão de Stocks. Tipos de inventários (Galloway): Um inventário (stock) é uma reserva de materiais para facilitar a produção ou satisfazer a procura pelos clientes. Os stocks funcionam como almofadas entre as diversas taxas de procura e produção Os inventários

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais

Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais 1. Calcule o Valor Presente Líquido do fluxo de caixa que segue, para as taxas de desconto de 8% a.a., 10% a.a.

Leia mais

A demanda pode ser entendida como a disposição dos clientes ao consumo de bens e serviços ofertados por uma organização.

A demanda pode ser entendida como a disposição dos clientes ao consumo de bens e serviços ofertados por uma organização. Previsão da Demanda As previsões têm uma função muito importante nos processos de planejamento dos sistemas logísticos, pois permite que os administradores destes sistemas antevejam o futuro e planejem

Leia mais

Exercicios Produção e Logistica

Exercicios Produção e Logistica 1 PROVA: 1998 PARTE I: QUESTÕES OBJETIVAS 7 Uma empresa fabrica e vende um produto por R$ 100,00 a unidade. O Departamento de Marketing da empresa trabalha com a Equação da Demanda apresentada abaixo,

Leia mais

Recursos Materiais 1

Recursos Materiais 1 Recursos Materiais 1 FCC - 2008 No processo de gestão de materiais, a classificação ABC é uma ordenação dos itens consumidos em função de um valor financeiro. São considerados classe A os itens de estoque

Leia mais

Modulo 01 Exercícios Gestão de Materiais

Modulo 01 Exercícios Gestão de Materiais QUESTÕES DE CONCURSOS Acerca de planejamento e controle da produção, e gestão da cadeia de suprimentos, julgue os seguintes itens. 01. A importância do planejamento da produção decorre principalmente da

Leia mais

GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES. George Paulus Pereira Dias

GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES. George Paulus Pereira Dias GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES George Paulus Pereira Dias George Paulus Pereira Dias paulus@proage.com.br 1998: Consultor em projetos na área de logística e planejamento com a utilização de técnicas de

Leia mais

Módulo 3 Custo e nível dos Estoques

Módulo 3 Custo e nível dos Estoques Módulo 3 Custo e nível dos Estoques O armazenamento de produtos produz basicamente quatro tipos de custos. 1. Custos de capital (juros, depreciação) 2. Custos com pessoal (salários, encargos sociais) 3.

Leia mais

INE 7001 - Procedimentos de Análise de Séries Temporais usando o Microsoft Excel 2007. Professor Marcelo Menezes Reis

INE 7001 - Procedimentos de Análise de Séries Temporais usando o Microsoft Excel 2007. Professor Marcelo Menezes Reis Análise de Séries Temporais usando o Microsoft Excel 2007 1 INE 7001 - Procedimentos de Análise de Séries Temporais usando o Microsoft Excel 2007. Professor Marcelo Menezes Reis O objetivo deste texto

Leia mais

Gestão de Operações V

Gestão de Operações V Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária Departamento de Administração Gestão de Operações V 2ª Apostila Prof. Marcio Cardoso Machado

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção I

Planejamento e Controle da Produção I Planejamento e Controle da Produção I Sequenciamento e Emissão de Ordens Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 2012 Gustavo S. C. Meireles 1 Introdução Programação da produção: define quanto e quando comprar, fabricar

Leia mais

Eliminando os picos artificiais de vendas. Alexandre Cardoso

Eliminando os picos artificiais de vendas. Alexandre Cardoso Eliminando os picos artificiais de vendas Alexandre Cardoso Os mercados se comportam de maneiras erráticas e imprevisíveis, gerando sempre uma variação nos volumes e no mix de produção. As causas estão

Leia mais

A ACVL está baseada numa série de supostos simplificadores, dentre os quais cabe mencionar os seguintes:

A ACVL está baseada numa série de supostos simplificadores, dentre os quais cabe mencionar os seguintes: ANÁLISE CUSTO/VOLUME/LUCRO Sabe-se que o processo de planejamento empresarial envolve a seleção de objetivos, bem como a definição dos meios para atingir tais objetivos. Neste sentido, cabe assinalar que

Leia mais

Planejamento, Programação e Controle da Produção

Planejamento, Programação e Controle da Produção Planejamento, Programação e Controle da Produção Aula 01 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso

Leia mais

1 Administração de caixa

1 Administração de caixa 3 Administração Financeira Edison Kuster Nilson Danny Nogacz O que é realmente importante saber para uma boa administração financeira? Esta pergunta é comum entre os empresários, em especial aos pequenos

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE LIMITES DE CRÉDITO! Uma nova abordagem para um velho problema.! Apresentação de planilha para determinação de limites de crédito.

DETERMINAÇÃO DE LIMITES DE CRÉDITO! Uma nova abordagem para um velho problema.! Apresentação de planilha para determinação de limites de crédito. UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 41 DETERMINAÇÃO DE LIMITES DE CRÉDITO! Uma nova abordagem para um velho problema.! Apresentação de planilha para determinação de limites de crédito. Carlos Alexandre Sá (calex@marlin.com.br)

Leia mais

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Art Smalley Tradução: Diogo Kosaka Sistemas puxados são uma parte fundamental da manufatura lean e freqüentemente são mal

Leia mais

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Jean Cunningham Quando eu era CFO (Chief Financial Officer) da Lantech (Louisville, KY), ajudei a adaptar o sistema de tecnologia de informação

Leia mais

SIMULAÇÃO DE GESTÃO EMPRESARIAL

SIMULAÇÃO DE GESTÃO EMPRESARIAL SIMULAÇÃO DE GESTÃO EMPRESARIAL I INTRODUÇÃO O JOGO DE GESTÃO EMPRESARIAL é uma competição que simula a concorrência entre empresas dentro de um mercado. O jogo se baseia num modelo que abrange ao mesmo

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUE RESUMO

GESTÃO DE ESTOQUE RESUMO GESTÃO DE ESTOQUE - 1 - Jéssica Taiani do Amaral - jessicataiani@hotmail.com Laurinda Oliveira Dourado - RESUMO A gestão de estoques é um assunto vital e, freqüentemente, absorve parte substancial do orçamento

Leia mais

Estoque é um ativo que ninguém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO. Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém

Estoque é um ativo que ninguém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO. Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém Estoque é um ativo que ninguém deseja, mas que toda empresa deve ter. O santo padroeiro do gerenciamento

Leia mais

Simulação Empresarial em Gestão da Produção

Simulação Empresarial em Gestão da Produção Simulação Empresarial em Gestão da Produção CAPÍTULO 5 O JOGO DE EMPRESAS GP-3 A dinâmica de trabalho do jogo GP-3 é apresentada nesse capítulo. Inicialmente são descritos os diferentes módulos de interface

Leia mais

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior eng.alvesjr@gmail.com 1. GESTÃO DE ESTOQUE 1.1 Conceito de Gestão de estoques Refere-se a decisões sobre quando e quanto ressuprir

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção I Prof. M.Sc. Gustavo Suriani de Campos Meireles

Planejamento e Controle da Produção I Prof. M.Sc. Gustavo Suriani de Campos Meireles PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Planejamento e Controle da Produção I Prof. M.Sc. Gustavo Suriani de Campos Meireles Trabalho para composição da avaliação

Leia mais

O que se espera de um sistema de administração da produção?

O que se espera de um sistema de administração da produção? O que se espera de um sistema de administração da produção? O que se espera de um sistema de administração da produção? Segundo Corrêa (2001), independente da lógica que utilize, os sistemas da administração

Leia mais

Apêndice. Funções financeiras do Excel

Apêndice. Funções financeiras do Excel Apêndice B Funções financeiras do Excel B.1. INTRODUÇÃO...2 B.2. CÁLCULOS FINANCEIROS BÁSICOS...3 B.2.1. NOMENCLATURA E CONVENÇÕES ADOTADAS...3 B.2.2. FUNÇÕES FINANCEIRAS BÁSICAS SIMULADOR DA HP 12 C..

Leia mais

Unidade IV PLANEJAMENTO E CONTROLE. Profa. Marinalva Barboza

Unidade IV PLANEJAMENTO E CONTROLE. Profa. Marinalva Barboza Unidade IV PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES Profa. Marinalva Barboza Introdução Esta unidade tem como foco os custos de estoque. Abordará os vários custos e exercícios de fixação. Custos dos estoques

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: ADM. DE REC. MATERIAIS E PATRIMONIAIS Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: Turma: 5 ADN FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, F.

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA Izabel C. Zattar, Carlos M. Sacchelli, M. Eng. Instituto Superior de Tecnologia

Leia mais

DECISÕES SOBRE POLÍTICA DE ESTOQUES. Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes

DECISÕES SOBRE POLÍTICA DE ESTOQUES. Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes DECISÕES SOBRE POLÍTICA DE ESTOQUES Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes Setembro/2013 Introdução Estoques são acumulações de matérias-primas, de materiais em processo e de produtos

Leia mais

'$($')!$!"& (*+!,-$+& +."*/$& !"#$%!$& DEPS Departamento de Engenharia de Produção PCP Planejamento e Controle da Produção Prof. Dra.

'$($')!$!& (*+!,-$+& +.*/$& !#$%!$& DEPS Departamento de Engenharia de Produção PCP Planejamento e Controle da Produção Prof. Dra. DEPS Departamento de Engenharia de Produção PCP Planejamento e Controle da Produção Prof. Dra. Silene Seibel A variável Estoque Texto base da disciplina PCP da Udesc Introdução No planejamento e controle

Leia mais

Primeira Lista de Exercícios de Estatística

Primeira Lista de Exercícios de Estatística Primeira Lista de Exercícios de Estatística Professor Marcelo Fernandes Monitor: Márcio Salvato 1. Suponha que o universo seja formado pelos naturais de 1 a 10. Sejam A = {2, 3, 4}, B = {3, 4, 5}, C =

Leia mais

Administração de Materiais

Administração de Materiais Administração de Materiais vanessa2010.araujo@gmail.com EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO Subsistemas Adm. Materiais 1) (CESPE-SGA/AC 2008) A Administração de materiais busca coordenar os estoques e a movimentação

Leia mais

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção O sistema de produção requer a obtenção e utilização dos recursos produtivos que incluem: mão-de-obra, materiais, edifícios,

Leia mais

Exercícios. Exercício 1

Exercícios. Exercício 1 Exercícios Exercício 1 Considere um sistema de processamento com os seguintes tempos entre chegadas de tarefas: Tempo entre Chegadas (horas) Probabilidade 0 0.23 1 0.37 2 0.28 3 0.12 Os tempos de processamento

Leia mais

APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção

APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção O módulo APS é a mais nova ferramenta que irá auxiliar no gerenciamento da produção. O principal objetivo do APS é a determinação exata

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE

PLANEJAMENTO E CONTROLE Unidade I PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES Profa. Marinalva Barboza Planejamento e controle de estoques Objetivos da disciplina: Entender o papel estratégico do planejamento e controle de estoques.

Leia mais