Trabalho D Escoamento por Descarregadores

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Trabalho D Escoamento por Descarregadores"

Transcrição

1 Gestão e Planeamento de Redes Hidráulicas Trabalho D Escoamento por Descarregadores Docente: Maria João Guerreiro Engenharia do Ambiente (3º Ano) Gestão e Planeamento de Redes Hidráulicas. Trabalho elaborado em pelo grupo 1, constituído pelos alunos: Alcindo Queirós nº 17697, Ana Oliveira nº e André Andrade nº

2 Índice 1.Introdução Materiais e Métodos Resultados Descarregador Rectangular Descarregador Triangular Discussão dos Resultados e Conclusões Bibliografia Apêndice

3 1.Introdução Universidade Fernando Pessoa Os objectivos do trabalho experimental objecto deste relatório foram: estudar as características do escoamento por descarregadores de soleira delgada, isto é, descarregadores de parede fina e crista horizontal, cujo formato permite que a lâmina de água derivada apenas esteja em contanto com a crista na sua extremidade de montante, e também a determinação dos coeficientes de descarga e comparação dos valores obtidos experimentalmente com os valores teóricos Para a execução do trabalho experimental, recorremos então ao uso de dois tipos de descarregadores: um descarregador rectangular e um descarregador triangular, a partir dos quais, após a determinação dos respectivos caudais volumétricos, calculámos os coeficientes de descarga para cada descarregador. Por fim, com os dados experimentais obtidos iremos definir as curvas de vazão experimentais de cada descarregador, e, partindo das expressões teóricas válidas para cada caso, definir as curvas de vazão teóricas igualmente para cada descarregador, de forma a poder realizar uma comparação entre os dados que obtivemos experimentalmente e entre os dados teoricamente esperados. 2.Materiais e Métodos Materiais e Métodos conforme constam no protocolo do trabalho prático laboratorial D (Guerreiro, 2010). 3

4 3.Resultados Universidade Fernando Pessoa 3.1. Descarregador Rectangular Fórmula de cálculo do coeficiente de descarga do descarregador rectangular (Guerreiro, 2010): Onde g representa a aceleração da gravidade, que corresponde a 9,81 m/s 2, b representa a largura do descarregador rectangular utilizado, que neste caso equivale a 0,097 metros, H representa a altura do nível da água e Q representa o caudal volumétrico. Tabela 1: Dados obtidos utilizando o descarregador rectangular. Volume de Água Recolhido no Tanque Tempo de Recolha Caudal Volumétrico (1) Altura do Nível da Água Coeficiente de Descarga (2) V (m 3 ) t (s) Q (m 3 /s) H (m) (Adimensional) 0,015 11,52 0,015 11,03 1,32E-03 0,0347 0,71 0,015 11,50 0,015 11,25 0,015 11,25 1,36E-03 0,0376 0,65 0,015 10,59 24,31 22,72 2,11E-04 0,0122 0,55 24,10 0,015 17,10 0,015 17,09 8,79E-04 0,0271 0,69 0,015 17,00 Para que pudéssemos definir a curva de vazão teórica para o descarregador rectangular, usamos a seguinte expressão para calcular os valores de caudal teóricos: ó =

5 No caso do descarregador rectangular, sabe-se que, em termos teóricos, se adquire o valor do coeficiente de descarga pela seguinte fórmula que relaciona a altura da água a partir da soleira (H) e a altura da água até à soleira (HW) (Quintela, 1998): [ / ] Ou seja, teoricamente o coeficiente de descarga do descarregador rectangular deve rondar os ,00E-03 2,50E-03 2,00E-03 1,50E-03 Q Rectangular Teórico 1,00E-03 5,00E-04 5,00E-18-5,00E ,01 0,02 0,03 0,04 0,05 Q Rectangular Experimental Gráfico 1. Gráfico que relaciona os valores de caudal teóricos e experimentais, obtidos com a utilização do descarregador rectangular Descarregador Triangular Fórmula de cálculo do coeficiente de descarga do descarregador triangular (Guerreiro, 2010) : 15 8 tan 2 2 Onde g representa a aceleração da gravidade, que corresponde a 9,81 m/s 2, representa o ângulo de abertura do descarregador triangular utilizado, H representa a altura do nível da água e Q representa o caudal volumétrico. 5

6 Tabela 2: Dados obtidos utilizando o descarregador triangular. Volume de Água Recolhido no Tanque V (m 3 ) Tempo de Recolha Caudal Volumétrico (1) Altura do Nível da Água t (s) Q (m 3 /s) H (m) 9,84 9,31 9,56 14,97 5,23E-04 0, ,22 15,60 8,53 3,21E-04 0,0293 8,93 9,47 24,66 5,58E-04 0, ,75 28,88 1,85E-04 0,0291 Coeficiente de Descarga (3) (Adimensional) 0,66 0,86 0,56 0,51 φ Na determinação do coeficiente de descarga, para obtermos o 2 re ecorremos ao seguinte raciocínio: 8 cm φ Desta forma, e sabendo que o seno de 2 é igual ao valor do cateto oposto do triângulo dividido pela sua hipotenusa, tem-se sen(ɸ/2) = 4/5,5, obtendo-se um valor para ɸ/2 de aproximadamente 47º (Nalluri, 2001). Para que pudéssemos definir a curva de vazão teórica para o descarregador triangular, usamos a seguinte expressão para calcular os valores de caudal teóricos: 6

7 ó = 8 tan No caso do descarregador triangular, o valor do coeficiente de descarga teórico é de 0.60 (Quintela, 1998). 2,00E-03 1,50E-03 Q Triangular Teórico 1,00E-03 5,00E-04 Q Triangular Experimental 0,00E ,01 0,02 0,03 0,04 0,05 0,06 Gráfico 2. Gráfico que relaciona os valores de caudal teóricos e experimentais, obtidos com a utilização do descarregador triangular. 6.Discussão dos Resultados e Conclusões Em primeiro lugar é importante referir que os valores de coeficiente de descarga de cada descarregador não são constantes para a gama de valores de caudal e de altura de água considerados nos ensaios. No entanto, ao estimar um valor médio para os coeficientes de descarga dos descarregadores, verifica-se que os valores médios para os coeficientes de descarga do descarregador rectangular e do descarregador triangular são muito próximos, com um valor próximo dos 0,65 (4) e (5). Relativamente à comparação entre a curva de vazão teórica e a curva de vazão experimental obtida utilizando o descarregador rectangular, obtivemos três valores próximos dos valores teóricos de caudal e um valor mais discrepante. Essa discrepância pode ser justificada devido 7

8 a um erro de leitura da altura do nível da água uma vez que, como se sabe, o olho humano não é cem por cento preciso, ou devido a um possível erro na medição do caudal. No caso do descarregador triangular, os valores de coeficiente de descarga experimentais são muito próximos do valor de coeficiente de descarga teórico, que ronda os 0.60 (Nalluri, 2001), à excepção de um valor de coeficiente de descarga que é divergente. Tal como no caso do descarregador rectangular, o erro obtido pode ser explicado por um erro de leitura da altura do nível da água ou devido a um possível erro na medição do caudal. No entanto, o valor divergente obtido também pode ser explicado pelo erro de cálculo associado à determinação de ɸ/2. Sabe-se que normalmente ɸ/2 é 45º, mas nos nossos cálculos obtivemos um ângulo de 47º, o que logo à partida condiciona o valor de coeficiente de descarga obtido. Como conclusão deste trabalho experimental, podemos afirmar após a realização deste que o caudal volumétrico e a altura do nível da água são directamente proporcionais pois quando um aumenta, o outro também aumenta, e vice-versa. 7.Bibliografia Guerreiro, M. (2010). Protocolos das Aulas Práticas Hidraúlica I. Porto, Universidade Fernando Pessoa. Nalluri, C., Featherstone, R.E. (2001). Civil Engineering Hydraulics. London. Blackwell Science Quintela, A. C. (1998). Hidráulica. Lisboa. Fundação Calouste Gulbenkian, 6ª ed. 8

9 8.Apêndice Universidade Fernando Pessoa (1) Cálculo Caudal Volumétrico = é = Exemplo:,, =0, /,, =0, /,, =0, / é = =1,32 10 / (2) Cálculo Coeficiente de Descarga do Descarregador Rectangular Exemplo: ,32 10 =0,71 2 0, ,81 0,0347 (3) Cálculo Coeficiente de Descarga do Descarregador Triangular 15 8 tan 2 2 Exemplo: 15 5,23 10 =0,66 8 tan ,81 0,0396 (4) Cálculo Coeficiente de Descarga Médio do Descarregador Rectangular é = = 0,71+0,65+0,55+0,69 4 =0,65 9

10 (5) Cálculo Coeficiente de Descarga Médio do Descarregador Triangular é = = 0,66+0,86+0,56+0,51 4 =0,

Capítulo 9 Orifício e vertedor e curva cota-volume Nunca podemos alcançar a verdade, só podemos conjecturar Karl Popper

Capítulo 9 Orifício e vertedor e curva cota-volume Nunca podemos alcançar a verdade, só podemos conjecturar Karl Popper Cálculos hidrológicos e hidráulicos 179 para obras municipais Capítulo 9 Orifício e vertedor e curva cota-volume Nunca podemos alcançar a verdade, só podemos conjecturar Karl Popper 9-179 Cálculos hidrológicos

Leia mais

HIDROLOGIA AULA semestre - Engenharia Civil. MEDIÇÃO DE VAZÃO Profª. Priscila Pini

HIDROLOGIA AULA semestre - Engenharia Civil. MEDIÇÃO DE VAZÃO Profª. Priscila Pini HIDROLOGIA AULA 13 5 semestre - Engenharia Civil MEDIÇÃO DE VAZÃO Profª. Priscila Pini prof.priscila@feitep.edu.br INTRODUÇÃO Vazão: volume de água que passa por uma determinada seção de um rio ao longo

Leia mais

Total 03. Pré-requisitos 2. N o

Total 03. Pré-requisitos 2. N o Disciplina HIDRÁULICA II MINISTÉRIO DA ESCOLA DE MINAS PROGRAMA DE DISCIPLINA Departamento DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Carga Horária Semanal Pré-requisitos 4 o PERÍODO Teórica 0 Prática 0 Total 0

Leia mais

Mecânica dos Fluidos II

Mecânica dos Fluidos II Mecânica dos Fluidos II Laboratório de Turbomáquinas ENSAIO DE UMA BOMBA Trabalho realizado por: Stefano Favaro N.º 0798 Leonardo Moreira N.º 44348 Miguel Ribeiro N.º 47158 Luís Pimentel N.º 49847 Introdução

Leia mais

Capítulo 92 Curvas na vertical e horizontal e superelevação em curvas

Capítulo 92 Curvas na vertical e horizontal e superelevação em curvas Capítulo 92 Curvas na vertical e horizontal e superelevação em curvas Curvas na vertical e horizontal e superelevação em curvas 92-1 Capítulo 92- Curvas na vertical e horizontal e superelevação em curvas

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS AULA 12 HIDROMETRIA

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS AULA 12 HIDROMETRIA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS LEB 047 HIDRÁULICA Prof. Fernando Campos Mendonça ROTEIRO Tópicos da aula: AULA HIDROMETRIA

Leia mais

LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA

LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA ROTEIRO DE EXPERIMENTOS ENG1120 LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA PROFESSORES: MARCELO TSUYOSHI HARAGUCHI NAZARENO FERREIRA DA SILVA FERNANDO ERNESTO UCKER GOIÂNIA, GO 2014-2 Sumário 1ª Experiência: Determinação

Leia mais

Laboratório de Turbomáquinas

Laboratório de Turbomáquinas UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Licenciatura em Engenharia Mecânica Mecânica dos Fluidos II Laboratório de Turbomáquinas Trabalho realizado por : Adelino Fernandes Nº48434 Ana

Leia mais

2. Uma escada apoiada em uma parede forma, com ela, um ângulo de 30 o. Determine o comprimento da escada, sabendo que a mesma esta a 3 m da parede:

2. Uma escada apoiada em uma parede forma, com ela, um ângulo de 30 o. Determine o comprimento da escada, sabendo que a mesma esta a 3 m da parede: 1. Um ciclista partindo de um ponto A, percorre 21 km para o norte; a seguir, fazendo um ângulo de 90, percorre mais 28 km para leste, chegando ao ponto B. Qual a distância, em linha reta, do ponto B ao

Leia mais

AULA PRÁTICA 6 HIDROMETRIA (Medição de Vazão)

AULA PRÁTICA 6 HIDROMETRIA (Medição de Vazão) !" AUA PRÁTICA 6 IDROMETRIA (Medição de Vazão) I - INTRODUÇÃO Definição: É o estudo dos métodos de medição de velocidade e vazão Importância Quantificar a vazão disponível para projetos de irrigação; Controlar

Leia mais

ESTUDO DA ENERGIA ESPECÍFICA EM CANAL EXPERIMENTAL

ESTUDO DA ENERGIA ESPECÍFICA EM CANAL EXPERIMENTAL ESTUDO DA ENERGIA ESPECÍFICA EM CANAL EXPERIMENTAL Michelly Matos Pereira 1 Antonio Italcy de Oliveira Júnior 2 Paulo Fernando Matos de Santana 3 Rodrigo Alencar Ferreira 4 Paulo Roberto Lacerda Tavares

Leia mais

Roteiro - Aula Prática Orifícios e Bocais:

Roteiro - Aula Prática Orifícios e Bocais: Laboratório de Hidráulica - Aula Prática de Orifícios e Bocais 1 Roteiro - Aula Prática Orifícios e Bocais: 1. Objetivo do experimento: Estudo de escoamento em orifícios e bocais s, e demonstração das

Leia mais

ESCOAMENTO SUPERFICIAL Segmento do ciclo hidrológico que estuda o deslocamento das águas sobre a superfície do solo.

ESCOAMENTO SUPERFICIAL Segmento do ciclo hidrológico que estuda o deslocamento das águas sobre a superfície do solo. ESCOAMENTO SUPERFICIAL José Antonio Tosta dos Reis Departamento de Engenharia Ambiental Universidade Federal do Espírito Santo ESCOAMENTO SUPERFICIAL Segmento do ciclo hidrológico que estuda o deslocamento

Leia mais

LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA ENG 1120

LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA ENG 1120 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA ENG 1120 EXPERIÊNCIAS Professores: NAZARENO FERREIRA DA SILVA MARCELO TSUYOSHI HARAGUCHI GOIÂNIA, FEVEREIRO DE 2014 HIDRÁULICA 1 a Experiência:

Leia mais

1. Com o auxílio de régua graduada e transferidor, calcular sen 42, cos 42 e tg 42. Resolução Traçamos uma perpendicular a um dos lados desse ângulo:

1. Com o auxílio de régua graduada e transferidor, calcular sen 42, cos 42 e tg 42. Resolução Traçamos uma perpendicular a um dos lados desse ângulo: Atividades Complementares 1. Com o auxílio de régua graduada e transferidor, calcular sen 4, cos 4 e tg 4. Traçamos uma perpendicular a um dos lados desse ângulo: Medimos, com auxílio da régua, os lados

Leia mais

TRIGONOMETRIA 1 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

TRIGONOMETRIA 1 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS TRIGONOMETRIA 1 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1) Uma escada está apoiada em um muro de 2 m de altura, formando um ângulo de 45º. Forma-se, portanto, um triângulo retângulo isósceles. Qual é o comprimento da escada?

Leia mais

QUÍMICA E FÍSICA DOS MATERIAIS II

QUÍMICA E FÍSICA DOS MATERIAIS II Unidade Curricular QUÍMICA E FÍSICA DOS MATERIAIS II Módulo de Física (2014 2015) Trabalho Laboratorial 2: Ângulos de contacto, molhabilidade e tensão superficial Nome: Nº Objectivos: Medição de ângulos

Leia mais

Capítulo 80. Efeito do vento em rios e lagos

Capítulo 80. Efeito do vento em rios e lagos 1 Capítulo 80 Efeito do vento em rios e lagos Mapa das Isopletas de vendo. Velocidade básica (m/s) 80-1 2 SUMÁRIO Ordem Assunto 80.1 Introdução 80.2 Determinação da borda livre de um lago conforme Stevenson

Leia mais

FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 11.º Ano Versão 1

FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 11.º Ano Versão 1 FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 11º Ano Versão 1 Nome: Nº Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias Quando,

Leia mais

Bancada Hidráulica P6100

Bancada Hidráulica P6100 ÍNDICE ENSAIOS EXPERIMENTAIS NA BANCADA HIDRÁULICA ----------------------- 1. ALGUNS COMPONENTES DA BANCADA HIDRÁULICA P6100 --------------4. INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO --------------------------------------------------------

Leia mais

VERTEDORES INSTRUMENTOS PARA MEDIÇÃO DE VAZÃO EM CURSOS D ÁGUA NATURAIS E EM CANAIS CONSTRUÍDOS

VERTEDORES INSTRUMENTOS PARA MEDIÇÃO DE VAZÃO EM CURSOS D ÁGUA NATURAIS E EM CANAIS CONSTRUÍDOS VERTEDORES INSTRUMENTOS PARA MEDIÇÃO DE VAZÃO EM CURSOS D ÁGUA NATURAIS E EM CANAIS CONSTRUÍDOS VERTEDORES VERTEDORES ou VERTEDOUROS São instrumentos hidráulicos utilizados para medir vazão em cursos d

Leia mais

Capítulo 80. Efeito do vento em rios e lagos

Capítulo 80. Efeito do vento em rios e lagos 1 Capítulo 80 Efeito do vento em rios e lagos Fonte: http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/hid.htm 80-1 2 SUMÁRIO Ordem Assunto 80.1 Introdução 80.2 Determinação da borda livre de um lago conforme

Leia mais

Capítulo 92 Superelevação em canais com curvas

Capítulo 92 Superelevação em canais com curvas Capítulo 92 Superelevação em canais com curvas 92-1 Capítulo 92- Superelevação em canais com curvas 92.1 Introdução As justificativas para a adoção de uma borda livre (freeboard) são: curvas em canais

Leia mais

Roteiro - Aula Prática Perda de carga:

Roteiro - Aula Prática Perda de carga: Laboratório de Hidráulica - Aula Prática de Perda de Carga 1 Roteiro - Aula Prática Perda de carga: 1. Objetivo do experimento: Estudo de perda de carga distribuída e localizada. Medição de velocidade

Leia mais

Medição de Vazão. João Karlos Locastro contato: prof.joaokarlos@feitep.edu.br

Medição de Vazão. João Karlos Locastro contato: prof.joaokarlos@feitep.edu.br 1 Medição de Vazão João Karlos Locastro contato: prof.joaokarlos@feitep.edu.br 2 Vazão 3 Definição Vazão: Refere-se a quantidade volumétrica de um fluido que escoa por um duto ou canal em unidade de tempo

Leia mais

Definição Processo físico no qual as partículas são colocadas em contato umas com as outras, de modo a permitir o aumento do seu tamanho;

Definição Processo físico no qual as partículas são colocadas em contato umas com as outras, de modo a permitir o aumento do seu tamanho; 1 Floculação 2 Definição Processo físico no qual as partículas são colocadas em contato umas com as outras, de modo a permitir o aumento do seu tamanho; São unidades utilizadas para promover a agregação

Leia mais

UFPR - Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica TM Laboratório de Engenharia Térmica Data : / / Aluno :

UFPR - Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica TM Laboratório de Engenharia Térmica Data : / / Aluno : UFPR - Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica TM-58 - Laboratório de Engenharia Térmica Data : / / Aluno : Tabela de controle de presença e entrega de relatórios Data Assinatura Entrega

Leia mais

Exercícios de Aplicação do Teorema de Pitágoras

Exercícios de Aplicação do Teorema de Pitágoras Exercícios de Aplicação do Teorema de Pitágoras Prof. a : Patrícia Caldana 1. Um terreno triangular tem frentes de 12 m e 16 m em duas ruas que formam um ângulo de 90. Quanto mede o terceiro lado desse

Leia mais

PROPORÇÕES GEOMÉTRICAS: SEMELHANÇA de FIGURAS

PROPORÇÕES GEOMÉTRICAS: SEMELHANÇA de FIGURAS 8. PROPORÇÕES GEOMÉTRICAS: SEMELHANÇA de FIGURAS 1). Ideia de figuras semelhantes 2). Semelhança de polígonos e triângulos 3). Razão de semelhança 4). Escalas 5). s e problemas 1). Ideia de figuras semelhantes

Leia mais

Universidade Tecnológica Federal do Paraná. CC54Z - Hidrologia. Medição de vazão e curva-chave. Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014

Universidade Tecnológica Federal do Paraná. CC54Z - Hidrologia. Medição de vazão e curva-chave. Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Universidade Tecnológica Federal do Paraná CC54Z - Hidrologia Medição de vazão e curva-chave Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Objetivos da aula Conhecer um método analítico de estimar vazão em escoamento

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Mecânica de Fluidos II 007/008 Laboratório de Turbomáquinas INSTRUÇÕES PARA A EXECUÇÃO DE ENSAIOS DE BOMBAS 1. INTRODUÇÃO O circuito hidráulico do banco de ensaio de bombas do

Leia mais

HIDROLOGIA AULA semestre - Engenharia Civil. ESCOAMENTO SUPERFICIAL 2 Profª. Priscila Pini

HIDROLOGIA AULA semestre - Engenharia Civil. ESCOAMENTO SUPERFICIAL 2 Profª. Priscila Pini HIDROLOGIA AULA 11 5 semestre - Engenharia Civil ESCOAMENTO SUPERFICIAL 2 Profª. Priscila Pini prof.priscila@feitep.edu.br INTRODUÇÃO Bacia hidrográfica transforma chuva em vazão Chuva que escoa superficialmente:

Leia mais

A.L.1.2 ATRITO ESTÁTICO E CINÉTICO

A.L.1.2 ATRITO ESTÁTICO E CINÉTICO A.L.1.2 ATRITO ESTÁTICO E CINÉTICO FÍSICA 12.ºANO BREVE INTRODUÇÃO Por que será mais fácil empurrar um caixote depois de ele entrar em movimento do que quando está parado? Esta é uma questão que poderá

Leia mais

Hidrologia, Ambiente e Recursos Hídricos 2009 / Rodrigo Proença de Oliveira

Hidrologia, Ambiente e Recursos Hídricos 2009 / Rodrigo Proença de Oliveira Hidrologia, Ambiente e Recursos Hídricos 2009 / 2010 Rodrigo Proença de Oliveira Avaliação do escoamento IST: Hidrologia, Ambiente e Recursos Hídricos Rodrigo Proença de Oliveira, 2009 2 Ciclo hidrológico:

Leia mais

HGP Prática 4 10/5/ HIDRÁULICA GERAL PRÁTICA N 4 1) TEMA: Medida de vazão através de medidores do tipo orifício.

HGP Prática 4 10/5/ HIDRÁULICA GERAL PRÁTICA N 4 1) TEMA: Medida de vazão através de medidores do tipo orifício. HGP Prática 4 10/5/016 0 HIRÁULICA GERAL PRÁTICA N 4 1) TEMA: Medida de vazão através de medidores do tipo orifício. ) OBJETIVOS: Medir vazões em condutos forçados por onde escoam fluidos usando-se as

Leia mais

Mecânica dos Fluidos I

Mecânica dos Fluidos I Mecânica dos Fluidos I Revisão dos primeiros capítulos (Setembro Outubro de 2008) EXERCÍCIO 1 Um êmbolo de diâmetro D 1 move-se verticalmente num recipiente circular de diâmetro D 2 com água, como representado

Leia mais

Décima quinta aula de hidráulica

Décima quinta aula de hidráulica CONDUTO FORÇADO Décima quinta aula de hidráulica Primeiro semestre de 2016 CONDUTO LIVRE OU CANAL Introdução aos estudos relacionados aos canais (ou condutos livres) 1. Conceito de canal ou conduto livre

Leia mais

Aula prática 09 a 12: CONDUTOS LIVRES

Aula prática 09 a 12: CONDUTOS LIVRES Aula prática 09 a 1: CONDUTOS LIVRES INTRODUÇÃO O escoamento em condutos livres é caracterizado por apresentar uma superfície livre na qual reina a pressão atmosférica. Estes escoamentos têm um grande

Leia mais

Equipe de Física: (PCNA Fevereiro de 2015) Alexandre Guimarães Rodrigues (Coordenação) José Benício da Cruz Costa (Orientação) Monitores: Diego

Equipe de Física: (PCNA Fevereiro de 2015) Alexandre Guimarães Rodrigues (Coordenação) José Benício da Cruz Costa (Orientação) Monitores: Diego Física Elementar Equipe de Física: (PCNA Fevereiro de 2015) Alexandre Guimarães Rodrigues (Coordenação) José Benício da Cruz Costa (Orientação) Monitores: Diego Ribeiro Pinto de Castro Marcel Almeida do

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE MANNING EM CANAL EXPERIMENTAL

DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE MANNING EM CANAL EXPERIMENTAL DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE MANNING EM CANAL EXPERIMENTAL Úrsula Raianny Lacerda da Silva 1 Joseilson Oliveira Rodrigues 2 Paulo Roberto Lacerda Tavares 3 RESUMO: Este trabalho refere-se ao estudo sobre

Leia mais

Relatório da Prática nº5 Molas

Relatório da Prática nº5 Molas UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Campus Maracanã Engenharia Turma 3 Professor: Eduardo Relatório da Prática nº5 Molas 1º PERÍODO CAROLINA TRINDADE RUFINO DOS SANTOS DIEGO HUTTER SOBREIRA CATALÃO

Leia mais

Dimensionamento de Bueiros

Dimensionamento de Bueiros Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoriade Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Drenagem de Rodovias Dimensionamento de Bueiros Prof. MSc. Renato de Oliveira Fernandes Professor

Leia mais

Hidráulica Geral II. Trabalhos Práticos Laboratoriais

Hidráulica Geral II. Trabalhos Práticos Laboratoriais Instituto Politécnico de Lisboa Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia Civil Secção de Hidráulica e Obras Hidráulicas Hidráulica Geral II Trabalhos Práticos Laboratoriais

Leia mais

ENERGIA ESPECÍFICA RESIDUAL DO ESCOAMENTO EM DESCARREGADORES DE CHEIAS EM DEGRAUS. APLICAÇÃO DO RESSALTO HIDRÁULICO

ENERGIA ESPECÍFICA RESIDUAL DO ESCOAMENTO EM DESCARREGADORES DE CHEIAS EM DEGRAUS. APLICAÇÃO DO RESSALTO HIDRÁULICO ENERGIA ESPECÍFICA RESIDUAL DO ESCOAMENTO EM DESCARREGADORES DE CHEIAS EM DEGRAUS. APLICAÇÃO DO RESSALTO HIDRÁULICO Inês MEIRELES Equiparada a Assistente do º Triénio, Escola Superior de Tecnologia do

Leia mais

Estruturas hidráulicas

Estruturas hidráulicas Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Estradas II Estruturas hidráulicas Dimensionamento Hidráulico de Bueiros Renato de Oliveira

Leia mais

Hidráulica Geral (ESA024A)

Hidráulica Geral (ESA024A) Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Hidráulica Geral (ESA04A) 1º semestre 013 Terças: 10 às 1 h Sextas: 13às 15h 14/08/013 1 Escoamentos Livres - Canais Objetivos -Estudar as características

Leia mais

Escola Secundária Eça de Queirós

Escola Secundária Eça de Queirós Escola Secundária Eça de Queirós Laboratório de Física - 12º Ano TL I.6 Coeficiente De Viscosidade De Um Líquido Relatório realizado por: Luís Artur Domingues Rita Nº16 12ºC3 Grupo 1 12 de abril de 2013

Leia mais

ESCOAMENTOS UNIFORMES EM CANAIS

ESCOAMENTOS UNIFORMES EM CANAIS ESCOAMENTOS UNIFORMES EM CANAIS Nome: nº turma INTRODUÇÃO Um escoamento em canal aberto é caracterizado pela existência de uma superfície livre. Esta superfície é na realidade uma interface entre dois

Leia mais

MEC UFRGS IPH LISTA DE EXERCÍCIOS DHH IPH CANAIS A SUPERFÍCIE LIVRE 26/11/2007

MEC UFRGS IPH LISTA DE EXERCÍCIOS DHH IPH CANAIS A SUPERFÍCIE LIVRE 26/11/2007 1) MOVIMENTO UNIFORME 1.1) Um canal tem taludes com m=1,5, declividade de fundo de 1/1600 e largura de fundo igual a 4m. Se a profundidade é igual a 1,20 m calcule a vazão, a largura superficial e a profundidade

Leia mais

TOPOGRAFIA II CÁLCULO DE VOLUMES

TOPOGRAFIA II CÁLCULO DE VOLUMES TOPOGRAFIA II CÁLCULO DE VOLUMES 2 Cálculo de volume de prismas e sólidos Volume de Prismas Alguns dos cálculos que serão vistos estarão baseados no conceito de volumes de prisma. Considerando dois planos

Leia mais

RESUMO MECFLU P3. REVER A MATÉRIA DA P2!!!!! Equação da continuidade Equação da energia 1. TEOREMA DO TRANSPORTE DE REYNOLDS

RESUMO MECFLU P3. REVER A MATÉRIA DA P2!!!!! Equação da continuidade Equação da energia 1. TEOREMA DO TRANSPORTE DE REYNOLDS RESUMO MECFLU P3 REVER A MATÉRIA DA P2!!!!! Equação da continuidade Equação da energia 1. TEOREMA DO TRANSPORTE DE REYNOLDS Equação do Teorema do Transporte de Reynolds: : variação temporal da propriedade

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Disciplina: SISTEMAS HIDRÁULICOS URBANOS arquivo 04 Captação em mananciais superficiais Prof.: Flavio Bentes Freire Locais apropriados para a localização da

Leia mais

REVISÃO DOS CONTEÚDOS

REVISÃO DOS CONTEÚDOS REVISÃO DOS CONTEÚDOS Prof. Patricia Caldana Seno, Cosseno e Tangente de um arco Dado um arco trigonométrico AP de medida α, chamam-se cosseno e seno de α a abscissa e a ordenada do ponto P, respetivamente.

Leia mais

Solução Comentada Prova de Matemática

Solução Comentada Prova de Matemática 18. Um reservatório, com capacidade para 680 litros, tem a forma de um cilindro circular reto. Se o raio da base deste reservatório mede 1 metro, sua altura mede: A) 1 m (Considere π =,14) B) 1,4 m C)

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA HIDRÁULICA II

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA HIDRÁULICA II DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA SECÇÃO DE HIDRÁULICA E RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTAIS LICENCIATURA EM ENGENHARIA CIVIL HIDRÁULICA II (2008-2009) 1ºSEMESTRE PROGRAMA E INFORMAÇÕES A. OBJECTIVO

Leia mais

TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO DE PERDA DE CARGA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS

TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO DE PERDA DE CARGA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO DE PERDA DE CARGA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA AUTOR(ES): RAPHAEL

Leia mais

Revisão de Matemática

Revisão de Matemática UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA DENA TOPOGRAFIA BÁSICA Revisão de Matemática Facilitador: Fabrício M. Gonçalves Unidades de medidas Unidade de comprimento (METRO)

Leia mais

8º Ano Ficha de Trabalho 16. fevereiro de ) Na frutaria Pomar Verde, cada quilograma de cerejas do Fundão custa 2,5.

8º Ano Ficha de Trabalho 16. fevereiro de ) Na frutaria Pomar Verde, cada quilograma de cerejas do Fundão custa 2,5. 8º Ano Ficha de Trabalho 16 fevereiro de 2012 1) Na frutaria Pomar Verde, cada quilograma de cerejas do Fundão custa 2,5. a) No enunciado são referidas duas variáveis, a quantidade (em kg) e o preço a

Leia mais

A.L.1.4 COLISÕES FÍSICA 12.ºANO BREVE INTRODUÇÃO

A.L.1.4 COLISÕES FÍSICA 12.ºANO BREVE INTRODUÇÃO A.L.1.4 COLISÕES FÍSICA 12.ºANO BREVE INTRODUÇÃO As colisões estão presentes no dia-a-dia e em todas as escalas espaciais: as estrelas e as galáxias podem chocar, assim como as partículas elementares nos

Leia mais

Experimento científico para a determinação da aceleração da gravidade local empregando materiais de baixo custo

Experimento científico para a determinação da aceleração da gravidade local empregando materiais de baixo custo Experimento científico para a determinação da aceleração da gravidade local empregando materiais de baixo custo Marcos Aurélio da Silva 1 1 Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto

Leia mais

MEDINDO ÂNGULO. Uma das dificuldades que alguns alunos demostram é fazer a relação entre graus e radianos.

MEDINDO ÂNGULO. Uma das dificuldades que alguns alunos demostram é fazer a relação entre graus e radianos. MEDINDO ÂNGULO Uma das dificuldades que alguns alunos demostram é fazer a relação entre graus e radianos. Grau ( ) e radiano (rad) são diferentes unidades de medida de ângulo que podem ser relacionadas

Leia mais

Programa de pós-graduação em Física

Programa de pós-graduação em Física Programa de pós-graduação em Física Universidade Federal de Lavras 21 de Novembro 2012 Prova número: Prova de Seleção: Primeiro Semestre de 2013. ATENÇÃO! Questão Nota Questão Nota - Justifique suas respostas.

Leia mais

Ano: 9º ano Ensino Fundamental II Data: / /2017 Disciplina: Matemática Professor: Sergio Monachesi ROTEIRO DE ESTUDO REGULAÇÃO CONTEÚDO DO 4º BIMESTRE

Ano: 9º ano Ensino Fundamental II Data: / /2017 Disciplina: Matemática Professor: Sergio Monachesi ROTEIRO DE ESTUDO REGULAÇÃO CONTEÚDO DO 4º BIMESTRE Nome: Nº: Ano: 9º ano Ensino Fundamental II Data: / /2017 Disciplina: Matemática Professor: Sergio Monachesi a) Conteúdos : ROTEIRO DE ESTUDO REGULAÇÃO CONTEÚDO DO 4º BIMESTRE Polígonos: - nomenclatura.

Leia mais

Unidade: Em trânsito ESCOLA SECUNDÁRIA ANSELMO DE ANDRADE, ALMADA. 9º Ano -Turma E. Parte 1 Actividade Prática

Unidade: Em trânsito ESCOLA SECUNDÁRIA ANSELMO DE ANDRADE, ALMADA. 9º Ano -Turma E. Parte 1 Actividade Prática ESCOLA SECUNDÁRIA ANSELMO DE ANDRADE, ALMADA 9º Ano -Turma E Ano Lectivo 2009 / 10 Data: 20-22 / 10 / 09 Unidade: Em trânsito Temas: Descrição do movimento, posição, distância percorrida e deslocamento,

Leia mais

Dissipador de energia Tipo IX rampa dentada

Dissipador de energia Tipo IX rampa dentada Dissipador de energia Tipo IX rampa dentada 49-1 Capítulo 108- Dissipador de energia tipo IX rampa dentada 108.1 Introdução O objetivo é o dimensionamento do dissipador Tipo IX do USBR denominado no Brasil

Leia mais

ENGENHARIA BIOLÓGICA INTEGRADA II

ENGENHARIA BIOLÓGICA INTEGRADA II ENGENHARIA BIOLÓGICA INTEGRADA II AGITAÇÃO EM TANQUES INDUSTRIAIS Helena Pinheiro Torre Sul, Piso 8, Gabinete 8.6.19 Ext. 3125 helena.pinheiro@tecnico.ulisboa.pt & Luis Fonseca ENGENHARIA BIOLÓGICA INTEGRADA

Leia mais

Capítulo 88 Pequenas barragens de terra

Capítulo 88 Pequenas barragens de terra Capítulo 88 Pequenas barragens de terra 88-1 Capítulo 88- Pequenas barragens de terra 88.1 Introdução A grande vantagem da barragem de terra é que a mesma não é exigente nem nas fundações nem nos materiais

Leia mais

AULA ATIVIDADE 3 18/08/16

AULA ATIVIDADE 3 18/08/16 AULA ATIVIDADE 3 18/08/16 Tutor Presencial: Alex Bernardi Engenheiro Químico - UNOCHAPECÓ Pós Graduado em Engenharia de Produção - UTFPR Mestrando em Engenharia de Produção - UTFPR site: engenheiroalex.wordpress.com

Leia mais

Comparação das diferentes fórmulas de obtenção da vazão para vertedouros retangulares sem contrações

Comparação das diferentes fórmulas de obtenção da vazão para vertedouros retangulares sem contrações Comparação das diferentes fórmulas de obtenção da vazão para vertedouros retangulares sem contrações Carlos Eduardo Silveira Biacchi Aluno de Engenharia Civil carlossbiacchi@gmail.com Felipe Caldeira Godoy

Leia mais

HIDROMET RIA ORIFÍCIOS E BOCAIS

HIDROMET RIA ORIFÍCIOS E BOCAIS HIDROMET RIA ORIFÍCIOS E BOCAIS MEDIÇÃO DAS VAZÕES: MÉTODO DIRETO Vazão ( Q ) = Volume Tempo ( v ) ( T ) O volume v pode ser dado em litros ou metros cúbicos e o tempo T em minutos ou segundos, dependendo

Leia mais

Determinação de Calado e Deslocamento de Embarcações

Determinação de Calado e Deslocamento de Embarcações Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte Disciplina: Operações com Embarcações Professor: Marcus Gomes Medeiros de Macedo Currículo Lattes:

Leia mais

FIGURAS PLANAS E O CÁLCULO DE ÁREAS

FIGURAS PLANAS E O CÁLCULO DE ÁREAS unifmu Nome: Professor: Ricardo Luís de Souza Curso de Design Matemática Aplicada Atividade Exploratória III Turma: Data: FIGURAS PLANAS E O CÁLCULO DE ÁREAS Objetivo: Rever o conceito de área de figuras

Leia mais

Dispositivos de autolimpeza

Dispositivos de autolimpeza Capitulo 7 Dispositivos de autolimpeza A água quando percola por uma fratura de uma rocha se expande ao se congelar gerando uma pressão de 207.000 kpa (30.000 psi) suficiente para romper a mais dura das

Leia mais

Estudo da Trigonometria (I)

Estudo da Trigonometria (I) Instituto Municipal de Ensino Superior de Catanduva SP Curso de Licenciatura em Matemática 3º ano Prática de Ensino da Matemática III Prof. M.Sc. Fabricio Eduardo Ferreira fabricio@fafica.br Estudo da

Leia mais

Assunto: Escalas Prof. Ederaldo Azevedo Aula 4 e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br 3. Escalas: É comum em levantamentos topográficos a necessidade de representar no papel uma certa porção da superfície

Leia mais

Condutos livres ou canais Movimento uniforme

Condutos livres ou canais Movimento uniforme Condutos livres ou canais Movimento uniforme São considerados Canais todos os condutos que conduzem àguas com uma superficie livre, com secção aberta ou fechada. Os cursos de aguas naturais constituem

Leia mais

Escoamentos Exteriores em torno de Corpos Não-fuselados

Escoamentos Exteriores em torno de Corpos Não-fuselados Mecânica dos Fluidos II Guia do trabalho laboratorial Escoamentos Exteriores em torno de Corpos Não-fuselados António Sarmento Março de 2006 Objectivos 1. Determinar experimentalmente e relacionar entre

Leia mais

RACIOCÍNIO LÓGICO

RACIOCÍNIO LÓGICO RACIOCÍNIO LÓGICO 01. Uma pessoa saiu de casa para o trabalho decorridos 5/18 de um dia e retornou à sua casa decorridos 13/16 do mesmo dia. Permaneceu fora de casa durante um período de: a) 14 horas e

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS AULA 3 ROTEIRO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS AULA 3 ROTEIRO 1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS LEB 047 HIDRÁULICA Prof. Fernando Campos Mendonça AULA 3 ROTEIRO Tópicos da aula 3:

Leia mais

Hidráulica Geral (ESA024A)

Hidráulica Geral (ESA024A) Faculdade de Engenaria Departamento de Engenaria Sanitária e mbiental Hidráulica Geral (ES04) Escoamento Livre Canais Faculdade de Engenaria Departamento de Engenaria Sanitária e mbiental ES Fator Cinético

Leia mais

Capítulo 81 Torre de captação de água e descarregador de fundo de seção circular

Capítulo 81 Torre de captação de água e descarregador de fundo de seção circular Capítulo 81 Torre de captação de água e descarregador de fundo de seção circular 81-1 SUMÁRIO Ordem Assunto Capítulo 81- Torre de captação de água e descarregador de fundo 81.1 Introdução 81.2 Torre de

Leia mais

Laboratórios de Fluidos e Calor

Laboratórios de Fluidos e Calor Universidade do Minho Departamento de Engenharia Biológica Laboratórios de Fluidos e Calor Relatório completo TP4 Perdas de carga em tubos Grupo IV: Luís Carlos Oliveira da Silva nº 4336 Mariana Pimenta

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAIS

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAIS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAIS AULA 04 Prof. Guilherme Nanni prof.guilherme@feitep.edu.br 7º Semestre Engenharia civil CONTEÚDO DA AULA PRESSÕES MÍNIMAS E MÁXIMAS PRESSÃO ESTÁTICA, DINÂMICA E DE SERVIÇO

Leia mais

DETERMINAÇÃO DAS CONSTANTES ELASTICAS DE MOLAS E ESTUDO DEOSCILAÇÕES HARMÓNICAS

DETERMINAÇÃO DAS CONSTANTES ELASTICAS DE MOLAS E ESTUDO DEOSCILAÇÕES HARMÓNICAS Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra Departamento de Física DETERMINAÇÃO DAS CONSTANTES ELASTICAS DE MOLAS E ESTUDO DEOSCILAÇÕES HARMÓNICAS Mestrado Integrado em Engenharia Física

Leia mais

24 Controle trigonométrico

24 Controle trigonométrico A U A UL LA Controle trigonométrico Um problema Certos tipos de peças, devido à sua forma, não podem ser medidos diretamente. Essas medições exigem auxílio de peças complementares e controle trigonométrico,

Leia mais

3 - Na figura a seguir, está esquematizado um aparato experimental que é utilizado. 1 - Dois raios de luz, um vermelho (v) e outro

3 - Na figura a seguir, está esquematizado um aparato experimental que é utilizado. 1 - Dois raios de luz, um vermelho (v) e outro 1 - Dois raios de luz, um vermelho (v) e outro azul (a), incidem perpendicularmente em pontos diferentes da face AB de um prisma transparente imerso no ar. No interior do prisma, o ângulo limite de incidência

Leia mais

Objectivos de aprendizagem: No final desta lição, você será capaz de:

Objectivos de aprendizagem: No final desta lição, você será capaz de: 3 For orças Per erpendicular pendiculares es 234567890345678903456789034567890345678 Objectivos de aprendizagem: No final desta lição, você será capaz de: Identificar forças perpendiculares. Determinar

Leia mais

UNITAU APOSTILA TRIGONOMETRIA NO TRIÂNGULO RETÂNGULO PROF. CARLINHOS

UNITAU APOSTILA TRIGONOMETRIA NO TRIÂNGULO RETÂNGULO PROF. CARLINHOS ESCOLA DE APLICAÇÃO DR. ALFREDO JOSÉ BALBI UNITAU APOSTILA TRIGONOMETRIA NO TRIÂNGULO RETÂNGULO PROF. CARLINHOS NOME DO ALUNO: Nº TURMA: blog.portalpositivo.com.br/capitcar 1 TRIGONOMETRIA A palavra Trigonometria

Leia mais

Saneamento Ambiental I

Saneamento Ambiental I Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 23 O Sistema de Esgoto Sanitário: dimensionamento Profª Heloise G. Knapik 1 EXERCÍCIO ESTIMATIVA DE VAZÕES E CARGA DE ESGOTO

Leia mais

Adimensionalizando a expressão acima utilizando mais uma vês a velocidade da ponta da pá e o comprimento da pá: 4 1.3

Adimensionalizando a expressão acima utilizando mais uma vês a velocidade da ponta da pá e o comprimento da pá: 4 1.3 1 Teoria conjunta elementos de pá e momento linear A teoria de elementos de pá parte de um determinado número de simplificações sendo que a maior (e pior) é que a velocidade induzida é uniforme. Na realidade

Leia mais

Acadêmico(a) Turma: Capítulo 5: Trigonometria. Definição: Todo triângulo que tenha um ângulo de 90º (ângulo reto)

Acadêmico(a) Turma: Capítulo 5: Trigonometria. Definição: Todo triângulo que tenha um ângulo de 90º (ângulo reto) 1 Acadêmico(a) Turma: 5.1. Triangulo Retângulo Capítulo 5: Trigonometria Definição: Todo triângulo que tenha um ângulo de 90º (ângulo reto) Figura 1: Ângulos e catetos de um triangulo retângulo. Os catetos

Leia mais

LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA

LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE TECNOLOGIA LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA Vladimir Caramori Josiane Holz Irene Maria Chaves Pimentel Davyd Henrique de Faria Vidal Guilherme Barbosa Lopes Júnior Marllus

Leia mais

I-240 UTILIZAÇÃO DO MODELO DE HAARHOFF (1998) NO DIMENSIONAMENTO DE FLOCULADORES HIDRÁULICOS

I-240 UTILIZAÇÃO DO MODELO DE HAARHOFF (1998) NO DIMENSIONAMENTO DE FLOCULADORES HIDRÁULICOS 3º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental I- UTILIZAÇÃO DO MODELO DE HAARHOFF (1998) NO DIMENSIONAMENTO DE FLOCULADORES HIDRÁULICOS Marisleide Garcia de Souza Engenheira Civil e Mestre

Leia mais

Trabalho Prático nº 5

Trabalho Prático nº 5 ONDAS E ÓPTICA - 2008/2009 Trabalho Prático nº 5 LENTES ESPESSAS; ASSOCIAÇÃO DE LENTES 1 Objectivo Pretende-se verificar experimentalmente a formação da imagem dada por sistemas ópticos simples, constituídos

Leia mais

Curso: a) 24 b) 12 c) 6,5 d) 26,5 e) 97

Curso: a) 24 b) 12 c) 6,5 d) 26,5 e) 97 IST / DEQ Mestrado Integrado em Engenharia Química Mestrado Integrado em Engenharia Biológica Mestrado em Engenharia e Gestão da Energia Fenómenos de Transferência I 2014-2015 1º Semestre 1º Exame / 15.01.2015

Leia mais

ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DE BOCAIS NO ESCOAMENTO DE TANQUE EM REGIME PERMANENTE

ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DE BOCAIS NO ESCOAMENTO DE TANQUE EM REGIME PERMANENTE ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DE BOCAIS NO ESCOAMENTO DE TANQUE EM REGIME PERMANENTE D. B. de MATOS 1, A. C. MOITINHO 1, M. S. ANDRADE 1, W. R. S. CRUZ 1 e G. F. SILVA 1 1 Universidade Federal de Sergipe, Departamento

Leia mais

COLÉGIO SÃO JOÃO GUALBERTO

COLÉGIO SÃO JOÃO GUALBERTO RESOLUÇÃO COMENTADA Prof.: Pedro Bittencourt Série: 3ª Turma: A Disciplina: Física Nota: Atividade: Avaliação mensal 1º bimestre Valor da Atividade: 10 Instruções Esta avaliação é individual e sem consulta.

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTODUÇÃO. O DESENVOLVIMENTO DE BIOPROCESSOS. INTRODUÇÃO AOS CÁLCULOS DE ENGENHARIA

CAPÍTULO 1 INTODUÇÃO. O DESENVOLVIMENTO DE BIOPROCESSOS. INTRODUÇÃO AOS CÁLCULOS DE ENGENHARIA CAPÍTULO 1 INTODUÇÃO. O DESENVOLVIMENTO DE BIOPROCESSOS. INTRODUÇÃO AOS CÁLCULOS DE ENGENHARIA OBJECTIVO: Interpretação e desenvolvimento de processos biológicos. Análise quantitativa de sistemas e processos

Leia mais

Estudo da variação da resistência de um condutor com a temperatura

Estudo da variação da resistência de um condutor com a temperatura Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra Departamento de Física Estudo da variação da resistência de um condutor com a temperatura Mestrado Integrado em Engenharia Física Laboratórios

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 2º E 3º CICLOS ANSELMO DE ANDRADE 9º ANO ANO LECTIVO

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 2º E 3º CICLOS ANSELMO DE ANDRADE 9º ANO ANO LECTIVO ESCOLA SECUNDÁRIA COM 2º E 3º CICLOS ANSELMO DE ANDRADE 9º ANO ANO LECTIVO 2011-2012 Sólidos Geométricos NOME: Nº TURMA: Polígonos Um polígono é uma figura geométrica plana limitada por uma linha fechada.

Leia mais