Manual de Rotinas ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Procedimento Cível Comum Ordinário

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1 ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Manual de Rotinas Procedimento Cível Comum Ordinário Fortaleza-CE, dezembro de

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3 Manual de Rotinas do Procedimento Cível Comum Ordinário 3

4 Impresso no Brasil C387m Ceará. Tribunal de Justiça. Secretaria Especial de Planejamento e Gestão. Manual de rotinas do procedimento cível comum ordinário. Fortaleza: Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, p. ilust. 1. Ceará. Tribunal de Justiça. 2. Secretaria Judiciária. 3. Manual. I. Título. CDDir:

5 ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA SECRETARIA ESPECIAL DE PLANEJAMENTO E GESTÃO MANUAL DE ROTINAS DO PROCEDIMENTO CÍVEL COMUM ORDINÁRIO FORTALEZA DEZEMBRO /

6 c Manual de Rotinas do Procedimento Cível Comum Ordinário TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ Manual de rotinas do procedimento cível comum ordinário EQUIPE RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO GRUPO GESTOR Gestor Des. Jucid Peixoto do Amaral Cogestores Sérgio Luiz Arruda Parente - Juiz Coordenador das Varas Cíveis, de Família e de Sucessões Ana Katarina Fonteles Soares - Secretária Especial de Planejamento e Gestão Membros Antônio Pádua Silva Juiz Corregedor Auxiliar Carlos Olegário Cavalcante Pinheiro Clara Leonor Távora Teixeira Denise Aguiar Fernandes Natália Maria Fernandes Pereira Raimundo Ribeiro da Cunha Neto Viviane Brasil Apolinário COLABORAÇÃO ESPECIAL Juízes Emílio de Medeiros Viana Coordenador da ESMEC João Everardo Matos Biermann Coordenador da Distribuição do FCB Magno Gomes de Oliveira - Comarca de Caucaia Roberto Viana Diniz de Freitas Comarca de Aquiraz APOIO Idalberto da Silva Carvalho Neto EDITORAÇÃO, ARTE GRÁFICA Felipe Andrade da Silva IMPRESSÃO E ACABAMENTO Departamento Editorial Gráfico do TJCE NORMALIZAÇÃO Departamento de Gestão de Documentos Bibliotecária Maria Claudia de Albuquerque Campos CRB-3/214 REVISÃO ORTOGRÁFICA Natália Maria Fernandes Pereira Tribunal de Justiça do Estado do Ceará Centro Administrativo Governador Virgílio Távora Avenida General Afonso Albuquerque de Lima S/N Cambeba - Fortaleza - CE - CEP: Fone: (85)

7 AGRADECIMENTOS Em nome do servidor Epaminondas Gomes Rolim, ex-diretor da 4ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza in memoriam, agradecemos aos Diretores de Secretaria das Varas Cíveis das Comarcas da Capital e do Interior, que participaram das Oficinas de Mapeamento e Modelagem de Processos, vindo a contribuir, sobremaneira, na elaboração deste manual. Aos Juízes, Antônia Dilce Rodrigues Feijão, Cid Peixoto do Amaral Netto, Daniel Carvalho Carneiro, Emílio de Medeiros Viana, Elison Pacheco Oliveira Teixeira, Fábio Medeiros Falcão de Andrade, Francisco Anastácio Cavalcante Neto, Francisco Gladyson Pontes Filho, João Everardo Matos Biermann, Magno Gomes de Oliveira, Patrícia Fernanda Toledo Rodrigues e Roberto Viana Diniz de Freitas, que participaram das Oficinas, o nosso especial agradecimento. 7

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9 ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Presidente Des. José Arísio Lopes da Costa Vice-Presidente Des. Luiz Gerardo de Pontes Brígido Corregedor Geral da Justiça Desa. Edite Bringel Olinda Alencar

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11 LISTA DE SIGLAS AR - Aviso de Recebimento CF - Constituição Federal CGJ - Corregedoria Geral da Justiça CNJ - Conselho Nacional de Justiça CODOJECE - Código de Organização Judiciária do Estado do Ceará CPC - Código de Processo Civil DJE - Diário da Justiça Eletrônico OAB - Ordem dos Advogados do Brasil TJCE - Tribunal de Justiça do Estado do Ceará TRF5 - Tribunal Regional Federal da 5ª Região 11

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13 SUMÁRIO Resolução...17 Apresentação PROTOCOLO DISTRIBUIÇÃO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO Análise da petição inicial Citação Da defesa do réu Generalidades Da contestação Da reconvenção Das exceções instrumentais Peculiaridades da exceção de incompetência relativa Peculiaridades das exceções de impedimento e suspeição Despacho Saneador Audiência Preliminar Audiências Instrutórias Depoimentos Pessoais Oitiva de Testemunhas Prova Documental Prova Pericial Encerramento formal da fase instrutória Sentença Recomendações preliminares Das espécies de sentença

14 Da extinção do processo sem resolução do mérito Da extinção do processo com resolução do mérito Providências após a prolação da sentença Da publicação da sentença Da juntada, do registro da sentença e publicação no DJE Do controle do prazo e da certificação do trânsito em julgado Do procedimento de Baixa e Arquivamento Dos Recursos Dos Embargos de Declaração Da Apelação Do Recurso Adesivo ATOS DO SERVENTUÁRIO Autuação Atos Ordinatórios Juntada e Desentranhamento de Documentos Juntada de Documentos em Geral Desentranhamento de documentos dos autos Apensamento/Desapensamento Vista e Carga de autos Considerações Gerais Cobrança de Autos Movimentação de Processos Como Movimentar os Processos do SPROC Como fazer ajuste de movimentação Como Movimentar o Declínio de Competência Como Movimentar o Processo quando há interposição de recurso...108

15 5. DAS COMUNICAÇÕES DOS ATOS Considerações Gerais Classificação das Comunicações dos Atos Pelo Diário da Justiça Eletrônico Por comparecimento pessoal da parte Citação/Intimação por termo Emissão de certidões e entrega de documentos às parte Por Carta Por Oficial de Justiça Por Edital Por Carta Precatória/De ordem/rogatória ANEXOS Fluxo da Gestão de Processos de Trabalho do Poder Judiciário do Estado do Ceará Fluxo do Procedimento Cível Comum Ordinário Principais Expedientes Convite ao Servidor

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19 Manual de Rotinas do Procedimento Cível Comum Ordinário Meta Prioritária 05 de 2010 Apresentação O Judiciário cearense passa por profundas transformações com a implantação do processo eletrônico no 1º e 2º graus e com as reformas na estrutura do Fórum Clóvis Beviláqua. O trabalho das Secretarias de Vara vem sendo remodelado por meio da implementação de novas rotinas informatizadas que estimulam o autoatendimento e que se mostram fortes aliadas à celeridade processual. Mais servidores precisam ser envolvidos nas atividades de assessoramento ao magistrado, fazendose cada vez mais necessários treinamento e redistribuição da força de trabalho para a atividade fim do Judiciário: decidir conflitos. Seguindo nesse intento, a Diretoria do Fórum Clóvis Beviláqua (FCB) encaminhou ao Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE) projeto de padronização de rotinas do processo eletrônico, alinhado ao objetivo do Plano Estratégico , qual seja, assegurar uma prestação jurisdicional célere e efetiva. Referida iniciativa foi aprovada pela Comissão Participativa de Elaboração e Execução do Orçamento e do Planejamento Estratégico do TJCE e contará com a participação, além da Diretoria do Fórum, da Corregedoria Geral da Justiça, da Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará (Esmec), da Secretaria Especial de Planejamento e Gestão (Seplag), da Secretaria Judiciária (Sejud) do Tribunal de Justiça, entre outros segmentos. O projeto remetido almeja não somente a elaboração de manuais de rotina, mas também discutir a nova realidade advinda do processo eletrônico, estimulando amplo debate acerca de como prosseguir ante as novéis circunstâncias, tendo em vista a alteração que a automação vem promovendo nas Secretarias de Vara. O Sistema de Automação Judicial (SAJ) contempla, atualmente, apenas a Capital, em cerca de 57 unidades, quando, na realidade, o Judiciário cearense possui 442 unidades. Infelizmente, não foi possível direcionar este Manual de Rotinas para o novo SAJ, senão descumpriríamos a Meta 05 do CNJ, que exige uma implementação em pelo menos metade das unidades judiciárias. Nunca foi tão necessário unificar procedimentos, de forma a delimitar regras claras, discutidas e estabelecidas através da ampla participação de servidores e magistrados, sendo este ressalte-se o objetivo precípuo da Meta 05. A legislação acena para a adoção de novos códigos que prometem alterar, em curto prazo, o conteúdo de qualquer manual de rotinas, por mais completo 19 Apresentação

20 que se possa apresentar. Por outro lado, as rotinas de padronização não se exaurem com a regulamentação do rito ordinário cível. Ao contrário, esta é apenas a nascente, pois, quando chegarmos ao veio do rio, não veremos sequer a margem, de tanto que ainda há de ser feito, dado que o trabalho de uniformização é permanente. Vários e bons manuais de rotinas já foram elaborados, não é novidade. O que se propõe, contudo, é algo que consideramos inédito: a interação e a continuidade! O modelo apresentado pelo grupo de trabalho responsável pela Meta 05 prevê a criação de uma equipe especial de acompanhamento, indicada pelo Corregedor Geral da Justiça e formada por magistrados e servidores, distribuídos em Comarcas estratégicas, que se utilizarão de sítio eletrônico especialmente criado para a divulgação, inclusão e alteração das rotinas de trabalho. O caminho ora proposto assegura à Corregedoria Geral da Justiça a importante missão de estimular a atualização e a ampliação do presente Manual, cujas alterações serão submetidas anualmente ao Órgão Especial do TJCE. Este compêndio será ampliado e modificado de acordo com as necessidades apontadas pelos usuários, exigindo, assim, respostas urgentes e condizentes com a realidade. O Manual apresentado é parte de um grande projeto que já não é mais um embrião; respira. A todos nós incumbe mantê-lo vivo. Des. Jucid Peixoto do Amaral Gestor da Meta 05 Sérgio Luiz Arruda Parente Juiz Cogestor da Meta 05 Ana Katarina Fonteles Soares Cogestora da Meta Apresentação

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23 1. PROTOCOLO O Serviço de Protocolo serve para o recebimento concentrado de documentos encaminhados ao Fórum da Comarca (ex: petições iniciais, petições intermediárias, ofícios recebidos, manifestações oriundas do Ministério Público, laudos periciais etc.) e, por conseguinte, o encaminhamento dos referidos documentos ao respectivo destinatário. Nota: O Juiz Diretor do Fórum deverá regulamentar o local de recebimento de documentos administrativos, quais sejam, aqueles que não são petições iniciais ou não se referem a um processo judicial específico (ex: ofícios dirigidos ao Diretor do Fórum, relacionados à sua atividade administrativa). Nota: O Juiz Diretor do Fórum também deverá regulamentar, considerando a estrutura de cada foro, se a(s) Secretaria(s) de Vara também receberá(ão) as petições intermediárias, os ofícios, os laudos, as manifestações do Ministério Público e outros documentos que se refiram a processos já em tramitação na(s) referida(s) unidade(s). O responsável pelo protocolo é o servidor designado pelo Juiz Diretor do Fórum, se existir Seção de Protocolo devidamente instalada na Comarca, ou, caso contrário, o servidor da Secretaria de Vara, desde que, também, regularmente designado. Caso não exista designação formal de nenhum servidor para o exercício do Serviço de Protocolo, o Juiz Diretor do Fórum deverá expedir a respectiva portaria, com a finalidade de suprir a ausência. A atribuição do servidor responsável pelo protocolo é garantir a integridade da informação de data e hora em que os documentos ingressaram no Poder Judiciário e lhes dar pronto encaminhamento ao destinatário. 23 Protocolo

24 O cadastro das petições é feito no SPROC pela Divisão de Protocolo da Comarca através do Menu > Protocolo de Processos > Cadastrar Petição: Nota: Até mesmo nas Comarcas de Vara Única, o acesso para protocolo no SPROC deve se dar selecionando-se a opção Divisão de Protocolo da Comarca. Protocolo de petição inicial Esse protocolo se refere às petições que dão ensejo a novos procedimentos judiciais, aptos, portanto, a distribuição, devendo o servidor responsável encaminhá-las ao Setor de Distribuição. a) O servidor deverá verificar a regularidade da documentação recebida, e, em caso contrário, certificar as eventuais inconsistências, para eventual controle pelo Juiz que receber a causa, bem como: se o endereçamento da petição inicial corresponde à Comarca para a qual foi dirigida; se a quantidade das cópias da petição inicial (contrafé) corresponde à quantidade de réus e se a documentação entregue está completa; 24 se houve o recolhimento das custas processuais iniciais ou a emis- Protocolo

25 são da respectiva guia para recolhimento no prazo legal (30 dias, art. 257 do CPC); ou se há pedido de concessão de assistência judiciária gratuita; ou se o caso se enquadra nas hipóteses de isenção (art. 10 da Lei Estadual nº /1994). se a petição inicial se encontra devidamente assinada e se está acompanhada de procuração, salvo nas hipóteses do art. 254/CPC (ex: postulação em causa própria, pedido de exibição posterior do instrumento de mandato). b) Protocolizar duas vias da petição inicial, promovendo todos os registros necessários, e devolver uma via ao interessado; c) Promover o encaminhamento da petição inicial e documentos ao Distribuidor, onde houver, ou ao responsável pela Distribuição na Secretaria de Vara, conforme designado pelo Juiz Diretor do Fórum. O protocolo de petições iniciais deve ser feito através do caminho indicado anteriormente, escolhendo-se no campo Tipo de Petição a opção Originária. Protocolo de expedientes em geral (petição intermediária, manifestações etc.): Esse protocolo se refere a: a) expedientes judiciais que devam ser juntados/entranhados aos autos de processos judiciais em tramitação (petição intermediária, manifestações oriundas do Ministério Público, ofícios recebidos, laudos periciais etc.); b) incidentes processuais que devam ser autuados em apartados, mas que não ensejam distribuição (art. 46, 1º do Provimento nº 01/2007 da Corregedoria Geral de Justiça); e c) expedientes administrativos que não dizem respeito a autos de processos judiciais em tramitação, por exemplo, ofício dirigido ao Juiz 25 Protocolo

26 Diretor do Fórum. O servidor responsável deve promover as seguintes diligências, certificando as eventuais inconsistências: verificar se o endereçamento da petição corresponde à Unidade Judiciária; se houver requerimento acerca da prática de determinado ato, verificar se houve o recolhimento das custas intermediárias; protocolizar duas vias do expediente, promovendo todos os registros necessários (data e hora), e devolver uma via ao interessado; promover, mediante registro, o encaminhamento do expediente protocolado à unidade a que se destina. Quando recebida a petição intermediária pela unidade judiciária, o processo deve ser localizado para que seja realizada a respectiva juntada. Para facilitar a localização dos processos, recomenda-se a utilização do plano cartesiano. O protocolo de petições intermediárias deve ser feito através do caminho indicado anteriormente, escolhendo-se no campo Tipo de Petição a opção Acompanhamento. Protocolo de pedidos de urgência Pode ser considerado urgente, condicionado à apreciação do Juiz Distribuidor, para efeito de protocolo e distribuição, o exame das seguintes matérias, dentre outras: mandados de segurança; pedidos de busca e apreensão de pessoas, bens ou valores, desde que objetivamente comprovada a urgência; medida cautelar de natureza cível que não possa ser realizada no horário normal de expediente ou de caso em que da demora possa resultar risco de grave prejuízo ou de difícil reparação; 26 Protocolo

27 os pedidos de tutela antecipada, fundados em risco de morte, tal como fornecimento de medicamentos, pedidos de internação em UTI etc.; os alimentos provisórios e provisionais; as curatelas provisórias; pedidos da infância e da juventude A petição considerada urgente deve ser identificada com carimbo específico, a fim de que as providências necessárias ao atendimento da urgência sejam efetivamente cumpridas em todas as fases que antecedem o recebimento do pedido pelo Juiz competente. 27 Protocolo

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31 2. DISTRIBUIÇÃO A previsão legal dos atos de distribuição e registro está no Código de Processo Civil, nos artigos 251 a 257. A distribuição tem a função de dividir os processos entre juízos da mesma competência, em Comarcas com mais de uma Vara, impedindo a sobrecarga de uma em prejuízo da outra, e deve ser o mais equânime possível, obedecendo aos critérios da igualdade e da alternatividade. Devem ser observadas as recomendações constantes do Provimento nº 01/2007 da CGJ, arts. 102 a 111. A distribuição deve ser efetivada por meio do sistema processual que estiver em funcionamento na Comarca. Em caso de falha, por qualquer motivo, do sistema informatizado, o servidor responsável deverá promover a distribuição manual, mediante autorização do Juiz Diretor do Fórum ou do Juiz Distribuidor, regularizando todos os atos praticados no sistema informatizado tão logo seja restaurado o seu funcionamento. O responsável pela distribuição deverá observar atentamente a vinculação eletrônica de documentos, adotando medidas que impeçam a multiplicidade de registros referentes ao mesmo feito. É proibida a distribuição de petição não acompanhada da procuração outorgada ao advogado (art. 254 do CPC), salvo: se o requerente postular em causa própria; se a procuração estiver junta aos autos principais; a fim de evitar decadência ou prescrição, bem como intervir, no processo, para praticar atos reputados urgentes. Nestes casos, o advogado requererá a exibição posterior, no prazo legal (15 dias, art. 37 do CPC). Mesmo as ações que tramitam em segredo de justiça devem ser registradas e distribuídas, apenas não se deve dar publicidade a esses atos. Nota: O não recolhimento das custas iniciais não impede a distribuição da petição inicial, conforme se extrai da interpretação do art. 257 do CPC, cabendo ao Juiz a quem for dirigida a inicial decidir pelo cancelamento da distribuição. 31 Distribuição

32 O responsável pelo Serviço de Distribuição é o servidor designado pelo Juiz Diretor do Fórum, se existir Seção de Distribuição devidamente instalada na Comarca ou, caso contrário, o servidor da Secretaria de Vara, desde que também regularmente designado. O Serviço de Distribuição, ao receber a petição vinda do Serviço de Protocolo, deve realizar as seguintes atividades, certificando eventuais inconsistências quando for o caso: a) cadastrar as partes e advogados no sistema processual, observando a obrigatoriedade da inclusão dos números relativos ao CPF e/ou CNPJ e a habilitação do advogado na OAB; b) conferir se a petição inicial está acompanhada do instrumento de mandato, habilitando o advogado. Em caso negativo, a petição não será distribuída, salvo as exceções já mencionadas. Nota: Poderá, todavia, o advogado, em nome da parte, intentar ação, a fim de evitar decadência ou prescrição, bem como intervir no processo para praticar atos reputados urgentes. Nesses casos, o advogado se obrigará, independentemente de caução, a exibir o instrumento de mandato no prazo de 15 (quinze) dias, prorrogável até outros 15 (quinze), por despacho do Juiz (art. 37 do CPC). Nota: Os Procuradores da Fazenda Pública, Promotores de Justiça e Defensores Públicos estão, por força de lei, dispensados de juntar procuração. No caso de Defensor Público, fica dispensada a apresentação de procuração, exceto no que tange aos poderes especiais de receber citação inicial, confessar, reconhecer a procedência do pedido, transigir, desistir, renunciar ao direito sobre que se funda a ação, receber, dar quitação e firmar compromisso, dentre outros (CPC, art. 38, LC nº 080/94, art. 128, XI). c) verificar se houve o recolhimento das custas processuais iniciais ou a emissão da respectiva guia para recolhimento no prazo legal (art. 257 do CPC) ou, ainda, se há pedido de concessão de assistência judiciária gratuita (ressalva-se a hipótese de incidente que não enseja o recolhimento de custas, por exemplo, a exceção de suspeição); d) cadastrar o tipo de ação de acordo com a Tabela de Classes do 32 Distribuição

33 Conselho Nacional de Justiça CNJ, instituída pela Resolução nº 46/2007; e) incluir o valor da causa; f) definir a competência; g) sortear, por distribuição, a Vara (onde houver mais de uma); Nota: Será alternada a distribuição entre juízes, obedecendo a rigorosa igualdade (art. 252, CPC). h) promover, mediante registro, o encaminhamento da petição e demais documentos à Secretaria de Vara à qual foi distribuída, tanto fisicamente, quanto no sistema processual, para registro e atuação. Nota: Caso não esteja acompanhada da guia de custas judiciais recolhida, a petição inicial, depois de distribuída, deverá aguardar na Secretaria, pelo prazo máximo de 30 (trinta dias), findos os quais, não sendo comprovado o recolhimento, deverá ser encaminhada em conclusão ao Juiz, acompanhada da respectiva certidão, para os fins do art. 257 do CPC. A distribuição de processos no SPROC somente pode ser feita pela Divisão de Protocolo da Comarca, mesmo em caso de Varas únicas, através do Menu do SPROC > Distribuição > Distribuir/Redistribuir Processos: 33 Distribuição

34 2.1. Tipos de Distribuição Distribuição por Dependência Serão distribuídas por dependência as causas de qualquer natureza quando se relacionarem, por conexão ou continência, com outra já ajuizada (art. 102/105 do CPC); quando, tendo sido extinto o processo, sem julgamento de mérito, for reiterado o pedido, ainda que em litisconsórcio com outros autores ou que sejam parcialmente alterados os réus da demanda; e quando houver ajuizamento de ações idênticas, ao juízo prevento (art. 253 do CPC). Estão sujeitos à distribuição por dependência os embargos do devedor, de terceiros, a reconvenção, a ação principal em relação à cautelar, e a cautelar incidental em relação ao processo principal. Nos demais casos, a distribuição por dependência somente será realizada à vista de despacho do Juiz competente que a determinar (art. 110 do Provimento nº 01/2007 da CGJ). A distribuição por dependência pressupõe processo anterior que já fixou a competência de determinado Juízo. Os pedidos de distribuição por dependência serão devidamente recebidos, cabendo ao juízo da causa principal decidir sobre a possível conexão ou continência. Distribuição Automática A distribuição das ações será aleatória dentre os juízos competentes para o julgamento da ação. Será efetuada por meio eletrônico, imediatamente após o término do seu registro no sistema informatizado, sob a responsabilidade do Juiz Distribuidor. Na distribuição das ações, adotar-se-á numeração contínua conforme a ordem de apresentação, ressalvada a precedência dos casos urgentes. Distribuição urgente Nas ações em que houver alegação de urgência, decorrente da possibilidade de perecimento de direito ou de frustração do objeto da ação, poderá ser requerida pela parte interessada, ou seu procurador, a distribuição urgente para fins de apreciação do pedido de remessa extraordinária pelo juízo sorteado. A autorização para a distribuição urgente ocorrerá logo após a classificação do processo e formação dos autos, dependendo seu encaminhamento imediato de prévia autorização do Juiz Distribuidor. 34 Distribuição

35 Distribuição Manual Na hipótese de falha no sistema informatizado, ou outra circunstância relevante e intransponível que impeça a realização da distribuição automática, o Juiz Distribuidor realizará, a fim de evitar perecimento de direito ou frustração do objeto das ações, imediata distribuição manual, em audiência pública, mediante elaboração de ata respectiva, com a especificação do motivo que ensejou tal procedimento. O servidor responsável pela distribuição deverá providenciar as comunicações necessárias, a fim de se prevenirem novas indisponibilidades. Redistribuição A redistribuição das ações ocorrerá em cumprimento à decisão proferida pelo Juiz responsável pela condução do processo, nos casos de declínio de competência, alteração da competência do juízo, ou qualquer outra circunstância, devidamente fundamentada, que justifique tal providência, inclusive instalação de novos juízos, conforme disciplinado em norma própria, mediante compensação (art. 255/CPC). Registre-se que é incabível pedido de desistência de distribuição, incumbindo exclusivamente ao Juiz competente por sorteio apreciar eventual pedido de desistência da ação, ainda que formulado antes de efetivada a distribuição. Em caso de declinação de competência, havendo recusa do juízo para o qual houve a declinação, deve este suscitar o conflito de competência (e não simplesmente devolver o processo para a Distribuição), mediante ofício, instruído com cópias das peças essenciais à apreciação da matéria pelo Tribunal de Justiça. Não haverá, entretanto, necessidade de suscitar o conflito quando o juízo que receber a ação por declínio declarar-se incompetente em relação a um terceiro juízo. Desta forma, os autos devem permanecer sobrestados na Secretaria, com a informação devidamente atualizada no sistema processual, sendo dispensável sua remessa ao segundo grau de jurisdição. A redistribuição do processo no SPROC, por declínio de competência, deve ser feita conforme descrito no item Distribuição

36 CÓD. MOVIMENTAÇÃO GLOSSÁRIO - CNJ PROCESSO APTO A SER REDISTRIBUÍDO DECLARADA INCOMPETÊNCIA Quando o juiz declara não deter competência para julgar o processo. Deve determinar a remessa dos autos ao Juízo competente CONFLITO DE COMPETÊNCIA Despacho do juiz do processo, de sua própria deliberação ou decorrente da decisão do relator do conflito de competência. Não deve ser utilizada nos autos do conflito, e sim no(s) processo(s) originário(s). CPC Art Poderá o relator, de ofício, ou a requerimento de qualquer das partes, determinar, quando o conflito for positivo, seja sobrestado o processo, mas, neste caso, bem como no de conflito negativo, designará um dos juízes para resolver, em caráter provisório, as medidas urgentes. CPPM Suspensão da marcha do processo Art Tratando-se de conflito positivo, o relator do feito poderá ordenar, desde logo, que se suspenda o andamento do processo, até a decisão final JULGADO O CONFLITO DE COMPETÊNCIA Registra o efeito no processo originário da decisão em conflito de competência que atribui a competência a outro Juízo. Necessário o registro para permitir a resolução do processo no Juízo de Origem SUSCITADO CONFLITO DE COMPETÊNCIA Decisão que envia a questão de competência a exame do Tribunal responsável pela solução. CPC Art O conflito será suscitado ao presidente do tribunal: I - pelo juiz, por ofício; II - pela parte e pelo Ministério Público, por petição. Parágrafo único. O ofício e a petição serão instruídos com os documentos necessários à prova do conflito. CPP Art O conflito poderá ser suscitado: I - pela parte interessada; II - pelos órgãos do Ministério Público junto a qualquer dos juízos em dissídio; III - por qualquer dos juízes ou tribunais em causa. CPPM Art O conflito poderá ser suscitado: a) pelo acusado; b) pelo órgão do Ministério Público; c) pela autoridade judiciária. 36 Distribuição

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38 38 Procedimento Ordinário

39 3. PROCEDIMENTO ORDINÁRIO 3.1. Análise da petição inicial É através de petição inicial que o autor vem a Juízo, descrevendo os fatos que ensejam a pretensão e formulando o(s) pedido(s) que reputa adequado(s). É exatamente o pedido formulado que delimita a atividade que será desenvolvida pelo Juiz, fixando pontos por serem objeto da decisão final. Detido exame da petição inicial evita desperdício de tempo e prática de atos judiciais desnecessários. Enseja correção de vícios sanáveis e, se for o caso, pronta extinção, sem julgamento de mérito (isto quando os vícios detectados não forem passíveis de correção e/ou não for atendida a ordem de emenda). Oportuniza, ademais, o pronto julgamento de demandas repetitivas, a respeito de cuja improcedência já tenha havido manifestação do juízo (art. 285-A do CPC). O pronto e detido exame da inicial igualmente viabiliza, se for o caso, deliberação a respeito de pedidos de antecipação da tutela porventura formulados, evitando perecimento do direito alegado. Muito embora não haja expressa previsão legal no Código de Processo Civil, recomendam-se como úteis, antes do encaminhamento do processo para análise da petição inicial, medidas conciliatórias em processos em que se discutem direitos patrimoniais disponíveis, especialmente nas comarcas onde existirem centrais de conciliação instaladas, em conformidade com o disposto no art. 26, XLIV, do Provimento nº 01/2007 da Corregedoria Geral de Justiça do Ceará. Após registro e autuação, a petição inicial deve ser encaminhada ao analista judiciário, ou outro servidor designado, que: verificará critério de distribuição (informação fornecida pela etiqueta do SPROC), de forma a identificar eventual existência de demanda que a tenha prevenido; se a distribuição houver ocorrido por prevenção, devem ser separados, para exame pelo Juiz, os autos que a ensejaram, de forma a permitir deliberação a respeito da correção do critério eleito para a realização da mesma; observará preenchimento dos requisitos impostos pelos arts. 282 e 283 do CPC, inclusive quanto à correção do valor atribuído à causa nos termos do art. 259 do CPC; 39 Procedimento Ordinário

40 examinará se a inicial foi instruída com tantas cópias quantos sejam os réus, para servirem de contrafé, devendo, caso contrário, o Diretor de Secretaria intimar o patrono da causa para regularizar a situação (art. 46, 2º do Provimento nº 01/2007 da CGJ); verificará comprovação de recolhimento de custas devidas e/ou existência de requerimento de gratuidade judiciária; na eventualidade de detectar vícios sanáveis, minutará despacho ordenando emenda da inicial, submetendo-o ao Juiz; Nota: O despacho que ordena emenda da inicial deve ser claro, apontar vícios por serem corrigidos, advertir sobre a possibilidade de extinção (art. 284 do CPC), de forma a evitar desperdício de tempo e repetição da determinação. após prazo para emenda, os autos deverão ser novamente encaminhados ao Juiz, para extinção ou para impulsionar o feito; se não houver vícios, nem pedidos de gratuidade judiciária e/ou de antecipação de tutela, deve ser minutado despacho ordenando citação, para posterior submissão ao Juiz; havendo pedidos de gratuidade judiciária e/ou de antecipação de tutela, os autos deverão ser submetidos ao julgador imediatamente depois da autuação e registro, para deliberação; Nota: A afirmação da parte de que não tem condições de arcar com os custos do processo não implica, por si só, em deferimento do pleito de gratuidade. O juízo deve cotejá-lo com elementos objetivos (como valor do bem objeto do litígio, evidências de patrimônio, profissão e endereço do autor etc.), de modo a permitir formação do convencimento. também deve ser imediatamente submetido ao Juiz o processo que contenha demanda repetitiva, a respeito de cuja improcedência já se haja manifestado o juízo, de forma a permitir aplicação do art. 285-A do CPC; 40 Procedimento Ordinário

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Manual de Rotinas do Procedimento Cível Comum Ordinário. Protocolo 29 Protocolo 2. DISTRIBUIÇÃO A previsão legal dos atos de distribuição e registro está no Código de Processo Civil, nos artigos 251 a 257. A distribuição tem a função de dividir os processos entre juízos

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