ACIDOSE LÁCTICA RUMINAL EM OVINO - RELATO DE CASO

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1 ACIDOSE LÁCTICA RUMINAL EM OVINO - RELATO DE CASO Bruno Pasqual; Fernanda Schoma de Oliveira; Jayme Augusto Peres; Thalita Mye Ishiy; Margarete Kimie Falbo (Orientadora), Universidade Estadual do Centro-Oeste-UNICENTRO/Setor de Ciências Agrárias e Ambientais-Guarapuava-PR Palavras-chave: acidose ruminal, ovinos, ruminantes. Resumo: Este trabalho tem como objetivo relatar um caso de acidose láctica ruminal em um cordeiro mestiço Ile de France com Corriedale, fêmea, com aproximadamente dois meses de idade e peso corporal médio de 10 kg, desmamado no dia 25/06/09 e amamentado artificialmente duas vezes ao dia com leite de vaca + organact na Universidade Estadual do Centro- Oeste UNICENTRO, Campus Cedeteg em Guarapuava PR. Introdução A acidose láctica resultante da ingestão de forma rápida e excessiva de uma dieta rica em grãos, pelos bovinos, caprinos e ovinos, representa um sério problema pelas perdas econômicas na exploração pecuária, pois acarreta alterações no metabolismo ruminal, que desencadeia uma série de manifestações clínicas que podem levar o animal à morte e, indiretamente, acarretar conseqüências nos animais enfermos, como rumenite, abscessos hepáticos e laminite (Neto et al., 2005). São citados como exemplos de fatores que podem provocar a doença, os casos de mudança na dieta, nas situações onde os animais já adaptados ingerem quantidades excessivas de forma abrupta ou após um período de jejum. Em poucas horas desencadeia modificações na flora microbiana ruminal, produzindo não somente alterações no rúmen como também um quadro sistêmico de acidose e de vários processos secundários que são potencialmente fatais (Afonso et al., 2005; Vieira et al., 2006). Normalmente se observa na forma aguda, um quadro de apatia, inapetência, diminuição da motilidade ruminal ou atonia, desidratação, taquicardia, fezes diarréicas, havendo, ainda, acúmulo de líquido no rúmen, desequilíbrio da microbiota ruminal com morte dos protozoários e crescimento excessivo das bactérias Gram-positivas produtoras de ácido láctico, Streptococcus bovis e Lactobacillus sp. (Vieira et al., 2006; Afonso et al., 2002).

2 Este trabalho tem como objetivo relatar um caso de acidose láctica ruminal na sua forma natural em um cordeiro, na Universidade Estadual do Centro Oeste UNICENTRO, Campus Cedeteg, Guarapuava-PR. Materiais e Métodos Um cordeiro mestiço Ile de France com Corriedale, fêmea, com aproximadamente dois meses de idade e peso corporal médio de 10 kg, foi desmamado no dia 25/06/09 e amamentado artificialmente duas vezes ao dia com leite de vaca + organact na quantidade de 40 ml/kg de peso vivo por mamada. Este animal era mantido em uma baia onde o mesmo tinha livre acesso a um cocho contendo ração própria para ovinos (16% PB), além de azevém (Lolium multiflora) e aveia (Avena sativa), sal mineral e água ad libitum. No dia 27/06 o animal apresentou hiporexia e temperatura retal de 39,7 C, evoluindo nos próximos quatro dias aos sinais clínicos de anorexia e apatia, secreção nasal purulenta, estertor pulmonar, grau de desidratação 6%, abdômen distendido e temperatura retal no dia 01/07de 38.5 ºC. Foi realizado o exame hemograma nos dias 28/06 e 30/06, onde para cada exame foi colhido 5 ml de sangue, através da punção da veia cefálica e acondicionado em um tubo estéril contendo o anticoagulante sal dissódico do ácido diamninotetracético (EDTA) a 10%, conforme técnica descrita por Schalm (1986). Também foi solicitado no dia 28/06 um exame de urinálise, onde foi colhida uma amostra de 10 ml através de micção natural, desprezando os primeiros jatos de urina, evitando assim contaminação da urina com o meio exterior. A amostra foi acondicionada em um recipiente limpo de vidro, sendo avaliada sua cor, aspecto, densidade, ph, proteínas, glicose, acetona, hemoglobina, bilirrubina logo após a colheita. A amostra do conteúdo ruminal foi obtida no dia 03/07 por meio da sonda ororuminal, sendo colhida em um frasco de vidro, constituindo uma amostra de aproximadamente 100 ml de líquido ruminal. A aferição do ph da amostra do fluído ruminal foi realizada imediatamente após a coleta, ainda no local, utilizando uma fita de ph. Foram analisados a evolução clínica, o tratamento instituído, assim como a resolução deste distúrbio digestivo. Resultados e Discussão Diante do exame clínico e do leucograma realizados em 28/06, a suspeita clínica foi de pneumonia, sendo iniciado o tratamento com o antibiótico Pentabiótico 1 vez ao dia, durante três dias consecutivos e posteriormente com o antibiótico Ceftiofur. Como o animal estava desidratado, com grau de desidratação de 6%, foi administrado fluidoterapia parenteral com Ringer

3 Lactato e Glicose 5%, pela via intravenosa através da punção da veia cefálica, calculando o volume de reposição (L) = peso vivo (kg) x grau de desidratação/100 e também o volume de manutenção (ml) = 100 ml x peso vivo (kg), conforme citado por Booth et al. (1987). Pela dificuldade de contenção do animal foi administrado somente 350mL. Nos dois dias subsequentes o animal recebeu 150 a 200 ml de fluido via oral, em intervalos de 2 horas, somente no período diurno. Esse fluído era composto por 4g NaCl, 0,5g KCl, 0,25 g CaClˉ², 5 ml propileno glicol diluídos em 500 ml de água. Durante o tratamento o cordeiro apresentou melhoras clínicas com relação à pneumonia e a resposta leucocitária, mas ainda continuavam os sintomas de anorexia e apatia. A um novo exame clínico foram observados apatia, anorexia, mucosas congestas, vasos episclerais injetados, desidratação, acúmulo de gás no rúmen, dor e distensão abdominal, consumo freqüente de água e fezes de coloração escura e ressecada, sinais estes que segundo Neto et al. (2005) são típicos de acidose láctica ruminal. Esta enfermidade pode estar associada a pneumonia, devido a interferência desta na troca respiratória normal, retendo dióxido de carbono no sangue ( Radostits et al. 1991). No exame de leucograma do dia 28/06 os resultados encontrados foram os seguintes: leucócitos (x10/µl) , sendo que desse total, bastonetes, segmentados e linfócitos. O resultado indica que o animal estava com uma leucocitose com neutrofilia e desvio à esquerda regenerativo. O aumento no número de neutrófilos pode estar associado a pneumonia, já que estes são os primeiros a combater uma infecção; e a presença de bastonetes elevada indica que o organismo está respondendo a infecção, liberando na circulação células jovens. No hemograma do dia 30/06 os resultados encontrados foram os seguintes: hematócrito (Ht) 44%, leucócitos (x10/µl) , sendo 102 bastonetes, segmentados e linfócitos; e proteína plasmática total 5,5 g/dl. O valor do hematócrito elevado sugere que o animal está desidratado e com hipoproteinemia. Já os valores do leucograma tiveram uma melhora com relação ao exame anterior, estando dentro da normalidade para a espécie, isto indica que o organismo conseguiu controlar a infecção. O valor do ph da urina encontrado foi 5.0, valor este que segundo Vieira et al. (2006) é um bom indicador de que o animal está em acidose metabólica, visto que em animais saudáveis os valores tendem a ser alcalinos e nos animais com acidose láctica ruminal e metabólica este se torna ácido, como pode ser comprovado neste relato. Foi administrado ao animal no início do tratamento Dimeticona e posteriormente Ruminol, ml via oral, para diminuir a tensão superficial das bolhas e espumas, formadas devido a uma alteração dos fenômenos fermentativos, e também o medicamento Cloridrato de Ranitidina, na dose de 5,6 mg/kg, para proteger o trato gastrintestinal contra úlceras, sendo administrados uma vez ao dia durante quatro dias.

4 Na análise do líquido ruminal constatou-se uma diminuição do ph 4,5, quando comparado com os valores normais de 6,5 a 7,4. Neto et al. (2005), relataram esta diminuição, em razão do aumento da concentração de ácido láctico, e na elevação da osmolaridade do meio ruminal em relação à corrente sanguínea. O ph de 4,5 do rúmen desequilibrou a microbiota ruminal, alterando a população das bactérias sendo necessário realizar a transfaunação para reequilibrar a flora bacteriana. Para tal, foi realizada a passagem de uma sonda ororuminal, retirando 100 ml de líquido ruminal do doador através de sucção e, transferindo o líquido para o cordeiro via sonda ororuminal semiflexível, este processo foi realizado nos dias 03/07 e 05/07. Após dois dias da primeira transfaunação o animal apresentou melhoras, começando a ingerir pasto por vontade própria, recebendo alta clínica. Conclusões Com base nos achados clínicos e laboratoriais e no desfecho do caso relatado, observa-se a importância da ocorrência da acidose láctica ruminal na criação de ovinos, e também da intervenção terapêutica logo que diagnosticar o caso, devido aos riscos de vida que esta enfermidade impõe. Referências Afonso, J.A.B; Ciarlini, P.C; Kuchembuck, M.R.G; Kohayagawa, A; Feltrin, l.p.z; Ciarlini, L.D.R.P; Laposy, C.B; Mendonça, C.L; Takahira, R.K. Metabolismo oxidativo dos neutrófilos de ovinos tratados com monensina sódica e experimentalmente submetidos à acidose ruminal. Pesquisa Veterinária Brasileira v.22, n.4, Rio de Janeiro, out./dez., Afonso, J.A.B; Kuchembuck, M.R.G; Feltrin, L.P.Z; Laposy, C.B; Kohayagawa, A; Mendonça, C.l; Takahira, R.K. Avaliação do uso da monensina sódica na prevenção da acidose láctica ruminal experimental em ovinos. Veterinária Notícias, Uberlândia, v.11, n.1, p.35-43, Booth, A.J.; Naylor, J.M. Correction of metabolic acidosis in diarrheal calves by oral administration of electrolyte solutions with or without bicarbonate. Journal of the American Veterinary Medical Association, v.191, n.1, p.62-8, Neto, E.G.M; Afonso, J.A.B; Mendonça, C.l; Almeida, M.Z.P.R.B. Estudo clínico e características do suco ruminal de caprinos com acidose láctica induzida experimentalmente. Pesquisa Veterinária Brasileira 25(2):73-78, abr./jun., Radostits, O.M.; Blood, D.C. Clínica Veterinária. Ed.: Guanabara Koogan, 1991; 7ª edição, p

5 Schalm, O.M.; Jain, N.C. Veterinary Hematology. 4 th ed. Philadelphia: Lea & Fabiger, Vieira, A.C.S; Afonso, J.A.B; Mendonça, C.L; Costa, N.A; Souza, M.L. Estudo retrospectivo da acidose láctica em caprinos e ovinos atendidos na Clínica de Bovinos, Campus Garanhuns/UFRPE. Revista Brasileira de Ciências Agrárias, v.1, n. único, p , out. - dez., 2006.

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