MELHORAMENTO GENÉTICO do MARACUJÁ: Passado e Futuro" Laura Maria Molina Meletti Marta D. Soares-Scott Luís Carlos Bernacci Ilene Ribeiro da S.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MELHORAMENTO GENÉTICO do MARACUJÁ: Passado e Futuro" Laura Maria Molina Meletti Marta D. Soares-Scott Luís Carlos Bernacci Ilene Ribeiro da S."

Transcrição

1 MELHORAMENTO GENÉTICO do MARACUJÁ: Passado e Futuro" Laura Maria Molina Meletti Marta D. Soares-Scott Luís Carlos Bernacci Ilene Ribeiro da S. Passos

2 SITUAÇÃO ATUAL DOS POMARES BRASIL : ha ha Mais um ciclo de retração da área cultivada As várias moléstias que afetam a cultura e a inexistência de cultivares resistentes despontam como as causas mais significativas

3 BANCO GERMOPLASMA coleções de trabalho Muitas espécies dessas coleções têm sido caracterizadas e/ou perdidas condições climáticas adversas incidência de patógenos limitantes parte dessas coleções vem sendo mantida na forma de sementes, em câmaras frias e secas. reduzir o custo e a mão-de-obra envolvidos na manutenção: coleções de trabalho.

4 P. setacea,, P. cincinatta,, P. giberti,, P. caerulea, P. incarnata,, P. foetida,, P. nitida, P. alata,, P. maliformis,, e P. quadrangularis contribuições importantes ao melhoramento genético resistência a doenças ou pragas Longevidade maior adaptação a condições climáticas adversas período de florescimento ampliado maior concentração de componentes químicos interessantes para a indústria farmacêutica outras potencialidades, quase todas ainda inexploradas

5 HÍBRIDOS INTERESPECÍFICOS problemas de desenvolvimento baixa viabilidade polínica esterilidade masculina dificuldade em florescer Hibridação interespecífica não tem sido explorada adequadamente em nenhum programa de melhoramento, em nível mundial Outras técnicas de melhoramento têm sido bem sucedidas = NOVAS CULTIVARES mais produtivas Mais adaptadas a diferentes condições climáticas Mais homogêneas Diferenciadas para os dois segmentos de mercado atualmente dominantes: frutas frescas e agroindústria NENHUMA DESSAS CULTIVARES POSSUI RESISTÊNCIA GENÉTICA A MOLÈSTIAS

6 Manutenção Espécies BAG s in vitro: desemvolvimento das técnicas necessárias ao estabelecimento de cada espécie redução de custo e necessidade mínima de espaço técnica vem ganhando força e adeptos entre os mantenedores dos BAGs nacionais

7 CRIOPRESERVAÇÃO manutenção da diversidade das espécies por um tempo mais longo, na forma de sementes. verificar as condições das sementes após submissão a temperaturas tão baixas, de forma a garantir sua viabilidade e a manutenção das características genéticas das espécies.

8 RESISTÊNCIA GENÉTICA O comportamento das espécies não cultivadas em relação aos principais patógenos vem sendo estudado há mais de duas décadas primeiros aspectos observados e relatados pelos pioneiros da cultura busca-se a incorporação de resistência genética, advinda de espécies relacionadas Passiflora setacea, P. giberti, P. foetida, P. laurifolia e P. maliformis, P. suberosa, P. incarnata, P macrocarpa - resistência à Xanthomonas campestris pv. passiflorae

9 RESISTÊNCIA GENÉTICA maracujá-mirim mostraram resistência ao vírus do mosaico do maracujá-roxo P. giberti, P. alata e P. caerulea - Resistência a Fusarium oxysporum f. passiflorae P. caerulea mostrou também resistência a Phytophthora P. caerulea, P. edulis, P. cincinatti e P. macrocarpa - nematóide Meloidogyne incognita

10 UTILIZAÇÃO ESPÉCIES manutenção de espécies selvagens: desuniformidade na germinação Pouco se conhece o período de viabilidade da maioria delas; longo período de dormência, natural ou induzida material de propagação em quantidade insuficiente para a maioria dos estudos métodos de quebra de dormência devem ser empregados

11 Produtividade OBJETIVOS DO MELHORAMENTO qualidade dos frutos resistência a doenças, aos nematóides e a viroses alta taxa de vingamento dos frutos seleção de plantas produtoras de folhas maiores ou com maior concentração de passiflorina para a indústria farmacêutica sementes como matéria-prima para extração de compostos químicos

12 HISTÓRICO JUSTIFICATIVAS: grande variabilidade genética existente ciclo relativamente curto interesse crescente pela cultura Seleção massal - método de seleção eficiente para caracteres de fácil mensuração e que possuam considerável herdabilidade

13 PRODUTIVIDADE Primeiros trabalhos procuraram aumento de produtividade para redução de custo (Oliveira, 1980) Especialização do mercado (classificação de frutos) exigiu padrão e qualidade

14 SELEÇÕES REGIONAIS Maguary (MG) Golden Star (RJ, ES, BA, MG, SP) COMPOSTO IAC-27 (SP, RJ, MG, GO) Amafrutas (PA) Seleções que fizeram bastante sucesso na década de 90 e conscientizaram os produtores para a importância de usar sementes selecionadas

15 QUALIDADE DE FRUTO MERCADO FRUTAS FRESCAS frutos grandes e ovais boa classificação comercial aparência resistente ao transporte e à perda de qualidade durante o armazenamento e comercialização

16 AGROINDÚSTRIA casca fina cavidade interna completamente preenchida alto rendimento em suco maior acidez coloração constante alto teor de sólidos solúveis, acima de 13 Brix Tolerância aos principais patógenos tem sido uma urgência a ser acrescentada, sob pena de redução drástica nas áreas cultivadas.

17 FRUTAS FRESCAS IAC-273

18 Frutas Frescas - IAC-277

19 Yellow Master (FB-200) produtor de MG entrar no mercado de frutas frescas frutos grandes e pesados alta produtividade (50 t/ha em áreas pequenas e 37 t/ha para áreas grandes e médias) resistência de casca Falta registro no MAPA para comercialização

20 CPATU - casca fina Com registro no MAPA dificuldades atuais de manutenção da cultivar

21 IAC-PAULISTA

22 Maracujá - roxo IAC Paulista

23 Maracujá Doce Frutos sem pescoço redução da espessura da casca maior rendimento em polpa resistência à bacteriose EPAGRI - Urussanga

24 Resistência a doenças virose do endurecimento dos frutos (woodness), bacteriose (Xanthomonas axonopodis pv. passiflorae) e fusariose (Fusarium oxysporum) porta-enxertos resistentes - uso comercial e dificuldades atuais

25 BIOTECNOLOGIA ferramenta ao melhoramento: cultura de tecidos, as hibridações interespecíficas naturais (sexuais) e artificiais (hibridação somática), a fusão de protoplastos e as transformações genéticas

26 VIROSE A técnica da pré-imunização não se mostrou viável para o maracujazeiro Plantas pré-imunizadas são facilmente infectadas em condições de campo, por estirpes mais virulentas A incorporação de genes para resistência mediante transformação gênica utilizando a bactéria Agrobacterium tumefasciens como mediador Para a incorporação de genes de resistência ao PWV têm sido utilizadas cultivares de maracujá amarelo de ampla aceitação no mercado.

27 BACTERIOSE Biotecnologia - adianta etapas e antecipa ganhos genéticos em relação ao melhoramento genético convencional espera-se que a resistência à bacteriose seja rapidamente incorporada às cultivares comerciais mais produtivas ou com qualidades comerciais diferenciadas. O trabalho tem sido extensivo ao maracujá-doce.

28 Espécie: Maracujá-azedo (Passiflora edulis Sims f. flavicarpa Deg.) N.Ref. Cultivar Resp. p/ Manutenção Data CPATU-casca fina /01/ IAC Monte Alegre /01/ IAC Maravilha /01/ IAC Jóia /01/2002 Espécie: Maracujá (Passiflora edulis Sims.) N.Ref. Cultivar Resp. p/ Manutenção Data Amarelo - 13/05/ Redondo Amarelo /06/2000 Espécie: Maracujá cerúla (Passiflora caerulea L. SP) N.Ref. Cultivar Resp. p/ Manutenção Data Maracujá cerúla /12/2004

29 CONCLUSÕES Como o preço do maracujá, tanto no mercado interno quanto no mercado internacional continua em elevação, dada à escassez do produto, acredita-se que a demanda pelo trabalho dos melhoristas só vai aumentar

30 CONCLUSÕES Uma vez fortalecidas as equipes atuantes, possa contribuir rápida e significativamente para a obtenção de resistência a doenças, de modo a permitir que as cultivares já lançadas se estabeleçam definitivamente nos pomares.

Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas

Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas LGN 5799 - SEMINÁRIOS EM GENÉTICA E MELHORAMENTO DE PLANTAS Melhoramento do Maracujá: Avanços e Perspectivas Aluno: Marcelo Fideles Braga

Leia mais

Sanidade das Sementes

Sanidade das Sementes Uberlândia - 13 a 16 de agosto de 2007 Sanidade das Sementes Brasileiras de Algodão Palestrante: Wanderley K. Oishi Gerente de Produção-MDM Sementes de Algodão Ltda. Situação Atual da Cotonicultura Brasileira

Leia mais

MELHORAMENTO DE PLANTAS AUTÓGAMAS POR HIBRIDAÇÃO

MELHORAMENTO DE PLANTAS AUTÓGAMAS POR HIBRIDAÇÃO MELHORAMENTO DE PLANTAS AUTÓGAMAS POR HIBRIDAÇÃO 7 INTRODUÇÃO Vimos no capítulo anterior a utilização da seleção no melhoramento de espécies autógamas. O requisito básico para utilizarmos essa técnica

Leia mais

Avaliação molecular da macho-esterilidade citoplasmática em milho

Avaliação molecular da macho-esterilidade citoplasmática em milho Jornal Eletrônico da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) Ano 04 - Edição 26 - Agosto / Setembro de 2010 Artigo Avaliação molecular da macho-esterilidade citoplasmática em milho por Sílvia Neto Jardim

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS

RELATÓRIO TÉCNICO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS RELATÓRIO TÉCNICO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS Intituição: Embrapa Cerrados / Centro de Pesquisa Agropecuária do Projeto: IV Reunião Técnica de Pesquisas em Maracujazeiro Responsável:

Leia mais

MUNDO. -CIAT existe mais de 38 mil genótipos de. Phaseolus vulgaris L.; -Outras coleções: EUA, México e Inglaterra. - Elevado número de cultivares;

MUNDO. -CIAT existe mais de 38 mil genótipos de. Phaseolus vulgaris L.; -Outras coleções: EUA, México e Inglaterra. - Elevado número de cultivares; 6 CULTIVARES MUNDO - Elevado número de cultivares; -CIAT existe mais de 38 mil genótipos de Phaseolus vulgaris L.; -Outras coleções: EUA, México e Inglaterra BRASIL - Mantidas coleções de linhagens e cultivares

Leia mais

Passo a passo na escolha da cultivar de milho

Passo a passo na escolha da cultivar de milho Passo a passo na escolha da cultivar de milho Beatriz Marti Emygdio Pesquisadora Embrapa Clima Temperado (beatriz.emygdio@cpact.embrapa.br) Diante da ampla gama de cultivares de milho, disponíveis no mercado

Leia mais

CICLO DE RELAÇÕES PATÓGENO x HOSPEDEIRO

CICLO DE RELAÇÕES PATÓGENO x HOSPEDEIRO CICLO DE RELAÇÕES PATÓGENO x HOSPEDEIRO DISSEMINAÇÃO Liberação Dispersão Deposição (Inoculação) SOBREVIVÊNCIA ciclo secundário ciclo primário PENETRAÇÃO INFECÇÃO Estabelecimento das relações parasitárias

Leia mais

A Cultura do Feijão-de-vagem (Phaseolus vulgaris L.)

A Cultura do Feijão-de-vagem (Phaseolus vulgaris L.) A Cultura do Feijão-de-vagem (Phaseolus vulgaris L.) Aspectos gerais Família: Fabaceae (ex) Leguminosae Mesma espécie do feijoeiro comum Qualquer cultivar de feijão pode ser usada para colheita de vagens,

Leia mais

ARBORICULTURA I. Propagação de Plantas

ARBORICULTURA I. Propagação de Plantas ARBORICULTURA I Propagação de Plantas O que é a propagação de plantas? É a multiplicação de indivíduos do reino vegetal, por métodos sexuados ou assexuados, por forma a obter na descendência um determinado

Leia mais

Capítulo 3 Clonagem de plantas proliferação de meristemas e organogénese... 75 3.1. Introdução... 75 3.2. Tipos de meristemas... 76 3.2.1.

Capítulo 3 Clonagem de plantas proliferação de meristemas e organogénese... 75 3.1. Introdução... 75 3.2. Tipos de meristemas... 76 3.2.1. Sumário 7 Apresentação... 13 Lista de abreviaturas... 16 Capítulo 1 Introdução Geral... 19 1.1. O problema da alimentação à escala planetária... 19 1.2. O conceito de Biotecnologia... 27 1.3. A utilização

Leia mais

33º. Congr. Bras. De Pesquisa Cafeeira As novas cultivares do IAPAR

33º. Congr. Bras. De Pesquisa Cafeeira As novas cultivares do IAPAR 33º. Congr. Bras. De Pesquisa Cafeeira As novas cultivares do IAPAR Eng. Agr. TUMORU SERA, AD Gerente de projetos de Melhoramento de Café tsera@iapar.br 33º.CBPC Caxambu,23-26/10/2012 MELHORAMENTO DE CAFÉ

Leia mais

Sementes na agricultura orgânica

Sementes na agricultura orgânica Sementes na agricultura orgânica Uso da técnica de fusão de protoplasma em macho esterilidade citoplasmatica(cms) e seus impactos na agricultura orgânica Pedro Jovchelevich Associação Biodinâmica OQUE

Leia mais

Resistência a múltiplas doenças: Plantas resistentes a quais doenças?? Resistência mal manejada: Vulnerabilidade genética das plantas

Resistência a múltiplas doenças: Plantas resistentes a quais doenças?? Resistência mal manejada: Vulnerabilidade genética das plantas Por quê estudar MELHORAMENTO DE PLANTAS VISANDO RESISTÊNCIA A DOENÇAS?? Má distribuição de alimentos Resistência a doenças maior oferta de alimentos População brasileira: Trigo resistente à ferrugem Arroz

Leia mais

Vive aonde piou o inhambu Na floresta serrana de Minas. E ao norte, em selvagens colinas, Nas paragens do Uirapuru.

Vive aonde piou o inhambu Na floresta serrana de Minas. E ao norte, em selvagens colinas, Nas paragens do Uirapuru. Desde o verde Brasil tropical Prosperou bela flor secular. Cuja espécie ousou propagar Acudindo ao reino animal. Vive aonde piou o inhambu Na floresta serrana de Minas. E ao norte, em selvagens colinas,

Leia mais

AGRICULTURA DE PRECISÃO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS

AGRICULTURA DE PRECISÃO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS IX SIMPÓSIO NACIONAL CERRADO BRASÍLIA 12 A 17 DE OUTUBRO DE 2008 AGRICULTURA DE PRECISÃO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS ANTÔNIO MARCOS COELHO OBJETIVOS : INTRODUÇÃO - CONCEITOS E DEFFINIÇÕES: PRECISÃO NA AGRICULTURA

Leia mais

Abobrinhas e Pepinos. Pimentões

Abobrinhas e Pepinos. Pimentões Abobrinhas e Pepinos Pimentões Compromissos Seminis Produtividade Maior potencial produtivo Resistência a pragas e doenças Qualidade de sementes Conhecimento Rede global de melhoramento genético Soluções

Leia mais

Kaline Aguiar Gonzalez Vale

Kaline Aguiar Gonzalez Vale UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS NÚCLEO DE PÓS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E MELHORAMENTO Kaline Aguiar Gonzalez Vale INTRODUÇÃO Biotecnologia???

Leia mais

Cultura da Mangueira. Novembro 2007

Cultura da Mangueira. Novembro 2007 Cultura da Mangueira Novembro 2007 Produção mundial de manga País 1.000 t (2006)* Índia 11.140 China 3.550 Paquistão 2.242 México 2.050 Tailândia 1.800 Indonésia 1.412 Brasil 1.347 Total * Inclui goiaba

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS TEMA Uso dos recursos genéticos RECURSOS GENÉTICOS CONHECIMENTOS TRADICIONAIS PROVEDORES USOS CONSENTIMENTO PRÉVIO TERMOS MUTUAMENTE ACORDADOS USUÁRIOS BENEFÍCIOS

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Tema Uso dos recursos genéticos RECURSOS GENÉTICOS CONHECIMENTOS TRADICIONAIS PROVEDORES USOS CONSENTIMENTO PRÉVIO TERMOS MUTUAMENTE ACORDADOS USUÁRIOS BENEFÍCIOS

Leia mais

Boas práticas no cultivo do maracujazeiro

Boas práticas no cultivo do maracujazeiro Boas práticas no cultivo do maracujazeiro Emanuel Maia Laboratório de Horticultura Tropical e Apicultura Universidade Federal de Rondônia Apresentação Conversa de contextualização Potenciais e desafios

Leia mais

Oh fruto sagrado que caiu do céu! Vegetal tesouro por onde encontrado! Planta genuína do nobre Cerrado. Generosa espécie espalhada ao léu Por vales,

Oh fruto sagrado que caiu do céu! Vegetal tesouro por onde encontrado! Planta genuína do nobre Cerrado. Generosa espécie espalhada ao léu Por vales, Oh fruto sagrado que caiu do céu! Vegetal tesouro por onde encontrado! Planta genuína do nobre Cerrado. Generosa espécie espalhada ao léu Por vales, montanhas, ladeiras e serras. Que tanto valoriza as

Leia mais

Novas Variedades. Validação e Transferência de Tecnologia. Rogério de Sá Borges Embrapa Transferência de Tecnologia Escritório de Negócios de Campinas

Novas Variedades. Validação e Transferência de Tecnologia. Rogério de Sá Borges Embrapa Transferência de Tecnologia Escritório de Negócios de Campinas Novas Variedades Validação e Transferência de Tecnologia Rogério de Sá Borges Embrapa Transferência de Tecnologia Escritório de Negócios de Campinas Transferência de tecnologias propostas e desenvolvidas

Leia mais

SOCIOECONÔMICOS 10 2 ASPECTOS INTRODUÇÃO PRODUÇÃO E CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO

SOCIOECONÔMICOS 10 2 ASPECTOS INTRODUÇÃO PRODUÇÃO E CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO 10 2 ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS Loiva Maria Ribeiro de Mello INTRODUÇÃO A maçã é a fruta de clima temperado mais importante comercializada como fruta fresca, tanto no contexto internacional quanto no nacional.

Leia mais

Melhoramento de Café Robusta/Conilon

Melhoramento de Café Robusta/Conilon Melhoramento de Café Robusta/Conilon Maria Amélia Gava Ferrão Pesquisadora Embrapa Café/Incaper APRESENTAÇÃO Introdução Histórico Estratégias Melhoramento Brasil Principais Resultados Espécies Café Identificadas

Leia mais

9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO

9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO 9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO 9.5.1 Controle de Pragas PRINCIPAIS PRAGAS -Lagarta elasmo -Vaquinhas - Mosca branca -Ácaro branco -Carunchos LAGARTA ELASMO Feijão da seca aumento da população

Leia mais

Profa. Rosana Rodrigues (LMGV, P4, Sala 110)

Profa. Rosana Rodrigues (LMGV, P4, Sala 110) Resistência Genética a Doenças em Plantas Profa. Rosana Rodrigues (LMGV, P4, Sala 110) 1807 Prevost doenças: agente causal carvão do trigo - fungo Fins do séc. XIX Smith doenças - bactérias O que é DOENÇA?

Leia mais

Conte com a Pampa para uma colheita de sucesso na próxima safra!

Conte com a Pampa para uma colheita de sucesso na próxima safra! GUIA DE CULTIVARES A semente é a base do sucesso de uma lavoura. Sua qualidade é essencial para os bons resultados de cada safra, garantindo maior produtividade, competitividade e o lucro do produtor.

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015 CALENDÁRIO AGRÍCOLA - FEIJÃO Safra 1ª - Safra das Águas 2ª - Safra da Seca 3ª - Safra de Inverno Principais Regiões Sul, Sudeste,

Leia mais

PLANTAS E ERVAS AROMÁTICAS (PAM) ENQUADRAMENTO E OPORTUNIDADES

PLANTAS E ERVAS AROMÁTICAS (PAM) ENQUADRAMENTO E OPORTUNIDADES PLANTAS E ERVAS AROMÁTICAS (PAM) ENQUADRAMENTO E OPORTUNIDADES INTRODUÇÃO PRODUÇÃO, PRODUTORES E ESCOAMENTO VALOR DA PRODUÇÃO PRINCIPAIS ESPÉCIES PARA COMERCIALIZAÇÃO MERCADOS, ENQUADRAMENTO MUNDIAL E

Leia mais

Comercialização no agronegócio. Aulas 1 e 2

Comercialização no agronegócio. Aulas 1 e 2 Comercialização no agronegócio Aulas 1 e 2 Principais itens da cadeia produtiva Produtos finais disponíveis ao consumidor; Elos a MONTANTE e a JUSANTE da agropecuária; Transações entre os segmentos;

Leia mais

Embriogênese somática em pupunha como estratégia para a multiplicação massal de genótipos selecionados

Embriogênese somática em pupunha como estratégia para a multiplicação massal de genótipos selecionados Ilheus, Setembro de 2011 I Simpósio Brasileiro da Pupunheira Embriogênese somática em pupunha como estratégia para a multiplicação massal de genótipos selecionados Dr. Douglas A. Steinmacher Introdução

Leia mais

É por isso que o convidamos a conhecer nas próximas páginas nossos lançamentos e produtos que há anos fazem parte do nosso catálogo. Seja bem-vindo!

É por isso que o convidamos a conhecer nas próximas páginas nossos lançamentos e produtos que há anos fazem parte do nosso catálogo. Seja bem-vindo! Não é do dia para a noite que uma empresa se torna referência no seu setor, e com a Agrocinco não foi diferente. Após 15 anos de atuação no mercado brasileiro de sementes de hortaliças de alto rendimento,

Leia mais

ENSAIOS DE ALGODOEIROS DE FIBRAS COLORIDAS NO VALE DO IUIU 1 INTRODUÇÃO

ENSAIOS DE ALGODOEIROS DE FIBRAS COLORIDAS NO VALE DO IUIU 1 INTRODUÇÃO Página 1376 ENSAIOS DE ALGODOEIROS DE FIBRAS COLORIDAS NO VALE DO IUIU 1 Murilo Barros Pedrosa 1 ; Osório Lima Vasconcelos 3 ; Camilo de Lelis Morello 2 ; Eleusio Curvelo Freire 4 ; Flávio Rodrigo Gandolfi

Leia mais

O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO

O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO Agropecuária É o termo utilizado para designar as atividades da agricultura e da pecuária A agropecuária é uma das atividades mais antigas econômicas

Leia mais

MELHORAMENTO E PRODUÇÃO DE SEMENTES FLORESTAIS

MELHORAMENTO E PRODUÇÃO DE SEMENTES FLORESTAIS MELHORAMENTO E PRODUÇÃO DE SEMENTES FLORESTAIS ISRAEL GOMES VIEIRA Setor de Sementes IPEF Agosto 2007 SEMENTES CATEGORIAS IDENTIFICADA: material de propagação, coletado de matrizes com determinação botânica

Leia mais

Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas

Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas De origem européia, a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes há quase dois séculos, mas somente na década de 50 foi introduzida no Sul de Minas Gerais.

Leia mais

Embrapa Mandioca e Fruticultura e a Cooperação Internacional. Tecnologia da Raiz ao Fruto

Embrapa Mandioca e Fruticultura e a Cooperação Internacional. Tecnologia da Raiz ao Fruto Embrapa Mandioca e Fruticultura e a Cooperação Internacional Tecnologia da Raiz ao Fruto Viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura, com foco em

Leia mais

Desempenho produtivo de clones de capimelefante nos Tabuleiros Costeiros de Alagoas

Desempenho produtivo de clones de capimelefante nos Tabuleiros Costeiros de Alagoas Desempenho produtivo de clones de capimelefante nos Tabuleiros Costeiros de Alagoas Anderson Carlos Marafon; Tassiano Maxwell Marinho Câmara; Antônio Dias Santiago; José Henrique de Albuquerque Rangel.

Leia mais

Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho

Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho Engº Agrº Robson F. de Paula Coordenador Técnico Regional Robson.depaula@pioneer.com Silagem de qualidade começa no campo! E no momento

Leia mais

Fruticultura. Bananeira : Mal do Panamá. Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha

Fruticultura. Bananeira : Mal do Panamá. Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha 1 de 5 10/16/aaaa 11:32 Fruticultura Bananeira : Mal do Panamá Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha Informações sobre a doença do mal-do-panamá

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS CAMPUS DE BOTUCATU

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS CAMPUS DE BOTUCATU UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS CAMPUS DE BOTUCATU CARACTERIZAÇÃO DA VARIABILIDADE MORFOAGRONÔMICA DE MARACUJAZEIRO (Passiflora cincinnata Mast.)

Leia mais

Moacyr Bernardino Dias-Filho Embrapa Amazônia Oriental www.diasfilho.com.br Importância das pastagens na pecuária brasileira A maioria (> 90%) do rebanho é criado a pasto Pastagem é a forma mais econômica

Leia mais

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil Número 24 Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 29 de julho de 2009 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 2 1. Apresentação Este

Leia mais

ARMAZENAMENTO DE SEMENTES DE ROMÃ (Punica Granatum L.)... 611

ARMAZENAMENTO DE SEMENTES DE ROMÃ (Punica Granatum L.)... 611 ARMAZENAMENTO DE SEMENTES DE ROMÃ (Punica Granatum L.).... 611 ARMAZENAMENTO DE SEMENTES DE ROMÃ (Punica Granatum L.). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios/Apta will.takata@gmail.com narita@apta.sp.gov.br

Leia mais

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos SECAGEM DE GRÃOS Disciplina: Armazenamento de Grãos 1. Introdução - grãos colhidos com teores elevados de umidade, para diminuir perdas:. permanecem menos tempo na lavoura;. ficam menos sujeitos ao ataque

Leia mais

DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI. III Simpósio Brasileiro sobre Nutrição de Plantas Aplicada em Sistemas de Alta Produtividade

DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI. III Simpósio Brasileiro sobre Nutrição de Plantas Aplicada em Sistemas de Alta Produtividade DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI PROF. DR. MÁRCIO CLEBER DE MEDEIROS CORRÊA Departamento de Fitotecnia Centro de Ciências Agrárias Universidade Federal do Ceará Fortaleza - CE III Simpósio

Leia mais

b. Temperatura Regra Prática

b. Temperatura Regra Prática Armazenamento Etapa final do processo Cuidados ARMAZENAMENTO DE SEMENTES OBJETIVOS Manter a qualidade fisiológica - deterioração Evitar aberrações cromossômicas - mutações Regularizar o mercado Época de

Leia mais

A importância do continente europeu reside no fato de este ter

A importância do continente europeu reside no fato de este ter Conhecido como velho mundo, o continente europeu limitase a oeste com o Oceano Atlântico, ao sul com o Mediterrâneo, ao norte com o oceano Glacial Ártico e a leste com a Ásia, sendo que os Montes Urais

Leia mais

Linha de TANQUES Data da publicação: 2015 - nº 0703050 Ciber Equipamentos Rodoviários Ltda.

Linha de TANQUES Data da publicação: 2015 - nº 0703050 Ciber Equipamentos Rodoviários Ltda. Linha de Todas as fotos, ilustrações e especificações estão baseadas em informações vigentes na data da aprovação desta publicação. A Ciber Equipamentos Rodoviários Ltda. se reserva ao direito de alterar

Leia mais

Definido o contexto: monitoramento pós-liberação comercial de plantas geneticamente modificadas. Paulo Augusto Vianna Barroso

Definido o contexto: monitoramento pós-liberação comercial de plantas geneticamente modificadas. Paulo Augusto Vianna Barroso Definido o contexto: monitoramento pós-liberação comercial de plantas geneticamente modificadas Paulo Augusto Vianna Barroso Experimentação com OGM Regulada pela Lei de Biossegurança (11.105/2005) Experimentação

Leia mais

Algumas prioridades e demandas da pesquisa relacionadas ao

Algumas prioridades e demandas da pesquisa relacionadas ao Capítulo 2 Demandas para as Pesquisas Relacionadas ao Melhoramento Genético Fábio Gelape Faleiro; José Ricardo Peixoto; Alexandre Pio Viana; Claudio Horst Bruckner; Francisco Ferraz Laranjeira; Flávio

Leia mais

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR Título do Projeto: Fruticultura: Tecnologias para a fruticultura regional. Unidade(s) de aprendizagem ou disciplina de referência: Fruticultura

Leia mais

DNA barcoding é um método que utiliza um trecho do DNA de cerca de 650 nucleotídeos como marcador para caracterizar espécies. Trata-se de uma sequência extremamente curta em relação à totalidade do genoma,

Leia mais

ALTA PRODUTIVIDADE EM CAFEEIROS DA CULTIVAR CONILLON, NA REGIÃO DA BACIA DE FURNAS, NO SUL DE MINAS GERAIS. Celio L. Pereira- Eng Agr Consultor em

ALTA PRODUTIVIDADE EM CAFEEIROS DA CULTIVAR CONILLON, NA REGIÃO DA BACIA DE FURNAS, NO SUL DE MINAS GERAIS. Celio L. Pereira- Eng Agr Consultor em ALTA PRODUTIVIDADE EM CAFEEIROS DA CULTIVAR CONILLON, NA REGIÃO DA BACIA DE FURNAS, NO SUL DE MINAS GERAIS. Celio L. Pereira- Eng Agr Consultor em cafeicultura, J.B. Matiello Eng Agr Fundação Procafé e

Leia mais

RENDIMENTO DE SUCO E TEOR DE SÓLIDOS SOLÚVEIS TOTAIS EM GENÓTIPOS DE MARACUJAZEIRO AMARELO

RENDIMENTO DE SUCO E TEOR DE SÓLIDOS SOLÚVEIS TOTAIS EM GENÓTIPOS DE MARACUJAZEIRO AMARELO RENDIMENTO DE SUCO E TEOR DE SÓLIDOS SOLÚVEIS TOTAIS EM GENÓTIPOS DE MARACUJAZEIRO AMARELO Orlando Maciel Rodrigues Junior 1 ; Walnice Maria Oliveira do Nascimento 2, Olivia Domingues Ribeiro 1, Juliana

Leia mais

Herança Quantitativa

Herança Quantitativa UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - UFPI CENTRO DE CIÊNCIAS AGRARIAS - CCA PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E MELHORAMENTO NÚCLEO DE ESTUDOS EM GENÉTICA E MELHORAMENTO Herança Quantitativa MÁRIO HENRIQUE INTRODUÇÃO

Leia mais

Biotecnologia e desenvolvimento sustentável. Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt

Biotecnologia e desenvolvimento sustentável. Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt Biotecnologia e Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt - Imposições legais - Opinião pública - Pressão de competitividade Actualmente: Conceito de adoptado por muitas indústrias/actividades: só

Leia mais

CULTIVO AGROECOLÓGICO DE TOMATE CEREJA COM ADUBAÇÃO VERDE INTERCALAR 1

CULTIVO AGROECOLÓGICO DE TOMATE CEREJA COM ADUBAÇÃO VERDE INTERCALAR 1 CULTIVO AGROECOLÓGICO DE TOMATE CEREJA COM ADUBAÇÃO VERDE INTERCALAR 1 Edmilson José Ambrosano Eng. Agr., Dr., PqC do Pólo Regional Centro Sul/APTA ambrosano@apta.sp.gov.br Fabrício Rossi Eng. Agr., Dr.,

Leia mais

O PAPEL DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO NA FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O AGRONEGÓCIO

O PAPEL DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO NA FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O AGRONEGÓCIO O PAPEL DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO NA FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O AGRONEGÓCIO O que caracteriza as sociedades modernas e prósperas? CONHECIMENTO que determina... Produtos que sabemos produzir Produtos

Leia mais

ROSEANO MEDEIROS DA SILVA PRODUÇÃO DE MUDAS DE MARACUJAZEIRO- AMARELO COM DIFERENTES TIPOS DE ENXERTIA E USO DA CÂMARA ÚMIDA

ROSEANO MEDEIROS DA SILVA PRODUÇÃO DE MUDAS DE MARACUJAZEIRO- AMARELO COM DIFERENTES TIPOS DE ENXERTIA E USO DA CÂMARA ÚMIDA ROSEANO MEDEIROS DA SILVA PRODUÇÃO DE MUDAS DE MARACUJAZEIRO- AMARELO COM DIFERENTES TIPOS DE ENXERTIA E USO DA CÂMARA ÚMIDA MOSSORÓ RN 2012 ROSEANO MEDEIROS DA SILVA PRODUÇÃO DE MUDAS DE MARACUJAZEIRO-AMARELO

Leia mais

Adaptação à mudança do clima*

Adaptação à mudança do clima* Agropecuária: Vulnerabilidade d e Adaptação à mudança do clima* Magda Lima - Embrapa Meio Ambiente Bruno Alves - Embrapa Agrobiologia OCB Curitiba Março de 2010 * Apresentação baseada em artigo publicado

Leia mais

QUALIDADE DO CAFÉ - CLASSIFICAÇÃO POR TIPOS E BEBIDA

QUALIDADE DO CAFÉ - CLASSIFICAÇÃO POR TIPOS E BEBIDA ISSN 1983-6015 PESAGRO-RIO - Nº 26 - agosto/2014 - Niterói - RJ QUALIDADE DO CAFÉ - CLASSIFICAÇÃO POR TIPOS E BEBIDA 1 Wander Eustáquio de Bastos Andrade 1 ( Pesquisador da Pesagro-Rio) INTRODUÇÃO Além

Leia mais

SELEÇÃO RECORRENTE INTRAPOPULACIONAL NO MARACUJAZEIRO AMARELO (Passiflora edulis Sims)

SELEÇÃO RECORRENTE INTRAPOPULACIONAL NO MARACUJAZEIRO AMARELO (Passiflora edulis Sims) SELEÇÃO RECORRENTE INTRAPOPULACIONAL NO MARACUJAZEIRO AMARELO (Passiflora edulis Sims) MARCELO GERALDO DE MORAIS SILVA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO - UENF CAMPOS DOS GOYTACAZES

Leia mais

Viagem Técnica Ecocitrus

Viagem Técnica Ecocitrus Resíduos INTERESSE ALTO Viagem Técnica Ecocitrus Central de tratamento de resíduos Compostagem e Biogás Objeto: Conhecer a central de tratamento de resíduos e o modelo de produção de biometano da Cooperativa

Leia mais

CURSO DE AQUITETURA E URBANISMO

CURSO DE AQUITETURA E URBANISMO 1- Generalidades PROPRIEDADES DO CONCRETO FRESCO Todas as misturas de concreto devem ser adequadamente dosadas para atender aos requisitos de: Economia; Trabalhabilidade; Resistência; Durabilidade. Esses

Leia mais

Estudo Prospectivo da Fileira Florestal. Questionário

Estudo Prospectivo da Fileira Florestal. Questionário Nota Explicativa O Estudo Prospectivo da Fileira Florestal" tem como objectivo iniciar um processo de caracterização na óptica da inovação e transferências de tecnologias de de uma visão de conjunto integrada

Leia mais

Universidade Federal do Pampa. Cadeia Produtiva da Laranja

Universidade Federal do Pampa. Cadeia Produtiva da Laranja Universidade Federal do Pampa Cadeia Produtiva da Laranja Acadêmicos: Aline Alóy Clarice Gonçalves Celmar Marques Marcos Acunha Micheli Gonçalves Virginia Gonçalves A laranja é uma fruta cítrica produzida

Leia mais

Fisiologia e indução artificial da floração em canade-açúcar:

Fisiologia e indução artificial da floração em canade-açúcar: FISIOLOGIA DE FLORESCIMENTO/ISOPORIZAÇÃO E MATURAÇÃO EM CANA-DE-AÇÚCAR Fisiologia e indução artificial da floração em canade-açúcar: novos estudos Maximiliano Salles Scarpari IAC Centro de Cana 2012 Sustentabilidade

Leia mais

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Aula 7: Tratamentos em Metais Térmicos Termoquímicos CEPEP - Escola Técnica Prof.: Transformações - Curva C Curva TTT Tempo Temperatura Transformação Bainita Quando um aço carbono

Leia mais

Porta-enxertos e fixadores de enxerto para enxertia hipocotiledonar de maracujazeiro azedo

Porta-enxertos e fixadores de enxerto para enxertia hipocotiledonar de maracujazeiro azedo Ciência Rural, Santa Maria, Porta-enxertos v.46, n.1, p.30-35, e fixadores jan, 2016 de enxerto para enxertia hipocotiledonar de http://dx.doi.org/10.1590/0103-8478cr20140154 maracujazeiro azedo. 30 ISSN

Leia mais

O Sr. CELSO RUSSOMANNO (PP - SP) pronuncia o. seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e. Senhores Deputados, em 5 de maio de 2000 foi

O Sr. CELSO RUSSOMANNO (PP - SP) pronuncia o. seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e. Senhores Deputados, em 5 de maio de 2000 foi O Sr. CELSO RUSSOMANNO (PP - SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, em 5 de maio de 2000 foi apresentado a esta Casa um projeto de resolução, de autoria do

Leia mais

CONDIÇÕES ESPECIAIS - ALGODÃO HERBÁCEO SEGURO AGRÍCOLA

CONDIÇÕES ESPECIAIS - ALGODÃO HERBÁCEO SEGURO AGRÍCOLA 1. APLICAÇÃO Nº do Processo SUSEP: 15414.001178/2005-04 CONDIÇÕES ESPECIAIS - ALGODÃO HERBÁCEO SEGURO AGRÍCOLA 1.1. As presentes Condições Especiais complementam as Condições Gerais da apólice de Seguro

Leia mais

Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem

Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem www.bettercotton.org Orientação Text to go here O documento Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem da BCI proporciona uma estrutura para medir as mudanças

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação O mercado de fornecedores ERP é bastante amplo e dinâmico, tanto no Brasil quanto em outros países, e passa por um momento intenso de aquisições e fusões. A busca por uma fatia

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

Século XVIII e XIX / Europa

Século XVIII e XIX / Europa 1 I REVOLUÇÃO AGRÍCOLA Século XVIII e XIX / Europa! O crescimento populacional e a queda da fertilidade dos solos utilizados após anos de sucessivas culturas no continente europeu, causaram, entre outros

Leia mais

Planificação anual de 3º ciclo de Educação Tecnológica 7º e 8º ano

Planificação anual de 3º ciclo de Educação Tecnológica 7º e 8º ano Planificação anual de 3º ciclo de Educação Tecnológica 7º e 8º ano Domínios TECNOLOGIA E SOCIEDADE Subdomínios/Sugestões de Exploração Tecnologia e necessidades Humanas: Tecnologia como resposta às necessidades

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA RURAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA RURAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA RURAL RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DE SENSOR CLOROFILOG FALKER VARIAÇÃO

Leia mais

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha 1 de 5 10/16/aaaa 11:24 Culturas A Cultura do Milho Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha Informações resumidas sobre a cultura do milho

Leia mais

COLEÇÕES DE FRUTEIRAS E EXPERIMENTOS INSTALADOS NO CAMPO EXPERIMENTAL DE SILVA JARDIM, DA PESAGRO-RIO

COLEÇÕES DE FRUTEIRAS E EXPERIMENTOS INSTALADOS NO CAMPO EXPERIMENTAL DE SILVA JARDIM, DA PESAGRO-RIO ISSN 1983-6015 PESAGRO-RIO - Nº 43 - março/2015 - Niterói - RJ COLEÇÕES DE FRUTEIRAS E EXPERIMENTOS INSTALADOS NO CAMPO EXPERIMENTAL DE SILVA JARDIM, DA PESAGRO-RIO 1 1 1 Alcílio Vieira ; Jerônimo Graça

Leia mais

Dos resíduos às matérias-primas rentáveis

Dos resíduos às matérias-primas rentáveis Dos resíduos às matérias-primas rentáveis 1 Dos resíduos às matérias-primas rentáveis O aumento da população e do nível de vida previstos para as próximas décadas, pressupõem um acréscimo na procura de

Leia mais

Considerações sobre Sistemas de Avaliação e

Considerações sobre Sistemas de Avaliação e Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal Considerações sobre Sistemas de Avaliação e Tipificação de Carcaças André démendes Jorge Zootecnista

Leia mais

Propriedades do Concreto

Propriedades do Concreto Universidade Federal de Itajubá Instituto de Recursos Naturais Propriedades do Concreto EHD 804 MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO Profa. Nívea Pons PROPRIEDADES DO CONCRETO O concreto fresco é assim considerado até

Leia mais

Programa Alta Gestação promove democratização da inseminação artificial em ovinos no Brasil

Programa Alta Gestação promove democratização da inseminação artificial em ovinos no Brasil Programa Alta Gestação promove democratização da inseminação artificial em ovinos no Brasil Parceria entre Alta Genetics, Pfizer e Sérgio Nadal promete acelerar os rebanhos comerciais do país. A carne

Leia mais

A EVOLUÇÃO DO GUINDASTE - MAIS DO QUE APENAS UMA TEORIA

A EVOLUÇÃO DO GUINDASTE - MAIS DO QUE APENAS UMA TEORIA www.ruukki.pt A EVOLUÇÃO DO GUINDASTE - MAIS DO QUE APENAS UMA TEORIA OPTIM AÇO DE ALTA RESISTÊNÇIA Alcançando mais Para guindastes, a diferença entre a prancheta de projeto e um avançado produto em operação

Leia mais

O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO E O SETOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS TENDÊNCIAS DOS MERCADOS PARA 2012/2013 E OS CENÁRIOS DE LONGO PRAZO Carlos Cogo Agosto/2012 LA NIÑA PROVOCA FORTES QUEBRAS EM SAFRAS DE GRÃOS O

Leia mais

Mudanças Cimáticas Globais e Biodiversidade Aquática. Odete Rocha. Departamento de Ecologia Universidade Federal de São Carlos

Mudanças Cimáticas Globais e Biodiversidade Aquática. Odete Rocha. Departamento de Ecologia Universidade Federal de São Carlos Mudanças Cimáticas Globais e Biodiversidade Aquática Odete Rocha Departamento de Ecologia Universidade Federal de São Carlos O que sabemos e o que devemos fazer?" O funcionamento dos ecossistemas aquáticos

Leia mais

Aspectos básicos b produtividade da indústria de ovinos da Nova Zelândia

Aspectos básicos b produtividade da indústria de ovinos da Nova Zelândia Aspectos básicos b e produtividade da indústria de ovinos da Nova Zelândia NUTRIR Novembro 2009 Jack Cocks AbacusBio Ltd, New Zealand Renata Green e Bruno Santos Áries Repr. Melh.. Gen. Ovino Ltda, Brasil

Leia mais

Roteiro para planejamento de cenários na gestão financeira

Roteiro para planejamento de cenários na gestão financeira Roteiro para planejamento de cenários na gestão financeira Planejamento Performance Dashboard Plano de ação Relatórios Indicadores A sua empresa sabe como se preparar para as incertezas do futuro? Conheça

Leia mais

Campo Consultoria, Serviços e Treinamento Agrícola. sjscampo.consultoria@hotmail.com (14) 3769-1153

Campo Consultoria, Serviços e Treinamento Agrícola. sjscampo.consultoria@hotmail.com (14) 3769-1153 Campo Consultoria, Serviços e Treinamento Agrícola sjscampo.consultoria@hotmail.com (14) 3769-1153 Engº Agrº M.Sc. Roberto Salva MsC, Universidade Estadual Julio Mesquita Fº - Jaboticabal, 2004; Especialização

Leia mais

REGISTRO E PROTEÇÃO DE CULTIVARES Panorama atual no Brasil

REGISTRO E PROTEÇÃO DE CULTIVARES Panorama atual no Brasil Búzios/RJ, julho/2011 REGISTRO E PROTEÇÃO DE CULTIVARES Panorama atual no Brasil Daniela de Moraes Aviani Coordenadora do Serviço Nacional de Proteção de Cultivares SNPC/DEPTA/SDC/MAPA PROTEÇÃO X REGISTRO

Leia mais

BOAS PRÁTICAS. Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa

BOAS PRÁTICAS. Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa O QUE SÃO AS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS (BPA)? Os consumidores estão cada vez

Leia mais

Melhoramento genético e desenvolvimento de cultivares na pós-graduação: o exemplo do maracujazeiro

Melhoramento genético e desenvolvimento de cultivares na pós-graduação: o exemplo do maracujazeiro Melhoramento genético e desenvolvimento de cultivares na pós-graduação: o exemplo do maracujazeiro Fábio Gelape Faleiro Cerrados MARACUJÁ: germoplasma e melhoramento genético POR QUE O MARACUJÁ? UM POUCO

Leia mais

CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR

CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR 1 DELAI, Lucas da Silva; 1 ALVES Victor Michelon; 1 GREJIANIN, Gustavo; 1 PIRANHA, Michelle Marques

Leia mais

TEMA: Encaminhamento da proposição de PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE PARA A PRODUÇÃO DE MUDAS DE UVA

TEMA: Encaminhamento da proposição de PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE PARA A PRODUÇÃO DE MUDAS DE UVA Programa para produção e transferência de plantas matrizes de videira de qualidade superior José Fernando da Silva Protas TEMA: Encaminhamento da proposição de PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE PARA A

Leia mais

Uma iniciativa: CONCURSO DE IDEIAS SETOR ENERGÈTICO. Regulamento. Com o apoio:

Uma iniciativa: CONCURSO DE IDEIAS SETOR ENERGÈTICO. Regulamento. Com o apoio: Uma iniciativa: CONCURSO DE IDEIAS SETOR ENERGÈTICO Regulamento Com o apoio: Regulamento do concurso para a conceção de um produto inovador na área da Energia Renovável - Fotovoltaico, CPV, gestão da energia

Leia mais

Mesa de controvérsia sobre transgênicos

Mesa de controvérsia sobre transgênicos Mesa de controvérsia sobre transgênicos Transgênicos: questões éticas, impactos e riscos para a Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional e o Direito Humano à Alimentação Adequada e Saudável Posição

Leia mais