FOME E SEGURANÇA ALIMENTAR

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1 Ano Lectivo 2007/2008 Docente: Maria Helena Almeida INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA FOME E SEGURANÇA ALIMENTAR Trabalho Realizado por: Ana Sofia Cristas Ana Sofia Henriques Paulo Bernardes Tatiana Costa (Grupo A, Turma 8) Introdução à Engenharia Alimentar

2 Índice Introdução... 2 Food Safety e Food Security... 3 Panorama Mundial... 5 Causas da Fome... 9 Soluções...11 Conclusão...13 Anexos Causas da Fome...14 Anexos Soluções...16 Referências bibliográficas...17 Instituto Superior de Agronomia 1

3 Introdução A fome constitui um fenómeno mundial. (Rio, 2007) Vivemos num mundo de contrastes. Um mundo em que 54,7% da população vive em estado de miséria ou pobreza extrema, enquanto que a restante sofre de doenças como colesterol, diabetes e obesidade. Persiste a dúvida se será possível encontrar alimentos em quantidade e qualidade suficientes para satisfazer as necessidades de uma população em crescimento. A interrogação também se coloca no sentido oposto: como resolver o problema da existência de excedentes alimentares e se assim é, como fazer passar os alimentos em excesso para os locais em falta. De facto, são produzidos alimentos suficientes para alimentar toda a população mundial e essa produção tem aumentado durante os últimos anos. O Homem tem direito a se alimentar e a não sofrer de subnutrição, mas o facto é que a fome continua ser uma calamidade à escala mundial. Actualmente o desafio é garantir uma situação de food security para toda a população, isto é, assegurar que todos têm, em qualquer momento, acesso físico e económico a alimentos de qualidade para suprir as suas necessidades. Instituto Superior de Agronomia 2

4 Food Safety e Food Security Antes de abordar o problema da fome torna-se imperativo explicar a ligação entre fome e segurança alimentar mas primeiro definir o que se entende por segurança alimentar. Numa primeira abordagem somos levados a pensar que a segurança alimentar se resume apenas a padrões de qualidade e boas práticas sanitárias e de higiene, no entanto, a segurança alimentar engloba outras vertentes. Esta confusão surge pois os conceitos Food Safety e Food Security são sinónimos em muitas línguas. O conceito Food Safety tem um grande impacto na actualidade devido à necessidade de cumprir certos padrões de qualidade, como é o caso do sistema HACCP. Food Safety é, assim, garantia que um alimento não causará dano ao consumidor através de perigos biológicos, químicos ou físicos quando é preparado e ou consumido de acordo com o uso esperado. (Codex Alimentarius Commission, 2003 in Araújo,2007). O conceito Food Security mais amplo e flexível, surgiu na década de 70, aquando da crise alimentar global. Na World Food Conference de Roma, em 1974, pressupunha disponibilidade permanente de adequado abastecimento mundial de géneros alimentícios básicos para manter uma expansão regular do consumo alimentar e compensar as flutuações da produção e preços., tendo evoluído desde então. Em 2001 a FAO estabeleceu a definição actual: Food security é uma situação que existe quando todas as pessoas, a qualquer momento, têm acesso físico, social e económico a alimentos suficientes, seguros e nutritivos, que permitam satisfazer as suas necessidades em nutrientes e preferências alimentares para uma vida activa e saudável. O conceito Food Security engloba assim quatro dimensões: disponibilidade, acesso físico e económico, estabilidade dos abastecimentos e do acesso e utilização de alimentos seguros e saudáveis (vertente safety). Assim sendo, segundo Araújo (2007), é apropriado designar, em português, Food Safety para segurança alimentar sanitária e utilizar somente segurança alimentar ao referir o conceito mais abrangente Food Security. Actualmente, nos países desenvolvidos, a segurança alimentar sanitária é a componente da segurança alimentar com maior relevo, contudo as projecções do crescimento mundial, em especial nos países em desenvolvimento, numa altura em que a maior parte da terra fértil está já ocupada e são já graves os problemas decorrentes da intensificação agrícola, levam a pensar que esta vertente irá perder importância. De facto, a energia e a necessidade de manter a terra habitável parecem ser os principais problemas que o Homem terá de enfrentar. Instituto Superior de Agronomia 3

5 A importância da segurança alimentar e a possível redução da sua vertente sanitária poderá significar um agravamento dos problemas alimentares mundiais, torna-se assim obrigatório um estudo concreto sobre as reais causas da fome e problemas associados de modo a encontrar soluções eficazes e viáveis capazes de reduzir o desfasamento cada vez maior entre aqueles que têm a tecnologia, aplicam e progridem e aqueles que não a têm e, por isso, estacionam. (Ferrão, 1990). Instituto Superior de Agronomia 4

6 Panorama Mundial Em cada 3,5 segundos, morre um ser humano à fome. Há 800 milhões de pessoas desnutridas no mundo. 11 mil crianças morrem de fome a cada dia. Um terço das crianças dos países em desenvolvimento apresentam atraso no crescimento físico e intelectual. 1,3 biliões de pessoas no mundo não dispõem de água potável. 40% das mulheres dos países em desenvolvimento são anémicas e encontram-se abaixo do peso sustentável. É impossível ficar indiferente a estes dados. São números assustadores e reais que assombram o Mundo, mas parecem esquecidos no nosso dia-a-dia. É assustador pensar que há pessoas que vivem com menos de um dólar por dia, mas é REAL. Estamos no século XXI e a miséria continua a viver entre nós O direito à alimentação é um dos princípios proclamados em 1948 pela Declaração Universal dos Direitos do Homem. A declaração universal para a eliminação definitiva da fome e da subnutrição adoptada em 1974, declara que cada pessoa tem o direito inalienável de ser libertado da fome e da subnutrição, a fim de se desenvolver plenamente e de conservar as suas faculdades físicas e mentais. A alimentação é um direito consagrado e por esta razão a fome no mundo deveria ser considerado um crime contra a humanidade, mas quem se sentaria no banco dos réus? Segundo o representante especial das Nações Unidas para o Direito à alimentação, Jean Zigler, no planeta é produzido o suficiente para alimentar duas vezes a população existente no mundo, no entanto, a fome continua a ser uma realidade, isto porque o problema está na distribuição, nas condições de acesso a tais alimentos, as quais não são equitativas. No mapa seguinte pode ver-se a proporção de pessoas subnutridas no mundo ( ) Instituto Superior de Agronomia 5

7 Fig. 1 Proporção de subnutridos no mundo A fome está intimamente ligada à pobreza. Ser pobre significa, quase sempre, ser mais vulnerável aos inúmeros perigos que ameaçam a sobrevivência e ter menor resistência às enfermidades físicas. Como facilmente se constata pelo mapa, a região onde se denota uma maior porção de pessoas subnutridas é precisamente em África, o continente mais pobre. Países como a Somália ou República Democrática do Congo chegam a valores da ordem dos 70% de subnutridos. Etiópia, Eritreia, Somália, Quénia, Uganda, Djibouti. A fome que há muito mata nestes países milhões de africanos, já deixou de ser notícia na imprensa internacional. Também na Ásia se verificam valores da ordem dos 70%, principalmente no Afeganistão. Fig 2 -Proporção de subnutridos no continente Africano Já em relação à Europa (fig. 3), os dados são muito diferentes, o que não significa que não existam pessoas subnutridas, ou que não seja motivo para preocupação. O conceito de food security pressupõe que todos os habitantes, em todos os momentos, tenham acesso aos alimentos necessários para levar uma vida sadia e activa, ou seja, não basta que os dados sejam satisfatórios, é necessário que todos possam ter segurança de acesso aos alimentos. E é igualmente importante que o alimento seja suficiente tanto do Instituto Superior de Agronomia 6

8 ponto de vista quantitativo como qualitativo, isto porque a fome pode ser classificada em dois tipos: fome quantitativa e fome qualitativa ou oculta. Enquanto que a fome quantitativa se verifica sempre que o organismo não tem à sua disposição um número mínimo de calorias que lhe permita suportar a vida, a fome qualitativa, ou fome oculta, manifesta-se quando as pessoas comem quantitativamente o suficiente, porém os alimentos ingeridos são deficitários em determinados nutrientes essenciais a boas condições de saúde. Esta fome oculta já se verifica nos países mais ricos como os Estados Unidos da América ou Holanda, visto que cada vez mais se verifica refeições deficitárias, com pouca variedade de alimentos e exagerada em açúcares e gordura. Isto conduz a uma situação paradoxal: pessoas obesas, porém vítimas de fome oculta caracterizada pela carência de nutrientes. Fig. 3 Proporção de subnutridos na Europa No ano 2000, todos os 189 Estados Membros da Assembleia Geral das Nações Unidas propuseram-se a identificar os desafios centrais enfrentados pela Humanidade no limiar do novo milénio e aprovar os denominados Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (MDGs) pela comunidade internacional, a serem atingidos num prazo de 25 anos, que foram estabelecidos na Declaração do Milénio. Foram definidos 8 objectivos: Erradicar a pobreza extrema e a fome; Alcançar a educação primária universal; Promover a igualdade do género e capacitar as mulheres; Reduzir a mortalidade infantil; Melhorar a saúde materna; Combater o HIV/SIDA, a malária e outras doenças; Assegurar a sustentabilidade ambiental e finalmente; Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento. Em relação ao tema que estamos a Instituto Superior de Agronomia 7

9 debater, erradicar a pobreza extrema e a fome, foram estabelecidas 2 metas: Reduzir para metade, entre 1990 e 2015, a proporção de população cujo rendimento é inferior a um dólar por dia; Reduzir para metade, entre 1990 e 2015, a proporção de população afectada pela fome. É importante agir. Em seguida pode ver-se o mapa resumo. Consoante as zonas do planeta onde existem conflitos, mais ou menos graves, as áreas de fome são classificadas em vermelhas (as mais dramáticas), laranjas, amarelas, etc. até chegar às zonas verdes, aquelas em que se considera o problema menos latente. Fig. 4 Fome no Mundo Em conclusão, o mapa mostra o total de subnutridos no planeta. Em pessoas, são subnutridas, ou seja, um total de 16%. Instituto Superior de Agronomia 8

10 Causas da Fome No panorama mundial encontramos cerca de 800 milhões de pessoas desnutridas. Um terço das crianças desnutridas apresenta atraso no crescimento físico e intelectual, sendo que 11 mil morrem, por dia, com fome. Mais de mil milhões de pessoas não tem acesso a água potável, cerca de 2,6 mil milhões não dispõe de saneamento básico, provocando só estas duas últimas causas a morte de uma criança a cada 15 segundos. Existem causas para a realidade que temos apresentado ao longo do trabalho. Primeiro podemos analisar o crescimento populacional, de 1960 a Num intervalo de apenas 40 anos, a população mundial duplicou e a perspectiva de alto crescimento mantém-se nas projecções que são realizadas (Fig.5), havendo uma maior concentração populacional nos países em vias de desenvolvimento (Fig.6), como a China, Índia, ex-federação Russa, países da América Latina, África subsariana (Fig.7) e o Médio Oriente (casos como o Afeganistão, Iraque e Palestina, que pioraram a sua situação devido à guerra). Nestas zonas a necessidade de milhões de pessoas é gritante, em especial nos últimos países referidos. Contudo, e à revelia do que muitas pessoas pensam, o acentuado crescimento da população não é a grande causa da pobreza no mundo, as causas sociais são o grande problema. Dentro das causas sociais podemos destacar: o Os conflitos armados onde é gasto muito dinheiro em armas, há destruição de casas e terrenos de cultivo, provocando disputas pelos poucos recursos disponíveis. o Desigualdades sociais os países onde existe extrema pobreza são geralmente ricos em matérias-primas nos seus territórios, mas esta riqueza é só explorada pelas elites que têm a conivência dos governos. A riqueza está concentrada numa ínfima minoria. o Dívida externa com o agravamento da situação, os países mais pobres têm a tendência de recorrer ao crédito tanto a outros países, como também a instituições bancárias. Essas dívidas vão sendo pagas em tranches e com altos juros. A única forma de liquidar estes empréstimos é utilizar o dinheiro arrecadado com as exportações, chegando a haver casos em que os 40% desmobilizados servem apenas para cobrir os juros do crédito contraído. Há ainda uma fraca dinamização destas economias por parte dos países mais ricos. Actualmente existem muitas multinacionais que apenas se servem dos países mais pobres pela barata mão-de-obra, matérias-primas e energia de valor reduzido. Instituto Superior de Agronomia 9

11 Por fim, temos as causas naturais, que também não podem ser descuradas, muitos países sofrem com frequência catástrofes como as inundações, terramotos, pragas de insectos e secas. Instituto Superior de Agronomia 10

12 Soluções Face a todas estas causas da fome há uma disponibilidade de soluções que podem aliviar esta situação. Como já constatado, o crescimento da população causa diversos problemas a nível dos recursos alimentares, deste modo, a redução desta superpopulação implica a regularização do crescimento demográfico através de um controle da natalidade, fortalecendo programas de planeamento familiar, o acesso aos serviços de saúde e o acesso ao uso de métodos contraceptivos. Ao analisar o mapa (Fig.8) que traduz a percentagem do uso de contraceptivos a nível mundial, é notório o baixo nível da adesão aos contraceptivos na África, por outro lado, é nos países mais desenvolvidos, que prevalecem os valores mais elevados no que diz respeito ao uso dos mesmos, como é o caso do Japão, dos países da América do Norte, da Austrália e da Europa. A quantidade de trigo produzida no mundo de hoje poderia fornecer uma dose diária de dois pães a cada pessoa do planeta. A produção de comida a nível mundial é o suficiente para alimentar 7 biliões de pessoas (e actualmente existem 6 biliões de pessoas no planeta). No entanto, é evidente pelo número de mortes e sofrimento à volta do mundo que a fome ainda existe. O problema reside na distribuição do alimento a nível mundial. A maioria da comida é produzida para os países mais desenvolvidos economicamente e os que realmente necessitam de uma parte dessa produção para resolver os problemas de fome não têm um poder económico suficientemente forte para suportar os preços altos que os produtores estabelecem. Por vezes, nas áreas mais afectadas pela fome, é oferecida comida em forma de ajuda, mas esta é uma solução a curto prazo que não resolve o problema nem o previne a longo prazo. A verdadeira solução para os defeitos da distribuição está em encorajar os governos nacionais e departamentos de estado a subsidiar a compra de comida pelos países mais pobres. Desta maneira, esses países conseguem aumentar as suas reservas de alimento, ao mesmo tempo que os agricultores e produtores conseguem manter preços competitivos nos seus produtos. A guerra é particularmente uma das maiores causas para a fome persistente num país. Verifica-se um elevado investimento em armamento, deste modo, vedar o acesso ás armas seria uma maneira de contornar a situação. Instituto Superior de Agronomia 11

13 As negociações de paz em países afectados pela fome permitem a entrada de apoio em áreas necessitadas e também permitem ao país focar o seu tempo e fundos na resolução dos problemas da fome. A guerra é uma desnecessária actividade que consome recursos que poderiam estar a ser usados no combate contra a fome. No que diz respeito á divida externa, 52 dos países mais pobres do mundo (dos quais 37 são em Africa) devem um total de 376 biliões de dólares. O pagamento destas dívidas diminui o já curto lucro de cada país, deixando-os com uma economia bastante debilitada e impossível tornando contornar os problemas relacionados com fome. O cancelamento destas dívidas daria aos países mais pobres a possibilidade de fortalecerem as suas economias, permitindo o desenvolvimento e importação de tecnologias que dariam um impulso na produtividade da agricultura, resolvendo também o problema do défice de produção de recursos alimentares. Como muitos desses países têm petróleo, gás natural, pedras preciosas e metais, em vez de grandes empresas estrangeiras explorarem esses negócios, eles próprios deviam organizar-se e explorar estas matérias-primas para produzir riqueza e gerar mais impostos. A educação das pessoas provou, também, ser uma grande ajuda para resolver o problema da persistência da fome. Quando a população entende as causas deste problema no seu país, e as soluções que ajudam à sua erradicação, este poderia ser abolido rapidamente. A educação permite-os dispor o seu tempo e energias em projectos mais eficientes que levaram à solução do problema. Um país exemplo é a China, onde as pessoas foram alertadas para as consequências do crescimento da população e para as maneiras de o abrandar, através da educação. Por outro lado, um excelente exemplo do desenvolvimento das tecnologias e do seu uso no campo da produção de alimento é a Biotecnologia com vista a modificar geneticamente alimentos, numa tentativa de aumentar as colheitas e a qualidade dos alimentos. Contudo a solução mais eficiente a curto prazo seria redistribuir os alimentos de que se dispõe, até porque o efeito dos transgénicos na saúde ainda é desconhecido. Instituto Superior de Agronomia 12

14 Conclusão: Conforme se pode constatar a principal causa da fome não é a sobrepopulação mas sim os problemas de causas sociais como os conflitos, a dívida externa e as graves desigualdades sociais, sem esquecer o efeito negativo que por vezes os países desenvolvidos têm nos países mais carenciados. Como já foi referido existem alimentos suficientes para alimentar toda a população mundial no entanto existe um grave problema de distribuição de bens, longe de ser resolvido. Existem várias soluções possíveis mas nem sempre parecem viáveis no panorama actual, tendo em conta as possíveis contrapartidas (e existe o risco dos países em desenvolvimento ficarem dependentes a vários níveis dos países desenvolvidos). O uso dos transgénicos é uma das soluções que tem sido muito debatido, contudo a falta de certeza sobre o impacto ambiental na biodiversidade e na vida humana são ainda desconhecidos, o que mais uma vez nos leva a concordar que a melhor forma de minimizar os efeitos da fome seria a redistribuição dos recursos. De facto enquanto persistir falta de vontade por parte dos países desenvolvidos e o conflito de interesses pelo qual se rege o sistema político jamais será possível resolver o problema da fome, pois existirão sempre dois mundos: o mundo dos que possuem toda a tecnologia ao seu dispor e se desenvolvem e o mundo dos que quase nada têm e ficam dependentes dos primeiros. Instituto Superior de Agronomia 13

15 Anexos Causas da Fome Fig.5 Evolução da População mundial Fig.7 África subsariana Fig.6 População por país Instituto Superior de Agronomia 14

16 Instituto Superior de Agronomia 15

17 Anexos Soluções Fig.8 Taxa de uso de métodos contraceptivos a nível mundial. Instituto Superior de Agronomia 16

18 Referências bibliográficas o Araújo, M Safety e Security. Conceitos diferentes. Segurança Alimentar e Qualidade Alimentar. Nº3: 62-63pp. Disponível em: <http://www.infoqualidade.net/sequali/pdf-sequali-03/page% pdf>. Acesso em: 18 de Março; o FAO Nutrition. Le Défi Mondial. Rome, FAO, 32 pp; o FAO. Mapa da fome do mundo Disponível em: <http://www.feedingminds.org/info/worldmap_pt.htm>. Acesso em: 17 de Março 2008; o Ferrão, J.E.M A Fome no Mundo Causas e Soluções, Lisboa, Oficinas Gráficas da Editorial do Ministério da Educação, 48 pp; o Fontes, Carlos. Pobreza e Fome no Mundo. Disponível em: <http://confrontos.no.sapo.pt/page4.html>. Acesso em: 14 de Março de 2008; o Garuti, Alberto. Fome no Mundo um problema sem solução? Disponível em: <http://www.pime.org.br/mundoemissao/fomesolucao.htm>. Acesso em: 14 de Março de 2008; o LUSA. Uma criança morre em cada 15 segundos devido a falta de água e saneamento. Disponível em: <http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/2542e27c5e7608d37fb537.html>. Acesso em: 22 de Março de 2008; o Rio, Pedro Jorge da Encarnação Alimentação: Aproveitamento de recursos alternativos na África Subsariana. Relatório do trabalho de fim de curso de Engenharia Agronómica, Lisboa, Instituto Superior de Agronomia/Universidade Técnica de Lisboa, 4, 5, 11, 16 pp; o S., Juliana O.; T., Samuel. Por que os alimentos transgênicos não vão acabar com a fome no mundo. Disponível em: <http://www.amaranthus.esalq.usp.br/transgenico.htm>. Acesso em: 14 de Março de 2008; o U.N. Development Group. Reduzir a fome pela metade está ao nosso alcance. Disponível em: <http://www.pnud.org.br/milenio/ft1.php>. Acesso em: 20 de Março de 2008 o U.S. Census Bureau. World Population Information. Disponível em: <http://www.census.gov/ipc/www/idb/worldpopinfo.html>. Acesso em: 18 de Março de 2008; o Wikipedia. Demografia.Disponível em: <http://en.wikipedia.org/wiki/demography>. Acesso em: 18 de Março de 2008; o Wikipedia. Population density. Disponível em: <http://en.wikipedia.org/wiki/population_density>. Acesso em: 18 de Março de 2008; o World Food Programme. Hunger in the Developing World. Disponível em: <http://www.wfp.org/country_brief/hunger_map/map/hungermap_popup/ma p_popup.html>. Acesso em: 16 de Março de Instituto Superior de Agronomia 17

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