Fiscalização de Agrotóxicos e Afins no Estado de São Paulo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fiscalização de Agrotóxicos e Afins no Estado de São Paulo"

Transcrição

1 Fiscalização de Agrotóxicos e Afins no Estado de São Paulo Jaguariúna, SP Junho de 2009 Davi Carvalho de Souza Engenheiro Agrônomo Fiscal Federal Agropecuário

2 BRASIL LEGISLAÇÃO FEDERAL DE AGROTÓXICOS Lei 7.802/89 Lei 9.974/00 DECRETO 4.074/02 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA LEGISLAÇÃO ESTADUAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - IBAMA MINISTÉRIO DA SAÚDE - ANVISA

3 LEGISLAÇÃO BÁSICA Lei 7802/1989 e Decreto 4074/2002: CONCEITO DE AGROTÓXICOS E AFINS: PRODUTOS E AGENTES DE PROCESSOS FÍSICOS, QUÍMICOS OU BIOLÓGICOS,......destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou plantadas, e de outros ecossistemas e de ambientes urbanos, hídricos e industriais,......cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna, a fim de preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos,......bem como as substâncias e produtos empregados como desfolhantes, dessecantes, estimuladores e inibidores de crescimento.

4 LEGISLAÇÃO BÁSICA Decreto 4074/2002 e divisão de competências 1. Fiscalização Federal MAPA, ANVISA e IBAMA a) estabelecimentos de produção, importação e exportação b) produção, importação e exportação c) coleta de amostras para análise de controle ou de fiscalização d) resíduos de agrotóxicos e afins em produtos agrícolas e de seus subprodutos e) uso de agrotóxicos e afins em tratamentos quarentenários e fitossanitários realizados no trânsito internacional de vegetais e suas partes

5 LEGISLAÇÃO BÁSICA Decreto 4074/2002 e divisão de competências 1. Fiscalização Estadual agricultura, saúde e meio ambiente a) uso e consumo dos produtos agrotóxicos e afins; b) estabelecimentos de comercialização, de armazenamento e de prestação de serviços c) devolução e destinação adequada de embalagens de agrotóxicos, seus componentes e afins d) transporte de agrotóxicos e afins em sua jurisdição e) coleta de amostras para análise de fiscalização; f) armazenamento, transporte, reciclagem, reutilização e inutilização de embalagens vazias g) resíduos de agrotóxicos e afins em produtos agrícolas e seus subprodutos

6 ORGANOGRAMA - MAPA SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA - SDA DFIA DIPOV DSV CSM CFIC COORDENAÇÃO GERAL DE AGROTÓXICOS E AFINS SFA - SP DIVISÃO TÉCNICA SERVIÇO FISCALIZAÇÃO AGROPECUÁRIA

7 LEGISLAÇÃO BÁSICA FISCALIZAÇÃO FEDERAL DE AGROTÓXICOS EM SÃO PAULO 1. ESTABELECIMENTOS PRODUTORES, IMPORTADORES E EXPORTADORES 2. ANUÊNCIA PRÉVIA AO EMBARQUE PARA IMPORTAÇÃO DE AGROTÓXICOS 3. CREDENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE ESTAÇÕES EXPERIMENTAIS 4. EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TRATAMENTOS FITOSSANITÁRIOS E QUARENTENÁRIOS

8 UNIVERSO DE AÇÃO FISCALIZAÇÃO FEDERAL DE AGROTÓXICOS - UF:SP Estabelecimentos produtores importadores e exportadores Estações Experimentais Empresas de tratamento fitossanitário e quarentenário

9 UNIVERSO DE AÇÃO FISCALIZAÇÃO FEDERAL DE AGROTÓXICOS - UF:SP Agrotóxicos registrados por empresas sediadas em SP Requerimentos de importação de agrotóxicos / ano

10 LEGISLAÇÃO BÁSICA FISCALIZAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS PRODUTORES, IMPORTADORES E EXPORTADORES: 1. FISCALIZAÇÃO DOCUMENTAL: CERT. REGISTRO DE PRODUTO (ALTERAÇÕES NO D.O.U.) CÓPIA DE BULA E RÓTULO APROVADOS CONTROLE DE ESTOQUE (LIVRO OU ELETRÔNICO) CONTROLE DE QUALIDADE CERTIFICADOS DE ANÁLISE NOTAS FISCAIS REQUERIMENTO DE IMPORTAÇÃO DESPACHO ADUANEIRO

11 FISCALIZAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS PRODUTORES, IMPORTADORES E EXPORTADORES: CONTROLE DE QUALIDADE DE AGROTÓXICOS QUANTIDADE DECLARADA I.A. (g/kg ou g/l) > a a a 100 < 25 LIMITES ACEITÁVEIS DE DIFERENÇA 25 unidades 5% 6% 10% 15% Portaria 45 (10/12/90) Decreto 4074/2002, Art. 69:...todo estabelecimento destinado à produção e importação de agrotóxicos seus componentes e afins deverá dispor de unidade de controle de qualidade próprio... 1 É facultado as empresas... realizarem o controle de qualidade em laboratórios oficiais ou privados...

12 LEGISLAÇÃO BÁSICA FISCALIZAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS PRODUTORES, IMPORTADORES E EXPORTADORES: 2. FISCALIZAÇÃO FÍSICA: EMBALAGEM VAZAMENTO RESISTÊNCIA DO MATERIAL PRESENÇA DE LACRE NOME DO REGISTRANTE E ADVERTÊNCIA QUANTO AO NÃO REAPROVEITAMENTO DA EMBALAGEM ESCRITOS DE MANEIRA INDELÉVEL E IRREMOVÍVEL BULA APENSADA EM CADA UNIDADE

13 FISCALIZAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS PRODUTORES, IMPORTADORES E EXPORTADORES: 2. FISCALIZAÇÃO FÍSICA: ROTULAGEM MARCA COMERCIAL COMPOSIÇÃO: IA / CONC. QUANTIDADE Nº REGISTRO NO MAPA NOME, ENDEREÇO, CNPJ e Nº REGISTRO DO PRODUTOR - IMPORTADOR FORMULADOR NÚMERO DO LOTE: NÚMERO ANO QUANTIDADE DATA DE FABRICAÇÃO E VENCIMENTO

14 FISCALIZAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS PRODUTORES, IMPORTADORES E EXPORTADORES: 2. FISCALIZAÇÃO FÍSICA: COLETA DE AMOSTRAS CONTROLE DE QUALIDADE DE AGROTÓXICOS QUANTIDADE DECLARADA I.A. (g/kg ou g/l) > a a a 100 < 25 LIMITES ACEITÁVEIS DE DIFERENÇA 25 unidades 5% 6% 10% 15% Portaria 45 (10/12/90)

15 ART. 17 DA LEI 7802/1989 LEGISLAÇÃO BÁSICA SANÇÕES ADMINISTRATIVAS I - Advertência; II - Multa de até (mil) vezes o maior valor da referência - mvr, aplicável em dobro em caso de reincidência III - Condenação de produto IV - Inutilização de produto V - Suspensão de autorização, registro ou licença

16 ART. 17 DA LEI 7802/1989 LEGISLAÇÃO BÁSICA SANÇÕES ADMINISTRATIVAS VI - Cancelamento de autorização, registro ou licença VII - Interdição temporária ou definitiva de estabelecimento VIII - Destruição de vegetais, partes de vegetais e alimentos, com resíduos acima do permitido IX - Destruição de vegetais, partes de vegetais e alimentos, nos quais tenha havido aplicação de agrotóxicos de uso não autorizado, a critério do órgão competente

17 LEGISLAÇÃO BÁSICA SANÇÕES Art. 15 da Lei 7802/1989 Aquele que produzir, comercializar, transportar, aplicar ou prestar serviço na aplicação de agrotóxicos, seus componentes e afins, descumprindo as exigências estabelecidas nas leis e nos seus regulamentos, ficará sujeito à pena de reclusão de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, além da multa de 100 (cem) a (mil) MVR. Em caso de culpa, será punido com pena de reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos, além da multa de 50 (cinqüenta) a 500 (quinhentos) MVR.

18 FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS BIOLÓGICOS Uso de produtos biológicos para controle de pragas: Diminuição do uso de pesticidas convencionais São específicos e de rápida decomposição São menos tóxicos que os pesticidas convencionais Demanda de políticas públicas: Agricultura Orgânica e Produção Integrada Exigências de países importadores: LMR internacionalmente aceitos

19 FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS BIOLÓGICOS IRREGULARES PREVARICAÇÃO RETARDAR OU DEIXAR DE PRATICAR, INDEVIDAMENTE, ATO DE OFÍCIO, OU PRATICÁ-LO CONTRA DISPOSIÇÃO EXPRESSA DE LEI, PARA SATISFAZER INTERESSE OU SENTIMENTO PESSOAL. ART. 21 CÓDIGO PENAL DESCONHECIMENTO DA LEI É INESCUSÁVEL

20 FISCALIZAÇÃO FÍSICA: FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS BIOLÓGICOS IRREGULARES INEXISTÊNCIA DE CONTROLE DE QUALIDADE (CONTAGEM DE ESPOROS, CÉLULAS, COLÔNIAS E AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE) AUSÊNCIA DE MICROSCÓPIO, LUPA OU EQUIPAMENTO PARA CONTROLE DE QUALIDADE FALTA DE ASSEPSIA NO PREPARO DO SUBSTRATO E REPICAGEM DO MICRORGANISMO AUSÊNCIA DE LOCAL APROPRIADO, CÂMARA ASSÉPTICA E MATERIAL PARA MULTIPLICAÇÃO DO MICRORGANISMO FALTA DE CONTROLE E RASTREABILIDADE DOS LOTES PRODUZIDOS NÃO HÁ CONTROLE DO MATERIAL PRODUZIDO, AMOSTRA DE CONTROLE DE QUALIDADE E GARANTIA DO PRODUTO UTILIZAÇÃO DE ISOLADOS / MATERIAL GENÉTICO DE PROCEDÊNCIA DESCONHECIDA

21 1. FISCALIZAÇÃO FÍSICA: FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS BIOLÓGICOS IRREGULARES FALTA DE CONTROLE E RASTREABILIDADE DOS LOTES PRODUZIDOS NÃO HÁ CONTROLE DO MATERIAL PRODUZIDO, AMOSTRA DE CONTROLE DE QUALIDADE E GARANTIA DO PRODUTO

22

23 FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS BIOLÓGICOS IRREGULARES QUESTÕES RELACIONADAS AO REGISTRO: REGULAMENTAÇÃO DO REGISTRO PUBLICADA EM 2006: INC 02 (PROD. BIOLÓGICOS) E INC 03 (PROD. MICROBIOLÓGICOS) 2009: GRANDE NÚMERO DE EMPRESAS PÚBLICAS E PRIVADAS IRREGULARES* NO PAÍS (*SEM PRODUTOS REGISTRADOS) ART. 9º DA LEI : SIMPLIFICAÇÃO DO REGISTRO DE INSUMOS PARA AGRICULTURA ORGÂNICA: Toxicidade e periculosidade ambiental são inerentes ao produto Eficácia agronômica é premissa básica para o registro

24 FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS BIOLÓGICOS IRREGULARES IMPORTÂNCIA DO REGISTRO: Produtos registrados no Brasil (Agrofit: Semioquímicos: 34 ingredientes ativos e 47 produtos formulados Agentes biológicos de controle: 2 ingredientes ativos e 0 formulados Agentes microbiológicos de controle: 6 ingredientes ativos e 13 formulados Total: 42 ingredientes ativos e 60 produtos formulados De acordo com a EPA, os Estados Unidos possuiam, em 2001, 195 ingredientes ativos e 780 produtos registrados

25 FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS BIOLÓGICOS IRREGULARES IMPORTÂNCIA DO REGISTRO: DIREÇÃO GERAL DE SAÚDE E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR UNIÃO EUROPÉIA DG SANCO APRESENTAÇÃO DO CONTROLE DE RESÍDUOS DA UNIÃO EUROPÉIA A TÉCNICOS BRASILEIROS: CAMPINAS, SP MAIO/2009 JAN VAN DER BLOM COEXPHAL (Associação das empresas colhedoras e exportadoras de produtos hortifrutícolas de Almeria) Dar prioridade ao registro de inseticidas microbiológicos Controle biológico de pragas do pimentão: Organizar a importação e comércio de fauna auxiliar Concentração total de resíduos reduziu de 0,3 ppm ( ) a 0,05 ppm ( ) UE: registro de inimigos naturais desde 2002 Transição do Controle Químico para o Controle Biológico

26 FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS BIOLÓGICOS IRREGULARES IMPORTÂNCIA DO REGISTRO: DIREÇÃO GERAL DE SAÚDE E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR UNIÃO EUROPÉIA DG SANCO JAN VAN DER BLOM COEXPHAL (Associação das empresas colhedoras e exportadoras de produtos hortifrutícolas de Almeria) Controle biológico Tuta Absoluta Novidade: Trichogramma achaeae Nesidiocoris tenuis

27 MUITO OBRIGADO! Davi Carvalho de Souza Serviço de Fiscalização Agropecuária Superintendência Federal de Agricultura de São Paulo Contato:

XXX Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas Curitiba/PR, 23 de agosto de 2016

XXX Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas Curitiba/PR, 23 de agosto de 2016 PAINEL Aspectos Regulatórios da Área de Agrotóxicos: Processo de Reavaliação de Herbicidas no Brasil Avaliação e Reavaliação de Herbicidas: como funciona e o que o MAPA pode fazer. XXX Congresso Brasileiro

Leia mais

Vantagens do registro de produtos biológicos de controle de pragas. Exigências legais do MAPA. Jaguariúna SP junho de 2009

Vantagens do registro de produtos biológicos de controle de pragas. Exigências legais do MAPA. Jaguariúna SP junho de 2009 Vantagens do registro de produtos biológicos de controle de pragas Exigências legais do MAPA Jaguariúna SP junho de 2009 REGULAMENTAÇÃO Histórico da Legislação 1934: Decreto que aprova o Regulamento de

Leia mais

Registro de Agrotóxicos no Brasil

Registro de Agrotóxicos no Brasil Produtos Fitossanitários Registro de Agrotóxicos no Brasil HELEN CALAÇA 02/08/2016 O que é um agrotóxico? Produtos correlatos Impurezas FORMULAÇÃO INGREDIENTE ATIVO Produto Formulado Produto Comercial

Leia mais

1. OBJETIVO 2. CAMPO DE APLICAÇÃO

1. OBJETIVO 2. CAMPO DE APLICAÇÃO 1. OBJETIVO Estabelecer os critérios para utilização e preenchimento das planilhas de controle da comercialização de agrotóxicos (desinfestantes de uso profissional e fitossanitários), seus componentes

Leia mais

Registro e Fiscalização de Agrotóxicos e Afins

Registro e Fiscalização de Agrotóxicos e Afins Registro e Fiscalização de Agrotóxicos e Afins Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins Departamento de Fiscalização de Insumos Agrícolas Secretaria de Defesa Agropecuária Luís Eduardo Pacifici Rangel

Leia mais

NOTA TÉCNICA 04/2016 Esclarecimentos sobre capina química em ambiente urbano de intersecção com outros ambientes.

NOTA TÉCNICA 04/2016 Esclarecimentos sobre capina química em ambiente urbano de intersecção com outros ambientes. NOTA TÉCNICA 04/2016 Esclarecimentos sobre capina química em ambiente urbano de intersecção com outros ambientes. Gerência Geral de Toxicologia - GGTOX Gerência de Saneantes - GESAN Diretoria de Autorização

Leia mais

Insumos Naturais: conceitos de registro e controle de qualidade. Luís Eduardo Pacifici Rangel Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins

Insumos Naturais: conceitos de registro e controle de qualidade. Luís Eduardo Pacifici Rangel Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins Insumos Naturais: conceitos de registro e controle de qualidade. Luís Eduardo Pacifici Rangel Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins A Origem do Controle Parte do processo evolutivo da agricultura. Primeiros

Leia mais

Avaliação ambiental e a atuação do IBAMA no registro de agrotóxicos

Avaliação ambiental e a atuação do IBAMA no registro de agrotóxicos INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS VEIS - IBAMA Avaliação ambiental e a atuação do IBAMA no registro de agrotóxicos Reunião da Câmara Temática de Insumos Agropecuários

Leia mais

1. PÁTIO DE LAVAGEM 2. RESERVATÓRIO DE DECANTAÇÃO 3. CONJUNTO MOTOBOMBA 4. OZONIZADOR (1g de ozônio/hora) 5. RESERVATORIO DE OXIDAÇÃO (500 L PVC) 6.

1. PÁTIO DE LAVAGEM 2. RESERVATÓRIO DE DECANTAÇÃO 3. CONJUNTO MOTOBOMBA 4. OZONIZADOR (1g de ozônio/hora) 5. RESERVATORIO DE OXIDAÇÃO (500 L PVC) 6. Defensivos Agrícolas, Produtos Fitossanitários, Agrotóxicos ou Pesticidas? FCA / UNESP Campus de Botucatu DPV Defesa Fitossanitária raetano@fca.unesp.br TERMINOLOGIA Agrotóxicos: Lei dos Agrotóxicos 7.802/89

Leia mais

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Fiscalização de atividades com organismos geneticamente modificados 15 Artigo Técnico 2 Fiscalização de Atividades

Leia mais

Receituário Agronômico. Aspectos legais e a fiscalização

Receituário Agronômico. Aspectos legais e a fiscalização Receituário Agronômico Aspectos legais e a fiscalização CONFEA / CREA O CONSELHO FEDERAL Órgão regulador das profissões. A ele compete baixar as Resoluções e demais normativos que dão corpo ao exercício

Leia mais

LEGISLAÇÃO: MARCO REGULATÓRIO PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES NO BRASIL

LEGISLAÇÃO: MARCO REGULATÓRIO PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES NO BRASIL LEGISLAÇÃO: MARCO REGULATÓRIO PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES NO BRASIL Júlio César Garcia Fiscal Federal Agropecuário LASO/LANAGRO/MG José Maurício Pereira Fiscal Federal Agropecuário UTRA/LRV/SDFA/MG Piracicaba/SP

Leia mais

PAINEL Produtos (princípios ativos) reavaliados pela ANVISA, IBAMA e MAPA. XXXV Ciclo de Reuniões da CSM/PR Foz do Iguaçú/PR, 24 de agosto de 2016

PAINEL Produtos (princípios ativos) reavaliados pela ANVISA, IBAMA e MAPA. XXXV Ciclo de Reuniões da CSM/PR Foz do Iguaçú/PR, 24 de agosto de 2016 PAINEL Produtos (princípios ativos) reavaliados pela ANVISA, IBAMA e MAPA XXXV Ciclo de Reuniões da CSM/PR Foz do Iguaçú/PR, 24 de agosto de 2016 RESUMO Legislação Federal de Agrotóxicos Necessidade do

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989

LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989 LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989 Dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização,

Leia mais

O Paradoxo do Controle fitossanitário: conceito legal e prático. Luís Eduardo Pacifici Rangel Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins

O Paradoxo do Controle fitossanitário: conceito legal e prático. Luís Eduardo Pacifici Rangel Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins O Paradoxo do Controle fitossanitário: conceito legal e prático. Luís Eduardo Pacifici Rangel Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins A Origem do Controle Parte do processo evolutivo da agricultura. Primeiros

Leia mais

Art. 5º A SDA manifestar-se-á dentro do prazo máximo de 15 (quinze) dias corridos da data de recebimento da solicitação de autorização.

Art. 5º A SDA manifestar-se-á dentro do prazo máximo de 15 (quinze) dias corridos da data de recebimento da solicitação de autorização. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 15 DE MARÇO DE 2013 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

Comércio Internacional de Sementes e Mudas

Comércio Internacional de Sementes e Mudas Comércio Internacional de Sementes e Mudas CAMILA DOS SANTOS VIEIRA AUDITORA FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIA SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS AGRÍCOLAS SEFIA/DDA/SFA-PR Panorama do Estado do Paraná - 2017

Leia mais

CÂMPUS DE JABOTICABAL FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOSSANIDADE

CÂMPUS DE JABOTICABAL FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOSSANIDADE unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CÂMPUS DE JABOTICABAL FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOSSANIDADE Ecotoxicologia dos Agrotóxicos e Saúde Ocupacional 1a. Aula - Conceitos

Leia mais

FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO CURSO DE FORMAÇÃO SEGUNDA ETAPA CADERNO DE PROVA. CONCURSO PÚBLICO (Aplicação: 19/1/2002) CARGO: ÁREA: VEGETAL

FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO CURSO DE FORMAÇÃO SEGUNDA ETAPA CADERNO DE PROVA. CONCURSO PÚBLICO (Aplicação: 19/1/2002) CARGO: ÁREA: VEGETAL CONCURSO PÚBLICO (Aplicação: 19/1/2002) CARGO: FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO SEGUNDA ETAPA CURSO DE FORMAÇÃO CADERNO DE PROVA ÁREA: VEGETAL LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES NO VERSO. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 18, DE 13 DE MAIO DE 2008

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 18, DE 13 DE MAIO DE 2008 Instrução Normativa Nº 18, DE 13 DE MAIO DE 2008 Situação: Vigente Publicado no Diário Oficial da União de 14/05/2008, Seção 1, Página 14 Ementa: Estabelece os procedimentos para importação de animais

Leia mais

LEI 7.802, DE 11 DE JULHO DE

LEI 7.802, DE 11 DE JULHO DE LEI N o 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989 Dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização,

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.289, DE 7 DE JULHO DE 1999 Dispõe sobre a inspeção e fiscalização sanitária e industrial dos produtos de origem animal no Estado do Acre e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

Leia mais

Impactos do uso de Produtos Veterinários e de Alimentos para Animais na produção de alimentos seguros

Impactos do uso de Produtos Veterinários e de Alimentos para Animais na produção de alimentos seguros Impactos do uso de Produtos Veterinários e de Alimentos para Animais na produção de alimentos seguros MARCOS VINÍCIUS DE S. LEANDRO Jr. Médico Veterinário Fiscal Federal Agropecuário Ministério da Agricultura,

Leia mais

DEFENSIVOS PARA GRAMADOS

DEFENSIVOS PARA GRAMADOS LEGISLAÇÃO E REGISTRO DE DEFENSIVOS PARA GRAMADOS Prof. Dr. Carlos Gilberto Raetano FCA/UNESP Campus de Botucatu Depto. Produção Vegetal Defesa Fitossanitária Raetano@fca.unesp.br LEGISLAÇÃO - AGROTÓXICOS

Leia mais

Descarte de Medicament os. Responsabilidade compartilhada

Descarte de Medicament os. Responsabilidade compartilhada Descarte de Medicament os Responsabilidade compartilhada Descarte de Medicamentos Aspectos gerais Situação atual... No Brasil ainda não se tem uma regulamentação específica no âmbito nacional relacionada

Leia mais

CADASTRO TÉCNICO FEDERAL DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS E UTILIZADORAS DE RECURSOS AMBIENTAIS

CADASTRO TÉCNICO FEDERAL DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS E UTILIZADORAS DE RECURSOS AMBIENTAIS CADASTRO TÉCNICO FEDERAL DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS E UTILIZADORAS DE RECURSOS AMBIENTAIS Lei 6.938/81 Política Nacional de Meio Ambiente INSTRUMENTOS CADASTRO TÉCNICO FEDERAL DE ATIVIDADES

Leia mais

LEI Nº 7.889, DE 23 DE NOVEMBRO DE 1989

LEI Nº 7.889, DE 23 DE NOVEMBRO DE 1989 LEI Nº 7.889, DE 23 DE NOVEMBRO DE 1989 DISPÕE SOBRE A INSPEÇÃO SANITÁRIA E INDUSTRIAL DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Art. 1º A prévia inspeção sanitária e industrial dos produtos

Leia mais

Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia ADAB

Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia ADAB Ag ên cia Est ad u al d e D ef es a Ag ro p e cu ári a d a B ah ia AD AB Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia ADAB PORTARIA N.º 408 DE 23 DE NOVEMBRO DE 2016 O DIRETOR

Leia mais

A Proteção de Dados Como Incentivo à Inovação na Defesa Vegetal

A Proteção de Dados Como Incentivo à Inovação na Defesa Vegetal A Proteção de Dados Como Incentivo à Inovação na Defesa Vegetal José Eduardo Vieira de Moraes ANDEF Associação Nacional de Defesa Vegetal São Paulo, 25 de agosto de 2014 Desafios Por que Precisamos das

Leia mais

Fiscalização de Produtos para Alimentação Animal

Fiscalização de Produtos para Alimentação Animal Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Superintendência Federal de Agricultura em Mato Grosso do Sul Serviço de Fiscalização de Insumos Pecuários Fiscalização de Produtos para Alimentação

Leia mais

Rastreabilidade e recall no mundo das frutas e hortaliças frescas

Rastreabilidade e recall no mundo das frutas e hortaliças frescas Rastreabilidade e recall no mundo das frutas e hortaliças frescas Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade, Pesquisa e Desenvolvimento da CEAGESP 24 de novembro de 2015 Frutas e hortaliças frescas

Leia mais

LEI Nº DE 20 DE NOVEMBRO DE 2001

LEI Nº DE 20 DE NOVEMBRO DE 2001 LEI Nº 1.017 DE 20 DE NOVEMBRO DE 2001 Dispõe sobre produção, comercialização, transporte, armazenamento e uso de agrotóxicos, seus componentes e afins no Estado de Rondônia, revoga a Lei nº 693, de 27

Leia mais

MISTURAS DE DEFENSIVOS

MISTURAS DE DEFENSIVOS MISTURAS DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS EM TANQUE Ac. Albert Kenji Hirose Ac. André Hiroshi Kobayashi Ac. Fausto Nimer Terrabuio Ac. Gustavo Takeshi Hacimoto INTRODUÇÃO Misturas em tanque associações de dois

Leia mais

NORMAS PARA INSPEÇÃO EM ESTABELECIMENTO DE PROCESSAMENTO MÍNIMO NO ESTADO DE SÃO PAULO

NORMAS PARA INSPEÇÃO EM ESTABELECIMENTO DE PROCESSAMENTO MÍNIMO NO ESTADO DE SÃO PAULO NORMAS PARA INSPEÇÃO EM ESTABELECIMENTO DE PROCESSAMENTO MÍNIMO NO ESTADO DE SÃO PAULO Eng o. Agr o. Paulo Fernando de Brito Defesa Sanitária Vegetal Secretaria de Agricultura e Abastecimento Coordenadoria

Leia mais

Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil

Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil Seminário Legislação de Agrotóxicos, Receituário Agronomico, Comercialização e Uso - Aspectos Técnicos e Legais Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil Engº Agrº Júlio Sérgio

Leia mais

Instrução Normativa Conjunta IBAMA/ANVISA/SDA Nº 2 DE 14/12/2015

Instrução Normativa Conjunta IBAMA/ANVISA/SDA Nº 2 DE 14/12/2015 Instrução Normativa Conjunta IBAMA/ANVISA/SDA Nº 2 DE 14/12/2015 Publicado no DO em 21 dez 2015 Autoriza o uso de brometo de metila no Brasil exclusivamente em tratamento fitossanitário com fins quarentenários

Leia mais

ANEXO I. (Identificação do órgão fiscalizador na Unidade Federativa) IDENTIFICAÇÃO DO FISCALIZADO INSCRIÇÃO/CREDENCIAMENTO NO RENASEM Nº:

ANEXO I. (Identificação do órgão fiscalizador na Unidade Federativa) IDENTIFICAÇÃO DO FISCALIZADO INSCRIÇÃO/CREDENCIAMENTO NO RENASEM Nº: (Brasão do órgão fiscalizador) ANEXO I (Identificação do órgão fiscalizador na Unidade Federativa) TERMO DE FISCALIZAÇÃO / (n /ano) IDENTIFICAÇÃO DO FISCALIZADO NOME/RAZÃO SOCIAL: INSCRIÇÃO/CREDENCIAMENTO

Leia mais

DECRETO Nº 4.074, DE 4 DE JANEIRO DE 2002.

DECRETO Nº 4.074, DE 4 DE JANEIRO DE 2002. DECRETO Nº 4.074, DE 4 DE JANEIRO DE 2002. Regulamenta a Lei n o 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento,

Leia mais

4. O Chefe do SVA/UVAGRO divulgará em edital, na sede da Unidade, o horário regulamentar para recebimento e entrega de documentos.

4. O Chefe do SVA/UVAGRO divulgará em edital, na sede da Unidade, o horário regulamentar para recebimento e entrega de documentos. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 26, DE 20 DE AGOSTO DE 2010 (*) O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da

Leia mais

Resolução nº 55 de 17/03/2005 / ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária (D.O.U. 21/03/2005)

Resolução nº 55 de 17/03/2005 / ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária (D.O.U. 21/03/2005) Resolução nº 55 de 17/03/2005 / ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária (D.O.U. 21/03/2005) Fica estabelecidos, por meio do presente regulamento, os requisitos mínimos relativos à obrigatoriedade,

Leia mais

Ministério da Saúde AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Ministério da Saúde AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Ministério da Saúde AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 99 DE 30 DE DEZEMBRO DE 2008(*) Dispõe sobre controle de importações e exportações de substâncias

Leia mais

RESÍDUO DE AGROTÓXICOS EM GRÃOS: POSSÍVEIS BARREIRAS PARA A COMERCIALIZAÇÃO XXXVI REUNIÃO DE PESQUISA DE SOJA LONDRINA/PR

RESÍDUO DE AGROTÓXICOS EM GRÃOS: POSSÍVEIS BARREIRAS PARA A COMERCIALIZAÇÃO XXXVI REUNIÃO DE PESQUISA DE SOJA LONDRINA/PR RESÍDUO DE AGROTÓXICOS EM GRÃOS: POSSÍVEIS BARREIRAS PARA A COMERCIALIZAÇÃO XXXVI REUNIÃO DE PESQUISA DE SOJA LONDRINA/PR - 2017 SUMÁRIO 1. Introdução 2. Base Legal e Histórico de Ocorrências 3. Cadastro

Leia mais

1. OBJETIVO 2. CAMPO DE APLICAÇÃO E VIGÊNCIA

1. OBJETIVO 2. CAMPO DE APLICAÇÃO E VIGÊNCIA 1. OBJETIVO Estabelecer critérios, definições e condições gerais para concessão do CERTIFICADO DE REGISTRO PARA COMERCIALIZAÇÃO DE AGROTÓXICOS E AFINS para empresas de comercialização de agrotóxicos (fitossanitários,

Leia mais

Qualidade de Insumos Pecuários

Qualidade de Insumos Pecuários Qualidade de Insumos Pecuários Aspectos Legais e Boas Práticas na Fabricação e Comercialização 19/09/2016 Principais não conformidades encontradas durante a fiscalização Rogério dos Santos Lopes Auditor

Leia mais

terceiros, quando autorizados por meio de ato publicado pelo MAPA no Diário Oficial da União (DOU). Art. 5ºPara produto formulado pronto para a venda,

terceiros, quando autorizados por meio de ato publicado pelo MAPA no Diário Oficial da União (DOU). Art. 5ºPara produto formulado pronto para a venda, Instrução Normativa MAPA Nº19 DE 08/07/2013 (Federal) Data D.O.: 11/07/2013 O Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no uso das atribuições que lhe conferem

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 321, DE 11 DE SETEMBRO DE 2009

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 321, DE 11 DE SETEMBRO DE 2009 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 321, DE 11 DE SETEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA

Leia mais

Testes de Diagnóstico

Testes de Diagnóstico INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA agrinov.ajap.pt Coordenação Técnica: Associação dos Jovens Agricultores de Portugal Coordenação Científica: Miguel de Castro Neto Instituto Superior de Estatística

Leia mais

PROCEDIMENTOS CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS NO ESTADO DO PARANÁ. São Paulo, 04 de novembro de 2004

PROCEDIMENTOS CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS NO ESTADO DO PARANÁ. São Paulo, 04 de novembro de 2004 PROCEDIMENTOS CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS NO ESTADO DO PARANÁ São Paulo, 04 de novembro de 2004 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Resolução CONAMA Nº 264/99, dispõe sobre o co-processamento de resíduos sólidos; Resolução

Leia mais

LEI DE PENALIDADES: O PODER SANCIONADOR ULTRAPASSANDO OS OBJETIVOS EDUCATIVOS.

LEI DE PENALIDADES: O PODER SANCIONADOR ULTRAPASSANDO OS OBJETIVOS EDUCATIVOS. LEI DE PENALIDADES: O PODER SANCIONADOR ULTRAPASSANDO OS OBJETIVOS EDUCATIVOS. OBJETIVOS DA SANÇÃO ADMINISTRATIVA AS SANÇÕES SÃO UM MEIO E NÃO UMA FINALIDADE. O ADMINISTRADOR DEVE CONSIDERAR O INTERESSE

Leia mais

Vigilância Sanitária - ANVISA

Vigilância Sanitária - ANVISA UNINASSAU Centro Universitário Maurício de Nassau Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva Constituição Federal, 1988 Art. 200 Ao Sistema Único de Saúde compete, além de outras atribuições, nos

Leia mais

Desafios Regulatórios na Distribuição de Combustíveis

Desafios Regulatórios na Distribuição de Combustíveis Desafios Regulatórios na Distribuição de Combustíveis O ABASTECIMENTO NO BRASIL Considerado de importância estratégica, o abastecimento nacional de combustíveis é declarado como de utilidade pública pela

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 29 DE JANEIRO DE 2007.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 29 DE JANEIRO DE 2007. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 29 DE JANEIRO DE 2007. O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

DECRETO 4.074, DE 4 DE JANEIRO DE

DECRETO 4.074, DE 4 DE JANEIRO DE DECRETO N o 4.074, DE 4 DE JANEIRO DE 2002 Regulamenta a Lei n o 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento,

Leia mais

PRINCIPAIS NORMATIVOS PERTINENTES AO SISTEMA CONFEA/CREA S. Leis, decretos, resoluções, atos do CREA/PB.

PRINCIPAIS NORMATIVOS PERTINENTES AO SISTEMA CONFEA/CREA S. Leis, decretos, resoluções, atos do CREA/PB. PRINCIPAIS NORMATIVOS PERTINENTES AO SISTEMA CONFEA/CREA S Leis, decretos, resoluções, atos do CREA/PB. LEIS Lei Nº 11000 (15/12/2004) Ementa: Altera dispositivos da Lei nº 3.268, de 30 de setembro de

Leia mais

MEMÓRIA DA REUNIÃO DO COMITÊ DE OLERÍCOLAS, FLORES E ORNAMENTAIS ABCSEM/ABRASEM

MEMÓRIA DA REUNIÃO DO COMITÊ DE OLERÍCOLAS, FLORES E ORNAMENTAIS ABCSEM/ABRASEM MEMÓRIA DA REUNIÃO DO COMITÊ DE OLERÍCOLAS, FLORES E ORNAMENTAIS ABCSEM/ABRASEM Data: 04 de dezembro de 2015 Horário: das 10:00h às 12:00h Local: sede da ABCSEM Participantes: Alécio / Syngenta; Adriana

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 25, DE 15 DE ABRIL DE 2003

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 25, DE 15 DE ABRIL DE 2003 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 25, DE 15 DE ABRIL DE 2003 As importações de vegetais, seus produtos, derivados e partes, subprodutos,

Leia mais

ANEXO CAPÍTULO II DAS ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS DOS PRODUTOS. Seção I Da Natureza Física

ANEXO CAPÍTULO II DAS ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS DOS PRODUTOS. Seção I Da Natureza Física ANEXO DEFINIÇÕES E NORMAS SOBRE AS ESPECIFICAÇÕES E AS GARANTIAS, AS TOLERÂNCIAS, O REGISTRO, A EMBALAGEM E A ROTULAGEM DOS CORRETIVOS DE ACIDEZ, CORRETIVOS DE ALCALINIDADE, CORRETIVOS DE SODICIDADE E

Leia mais

A Defesa fitossanitária Brasileira e o Comércio Internacional de Material Propagativo: Análise Empresarial

A Defesa fitossanitária Brasileira e o Comércio Internacional de Material Propagativo: Análise Empresarial Workshop: Trânsito Internacional de Material Propagativo A Defesa fitossanitária Brasileira e o Comércio Internacional de Material Propagativo: Análise Empresarial Eng.ª Agr.ª Adriana Pontes Vice-Presidente

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 567, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2010

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 567, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2010 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 567, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2010 Nota: Portaria em Consulta Pública O SECRETÁRIO SUBSTITUTO DE DEFESA AGROPECUÁRIA,

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: ANTEPROJETO DE LEI Dispõe sobre o cadastro, a avaliação e o controle de substâncias químicas industriais. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte

Leia mais

II - marcas comerciais registradas que utilizam o ingrediente ativo, os números de seus registros e seus respectivos titulares; e

II - marcas comerciais registradas que utilizam o ingrediente ativo, os números de seus registros e seus respectivos titulares; e INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 17, DE 29 DE MAIO DE 2009 O Presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso V, art.

Leia mais

IMPORTÂNCIA DO PAPEL DO MAPA NO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SEMENTES

IMPORTÂNCIA DO PAPEL DO MAPA NO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SEMENTES IMPORTÂNCIA DO PAPEL DO MAPA NO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SEMENTES LEGISLAÇÃO BASE: LEI Nº 10.711/2003 DECRETO Nº 5.153/2004 (aprova o Regulamento da Lei) INSTRUÇÕES NORMATIVAS MAPA Nº 09/2005; 15/2005; 30/2008;

Leia mais

Biosseguridade Nacional contra PEDv:

Biosseguridade Nacional contra PEDv: Biosseguridade Nacional contra PEDv: Evitando o ingresso de doenças exóticas no Brasil. Alberto Gomes da Silva Junior Médico Veterinário - Fiscal Federal Agropecuário Chefe da Divisão de Trânsito Internacional

Leia mais

LEGISLAÇÕES ESPECÍFICAS (VIGILÂNCIA SANITÁRIA)

LEGISLAÇÕES ESPECÍFICAS (VIGILÂNCIA SANITÁRIA) LEGISLAÇÕES ESPECÍFICAS (VIGILÂNCIA SANITÁRIA) (Técnico Administrativo/ANVISA/CESPE/2016): Após comprovação de fabricação e comercialização do produto água sanitária sem registro, notificação ou cadastro

Leia mais

LEGISLAÇÃO PARA COLETA DE SEMENTES E PRODUÇÃO DE MUDAS NATIVAS

LEGISLAÇÃO PARA COLETA DE SEMENTES E PRODUÇÃO DE MUDAS NATIVAS LEGISLAÇÃO PARA COLETA DE SEMENTES E PRODUÇÃO DE MUDAS NATIVAS Bárbara França Dantas Pesquisadora da Embrapa Semiárido De acordo com FERNANDA YONEYA (O Estado de São Paulo de 21 de setembro de 2011), mesmo

Leia mais

Produtos Químicos Controlados Implicações Jurídicas e Responsabilidades

Produtos Químicos Controlados Implicações Jurídicas e Responsabilidades Produtos Químicos Controlados Implicações Jurídicas e Responsabilidades Emerenciano, Baggio e Associados Advogados Todos os direitos reservados Renata Franco de Paula Gonçalves Moreno Objeto Polícia Federal

Leia mais

Notas: Aprovada pela Deliberação CECA n , de 20 de fevereiro de 1991 Publicada no DOERJ de 26 de fevereiro de 1991

Notas: Aprovada pela Deliberação CECA n , de 20 de fevereiro de 1991 Publicada no DOERJ de 26 de fevereiro de 1991 DZ-1905.R-2 - DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO DE ATIVIDADES DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS AGROTÓXICOS, PRODUTOS DOMISSANITÁRIOS DE USO PROFISSIONAL E PRODUTOS AFINS Notas:

Leia mais

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 25, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005,

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 25, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005, SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 25, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005, O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO (MAPA), O DIRETOR-PRESIDENTE

Leia mais

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO Agência para a Promoção de Investimento e Exportações MANUAL DO EXPORTADOR Procedimentos Administrativos Luanda, 10 de Julho de 2015 INDICE I. INTRODUÇÃO 2 II. PREAMBULO...2 III.

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 30, DE 27 DE SETEMBRO DE 1999

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 30, DE 27 DE SETEMBRO DE 1999 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 30, DE 27 DE SETEMBRO DE 1999 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO

Leia mais

AÇÕES DE EDUCAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE PREVENÇÃO À MONILÍASE NO ESTADO DA BAHIA

AÇÕES DE EDUCAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE PREVENÇÃO À MONILÍASE NO ESTADO DA BAHIA AÇÕES DE EDUCAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE PREVENÇÃO À MONILÍASE NO ESTADO DA BAHIA Joaquim Raimundo Nunes Marinho - Engº Agrº Fiscal Federal Agropecuário MAPA/SFA-BA/UTRA-ITABUNA PERÍODO DE 2001 A 2006 INTRODUÇÃO

Leia mais

Resíduos eletro-eletrônicos. Identificação de Gargalos e Oportunidades na Gestão Adequada

Resíduos eletro-eletrônicos. Identificação de Gargalos e Oportunidades na Gestão Adequada Resíduos eletro-eletrônicos Identificação de Gargalos e Oportunidades na Gestão Adequada Junho de 2009 Alguns Modelos utilizados no mundo: Modelo Responsabilidade ampliada do Produtor - responsabiliza

Leia mais

PREZADOS (AS) SENHORES (AS):

PREZADOS (AS) SENHORES (AS): PREZADOS (AS) SENHORES (AS): PARA EFEITO DE ATUALIZAÇÃO, INFORMAMOS QUE NO MÊS DE JANEIRO/2015, FORAM PUBLICADAS AS SEGUINTES NORMAS: NBR 7503:2015 (N81307) - MA / SS / QL / SCL ESPECIFICA AS CARACTERÍSTICAS

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.336, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2001. Institui Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e

Leia mais

Departamento de Sanidade Vegetal DSV. Análise de Risco de Pragas

Departamento de Sanidade Vegetal DSV. Análise de Risco de Pragas Departamento de Sanidade Vegetal DSV Análise de Risco de Pragas Análise de risco de pragas Organização Mundial do Comércio OMC Acordo sobre Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS) Convenção

Leia mais

Instrumentos de trabalho na visa. Prof. Ismar Araujo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia da UFF Médico Veterinário S/SUBVISA-RIO

Instrumentos de trabalho na visa. Prof. Ismar Araujo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia da UFF Médico Veterinário S/SUBVISA-RIO Instrumentos de trabalho na visa Prof. Ismar Araujo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia da UFF Médico Veterinário S/SUBVISA-RIO Leis e decretos federais Leis e decretos estaduais Leis e

Leia mais

Lei 6.433/77, Artigo 10, Inciso XIX. Lei 6.433/77, TÍTULO I - DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES - Art São infrações sanitárias, Inciso IV.

Lei 6.433/77, Artigo 10, Inciso XIX. Lei 6.433/77, TÍTULO I - DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES - Art São infrações sanitárias, Inciso IV. Nível: Médio Área: Agente de Vigilância Sanitária QUESTÃO 39 Situação: Procedente Questão 39 - Na prova para Agente de Vigilância Sanitária, de nível médio, menciona: A infração que é sujeita a pena de

Leia mais

Regimes Aduaneiros Especiais - Introdução

Regimes Aduaneiros Especiais - Introdução Regimes Aduaneiros Especiais - Introdução Marcelo Alvares Vicente Advogado, Professor universitário Mestre em Direito Tributário pela PUC/SP Despachante aduaneiro credenciado 8ª RF/RFB 1 Regimes aduaneiros

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 25, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 25, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO

Leia mais

NORMA INTERNACIONAL DE MEDIDA FITOSSANITÁRIA - NIMF N. 15, DA FAO. CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE EMBALAGENS E SUPORTES

NORMA INTERNACIONAL DE MEDIDA FITOSSANITÁRIA - NIMF N. 15, DA FAO. CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE EMBALAGENS E SUPORTES NORMA INTERNACIONAL DE MEDIDA FITOSSANITÁRIA - NIMF N. 15, DA FAO. CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA. ALTERAÇÕES DA LEGISLAÇÃO FITOSSANITÁRIA BRASILEIRA A Norma Internacional

Leia mais

Controle administrativo no comércio exterior

Controle administrativo no comércio exterior Controle administrativo no comércio exterior O que é o controle administrativo Controle exercido com o objetivo de verificar a consonância da operação pretendida em relação às normas comerciais, técnicas,

Leia mais

Deliberação Normativa COPAM nº..., de... de...

Deliberação Normativa COPAM nº..., de... de... 1 Deliberação Normativa COPAM nº..., de... de... Dispõe sobre a utilização da areia descartada de fundição na produção de artefatos de concreto sem função estrutural. O Conselho Estadual de Política Ambiental

Leia mais

Instrução Normativa Nº 1, de 10 de setembro de 2002

Instrução Normativa Nº 1, de 10 de setembro de 2002 Instrução Normativa Nº 1, de 10 de setembro de 2002 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 83, inciso IV,

Leia mais

Departamento de Operações de Comércio Exterior DECEX

Departamento de Operações de Comércio Exterior DECEX Departamento de Operações de Comércio Exterior DECEX Controle Administrativo no Comércio Exterior São Paulo, 18 de setembro de 2013 Controle administrativo 1. O que é o controle administrativo? 2. Aspectos

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL Instrução Normativa nº 1.456, de 10.03.14 DOU-1, de 11.03.14. SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL Altera a Instrução Normativa SRF nº 611, de 18 de janeiro de 2006, que dispõe sobre a utilização de

Leia mais

ANEXO I ANEXO II RELATÓRIO ANUAL DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES FLORESTAIS ANEXO III

ANEXO I ANEXO II RELATÓRIO ANUAL DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES FLORESTAIS ANEXO III * Saldo = produção do ano - (comercializada + plantio próprio + outros destinos) ANEXO I Produtor: RELATÓRIO ANUAL DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORE S TA I S Ano de produção:

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 25, DE 27 DE JUNHO DE 2017

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 25, DE 27 DE JUNHO DE 2017 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 25, DE 27 DE JUNHO DE 2017 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições

Leia mais

Proposições Legislativas que alteram a Lei nº 7.802, de 1989 Lei dos Agrotóxicos. Marcus Peixoto Consultor Legislativo

Proposições Legislativas que alteram a Lei nº 7.802, de 1989 Lei dos Agrotóxicos. Marcus Peixoto Consultor Legislativo Proposições Legislativas que alteram a Lei nº 7.802, de 1989 Lei dos Agrotóxicos Marcus Peixoto Consultor Legislativo Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989 Conhecida como Lei dos Agrotóxicos, dispõe sobre:

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 45, DE 2 DE OUTUBRO DE 2013 (*)

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 45, DE 2 DE OUTUBRO DE 2013 (*) ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 45, DE 2 DE OUTUBRO DE 2013 (*) (Republicado

Leia mais

A POLÍTICA DE AGROTÓXICOS NO ESTADO DO CEARÁ AÇÕES E DESAFIOS

A POLÍTICA DE AGROTÓXICOS NO ESTADO DO CEARÁ AÇÕES E DESAFIOS A POLÍTICA DE AGROTÓXICOS NO ESTADO DO CEARÁ AÇÕES E DESAFIOS Petrolina Pernambuco 09 a 11/04/2013 MARCOS TEMÁTICOS 1. Plano Estadual de Ação Conjunta em Agrotóxicos 2. Marco Legal: Revisão da Lei Estadual

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Lei 12.305 de 2 de agosto de 2010 - dispõe sobre: - princípios, objetivos e instrumentos; - diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos

Leia mais

Cadastro Técnico Federal

Cadastro Técnico Federal MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - MMA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Cadastro Técnico Federal Ações de Controle do Comércio de Substâncias Destruidoras da Camada de

Leia mais

Recolhimento e Destinação de Embalagens de Sementes Tratadas. Edivandro Seron

Recolhimento e Destinação de Embalagens de Sementes Tratadas. Edivandro Seron Recolhimento e Destinação de Embalagens de Sementes Tratadas Edivandro Seron Foz do Iguaçu, 25 de agosto de 2016 Aplicação da Legislação Lei nº 7.802 de 11 de julho de 1989 Decreto nº 4.074 de 4 de janeiro

Leia mais

Cadastro Técnico Federal

Cadastro Técnico Federal Cadastro Técnico Federal Bruno Buys Mariana Nakashima Apresentação do CTF CTF/AIDA; CTF/APP. Obrigações decorrentes de inscrição no CTF/APP Legislação; TCFA e entrega de relatórios. Regularização junto

Leia mais

LISTA PRELIMINAR DOS TEMAS DA AGENDA REGULATÓRIA (54 temas/102 subtemas)

LISTA PRELIMINAR DOS TEMAS DA AGENDA REGULATÓRIA (54 temas/102 subtemas) CONTROLE ADMINISTRATIVO ALIMENTOS LISTA PRELIMINAR DOS TEMAS DA AGENDA REGULATÓRIA 2015-2016 (54 temas/102 subtemas) Temas Migrados da AR 2013-2014 Processos em Andamento - Fora da AR 2013/2014 Novos Temas

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA. Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Divisão de Controle da Poluição Industrial FEPAM

GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA. Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Divisão de Controle da Poluição Industrial FEPAM GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Divisão de Controle da Poluição Industrial FEPAM LEI FEDERAL 6938/81 DECRETO FEDERAL 99274/90 BASE PARA GESTÃO AMBIENTAL obrigatoriedade

Leia mais

Ministério do Comércio

Ministério do Comércio Ministério do Comércio Comércio precário Decreto Executivo n. 43/00 de 2 de Junho O Decreto n.º 29, de 2 de Junho de 2000, estabelece o comércio precário como uma das modalidades do exercício da actividade

Leia mais

Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação. Módulo Uva, Vinhos e Derivados. Sisdevin. Bento Gonçalves, 19 de dezembro de 2016.

Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação. Módulo Uva, Vinhos e Derivados. Sisdevin. Bento Gonçalves, 19 de dezembro de 2016. Módulo Uva, Vinhos e Derivados Sisdevin Bento Gonçalves, 19 de dezembro de 2016. FEA, Eng. Agr. Fabíola Boscaini Lopes Desde 2007 - SIGA - PTV - Exploração/espécie animal - Propriedades rurais (vegetal

Leia mais

Decreto n.º 4.793/91 de 05 de novembro de CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Art. 2º - Para os efeitos deste regulamento, entende-se por:

Decreto n.º 4.793/91 de 05 de novembro de CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Art. 2º - Para os efeitos deste regulamento, entende-se por: Decreto n.º 4.793/91 de 05 de novembro de 1991. Regulamenta a Lei n.º 224 de 26 de 26 de dezembro de 1990, que dispõe sobre a produção, a embalagem, o transporte, o armazenamento, a inspeção, a fiscalização

Leia mais