Sabemos que afogamentos são constantes em praias, rios e até mesmo em piscinas, principalmente no verão.

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1 7.0 AFOGAMENTO: Sabemos que afogamentos são constantes em praias, rios e até mesmo em piscinas, principalmente no verão. Calor e água combinam perfeitamente, mas o que costuma estragar essa harmonia são as imprudências dos banhistas. Segundo o Corpo de Bombeiros, o afogamento é a segunda causa de óbitos em jovens e adultos, só perdendo para os acidentes de trânsito. O consumo de álcool e de outras drogas está entre os principais motivos de afogamento, e não é difícil de entender o porquê: o indivíduo perde a percepção do local e dos perigos que corre, dificultando uma reação rápida caso caia em um buraco ou seja levado por uma onda. Além disso, o banhista pode vomitar, e isso acelera o afogamento. Se você presenciar algum afogamento, chame rapidamente um salva-vidas, pois o salvamento aquático é de alto risco e exige treinamento e preparo físico. Se não houver um salva-vidas por perto, é preciso manter a calma e ajudar com recursos como bóias, cordas e pedaços de madeira. A tentativa de salvamento só deve ser feita por alguém que saiba nadar e tenha boa resistência física, juntamente com outra pessoa para auxiliar. Enquanto um conversa com a vítima, tentando

2 7.01 PROCEDIMENTO Após retirar a vítima da água, é necessário: Posicioná-la deitada de costas, paralelamente ao mar, de modo que a cabeça fique alinhada com o tórax. (cabeça mais baixa que o corpo) Verificar o ABC da vida, ou seja, avaliar as vias Aéreas, a Boa Respiração e a Circulação. (conforma já vimos na Parada cardiorrespiratória). Caso a vítima apresente uma parada cardiorrespiratória por afogamento, os procedimentos são diferentes da parada cardiorrespiratória que vimos anteriormente. Apesar de a nova norma mundial, não exigir a respiração artificial em reanimação cardiopulmonar desde Para uma suposta vítima de afogamento ou por asfixia a prioridade é para fornecer cerca de 5 ciclos (aproximadamente 2 minutos) de RCP - Reanimação Cardiopulmonar convencionais (incluindo resgate de respiração).

3 A relação entre compressões e ventilações varia segundo a faixa etária da vítima: Adultos: Cada ciclo corresponde a 2 respirações boca-a-boca e 30 massagens cardíacas; Crianças de 0 a 8 anos:1 ventilação e cinco compressões. Maiores de 8 anos:1 ventilação e 15 compressões Técnica de respiração boca-a-boca

4 Manter a cabeçada vítima estendida para trás, sustentando o queixo e mantendo as vias aéreas abertas. Fechar as narinas da vítima. Cobrir toda a boca da vítima com a sua boca e sobrar duas vezes com um intervalo entre as ventilações. Liberar as narinas para que saia o ar que foi insuflado Observar se o tórax da vítima se expande (sobe) enquanto esta recebendo ventilação. Aplicar uma respiração boca a boca a cada 5 ou 6 segundos; Continuar até que a vítima volte a respirar ou o atendimento médico chegue ao local Não tentar retirar água dos pulmões ou do estômago da vítima, tampouco provocar vômito. Se isso ocorrer de forma natural, colocar a vítima de lado para que ela não aspire o vômito para os pulmões. Mantenha a vítima aquecida e encaminhe para a avaliação médica. Ao movimentar ou transportar a vítima, cercar-se de todo o cuidado, imobilizando-a em tábua longa, pois ela pode ter sofrido algum traumatismo na coluna antes do afogamento.

5 No caso de atendimento a um bebê, deve-se cobrir a boca e o nariz com a sua própria boca, para realizar a ventilação.

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