Jornadas da Medicus Mundi: Coordenação no Pais do Fundo Global. Kate Brownlow membro do MCP/NAIMA+

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1 Jornadas da Medicus Mundi: Cooperação no Sector Saúde em Moçambique: Aspectos Contemporâneos Funcionamento do Mecanismo de Coordenação no Pais do Fundo Global Kate Brownlow membro do MCP/NAIMA+

2 O que é o Fundo Global? 1. Mecanismo de financiamento internacional mil milhões de dólares na luta contra SIDA, tuberculose e malária (GF ATM) 2. Parceria entre governos, sociedade civil, sector privado (empresas e fundações) e comunidades afectadas 3. Fundos vêem de +/- 50 países, fundações (IOC, BMGF), indivíduos e eventos; e abastecimentos voluntários periódicos (replenishment) 4. Programmes in over 140 countries; não é agencia implementadora

3 Estrutura: Fundo Global - estrutura Conselho de Direcção Mecanismo de Coordenação adjudica a alocação de de Pais (MCP/CCM) subvenções obrigatório 6 comités de aconselhamento Painel de Revisão Técnica Secretariado (TRP) 5 departamentos revisão de propostas por um (Corporate Service, Finanças, painel independente de peritos Programas Nacionais, Relações na área de saúde Externas e Parcerias, Desempenho Oficial i de Propostas (SA) e Avaliação) Local Funding Agent (LFA) Gestor de Carteiras (FPM) Recipientes Principais e Sub

4 Fundo Global a nível nacional MCP: Mecanismo de Coordenação de Pais

5 MCP Missão etc Uma parceria multissectorial em nível nacional estabelecido em 2002 para coordenar e facilitar as actividades relacionadas às subvenções do Fundo Global em Moçambique. Missão: elaborar propostas, viáveis e apropriadas, para o Fundo Global supervisionar e apoiar a implementação dos programas iniciados pelo MCP e financiados pelo Fundo Global Objectivos: contribuir para a melhoria do desempenho dos diversos programas financiados pelo Fundo Global servir de elo entre os mesmos e os sectores constituintes representados no MCP e os diversos parceiros (stakeholders) no país utilizar as estruturas existentes no sector público, OSC,ONG nacionais e internacionais, o sector privado, e as agências bilaterais e multilaterais, com o objectivo de promover a prestação eficaz e eficiente de serviços, evitar a duplicação de recursos e fortalecer os mecanismos de coordenação entre os diversos grupos no país com interesses no controle das três doenças e fortalecimento de sistemas

6 MCP - Composição O MCP é composto por 19 Membros (titulares com seus suplentes) de 8 sectores: Governo - 6 membros Ministério da Saúde (MISAU) Ministério das Finanças (MF) Ministério da Juventude e do Desporto (MJD) Ministério da Mulher e Acção Social (MMAS) Ministério da Educação e Cultura (MEC) Conselho Nacional de Combate ao SIDA (CNCS) ONG / Organizações de Base Comunitária (OBC) - 2 membros Organizações Baseadas na Fé - 1 membro Pessoas Vivendo com as Doenças - 2 membros Populações Afectadas - 1 membro grupo) Academia - 1 membro Sector Privado - 1 membro Agências de Cooperação ao Desenvolvimento (privadas, bi- e multilaterais) -5 membros

7 MCP - Estrutura t Assembleia Geral Comitê Executivo Secretariado GT Mobilização de Recursos e Elaboração de Propostas GT Supervisão GT Governação, Ética e Conflitos de Interesse

8 Estrutura do MCP Moçambique Fluxograma das Responsabilidades d Assembleia Geral Rede de Suporte Técnico Comitê Executivo GT Mobilização de Recursos e Elaboração de Propostas GT Supervisão GT Governação, Ética e Conflitos de Interesse Secret tariado GT Ad Hoc para Seleção do RP RP 8

9 Funções Gerais do MCP Moçambique 1. Organização e funcionamento do MCP e de seu Secretariado 2. Harmoni- zação das subvenções do FG com outros recursos 3. Elaboração de propostas para a o controle do HIV e SIDA, da TB e da malária 4. Supervisão dos programas implementados pelos Recipientes Pi Principaisi i 5. Documentação e comunicação de informação sobre atividades e programas financiadosi pelo FG 9

10 MCP - Responsabilidades Organização e Harmonização das Elaboração de Supervisão dos funcionamento subvenções do propostas para o projectos FG com outros controle do HIV e do MCP e de seu recursos implementados SIDA, da TB e da Secretariado pelos RP malária aá a 1.1 Elaboração e actualização do Marco Regulatório 1.2 Manutenção e renovação do quadro de Membros do MCP 1.3 Eleições de Presidente e Vice; formação e funcionamento dos GT e da Rede de Suporte Técnico 1.4 Realização de reuniões e cumprimento com os protocolos de comunicação 1.5 Funcionamento do Secretariado do MCP 1.6 Avaliação do desempenho do MCP Identificação de lacunas de cobertura de serviços e de recursos, ou áreas de duplicidade nos programas nacionais 2.2 Integração da subvenção do FG no orçamento nacional 2.3 Harmonização da relatoria ao FG com os demais sistemas de informação nacionais 2.4 Harmonização das aquisições com recursos do FG com demais aquisições 2.5 Disseminação de informação sobre o uso dos recursos para as três doenças 3.1 Funcionamento do GT de Mobilização de Recursos e Elaboração de Propostas 3.2 Organização para a elaboração de propostas 3.3 Elaboração de propostas 3.4 Revisão e aprovação de propostas 3.5 Seleção dos RP 3.6 Preparativos preassinatura 3.7 Preparativos para a Fase 2 e a FCP 4.1. Funcionamento do GT Supervisão 4.2 Recolha de informações sobre o andamento das subvenções por meio de relatórios e demais dados existentes 4.3 Recolha de informações sobre o andamento das subvenções por meio de visitas de campo 4.4 Recolha de informações sobre o andamento das subvenções por meio de investigação de assuntos específ. 4.5 Análise das informações para identificar problemas e obstáculos 4.6 Propósitos de acções para resolver problemas e obstac. 5. Documentação e comunicação sobre atividades financiadas pelo FG 5.1 Definição da estrategia de comunicação 5.2 Comunicação e publicação das atividades do FG e do MCP 5.3 Manutenção, arquivo e circulação das atas de reunião e outros documentos do MCP

11 MCP ciclo de propostas consulta membros e toma decisão de submeter proposta/s lança concurso: notas de interesse forma painel de revisão de propostas e anuncia resultados organiza AT; processo de elaboração inicia-se circulação cu de esboços/reuniões/comentários eu e os endosso, assinatura e envio Respostas pontuais ao oficial de propostas

12 GFATM ciclo de propostas recepção e verificação de propostas oficial de propostas TRP PERGUNTAS E RESPOSTAS Conselho de Direcção: avaliação das recomendações do TRP comunicação dos resultados através do MCP PROPOSTA ACEITE negociação; ajustes; justificações; 10% eficiência c avaliação da instituição/organização pelo LFA assinatura eventual desembolso

13 Prazo das Subvenções Inicialmente todos são para um período de dois anos Se houver progresso adequado no fim dos primeiros dois anos, e se confirma o bom uso do dinheiro a subvenção será renovada para o prazo total (3-5 anos)

14 Os desafios implementação Lentidão e previsibilidade Prazo entre aprovação- assinatura-desembolso Lentidão no desembolso de fundos subvenções existentes Condicionalidades/ condições/précondições Capacidade administrativa volume (enorme e inevitável) de monitoria e papelada capacidade de absorção (estruturas financeiras, administrativas e pessoal)

15 Os desafios o FG Eficácia Crescimento rápido sistemas internos Burocracia Comunicacao interna e externa Faltadepresençafísicano no pais Manutenção e aumento nas doações se não receber fundos suficientes, limita o numero de subvenções aprovadas Fundos verticais para 3 doenças quando os países precisam de um financiamento mais abrangente para a saúde (atenção ao reforço de sistemas da saúde e sociedade civil)

16 Considerações: A explorar mais: Necessidade de conhecer o contexto Analise de lacunas $$$, insumos, programáticas Mapeamento detalhado d Necessidade de trabalhar em parceria e coordenação Parcerias (governo e ONGs) Coordenação / colaboração / negociação (governo e ONGs todos níveis) Colaboração multissectorial MCP/redes Capitalização de voluntarismo de alto nível

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