São Paulo, 16 de setembro de Ilmo. Sr. Ronaldo Mota Sardenberg Presidente ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "São Paulo, 16 de setembro de 2011. Ilmo. Sr. Ronaldo Mota Sardenberg Presidente ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações."

Transcrição

1 São Paulo, 16 de setembro de Ilmo. Sr. Ronaldo Mota Sardenberg Presidente ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações Prezado Senhor, O Idec Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - vem, por meio desta, apresentar suas contribuições à Consulta Pública aberta pela Anatel, que tem como objetivo receber contribuições na proposta de Regulamento de Gestão de Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia. Nesta oportunidade o Idec frisa a relevância do presente regulamento para a expansão da banda larga com parâmetros mínimos de qualidade, de forma que a ampliação do serviço não se resuma à popularização de seus problemas. 1 Infelizmente, assunto de tamanho interesse público teve debate limitado geográfica e temporalmente no âmbito da Agência. Em temas como este não basta a abertura de uma consulta pública e a realização de apenas uma audiência em Brasília. Decisões regulatórias ou regulamentos que atinjam o consumidor deveriam ser objeto de pré-consulta para a elaboração da minuta, bem como para esclarecimentos dos consumidores e entidades acerca do tema. Tal medida seria mais efetiva na diminuição das assimetrias entre usuários e empresas e permanece, com raríssimas exceções, não sendo adotada por esta Agência. As considerações mais específicas acerca da proposta seguem abaixo. Atenciosamente, Lisa Gunn Coordenadora Executiva Veridiana Alimonti Advogada

2 Anexo I - Contribuições para a Proposta de Regulamento de Gestão de Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia A inexistência de um regulamento de qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia em cerca de dez anos da sua prestação é uma lacuna extremamente danosa ao consumidor. As recorrentes reclamações por má prestação do serviço, incluindo descumprimento de prazo para reparo ou instalação e, especialmente, não recebimento da velocidade contratada não encontram solução na regulamentação da Anatel. Embora enquadradas no Código de Defesa do Consumidor, a prática reiterada das empresas de garantir a entrega de apenas 10% da velocidade anunciada e a abusividade dos contratos de prestação de serviço que eximem as empresas da entrega da capacidade contratada não receberam até o momento resposta efetiva da Agência. Ressalte-se que a citada abusividade dos contratos foi constatada pela própria Anatel quando da pesquisa realizada juntamente ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e Inmetro. 2 A aprovação da presente proposta de regulamento é, assim, fundamental para a proteção do consumidor e para a repressão às infrações aos seus direitos, atribuição da Agência segundo o inciso XVII do art. 19 da Lei Geral de Telecomunicações. Diante disto, cumpre salientar que o suficiente cumprimento de tal atribuição implica na definição de critérios objetivos de medição de qualidade e na determinação de mecanismos e índices para acompanhamento público do desempenho das empresas. Implica, ainda, na penalização das operadoras que não observem estes critérios. No que se refere ao desempenho de rede, se há países que optam por apenas divulgar os resultados obtidos para cada indicador, entre eles as velocidades reais atingidas, fiando-se na competição para o aprimoramento dos serviços, este não pode ser o caso do Brasil. A razão é simples: três empresas dominam aproximadamente 80% do mercado e em muitas localidades apenas uma delas oferta o serviço.

3 A transparência é ponto de partida mínimo, considerando o direito básico à informação e à proibição à publicidade enganosa. O imperativo de o consumidor ser informado quanto à recorrente variação de velocidades e outros elementos ligados à conexão não exclui, porém, a fixação de parâmetros de qualidade pelo ente regulador. Tal fixação deve ser acompanhada, ainda, da garantia de que o próprio consumidor possa realizar a medição da qualidade de sua conexão. Quanto à velocidade, é importante garantir que a avaliação inclua também a média mensal e não apenas a velocidade instantânea. A disponibilização do software de medição ao consumidor é instrumento indispensável à efetividade deste regulamento, já que criará condições reais para que o consumidor possa exigir da operadora o cumprimento do que foi contratado, podendo recorrer à Anatel em caso de não atendimento. Se é certo que a Agência terá acesso aos resultados das medições por outros meios, também é certo que a verificação e a cobrança por uma solução dos problemas do consumidor individual em prazo razoável depende deste instrumento. 3 Quanto às metas em si, estabelecidas na presente proposta, o Idec considera de forma geral seus parâmetros suficientes para a avaliação da qualidade do serviço. Com relação aos critérios relativos à velocidade, porém, entendemos que poderiam ser mais elevados já no primeiro ano de sua aplicação, especialmente no que diz respeito à velocidade instantânea exigida. Diante disso, afirmamos a importância de se avançar ou, no mínimo, manter-se os parâmetros aqui previstos na redação final do regulamento. Por fim, o Idec ressalta a relevância da disposição contida no art. 21 da presente proposta, que estabelece o limite de 80% à ocupação dos enlaces da prestadora durante o Período de Maior Tráfego. Feitas estas considerações iniciais, as contribuições detalhadas seguem nos artigos específicos. REGULAMENTO DE GESTÃO DE QUALIDADE DAS PRESTADORAS DO SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA

4 1) Incluir 1º no art. 4º, renumerando-se os demais A publicidade dos resultados prevista no caput não exclui a obrigação de a Anatel divulgar as metas de qualidade previstas neste regulamento em local específico, destacado e de fácil acesso no sítio da Agência. Justificativa: O conhecimento, pelo consumidor, das metas e indicadores de qualidade aos quais as prestadoras estão submetidas incrementa o trabalho da Agência por meio das reclamações e oferece um importante meio de pressão, além da fiscalização e aplicação de sanções, para o cumprimento do que aqui se estabelece. Não basta a divulgação dos resultados, ainda que façam referência aos indicadores, já que os sistemas interativos da Anatel têm operação mais complexa do que a relação simples das metas disponibilizada por meio de um link destacado na home do sítio da Anatel. 2) INCLUIR 2º no art. 4º, renumerando-se os demais No caso de resultados que indiquem o descumprimento das metas estabelecidas, a divulgação prevista no caput deverá indicar os Procedimentos de Apuração de Descumprimento de Obrigação (PADOs) instaurados pela Agência, ou outras providências, incluindo o status atualizado de seu andamento e provendo o acesso on line do conteúdo dos mesmos. 4 Justificativa: A Agência deve dar publicidade não só aos resultados obtidos, mas também às medidas adotadas para coibir e punir o descumprimento das metas estabelecidas. Também, na medida em que os PADOs envolvem a garantia de efetivação dos direitos dos consumidores na prestação do serviço, não há razão que sustente seu sigilo, sendo relevante que se tenha acesso, além do número do PADO e seu status, ao conteúdo do processo. 3) INCLUIR 3º no art. 4º As Prestadoras devem elaborar cartilha informativa acerca da qualidade do SCM, que deve conter, no mínimo: I descrição das metas de qualidade previstas neste Regulamento; e II instruções acerca da obtenção, instalação e utilização do software de medição de que trata o art. 10 deste Regulamento.

5 Justificativa: Mera renumeração em decorrência da inclusão de novos 1º e 2º. 4) INCLUIR inciso III no 3º renumerado III a descrição do sistema de atendimento ao Assinante e o modo de proceder em caso de solicitações ou reclamações. Justificativa: Além das metas e das informações relativas ao software de medição, as cartilhas devem trazer também a descrição do sistema de atendimento ao consumidor e o modo de proceder em caso de reclamações. Isto porque o conhecimento das metas e a utilização do software poderão levar à verificação da má prestação do serviço, devendo o consumidor ser informado de como proceder. 5) INCLUIR 4º no art. 4º 2º A cartilha de que trata o 1º deste artigo deve ser distribuída: I - no momento da contratação do serviço, para Assinantes novos; e II - até o início da exigibilidade das metas, conforme estabelecido no art. 35 deste Regulamento, para os demais Assinantes. 5 Justificativa: Mera renumeração em decorrência da inclusão de novos 1º e 2º. 6) INCLUIR inciso III no 4º renumerado III no Setor de Atendimento da própria Prestadora ou de seu credenciado. Justificativa: Esta cartilha deve estar sempre disponível em local de destaque nos Setores de Atendimento da prestadora. 7) INCLUIR 5º no art. 4º 3º As Prestadoras devem divulgar, em seus sítios na internet, mensalmente e por área de prestação de serviço, os resultados alcançados nos indicadores de qualidade e as respectivas metas. Justificativa: Mera renumeração em decorrência da inclusão de novos 1º e 2º.

6 8) Incluir TRECHO no 4º do art º O software de que trata este artigo deve estar disponível de forma gratuita E COM DESTA- QUE no sítio da Prestadora na Internet. Justificativa: Não basta que o software esteja disponível no site da prestadora, mas que esteja em local de fácil acesso e com destaque, inclusive como forma de divulgação de sua existência. 9) CAPÍTULO V DOS INDICADORES DE REDE A Anatel deveria incluir no regulamento de qualidade parâmetros que comparem a capacidade de tráfego vendida pela Prestadora no varejo com a capacidade de tráfego adquirida por ela no atacado, estabelecendo uma proporção máxima que, se ultrapassada, ensejaria a contratação de mais capacidade de tráfego ou a limitação de vendas no varejo. Justificativa: Sem esses parâmetros, ainda que todos os outros previstos neste regulamento sejam garantidos, o consumidor final enfrentará várias dificuldades no acesso, já que não se estará levando em conta o conjunto do trânsito das operadoras com os outros sistemas autônomos da Internet. 6 10) Incluir TRECHO no art. 23, caput O tempo para o atendimento pela telefonista/atendente em Sistemas de Autoatendimento, quando esta opção for selecionada pelo Assinante, OU PARA A TRANSFERÊNCIA ENTRE ATENDENTES, deve ser de até vinte segundos, em cada PMM, em oitenta e cinco por cento dos casos. Justificativa: Na legislação consumerista, o mesmo tempo de espera que se garante para o primeiro atendimento após a seleção da opção por contato com atendente é assegurado como tempo limite para a transferência entre atendentes. Assim, é necessário que a Agência verifique também o cumprimento desta condição, exigindo para a transferência as mesmas condições que exige para o primeiro atendimento, visto que muitas vezes é naquela que o consumidor termina por esperar mais. 11) Incluir TRECHO na letra A, 3º do art. 23

7 A número total de chamadas atendidas pelas telefonistas/atendentes em até vinte segundos nos Sistemas de Autoatendimento da Prestadora, quando esta opção for selecionado pelo Assinante OU DURANTE TRANSFERÊNCIA ENTRE ATENDENTES, em cada PMM, no mês. Justificativa: Complementando o já exposto, cumpre salientar que o Decreto do SAC (Decreto 6.523/2008) garante 60 (sessenta) segundos como o tempo máximo para transferência entre atendentes, o que deve ser reforçado aqui. 12) Incluir TRECHO na letra B, 3º do art. 23 B número total de tentativas de acesso às telefonistas/atendentes nos Sistemas de Autoatendimento da Prestadora, quando esta opção for selecionado pelo Assinante OU DURANTE TRANSFERÊNCIA ENTRE ATENDENTES, em cada PMM, no mês. Justificativa: Complementando o já exposto, cumpre salientar que o Decreto do SAC (Decreto 6.523/2008) garante 60 (sessenta) segundos como o tempo máximo para transferência entre atendentes, o que deve ser reforçado aqui. 7 13) Incluir CEM e excluir NOVENTA E CINCO do art. 26, caput Todas as solicitações de serviços ou pedidos de informação, excluídas as solicitações de que tratam os arts. 24 e 25 deste Regulamento, recebidos em qualquer Setor de Atendimento e Centros de Atendimento da Prestadora, devem ser respondidos em até cinco dias úteis, contados da data do recebimento da solicitação ou do pedido de informação, em CEM por cento dos casos. Justificativa: De acordo com o Decreto do SAC (Decreto 6.523/2008), todas as informações solicitadas pelo consumidor e reclamações devem ser resolvidas em até cinco dias úteis (Art. 17. As informações solicitadas pelo consumidor serão prestadas imediatamente e suas reclamações, resolvidas no prazo máximo de cinco dias úteis a contar do registro). O regulamento não pode estabelecer um prazo maior, como faz no parágrafo primeiro, e deve ter como parâmetro de qualidade o respeito ao previsto no Decreto em 100% dos casos. 14) EXCLUIR O 1º do art. 26

8 Justificativa: De acordo com o Decreto do SAC (Decreto 6.523/2008), todas as informações solicitadas pelo consumidor e reclamações devem ser resolvidas em até cinco dias úteis (Art. 17. As informações solicitadas pelo consumidor serão prestadas imediatamente e suas reclamações, resolvidas no prazo máximo de cinco dias úteis a contar do registro). O regulamento não pode estabelecer um prazo maior, como faz no parágrafo primeiro, e deve ter como parâmetro de qualidade o respeito ao previsto no Decreto em 100% dos casos. 8

Documento publicado em atenção às determinações constantes da Resolução n.º 574/2011.

Documento publicado em atenção às determinações constantes da Resolução n.º 574/2011. Documento publicado em atenção às determinações constantes da Resolução n.º 574/2011. Cartilha Informativa acerca da Qualidade do SCM (Serviço de Comunicação Multimídia) Documento publicado em atenção

Leia mais

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado)

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado) PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado) Propõe que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle com o auxílio do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público

Leia mais

Regulamento de Gestão da Qualidade do SCM e do SMP. Bruno de Carvalho Ramos Superintendente de Serviços Privados - SPV Anatel

Regulamento de Gestão da Qualidade do SCM e do SMP. Bruno de Carvalho Ramos Superintendente de Serviços Privados - SPV Anatel Regulamento de Gestão da Qualidade do SCM e do SMP Bruno de Carvalho Ramos Superintendente de Serviços Privados - SPV Anatel Brasília/DF Março/2012 Agenda Base Regulatória; GIPAQ; Princípios; Processo

Leia mais

NOVA REGULAMENTAÇÃO DO SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA

NOVA REGULAMENTAÇÃO DO SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA NOVA REGULAMENTAÇÃO DO SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA Luiz Fernando Fauth Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL ibusiness 2011 Curitiba, 24/11/2011 SUMÁRIO Cenário atual do SCM Consulta Pública

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE. Dispõe sobre a regulamentação do serviço de atendimento ao passageiro prestado pelas empresas de transporte aéreo regular. A DIRETORIA DA AGÊNCIA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 196, DE 24 DE AGOSTO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº 196, DE 24 DE AGOSTO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº 196, DE 24 DE AGOSTO DE 2011. Dispõe sobre a regulamentação do serviço de atendimento ao passageiro prestado pelas empresas de transporte aéreo regular. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 5.236, DE 2013 (Do Sr. Jovair Arantes)

PROJETO DE LEI N.º 5.236, DE 2013 (Do Sr. Jovair Arantes) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 5.236, DE 2013 (Do Sr. Jovair Arantes) Acrescenta artigos à Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, para a implantação de medidas que assegurem ampla informação aos

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ATO Nº 62.817, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2006

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ATO Nº 62.817, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2006 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ATO Nº 62.817, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2006 O SUPERINTENDENTE DE SERVIÇOS PÚBLICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso da atribuição que lhe foi conferida

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 581, DE 29 DE OUTUBRO DE 2002

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 581, DE 29 DE OUTUBRO DE 2002 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 581, DE 29 DE OUTUBRO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos aplicáveis ao cumprimento do disposto no "caput" do art. 5º do Regulamento Conjunto

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 190, DE 2011.

PROJETO DE LEI Nº 190, DE 2011. COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI Nº 190, DE 2011. Obriga a prestadora do serviço de banda larga a justificar por escrito ao solicitante o motivo da impossibilidade de instalação do serviço

Leia mais

PLANO GERAL DE METAS DE QUALIDADE PARA O SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO. Capítulo I Das Disposições Gerais

PLANO GERAL DE METAS DE QUALIDADE PARA O SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO. Capítulo I Das Disposições Gerais PLANO GERAL DE METAS DE QUALIDADE PARA O SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO. Capítulo I Das Disposições Gerais Art. 1º Este Plano estabelece as metas de qualidade, a serem cumpridas pelas prestadoras de

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N o 265, de 16 de agosto de 2004.

CIRCULAR SUSEP N o 265, de 16 de agosto de 2004. CIRCULAR SUSEP N o 265, de 16 de agosto de 2004. Disciplina os procedimentos relativos à adoção, pelas sociedades seguradoras, das condições contratuais e das respectivas disposições tarifárias e notas

Leia mais

LEI Nº 8.977, DE 6 DE JANEIRO DE 1995

LEI Nº 8.977, DE 6 DE JANEIRO DE 1995 LEI Nº 8.977, DE 6 DE JANEIRO DE 1995 Dispõe sobre o Serviço de TV a Cabo e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 5 Decreto nº 6.260, de 20 de novembro de 2007 DOU de 20.11.2007 Dispõe sobre a exclusão do lucro líquido, para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 279, DE 2013.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 279, DE 2013. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 279, DE 2013. Dispõe sobre a instituição de ouvidoria pelas sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS Dispõe sobre empréstimo de valores mobiliários por entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários, altera as Instruções CVM nºs 40, de 7 de novembro de 1984 e 310, de 9 de julho

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME DOU de 27/08/2015 (nº 164, Seção 1, pág. 73) GABINETE DA MINISTRA PORTARIA Nº 81, DE 25 DE AGOSTO DE 2015 Altera as Portarias nº 754, de 20 de outubro

Leia mais

Compartilhamento de Postes Resolução Conjunta com ANEEL

Compartilhamento de Postes Resolução Conjunta com ANEEL Compartilhamento de Postes Resolução Conjunta com ANEEL PÓS CONSULTA PÚBLICA Relator Cons. Marcelo Bechara Dezembro 2014 contextualização Cenário Ocupação desordenada dos postes Barreira à entrada para

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004

INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004 Ministério da Fazenda Comissão de Valores Mobiliários INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004 Estabelece normas e procedimentos para a organização e o funcionamento das corretoras de mercadorias. O

Leia mais

Portaria n.º 510, de 13 de outubro de 2015.

Portaria n.º 510, de 13 de outubro de 2015. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 510, de 13 de outubro de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

Qualidade da Banda Larga Fixa (SCM) Relatório de Indicadores de Desempenho Operacional

Qualidade da Banda Larga Fixa (SCM) Relatório de Indicadores de Desempenho Operacional Qualidade da Banda Larga Fixa (SCM) Relatório de Indicadores de Desempenho Operacional 2014 Superintendência de Controle de Obrigações - SCO Gerência de Controle de Obrigações de Qualidade - COQL Brasília,

Leia mais

REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO

REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO INDICE 1. OBJETIVO 2. DESTINATÁRIOS 3. REQUISITOS GERAIS DE ACESSO À TIPOLOGIA MICROINVEST 4. MODELO ESPECÍFICO DE APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 5.339, DE 2013

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 5.339, DE 2013 COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 5.339, DE 2013 (Apenso: Projeto de Lei nº 4.865, de 2012) Altera o art. 20 da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, para instituir

Leia mais

Cartilha Informativa sobre o Software de Medição de Qualidade de Conexão

Cartilha Informativa sobre o Software de Medição de Qualidade de Conexão Cartilha Informativa sobre o Software de Medição de Qualidade de Conexão Draft para avaliação 1 de 1 SOFTWARE DE MEDIÇÃO DA QUALIDADE DE CONEXÂO Em cumprimento às obrigações previstas no Regulamento de

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES 1. APRESENTAÇÃO Este relatório é uma síntese da 2ª Reunião Gerencial relativa à avaliação de desempenho das Concessionárias do Serviço Telefônico Fixo Comutado, destinado

Leia mais

Regimento Interno do Comitê de Auditoria

Regimento Interno do Comitê de Auditoria 01. FINALIDADE Art. 1º O Comitê de Auditoria (Coaud) rege-se pela legislação aplicável, pelo Estatuto Social do Banco do Brasil, por seu Regimento Interno e por decisões do Conselho de Administração. Art.

Leia mais

Qualidade dos Serviços de TV por Assinatura Relatório de Indicadores de Desempenho Operacional 2015 1º Semestre

Qualidade dos Serviços de TV por Assinatura Relatório de Indicadores de Desempenho Operacional 2015 1º Semestre Qualidade dos Serviços de TV por Assinatura Relatório de Indicadores de Desempenho Operacional 2015 1º Semestre Superintendência de Controle de Obrigações -SCO Gerência de Controle de Obrigações de Qualidade

Leia mais

São Paulo, 04 de Maio de 2015 Ofício SINOG 022/2015

São Paulo, 04 de Maio de 2015 Ofício SINOG 022/2015 São Paulo, 04 de Maio de 2015 Ofício SINOG 022/2015 À Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos - DIPRO Gerente-Geral de Estrutura e Operação dos Produtos

Leia mais

NORMA SOBRE REGISTRO DE INTENÇÃO DE DOAÇÃO A INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA, UTILIZANDO SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES

NORMA SOBRE REGISTRO DE INTENÇÃO DE DOAÇÃO A INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA, UTILIZANDO SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES NORMA SOBRE REGISTRO DE INTENÇÃO DE DOAÇÃO A INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA, UTILIZANDO SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES 1 - DO OBJETIVO 1.1. Esta Norma tem por objetivo estabelecer condições para prestação

Leia mais

XVII ENCONTRO NACIONAL DE CONSELHOS DE CONSUMIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA

XVII ENCONTRO NACIONAL DE CONSELHOS DE CONSUMIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA XVII ENCONTRO NACIONAL DE CONSELHOS DE CONSUMIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA APRIMORAMENTOS RESOLUÇÃO NORMATIVA 451/2011 VITÓRIA (ES) 26 e 27 de novembro de 2015 OBJETIVO Apresentar as propostas de aperfeiçoamento

Leia mais

SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL

SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL 1 SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL 2 Sumário Conceitos Gerais SCM em Números Proteção e Defesa de Direitos dos Assinantes Regulamentos em Estudo 3 Conceitos Gerais Lei

Leia mais

QUADRO PADRONIZADO PARA APRESENTAÇÃO DE SUGESTÕES E COMENTÁRIOS

QUADRO PADRONIZADO PARA APRESENTAÇÃO DE SUGESTÕES E COMENTÁRIOS QUADRO PADRONIZADO PARA APRESENTAÇÃO DE SUGESTÕES E COMENTÁRIOS Remetente: Signatário: CIRCULAR PROPOSTA SUGESTÃO DE ALTERAÇÃO JUSTIFICATIVA OU COMENTÁRIO CIRCULAR SUSEP N.º de 2004., de Disciplina os

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 010/2009.

CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 010/2009. CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 010/2009. NOME DA INSTITUIÇÃO: COPEL DISTRIBUIÇÃO S.A. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 010/2009 : Contribuições de 12/03/2009

Leia mais

Capítulo I Das Disposições Gerais

Capítulo I Das Disposições Gerais PLANO GERAL DE METAS DA QUALIDADE PARA O SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO Capítulo I Das Disposições Gerais Art. 1º Este Plano estabelece as metas de qualidade a serem cumpridas pelas prestadoras do Serviço

Leia mais

Neutralidade de rede Consulta Pública à sociedade sobre a regulamentação prevista no Marco Civil da Internet Consulta Pública nº 8/2015

Neutralidade de rede Consulta Pública à sociedade sobre a regulamentação prevista no Marco Civil da Internet Consulta Pública nº 8/2015 Neutralidade de rede Consulta Pública à sociedade sobre a regulamentação prevista no Marco Civil da Internet Consulta Pública nº 8/2015 Anatel Junho de 2015 Neutralidade de rede Consulta Pública Anatel

Leia mais

2 O Novo Modelo e os Leilões de Energia

2 O Novo Modelo e os Leilões de Energia 2 O Novo Modelo e os Leilões de Energia 2.1. Breve Histórico da Reestruturação do Setor Elétrico Brasileiro No início da década de 90, o setor elétrico brasileiro apresentava uma estrutura predominantemente

Leia mais

PORTARIA MPS N 170/2012 DE 25 DE ABRIL DE 2012 IMPLEMENTAÇÃO DE COMITÊ DE INVESTIMENTOS E OUTROS CONTROLES

PORTARIA MPS N 170/2012 DE 25 DE ABRIL DE 2012 IMPLEMENTAÇÃO DE COMITÊ DE INVESTIMENTOS E OUTROS CONTROLES NOTA TÉCNICA N.º 008/2012 PORTARIA MPS N 170/2012 DE 25 DE ABRIL DE 2012 IMPLEMENTAÇÃO DE COMITÊ DE INVESTIMENTOS E OUTROS CONTROLES O assunto tratado na presente Nota Jurídica é de fundamental importância

Leia mais

Assunto: Considerações da Petrobras para a Consulta Pública ANEEL 11/2014

Assunto: Considerações da Petrobras para a Consulta Pública ANEEL 11/2014 Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2015. Para: Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Superintendência de Mediação Administrativa, Ouvidoria Setorial e Participação Pública SMA Dr. MARCOS BRAGATTO Assunto:

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS

CÂMARA DOS DEPUTADOS CÂMARA DOS DEPUTADOS Discurso pronunciado pelo deputado VINICIUS CARVALHO (PRB-SP), na Sessão do dia 05 de maio de 2015, no Pequeno Expediente. Sr. Presidente, Srs. Deputados, demais presentes, caros telespectadores

Leia mais

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº, DE 2013

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº, DE 2013 PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº, DE 2013 (Do Sr. CARLOS SOUZA) Susta a aplicação dos artigos 62 e 63 do Regulamento do Serviço Móvel Pessoal SMP, anexo à Resolução nº 477, de 7 de agosto de 2007, da

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DOS ARTIGOS 30 E 31 DA LEI Nº 9.656, DE 1998

REGULAMENTAÇÃO DOS ARTIGOS 30 E 31 DA LEI Nº 9.656, DE 1998 REGULAMENTAÇÃO DOS ARTIGOS 30 E 31 DA LEI Nº 9.656, DE 1998 Dezembro, 2011 Mauricio Ceschin Diretor-Presidente Art. 30 da Lei nº 9.656/98 Art. 30. Ao consumidor que contribuir para produtos de que tratam

Leia mais

EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2015

EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2015 EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2015 1. DO OBJETO 1.1. O presente edital tem por objeto realizar uma chamada pública nacional para seleção de projetos que contribuam para o empoderamento das mulheres

Leia mais

1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015

1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015 1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015 A (DISTRIBUIDORA), nos termos da Portaria do Ministério de Minas e Energia - MME, nº 44, de 10 de março

Leia mais

OUVIDORIA GRUPO CARDIF DO BRASIL REGULAMENTO

OUVIDORIA GRUPO CARDIF DO BRASIL REGULAMENTO OUVIDORIA GRUPO CARDIF DO BRASIL REGULAMENTO Art. 1º - DA CONSTITUIÇÃO 1.1. Pela Diretoria do Grupo Cardif do Brasil ( Grupo Cardif ), composto pelas empresas Cardif do Brasil Vida e Previdência S/A, Cardif

Leia mais

PLANO ALTERNATIVO DE SERVIÇO Fale Light PLANO ALTERNATIVO N 068 - LC

PLANO ALTERNATIVO DE SERVIÇO Fale Light PLANO ALTERNATIVO N 068 - LC PLANO ALTERNATIVO DE SERVIÇO Fale Light PLANO ALTERNATIVO N 068 - LC Empresa Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A. EMBRATEL. Nome do Plano Plano Fale Light PAS 068 Modalidade do STFC Local. Descrição

Leia mais

Cartilha Informativa sobre o Software de Medição de Qualidade de Conexão

Cartilha Informativa sobre o Software de Medição de Qualidade de Conexão Cartilha Informativa sobre o Software de Medição de Qualidade de Conexão Draft para avaliação 1 de 1 SOFTWARE DE MEDIÇÃO DA QUALIDADE DE CONEXÂO Em cumprimento às obrigações previstas no Regulamento de

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 Dispõe sobre a composição, o funcionamento e as atribuições dos Comitês Gestores do Código

Leia mais

Contrato de Adesão CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO (STFC)

Contrato de Adesão CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO (STFC) Contrato de Adesão CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO (STFC) O texto deste Contrato foi submetido à aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, estando sujeito a

Leia mais

Resumo das Interpretações Oficiais do TC 176 / ISO

Resumo das Interpretações Oficiais do TC 176 / ISO Resumo das Interpretações Oficiais do TC 176 / ISO Referência RFI 011 Pergunta NBR ISO 9001:2000 cláusula: 2 Apenas os termos e definições da NBR ISO 9000:2000 constituem prescrições da NBR ISO 9001:2000,

Leia mais

SECRETARÍA DEL MERCOSUR RESOLUCIÓN GMC Nº 26/01 ARTÍCULO 10 FE DE ERRATAS ORIGINAL

SECRETARÍA DEL MERCOSUR RESOLUCIÓN GMC Nº 26/01 ARTÍCULO 10 FE DE ERRATAS ORIGINAL MERCOSUL/GMC/RES. N 56/02 SECRETARÍA DEL MERCOSUR DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO E REVISÃO DE REGULAMENTOS TÉCNICOS MERCOSUL E PROCEDIMENTOS MERCOSUL DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE (REVOGAÇÃO DAS RES. GMC N

Leia mais

Convergência e direito do consumidor. Estela Waksberg Guerrini Idec

Convergência e direito do consumidor. Estela Waksberg Guerrini Idec 1 Convergência e direito do consumidor Estela Waksberg Guerrini Idec Como fica o consumidor no ambiente de convergência, quando a regulação não acompanha as mudanças na oferta de serviços? 2 3 Uma empresa

Leia mais

Regulamento Sobre a Contratação de Serviços e Aquisição de Equipamentos ou Materiais pelas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações

Regulamento Sobre a Contratação de Serviços e Aquisição de Equipamentos ou Materiais pelas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ASSESSORIA TÉCNICA CONSULTA PÚBLICA Nº 118, DE 13 DE ABRIL DE 1999 Regulamento Sobre a Contratação de Serviços e Aquisição de Equipamentos ou Materiais pelas Prestadoras

Leia mais

OS CARTÓRIOS VÃO ACABAR

OS CARTÓRIOS VÃO ACABAR VOCÊ SEMPRE OUVIU DIZER QUE... OS CARTÓRIOS VÃO ACABAR O QUE VOCÊ VAI FAZER A RESPEITO? QUAL O FUTURO DOS REGISTROS PÚBLICOS O QUE QUEREMOS? A QUEM INTERESSA? COMO FAZER? CRISE OPORTUNIDADE Lei nº 11.977,

Leia mais

Apresento a seguir as minhas contribuições para a Audiência Pública em epígrafe.

Apresento a seguir as minhas contribuições para a Audiência Pública em epígrafe. São Paulo, 18 de Março de 2004 Ilmo Sr. Dr Jose Mario Miranda Abdo DD. Diretor Geral da Agencia Nacional de Energia Eletrica Assunto: Contribuições para a Audiência Pública 005_2004 Apresento a seguir

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 25820.005586/20-07 Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Órgão ou entidade recorrido (a): Recorrente: Recurso contra decisão denegatória

Leia mais

Aprova o Regulamento da Central de Intermediação de Comunicação telefônica a ser utilizada por pessoas com deficiência auditiva ou da fala CIC.

Aprova o Regulamento da Central de Intermediação de Comunicação telefônica a ser utilizada por pessoas com deficiência auditiva ou da fala CIC. Resolução nº509/08 ANATEL RESOLUÇÃO No 509, DE 14 DE AGOSTO DE 2008 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Aprova o Regulamento da Central de Intermediação de Comunicação telefônica a ser utilizada por pessoas

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 6.458, DE 2009 (Do Sr. Edmar Moreira)

PROJETO DE LEI N.º 6.458, DE 2009 (Do Sr. Edmar Moreira) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 6.458, DE 2009 (Do Sr. Edmar Moreira) Impõe sanções às seguradoras que praticarem condutas lesivas aos segurados ou terceiros e dá outras providências. DESPACHO:

Leia mais

ANEXO 3 CONDIÇÕES DE COMPARTILHAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA PARA INTERCONEXÃO

ANEXO 3 CONDIÇÕES DE COMPARTILHAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA PARA INTERCONEXÃO ANEXO 3 CONDIÇÕES DE COMPARTILHAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA PARA INTERCONEXÃO 1. CLÁUSULA PRIMEIRA - CONDIÇÕES GERAIS 1.1. A PARTE proprietária dos itens de infra-estrutura cedidos e a PARTE a qual será feita

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 17/2014 Poder Executivo

PROJETO DE LEI Nº 17/2014 Poder Executivo DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, sexta-feira, 21 de março de 2014. PRO 1 Poder Executivo Institui o Programa de Apoio à realização de Grandes Eventos Esportivos no Estado do Rio Grande

Leia mais

SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA

SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA Veja como funciona, como contratar, quais os seus direitos e como reclamar no caso de problemas. COMO FUNCIONA A transmissão pode ser via cabo, satélite ou microonda, sendo

Leia mais

EDITAL Nº 004/2014 SELEÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA

EDITAL Nº 004/2014 SELEÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA EDITAL Nº 004/2014 SELEÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA Chamada para seleção de Projetos para o Edital de Pesquisa e Iniciação Científica da Faculdade Capixaba de Nova Venécia. A Professora

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1 DA OUVIDORIA-GERAL DA UNIÃO DA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO, DE 05 DE NOVEMBRO DE 2014. O Ouvidor-Geral da União, no uso de

Leia mais

M a n u a l d o P r o U n i 2014 P á g i n a 1

M a n u a l d o P r o U n i 2014 P á g i n a 1 M a n u a l d o P r o U n i 2014 P á g i n a 1 O Programa Universidade para Todos (Prouni) foi criado pelo Governo Federal em 2004 e tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais

Leia mais

Passos e Orientações para solicitação de credenciamento como emissor de NF-e. Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo

Passos e Orientações para solicitação de credenciamento como emissor de NF-e. Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Passos e Orientações para solicitação de credenciamento como emissor de NF-e Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Versão 1.0 23/07/2009 Passos e Orientações para solicitação de credenciamento como

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SISTEMA DE BIBLIOTECAS PROCEDIMENTOS PARA COMPRA DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO NA UFPR

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SISTEMA DE BIBLIOTECAS PROCEDIMENTOS PARA COMPRA DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO NA UFPR UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SISTEMA DE BIBLIOTECAS PROCEDIMENTOS PARA COMPRA DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO NA UFPR Para a compra de materiais bibliográficos, primeiramente o solicitante deve possuir o recurso

Leia mais

PLANO ALTERNATIVO DE SERVIÇO NET FONE VIA EMBRATEL PLANO ALTERANTIVO N 036 - LC

PLANO ALTERNATIVO DE SERVIÇO NET FONE VIA EMBRATEL PLANO ALTERANTIVO N 036 - LC PLANO ALTERNATIVO DE SERVIÇO NET FONE VIA EMBRATEL PLANO ALTERANTIVO N 036 - LC Empresa Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A. EMBRATEL. Nome do Plano Plano NET FONE VIA EMBRATEL PAS 036 Modalidade

Leia mais

Disciplina a corretagem de seguros, resseguros, previdência complementar aberta e capitalização e estabelece aplicáveis às operações de seguro,

Disciplina a corretagem de seguros, resseguros, previdência complementar aberta e capitalização e estabelece aplicáveis às operações de seguro, MINUTA DE RESOLUÇÃO CNSP Disciplina a corretagem de seguros, resseguros, previdência complementar aberta e capitalização e estabelece aplicáveis às operações de seguro, resseguro, previdência complementar

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA No-48, DE 10 DE SETEMBRO DE 2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA No-48, DE 10 DE SETEMBRO DE 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA No-48, DE 10 DE SETEMBRO DE 2015 Dispõe sobre o acompanhamento e avaliação da garantia de atendimento dos beneficiários pelas operadoras de planos de assistência à saúde, regulamenta

Leia mais

1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO, CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015.

1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO, CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015. EDITAL 1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO, CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015. A Companhia Energética de Alagoas CEAL, doravante chamada DISTRIBUIDORA, nos termos da Portaria

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 9 1. OBJETIVO: Este procedimento estabelece o processo para concessão, manutenção, extensão e exclusão da certificação de Sistema de Gestão de Segurança da Informação, em conformidade com norma ABNT

Leia mais

Lei nº 14.592, de 19 de outubro de 2011. Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:

Lei nº 14.592, de 19 de outubro de 2011. Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei: Lei nº 14.592, de 19 de outubro de 2011 Proíbe vender, ofertar, fornecer, entregar e permitir o consumo de bebida alcoólica, ainda que gratuitamente, aos menores de 18 (dezoito) anos de idade, e dá providências

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA N 31, DE 31 DE JULHO DE 2009

CONSULTA PÚBLICA N 31, DE 31 DE JULHO DE 2009 CONSULTA PÚBLICA N 31, DE 31 DE JULHO DE 2009 Proposta de Alteração do Regulamento sobre Condições de Uso de 2.690 MHz. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito e Aplicabilidade) 1. O presente regulamento estabelece as regras

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Elaborado por: GT Especial do ABNT/CB-25 Grupo de Aperfeiçoamento do

Leia mais

Proibida a reprodução.

Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS 1 INTRODUÇÃO O objetivo deste documento é o de nortear a atuação dos Analistas de Valores Mobiliários em consonância a Instrução CVM nº

Leia mais

Plano de Melhorias da Infraestrutura de Rede das Operadoras de Telefonia Móvel

Plano de Melhorias da Infraestrutura de Rede das Operadoras de Telefonia Móvel Plano de Melhorias da Infraestrutura de Rede das Operadoras de Telefonia Móvel Agência Nacional de Telecomunicações Anatel Brasília/DF 08/2012 Reclamações ARU Anatel Diferença percentual entre a pior

Leia mais

05) Um mesmo assinante poderá ter em casa o acesso normal do STFC e o AICE? - O assinante poderá ter somente um AICE e poderá ter outro plano.

05) Um mesmo assinante poderá ter em casa o acesso normal do STFC e o AICE? - O assinante poderá ter somente um AICE e poderá ter outro plano. 01) O que é AICE? Significa Acesso Individual Classe Especial. É um Plano básico e com regulamentação própria (Regulamentado pela Resolução Nº 586, da ANATEL, de 05 de abril de 2012). Modalidade de telefonia

Leia mais

Tutorial de Utilização do AMBIENTE DE CREDENCIAMENTO DE SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS. Área de Operações Indiretas - AOI

Tutorial de Utilização do AMBIENTE DE CREDENCIAMENTO DE SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS. Área de Operações Indiretas - AOI Tutorial de Utilização do AMBIENTE DE CREDENCIAMENTO DE SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS Área de Operações Indiretas - AOI SUMÁRIO 1 ENTRADA NO SISTEMA... 1 2 UTILIZAÇÃO DO AUTOSERVIÇO DE TROCA DE SENHAS... 7 3 MODALIDADES

Leia mais

Infra-estrutura para inovação e desenvolvimento

Infra-estrutura para inovação e desenvolvimento Infra-estrutura para inovação e desenvolvimento Painel: Telecomunicações, acessibilidade, TICs e inovação As telecomunicações constituem um setor de infra-estrutura de importante impacto no crescimento

Leia mais

ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA N O 42 / 2005

ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA N O 42 / 2005 ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA N O 42 / 2005 Fixação de Encargos da Concessionária ou Permissionária e cálculo da Participação Financeira do Consumidor nas obras. Assunto: ORÇAMENTO 16/Fevereiro/2006 CONTRIBUIÇÕES

Leia mais

Perguntas F requentes Relacionadas à Inscrição de Entidades de Assistência Social nos Conselhos Municipais de Assistência Social e do Distrito Federal

Perguntas F requentes Relacionadas à Inscrição de Entidades de Assistência Social nos Conselhos Municipais de Assistência Social e do Distrito Federal Perguntas F requentes Relacionadas à Inscrição de Entidades de Assistência Social nos Conselhos Municipais de Assistência Social e do Distrito Federal 1. Onde localizar os procedimentos para inscrição

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 168, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 252/96.

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 168, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 252/96. TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 168, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 252/96. Dispõe sobre operações sujeitas a procedimentos especiais nas Bolsas de Valores.

Leia mais

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP ECO 2.1 MODALIDADE DADE INCENTIVO PAGAMENTO ÚNICO CONDIÇÕES GERAIS

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP ECO 2.1 MODALIDADE DADE INCENTIVO PAGAMENTO ÚNICO CONDIÇÕES GERAIS TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP ECO.1 I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.30/0001-94 APLUBCAP ECO.1 MODALIDADE: INCENTIVO PROCESSO SUSEP Nº: 15414.0055/011-47

Leia mais

ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 10/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: SKY BRASIL SERVIÇOS LTDA.

ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 10/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: SKY BRASIL SERVIÇOS LTDA. ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 10/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: SKY BRASIL SERVIÇOS LTDA. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: (Resolução nº, de de de 2009

Leia mais

MODELO DE CONTRATO (HPP) CONVÊNIO

MODELO DE CONTRATO (HPP) CONVÊNIO Versão Preliminar Página 1 23/12/2004 MODELO DE CONTRATO (HPP) CONVÊNIO Convénio que entre si celebram, de um lado o Município* de XXXX, através da Secretaria xxxxxxxx de Saúde, gestora do SUS Municipal

Leia mais

RESOLVEU: I - probidade na condução das atividades no melhor interesse de seus clientes e na integridade do mercado;

RESOLVEU: I - probidade na condução das atividades no melhor interesse de seus clientes e na integridade do mercado; Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações em bolsas de valores e dá outras providências. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS torna público que o Colegiado, em sessão

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA CAPÍTULO I DA CONCEITUAÇÃO E FINALIDADE Art.1º O Comitê de Auditoria, doravante denominado COAUD, é um órgão estatutário que se submete à regulamentação do Conselho

Leia mais

Veridiana Alimonti. Entrevista com

Veridiana Alimonti. Entrevista com Entrevista com Veridiana Alimonti Idec por João Brant 1 Veridiana Alimonti é formada em Direito pela Universidade de São Paulo e mestranda na mesma instituição, com projeto voltado ao estudo das políticas

Leia mais

Marco Civil da Internet

Marco Civil da Internet Marco Civil da Internet Tendências em Privacidade e Responsabilidade Carlos Affonso Pereira de Souza Professor da Faculdade de Direito da UERJ Diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS) @caffsouza

Leia mais

Fundap. Programa de Estágio. Manual de Utilização do Sistema de Administração de Bolsas de Estágio. Plano de Estágio

Fundap. Programa de Estágio. Manual de Utilização do Sistema de Administração de Bolsas de Estágio. Plano de Estágio Fundap Fundação do Desenvolvimento Administrativo Programa de Estágio Programa de Estágio Manual de Utilização do Sistema de Administração de Bolsas de Estágio Plano de Estágio Julho de 2008 SABE - Sistema

Leia mais

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008.

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 81, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos sobre a apresentação de relatórios de gestão e prestação de contas em Programas Especiais de Fomento. A DIRETORIA COLEGIADA

Leia mais

ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 05/2015 CREMEB

ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 05/2015 CREMEB ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 05/2015 CREMEB 1 -DO OBJETO O objeto do Pregão Presencial é a contratação de empresa especializada para prestação de serviços de rádio-táxi

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA. REQUERIMENTO N º..., DE 2011 (do Sr. Sandro Alex)

COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA. REQUERIMENTO N º..., DE 2011 (do Sr. Sandro Alex) COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA REQUERIMENTO N º..., DE 2011 (do Sr. Sandro Alex) Requer a prorrogação da Consulta Pública 23/2011 da ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações)

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 355, DE 17 DE MARÇO DE 2015.

RESOLUÇÃO Nº 355, DE 17 DE MARÇO DE 2015. RESOLUÇÃO Nº 355, DE 17 DE MARÇO DE 2015. Dispõe sobre os procedimentos e as taxas de desconto dos fluxos de caixa marginais a serem adotados nos processos de Revisão Extraordinária nos Contratos de Concessão

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA Nº 26, DE 23 DE MAIO DE 2011.

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA Nº 26, DE 23 DE MAIO DE 2011. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA Nº 26, DE 23 DE MAIO DE 2011. 201190093462 Proposta de Regulamento de Gestão da Qualidade das Prestadoras dos Serviços de Televisão por Assinatura.

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre Portabilidade de Carência em Planos de Saúde

Perguntas e Respostas sobre Portabilidade de Carência em Planos de Saúde Perguntas e Respostas sobre Portabilidade de Carência em Planos de Saúde Atos Normativos ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar Resolução Normativa 186, de 14 de janeiro de 2009 - ANS Instrução Normativa

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 302, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 302, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 302, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2014. Estabelece critérios e procedimentos para a alocação e remuneração de áreas aeroportuárias. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício

Leia mais

Torna obrigatória a contratação do serviço de Inspeção de Segurança Veicular mediante processo de licitação pública.

Torna obrigatória a contratação do serviço de Inspeção de Segurança Veicular mediante processo de licitação pública. PROJETO DE LEI N 3005 DE 2008 Business Online Comunicação de Dados Torna obrigatória a contratação do serviço de Inspeção de Segurança Veicular mediante processo de licitação pública. Autor: Regis de Oliveira

Leia mais

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS 1. CONTEXTO A Porto Seguro Investimentos é uma Instituição Financeira privada, constituída em 8 de abril de 1991,

Leia mais