UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE ARTES VISUAIS- LICENCIATURA ANDRESSA DAR Ó S HERMANI

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE ARTES VISUAIS- LICENCIATURA ANDRESSA DAR Ó S HERMANI"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE ARTES VISUAIS- LICENCIATURA ANDRESSA DAR Ó S HERMANI A ARTE VAI PARA CASA: O OLHAR DOS PAIS E/OU RESPONSÁVEIS DOS ALUNOS DO PRIMEIRO AO QUARTO ANO DA E.E.B.M. 12 DE MAIO SOBRE O ENSINO DA ARTE NA FORMAÇÃO CULTURAL E ESTÉTICA DO SUJEITO CRICI Ú MA, DEZEMBRO DE 2010

2 ANDRESSA DAR Ó S HERMANI A ARTE VAI PARA CASA: O OLHAR DOS PAIS E/OU RESPONSÁVEIS DOS ALUNOS DO PRIMEIRO AO QUARTO ANO DA E.E.B.M. 12 DE MAIO SOBRE O ENSINO DA ARTE NA FORMAÇÃO CULTURAL E ESTÉTICA DO SUJEITO Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciada no curso de Artes Visuais da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Orientador: Prof. Esp. Marcelo Feldhaus CRICI Ú MA, DEZEMBRO DE 2010

3 3 ANDRESSA DAR Ó S HERMANI A ARTE VAI PARA CASA: O OLHAR DOS PAIS E/OU RESPONSÁVEIS DOS ALUNOS DO PRIMEIRO AO QUARTO ANO DA E.E.B.M. 12 DE MAIO SOBRE O ENSINO DA ARTE NA FORMAÇÃO CULTURAL E ESTÉTICA DO SUJEITO Trabalho de Conclusão de Curso aprovado pela Banca Examinadora para obtenção do Grau de Licenciada, no Curso de Artes Visuais da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, com Linha de Pesquisa em Arte e Educação. Criciúma, 03 de Dezembro de BANCA EXAMINADORA Prof. Marcelo Feldhaus Especialista no Ensino da Arte - (UNESC) - Orientador Profª. Msc. Édina Regina Baumer Mestre em Educação (UNESC) Profª. Msc. Helene G. Sacco Carbone Doutoranda em Poéticas Visuais - (UFRGS)

4 4 AGRADECIMENTO Agradeço aos meus pais Osni e Fátima, aos meus irmãos Aline e Artur e ao meu namorado e companheiro Paulo, que não mediram esforços, incentivo e apoio para minha conquista. Ao meu admirável e comprometido orientador Marcelo Feldhaus, que me iluminou com muita dedicação na construção dessa pesquisa. As pessoas que se propuseram a participar da pesquisa. E as professoras Helene e Édina por aceitarem o convite e contribuir de maneira muito significativa a minha pesquisa.

5 5 Quem somos n ó s, sem ã o uma combina ç ã o de experi ências, informaç ões, de leitura, de imagina ç õ e s? Cada vida é uma enciclopé dia, uma biblioteca, um inventá rio de objetos, uma amostragem de estilos, onde tudo pode ser continuamente remexido e reordenado de todas as maneiras possíveis. Ítalo Calvino

6 6 RESUMO O presente trabalho insere-se na linha de Educação e Arte do Curso de Artes Visuais Licenciatura da Unesc e apresenta como problema de pesquisa perceber: Qual o olhar dos pais e/ou responsáveis dos alunos do primeiro ao quarto ano da E.E.B.M. 12 de Maio para o ensino da arte na formação cultural e estética do sujeito? O problema nasce de minhas inquietações frente ao ensino de arte e as diferentes percepções dos pais frente a relevância da disciplina para a formação cultural de seus filhos(as). Como objetivo busco conhecer os diferentes olhares que os pais e/ou responsáveis tem em relação ao ensino da arte como elemento constitutivo na formação dos sujeitos. Dessa forma o trabalho apresentado aborda uma linguagem qualitativa contemplando pesquisa de campo com a aplicação de questionário como instrumento para coleta e análise de dados. Para fundamentar minha pesquisa dialogo com autores como LEITE (2005), MARTINS (1998), BUORO (1998), BARBOSA (1998), dentre outros em discussões que trazem reflexões sobre conceituação de arte e cultura, ensino da arte, construção do olhar estético e sensível. A análise é realizada a luz de quarenta e um olhares de diferentes pais e alunos matriculados no primeiro ao quarto ano do Ensino Fundamental da escola E.E.B.M 12 de Maio localizada no município de Maracajá/SC. Contudo percebe-se com essa pesquisa a necessidade de um maior envolvimento dos entrevistados com as possibilidades que a arte e suas diferentes linguagens podem oferecer não somente aos estudantes, mas também as famílias e sociedade. Entendo que para melhor compreensão da arte como conhecimento, criação e reflexão é necessário que iniciemos na escola possibilidades múltiplas de contato com as diferentes linguagens, ampliando repertórios e construindo sujeitos com olhar sensível e perceptível as diferentes manifestações da arte na sociedade. Palavras-chave: Ensino da arte. Construção do olhar. Cultura. Família.

7 7 LISTA DE ILUSTRA Ç ÕES Figura 1 Vista aérea do município de Maracajá/SC...33 Figura 2 Fotografia da E.E.B.M. 12 de Maio...35

8 8 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS CD Disco Compacto E.E.B.M. 12 de Maio Escola de Educação Básica Municipal 12 de Maio LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional H/A Horas/Aulas PCN Parâmetros Curriculares Nacionais PPP Projeto Político Pedagógico SC Santa Catarina EDUCON Sociedade de Educação Continuada FAEL Faculdade Educacional da Lapa E.E.B.M.G.B. Escola de Educação Básica Manoel Gomes Baltazar

9 9 SUM Á RIO 1 I NTRODU Ç Ã O REFLEX Õ ES SOBRE ARTE E CULTURA: POSSIBILIDADES DE DI Á LOGO Arte: tentativas de conceituação O ensino da arte no Brasil: breves considerações Arte e contemporaneidade: múltiplas linguagens na escola Pensando sobre cultura A importância do ensino da arte na formação cultural do sujeito O OLHAR EM FOCO: É POSS ÍVEL AMPLIAR REPERT Ó RIOS? Conversas sobre olhar A construção do olhar estético e sensível em arte: olhando o mundo em que vivemos O CONTEXTO E OS SUJEITOS ENVOLVIDOS NA PESQUISA Localizando o contexto da pesquisa A E.E.B.Municipal 12 de Maio e os sujeitos que motivam olhares METODOLOGIA: MATERIALIZANDO A PESQUISA Á NALISE DE DADOS: O QUE DIZEM OS PAIS E/OU RESPONS Á VEIS DOS ALUNOS DO PRIMEIRO AO QUARTO ANO SOBRE O ENSINO DA ARTE NA FORMA Ç ÃO DO SUJEITO? Uma proposição: Projeto de Extensão CONSIDERA Ç Õ ES FINAIS REFER Ê NCIAS AP Ê NDICE...57 AP Ê NDICE

10 10 1 INTRODUÇÃO Moro na cidade de Maracajá/SC desde que nasci. Durante toda minha vida escolar, estudei somente em um colégio, do pré-escolar a 3ª série do ensino médio. Após concluir o ensino médio, como muitos adolescentes tive muitas dúvidas em relação a área que iria me profissionalizar. Em função da adolescência aliada a tomada de decisões me sentia bastante confusa com os caminhos que deveria escolher para construir minha trajetória profissional. Passei por outros cursos até chegar em Artes Visuais e decidir que era esse o caminho que iria seguir. Desde então me identifico muito com a Arte, em todas as suas formas de expressão, percebendo-a como fundamental para a formação estética e sensível dos sujeitos. O momento da escolha do objeto de pesquisa é algo que refiro-me como marco para concretização e finalização de um curso. Por ser assim, busquei encontrar possibilidades de pesquisa que fossem além da obrigatoriedade e tivesse um diálogo intenso com minhas inquietações e experiências com o campo da docência em arte. Ao me debruçar na análise de pesquisas anteriores percebi que muitos temas já haviam se esgotado e a possibilidade de construir algo que não fosse significativo para a qualificação do processo de ensino de arte me deixava apreensiva. Desta forma, retomando a experiência de estágio com as turmas do ensino fundamental, anos iniciais e a relação da família com a escola, desenhei e propus como problema de pesquisa: qual o olhar dos pais e/ou responsáveis dos alunos do primeiro ao quarto ano da E.E.B.M. 12 de Maio do município de Maracajá sobre o ensino da arte na formação cultural e estética do sujeito? Buscando subsídios para responder a problematização proposta proponho também outros questionamentos como: que contribuições o pai e/ou responsável acha que a disciplina de artes traz para a formação da criança? Os pais a consideram tão importante quanto às demais disciplinas? Tem o hábito de olhar os materiais e conteúdos trabalhados nas aulas de artes? Conhece o professor de artes ou incentiva a criança a ter contato com as manifestações artísticas fora do ambiente escolar?

11 11 Neste sentido minha pesquisa busca apresentar/conhecer os diferentes olhares que os pais e/ou responsáveis (caso a criança não conviva com os pais biológicos) da escola campo tem em relação ao ensino da arte como elemento constitutivo na formação dos sujeitos. Como especificidades o objetivo geral se ramifica em outras necessidades tais como: observar e refletir sobre o olhar dos pais e/ou responsáveis para o ensino da arte, identificar os possíveis contatos entre os sujeitos entrevistados e a arte e investigar as relações dos pais e/ou responsáveis acerca da disciplina de artes e a formação dos estudantes. Para realizar este estudo escolhi a E.E.B. Municipal 12 de Maio, escola onde já trabalhei e realizei grande parte dos estágios supervisionados de docência, conhecendo a realidade que a compõe, bem como percebendo-a como pólo que abrange diferentes esferas do município de Maracajá o que contribuiu de forma muito significativa para a realização de minha pesquisa. Buscando encontrar respostas para o problema que cerca esta pesquisa proponho o estudo em capítulos. Após a introdução proponho o primeiro capítulo estabelecendo reflexões sobre arte e cultura. Pontuo a necessidade de conhecer as diferentes conceituações da arte bem como de cultura. A partir da análise de diferentes fontes discorro no mesmo capítulo sobre a história do ensino da arte no Brasil, buscando entender os reflexos que se apresentam na atualidade. Questões sobre a importância do ensino da arte na formação do sujeito, bem como a arte na contemporaneidade e as diferentes linguagens na constituição cultural também são focos de estudo neste capítulo que compõe o referencial teórico de minha pesquisa. No capítulo seguinte debruço-me sobre o olhar. Questões que cercam a formação do olhar, experiência estética bem como a necessidade de construir repertórios, são textos que constituem a pesquisa. Comungo de reflexões acerca dos olhares como causadores e criadores de pensamentos que levam a percepção do visual, que por sua vez nos incentivam esteticamente e sensorialmente. O quarto momento do trabalho é dedicado a caracterização do contexto onde foi realizado a pesquisa. Ofereço aos leitores um breve retrospecto histórico do município de Maracajá com foco na escola campo no sentido de localizar e contrapor a realidade observada juntamente com a formação cultural dos sujeitos envolvidos. Finalizo o referencial teórico propondo um novo capítulo que se caracteriza como metodologia. Apresento a linha de pesquisa bem como a classificação da

12 12 pesquisa que realizei. Os métodos e instrumentos de coleta também são apresentados e discutidos neste capítulo. Finalmente transcrevo os dados colhidos estabelecendo diálogos com o referencial teórico que contribui de forma muito significativa para a compreensão sobre o olhar dos pais e/ou responsáveis pesquisados. As análises apontam a resolução do problema de pesquisa apresentado anteriormente. E compõem uma proposição de um curso de formação. Essa proposta busca vir ao encontro das dificuldades encontradas com a realização da pesquisa, caracterizando-se como uma possibilidade de modificar o contexto diagnosticado. Finalizo a pesquisa apresentando as considerações finais. Estas refletem o olhar dos pais e/ou responsáveis dos alunos para o ensino da arte e suas percepções para a formação artístico-cultural do sujeito contrapondo com o referencial teórico e minhas reflexões diante desta experiência.

13 13 2 REFLEXÕES SOBRE ARTE E CULTURA: POSSIBILIDADES DE DIALOGO Desde a pré-história o homem teve a necessidade de se expressar, um dos indícios dessa expressão são os desenhos e pinturas encontradas nas cavernas e rochas, como nos mostram os estudos a respeito desse assunto. Acredita-se que a partir dessas expressões o homem criou artefatos que possibilitaram o domínio e a transformação do meio natural, com instinto de sobrevivência. Contudo, o ser humano também produz coisas que, apesar de não terem uma utilidade imediata, sempre estiveram presentes em sua vida (PROENÇA 2004, p.6). Sendo assim o homem passou a se organizar de uma maneira social, onde surgem modos de viver e estar no mundo e que estão envolvidas diretamente e indiretamente com a arte e a cultura. Assim como será refletido nos textos a seguir. 2.1 Arte: tentativas de conceituação Quando falamos em arte nos vem a mente diferentes conceitos e compreensões. De modo geral a entendemos enquanto manifestação humana com indícios de criação na pré-história. De acordo com Proença (2004, p.10) as primeiras expressões da arte eram muito simples. Constituíam em traços feitos nas paredes de argila das cavernas ou das mãos em negativos. Estudiosos da história da arte nos mostram que o que conhecemos sobre a Pré-História, é através de manifestações dos homens primitivos, onde se expressavam através de desenhos e pinturas, que atualmente são consideradas manifestações artísticas, ou seja, são consideradas arte. O que antes era uma ação de sobrevivência e necessidade entre os homens, hoje é chamado de arte. Mas o que podemos considerar arte ou como podemos reconhecer um objeto de arte? Enfim, o que é arte? Essa pergunta que de imediato nos parece óbvia e direta, mostra-se difícil e precisa de um olhar mais inquietante e íntimo para entender quais os conceitos que formam esse complexo campo do conhecimento. Para Proença (2004, p. 8) a arte

14 14 não é, como vemos, algo isolado das demais atividades humanas. Ela está presente nos inúmeros artefatos que fazem parte do nosso dia-a-dia. A arte acompanha a história da humanidade em constantes mudanças e transformações. Ao longo do tempo, ela foi sendo adaptada de acordo com a construção humana dentro do processo histórico, desta forma, vários movimentos artísticos, com ideais específicos, davam diferentes estilos a arte. Entre essas constantes mudanças surgiram os críticos de arte, que segundo Coli (1990, p.14) tem o poder não só de atribuir o estatuto de arte a um objeto, mas de classificar numa ordem de excelências, segundo seus critérios. A esses profissionais é permitido através de seus estudos e conhecimentos a função de decidir o que é ou não é arte. Sendo que os profissionais dessa área poderão ter opiniões diferentes sobre o mesmo conteúdo de arte. Aí entra novamente a questão do que é arte. Pois se ambos são profissionais da mesma área e qualificam o mesmo objeto de arte, como sendo arte ou não, as compreensões se distanciam. Nessa perspectiva os questionamentos continuam: afinal o que é arte? Qual sua relação com a sociedade e com a escola? De acordo com Leite (2005, p ): Como professora e pesquisadora da área, trabalho com a idéia de que arte é um sistema de manifestações e códigos que se interpretam e se recodificam a cada momento; uma forma particular de ver e expressar o mundo, que atua como uma reação emocional e conceitual à vida. A linguagem artística busca resolver o problema artístico no qual se encontra o artista, possibilitando-lhe o pensamento e a expressão de si e de sua época, por imagens- sonoras, visuais, corporais, poéticas... O que vigora, hoje, a arte não é apenas o conhecimento sensível ou mesmo a beleza- é a inteireza, a significação. É um campo privilegiado da beleza estética. Comungo com as ideias apresentadas pela autora quando a mesma se refere ao olhar que o artista tem do mundo. Em sua obra o artista mostra sua interpretação do universo. O artista se expressa conforme sua visão particular da realidade, transformando-a em sua obra. O espectador faz a sua fruição de acordo com o seu repertório, experiências de vida e entendimento de arte. Esse é o encontro da arte e do sujeito, um momento que possibilita ao espectador reflexão de pensamentos e ideias, e a mesma instiga os sentimentos, sejam bons ou ruins. De acordo com a autora: A obra de arte é sempre social o próprio artista é, também, espectador de sua obra. Ela carrega em si suas próprias categorias de veracidade; forma e conteúdo caminham juntos (LEITE, 2005, p.20).

15 15 Nesse sentido entendemos que a arte é construção de conhecimentos, é uma comunicação e uma forma de linguagem. Todas as linguagens de arte, com seus códigos específicos, passam para o espectador uma mensagem. A comunicação entre as pessoas e as leituras do mundo não se dão apenas por meio da palavra. Muito do que sabemos sobre o pensamento e o sentimento das mais diversas pessoas, povos, países, épocas são conhecimentos que obtivemos única e exclusivamente por meio de suas músicas, teatro, poesia, pintura, dança, cinema, etc. (MARTINS, 1998, p. 14) Ao longo da constituição da história da humanidade, a arte esteve presente, contribuindo compondo cenários, expressões e registros. A arte é envolvida por sentimentos, que são aguçados conforme a experiência de vida de cada sujeito. Mesmo sem ter um conceito definido, a arte se faz presente na história do mundo e na vida do ser humano. Remeto-me as palavras de Leonardo Da Vinci quando diz: A arte diz o indizível, exprime o inexprimível, traduz o intraduzível 1. É através dela que são despertadas as mais variadas sensações e experiências sensíveis. Como nos lembra Coli: O objeto artístico traz em si, habitualmente organizados, os meios de despertar em nós, em nossas emoções e razão, reações culturalmente ricas, que aguçam os instrumentos dos quais nos servimos para apreender o mundo que nos rodeia. (1990, p.109) A arte é então uma necessidade na vida do homem, para compreensão do seu universo. Para a reflexão do passado, presente e futuro, onde suas produções visuais, musicais, literárias, teatrais, corporais se relacionam com o homem e seu modo de pensar e viver o mundo. Assim como observou Tolstoi: A arte não é, como dizem os metafísicos, a manifestação de uma idéia misteriosa, ou beleza, ou Deus; não é, como os esteto-fisiologistas dizem, uma forma de brincar em que o homem libera um excedente de energia estocada; não é a manifestação de emoções por meio de sinais exteriores; não é a produção de objetos agradáveis; não é, acima de tudo, o prazer; é sim, um meio de intercâmbio humano, o necessário para a vida e para o movimento em direção ao bem de cada homem e da humanidade, unindoos um mesmo sentimento. (2002, p ) 1 Disponível em: > Acesso: 25 de ago. de 2010.

16 16 A palavra intercâmbio utilizada pelo autor, tem como sinônimo a palavra troca, bem como outros autores citados anteriormente, trazem em suas definições sobre arte. A troca de experiências humanas através das linguagens da arte. Mas se não é tão simples responder o que é arte, podemos dizer que é fácil encontrá-la e senti-la. Afinal, estamos rodeados por suas expressões por meio de suas diversas manifestações. Basta olharmos com mais atenção para possibilitar esse encontro. Mas qual será o olhar dos pais e/ou responsáveis dos alunos do primeiro ao quarto ano da E.E.B.M. 12 de Maio para a arte? Será que as famílias que participam da pesquisa tem ou possuem possibilidades de encontro com a arte, que oportuniza a ampliação de repertório. Já um dos motivos da arte busca na educação é contribuir para ampliação do repertório dos alunos em relação a história da arte, suas linguagens e sua influência na humanidade. O que será descrito nos textos seguintes. 2.2 O ensino da arte no Brasil: breves considerações 2 A escola é um espaço muito significativo e importante para a avaliação das práticas sociais, pois abre caminho para que o sujeito possa refletir criticamente sobre os modos de agir na sociedade. É também no ambiente escolar que temos acesso aos bens produzidos no decorrer da história, levando a um pensamento e um olhar estético sobre a poética de ver e refletir sobre o mundo. E que podem ser vivenciados no ambiente familiar, pois a aprendizagem que o aluno constrói na escola pode ser relacionada com suas vivencias fora da instituição. Os pais e/ou responsáveis podem assim interagir com a criança solidificando ainda mais as experiências que a escola proporciona. Dessa forma interagindo com as manifestações culturais dentro do contexto escolar somos colocados em contato com a criação, produção e fruição estética. A arte enquanto disciplina escolar busca um elo entre o aluno, cultura e a sociedade. Entendendo que a partir dessa ligação provocativa o aluno passa a refletir sobre o 2 Texto baseado nos Parâmetros Curriculares Nacionais - Arte (1ª a 4ª série) BRASIL, 1997.

17 17 meio em que vive, sobre o porquê das coisas, sobre o contexto cultural do mundo. O aluno consegue se perceber dentro da sociedade e entende a cultura de cada povo, de cada região. Amplia seu repertório sobre a história da humanidade e cria pensamentos para uma visão do futuro. De acordo com o PCN: A aprendizagem artística envolve, portanto, um conjunto de diferentes tipos de conhecimentos, que visam à criação de significações, exercitando fundamentalmente a constante possibilidade de transformação do ser humano. Além disso, encarar a arte como produção de significações que se transformam no tempo e no espaço permite contextualizar a época em que se vive na sua relação com as demais. (BRASIL, 1997, p.45) O PCN é um dos documentos relevantes para o professor, pois orienta as propostas pedagógicas para cada área. Esse documento zela pela prática da docência no ensino de arte, no que diz respeito a dimensão social das manifestações artísticas. Considera a disciplina de arte tão importante quanto as outras disciplinas, onde diz que arte tem uma função tão importante quanto a dos outros conhecimentos no processo de ensino aprendizagem (BRASIL, 1997, p. 19), podendo ainda, relacionar-se com as demais disciplinas do currículo escolar. Para garantir um amplo repertório na aprendizagem da disciplina de arte, o PCN propõe que sejam trabalhadas na sala de aula as quatros linguagens de arte: Artes Visuais, Dança, Música e Teatro. Dessa maneira possibilitando ao aluno vários meios de criação, conhecimento e reflexão. Mas a história da arte na educação não ocorreu sempre assim, ainda hoje, a arte vem construindo seu espaço na sociedade e na escola. Segundo o PCN (1997) na primeira metade do século XX, eram valorizados os trabalhos manuais, o domínio da técnica era visto com maior importância no ensino da arte, com olhar sempre voltado para o mercado de trabalho. Esses trabalhos eram classificados por dons artísticos, o aluno tinha que ter aptidão para certa área e era reconhecido por sua habilidade. A função do professor era somente transmitir aquilo que sabia sobre técnica para o aluno. O PCN (1997) registra que entre os anos 20 e 70, a educação em arte no Brasil volta-se para o desenvolvimento natural da criança, dando valor a expressão e compreensão que as mesmas tinham do mundo. As práticas pedagógicas, que eram diretivas, com ênfase na repetição de modelos e no professor, são redimensionadas, deslocando-se a ênfase para processos de desenvolvimento do

18 18 aluno e sua criação (BRASIL,1997, p. 26). Os professores, buscavam estudar novas teorias sobre o ensino da arte, com base na tendência escolanovista, que acreditava na interação do indivíduo com a sociedade, respeitando seu individualismo. Martins (1998, p.11) nos aponta que: A influência da pedagogia centrada no aluno, nas aulas de arte, direcionou o ensino para a livre expressão e valorização do processo de trabalho. Tinha-se preocupação com o processo sem pensar no resultado, onde pouco contribuía na aprendizagem significativa de arte. Em 1971 a arte é incluída como Educação Artística no currículo escolar, pela LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), mas é considerada atividade educativa e não disciplina (BRASIL, 1997, p. 28). A partir dos anos 80 surgiu o movimento Arte-Educação, na tentativa de ampliar e rever a situação da arte na educação. Em 1988, educadores protestam em favor da obrigatoriedade da área no ensino básico, que só vem a acontecer em 1996 com a Lei 9.394, quando finalmente a arte é considerada obrigatória na educação básica. O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis de educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos (LDB n 9394, 1996). Nos anos 90, Ana Mae Barbosa apresenta a Proposta Triangular, que envolve três vertentes: o fazer artístico, a leitura da imagem e a história da arte. Recentemente outras alterações no artigo 26 da Lei 9.394/96, estabelecem o ensino de música como componente curricular obrigatório, Assim como destaca a presença das expressões regionais: O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos 3. Bem como a Lei n de 2003, que determina a inclusão do tema cultura afrobrasileira como parte do currículo escolar, a ser trabalhada nas disciplinas de Educação Artística, História e Literatura Brasileira. Como podemos perceber a educação em arte está em constantes transformações, procurando um ensino aprendizagem significativo, despertando nos alunos um olhar mais compreensivo para a mesma, ligando o aluno e suas experiências a refletir sobre as coisas que o cercam. Dessa maneira construindo 3 Lei , de 13 de julho de 2010, artigo 26, parágrafo 2. Disponível em: Acesso em 14 de setembro de 2010.

19 19 pessoas mais críticas diante da sociedade. Sabe-se que muito já se avançou e se caminha a passos largos para reflexões cada vez mais consistentes sobre a arte e o ensino (SANTA CATARINA, 1998, p. 193). Afirma a Proposta Curricular de Santa Catarina, que é outro documento que zela pela prática de docência em arte e também nas demais disciplinas do currículo escolar. 2.3 Arte e contemporaneidade: múltiplas linguagens na escola O ensino da arte como já vimos está em processo de transformação, buscando uma prática a fim de contribuir para uma aprendizagem significativa, onde o aluno possa, através das aulas de artes, interpretar, vivenciar e expressar. A disciplina de arte na escola pode e deve ser trabalhada com uma grande variação de linguagens, nas quais o aluno deve ter a oportunidade de vivenciá-las, de maneira a entender que as mesmas contribuem para a construção do conhecimento científico e sensível. Assim o professor de arte desenvolve um papel muito importante, onde este é mediador desse conhecimento e proporciona ao aluno o contato com as múltiplas linguagens, lembrando que não estou falando em professor polivalente, mas sim, um professor que propicie um ensino que contemple as diversas formas de expressão, e ao transitar por outras linguagens, o professor necessitará selecionar os conteúdos de maneira sensata, para que eles não fiquem fragmentados e distantes do objeto de estudo [...] (SANTA CATARINA, 1998, p.194). Contudo é necessário entendermos as linguagens e suas possibilidades, como vemos a seguir. Artes Visuais Ao longo das estradas, prédios, ruas, comércios, dentre outros, estamos rodeados de possibilidades e de encontros visuais. As imagens estão sendo usadas mais do que nunca. A publicidade possui um grande espaço entre outdoor, televisão, internet, panfletos, celular, uma série de tecnologias se fazem presentes em nosso dia-a-dia. Essas imagens estão carregadas de informações e precisamos saber absorver e interpretar de maneira a contribuir para a ampliação de nosso repertório

20 20 imagético, para dessa forma conseguirmos compreender e fruir as imagens e seus contextos com mais apropriação e fluência. As artes visuais segundo o PCN - volume Arte (1997, p. 61), são apresentadas como: pintura, escultura, desenho, gravura, arquitetura, artefato, desenho industrial, incluindo também as modalidades que resultam dos avanços tecnológicos como: fotografia, artes gráficas, cinema, televisão, vídeo, computação, performance. Assim tal aprendizagem pode favorecer compreensões mais amplas para que o aluno desenvolva sua sensibilidade, afetividade e seus conceitos e se posicione criticamente (BRASIL, 1997, p. 61). Essas manifestações precisam dialogar em diferentes momentos da vida escolar do aluno na perspectiva da construção de uma aprendizagem significativa, por isso, segundo Martins (1998, p. 136) compete ao professor oportunizar na sala de aula: A prática do pensamento visual tornado visível, materializado, através da forma e da matéria. A pesquisa e a leitura da linguagem visual e da articulação de seus elementos constitutivos: ponto, linha, forma, cor, textura, dimensão, movimento, luz, volume, planos, espaços, equilíbrio, ritmo, profundidade... A experimentação nos diferentes modos da linguagem visual... O manuseio e a seleção de materiais, instrumentos, suportes e técnicas e suas especificidades como recursos expressivos. A autora pontua ainda que a linguagem visual também pode ser revelada a criança através de um sensível olhar pensante (MARTINS, 1998, p. 136), proporcionando assim um aprendizado mais significativo para o aluno, que contribui para seu ato criador. Como nos lembra Pereira (2007, p.17) o criador transforma o percebido em linguagem plástica e reconstrói a forma, dando-lhe significado. Dança Da mesma forma como as artes visuais, a linguagem da dança também está presente em nosso cotidiano, pois a mesma está ligada diretamente com o movimento do corpo a partir da corporeidade e das ações que envolvem a expressão e a comunicação deste corpo no espaço 4. Para deslocar-se de um ponto 4 Toda ação humana envolve a atividade corporal. (BRASIL, 1997, p. 67)

21 21 ao outro, o corpo ou uma parte do corpo realiza uma ação. O movimento é o tema central da expressão corporal (BRIKMAN, 1989, p. 29). Dessa maneira a expressão corporal constitui a dança, com forma de criação, improvisação, locomoção, onde surgem diferentes movimentos expressivos como curvar, esticar, torcer, balançar, sacudir, respondendo a pulsações internas rítmicas, mudanças de tempo, etc (MARTINS, 1998, p. 138). Elas por sua vez desenvolvem na criança a compreensão da capacidade de movimento. O PCN (BRASIL, 1997, p. 68) entende que: A dança é uma forma de integração e expressão tanto individual quanto coletiva, em que o aluno exercita a atenção, a percepção, a colaboração e a solidariedade. A dança é também uma fonte de comunicação e de criação informada nas culturas. Como atividade lúdica a dança permite a experimentação e a criação, no exercício da espontaneidade. Contribui também para o desenvolvimento da criança no que se refere à consciência e a construção de sua imagem corporal, aspectos que são fundamentais para seu crescimento individual e sua consciência social. De acordo com o PCN (1997), a dança é então, uma forma de comunicação, que pode ser individual ou em grupo. Muito além das atividades físicas, é possível através dessa expressão abranger o sentido social, com a colaboração e a solidariedade, o espírito de grupo e a socialização coletiva. O conhecimento e reconhecimento que a criança passa a ter do seu próprio corpo é outro ponto fundamental para a presença desta linguagem dentro do currículo escolar. Música 5 A dança e a música estão diretamente ligadas, pois ao escutarmos uma música, logo temos vontade de movimentar o corpo ou quando dançamos temos a necessidade de estar ouvindo alguma música. A música sempre ocupou grande espaço em nosso cotidiano. Atualmente este espaço se ampliou, devido às tecnologias avançadas (rádio, CD, internet, celular, entre outros). Com todas essas possibilidades disponíveis é muito fácil os alunos estarem em contato com essa 5 A Lei nº , publicada no Diário Oficial da União no dia 19, altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e torna obrigatório o ensino de música no ensino fundamental e médio. Disponível em Acesso: 15 de set. de 2010.

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO CAMILA SONALY QUEIROZ TITO¹ MAÍSE RODRIGUES LÚCIO² O presente artigo tem por objetivo levar educadores da Educação Infantil a repensar sobre as concepções e metodologias

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA

OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA Uma proposta para aplicação no Programa Mais Educação Izabele Silva Gomes Universidade Federal de Campina Grande UFCG izabelesilvag@gmail.com Orientador (a): Professora

Leia mais

A Música No Processo De Aprendizagem

A Música No Processo De Aprendizagem A Música No Processo De Aprendizagem Autora: Jéssica Antonia Schumann (FCSGN) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: O presente trabalho tem por objetivo investigar sobre a importância em

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO 0 1 A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Plano de Ensino Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos Teoricos Metodologicos para o Ensino de Arte Carga Horária: 36h Período: 2º ano Ano: 2011 Turno: noturno

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Érika Cristina Mashorca Fiorelli, UNESP - Presidente Prudente-SP, SESI/SP; Ana

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores.

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Prof. Ms. Deisily de Quadros (FARESC) deisily@uol.com.br Graduando Mark da Silva Floriano (FARESC) markfloriano@hotmail.com Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE Juliana Stedille 1 Richelly de Macedo Ramos 2 Edi Jussara Candido Lorensatti 3 Resumo Este artigo busca verificar quais os procedimentos adotados por professores da disciplina

Leia mais

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves TEMA : BRINCANDO E APRENDENDO NA ESCOLA Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves Autora: Prof a Cássia de Fátima da S. Souza PÚBLICO ALVO Alunos de 04 anos TEMA: BRINCANDO E

Leia mais

Ampliando o olhar sobre a Arte

Ampliando o olhar sobre a Arte Ampliando o olhar sobre a Arte A Arte reflete a história da humanidade. Desde as primeiras expressões artísticas (Arte rupestre) até os dias de hoje, podemos compreender o desenvolvimento do homem em cada

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. APRESENTAÇÃO Este curso, que ora apresentamos, insere-se como mais uma ação na perspectiva da formação do educador e destina-se a especializar

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente Leandro Pedro de Oliveira¹ INTRODUÇÃO A introdução à carreira docente tem sido objeto de

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE Natália Maria G. Dantas de Santana- UAE/CFP/UFCG Mayrla Marla Lima Sarmento-UAE/CFP/UFCG Maria Thaís de Oliveira

Leia mais

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock ABCEducatio entrevista Sílvio Bock Escolher uma profissão é fazer um projeto de futuro A entrada do segundo semestre sempre é marcada por uma grande preocupação para todos os alunos que estão terminando

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA NO ESTÁGIO Monica Isabel

Leia mais

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

Leia mais

Interação das Escolas do Tocantins

Interação das Escolas do Tocantins SINDICATO DOS PEDAGOGOS DO ESTADO DO TOCANTINS - SINPETO www.sinpeto.com.br Interação das Escolas do Tocantins Palmas 2010. SINDICATO DOS PEDAGOGOS DO ESTADO DO TOCANTINS - SINPETO www.sinpeto.com.br Projeto:

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO Autores: Rúbia Ribeiro LEÃO; Letícia Érica Gonçalves

Leia mais

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Léa Pintor Martins de Arruda Maria Angela de Souza Lima Rizzi O trabalho realizado com os educadores, pela equipe da Associação Arte Despertar no

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Evelise Raquel de Pontes Mariane Soares Sana Orientadora: Renata Junqueira de Souza. Instituição: Universidade Estadual

Leia mais

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL JOSÉ INÁCIO JARDIM MOTTA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA Fundação Oswaldo Cruz Curitiba 2008 EDUCAÇÃO PERMANENTE UM DESAFIO EPISTÊMICO Quando o desejável

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA PROJETO: ARTES NA EDUCAÇÃO ESPECIAL O CORPO E A MENTE EM AÇÃO LUCAS DO RIO VERDE 2009 APRESENTAÇÃO Em primeiro lugar é preciso compreender

Leia mais

Dia_Logos. café teatral

Dia_Logos. café teatral café Café Teatral Para esta seção do Caderno de Registro Macu, a coordenadora do Café Teatral, Marcia Azevedo fala sobre as motivações filosóficas que marcam esses encontros. Partindo da etimologia da

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO BUSCA DE UMA POSTURA METODOLÓGICA REFLEXIVA E INVESTIGADORA E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO FUTURO DOCENTE

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO BUSCA DE UMA POSTURA METODOLÓGICA REFLEXIVA E INVESTIGADORA E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO FUTURO DOCENTE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO BUSCA DE UMA POSTURA METODOLÓGICA REFLEXIVA E INVESTIGADORA E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO FUTURO DOCENTE FIGUEIREDO, Katherine Medeiros¹; OLIVEIRA, Claudimary

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento

Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento INTRODUÇÃO Educadores musicais têm manifestado sua preocupação com a observância da Lei nº 11769, que é a lei de inclusão da música no currículo das

Leia mais

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Desenvolvimento motor do deficiente auditivo A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada

Leia mais

Prefeitura Municipal de Santos ESTÂNCIA BALNEÁRIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO

Prefeitura Municipal de Santos ESTÂNCIA BALNEÁRIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO Prefeitura Municipal de Santos ESTÂNCIA BALNEÁRIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO Subsídios para implementação do Plano de Curso de Educação Artística Ensino Fundamental Educação de Jovens

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas Disciplina Prática de Ensino Ano letivo 2011 Série 3ª Carga Horária 72 H/aula Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Assim como curadores

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 Gabriel Ferrão Moreira 2 Prof. Dr. Sérgio Luiz Ferreira de Figueiredo 3 Palavras-chave:

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1

Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1 Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1 Janilce Silva Praseres 2 Sandra Antonina Barrozo de Oliveira 3 Universidade Federal

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO Igor Guterres Faria¹ RESUMO: Este estudo é parte integrante do projeto de pesquisa de iniciação científica

Leia mais

P R O J E T O : A R T E N A E S C O L A M Ú S I C A NA E S C O L A

P R O J E T O : A R T E N A E S C O L A M Ú S I C A NA E S C O L A P R O J E T O : A R T E N A E S C O L A M Ú S I C A NA E S C O L A C O R A L F L A U T A F A N F A R R A I N F A N T I L (A L U N O S) A L U N O S 2 OS E 3 OS ANOS CEC - A - UNIDADE EXECUTORA: Direção,

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

Avaliação-Pibid-Metas

Avaliação-Pibid-Metas Bolsista ID: Claines kremer Avaliação-Pibid-Metas A Inserção Este ano o reingresso na escola foi diferente, pois já estávamos inseridas na mesma há praticamente um ano. Fomos bem recepcionadas por toda

Leia mais

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA Luiz Rafael Moretto Giorgetti Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP (Ex-aluno) e-mail: rafael_giorgetti@hotmail.com

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina

Universidade Estadual de Londrina Universidade Estadual de Londrina Josiane de Freitas Santos Relatório de Estágio em Educação Infantil Londrina 2010 1 Josiane de Freitas Santos Relatório de Estágio em Educação Infantil Relatório final

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 FILIETAZ, Marta R. Proença, martafilietaz@hotmail.com Face à emergência da obrigatoriedade legal da presença do intérprete

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

O lugar da oralidade na escola

O lugar da oralidade na escola O lugar da oralidade na escola Disciplina: Língua Portuguesa Fund. I Selecionador: Denise Guilherme Viotto Categoria: Professor O lugar da oralidade na escola Atividades com a linguagem oral parecem estar

Leia mais

5. Considerações Finais

5. Considerações Finais 5. Considerações Finais No fim, realizada a viagem do mais complexo (ainda abstrato) ao mais simples e feito o retorno do mais simples ao mais complexo (já concreto) a expressão (...)passa a ter um conteúdo

Leia mais

PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO

PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE FLORESTA ISEF PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO FLORESTA PE 2013 SUMÁRIO I. JUSTIFICATIVA II. OBJETIVO A. GERAIS B. ESPECIFICOS III. DESENVOLVIMENTO IV. CRONOGRAMA

Leia mais

METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Flávia Nascimento de Oliveira flavinhamatematica@hotmail.com Rivânia Fernandes da Costa Dantas rivafern@hotmail.com

Leia mais

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 7º ano / Ensino Fundamental Área: Linguagem códigos e suas tecnologias Disciplina: Arte carga horária: 80 horas

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 7º ano / Ensino Fundamental Área: Linguagem códigos e suas tecnologias Disciplina: Arte carga horária: 80 horas MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATORIA E ASSISTENCIAL PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 7º ano / Ensino Fundamental Área: Linguagem códigos e

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais