Terceirização de ATMs: uma realidade

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Terceirização de ATMs: uma realidade"

Transcrição

1 Terceirização de ATMs: uma realidade Laerte H Fagundes Jr 2002 IBM Corporation

2 Redes de Auto-Atendimento nos Estados Unidos I Pré Tarifas II Tarifas III Transição 2001 IV Equilíbrio Mercado ATMs Proprietárias Compartilhamento Redes Definição Cadeia Valor Redes Nacionais Conveniência Cliente Crescimento Rede Fonte Renda Novas Redes Redução Custo Novas Localizações Pouco Crescimento Declínio Lucro e Renda Competição Intensa Novos Modelos Negócios Novas Localizações Racionalização Pouca Lucratividade Retorno a Conveniência Saturação de Mercado 2004 ATM Deployer Study Dove Consulting Group, Inc. 1

3 Redes de Auto-Atendimento nos Estados Unidos CAGR 14,5% 25,9% 5,6% Total ATM Externo Agência Redes # ATMs Cardtronics EFunds Netbank Payment Eleven Innovus First Bank Card Total # ATMs Bank of America JP Morgan Chase U.S. rp Wells Fargo Wachovia PNC Total Diagnóstico da Rede Baixa Concentração Foco em Pontos Externos Alta Interoperabilidade 2

4 Redes de Auto-Atendimento nos Estados Unidos % Transações 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Transações para Outros s 57% 48% 49% 29% 25% 20% Agência Externo Diagnóstico da Rede Uso Compartilhado Geração de Renda Concentração Transações Baixa Concentração Perfil das Transações 100% 90% 80% Saque Depósito Consulta Transferência Outros 70% 60% 50% 40% 30% 77% 77% 78% 8% 9% 20% 8% 10% 11% 10% 11% 3% 2% 2% 1% 1% 2% 0% Outros inclue: Selos, Cartão Telefônico, Desconto de Cheques Foco em Pontos Externos Alta Interoperabilidade 3

5 Redes de Auto-Atendimento nos Estados Unidos Áreas de Atenção nos próximos 2 anos Terceirização Processamento Imagem Melhoria Processos Retaguarda Otimização pontos da Rede Investimento Infraestrutura Rede Crescimento Rede Atendimento a Regras 0% 20% 40% 60% 80% 100% Nível de Prioridade 4

6 Redes de Auto-Atendimento no Brasil Desenvolvimento da Rede Distribuição ATMs Criada para prover Conveniência ao Cliente Impulsionada pelo menor custo por transação em relação ao canal Agência Utilizada como canal de vendas de produtos financeiros Número ATMs (Mil) A B C D E F G Redes de ATM H I J Outros Volume de transação por Canal de Distribuição 100% 80% 60% 40% 20% 0% A B C E F Outros s Outros Internet AA Agência Dados s Diagnóstico da Rede 28 Redes Proprietárias e duas de uso compartilhado Estrutura Vertical Forte Competição Tecnológica Baixa Interoperabilidade Dados Febraban 5

7 Redes de Auto-Atendimento no Brasil Áreas de Atenção nos próximos 2 anos Atendimento a Regras Segurança Otimização Processos Novas Funcionalidades Processamento Imagens 6

8 Comparativo das Redes de Auto-Atendimento Diagnóstico da Rede nos Estados Unidos Uso Compartilhado Geração de Renda Concentração Transações Baixa Concentração Foco em Pontos Externos Alta Interoperabilidade Diagnóstico da Rede no Brasil Redes Proprietárias Conveniência Cliente Concentração de Transações Alta Concentração Foco em Agências Baixa Interoperabilidade Gerador de Receitas Fator de Diferenciação 7

9 Desafio para as Redes no Brasil I Pré Tarifas II Tarifas III Transição 2001 IV Equilíbrio Mercado Crescimento Rede Fonte Renda Novas Redes Redução Custo Novas Localizações ATMs Proprietárias Compartilhamento Redes Definição Cadeia Valor Redes Nacionais Conveniência Cliente Pouco Crescimento Declínio Lucro e Renda Competição Intensa Novos Modelos Negócios Novas Localizações Racionalização Pouca Lucratividade Retorno a Conveniência Saturação de Mercado 2004 ATM Deployer Study Dove Consulting Group, Inc. 8

10 Custo da Rede de Auto Atendimento Pontos Externos Transações por ATM por Mês (2.000) (4.000) (8.000) Baixos níveis de produtividade Altos custos transacionais para o Centavos Reais por Transação (250) (1.000) (4.000) Tamanho Rede (# ATMs) Altos níveis de produtividade Má qualidade de serviço para os clientes Índice de Ocorrências Operacionais Volume de Transações por ATM (Mês) Acima de

11 Custo da Rede de Auto Atendimento Pontos Externos Baixos níveis de produtividade Altos custos transacionais para o Custo Atual Altos níveis de produtividade Má qualidade de serviço para os clientes Baixos níveis de produtividade Altos custos transacionais para o Custo Ótimo Altos níveis de produtividade Má qualidade de serviço para os clientes Custo Nível Serviço Transações Custo Nível Serviço Transações 10

12 Distribuição dos Custos de Gerenciamento Auto Atendimento 100% Fixos Variáveis 91% 100% Fixos Variáveis 81% 80% 80% 60% transações/mês ATMs (R$ 2,78) 60% transações/mês ATMs (R$ 0,54) 40% 40% 20% 0% 16% Ativos 21% 14% 6% 21% 14% Data Center Transação Total ATMs Numerário Back Office 20% 0% 21% Ativos 25% 5% 15% 8% 7% Data Center Transação Total ATMs Numerário Back Office Serviços de Tecnologia Serviços de Processos de Negócios Gestão de Bens e Propriedade Gestão do ATM Gestão do Infra- Servidor Centralizado Gestão de Aplicações Controle de Encaixe Gestão de Transações Retaguarda Gestão de Negócios 11

13 Experiência em Projetos Terceirização Serviços de Tecnologia Serviços de Processos de Negócios Gestão Bens Propriedade Gestão do ATM Gestão Infraestrutura Gestão Aplicações Controle de Encaixe Gestão de Transações Retaguarda Gestão de Negócios País Número de ATMs Módulos Cobertos Inglaterra Itália Bélgica Alemanha Japão Canadá

14 Valor IBM no Negócio de Redes de Auto Atendimento Infraestrutura de Serviços Disponível Logística Reengenharia Processos Negócios Manutenção (1 o e 2 o nível) Suporte Técnico Centro de Comando Call Center Exemplo: Planejamento e execução de instalação de equipamentos Exemplo: Redução dos custos de distribuição de numerário através da reengenharia dos processos de provisão de numerário Exemplo: Manutenção preventiva e corretiva de ATMs de diversos fornecedores Exemplo: Uso de ferramentas de gerenciamento de chamados e acesso imediato a laboratórios Exemplo: Combinação destas duas estruturas possibilita a integração de processos garantindo a máxima eficiência através de toda a cadeia de valor dos processos Fornecimento e financiamento de Software, Hardware e Serviços, provendo uma solução completa. 13

15 Vantagens do Compartilhamento da Infra-estrutura de Redes de Auto Atendimento através da Terceirização Alinhamento as Necessidades Negócio Mudança do foco de gerenciamento completo do Canal para gerenciamento de um acordo de serviço Parceiro Externo: Especialização e Vantagens de Escala Estrutura de Custos Variáveis Transferência de Ativos Fixos Transformar custo de pessoal em compra de acordo de serviço Evitar investimentos (ex. Atualização tecnológica, expansão) Modelo de custos estável e predizível (On Demand) Melhorar Processos Operacionais Gerar vantagem pela escala, reduzindo custos operacionais Aumento da presença em número de municípios Otimizar o Gerenciamento pela especialização e Reengenharia de Processos Negócios Agilidade na instalação de novos pontos Acelerar o Time to Market Foco no Core Business Acesso a novas capacidades e recursos (Personalização, Integração) Vantagens da especialização do fornecedor externo Diminuição dos riscos de inovação 14

16 Cooperação Infraestrutura de Redes de Auto Atendimento A Tarifa intermediação Outros s Competição Serviços de Diferenciação 15

17 Passo 1: Interoperabilidade Switch Rede 16

18 Passo 2: Compartilhamento de Serviços Básicos Switch Rede 17

19 Passo 3: Compartilhamento de Redes Switch Rede 18

20 Muito Obrigado Laerte H Fagundes Jr 2002 IBM Corporation

Sistemas de Informação Gerenciais

Sistemas de Informação Gerenciais Sistemas de Informação Gerenciais Seção 2.2 Sistemas Empresariais: ERP SCM 1 Sistema empresarial Constitui uma estrutura centralizada para uma organização e garante que as informações possam ser compartilhadas

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO NO CALL CENTER

TERCEIRIZAÇÃO NO CALL CENTER TERCEIRIZAÇÃO NO CALL CENTER TERCEIRIZAÇÃO DO CALL CENTER Porque terceirizar: vantagens e desvantagens Como garantir a qualidade do serviço terceirizado Economia de custos? A importância da parceria entre

Leia mais

José Antonio Marciano

José Antonio Marciano Sistema de Pagamentos de Varejo José Antonio Marciano Pro Teste São Paulo abril/2008 1 Agenda Sistema de Pagamentos de Varejo Política e Papel do Banco Central Diagnóstico Ações Próximos passos 2 Sistema

Leia mais

Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Contabilidade e Atuária EAC FEA - USP

Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Contabilidade e Atuária EAC FEA - USP Universidade de São Paulo Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Contabilidade e Atuária EAC FEA - USP AULA 10 Supply Chain Management (SCM) Prof. Dr. Joshua Onome Imoniana

Leia mais

Quem somos. Porque ABCCorp? Referencias

Quem somos. Porque ABCCorp? Referencias 1 Quem somos 2 Porque ABCCorp? 3 Referencias Trabalhamos como você! Experiência não somente acadêmica, sobre o teu segmento; Entendemos suas expectativas Valorizamos e garantimos o teu investimento com

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Lista de Exercícios 02. Luiz Leão

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Lista de Exercícios 02. Luiz Leão Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Exercício 01 Conceitue e-business e quais o seu principal objetivo? Exercício 01 Resposta Conceitue e-business e quais o seu principal objetivo? É todo

Leia mais

MAURÍCIO MACHADO DE MINAS Vice Presidente Executivo

MAURÍCIO MACHADO DE MINAS Vice Presidente Executivo 1 MAURÍCIO MACHADO DE MINAS Vice Presidente Executivo NOVA REALIDADE Experiência do cliente, inovação e eficiência CLIENTE Novas Experiências Mais que segmentação Sob medida MERCADO Inovações Novos modelos

Leia mais

Os Desafios Atuais do Mercado Bancário e Comercial e as Tendências e Soluções para o Futuro Próximo. Nori Lermen Diretor

Os Desafios Atuais do Mercado Bancário e Comercial e as Tendências e Soluções para o Futuro Próximo. Nori Lermen Diretor Os Desafios Atuais do Mercado Bancário e Comercial e as Tendências e Soluções para o Futuro Próximo Nori Lermen Diretor Objetivos do Bacen A padronização de protocolos de comunicação do sistema; A integração

Leia mais

Tecnologias e Interoperabilidade no Transporte Ferroviário

Tecnologias e Interoperabilidade no Transporte Ferroviário Tecnologias e Interoperabilidade no Transporte Ferroviário Guilherme Quintella Chairman UIC South America 13 de Setembro de 2012 UIC União Internacional de Ferrovias» Fundada em 1922 com sede em Paris»

Leia mais

Soluções & Infraestrutura

Soluções & Infraestrutura Soluções & Infraestrutura Somos SBR-T.I. surgiu para suprir a demanda e necessidade atual do mercado para garantir a adequação das tecnologias para alcançar mais competitividade no mercado. Estruturada

Leia mais

SofitView! Uma nova forma de fazer gestão da sua frota

SofitView! Uma nova forma de fazer gestão da sua frota SofitView! Uma nova forma de fazer gestão da sua frota ALGUNS DESAFIOS NÃO MUDAM... DESAFIOS INTERNOS Aumento da disponibilidade da frota Redução dos custos da frota Controle dos custos por KM rodado Decisões

Leia mais

PERFIL CORPORATIVO CTIS

PERFIL CORPORATIVO CTIS PERFIL CORPORATIVO CTIS PERFIL CORPORATIVO Sobre a CTIS A CTIS foi fundada em 1983. Ela iniciou sua trajetória com dois sócios, um office- boy e uma secretária, ocupando uma área de apenas 27m². Hoje,

Leia mais

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL TRANSFORMAÇÃO DIGITAL EVOLUÇÃO DAS TRANSAÇÕES POR CANAL QUANTIDADE DE TRANSAÇÕES Janeiro a Outubro PARTICIPAÇÃO DAS TRANSAÇÕES POR CANAL DE ATENDIMENTO 4,3 Bi 4,0 Bi TOTAL 4,0 B TOTAL 10,7 B 40% 2016 1,5

Leia mais

Arezzo&Co s Investor Day

Arezzo&Co s Investor Day Arezzo&Co s Investor Day Tecnologia da informação aplicada ao varejo Kurt Richter Diretor de TI 1 Plano estratégico O plano estratégico de TI está bastante alinhado com a visão de longo prazo da Companhia

Leia mais

Resultados 3T12. 8 de novembro de 2012

Resultados 3T12. 8 de novembro de 2012 Resultados 3T12 8 de novembro de 2012 Resumo do trimestre Melhoria nas margens de rentabilidade do 3T12 ano-a-ano: margem líquida de 6,0% (+1,9 p.p.) e margem EBITDA de 17,8% (+1,8 p.p.); Consistente expansão

Leia mais

Outsourcing Rede de Telecom Visanet

Outsourcing Rede de Telecom Visanet Outsourcing Rede de Telecom Visanet Luciano Corsini Diretor Executivo de Tecnologia Outubro / 2006 Agenda Visanet A Empresa Números Rede de Telecom Características Processos Desafio Outsourcing Justificativas

Leia mais

soluções inovadoras em TI agreguem valor ao seu negócio flexibilidade agilidade eficaz relacionamento duradouro Missão: Visão: Valores:

soluções inovadoras em TI agreguem valor ao seu negócio flexibilidade agilidade eficaz relacionamento duradouro Missão: Visão: Valores: A IK Solution foi criada em 2011 com o objetivo de levar para seus clientes soluções inovadoras em TI que agreguem valor ao seu negócio. Oferecemos serviços em Outsourcing de TI, Service Desk, Field Service,

Leia mais

Aplicativos Integrados. Profa. Dra. Ellen Francine Barbosa PAE Lívia Castro Degrossi

Aplicativos Integrados. Profa. Dra. Ellen Francine Barbosa PAE Lívia Castro Degrossi Aplicativos Integrados Profa. Dra. Ellen Francine Barbosa PAE Lívia Castro Degrossi Aplicativos Integrados ERP (Enterprise Resource Planning) CRM (Consumer Relationship Management) SCM (Supply Chain Management)

Leia mais

O FUTURO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL RESULTADOS DE UMA PESQUISA DE PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA PARA A CADEIA PRODUTIVA DA CONSTRUÇÃO HABITACIONAL

O FUTURO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL RESULTADOS DE UMA PESQUISA DE PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA PARA A CADEIA PRODUTIVA DA CONSTRUÇÃO HABITACIONAL Seminário Internacional Sobre Prospecção em C,T&I Perspectivas de Integração Ibero-Americana 07 e 08 de julho de 00 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Tecnologia

Leia mais

Cadeia de Suprimentos. Aula 1. Contextualização. O que é Supply Chain Management? Prof. Luciano José Pires

Cadeia de Suprimentos. Aula 1. Contextualização. O que é Supply Chain Management? Prof. Luciano José Pires Cadeia de Suprimentos Aula 1 Contextualização Prof. Luciano José Pires O que é Supply Chain Management? Atual e futuro A Logística é uma das atividades econômicas mais antigas e também um dos conceitos

Leia mais

OPERA Cloud. Tecnologia que potencializa as operações e distribuição de seu hotel

OPERA Cloud. Tecnologia que potencializa as operações e distribuição de seu hotel OPERA Cloud Tecnologia que potencializa as operações e distribuição de seu hotel O que é o OPERA Cloud? O Oracle Hospitality OPERA Cloud Services (OPERA Cloud) é uma plataforma empresarial, voltada para

Leia mais

CS&OP Certified Sales and Operations Planning Professional

CS&OP Certified Sales and Operations Planning Professional O Workshop de S&OP Em mercados competitivos o profissional que dominar o processo de S&OP possuirá grande diferencial estratégico e vantagem competitiva no ambiente de negócios. Neste cenário onde os clientes

Leia mais

Subscrição e Inovação. Valores adicionados pelas Resseguradoras

Subscrição e Inovação. Valores adicionados pelas Resseguradoras Subscrição e Inovação Valores adicionados pelas Resseguradoras ÍNDICE O Cenário e Tendências da Indústria de Seguros de Vida O Mercado Brasileiro de Seguros de Vida e Previdência Subscrição, Novas Tendências

Leia mais

Cooperativismo na Amazônia: O case Sicoob Credisul. Vilhena - Rondônia. Ivan Capra

Cooperativismo na Amazônia: O case Sicoob Credisul. Vilhena - Rondônia. Ivan Capra Cooperativismo na Amazônia: O case Sicoob Credisul Vilhena - Rondônia Ivan Capra CONHECENDO A SICOOB CREDISUL Fundada em 07/11/1999 por 35 empresários do agronegócio Com unidades de atendimento em 03 Estados:

Leia mais

APIMEC 2016 REDE DE ATENDIMENTO

APIMEC 2016 REDE DE ATENDIMENTO São Paulo nov/16 APIMEC 2016 REDE DE ATENDIMENTO JOSUÉ AUGUSTO PANCINI VICE-PRESIDENTE EXECUTIVO REDE DE ATENDIMENTO TEMOS A MAIOR FRANQUIA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS FINANCEIROS E SEGUROS C D M 7,8%

Leia mais

Eng.º Ricardo Toscani Bairro Novo S.A.

Eng.º Ricardo Toscani Bairro Novo S.A. Eng.º Ricardo Toscani Bairro Novo S.A. Economia Mundial (PIB 2010) Economia Mundial (Taxa de Desemprego) Economia Mundial e Brasileira 2,0 % Economia Brasileira (Empregos Formais) Fonte: MTE Economia Brasileira

Leia mais

Missão e objetivos da empresa X X X X X. Objetivos por área X X Qualidade das informações X X X X X Integração dos orçamentos por área

Missão e objetivos da empresa X X X X X. Objetivos por área X X Qualidade das informações X X X X X Integração dos orçamentos por área Visão por meio das atividades de valor) Preço Prazo Assistência Técnica Modelo de gestão Análise de aspectos políticos governamentais, econômicos e legais Planejamento estratégico Orçamento empresarial

Leia mais

Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Contabilidade e Atuária EAC FEA - USP

Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Contabilidade e Atuária EAC FEA - USP Universidade de São Paulo Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Contabilidade e Atuária EAC FEA - USP AULA 09 Customer Relationship Management (CRM) Prof. Dr. Joshua Onome

Leia mais

Apresentação Institucional Incluindo resultados de 2015 JBS S.A. UMA COMPANHIA GLOBAL DE ALIMENTOS

Apresentação Institucional Incluindo resultados de 2015 JBS S.A. UMA COMPANHIA GLOBAL DE ALIMENTOS Apresentação Institucional Incluindo resultados de 2015 JBS S.A. UMA COMPANHIA GLOBAL DE ALIMENTOS A JBS AT A GLANCE Receita Líquida de R$163 bilhões em 2015 Segunda maior empresa global de alimentos¹

Leia mais

Módulo 3 Estratégia de Melhoria da CV. Desenhar um projeto de melhoria da cadeia. cadeia e estratégia. Análise da

Módulo 3 Estratégia de Melhoria da CV. Desenhar um projeto de melhoria da cadeia. cadeia e estratégia. Análise da Módulo Estratégia de Melhoria da CV Desenhar um projeto de melhoria da cadeia Módulos Delimitação do projeto Análise da cadeia e estratégia Implementação Monitoria 0 Decisão sobre engajamento na promoção

Leia mais

Vantagem Competitiva com SI

Vantagem Competitiva com SI Vantagem Competitiva com SI CEA145 Teoria e Fundamentos de Sistemas de Informação Universidade Prof. Federal George de H. G. Ouro Fonseca Preto DECEA / João Monlevade Universidade Federal

Leia mais

Cidadãos Inteligentes

Cidadãos Inteligentes Cidadãos Inteligentes Secretário de Educação da Bahia - Walter Pinheiro Junho/2017 Agenda O panorama brasileiro Oportunidades Smart People Regulação Lei Geral de Telecomunicações (1997) Universalização

Leia mais

Relacionamento que gera Resultado

Relacionamento que gera Resultado Relacionamento que gera Resultado Quem somos 8 08 anos de presença no mercado brasileiro Especialista no segmento educacional e idiomas Colaboradores e parceiros com contrato de confidencialidade Soluções

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. O que são palestras

Leia mais

Logística E gerenciamento da cadeia de abastecimento

Logística E gerenciamento da cadeia de abastecimento Logística E gerenciamento da cadeia de abastecimento Conceitos básicos Logística e Varejo Entendendo a cadeia de abastecimento integrada OBJETIVOS Os conceitos, definições e importância da cadeia de abastecimento;

Leia mais

Adequação e Operação do Sistema de Medição para Faturamento - SMF

Adequação e Operação do Sistema de Medição para Faturamento - SMF Adequação e Operação do Sistema de Medição para Faturamento - SMF BRAZIL WINDPOWER O&M 2015 Rio de Janeiro, 02 de setembro de 2015 Dalmir Capetta Agenda Quadro Institucional Sistema de Medição para Faturamento

Leia mais

Sumário. PARTE 1 Gestão logística da cadeia de suprimentos. Capítulo 2. Capítulo 1

Sumário. PARTE 1 Gestão logística da cadeia de suprimentos. Capítulo 2. Capítulo 1 Sumário PARTE 1 Gestão logística da cadeia de suprimentos Capítulo 1 Cadeias de suprimentos no século xxi... 2 A revolução da cadeia de suprimentos... 4 Integração gera valor... 6 Modelo geral de cadeia

Leia mais

CURSO PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO DE SAÚDE UNIMED

CURSO PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO DE SAÚDE UNIMED CURSO PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO DE SAÚDE UNIMED PROPOSTA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS FGV CORPORATIVO 12.227/14_v3 QUADRO DE DISCIPLINAS Disciplinas (**) Carga Horária (*) 1. Cooperativismo e Administração de Serviços

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL Sistemas ERP, CRM e SCM 2017 Tipos de Sistemas de Informação Vimos anteriormente que os diversos Sistemas de Informação presentes em uma empresa podem ser vistos sob diferentes

Leia mais

CADEIA DE VALOR E LOGÍSTICA A LOGISTICA PARA AS EMPRESAS CADEIA DE VALOR 09/02/2016 ESTRATÉGIA COMPETITIVA. (Alves Filho, 99)

CADEIA DE VALOR E LOGÍSTICA A LOGISTICA PARA AS EMPRESAS CADEIA DE VALOR 09/02/2016 ESTRATÉGIA COMPETITIVA. (Alves Filho, 99) CADEIA DE VALOR E LOGÍSTICA Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc A LOGISTICA PARA AS EMPRESAS CADEIA DE VALOR ESTRATÉGIA COMPETITIVA é o conjunto de planos, políticas, programas e ações desenvolvidos

Leia mais

Segmentos Varejo e Prime Josué Augusto Pancini. Diretor Vice-Presidente

Segmentos Varejo e Prime Josué Augusto Pancini. Diretor Vice-Presidente 11 Informação Esta apresentação pode conter informações sobre eventos futuros. Tais informações não seriam apenas fatos históricos, mas refletiriam os desejos e as expectativas da direção da companhia.

Leia mais

Pesquisa Ciab FEBRABAN 2012

Pesquisa Ciab FEBRABAN 2012 Pesquisa Ciab FEBRABAN 2012 O Setor Bancário em NúmerosN Um sistema financeiro saudável, ético e eficiente é condição essencial para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do País. 1 Apresentação

Leia mais

Aumentando a Produtividade e Reduzindo os Custos da Fábrica. Antonio Cabral

Aumentando a Produtividade e Reduzindo os Custos da Fábrica. Antonio Cabral Aumentando a Produtividade e Reduzindo os Custos da Fábrica Antonio Cabral acabral@maua.br Roteiro Desafio; Sistemas; O custo e o valor do controle de processo; Mapeamento; Principais indicadores usados

Leia mais

BP Energy unifica sua presença no Rio de Janeiro utilizando nova infraestrutura e gera economia e melhoria operacional

BP Energy unifica sua presença no Rio de Janeiro utilizando nova infraestrutura e gera economia e melhoria operacional BP Energy unifica sua presença no Rio de Janeiro utilizando nova infraestrutura e gera economia e melhoria operacional Junho/2016 Perfil A BP está presente no país desde 1957 e hoje atua nos segmentos

Leia mais

GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 01: Gestão das Cadeias de Suprimentos

GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 01: Gestão das Cadeias de Suprimentos GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 01: Gestão das Cadeias de Suprimentos Objetivos O aluno deverá ser capaz de: Entender os principais conceitos de Cadeia de Suprimentos Conhecer a origem da Cadeia

Leia mais

Colaboração em logística reversa e reciclagem na indústria elétrica e eletrônica Carlos Ohde Country Manager

Colaboração em logística reversa e reciclagem na indústria elétrica e eletrônica Carlos Ohde Country Manager Colaboração em logística reversa e reciclagem na indústria elétrica e eletrônica Carlos Ohde Country Manager The information contained herein is subject to change without notice. Temos as condições de

Leia mais

JBS S.A. JBS S.A. Resultado do 3º Trimestre de Reunião Pública com Analistas e Investidores 16 de novembro de 2009

JBS S.A. JBS S.A. Resultado do 3º Trimestre de Reunião Pública com Analistas e Investidores 16 de novembro de 2009 Resultado do 3º Trimestre de 2009 Reunião Pública com Analistas e Investidores 16 de novembro de 2009 JBS S.A. JBS S.A. Confiamos em Deus, respeitamos a natureza Apresentadores Joesley Mendonça Batista

Leia mais

Serviços Financeiros - A visão da nova tecnologia

Serviços Financeiros - A visão da nova tecnologia Serviços Financeiros - A visão da nova tecnologia Ofertas em tempo real para os clientes faz com que os bancos busquem as tecnologias que emergem do compartilhamento de informações. Apresento a tecnologia

Leia mais

Soluções para salas de bingo

Soluções para salas de bingo Soluções para salas de bingo A empresa Somos uma empresa especializada no desenvolvimento, fornecimento e instalação de equipamentos e sistemas para salas de bingo e componentes para jogos eletrônicos.

Leia mais

Monitoração de Vulnerabilidades e Telemetria

Monitoração de Vulnerabilidades e Telemetria Monitoração de Vulnerabilidades e Telemetria O que é ser Rede? Um pouco da nossa história É criada a Redecard O Itaú Unibanco A Redecard A Rede especialista em credenciamento de estabelecimentos para aceitação

Leia mais

Gestão Empresarial PME GO UP

Gestão Empresarial PME GO UP Gestão Empresarial PME GO UP COM A SOLUÇÃO EM CLOUD, VOCÊ GARANTE SEGURANÇA, PERFORMANCE E DISPONIBILIDADE PARA O SEU NEGÓCIO. A Senior dispõe de todas as soluções em cloud, atuando na modalidade SaaS,

Leia mais

Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Prof. Me. Érico Pagotto Aula 06

Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Prof. Me. Érico Pagotto Aula 06 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Prof. Me. Érico Pagotto Aula 06 Organizações que compõem processo da cadeia de abastecimento Organizações de Fornecimento O papel do fornecedor O que os clientes

Leia mais

A SBK é especializada em gestão e análise de processos e informações.

A SBK é especializada em gestão e análise de processos e informações. P E S S O A S P R O C E S S O S I N O V A Ç Ã O C O N H E C I M E N T O CONFIANÇA A SBK é especializada em gestão e análise de processos e informações. Uma plataforma de soluções e serviços integrados

Leia mais

FOOD SERVICE REDES DE FAST FOOD BARES E CASAS NOTURNAS OUTROS SEGMENTOS

FOOD SERVICE REDES DE FAST FOOD BARES E CASAS NOTURNAS OUTROS SEGMENTOS 01 FOOD SERVICE REDES E FRANQUIAS RESTAURANTES BARES E CASAS NOTURNAS REDES DE FAST FOOD OUTROS SEGMENTOS 03 SOLUÇÃO - FAST FOOD PDV: Gerenciamento de Atendimento Kitchen Display Systems Pedidos por dispositivos

Leia mais

C.R.M. Prof. Fulvio Cristofoli. Customer Relationship Management. Parte 1.

C.R.M. Prof. Fulvio Cristofoli. Customer Relationship Management. Parte 1. C.R.M. Customer Relationship Management Parte 1 Prof. Fulvio Cristofoli fulviocristofoli@uol.com.br www.fulviocristofoli.com.br Conceito CRM Gerenciamento do Relacionamento com o Consumidor É um processo

Leia mais

Em Tempo de Orçamento curto, qual a Melhor Estratégia Bimodal de TI? Sincronizar TI Bimodal com otimização de custos para melhores resultados.

Em Tempo de Orçamento curto, qual a Melhor Estratégia Bimodal de TI? Sincronizar TI Bimodal com otimização de custos para melhores resultados. Em Tempo de Orçamento curto, qual a Melhor Estratégia Bimodal de TI? Sincronizar TI Bimodal com otimização de custos para melhores resultados. Otimização de Custos e a Era dos Negócios Digitais Visão Geral:

Leia mais

Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho

Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho O QUE É O MODELO O Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho é uma ferramenta de diagnóstico e auto-avaliação que propõe às indústrias brasileiras uma reflexão

Leia mais

Nosso diferencial. Mais barato e rápido que ter um sócio de TI. Oferecemos todo o suporte tecnológico e novas funcionalidades

Nosso diferencial. Mais barato e rápido que ter um sócio de TI. Oferecemos todo o suporte tecnológico e novas funcionalidades Quem somos O N2N Virtual é uma plataforma construtora de marketplaces que permite a qualquer pessoa criar e gerenciar seu próprio shopping virtual com baixo custo, agilidade e suporte tecnológico. Com

Leia mais

Serviços em Cloud Computing

Serviços em Cloud Computing Serviços em Cloud Computing Computação em nuvem: Transformação para a Era Digital Marcos Vinícius Feitosa Gerente de Tecnologia O que é o Sicoob? Maior Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil Conta

Leia mais

Iniciativas e Práticas na Cadeia de Suprimentos

Iniciativas e Práticas na Cadeia de Suprimentos Iniciativas e Práticas na Cadeia de Suprimentos Administração de Logística e da Cadeia de Suprimentos Profa. Márcia Mazzeo Grande Programação de aula Parcerias e integração de processos na CS Práticas

Leia mais

PERFIL CORPORATIVO CTIS

PERFIL CORPORATIVO CTIS PERFIL CORPORATIVO CTIS PERFIL CORPORATIVO Sobre a CTIS Iniciou sua trajetória com dois sócios, um office- boy e uma secretária, ocupando uma área de apenas 27m². Hoje, é uma das maiores do mercado brasileiro

Leia mais

TECNOLOGIA DE PROCESSO

TECNOLOGIA DE PROCESSO TECNOLOGIA DE PROCESSO Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc INTRODUÇÃO Tecnologia de processo são máquinas, equipamentos e dispositivos que ajudam a produção a transformar materiais, informações e consumidores

Leia mais

Software Livre no Governo Eletrônico do Brasil

Software Livre no Governo Eletrônico do Brasil Software Livre no Governo Eletrônico do Brasil Rogério Santanna dos Santos Brasília, 16 de Abril de 2009 FORO IBEROAMERICANO SOBRE ESTRATEGIAS PARA IMPLANTAÇAO DA CARTA IBEROAMERICANA DE GOVERNO ELETRONICA

Leia mais

Resultados. Resultados. 4T12 e ano de T de maio de 2013

Resultados. Resultados. 4T12 e ano de T de maio de 2013 Resultados Resultados 4T12 e ano de 2012 1T13 15 de maio de 2013 8 de março de 2013 Destaques 1T13 Renovação do contrato com a Losango por mais 3 anos; Crescimento da base de cartões no trimestre em relação

Leia mais

RH e Folha de Pagamento Soluções que agregam valor ao seu negócio. People Knowledge Technology

RH e Folha de Pagamento Soluções que agregam valor ao seu negócio. People Knowledge Technology RH e Folha de Pagamento Soluções que agregam valor ao seu negócio People Knowledge Technology Nós Trabalhamos para o seu Sucesso Há duas décadas a Datamace se dedica ao desenvolvimento de soluções integradas

Leia mais

Introdução aos Sistemas de Informação nas Empresas

Introdução aos Sistemas de Informação nas Empresas Introdução aos Sistemas de Informação nas Empresas Esse capitulo estuda o referencial do conhecimento de SI necessário aos usuários finais das empresas e abordagem revista sobre desdobramentos-chaves no

Leia mais

BRASIL 5a. ECONOMIA DO MUNDO: CHEGAREMOS LÁ?

BRASIL 5a. ECONOMIA DO MUNDO: CHEGAREMOS LÁ? 1 Secretaria de Acompanhamento Econômico - SEAE BRASIL 5a. ECONOMIA DO MUNDO: CHEGAREMOS LÁ? Antonio Henrique P. Silveira Secretário de Acompanhamento Econômico 6 de fevereiro de 2010 1 Sumário A Estratégia

Leia mais

Consultoria em REDUÇÃO DE CUSTOS. As suas Poupanças são o nosso Negócio!

Consultoria em REDUÇÃO DE CUSTOS. As suas Poupanças são o nosso Negócio! Consultoria em REDUÇÃO DE CUSTOS As suas Poupanças são o nosso Negócio! QUEM SOMOS A EZ Trade Center apoia as empresas na REDUÇÃO DE CUSTOS operacionais, permitindo gerar POUPANÇAS SIGNIFICATIVAS, que

Leia mais

DIÁLOGO DA INDÚSTRIA COM CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

DIÁLOGO DA INDÚSTRIA COM CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DIÁLOGO DA INDÚSTRIA COM CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Carlos Fadigas Presidente, Braskem 30/07/2014 O Brasil tem oportunidades, mas para aproveitá-las precisa vencer alguns desafios DETERMINANTES

Leia mais

Daniel Barth Vizzotto Área de Crédito ao Consumo

Daniel Barth Vizzotto Área de Crédito ao Consumo Crédito de Consumo: Acceso a nuevos segmentos o sobreendeudamiento a los clientes tradicionales? Daniel Barth Vizzotto Área de Crédito ao Consumo 08 Julho de 2008 Banco Itaú - Indicadores Indicadores Gerais

Leia mais

PREVENT SENIOR SAÚDE melhora em 60% a eficiência do atendimento ao paciente com projeto da Avaya e Telesul.

PREVENT SENIOR SAÚDE melhora em 60% a eficiência do atendimento ao paciente com projeto da Avaya e Telesul. PREVENT SENIOR SAÚDE melhora em 60% a eficiência do atendimento ao paciente com projeto da Avaya e Telesul. A PREVENT SENIOR: A Prevent Senior é a operadora de saúde pioneira no atendimento dedicado às

Leia mais

BNDES Atuação no Complexo Industrial da Saúde (CIS)

BNDES Atuação no Complexo Industrial da Saúde (CIS) BNDES Atuação no Complexo Industrial da Saúde (CIS) Britcham: Políticas Públicas e Desenvolvimento Industrial do Setor de Saúde São Paulo, novembro de 2012 Agenda Saúde como desenvolvimento Transições

Leia mais

ALBIOMA I SEMINÁRIO MINEIRO DE BIOELETRICIDADE: A ENERGIA ELÉTRICA DA CANA-DE-AÇÚCAR

ALBIOMA I SEMINÁRIO MINEIRO DE BIOELETRICIDADE: A ENERGIA ELÉTRICA DA CANA-DE-AÇÚCAR ALBIOMA I SEMINÁRIO MINEIRO DE BIOELETRICIDADE: A ENERGIA ELÉTRICA DA CANA-DE-AÇÚCAR Outubro 2016 NOSSO OBJETIVO COMUM 1. Disponibilidade de biomassa 2. Tecnologia consolidada 3. Condições econômicas voltam

Leia mais

Gestão da Inovação. Inovação na cadeia produtiva. Prof. Me. Diego Fernandes Emiliano Silva diegofernandes.weebly.

Gestão da Inovação. Inovação na cadeia produtiva. Prof. Me. Diego Fernandes Emiliano Silva diegofernandes.weebly. Gestão da Inovação Inovação na cadeia produtiva 1 Referências para a aula BREITBACH, Áurea Corrêa de Miranda; CASTILHOS, Clarisse Chiappini; JORNADA, Maria Isabel Herz da. Para uma abordagem multidisciplinar

Leia mais

Palestra Palestrante Simone Nascimento

Palestra Palestrante Simone Nascimento Palestra Inovação para Sustentabilidade da Marcenaria Palestrante Simone Nascimento Jornalista, especialista em Gestão de Projetos de Inovação pela USP e MBA Gestão Educacional Ganhadora 4º Prêmio FGV

Leia mais

ESTRATÉGIA DE INFORMAÇÃO Similaridades, diferenças e usos da Tecnologia da Informação (TI) e dos Sistemas de Informação (SI)

ESTRATÉGIA DE INFORMAÇÃO Similaridades, diferenças e usos da Tecnologia da Informação (TI) e dos Sistemas de Informação (SI) ESTRATÉGIA DE INFORMAÇÃO Similaridades, diferenças e usos da Tecnologia da Informação (TI) e dos Sistemas de Informação (SI) Aula baseada em dois artigos: Comportamento e Estratégias de Organizações em

Leia mais

Você sabe fazer a nova auto-avaliação? Conheça os atalhos Marcelo Kós Diretor Técnico de Assuntos Industriais - Abiquim

Você sabe fazer a nova auto-avaliação? Conheça os atalhos Marcelo Kós Diretor Técnico de Assuntos Industriais - Abiquim Você sabe fazer a nova auto-avaliação? Conheça os atalhos Marcelo Kós Diretor Técnico de Assuntos Industriais - Abiquim A Estrutura do Atuação Responsável Elemento Visão Missão Valores Princípios Diretrizes

Leia mais

Teleconferência Santander Adquirência / Conta Integrada. São Paulo, 18 de março de 2010

Teleconferência Santander Adquirência / Conta Integrada. São Paulo, 18 de março de 2010 Teleconferência Santander Adquirência / Conta Integrada São Paulo, 18 de março de 2010 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Cenário Macroeconômico Positivo

Leia mais

Gestão de redes de Telecom. Transformando em realidade o gerenciamento do ciclo de vida das redes de Telecom

Gestão de redes de Telecom. Transformando em realidade o gerenciamento do ciclo de vida das redes de Telecom Gestão de redes de Telecom Transformando em realidade o gerenciamento do ciclo de vida das redes de Telecom Gestão de redes de Telecom Agenda: Quem é o CPqD? Inovação em sistema de SW Motivadores Solução

Leia mais

Encontro com a TIM APIMEC DF. Brasília. 09 de Maio de 2017

Encontro com a TIM APIMEC DF. Brasília. 09 de Maio de 2017 Encontro com a TIM APIMEC DF Brasília 09 de Maio de 2017 Para a era de Da era de ouro de DADOS VOZ O MUNDO ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO ONTEM HOJE A RELAÇÃO DOS BRASILEIROS COM SMARTPHONES ESTÁ EVOLUINDO RÁPIDO...

Leia mais

Evolução tecnológica e Visão de futuro Telefonica Vivo

Evolução tecnológica e Visão de futuro Telefonica Vivo Telefonica Vivo Evolução tecnológica e Visão de futuro Telefonica Vivo Há um novo consumidor, cada vez mais conectado e exigente CONSTANTEMENTE INFORMADO BUSCA PERSONALIZAÇÃO $ ORIENTADO A VALOR 100% CONECTADO

Leia mais

Grupo Telecom Italia TIM Brasil

Grupo Telecom Italia TIM Brasil GRUPO TELECOM ITALIA Londres, 16 de Fevereiro de 2016 Grupo Telecom Italia TIM Brasil 70 60 50 40 30 20 10 0 Brasil 2016-18: Reconhecendo os Desafios Protegendo resultados em ambiente macroeconômico mais

Leia mais

AUDITORIA DE DESEMPENHO NAS INDÚSTRIAS EXTRATIVAS

AUDITORIA DE DESEMPENHO NAS INDÚSTRIAS EXTRATIVAS AUDITORIA DE DESEMPENHO NAS INDÚSTRIAS EXTRATIVAS Maridel Piloto de Noronha Diretora de Suporte à Auditoria Tribunal de Contas da União maridelpn@tcu.gov.br Auditoria de desempenho no TCU Contexto histórico

Leia mais

5 hábitos que a área de RH deve abandonar em Raquel Oliveira Diretora LATAM de Produto e Estratégia de Vendas para Learning, SAP Brasil

5 hábitos que a área de RH deve abandonar em Raquel Oliveira Diretora LATAM de Produto e Estratégia de Vendas para Learning, SAP Brasil 5 hábitos que a área de RH deve abandonar em 2015 Raquel Oliveira Diretora LATAM de Produto e Estratégia de Vendas para Learning, SAP Brasil Um lugar à mesa, mas sem visibilidade Mesmo empresas que dão

Leia mais

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia.

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia. Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais Módulos Delimitação do projeto Análise da cadeia e estratégia Implementação Monitoria 0 Decisão sobre

Leia mais

GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 02: Cadeias de Valor

GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 02: Cadeias de Valor GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 02: Cadeias de Valor Objetivos O aluno deverá ser capaz de: Entender a visão cíclica de uma Cadeia de Suprimentos. Conhecer os ciclos de processos de uma Cadeia

Leia mais

Atuação Responsável Compromisso com a sustentabilidade. Atuação Responsável Um compromisso da Indústria Química

Atuação Responsável Compromisso com a sustentabilidade. Atuação Responsável Um compromisso da Indústria Química Atuação Responsável Compromisso com a sustentabilidade O Atuação Responsável é uma ética empresarial, compartilhada pelas empresas associadas à Abiquim Missão do Atuação Responsável Promover o aperfeiçoamento

Leia mais

Regulação Estatal e Desenvolvimento

Regulação Estatal e Desenvolvimento Federal University of Minas Gerais From the SelectedWorks of Eduardo Meira Zauli 1998 Regulação Estatal e Desenvolvimento Eduardo Meira Zauli, Dr., Federal University of Minas Gerais Available at: http://works.bepress.com/eduardo_zauli/10/

Leia mais

Fonte : sistemaerp.org

Fonte : sistemaerp.org Fonte : sistemaerp.org O QUE É SISTEMA ERP? ERP- ENTERPRISE RESOURCE PLANNING É um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais

Leia mais

Aula 4 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS JOGOS MASSIVOS DISTRIBUÍDOS. Marcelo Henrique dos Santos

Aula 4 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS JOGOS MASSIVOS DISTRIBUÍDOS. Marcelo Henrique dos Santos Aula 4 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS JOGOS MASSIVOS DISTRIBUÍDOS Marcelo Henrique dos Santos Marcelo Henrique dos Santos Email: Site: marcelosantos@outlook.com www.marcelohsantos.com.br TECNOLOGIA EM JOGOS

Leia mais

MERCADOS PARA HORTIFRUTI. Análise das Forças de Mercado O QUE É UM MERCADO?

MERCADOS PARA HORTIFRUTI. Análise das Forças de Mercado O QUE É UM MERCADO? MERCADS PARA HRTIFRUTI dílio Sepulcri Edison J Trento QUE É UM MERCAD? Análise das Forças de Mercado Mercados Área geograficamente definida onde compradores e vendedores interagem e determinam o preço

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI do MEC

Planejamento Estratégico de TI do MEC Planejamento Estratégico de TI do MEC Merched Cheheb de Oliveira Diretor Diretoria de Tecnologia da Informação Secretaria Executiva Ministério da Educação MEC E mail: merched.oliveira@mec.gov.br Outubro

Leia mais

Graduação em Administração

Graduação em Administração Graduação em Administração Disciplina: Planejamento Estratégico Aula 7 Cadeia de Valor São José dos Campos, março de 2011 Cadeia de Valor A vantagem competitiva de uma empresa não resulta simplesmente

Leia mais

Apresentação Institucional. Março de 2015

Apresentação Institucional. Março de 2015 Apresentação Institucional Março de 2015 Apresentação Institucional Sobre a Par Corretora Mercado de Seguros em 2014 Diferenciais competitivos Programa Tem Mais Caixa Par Corretora é a corretora exclusiva

Leia mais

Leandro Vilain Diretoria de negócios e operações FEBRABAN. Nova Plataforma De Cobrança

Leandro Vilain Diretoria de negócios e operações FEBRABAN. Nova Plataforma De Cobrança Leandro Vilain Diretoria de negócios e operações FEBRABAN Nova Plataforma De Cobrança 1 Objetivo Fortalecer o produto cobrança de forma a proporcionar mais agilidade, segurança e conveniência para a sociedade

Leia mais

Gestão de Acesso e Segurança

Gestão de Acesso e Segurança Gestão de Acesso e Segurança COM A SOLUÇÃO EM CLOUD, VOCÊ GARANTE SEGURANÇA, PERFORMANCE E DISPONIBILIDADE PARA O SEU NEGÓCIO. A Senior dispõe de todas as soluções em cloud, atuando na modalidade SaaS,

Leia mais

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A INDÚSTRIA QUEM NÃO REAGIR LE CIRQUE DU SOLEIL O QUE NOS ESPERA NO PERÍODO 2007/2013

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A INDÚSTRIA QUEM NÃO REAGIR LE CIRQUE DU SOLEIL O QUE NOS ESPERA NO PERÍODO 2007/2013 ESTRUTURA DA COMUNICAÇÃO BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A INDÚSTRIA NOVO PARADIGMA QUEM NÃO REAGIR LE CIRQUE DU SOLEIL O QUE NOS ESPERA NO PERÍODO 2007/2013 ESTRUTURA DA COMUNICAÇÃO BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE

Leia mais

Banco Bradesco Diferenciais. Conveniência. Qualidade. Respeito aos Perfis de Clientes. Proximidade

Banco Bradesco Diferenciais. Conveniência. Qualidade. Respeito aos Perfis de Clientes. Proximidade Banco Bradesco Diferenciais Qualidade Conveniência Respeito aos Perfis de Clientes Proximidade 2 Presença Bradesco Proximidade C D M Presença nos 5.570 municípios brasileiros 7,7% 6% 24,2% REDE DE ATENDIMENTO

Leia mais

BLINDAGEM LEGAL DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA BANCO DIGITAL

BLINDAGEM LEGAL DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA BANCO DIGITAL BANCO DIGITAL BLINDAGEM LEGAL DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA BANCO DIGITAL PASSO 1 Análise de Viabilidade Jurídica de Inovação Tecnológica PASSO 2 Oferta com contratação totalmente digital e/ou biométrica

Leia mais

Meios de Pagamento. Novo Marco Regulatório Internacional (e no Brasil)

Meios de Pagamento. Novo Marco Regulatório Internacional (e no Brasil) Meios de Pagamento Historicamente, serviços de pagamento desenvolvidos por bancos, associados a depósitos Desmembramento das atividades de pagamentos e entrada de novos agentes Novo Marco Regulatório Internacional

Leia mais