INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES

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1 INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES Vera M. L. Ponçano Rede de Saneamento e Abastecimento de Água Aracaju, 10 dezembro 2015

2 REDES: TECNOLÓGICAS TEMÁTICAS - PÚBLICAS FATORES DE INFLUÊNCIA: PESSOAL, SOCIAL, TECNOLÓGICO, ACADÊMICO, FINANCEIRO, POLÍTICO... BASE: COORDENAÇÃO PBMQ E RESAG PESQUISAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS GESTÃO DESEMPENHO RESULTADOS MANUTENÇAO

3 SELEÇÃO DE ATORES COMPETÊNCIA: TEMA DE ATUAÇÃO CONHECIMENTO COMUNICADO E TROCADO aprendizado, disseminação, interação... sinergia, Teoria dos Atores em Rede (ANT) e outros: a seleção de atores é fundamental Cohen e Levinthal: barreiras intelectuais e sociais são consideravelmente menores quando forem familiares Algumas organizações têm maior capacidade de absorver conhecimento do que outras

4 VALORES E PRINCÍPIOS compartilhamento de valores e princípios Eixo unificador Confiança: aspectos culturais e diretamente relacionada com o desempenho e alcance dos resultados em rede aprendizado, convergência e reconhecimento de mérito das ações Participação independente, motivação, criatividade Liderança, sem função dominante, autoritária Imagem da rede e identidade comum aspectos psicológicos, sociais e econômicos, com reflexos nos resultados coletivos

5 COORDENAÇÃO Liderança do Coordenador/a: grande influência na resposta e engajamento dos membros nas atividades da rede e nos resultados alcançados (pesquisas e entrevistas) Quanto maior a sua compreensão sobre os fatores culturais, sociais e pessoais envolvidos e, em particular sobre as expectativas dos participantes, maior a adesão Comunicação eletrônica, contato pessoal Planejamento e Execução: participativos e integradores Avaliação, Monitoramento e Aprimoramento: valores e objetivos comuns, e dinâmicas diferenciadas de trabalho participação, geração e troca de conteúdos, interatividade e conectividade e adesão DESEMPENHO DA REDE

6 DEMANDAS Atividade contínua: Empresas, institutos tecnológicos e legislação: regulamentos, portarias, especificações e normas vigentes Base indutora ao planejamento e à execução das atividades Efetividade e aplicação dos resultados

7 QUALIDADE Gestão financeira: experiência, agilidade (tempo hábil), atitude Qualidade produtos e serviços Laboratórios com resultados confiáveis, dentro de padrões mundiais Monitorar e garantir participantes cumpram requisitos acreditação é parte (questionário Resag)

8 ESTRUTURAÇÃO Grupos de trabalho (GT), subredes ou subprojetos: múltiplas conexões e múltiplas entradas. Ex. MRC, PI, Normalização, Gestão da Qualidade Fóruns de discussão periódicos: compartilhamento de experiências e solução de problemas tecnológicos, e até mesmo sociais, envolvendo toda a rede GT temporário: Aprofundamento analítico em temas específicos, ex. GT Técnicas de validação analíticas

9 COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO Comunicação rede: mesmos códigos de comunicação (por ex., valores, objetivos, metas) Estabelecimento de sistemas de comunicação eficientes, dado o número de pessoas envolvidas Fluxo adequado de informações: Funcionar como mecanismo de integração e minimizar interpretações pessoais e subjetividades Elemento redutor de distâncias geográficas Disseminação e comunicação com o mercado Recursos disponíveis + suporte profissional (prever recursos) s, portal/página web, boletins eletrônicos, revistas, entrevistas, visitas, reuniões, eventos técnico-científicos e de disseminação ao mercado

10 SUSTENTABILIDADE Callon (ANT) evidencia a transformação de investimentos governamentais em construção de infraestrutura de apoio a redes, propiciando vantagens competitivas às empresas pela economia gerada. Porém, estas devem buscar a sustentabilidade de suas atividades, terminados os suportes financeiros de estruturação e, sempre que possível, manterem a sua ligação com o governo para darem suporte às políticas governamentais. Projetos em parceria com a iniciativa privada são mecanismos utilizados (duas redes) Figura institucional ou jurídica, como entidade que não dependa somente do apoio de projetos estatais, e garantir a sua continuidade e desenvolvimento.

11 REGIONALIDADE Condições demográficas, econômicas e culturais de cada região infraestruturas diferentes capacitações e Redes: Transposição de fronteiras, quer sejam geográficas, hierárquicas, sociais ou políticas. Gestão da rede: Planejamento e execução convergentes com as metas a todos os membros facilitar o compartilhamento e a realização das atividades de acordo com o patamar estabelecido Alcance dos objetivos Políticas global Considerar as diferenças

12 FORMALIZAÇÃO NO SISTEMA CT&I NACIONAL Reconhecimento formal, papel, função, espaço e atuação da rede no sistema tecnológico nacional desenvolvimento e continuidade Mercado demanda parcerias e prestadores de serviços com clara legitimidade no contexto nacional e se retraem em situações opostas - não a reconhece como uma figura estável ou permanente, para estabelecer relações duradouras Inserção em políticas públicas planejamento, editais públicos, projetos e inovações Inserção em fóruns internacionais e nacional Formalização, apoio e vinculação governamental foi fator apontado em todas as pesquisas

13 CONSIDERAÇÕES Observância dos possíveis fatores de influência para consolidar gestões eficazes e produtivas. Um olhar atento pode impedir ou minimizar influências negativas. Os dez fatores de influência relatados foram ratificados em diversas pesquisas nacionais e internacionais e pela literatura, e abordam redes sob as perspectivas de sua criação, morfologia, estrutura, operacionalização e de relações humanas e profissionais, e deles com o meio externo. Obrigada!

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