INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES"

Transcrição

1 INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES Vera M. L. Ponçano Rede de Saneamento e Abastecimento de Água Aracaju, 10 dezembro 2015

2 REDES: TECNOLÓGICAS TEMÁTICAS - PÚBLICAS FATORES DE INFLUÊNCIA: PESSOAL, SOCIAL, TECNOLÓGICO, ACADÊMICO, FINANCEIRO, POLÍTICO... BASE: COORDENAÇÃO PBMQ E RESAG PESQUISAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS GESTÃO DESEMPENHO RESULTADOS MANUTENÇAO

3 SELEÇÃO DE ATORES COMPETÊNCIA: TEMA DE ATUAÇÃO CONHECIMENTO COMUNICADO E TROCADO aprendizado, disseminação, interação... sinergia, Teoria dos Atores em Rede (ANT) e outros: a seleção de atores é fundamental Cohen e Levinthal: barreiras intelectuais e sociais são consideravelmente menores quando forem familiares Algumas organizações têm maior capacidade de absorver conhecimento do que outras

4 VALORES E PRINCÍPIOS compartilhamento de valores e princípios Eixo unificador Confiança: aspectos culturais e diretamente relacionada com o desempenho e alcance dos resultados em rede aprendizado, convergência e reconhecimento de mérito das ações Participação independente, motivação, criatividade Liderança, sem função dominante, autoritária Imagem da rede e identidade comum aspectos psicológicos, sociais e econômicos, com reflexos nos resultados coletivos

5 COORDENAÇÃO Liderança do Coordenador/a: grande influência na resposta e engajamento dos membros nas atividades da rede e nos resultados alcançados (pesquisas e entrevistas) Quanto maior a sua compreensão sobre os fatores culturais, sociais e pessoais envolvidos e, em particular sobre as expectativas dos participantes, maior a adesão Comunicação eletrônica, contato pessoal Planejamento e Execução: participativos e integradores Avaliação, Monitoramento e Aprimoramento: valores e objetivos comuns, e dinâmicas diferenciadas de trabalho participação, geração e troca de conteúdos, interatividade e conectividade e adesão DESEMPENHO DA REDE

6 DEMANDAS Atividade contínua: Empresas, institutos tecnológicos e legislação: regulamentos, portarias, especificações e normas vigentes Base indutora ao planejamento e à execução das atividades Efetividade e aplicação dos resultados

7 QUALIDADE Gestão financeira: experiência, agilidade (tempo hábil), atitude Qualidade produtos e serviços Laboratórios com resultados confiáveis, dentro de padrões mundiais Monitorar e garantir participantes cumpram requisitos acreditação é parte (questionário Resag)

8 ESTRUTURAÇÃO Grupos de trabalho (GT), subredes ou subprojetos: múltiplas conexões e múltiplas entradas. Ex. MRC, PI, Normalização, Gestão da Qualidade Fóruns de discussão periódicos: compartilhamento de experiências e solução de problemas tecnológicos, e até mesmo sociais, envolvendo toda a rede GT temporário: Aprofundamento analítico em temas específicos, ex. GT Técnicas de validação analíticas

9 COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO Comunicação rede: mesmos códigos de comunicação (por ex., valores, objetivos, metas) Estabelecimento de sistemas de comunicação eficientes, dado o número de pessoas envolvidas Fluxo adequado de informações: Funcionar como mecanismo de integração e minimizar interpretações pessoais e subjetividades Elemento redutor de distâncias geográficas Disseminação e comunicação com o mercado Recursos disponíveis + suporte profissional (prever recursos) s, portal/página web, boletins eletrônicos, revistas, entrevistas, visitas, reuniões, eventos técnico-científicos e de disseminação ao mercado

10 SUSTENTABILIDADE Callon (ANT) evidencia a transformação de investimentos governamentais em construção de infraestrutura de apoio a redes, propiciando vantagens competitivas às empresas pela economia gerada. Porém, estas devem buscar a sustentabilidade de suas atividades, terminados os suportes financeiros de estruturação e, sempre que possível, manterem a sua ligação com o governo para darem suporte às políticas governamentais. Projetos em parceria com a iniciativa privada são mecanismos utilizados (duas redes) Figura institucional ou jurídica, como entidade que não dependa somente do apoio de projetos estatais, e garantir a sua continuidade e desenvolvimento.

11 REGIONALIDADE Condições demográficas, econômicas e culturais de cada região infraestruturas diferentes capacitações e Redes: Transposição de fronteiras, quer sejam geográficas, hierárquicas, sociais ou políticas. Gestão da rede: Planejamento e execução convergentes com as metas a todos os membros facilitar o compartilhamento e a realização das atividades de acordo com o patamar estabelecido Alcance dos objetivos Políticas global Considerar as diferenças

12 FORMALIZAÇÃO NO SISTEMA CT&I NACIONAL Reconhecimento formal, papel, função, espaço e atuação da rede no sistema tecnológico nacional desenvolvimento e continuidade Mercado demanda parcerias e prestadores de serviços com clara legitimidade no contexto nacional e se retraem em situações opostas - não a reconhece como uma figura estável ou permanente, para estabelecer relações duradouras Inserção em políticas públicas planejamento, editais públicos, projetos e inovações Inserção em fóruns internacionais e nacional Formalização, apoio e vinculação governamental foi fator apontado em todas as pesquisas

13 CONSIDERAÇÕES Observância dos possíveis fatores de influência para consolidar gestões eficazes e produtivas. Um olhar atento pode impedir ou minimizar influências negativas. Os dez fatores de influência relatados foram ratificados em diversas pesquisas nacionais e internacionais e pela literatura, e abordam redes sob as perspectivas de sua criação, morfologia, estrutura, operacionalização e de relações humanas e profissionais, e deles com o meio externo. Obrigada!

Utilização de Critérios de Excelência como Referência no Desenvolvimento da Gestão de Águas do Paraíba

Utilização de Critérios de Excelência como Referência no Desenvolvimento da Gestão de Águas do Paraíba Utilização de Critérios de Excelência como Referência no Desenvolvimento da Gestão de Águas do Paraíba Viviane Lanunce Paes Supervisora da Gestão Integrada - CAP Carlos Eduardo Tavares de Castro Superintendente

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO. Estratégia de Governança Digital. do Governo Federal

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO. Estratégia de Governança Digital. do Governo Federal Estratégia de Governança Digital do Governo Federal Histórico da Governança Digital 2000 Comitê Executivo de Governo Eletrônico 2005 eping: padrões de interoperabilidade 2010 Estratégia Geral de TI (EGTIC)

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional

Plano de Desenvolvimento Institucional data Plano de Desenvolvimento Institucional PDI - 2016-2020 Prof. Esper Cavalheiro Pró-Reitor de Planejamento - PROPLAN Profa. Cíntia Möller Araujo Coordenadora de Desenvolvimento Institucional e Estudos

Leia mais

Rede Empresarial de Inclusão Social

Rede Empresarial de Inclusão Social Rede Empresarial de Inclusão Social Rede Empresarial de Inclusão Social O que fizemos 2 de Maio 4 de Maio 11 de Maio 18 de Maio 25 de Maio 1º de Junho 26º Fórum de Empregabilidade Avaliação do 26º Fórum

Leia mais

SEGUNDO ENCONTRO PAULISTA DE ESCOLAS DE GOVERNO MUNICIPAIS

SEGUNDO ENCONTRO PAULISTA DE ESCOLAS DE GOVERNO MUNICIPAIS SEGUNDO ENCONTRO PAULISTA DE ESCOLAS DE GOVERNO MUNICIPAIS Rede Paulista de Escolas de Governo Um projeto em construção Ideia básica de rede Espaço de troca e construção coletiva Rede Paulista de Escolas

Leia mais

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 9º Diálogos da MEI ESTRATÉGIA NACIONAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL JAILSON BITTENCOURT DE ANDRADE SECRETÁRIO DE POLÍTICAS E PROGRAMAS

Leia mais

Regulamento do MUNICIÊNCIA Municípios Inovadores

Regulamento do MUNICIÊNCIA Municípios Inovadores Regulamento do MUNICIÊNCIA Municípios Inovadores. Introdução MuniCiência Municípios Inovadores é uma iniciativa criada pela CNM para identificar, analisar, promover e compartilhar projetos inovadores adotados

Leia mais

Agenda. Contexto. O Nordeste Territorial. Fórum de Governança da Atividade Econômica. Formas de Financiamento

Agenda. Contexto. O Nordeste Territorial. Fórum de Governança da Atividade Econômica. Formas de Financiamento Agenda Contexto O Nordeste Territorial Fórum de Governança da Atividade Econômica Formas de Financiamento Área de atuação do BNB Nordeste: 1.554,4 mil Km 2 Semi-árido: 974,4 mil Km 2 (62,7% do território

Leia mais

REDE NACIONAL PRIMEIRA INFÂNCIA CARTA DE PRINCÍPIOS. 10 de Dezembro 2013

REDE NACIONAL PRIMEIRA INFÂNCIA CARTA DE PRINCÍPIOS. 10 de Dezembro 2013 REDE NACIONAL PRIMEIRA INFÂNCIA CARTA DE PRINCÍPIOS 10 de Dezembro 2013 I Denominação Fundada no Brasil em 16 de março de 2007, denomina-se REDE NACIONAL PRIMEIRA INFÂNCIA o conjunto de organizações da

Leia mais

Comitê de Avaliação de Tecnologias (ATS) ) do Hospital Israelita Albert Einstein

Comitê de Avaliação de Tecnologias (ATS) ) do Hospital Israelita Albert Einstein Comitê de Avaliação de Tecnologias (ATS) ) do Hospital Israelita Albert Einstein Luiz Vicente Rizzo Diretor Superintendente Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein Avaliação de Tecnologia

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - PRPDI Orientação Geral O Plano de Desenvolvimento Institucional -PDI, elaborado para um período de 5

Leia mais

A. PROJETOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS

A. PROJETOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO CENTRO EIXO 1 COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO (SI I&DT) PARTE II - CRITÉRIOS DE

Leia mais

Ciência Regulatória: a regulação como instrumento de fomento às pesquisas de novas tecnologias em saúde. Brasília, 22/06/2016

Ciência Regulatória: a regulação como instrumento de fomento às pesquisas de novas tecnologias em saúde. Brasília, 22/06/2016 Ciência Regulatória: a regulação como instrumento de fomento às pesquisas de novas tecnologias em saúde. JARBAS BARBOSA Diretor-Presidente ANVISA Brasília, 22/06/2016 A ANVISA Primeira Agência da área

Leia mais

ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC

ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA DIREÇÃO GERAL DO CAMPUS JOÃO PESSOA PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE GESTORES

Leia mais

Acordo de Acionistas NORMA DE da CPFL Energia S.A. ENGAJAMENTO

Acordo de Acionistas NORMA DE da CPFL Energia S.A. ENGAJAMENTO Acordo de Acionistas NORMA DE da CPFL Energia S.A. ENGAJAMENTO Atual DE Denominação PÚBLICOS Social DE da Draft II Participações INTERESSE S.A. Sumário Introdução 3 Objetivo da Norma 4 Conceitos básicos

Leia mais

Descrição do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Políticas Públicas

Descrição do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Políticas Públicas Descrição do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Políticas Públicas O Programa de Pós-Graduação em Gestão de Políticas Públicas tem caráter multidisciplinar, integrando em suas disciplinas diversos

Leia mais

Diagnóstico Estratégico: Encontros com a comunidade. Instituto Federal do Maranhão (IFMA) STEINBEIS-SIBE do Brasil

Diagnóstico Estratégico: Encontros com a comunidade. Instituto Federal do Maranhão (IFMA) STEINBEIS-SIBE do Brasil Diagnóstico Estratégico: Encontros com a comunidade Instituto Federal do Maranhão (IFMA) STEINBEIS-SIBE do Brasil Objetivos e Produtos Previstos 1. Objetivo do dia Levantamento de propostas/demandas da

Leia mais

Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI

Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI 2ª REUNIÃO DO COMITÊ DE LÍDERES DA MEI DE 2016 Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI Gilberto Peralta GE 13 de maio de 2016 MARCO INSTITUCIONAL Emenda Constitucional nº 85 Inserção da inovação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE NÚCLEO DE EMPREENDEDORISMO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE NÚCLEO DE EMPREENDEDORISMO EDITAL Nº 01, 10 DE MARÇO DE 2017 SELEÇÃO PARA BOLSISTAS O Núcleo de Empreendedorismo da Universidade Federal de Sergipe EMPREENDER UFS, torna público a chamada para a seleção de alunos que desejam participar

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL Introdução ao Serviço Social A prática profissional no Serviço Social na atualidade: o espaço sócioocupacional que a particulariza e identifica;

Leia mais

Ouvidoria - Geral da União. Objetivo 6. Produzir informações estratégicas para subsidiar as tomadas de decisões do Presidente da República.

Ouvidoria - Geral da União. Objetivo 6. Produzir informações estratégicas para subsidiar as tomadas de decisões do Presidente da República. Ouvidoria - Geral da União Objetivo 6. Produzir informações estratégicas para subsidiar as tomadas de decisões do Presidente da República. Produzir dados quantitativos e qualitativos acerca da satisfação

Leia mais

O que é um APL? Conjunto significativo de empresas com vínculo entre si: Atividade produtiva predominante. Mesmo território

O que é um APL? Conjunto significativo de empresas com vínculo entre si: Atividade produtiva predominante. Mesmo território O que é um APL? O que é um APL? Um Arranjo Produtivo Local se caracteriza por: Conjunto significativo de empresas com vínculo entre si: Associação Empresarial Entidade ou Governo Instituição de Ensino

Leia mais

METODOLOGIAS DE PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO TERRITORIAL. Prof. Marcos Aurelio Tarlombani da Silveira

METODOLOGIAS DE PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO TERRITORIAL. Prof. Marcos Aurelio Tarlombani da Silveira METODOLOGIAS DE PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO TERRITORIAL Prof. Marcos Aurelio Tarlombani da Silveira CONTEXTO A NOVA DINÂMICA TERRITORIAL O intenso processo de urbanização e a descentralização difusa de

Leia mais

O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil

O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil Jacqueline Moreno Theodoro Silva Outubro/2016 Avaliação Educacional Avaliar é o ato de atribuir valor ou mérito a alguma coisa. Avaliação educacional:

Leia mais

CENÁRIO ATUAL e PERSPECTIVAS FUTURAS da AÇÃO SOCIAL. Jôer Corrêa Batista

CENÁRIO ATUAL e PERSPECTIVAS FUTURAS da AÇÃO SOCIAL. Jôer Corrêa Batista CENÁRIO ATUAL e PERSPECTIVAS FUTURAS da AÇÃO SOCIAL Jôer Corrêa Batista Considerações Preliminares. Filantropia Assistência Ação Social Transformação Social Tendências O amadorismo no Terceiro Setor vem

Leia mais

7.1 Contribuições para a teoria de administração de empresas

7.1 Contribuições para a teoria de administração de empresas 7 Conclusões Esta tese teve por objetivo propor e testar um modelo analítico que identificasse como os mecanismos de controle e as dimensões da confiança em relacionamentos interorganizacionais influenciam

Leia mais

Universidade Federal da Bahia Escola de Administração da UFBA Núcleo de Extensão em Administração Rede de Inovação e Aprendizagem em Gestão Hospitalar

Universidade Federal da Bahia Escola de Administração da UFBA Núcleo de Extensão em Administração Rede de Inovação e Aprendizagem em Gestão Hospitalar Edital para Inscrição e Seleção de Boas Práticas em Gestão Hospitalar e Serviços de Saúde 1ª Edição A Universidade Federal da Bahia (UFBA, por meio da Escola de Administração da Universidade Federal da

Leia mais

Os Territórios e a Economia do Conhecimento: que Respostas face aos Novos Desafios?

Os Territórios e a Economia do Conhecimento: que Respostas face aos Novos Desafios? Os Territórios e a Economia do Conhecimento: que Respostas face aos Novos Desafios? Domingos Santos CICS-UM, 3 de Novembro de 2011 Agenda 1. Novos desafios para os territórios. 2. O que nos dizem as abordagens

Leia mais

Território e planejamento de longo prazo: a experiência do Estudo da Dimensão territorial do planejamento

Território e planejamento de longo prazo: a experiência do Estudo da Dimensão territorial do planejamento Território e planejamento de longo prazo: a experiência do Estudo da Dimensão territorial do planejamento Leandro Freitas Couto Analista de Planejamento e Orçamento 27.07.2016 Retomada do planejamento

Leia mais

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE)

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE) Identidade Organizacional - Acesso à informação - IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos R O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é uma autarquia

Leia mais

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 POLÍTICA NACIONAL DA BIODIVERSIDADE Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 Os princípios estabelecidos na PNBio (20 ao todo) derivam, basicamente, daqueles estabelecidos na Convenção sobre Diversidade Biológica

Leia mais

Princípios Empresarias de Alimentos e Agricultura do Pacto Global x Relatório do Workshop de Engajamento x

Princípios Empresarias de Alimentos e Agricultura do Pacto Global x Relatório do Workshop de Engajamento x Princípios Empresarias de Alimentos e Agricultura do Pacto Global x Relatório do Workshop de Engajamento x São Bernardo de Campo SP, 04 de março de 2015 Contato: James Allen james@olab.com.br Neste relatório,

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO Visando subsidiar a proposição de propostas a CHAMADA INTERNA DA PROPI/IFTM EDITAL MCT/FINEP/CT-INFRA-PROINFRA 02/2014, apresentamos a seguir os critérios a serem considerados quando da avaliação das mesmas:

Leia mais

ATUAÇÃO DA CPA. Roteiro. Avaliação do ensino superior. Avaliação do Ensino Superior. Autoavaliação na UFMS

ATUAÇÃO DA CPA. Roteiro. Avaliação do ensino superior. Avaliação do Ensino Superior. Autoavaliação na UFMS ATUAÇÃO DA CPA Avaliação do ensino superior Roteiro Avaliação do Ensino Superior Legislação SINAES Autoavaliação Institucional Dimensões Autoavaliação na UFMS Instrumentos AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR

Leia mais

Transferência de Tecnologia na Fiocruz: Fatores de risco e de sucesso

Transferência de Tecnologia na Fiocruz: Fatores de risco e de sucesso Transferência de Tecnologia na Fiocruz: Fatores de risco e de sucesso Mesa Redonda: Transferência de Tecnologia: fatores de risco e de sucesso. 4º ENIFARMED - Encontro Nacional de Inovação em Fármacos

Leia mais

Edição 2015/2016. Justificativa. Finalidade e Relevância

Edição 2015/2016. Justificativa. Finalidade e Relevância PROGRAMA UNIFICADO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO Edição 2015/2016 Justificativa Finalidade e Relevância Por um lado, a parceria já consolidada com a iniciativa privada e o poder público

Leia mais

O Baobá. é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade.

O Baobá. é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade. O Baobá é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade. Especializada em gestão e sociedade, com foco em sustentabilidade para os setores público e privado.

Leia mais

DAS COORDENAÇÃO DE EIXO_TECNOLÓGICO

DAS COORDENAÇÃO DE EIXO_TECNOLÓGICO DAS COORDENAÇÃO DE EIXO_TECNOLÓGICO TÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES Art. 1 - À coordenação de eixo-tecnológico compete: I - Convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso; II - Submeter à Coordenação

Leia mais

Política de Sustentabilidade. Junho /2010. PI Rev. A

Política de Sustentabilidade. Junho /2010. PI Rev. A Junho /2010 PI.034.00000001 Rev. A SUMÁRIO 1. SUSTENTABILIDADE : ESSÊNCIA DA CAB AMBIENTAL 2. MISSÃO 3.VISÃO 4. OBEJTIVO 5. SUSTENTABILIDADE NA PRÁTICA 6. COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO CHAVES PARA O SUCESSO

Leia mais

Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul

Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Marcelo De Nardi Porto Alegre, 04 de julho de 2011. CONTEXTUALIZAÇÃO Poder Judiciário no Contexto da Gestão Pública Nacional Processos

Leia mais

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. O caso MDIC. BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. O caso MDIC. BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013 1ª Jornada Internacional da Gestão Pública O caso MDIC BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013 ANTECEDENTES INÍCIO DE 2011 Contexto de mudança de Governo; Necessidade de diagnóstico organizacional; Alinhamento

Leia mais

2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições:

2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições: PRORROGAÇÃO DO EDITAL PARA SELEÇÃO DE BOLSISTAS PROJETO CVDS Manaus, 24 de Novembro de 2014. 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O Centro Vocacional para o Desenvolvimento Sustentável (CVDS), trata-se de um projeto piloto

Leia mais

Facilitação e Desburocratização do Comércio Exterior

Facilitação e Desburocratização do Comércio Exterior FGV/2017 Facilitação e Desburocratização do Comércio Exterior Abrão Miguel Árabe Neto Secretário de Comércio Exterior Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços - CENÁRIO ATUAL Desafios à Competitividade

Leia mais

Indicadores de Qualidade da Educação Superior. Brasília-DF Agosto 2015

Indicadores de Qualidade da Educação Superior. Brasília-DF Agosto 2015 Indicadores de Qualidade da Educação Superior Brasília-DF Agosto 2015 Sobre o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES MARCOS LEGAIS da AVALIAÇÃO da EDUCAÇÃO SUPERIOR Constituição Federal

Leia mais

Acordo de Acionistas. do Grupo CPFL Energia. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A.

Acordo de Acionistas. do Grupo CPFL Energia. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. Acordo de Acionistas Política de da Investimento CPFL Energia Social S.A. do Grupo CPFL Energia Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. 1 Sumário 1. Introdução 3 2. Objetivo 4 3. Âmbito

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional PDI -

Plano de Desenvolvimento Institucional PDI - Plano de Desenvolvimento Institucional PDI - Diretrizes para Elaboração Eixos Temáticos Essenciais do PDI Perfil Institucional Avaliação e Acompanhamento do Desenvolvimento Institucional Gestão Institucional

Leia mais

POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, AUTOMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS ELETROBRAS. 2ª Versão

POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, AUTOMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS ELETROBRAS. 2ª Versão POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, AUTOMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS ELETROBRAS 2ª Versão Sumário 1 Objetivo... 3 2 Conceitos... 3 3 Princípios... 4 4 Diretrizes... 5 5 Responsabilidades... 5

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA Coordenadoria de Economia Mineral Diretoria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Premissas do Desenvolvimento Sustentável Economicamente

Leia mais

Adriana Cybele Ferrari

Adriana Cybele Ferrari Adriana Cybele Ferrari Coordenadora da Unidade de Bibliotecas e Leitura Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo São Paulo, 12 de Março de 2013 Espaços vivos de interação das pessoas; O elemento central

Leia mais

Articulação e Monitoramento ONIP para Implantação da Agenda de Competitividade

Articulação e Monitoramento ONIP para Implantação da Agenda de Competitividade Articulação e Monitoramento ONIP para Implantação da Agenda de Competitividade Caso do Projeto Setembro, 2011 O Desafio Agilizar a implantação da Agenda de Competitividade para a Cadeia Produtiva de Óleo

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES

CADERNO DE ATIVIDADES CADERNO DE ATIVIDADES PRIORIDADES DO PLANO DIRETOR 4 ANOS Considerando os... Desafios Desafios Desafios Desafios Desafios Defina em grupo as prioridades, segundo os critérios de... PRIORIDADES DO PLANO

Leia mais

I SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO. 1º de outubro de 2009

I SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO. 1º de outubro de 2009 I SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO 1º de outubro de 2009 (112 MUNICÍPIOS) (64 MUNICÍPIOS) (91 MUNICÍPIOS) (16 MUNICÍPIOS) (10 MUNICÍPIOS) (IDH Médio M Nacional = 0,766) Especificação

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA ARRANJO PRODUTIVO LOCAL: O CASO DO APL DE TÊXTEIS E CONFEÇÕES DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE/MT

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA ARRANJO PRODUTIVO LOCAL: O CASO DO APL DE TÊXTEIS E CONFEÇÕES DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE/MT Conferência Internacional LALICS 2013 Sistemas Nacionais de Inovação e Políticas de CTI para um Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável 11 e 12 de Novembro, 2013 - Rio de Janeiro, Brasil POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA Agosto de 2015 INTRODUÇÃO O Ministério de Educação (MEC) através do Sistema Nacional

Leia mais

EDITAL N.º 17/2016 ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC. Competência: Visão Estratégica

EDITAL N.º 17/2016 ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC. Competência: Visão Estratégica 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA DIREÇÃO GERAL DO CAMPUS JOÃO PESSOA PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE GESTORES

Leia mais

Políticas Públicas para a Educação Profissional e Tecnológica

Políticas Públicas para a Educação Profissional e Tecnológica Tópicos a serem abordados: Por quê? Para quê? O papel da SETEC / MEC Antecedentes A Retomada do Processo de Estruturação da Proposta de Políticas Públicas para a Linhas Estratégicas Por quê? Para quê?

Leia mais

Avaliação de Cursos, Novo Instrumento de Avaliação Institucional e a. Função da CPA neste contexto

Avaliação de Cursos, Novo Instrumento de Avaliação Institucional e a. Função da CPA neste contexto Avaliação de Cursos, Novo Instrumento de Avaliação Institucional e a Função da CPA neste contexto Profa. Dra. Marion Creutzberg Coordenadora da CPA / PUCRS Papel da CPA na avaliação de cursos de graduação

Leia mais

Reabilitação Integral: o desafio de uma política intersetorial. Conselho Nacional de Previdência Social

Reabilitação Integral: o desafio de uma política intersetorial. Conselho Nacional de Previdência Social Reabilitação Integral: o desafio de uma política intersetorial. Conselho Nacional de Previdência Social Junho 2016 Reabilitação Profissional Lei 8213/1991 Artigo 89 Decreto 3048/1999 Artigo 136 A prestação

Leia mais

PLANO DE TRABALHO 2011

PLANO DE TRABALHO 2011 Unidade Temática do Turismo Apresentada pela cidade Porto Alegre 1) Introdução PLANO DE TRABALHO 2011 Fortalecer o turismo internacional é um trabalho prioritário que deve ser cada vez mais consolidado

Leia mais

adequadas ao contexto econômico-financeiro e institucional das empresas;

adequadas ao contexto econômico-financeiro e institucional das empresas; 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas do Sistema Eletrobrás, através da integração da logística de suprimento de bens e serviços, visando o fortalecimento de seu poder de compra

Leia mais

Vigilância Epidemiológica. Profa. Rachel Sindeaux

Vigilância Epidemiológica. Profa. Rachel Sindeaux Vigilância Epidemiológica Profa. Rachel Sindeaux Vigilância Atividade contínua, permanente e sistemática; Foco para resultados inespecíficos para obtenção de metas; Utilização de dados relacionados com

Leia mais

Faculdade de Economia FEUC Universidade de Coimbra. Workshop Empreendedorismo social: teorias e práticas 30 de Junho 2011 Universidade de Aveiro

Faculdade de Economia FEUC Universidade de Coimbra. Workshop Empreendedorismo social: teorias e práticas 30 de Junho 2011 Universidade de Aveiro Faculdade de Economia FEUC Universidade de Coimbra Workshop Empreendedorismo social: teorias e práticas 30 de Junho Universidade de Aveiro Introdução sobre incubadoras sociais 1. Apresentação: Do ponto

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA PLANO DE TRABALHO Bacabeira-MA 2015 1. INTRODUÇÃO O presente Plano de Trabalho refere-se ao contrato firmado entre a Prefeitura Municipal de Bacabeira e a empresa de consultoria especializada de razão

Leia mais

FORUM URBANO MUNDIAL 5 Rio de Janeiro de março, 2010

FORUM URBANO MUNDIAL 5 Rio de Janeiro de março, 2010 FORUM URBANO MUNDIAL 5 Rio de Janeiro 22-26 de março, 2010 ESTUDO DE CASO: Projeto de Desenvolvimento Econômico Regional do Ceará (Cidades do Ceara Cariri Central) Emanuela Rangel Monteiro CONTEXTUALIZAÇÃO

Leia mais

Sistema de Pagamentos Brasileiro

Sistema de Pagamentos Brasileiro Sistema de Pagamentos Brasileiro José Antonio Marciano Telebrasil 2007 Costa do Sauípe 2/6/2007 Tópicos Sistema de Pagamentos Brasileiro O papel do Banco Central no SPB O projeto de reestruturação O papel

Leia mais

Fórum de Empresas Estatais Federais Plano de Cargos, Salários e Remuneração Capacitação de RH para Inovação

Fórum de Empresas Estatais Federais Plano de Cargos, Salários e Remuneração Capacitação de RH para Inovação Fórum de Empresas Estatais Federais Plano de Cargos, Salários e Remuneração Capacitação de RH para Inovação A prática de remuneração variável e gestão por competências no setor público brasileiro Agenda

Leia mais

(Reunião de Avaliação da Estratégia)

(Reunião de Avaliação da Estratégia) Universidade Federal do Pará Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional III Encontro sobre Relatório de Gestão da UFPA RAE (Reunião de Avaliação da Estratégia) Palestrante: Carlos Max

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ - UECE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ - UECE Seminário Os NITs e a efetividade do Programa RENORBIO Uma proposta para os NITs do NE Teresa Lenice Mota (UECE) Colaboração: André Luiz Araújo (CEFET-CE) Aritomar Barros (UFC) BNB, 10 de abril de 2007

Leia mais

Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5

Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5 Sumário Introdução, 1 Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5 1 Direcionadores do Uso de Tecnologia de Informação, 7 1.1 Direcionadores de mercado, 8 1.2 Direcionadores organizacionais,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DE PESSOAL ANEXO IV

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DE PESSOAL ANEXO IV SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DE PESSOAL ANEXO IV FORMULÁRIO DE ACOMPANHAMENTO SEMESTRAL DO SERVIDOR DOCENTE EM ESTÁGIO PROBATÓRIO Esta ficha

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 90-CEPE/UNICENTRO, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009. ESTA RESOLUÇÃO ESTÁ REVOGADA PELA RESOLUÇÃO Nº 71/2011- CEPE/UNICENTRO. Aprova o Curso de Especialização em Controladoria e Finanças, modalidade

Leia mais

EDITAL CHAMADA PÚBLICA PSR MAPA/SPA Nº 02/2016 PARCERIA DE PESQUISA SOBRE GESTÃO DE RISCOS AGROPECUÁRIOS

EDITAL CHAMADA PÚBLICA PSR MAPA/SPA Nº 02/2016 PARCERIA DE PESQUISA SOBRE GESTÃO DE RISCOS AGROPECUÁRIOS EDITAL CHAMADA PÚBLICA PSR MAPA/SPA Nº 02/2016 PARCERIA DE PESQUISA SOBRE GESTÃO DE RISCOS AGROPECUÁRIOS A SPA, no exercício da competência que lhe conferem as alíneas c do inciso IV do artigo 29 e o inciso

Leia mais

A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE. Profª Fabiana

A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE. Profª Fabiana A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE Profª Fabiana Principais Legislações que regem a Educação Permanente em Saúde : 8ª Conferência Nacional de Saúde - 1986 Constituição Brasileira de 1988 Lei 8080, de 19 de

Leia mais

EXECUÇÃO INTELIGENTE: CONFIANÇA, INOVAÇÃO E ENGAJAMENTO

EXECUÇÃO INTELIGENTE: CONFIANÇA, INOVAÇÃO E ENGAJAMENTO EXECUÇÃO INTELIGENTE: CONFIANÇA, INOVAÇÃO E ENGAJAMENTO Sofia Esteves Túnel do Tempo MUDANÇAS NA METÁFORA ORGANIZACIONAL ORGANIZAÇÃO COMO MÁQUINA MUDANÇAS NA METÁFORA ORGANIZACIONAL ORGANIZAÇÃO COMO

Leia mais

PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO DA NOVA GESTÃO. Presidente Joilson Barcelos

PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO DA NOVA GESTÃO. Presidente Joilson Barcelos PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO DA NOVA GESTÃO Presidente Joilson Barcelos RESGATANDO NOSSA HISTÓRIA 1963 1964 a 2015 2016 Fundada em 30 de maio, fruto de um movimento nacional, com a finalidade de fortalecer

Leia mais

IoT: Políticas e Infraestrutura

IoT: Políticas e Infraestrutura Ministério das Comunicações IoT: Políticas e Infraestrutura A Evolução da Internet das Coisas no Brasil. FIESP, São Paulo 29/07/2015 PNBL para PBLT Banda Larga para Todos Chegar a 90% dos municípios com

Leia mais

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação 25 de maio de 2016 EIXO 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Dimensão 8: Planejamento e avaliação Fragilidades Melhorar as reuniões da CPA e reestruturar

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN MCT 1 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN MCT 1 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN 3.1.6 - MCT 1 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Prestação de serviços de pessoa física para a elaboração de documento

Leia mais

AGÊNCIA REGULADORA DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO DAS BACIAS DOS RIOS PIRACICABA, CAPIVARI E JUNDIAÍ (ARES-PCJ)

AGÊNCIA REGULADORA DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO DAS BACIAS DOS RIOS PIRACICABA, CAPIVARI E JUNDIAÍ (ARES-PCJ) AGÊNCIA REGULADORA DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO DAS BACIAS DOS RIOS PIRACICABA, CAPIVARI E JUNDIAÍ (ARES-PCJ) MARCOS LEGAIS CONSÓRCIO PÚBLICO - CONSTITUIÇÃO FEDERAL (Art. 241 - Emenda nº 19/1998) - LEI FEDERAL

Leia mais

A avaliação de projetos pelo públicoalvo: um estudo exploratório de uma instituição universitária. Marilda Angioni

A avaliação de projetos pelo públicoalvo: um estudo exploratório de uma instituição universitária. Marilda Angioni A avaliação de projetos pelo públicoalvo: um estudo exploratório de uma instituição universitária Marilda Angioni Roteiro Avaliação Universidade Extensão Universitária Delimitação do Estudo Resultados

Leia mais

Projeto Cooperativa MPS.BR SOFTSUL. Relato de experiências, lições aprendidas, melhores práticas e dificuldades da IOGE SOFTSUL (RS)

Projeto Cooperativa MPS.BR SOFTSUL. Relato de experiências, lições aprendidas, melhores práticas e dificuldades da IOGE SOFTSUL (RS) Projeto Cooperativa MPS.BR SOFTSUL Relato de experiências, lições aprendidas, melhores práticas e dificuldades da IOGE SOFTSUL (RS) Campinas - SP, Outubro 2008 Agenda Informações sobre o projeto Resultados

Leia mais

Perspectivas da Gestão Estratégica de Pessoas para as Organizações Públicas

Perspectivas da Gestão Estratégica de Pessoas para as Organizações Públicas Perspectivas da Gestão Estratégica de Pessoas para as Organizações Públicas Aleksandra Pereira dos Santos Doutora em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações UnB Coordenadora-Geral de RH Previc

Leia mais

Plano Nacional de Turismo

Plano Nacional de Turismo Plano Nacional de Turismo 2011-2015 Conceito Conjunto de diretrizes, metas e programas que orientam a atuação do Ministério do Turismo, em parceria com outros setores da gestão pública nas três esferas

Leia mais

REUNIÃO NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO

REUNIÃO NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO REUNIÃO NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO 15 DE AGOSTO DE 2012 NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO 15/08/12 PAUTA 1. AGENDA PLANEJAMENTO II SEMESTRE 2012 2. ESCRITÓRIO DE PROJETOS

Leia mais

Fundamentos Estratégicos

Fundamentos Estratégicos 1 Fundamentos Estratégicos MISSÃO Fornecer soluções e serviços em sistemas de suspensões, eixos e componentes para veículos comerciais com inovação, qualidade, segurança e sustentabilidade. VISÃO Ser reconhecida,

Leia mais

TIC Educação 2015 Apresentação dos principais resultados

TIC Educação 2015 Apresentação dos principais resultados TIC Educação 2015 Apresentação dos principais resultados São Paulo 29 de Setembro de 2016 SOBRE O CETIC.br Produção de estatísticas TIC para políticas públicas Modelo Multissetorial de Governança da Internet

Leia mais

Modalidades do Prêmio. Regulamento. Participação

Modalidades do Prêmio. Regulamento. Participação Regulamento Participação Podem concorrer ao 10º Prêmio FIEB Desempenho Ambiental, empresas do setor industrial nas categorias MÉDIO E GRANDE PORTE e MICRO E PEQUENO PORTE (consultar classificação no site

Leia mais

VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade

VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade do Solo e das Águas Subterrâneas aesas - 24 e 25 de setembro de 2008 Eng.º Giuseppe Michelino CETESB Departamento de Tecnologia do Solo, Águas Subterrâneas

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009

PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações para a implementação do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade, e dá outras

Leia mais

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF REGULAMENTO N. 007 /2015 REGULAMENTO GERAL DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NUEMA DA FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF GARÇA/SP Vanessa Zappa, Diretora da FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR

Leia mais

Polos Verdes no Estado do Rio de Janeiro

Polos Verdes no Estado do Rio de Janeiro Polos Verdes no Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, 13 de Junho de 2012 SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE SUBSECRETARIA DE ECONOMIA VERDE Subsecretaria De Economia Verde Renováveis & Rio Capital da

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Matriz Curricular do Curso Superior de Tecnologia em

Leia mais

Plano Metropolitano de Habitação. Plano Metropolitano de Habitação de Interesse Social da Região Metropolitana de Campinas

Plano Metropolitano de Habitação. Plano Metropolitano de Habitação de Interesse Social da Região Metropolitana de Campinas Plano Metropolitano de Habitação de Interesse Social da Região Metropolitana de Campinas Apresentado pelo representante do Ministério das Cidades Histórico Aprovado pelo Conselho de Desenvolvimento

Leia mais

I WORKSHOP DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA GESTÃO DE PESSOAS DA USP

I WORKSHOP DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA GESTÃO DE PESSOAS DA USP I WORKSHOP DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA GESTÃO DE PESSOAS DA USP NOVEMBRO 2010 Propostas de MISSÃO para a Gestão de Pessoas da USP Criar condições para o engajamento pessoal e profissional dos servidores

Leia mais

Unimed 2ª Opinião ACREDITE: ESTÁ SURGINDO UMA NOVA UNIMED!

Unimed 2ª Opinião ACREDITE: ESTÁ SURGINDO UMA NOVA UNIMED! ACREDITE: ESTÁ SURGINDO UMA NOVA UNIMED! CONCEITO O Inova Unimed é um movimento de renovação que visa a modernização estrutural, operacional e administrativa da Unimed Vale do Aço. OBJETIVOS SATISFAZER

Leia mais

Gestão do Conhecimento

Gestão do Conhecimento Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina - FACAPE Ambiente de Negócio e Marketing Profa. Cynara Carvalho cynaracarvalho@yahoo.com.br Sociedade da Informação e do Conhecimento A sociedade

Leia mais

CONQUISTAS E DESAFIOS DO INPI NA CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO EM PI

CONQUISTAS E DESAFIOS DO INPI NA CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO EM PI CONQUISTAS E DESAFIOS DO INPI NA CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO EM PI Lucia Fernandes ACADEMIA DA PROPRIEDADE INTELECTUAL MISSÃO Formação e capacitação em PI; Desenvolvimento de P&D em PI; Disseminação do uso

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 08 CGACGIES/DAES/INEP

NOTA TÉCNICA Nº 08 CGACGIES/DAES/INEP MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA (INEP) Diretoria de Avaliação de Educação Superior (DAES) Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação

Leia mais

Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados

Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados Proteção Social para todos/as os/as brasileiros/as II Plano Decenal - 2016/2026 CARACTERÍSTICAS DOS PLANOS São técnicos e políticos;

Leia mais

Políticas Públicas II O Ciclo das Políticas Públicas

Políticas Públicas II O Ciclo das Políticas Públicas Políticas Públicas II O Ciclo das Políticas Públicas Professora: Geralda Luiza de Miranda Agosto/2011 Tema da aula Visões do ciclo de política: clássica; processo simples e linear; Implementação como formulação

Leia mais