Avaliação da termorretificação sobre a colagem na madeira de Eucalyptus saligna e Pinus caribaea var. hondurensis

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1 SCIENTIA FORESTALIS n. 1, p. 1-13, jun. Avlição d termorretificção sore colgem n mdeir de Euclyptus slign e Pinus crie vr. hondurensis Vlution of the thermo-retificted wood in dhesive onding of Euclyptus slign nd Pinus crie vr. hondurensis An Lúci Piedde Sodero Mrtins Pincelli José Otávio Brito José Edurdo Corrente INTRODUÇÃO RESUMO: Mdeirs de Euclyptus slign e de Pinus crie vr. hondurensis form sumetids à ção do clor num processo denomindo de termorretificção ou retificção térmic, conduzido em estuf elétric lortoril, num fix de tempertur entre e 1 C. O ojetivo foi estudr s lterções que termorretificção pudesse proporcionr às crcterístics d mdeir, em relção o seu comportmento de colgem medinte vlição d resistênci o cislhmento. Os resultdos indicrm que termorretificção reduz os vlores de resistênci o cislhmento d mdeir, não hvendo, porém, efeito sore tl resistênci em se trtndo d linh de colgem, ou sej, n interção mdeir/desivo. Conclui-se disso que termorretificção não reduz eficáci d interção entre mdeir e o desivo. Pode-se então considerr que os processos usuis de colgem dotdos n indústri mdeireir / moveleir são pssíveis de serem indicdos pr mdeirs termorretificds. PALAVRAS-CHAVE: Euclyptus slign, Pinus crie vr. hondurensis, Processo de termorretificção, Mdeir termorretificd, Colgem ABSTRACT: Euclyptus slign nd Pinus crie vr. hondurensis woods were sumitted to thermorectifiction process, conducted in lortoril electricl furnce, with temperture rnging -1 C. The im ws to evlute the chnges likely to e provided y the process to the chrcteristics of dhesive onding of the wood. Therey, shering strength tril ws conducted. The results showed tht the thermorectifiction process influences the shering strength of the woods, ut not the strength of wood / dhesive onding line. Thus one cn consider tht the usul dhesive onding processes dopted y the logging / furniture industry re likely to e indicted for thermorectified woods. KEYWORDS: Euclyptus slign, Pinus crie vr. hondurensis, Thermo-rectifiction process, Thermo-retificted wood, Adhesive onding São vários os processmentos industriis d mdeir em que o clor é usdo como componente ásico, sendo que su ção pode se dr de form mis ou menos intens, segundo s trnsformções estruturis necessáris. É preciso lemrr, no entnto, que nem sempre o clor é, isoldmente, o único res-

2 Pincelli, Brito e Corrente 13 ponsável pels trnsformções sofrids pel mdeir. Podem existir ftores dicionis influencindo o processo, tis como o tempo de trtmento, velocidde de quecimento, tmosfer, pressão etc. Outro specto importnte ser considerdo, diz respeito às pretensões qunto o produto finl ser otido. Dentre os processos em que o clor tem ppel de destque, comustão pode ser citd como sendo mis trdicionl e mis mplmente conhecid. Su plicção ásic é no sentido d lierção d energi químic contid nos componentes orgânicos d mdeir n form de energi clorífic. Outros exemplos típicos são ind: cronizção, destilção sec e gseificção, trvés dos quis mdeir é totlmente trnsformd, com os ojetivos principis d produção de crvão vegetl, líquidos pirolenhosos e gses. Por outro ldo, secgem rtificil é o exemplo mis clássico de processo em que mdeir sofre, comprtivmente, pouc lterção estruturl, soretudo em relção à su composição químic, qundo d su interção com o clor. Dest mneir, com exceção d secgem, miori dos trdicionis processos em que o clor é componente importnte, produzem significtivs lterções n estrutur d mdeir. Em tis csos, são otidos produtos que possuem crcterístics significtivmente diferencids d mdeir originl. Constt-se, portnto, ser possível dministrr interção mdeir x clor de tl form tender um ojetivo específico do processo. É nesse contexto, que surge termorretificção ou retificção térmic, conforme reltm Duchez e Guyonnet (199); Gohr e Guyonnet (199) e Guyonnet e Bourgois, citdos por Weilnd et l. (199). Segundo Gohr e Guyonnet (199), otimizção do processo de retificção permite produzir um mteril com reduzid higroscopicidde, sem diminuição significtiv ds proprieddes mecânics. O utor resslt, porém, que o trtmento deve ser previmente muito em vlido em relção à espécie de mdeir e um série de prâmetros, tis como: tempertur de trtmento, durção, velocidde do umento de tempertur, nturez e pressão d fse gsos, geometri e tmnho ds mostrs e teor de umidde inicil. De cordo com Mchinery Business Society (1997), o trtmento térmico modific s proprieddes d superfície d mdeir melhorndo su comptiilidde com componentes orgânicos, como por exemplo resins ou polímeros, fcilitndo s operções de impregnção, derênci, fricção de derivdos e o uso de produtos pr revestimento de superfície (vernizes, cers etc.). O estágio do desenvolvimento dos estudos sore retificção térmic indic que o processo é tulmente opercionl em escl industril. Os custos têm-se mostrdo comptíveis com s possiiliddes de mercdo, lém de estrem sendo proposts inúmers plicções pr o produto otido (Gohr e Guyonnet, 199). No Brsil, provvelmente s primeirs referêncis sore o emprego d termorretificção de mdeirs form presentds por Brito (1993). O utor oteve resultdos específicos sore influênci d tempertur do processo n redução de mss, lterção n densidde, composição químic, cpcidde de retrção volumétric d mdeir de E. slign. Mencionv ind que retificção térmic poderi se tornr um instrumento interessnte no sentido d lterção ds crcterístics d mdeir, sugerindo mplição dos estudos sore o ssunto. A respeito de colgem, diversidde tul que se oserv no emprego d mdeir devese, sem dúvid, os vnços otidos em relção os produtos e às técnics usds pr tl. De fto, como oserv Mrr (19), cerc de 7% de todos os produtos derivdos d

3 1 Termorretificção sore colgem n mdeir mdeir empregm desivos, de um modo ou de outro, n su confecção. Tis produtos incluem os compensdos, s vigs lminds, lguns tipos de chps de firs, s chps de prtículs, os derivdos de ppel, os móveis etc. É, portnto, perfeitmente deduzível que colgem se torne um componente fundmentl em relção o processmento e o emprego d mdeir termorretificd, o que trás necessidde de estudos sore o ssunto. É dinte do exposto, que se pretendeu relizr o presente trlho, cujo ojetivo foi vlir s lterções que termorretificção pudesse proporcionr às crcterístics de colgem d mdeir de Euclyptus slign e Pinus crie vr. hondurensis. MATERIAL E MÉTODOS Mteril Form utilizds mdeirs de Euclyptus slign e Pinus crie vr. hondurensis, otids de povomentos, respectivmente com 5 e nos de idde, e provenientes ds empress Durtex S/A (município de Agudos, SP) e Euctex S/A Indústri e Comércio (município de Itting, SP). O plnejmento do estudo foi elordo de form prever o uso de mteril coletdo junto às serrris ds empress, n form de prnchs, diretmente no fluxo de produção industril e ns dimensões de x 1 x 3cm. Prepro do mteril pr termorretificção As prnchs form rmzends so rigo do sol e chuv em miente com livre circulção de r, por um período de 3 meses, qundo tingirm umidde situd entre e 15%. A seguir, form cortds em peçs menores de 7 x 1 x 3cm, sendo que quels que se encontrvm com defeitos (rchdurs, nós, empenmentos etc.) form descrtds. Prte ds peçs em seu estdo nturl form usds como testemunh e prte dels destinds às termorretificções. As peçs selecionds pr s retificções térmics form secs em estuf com circulção forçd de r à tempertur de C, té tingirem peso constnte, pretendendo-se com isso eliminr o máximo eventul influênci d umidde d mdeir no processo de termorretificção. Termorretificções As retificções térmics form conduzids no Lortório de Químic, Celulose e Energi do Deprtmento de Ciêncis Florestis d ESALQ / USP. As mdeirs form termorretificds em estuf FANEM - Modelo 3 - Digitl, dotd de sistem de quecimento por resistênci elétric e circulção forçd de r interno e com volume nominl de 5 litros. Foi utilizd um tx de quecimento de,33 C / min e temperturs finis de C, 1 C, 1 C e 1 C. A tx de quecimento encontr-se comptível com quels indicds por Deglise e Mgne (197) e Grhm et l. (19) e s temperturs empregds, tendo como referênci os trlhos de Guedir (19); Vovelle e Mellottee (19) e Crow e Pickles (1971). Form relizds dus termorretificções por tempertur e espécie de mdeir, compreendendo peçs cd um. As mdeirs form colocds n estuf com tempertur pré-reguld C, pós o que se iniciou o processo de termorretificção. Após s temorretificções, estuf er desligd e s mdeirs permnecim no seu interior em resfrimento nturl té tingirem tempertur de 3 C. A vlição d perd de mss foi relizd medinte pesgem de peçs de mdeir ntes e pós plicção do processo.

4 Pincelli, Brito e Corrente 15 Após s termorretificções, s peçs permnecerm rmzends em lortório, com livre circulção de r, durnte 3 meses, gurdndo o início dos ensios de colgem. Após este período, form relizds vlições de umidde, trvés de medidor elétrico. Tis vlições form efetuds por mostrgem letóri ds peçs termorretificds e ds peçs usds como testemunhs. Form definidos os seguintes trtmentos: trtmento : mdeir não termorretificd (testemunh, mdeir sec o r e com umidde entre e 15%); trtmento T : mdeir termorretificd C; trtmento T 3 : mdeir termorretificd 1 C; trtmento T : mdeir termorretificd 1 C; trtmento : mdeir termorretificd 1 C. Análises e determinções de colgem As mdeirs form sumetids vlições de comportmento em relção trtmentos com cols, nos lortórios do Agrupmento de Proprieddes Básics d Mdeir d Divisão de Produtos Florestis do IPT - Instituto de Pesquiss Tecnológics do Estdo de São Pulo. Prepro do mteril pr ensio de colgem Pr cd espécie e trtmento form selecionds peçs de mdeir pr relizção do ensio de colgem, procurndo-se oter peçs visulmente livres de rchdurs e/ ou empenmentos. De cd prnch, form retirdos srrfos ns dimensões proximds de 5 x 3 x cm. Eles form então seprdos em três su-lotes e condiciondos em um câmr de climtizção ± C de tempertur e 5 ± 5% de umidde reltiv, durnte três semns, pr então serem coldos com os seguintes desivos (Fricção Al Químic): - desivo à se de resin de fenol-resorcinolformldeido, curável à tempertur miente, à prov d águ, de colorção escur (Cscophen RS-1-M); - desivo à se de resin de uréi-formldeido, curável à tempertur miente, resistente à águ (Cscmite PL-117); - desivo à se de resin de cetto polivinílico com ligções cruzds, à prov d águ (Cscorez 59). Tis desivos form escolhidos por representrem s principis opções de tis produtos no mercdo ncionl, cuj utilizção tem sido intens no Brsil em colgem de mdeirs, em mrcenris, crpintris, fárics de chps, dentre outros. Determinção d resistênci mecânic d colgem De cd espécie de mdeir, trtmento e tipo de desivo, form retirdos corpos-deprov de cordo com s Norms ASTM D 95 e NBS PS-7. (ASTM, 199; NBS, 197) A metde dos corpos-de-prov foi ensid no estdo seco, climtizdos previmente em miente com umidde reltiv de 5 ± 5% e à tempertur de 3 ± C. A outr metde foi ensid no estdo úmido, sumetendo previmente diferentes ciclos de envelhecimento celerdo, conforme o tipo de desivo ensido, como segue: pr colgem com fenol-resorcinolformldeido e cetto polivinílico: fervur em águ durnte h; secgem em estuf 3 ± 3 C, durnte 1h; nov fervur em águ por mis h; pr colgem resistente à águ com uréi formldeido: imersão em águ 9 ± 3 C, so um vácuo de 3mm de Hg, durnte 3 minutos; imersão em águ à pressão tmosféric e tempertur não inferior C.

5 1 Termorretificção sore colgem n mdeir Após tis procedimentos, os corpos-de-prov form ensidos qunto à resistênci o cislhmento, registrndo-se crg de ruptur e porcentgem de flh n mdeir d áre ensid. Nesse último ensio procurou-se vlir, visivelmente, incidênci de ruptur n mdeir em relção à ruptur n linh de colgem, expressndo- em porcentgem. Form vlidos os efeitos de col (fenolresorcinol-formol, cetto de polivinil modificd e uréi-formol), trtmento (testemunh, C, 1 C, 1 C e 1 C) e estdo (seco e úmido). Análises esttístics O delinemento experimentl dotdo foi o de prcels sudividids, instldo segundo um modelo inteirmente o cso, considerndo um esquem ftoril de 3 x 5 ns prcels pr três cols (fenol-resorcinol-formol, cetto de polivinil modificd e uréi-formol) e cinco trtmentos (testemunh e mdeirs termorretificds C, 1 C, 1 C e 1 C), e ns suprcels pr dois estdos (seco e úmido) trvés de um nálise d vriânci e plicção do teste F, relizdos pelo softwre SANEST (Sistem de Análise Esttístic), pr cd espécie. Form relizds doze repetições de cd ensio pr resistênci o cislhmento pr cd espécie nlisd. O resumo do qudro d nálise de vriânci, com disposição dos grus de lierdde por fonte de vrição é presentdo n Tel 1. Sendo interção tripl significtiv, seri efetud decomposição dess interção em efeitos ninhdos de Estdo x Trtmento pr cd col, com plicção do teste de Tukey. RESULTADOS E DISCUSSÃO Os resultdos de perd de mss de mdeir ds termorretificções e do teor de umidde ds peçs usds nos ensios de colgem são presentdos n Tel. Tel 1. Resumo do qudro de nálise d vriânci. (Summry of the test of vrince nlysis) Cuss d vrição G.L. Col Trtmento Col x Trtmento Resíduo (prcel) 15 Prcels 179 Estdo 1 Col x Estdo Estdo x Trtmento Col x Estdo x Trtmento Resíduo (su-prcel) 15 Totl 359 Os resultdos de vlição do desempenho d colgem são presentdos ns Tels de 3. As Figurs de 1 mostrm os digrms comprtivos com o teste de Tukey 5% de proilidde pr resistênci o cislhmento, pr os três tipos de cols testds nos estdos seco e úmido, considerndose os diversos trtmentos. Tnto pr mdeir de E. slign como pr o P. crie vr. hondurensis, interção tripl (col x estdo x trtmento) foi significtiv, revelndo um efeito conjunto desses três ftores. Portnto, não foi possível oter informções sore os efeitos principis. Pr isto, plicou-se o teste de Tukey os vlores médios considerndo os três efeitos ninhdos (Tels 5 e ). Pr ms s espécies de mdeir, e pr mior prte ds cols e condições de ensio, ocorrerm diferençs nos resultdos ds resistêncis o cislhmento, em função ds retificções térmics. Como er esperdo, pr mdeir de E. slign, o estdo seco diferiu significtivmente do estdo úmido pr tods s cols testds e trtmentos. Foi consttdo, pr s três

6 Pincelli, Brito e Corrente 17 cols, que o estdo úmido provocou redução d resistênci ds mdeirs colds. Em relção o comportmento dos desivos, os mesmos não diferirm significtivmente pr o lote de testemunhs e pr os trtmentos e 1 C, no estdo seco. As diferençs significtivs oservds form entre o cetto de polivinil modificd e uréi-formol 1 C, e entre o fenol-resorcinol-formol e cetto de polivinil modificd 1 C. No estdo úmido, o fenol-resorcinol-formol presentou diferenç significtiv n comprção com s outrs cols, com exceção pr o trtmento 1 C e pr uréi-formol no lote de testemunhs. Tel. Perd de mss de mdeirs termorretificds e teor de umidde ds peçs usds nos ensios de colgem. (Mss loss of thermorectified woods nd moistures content of the pieces used in onding tests). Trtmento 1 E. slign P. crie vr. hondurensis Perd de mss Teor de umidde Perd de mss Teor de umidde Médi (%) C.V. 3 (%) Médi(%) C.V. 3 (%) Médi (%) C.V. 3 (%) Médi(%) C.V. 3 (%) - - 9,77,33 - -, 3,3 T,9 5,1 9, 1,7,1 3,1, 7, T 3,,3 9,,7,,5,3, T,3,51,15, 1, 7,,,37,11 19,,3 1,35,17 7,19,9,91 1 testemunh; T mdeir termorretificd C; T 3 mdeir termorretificd 1 C; T mdeir termorretificd 1 C; mdeir termorretificd 1 C. Cd vlor corresponde à médi de 5 mostrs-controle durnte termorretificção. 3 Coeficiente de vrição. Tel 3. Análise d vriânci com plicção do teste F pr resistênci d colgem o esforço de cislhmento - Euclyptus slign. (Vrince nlysis with ppliction of F test for onding resistnce t the strin of shering - Euclyptus slign) Cuss d vrição G.L. S.Q. Q.M. Vlor F Pro.>F Col 191,11 95,95,7,1** Trtmento 9,3 5,511 7,7,1** Col*Trtmento 3,7,99,3,753 n.s. Resíduo (prcel) 15 7,5,7311 Prcels ,99 Estdo 1 391, 391, 75,5,1** Col*Estdo 5,9 3,1 9,,** Estdo*Trtmento 19,57 7,337 13,,1** Col*Estdo*Trtmento,739 1,59 3,,133** Resíduo (suprcel) 15 1,333 3, Totl 359 Coeficiente de vrição d prcel 3,3% Coeficiente de vrição d suprcel,97% ** Significtivo o nível de 1% de proilidde. n.s. Não significtivo.

7 1 Termorretificção sore colgem n mdeir Tel. Análise d vriânci com plicção do teste F pr resistênci d colgem o esforço de cislhmento - Pinus crie vr. hondurensis. (Vrince nlysis with ppliction of F test for onding resistnce t the strin of shering - Pinus crie vr. hondurensis) Cuss d vrição G.L. S.Q. Q.M. Vlor F Pro.>F Col 15,9 79,3,7,1** Trtmento,51 11,113,3,1** Col*Trtmento 5,,1,7,17* Resíduo (prcel) 15 5,91 3,997 Prcels ,5 Estdo 1 393,1 393,1 133,77,1** Col*Estdo 91,99 5,9 15,,** Estdo*Trtmento 179,799,7 15,5,1** Col*Estdo*Trtmento 5,79,137,79,5** Resíduo (suprcel) 15 5,,93 Totl 359 Coeficiente de vrição d prcel 19,1% Coeficiente de vrição d suprcel 5,% * Significtivo o nível de 5% de proilidde. ** Significtivo o nível de 1% de proilidde. Tel 5. Teste de Tukey pr resistênci d colgem o esforço de cislhmento o nível de 5% de proilidde - Euclyptus slign. (Tukey test for onding resistnce t the strin of shering with 5% of the proility - Euclyptus slign) Trtmento 1 Adesivo Fenol-resorcinol-formol Acetto de polivinil modificd Uréi-formol Tensão de Teste de Flh n Tensão de Teste de Flh n Tensão de Teste de Flh n ruptur Tukey 3 mdeir ruptur Tukey 3 mdeir ruptur Tukey 3 mdeir Estdo (MP) (%) (MP) (%) (MP) (%) seco 13,5 A 9 13, A 11, A úmido 5,1 A 9,37 B 1,97 A 1 T seco 11,9 A 97, A 99 11,7 A 9 úmido,17 A, B 1 3,71 B T 3 seco 9,31 A 99,7 A 91 9, A 9 úmido 5,13 A,7 B 33, B 9 T seco 9, AB,1 B 99,31 A 99 úmido, A,15 B 39, B 3 seco 7,17 A,9 B 9,3 AB 9 úmido,79 A 1,3 A 75 1,7 A 1 testemunh; T mdeir termorretificd C; T 3 mdeir termorretificd 1 C; T mdeir termorretificd 1 C; mdeir termorretificd 1 C. Médi de doze repetições. 3 Médis com mesm letr não são significtivmente diferentes. As letrs miúsculs comprm desivo e s minúsculs comprm estdo, dentro de cd trtmento.

8 Pincelli, Brito e Corrente 19 Tel. Teste de Tukey pr resistênci d colgem o esforço de cislhmento o nível de 5% de proilidde - Pinus crie vr. hondurensis. (Tukey test for onding resistnce t the strin of shering with 5% of the proility - Pinus crie vr. hondurensis) Trtmento 1 Adesivo Fenol-resorcinol-formol Acetto de polivinil modificd Uréi-formol Tensão de Teste de Flh n Tensão de Teste de Flh n Tensão de Teste de Flh n ruptur Tukey 3 mdeir ruptur Tukey 3 mdeir ruptur Tukey 3 mdeir Estdo (MP) (%) (MP) (%) (MP) (%) seco 11, A 9 11, A 9,7 A 93 úmido,7 A,1 B,3 A 5 T seco 1, A 9,73 A 9 1, A 9 úmido,1 A 9 1,7 B, A 37 T 3 seco 11, A 9 11, A 11,9 A 9 úmido 5,5 A 9,1 B 3,79 A 77 T seco,7 A 9,1 A 9 7, B 9 úmido,3 A 99 1,7 B 7 3,9 A 9 seco, A 5,53 B 9 5,1 B úmido, A 1,1 A 95,5 A 35 1 testemunh; T mdeir termorretificd C; T 3 mdeir termorretificd 1 C; T mdeir termorretificd 1 C; mdeir termorretificd 1 C. Médi de doze repetições. 3 Médis com mesm letr não são significtivmente diferentes. As letrs miúsculs comprm desivo e s minúsculs comprm estdo, dentro de cd trtmento. Tensão de ruptur (MP) 1 1 T1 T T3 T T5 Trtmento Estdo seco Estdo úmido Figur 1. Digrm comprtivo com o teste de Tukey 5% de proilidde pr tensão de ruptur em função dos trtmentos: testemunh; T 1 C - Fenol-resorcinol-formol - E. slign. (Comprtive digrm with Tukey test t 5% of the proility for rek strin to the tretments: witness; T 1 C; T 1 C - Fenol-resorcinol-formol - E. slign) Tensão de ruptur (MP) 1 1 T1 T T3 T T5 Trtmento Estdo seco Estdo úmido Figur. Digrm comprtivo com o teste de Tukey 5% de proilidde pr tensão de ruptur em função dos trtmentos: testemunh; T 1 C - Acetto de polivinil modificd - E. slign. (Comprtive digrm with Tukey test t 5% of the proility for rek strin to the tretments: witness; T 1 C; T 1 C - Acetto de polivinil modificd - E. slign)

9 13 Termorretificção sore colgem n mdeir Tensão de ruptur (MP) 1 1 T1 T T3 T T5 trtmento Estdo seco Estdo úmido Figur 3. Digrm comprtivo com o teste de Tukey 5% de proilidde pr tensão de ruptur em função dos trtmentos: testemunh; T 1 C - Uréi-formol - E. slign. Comprtive digrm with Tukey test t 5% of the proility for rek strin to the tretments: witness; T 1 C; T 1 C - Ure-formol - E. slign. Tensão de ruptur (MP) 1 1 T1 T T3 T T5 Trtmento Estdo seco Estdo úmido Figur 5. Digrm comprtivo com o teste de Tukey 5% de proilidde pr tensão de ruptur em função dos trtmentos: testemunh; T 1 C - Acetto de polivinil modificd - P. crie vr. hondurensis. (Comprtive digrm with Tukey test t 5% of the proility for rek strin to the tretments: witness; T 1 C; T 1 C - Acetto de polivinil modificd - P. crie vr. hondurensis) Tensão de ruptur (MP) 1 1 T1 T T3 T T5 Trtmento Estdo seco Estdo úmido Figur. Digrm comprtivo com o teste de Tukey 5% de proilidde pr tensão de ruptur em função dos trtmentos: testemunh; T 1 C - Fenol-resorcinol-formol - P. crie vr. hondurensis. (Comprtive digrm with Tukey test t 5% of the proility for rek strin to the tretments: witness; T 1 C; T 1 C - Fenol-resorcinol-formol - P. crie vr. hondurensis) Tensão de ruptur (MP) 1 1 T1 T T3 T T5 Trtmento Estdo seco Estdo úmido Figur. Digrm comprtivo com o teste de Tukey 5% de proilidde pr tensão de ruptur em função dos trtmentos: testemunh; T 1 C - Uréi-formol - P. crie vr. hondurensis. (Comprtive digrm with Tukey test t 5% of the proility for rek strin to the tretments: witness; T 1 C; T 1 C - Ure-formol - P. crie vr. hondurensis) Oservou-se pr mdeir de E. slign, pr os três tipos de col e pr mos os estdos, tendênci no decréscimo d resistênci o cislhmento em relção o umento d tempertur de termorretificção. Foi consttdo tmém, pr miori dos csos, que já C resistênci o cislhmento present um diminuição em relção à testemunh, sendo que tl redução intensificou-se ind mis o se tingir 1 C. No cso d mdeir de P. crie vr. hondurensis, exemplo do E. slign, o estdo seco diferiu significtivmente do estdo úmido pr s cols utilizds e trtmentos, s-

10 Pincelli, Brito e Corrente 131 sim como o estdo úmido provocou redução d resistênci ds mdeirs colds. Qunto o comportmento ds cols testds, s mesms não diferirm significtivmente entre si pr s testemunhs e trtmentos e 1 C, no estdo seco. Form consttds diferençs significtivs pr uréi-formol 1 C e pr o fenol-resorcinol-formol 1 C, qundo comprds às demis cols. No estdo úmido, destque foi ddo pr o cetto de polivinil modificd que diferiu significtivmente ds demis cols, com exceção d tempertur de 1 C. Oservou-se pr mdeir de P. crie vr. hondurensis, pr todos os desivos e estdos estuddos, tendêncis pr que com o umento ds temperturs de termorretificção, houvesse redução ns resistêncis o cislhmento. Destc-se que entre e 1 C, pr miori dos csos, resistênci presentou um umento. Contudo, prtir de 1 C oserv-se tendênci pr diminuição drástic dos vlores dess resistênci, intensificndo-se ind mis o se tingir 1 C. O comportmento ds mdeirs termorretificds em relção à resistênci o cislhmento, principlmente pr o P. crie vr. hondurensis, poderi ser triuído às lterções sofrids n composição químic ds mesms. Ligções e interções entre os componentes químicos d mdeir, ou mesmo s estruturs individuis, terim sofrido lterções. Há ind que se considerr que, n questão d colgem, resistênci o cislhmento não pode ser nlisd isoldmente. É importnte que nesse contexto sej incluíd vlição do locl em que ruptur tenh ocorrido. Reportndo-se o teste no estdo seco, pr ms s espécies e pr todos os desivos, s mdeirs presentrm excelentes comportmentos em relção à linh de ruptur. Isso é consttdo pelo fto de que de % ds rupturs ocorrerm n mdeir. Isso signific que s cols presentrm excelentes interções com o sustrto mdeir, tnto testemunh como s mdeirs termorretificds. Pr o estdo úmido, destcou-se o teste do desivo fenol-resorcinol-formol, que presentou excelentes índices de resistênci d linh de colgem, os quis tingirm vlores superiores %. Esse specto comprov crcterístic dess col ser à prov d águ. Nesse mesmo enfoque, o desivo à se de cetto de polivinil modificd, presentou vlores de ruptur n mdeir, no estdo úmido, inferiores os esperdos. Isto ocorre independentemente d espécie e condições de trtmento. Esse ixo desempenho não comprovou su condição de ser um desivo à prov d águ, conforme su especificção. Pelo exposto, independentemente do tipo de col ou de mdeir, pode ser consttdo que s influêncis ds termorretificções sore s resistêncis o cislhmento são muito miores n mdeir do que n linh de colgem, qundo nálise lev em cont superfície de ruptur dos corpos-de-prov ensidos. CONCLUSÕES Pr ms s espécies e pr todos os desivos, considerndo-se os estdos seco e úmido, s crcterístics de colgem não form fetds pels retificções térmics. A vlição d porcentgem de ruptur trvés do teste de cislhmento, indicou que incidênci d mesm foi mior n mdeir do que n linh de colgem. Isso signific que o ponto frco em relção à resistênci mecânic se encontrv no sustrto e não n linh de interção mdeir / col. Respeitndo-se s crcterístics própris ds mdeirs, s formulções e os métodos de plicção ds respectivs cols, pode-se concluir que os processos usuis de colgem dotdos n indústri mdeireir / moveleir são pssíveis de serem indicdos pr mdeirs termorretificds.

11 13 Termorretificção sore colgem n mdeir AUTORES ANA LÚCIA PIEDADE SODERO MARTINS PINCELLI é Mestre em Ciênci e Tecnologi de Mdeirs pelo Deprtmento de Ciêncis Florestis d ESALQ / USP. E-mil: JOSÉ OTÁVIO BRITO é Professor Titulr do Deprtmento de Ciêncis Florestis d ESALQ / USP Av. Pádu Dis, 11 - Cix Postl 9 - Pircic, SP e-mil: JOSÉ EDUARDO CORRENTE é Professor Assocido do Deprtmento de Ciêncis Exts d ESALQ / USP - Av. Pádu Dis, 11 - Cix Postl 9 - Pircic, SP E-mil: REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASTM AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS. Stndrd test method for strength properties of dhesive onds in sher y compression loding: ASTM D 95. Phildelphi, 199. GUEDIRA, F. Pyrolyse lente de l iomsse: comportement compre des tourteux d olives, de l gsse de cnne sucre et de l sciure de ois (Pin mritime). Mroc, 19. 1p. Tese (Doutordo). Université Mohmed V MACHINERY BUSINESS SOCIETY. The perdure wood. Sint-Clire, p. MARRA, G.G. The role of dhesion nd dhesives in the wood products industry. In: SYMPOSIUM ON WOOD ADHESIVES RESEARCH, APPLICATION AND NEEDS, Mdison, 19. Proceedings. Mdison: Forest Products Lortory, 19. p.1- NBS NATIONAL BUREAU OF STANDARDS. Construction nd industril plywwod with typicl APA grde-trdemrks: US Product Stndrd PS 1-7. Whington, 197. VOVELLE, C.; MELLOTTEE, H. Modelistion de l pyrolyse oxydnte ou non-oxydnte de ois ou de déchéts végetux à prtir de leurs composnts. In: Energy from iomss..ed. London: Applied Sciences, 19. p WEILAND, J.J.; GUYONNET, R.; GIBERT, R. Anlyse de l pyrolyse mengée du ois pr un couplge TG- DSC-IRTF. Journl of therml nlysis, v.51, p.5-7, 199. BRITO, J.O. Estudo preliminr de retificção térmic d mdeir de euclipto. In: CONGRESSO FLORESTAL BRASILEIRO, 7, Curiti, Anis. Curiti: SBS / SBEF, p.77 CROW, S.Z.; PICKLES, K.J. Therml softening nd degrdtion of wood nd rk. Wood fier, n.3, p.1-17, DEGLISE, X.; MAGNE, P. Pyrolysis nd industril chrcol. In: HALL, D.O.; OVEREND, R.P., ed. Biomss regenerle energy. New York: John Willey, 197. DUCHEZ, L.; GUYONNET, R. Principles nd pplictions of wood retifiction. In: WORLD CONFERENCE ON TIMBER ENGINEERING, 5, Lusnne, 199. Proceedings. Lusnne, 199. GOHAR, P.; GUYONNET, R. Development of wood retifiction process t the industril stge. In: SYMPOSIUM INTERNATIONAL,, Cnnes, 199. Proceedings. Cnnes, 199. GRAHAM, R.G.; BERGOUGNOU, M.A.; OVEREND, R.P. Fst pyrolysis of iomss: review. Journl of nlyticl nd pplied pyrolysis, n., p , 19.

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