GESTÃO DE ESTOQUE: UMA COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO NA MOVIMENTAÇÃO DOS ESTOQUES EM UMA AGROINDÚSTRIA DO SUL DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO DE ESTOQUE: UMA COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO NA MOVIMENTAÇÃO DOS ESTOQUES EM UMA AGROINDÚSTRIA DO SUL DO ESTADO DE SANTA CATARINA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TIAGO DE FAVERI GESTÃO DE ESTOQUE: UMA COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO NA MOVIMENTAÇÃO DOS ESTOQUES EM UMA AGROINDÚSTRIA DO SUL DO ESTADO DE SANTA CATARINA CRICIÚMA, DEZEMBRO DE 2010

2 2 TIAGO DE FAVERI GESTÃO DE ESTOQUE: UMA COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO NA MOVIMENTAÇÃO DOS ESTOQUES EM UMA AGROINDÚSTRIA DO SUL DO ESTADO DE SANTA CATARINA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Ciências Contábeis da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Orientador: Prof. Esp. Clayton Schueroff. CRICIÚMA, DEZEMBRO DE 2010

3 3 TIAGO DE FAVERI GESTÃO DE ESTOQUE: UMA COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO NA MOVIMENTAÇÃO DOS ESTOQUES EM UMA AGROINDÚSTRIA DO SUL DO ESTADO DE SANTA CATARINA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Ciências Contábeis da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. BANCA EXAMINADORA Clayton Schueroff Orientador Cleyton de Oliveira Ritta - Mestre - Examinador 1 Ademir Borges - Examinador 2 CRICIÚMA, DEZEMBRO DE 2010

4 4 O destino não é uma questão de sorte, é uma questão de escolha, não é algo a se esperar, é algo a se conquistar. (William Jennings Bryan)

5 5 Dedico este trabalho aos meus colegas e professores do curso de Ciências Contábeis da UNESC, a toda minha familia que me deram muito amor, sabedoria e força para a realização deste trabalho, em especial meus pais Osni e Janete, minha eterna gratidão.

6 6 AGRADECIMENTOS A Deus, que está sempre presente em todos os momentos de minha vida, dando-me força e sabedoria para enfrentar todas as dificuldades. Aos meus pais, Osni Zimmerman de Faveri e Janete Buzanello de Faveri, pelo amor, carinho, educação, dedicação e sinceridade, transmitidas através de suas palavras, exemplo de vida e principalmente por sempre estarem ao meu lado, mesmo nos momentos em que eu os desapontei. Aos meus irmãos Fabrício e Fabiana de Faveri, que sempre me deram apoio nas horas em que mais precisei. Aos meus avós, Pedro Buzanello e Assunta Benedete Buzanello, que hoje estão ao lado de Deus, mas eternamente estarão presentes em meus pensamentos, sempre me auxiliando nas dificuldades que encontro, para assim seguir em frente, me espelhando sempre no exemplo de vida deixado por eles. A minha namorada Suelen W. Moro, pelo seu amor, pelo seu companheirismo, pela sua compreensão nos momentos difíceis e pelo seu sorriso encorajador que sempre me da forças até mesmo quando pareço não tela, assim como sua família, pela receptividade, confiança e consideração. A minha filha Luiza, que com sua chegada, seu olhar inocente e seu sorriso contagiante, me enchem de força e coragem para seguir em frente. Aos amigos e colegas de trabalho, pelo apoio e confiança em mim depositados. Aos colegas de turma, pelo companheirismo pelos momentos difíceis compartilhados e pelos bons momentos que juntos passamos, sempre na expectativa de dias melhores.

7 7 Aos grandes amigos de turma, que sempre me deram apoio nas horas em que mais precisei e nunca deixaram de acreditar em mim e que sem eles não conseguiria mais esta conquista. Aos professores e coordenação do curso, pelo conhecimento, apoio, companheirismo e conhecimento por eles passado. A todos que de forma direta ou indiretamente me incentivaram a chegar a mais esta conquista. Por fim, agradeço ao meu orientador Clayton Schueroff, pela sua dedicação, disposição, sabedoria e sinceridade transmitidas pela sua simpatia, seu conhecimento demonstrado em suas palavras, que foram de fundamental importância para o desenvolvimento deste trabalho.

8 8 RESUMO Nos dias de hoje, com um mercado altamente competitivo, as empresas visam encontrar gestores que possam lhe dar confiabilidade e segurança em relação ao estoque. Um bom gerenciamento de estoque se dá pela boa escolha de um método para a avaliação dos mesmos. O estoque de uma grande organização é considerado um dos maiores bens das empresas, visto que nele é onde se encontra boa parte do ativo da empresa, em algumas empresas o estoque chega a ser maior que outras contas do ativo circulante, como a conta caixa por exemplo. Manter um estoque de maneira eficaz e segura é um grande diferencial para qualquer gestor, pois isso se torna um diferencial para alcançar os objetivos traçados pela empresa. Para isso, o presente estudo relatará a gestão de estoque de uma agroindústria do sul do estado de Santa Catarina, fazendo uma comparação entre os métodos de avaliação dos mesmos. Inicialmente, o trabalho mostrará a elaboração de uma pesquisa bibliográfica, buscando informações sobre o gerenciamento de estoques e seus métodos de avaliação. Após a pesquisa, será feita uma amostragem de itens de estoque da empresa objeto de estudo, que mostrará a movimentação do estoque no período de um mês, fazendo assim uma comparação entre os métodos de avaliação de estoque (PEPS, UEPS, MPM e Custo de Reposição), e assim identificar qual o melhor método a ser utilizado por uma agroindústria do sul do estado de Santa Catarina no gerenciamento dos seus estoques. Palavra chave: Gestão, estoque, métodos de avaliação.

9 9 LISTA DE FIGURAS, QUADROS E GRÁFICOS Figura 1: Custo Ideal...21 Quadro 1:PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai)...40 Quadro 2:UEPS (Último que Entra, Primeiro que Sai)...42 Quadro 3:MPM (Média Ponderada Móvel)...44 Quadro 1:SC 895 CMS VERDE, método PEPS...53 Quadro 2:CAIXA PAP N 4, método PEPS...55 Quadro 3:CORREIA SINCRONIZADA DA PV, método PEPS...57 Quadro 4:SC 895 CMS VERDE, método UEPS...60 Quadro 5:CAIXA PAP N 4, método UEPS...62 Quadro 6:CORREIA SINCRONIZADA DA PV, método UEPS...64 Quadro 7:SC 895 CMS VERDE, método MPM...66 Quadro 8:CAIXA PAP N 4, método MPM...67 Quadro 9:CORREIA SINCRONIZADA DA PV, método MPM...69 Quadro 10:SC 895 CMS VERDE, método pelo Custo de Reposição...71 Quadro 11:CAIXA PAP N 4, método pelo Custo de Reposição...72 Quadro 12:CORREIA SINCRONIZADA DA PV, método pelo Custo de Reposição..73 Gráfico 1: CPV, sc 895 CMS verde...76 Gráfico 2: CPV, caixa pap n Gráfico 3: CPV, correia sincronizada da PV...77 Gráfico 4: Valor de Estoque, sc 895 CMS verde...78 Gráfico 5: Valor de Estoque, caixa pap n Gráfico 6: Valor de Estoque, correia sincronizada da PV...79

10 10 LISTA DE SIGLAS PEPS = Primeiro que entra primeiro que sai UEPS = Último que entra primeiro que sai MPM = Média ponderada móvel FIFO = First-in-first-out LIFO = Last-in-first-out CPV = Custo dos produtos vendidos CMS = Carne Mecanicamente Separada

11 11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Tema e Problema Objetivos da Pesquisa Justificativa Métodologia Fundamentação Teórica Gestão de Estoque Definições Objetivos Almoxarifado Aquisição de materiais Recebimento de materiais Estocagem de materiais Consumo Rotatividade de estoque Estoque mínimo Estoque máximo Inventário físico Inventário permanente Inventário periódico Inventário rotativo Compras Métodos de Avaliação dos Estoques PEPS (Primeiro que Entra Primeiro que sai)...39

12 UEPS (Último que Entra Primeiro que Sai) MPM (Média Ponderada Móvel) Custo de Reposição Custos do Estoques Custo de aquisição Custo de transformação A Agroindústria DESCRIÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS Caracterização do Objeto de Estudo Breve Histórico Abordagens sobre os Métodos de Avaliação de Estoque Avaliação pelo Método PEPS (primeiro que entra primeiro que sai) Avaliação pelo Método UEPS (último que entra primeiro que sai) Avaliação pelo Método MPM (média ponderada móvel) Avaliação pelo Custo de Reposição Comparação entre os Métodos de Avaliação CONSIDERAÇÕES FINAIS...81 REFERÊNCIAS...82

13 13 1 INTRODUÇÃO O presente estudo trata da comparação entre os métodos de avaliação dos estoques PEPS, UEPS, MPM e Custo de Reposição, onde se busca identificar qual é o melhor método de avaliação para uma agroindústria do sul do estado de Santa Catarina. Inicialmente aborda-se o tema a ser pesquisado, bem como o problema que foi encontrado, os objetivos consistem em identificar qual o método mais viável para uma agroindústria do sul do estado de Santa Catarina, bem como a justificativa, que enfatiza a importância de um bom método de avaliação de estoques. Na metodologia da pesquisa, é apresentado os procedimentos metodológicos que serão adotados para a elaboração do presente estudo de conclusão de curso. Em seguida, é realizada uma revisão bibliográfica, com o intuito de buscar fundamentos e aprofundar conhecimentos acerca do tema abordado. Por fim, é caracterizada a empresa objeto de estudo onde posteriormente é realizada uma amostragem de itens de estoque, demonstrando a movimentação dos mesmos por meio dos métodos de avaliação PEPS, UEPS, MPM e Custo de Reposição, fazendo assim um comparativo entre os métodos para identificar qual o método mais viável para gerenciar o estoque de uma agroindústria do sul do estado de Santa Catarina. 1.1 Tema e Problema Diante de um mercado competitivo, onde as empresas visam encontrar a melhor forma de gerirem os seus estoques para evitar eventuais perdas ou desperdício, deve ser levado em consideração o método de custeio mais viável para tal.

14 14 O gerenciamento de estoques dentro de uma organização pode ser considerado um dos maiores bens da empresa. Pois é no estoque onde se encontra boa parte do ativo da empresa. Em alguns casos, a conta estoque chega a ser até maior que outras contas do ativo circulante, como a conta caixa, por exemplo. Gerir um estoque em uma grande companhia é um grande desafio para qualquer gestor. Estoques de materiais como, por exemplo: embalagens, graxas, rolamentos, canetas, tubulações, materiais elétricos, materiais de construção civil, peças de máquinas, entre outras matérias-primas, estão em constante movimentação, tornando o controle do estoque por parte do gestor essencial para a gestão da empresa. Para a gestão de um estoque ser eficiente, o gestor deve decidir qual a melhor forma de movimentar os seus custos e materiais. Muitos custos estão ligados aos estoques. O custo de armazenagem é um exemplo que se pode citar entre vários outros. Como a movimentação é constante, o gestor deve estar sempre estudando um método que, possa diminuir os custos de estoque. Sendo assim, é necessário que haja uma comparação entre os métodos de avaliação de estoque, para que se verifique qual o método mais viável para a sua gestão. Manter um estoque de maneira eficaz e segura é um grande diferencial para qualquer gestor, pois se torna um diferencial altamente competitivo, para alcançar os objetivos desejados pelos diretores da organização. Vale lembrar que, o bom gerenciamento do estoque das empresas pode trazer resultados financeiros positivos e o mau gerenciamento pode trazer resultados negativos. A escolha de um bom método ajuda o gestor a gerenciar o seu estoque, evitando eventuais perdas de materiais ou então que eles se tornem materiais obsoletos dentro da organização. Itens ficando por um longo período sem movimentação, tornando assim um ativo da empresa parado, sem uso. Deve-se salientar que o estoque de materiais utilizados no processo produtivo de uma agroindústria tem uma ampla quantidade de itens. Alguns com rotatividade diária, como caixas de papelão, embalagens plásticas e etiquetas, outros

15 15 que saem do estoque com pouca frequência, como por exemplo, peças de máquinas, que tem seu uso apenas quando é feita a manutenção preventiva, ou então, a quebra de uma peça. Tendo conhecimento disso, levanta-se o seguinte problema de pesquisa: qual o método de avaliação gerencial de estoque é mais viável para uma agroindústria do sul do estado de Santa Catarina? 1.2 Objetivos da pesquisa O objetivo geral deste trabalho consiste em identificar qual o método de avaliação gerencial dos estoques é mais viável em uma empresa de agroindústria do sul do estado de Santa Catarina. Constituem-se objetivos da pesquisa os seguintes: - identificar os métodos que são utilizados na avaliação dos estoques; - realizar um estudo de caso na empresa objeto de estudo; - mensurar o valor do estoque pelos métodos PEPS, UEPS, MPM e Custo de Reposição; - comparar os resultados da valorização dos estoques. 1.3 Justificativa É importante perceber a preocupação da empresa em gerir o seu estoque de forma segura e confiável. Estoque é um bem da empresa que é analisado quase que

16 16 diariamente pelos diretores, exigindo assim que, o responsável pelos mesmos seja altamente qualificado e de extrema confiança, pois é nele que se encontra uma boa parte do capital da empresa. Tendo isso por base, o presente estudo tem a sua validade justificada em procurar fornecer informações que possam identificar qual o método de avaliação dos estoques que é mais viável para uma agroindústria do sul do estado de Santa Catarina. É importante ressaltar que a empresa está focada em utilizar o seu estoque da melhor maneira possível, para que assim, não corra o risco de ter materiais parados no estoque. Pois material parado no estoque significa, dinheiro parado. Este trabalho justifica-se pelo fato de verificar, analisar e identificar qual o método de avaliação dos estoques é o mais viável para se utilizar em uma agroindústria do sul do estado de Santa Catarina. De forma prática, a importância deste estudo está no fato de que proporciona não só os gestores e administradores, mas também pessoas leigas, que conheçam um pouco a forma de que é realizado todo o processo dentro de um estoque de uma empresa. Desse modo, podem-se aplicar todos os conhecimentos obtidos no presente estudo, em qualquer outra empresa do ramo avícola, para o enriquecimento da mesma. A contribuição deste estudo pode refletir no crescimento de empresas, uma vez que bem administradas, buscando o crescimento e sucesso, necessitam de pessoas com alto conhecimento de gerir um estoque. A constante busca de aperfeiçoamento no processo de movimentação de estoque propicia a empresa de demais setores, a reverem seus procedimentos quanto à movimentação de seus estoques. 1.4 Metodologia

17 17 Apresentam-se aqui os aspectos metodológicos básicos para a realização deste estudo, uma vez que se trata de uma pesquisa e para seu desenvolvimento é utilizada uma metodologia. Para a elaboração do conteúdo teórico, será realizada pesquisa bibliográfica como meio de obter conhecimento sobre o tema abordado no presente trabalho. Segundo Parra Filho e Santos (1998, p. 97), a finalidade da pesquisa bibliográfica é de colocar o pesquisador em contato direto com tudo o que foi escrito, dito ou filmado sobre determinado assunto, inclusive conferencias seguidas de debates que tenham sido transcritos por alguma forma, quer publicadas, quer gravadas. A pesquisa, quanto aos objetivos, pode ser considerada como descritiva, pois, segundo Oliveira (1999, p. 114) o estudo descritivo possibilita o desenvolvimento de um nível de analise em que se permite identificar as diferentes formas dos fenômenos, sua ordenação e classificação. E Gil (1996, p. 46), define os objetivos da pesquisa como sendo descritiva, pois, a descrição das características de determinada população ou fenômeno, ou, então, o estabelecimento de relação entre as variáveis. Na metodologia de desenvolvimento do presente estudo, se utiliza a abordagem de pesquisa qualitativa e quantitativa, pois a pesquisa descreve e indica a complexidade de determinado problema. O presente estudo destaca o método utilizado pela empresa para realizar a movimentação de estoque. Indica de que forma é realizado o procedimento quanto à reposição dos estoques e quais os itens que tem mais rotatividade no estoque. O estudo será realizado com dados primários, no qual, a empresa estudada é uma agroindústria do ramo alimentício do sul do estado de Santa Catarina.

18 18 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Este capítulo apresenta a fundamentação teórica sobre a gestão do estoque e seus métodos de avaliação, destacando as suas características, objetivos e definições, de modo que possa fornecer informações para a elaboração do presente estudo. 2.1 Gestão de estoque Os estoques representam uma parcela substancial nos ativos das empresas. Sendo assim, os estoques devem ser encarados como um grande fator na geração dos lucros das mesmas. Segundo Viana (2002, p.42), a atividade gestão visa ao gerenciamento dos estoques por meio de técnicas que permitam manter o equilíbrio com o consumo, definindo parâmetros e níveis de ressuprimento e acompanhando sua evolução. A gestão de estoques visa garantir ao administrador que seus estoques estão sendo bem cuidados, e que também seus itens estejam sendo repostos em um tempo hábil, para que não haja a falta de material em seus estoques. Martins e Alt, (2002, p.155), afirmam que, a gestão de estoques constitui uma série de ações que permitem ao administrador verificar se os estoques estão sendo bem utilizados, bem localizados em relação aos setores que deles se utilizam, bem manuseados e bem controlados.

19 19 De acordo com Slack, Chambers, Harland et al. (1997, p.423), esse conceito originou-se na função de compras em empresas que compreenderam a importância de integrar o fluxo de materiais a suas funções de suporte, tanto por meio do negócio, como por meio do fornecimento aos clientes imediatos. Ou seja, é muito importante saber quanto material esta saindo, em quanto tempo que esta saindo e para quanto tempo ainda resta o material que esta no estoque, para que assim possa ser efetuada a compra de um novo material em um tempo hábil de reposição, que não comprometa o processo produtivo de determinada empresa. Ballou (1993) considera que, uma boa administração de estoques deve aplicar o conceito de custo total às atividades de suprimento, de modo a obter vantagens, ou seja, o objetivo da administração de estoques é prover o material certo, no local e instante correto e em condições de serem utilizados ao custo mínimo. A importância atribuída à gestão de estoque, como ela sendo um elemento fundamental na redução e controle dos custos das empresas, é crescente. Para Wanke (2006, p.11), [...] o estoque aparece na cadeia de valor sob diversos formatos (matéria-prima, produtos em processamento e produtos acabados) que podem ser caracterizados por diferenças no peso, no volume, no coeficiente de variação das vendas, no giro, no custo adicionado e nas exigências com relação à disponibilidade e ao tempo de entrega. Cada um destes formatos exige procedimentos distintos de planejamento e controle, influenciando significativamente a gestão de estoque. Arnold (1999) considera que, um dos aspectos mais importantes da gestão de estoques é o gerenciamento dos custos associados. Diz ainda que, manter um estoque que supera as necessidades atuais só é bom se a manutenção implica em menor custo que a sua falta. Portanto, as atenções do gestor devem estar voltadas para os custos que estão associados ao estoque. Em relação aos custos de manutenção de estoques, segundo Arnold (1999), é neles que estão incluídas todas as despesas incorridas em função do volume de

20 20 estoque mantido. O autor diz ainda, que este grupo de custos está subdividido em três categorias: custo de capital, custos de armazenamento e custos de risco. Como citado anteriormente, os custos de manutenção esta subdividido em três categorias, verifica-se então a primeira categoria que é o custo de capital, que segundo Arnold (1999, p. 274) é o custo de oportunidade representado pelo dinheiro investido nos estoques que poderiam estar sendo aplicados em outros ativos. Isso quer dizer que, o dinheiro investido no estoque poderia ser investido num outro bem da empresa. A segunda categoria é o custo de armazenamento que de acordo com Arnold (1999, p. 274) inclui como custo de armazenamento os gastos com espaço, funcionários e equipamentos. À medida que aumenta o estoque, aumentam também esses custos. Quanto à terceira categoria de custos de manutenção estão os custos de risco, que segundo Arnold (1999) são as obsolescência em decorrência da mudança no estilo ou do desenvolvimento tecnológico, a danificação do estoque em virtude do manuseio ou transporte, as perdas e furtos de mercadorias e a deterioração pela perecividade dos produtos estocados. Para Pozo (2002) a gestão de estoques deve buscar minimizar o custo total, que é a somatória dos três custos que incidem sobre a manutenção do estoque, conforme a Figura 1 a seguir:

21 21 Custos $ Custo total Custo de manutenç ão de estoques Custo ideal Custo de falta Custo de pedidos Quantidad Figura 1: Custo Ideal Fonte: Pozo (2002) - Adaptado Para melhor entender o gráfico da Figura 1. Irá se explicar o mesmo. O nível dos custos está indicado na linha vertical e o nível das quantidades dos estoques esta indicada na linha horizontal. O gráfico mostra que o nível de estoque deve estar sempre com saldo apenas o suficiente para sua produção, pois se o estoque estiver abaixo do nível, terá um alto custo pela falta do material no estoque, assim como o custo de pedido. Se o estoque se mantiver acima do saldo necessário para tal item, não correrá risco de faltar o material, porém, o custo de manutenção será muito auto, pois o mesmo necessitará de mais espaço para armazenamento, mais funcionários e dependendo do material estocado corre o risco de perda pelo fato do material ter deteriorado ou então ter saído de linha. Para efetuar a formação de estoque, é necessário um investimento de capital de giro, no qual este estoque pode não trazer retorno nenhum em um determinado segmento da empresa, mas pode ser requisitado com urgência por outro segmento, onde o gerenciamento é essencial para manter um equilíbrio entre o estoque e o consumo.

22 22 Viana (2002, p.144), afirma que, o gerenciamento moderno avalia e dimensiona convenientemente os estoques em bases científicas, substituindo o empirismo por soluções. O autor diz ainda que desta forma, [...] os níveis devem ser revistos e atualizados periódica e constantemente para evitar problemas provocados pelo crescimento de consumo ou vendas e alterações dos tempos de reposição. A gestão do estoque torna seu controle mais eficaz. Um bom gerenciamento trás uma garantia para os administradores das empresas de que sua produção seja ela fabricação ou comercialização, esteja segura quanto à reposição, guarda, movimentação e a entrega dos itens necessários para a mesma Definições Os estoques são constituídos por bens produzidos ou adquiridos pelas empresas, com o objetivo de vendê-las ou então para a utilização e uso nas suas próprias atividades no decorrer de determinado período. Segundo Iudícibus et al (2002, p. 101), os estoques representam um dos ativos mais importantes do capital circulante e da posição financeira da maioria das companhias industriais e comerciais. Esta afirmação retrata a importância do estoque em uma empresa, pois além do valor financeiro nele contido, também é ele o combustível das empresas, seja ela para comercialização ou fabricação. Os estoques são bens nos quais são destinados a comercialização ou fabricação, de acordo com a atividade e objetivo de cada empresa. Por isso, Viana (2002, p. 108), afirma que: O alcance do termo estoque é muito elástico. Do ponto de vista mais tradicional, podemos considerá-lo como representativo de matérias-primas, produtos semiacabados, componentes para montagem, sobressalentes, produtos acabados, materiais administrativos e suprimentos variados.

23 23 Os estoques devem manter-se em um saldo suficiente para abastecer o sistema produtivo de cada setor da empresa para não comprometer a produtividade da mesma. Segundo Chiavenato (1991) dimensionar estoque é estabelecer os níveis de estoque adequados ao abastecimento do sistema produtivo sem que exista excesso em estoque ou quantidade insuficiente. Na mesma linha de raciocínio, Araujo (1976), descreve que: [...] o estoque, configuradamente, é a válvula reguladora entre os abastecedores e os departamentos, seções, setores oficinas, etc., que não somente consomem, mas também utilizam e transforma tudo aquilo que é comprado, sendo a sua principal função controlar, policiar, mantendo o necessário equilíbrio entre as aquisições e necessidades de consumo. Portanto, o estoque pode ser considerado o coração das empresas, pois a mesma depende dos itens sempre a disposição e em quantidade necessária para a fabricação ou comercialização dos produtos por elas produzidos ou revendidos Objetivos O objetivo da gestão de estoques de acordo com Russomano (2000) é buscar não deixar faltar material sem imobilizar demasiadamente os recursos financeiros. É impossível uma empresa trabalhar sem estoque, pois é ele quem dita à produção da organização. Na falta do estoque não há produção. Mas é necessário manter em estoque, apenas o que é necessário para produzir em um determinado período para que não aconteça do capital da empresa investido, não ficar parado dentro da empresa e não gerar lucro a mesma. Desta forma de acordo com Dias (1993, p.23) o objetivo, portanto, é otimizar o investimento em estoques, aumentando o uso eficiente dos meios internos da empresa, minimizando as necessidades de capital investido.

24 24 O aperfeiçoamento dos saldos de estoque, da à oportunidade as empresas de diminuir o investimento em relação a materiais que não tem a necessidade de repor o estoque frequentemente e correr o risco de deixá-los parados nas prateleiras. Os estoques devem ser mantidos somente em quantidades suficientes para o abastecimento dos setores produtivos das empresas, não deixando faltar material e nem deixar estoque em alta quantidade. Segundo Araujo (1976), a finalidade primordial dos estoques é a de alimentar os setores consumidores em quantidade estritamente necessárias em se tratando de produção industrial. Para manter um estoque de acordo com o que é necessário, precisa-se de um bom planejamento, onde se devem estudar as quantidades necessárias para ser utilizadas na produção ou então na comercialização de acordo com a atividade de cada empresa. Portanto, entende-se que o objetivo da gestão de estoque, segundo Ching (2008, p.36), é [...] o planejamento do estoque, seu controle e sua retroalimentação sobre o planejamento. 2.2 Almoxarifado O almoxarifado é uma extensão do setor de compras, onde todas as mercadorias compradas ou fabricadas são depositadas e posteriormente distribuídas para os determinados setores da empresa. Conforme afirma Martins (2003, p.25), em regra engloba todos os itens de estoques de consumo geral, podendo incluir produtos de alimentação do pessoal, materiais de escritório, peças em geral e uma variedade de itens.

25 25 As empresas obtêm um local de segurança para a estocagem de seus materiais denominado almoxarifado. Este local é de extrema confiança dos seus administradores, pois ali, é onde esta boa parte do seu capital investido. De acordo com Viana (2002, p. 43), a atividade almoxarifado visa garantir a fiel guarda dos materiais confiados pela empresa, objetivando sua preservação e integridade até o consumo final. O autor também define almoxarifado como, [...] o local destinado à fiel guarda e conservação de materiais, em recinto coberto ou não, adequado a sua natureza, tendo a função de destinar espaços onde permanecerá cada item aguardando a necessidade do seu uso, ficando sua localização, equipamentos e disposição interna condicionados apolítica geral de estoques da empresa. (VIANA, 2002, p.272). O almoxarifado tem a responsabilidade de receber os materiais de forma correta, em quantidade e qualidade correta, e manter os mesmos, armazenados de forma segura e também de forma prática para efetuar a entrega dos mesmos para seus usuários de forma que não comprometa o sistema produtivo de sua empresa. De acordo com Araújo (1987, p. 23) almoxarifado é o local onde os materiais são estocados para serem oportunamente distribuídos aos setores que deles se abastecem Aquisições de Materiais As reposições dos estoques devem ser feitas através do consumo de cada item, de acordo com a necessidade a ser produzida ou comercializada. De acordo com Francischini e Gurgel (2002, p. 25), as quantidades líquidas a comprar serão apuradas pela desagregação das fichas de produtos e, em especial, pela listagem de materiais necessários para compor cada unidade de produto a ser produzido.

26 26 Há diversas razões para que o almoxarife seja o responsável por repor os itens de estoque, ele é quem esta convivendo diariamente com os materiais que estão movimentando no seu estoque. Segundo Araújo (1987, p.75) a maior razão para que o almoxarife seja o responsável em fazer a aquisição dos materiais é que ele é o responsável pelo recebimento, estocagem e distribuição, pois o almoxarifado é considerado, dentro de qualquer organização, como elemento essencialmente abastecedor. As compras devem ser efetuadas de acordo com a necessidade de produção das empresas, com ótima qualidade e bom preço, de acordo com isso, Heinritz e Farrell (1983, p. 23), definem compras como sendo: a capacidade de comprar os materiais da qualidade certa, na quantidade certa, no tempo certo, ao preço certo e na fonte certa. Por sua vez, Viana (2002, p. 42), descreve que a atividade compras tem por finalidade suprir as necessidades da empresa mediante a aquisição de materiais e/ou serviços, emanadas das solicitações dos usuários, objetivando identificar no mercado as melhores condições comerciais e técnicas. Para cada aquisição de um novo material é necessário que se efetue uma requisição de compra de acordo com a necessidade de produção, que segundo Franscischini e Gurgel (2002, p.22), as requisições deverão ser aprovadas pelos responsáveis antes de serem remetidas ao serviço de compras. Tal procedimento evitará trabalhos desnecessários e prejuízos nas relações da empresa com seus fornecedores Recebimento de Materiais O recebimento de materiais é a forma utilizada pelas empresas para garantir que, o que esta sendo entregue nas empresas é realmente o que esta sendo comprado, e com as quantidades e valores constantes na nota fiscal.

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação;

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação; 2. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Área da Administração responsável pela coordenação dos esforços gerenciais relativos às seguintes decisões: Administração e controle de estoques; Gestão de compras; Seleção

Leia mais

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. Operações Terminais Armazéns AULA 3 PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. A Gestão de Estoques Definição» Os estoques são acúmulos de matériasprimas,

Leia mais

Administração de Materiais e Logística II.

Administração de Materiais e Logística II. A Administração de Material corresponde, no seu todo ao planejamento, organização, direção, coordenação e controle de todas as tarefas de aquisição, guarda, controle de aplicação dos materiais destinados

Leia mais

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade III 3 CUSTOS DOS ESTOQUES A formação de estoques é essencial para atender à demanda; como não temos como prever com precisão a necessidade, a formação

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque Módulo Suprimentos Controle de Estoque Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Suprimentos Controle de Estoque. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

Unidade IV. Processo de inventário (Típico) Definir duplas de inventários. Aguardar segunda contagem. Não. Segunda dupla?

Unidade IV. Processo de inventário (Típico) Definir duplas de inventários. Aguardar segunda contagem. Não. Segunda dupla? GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade IV 4 PROCESSO DE INVENTÁRIO FÍSICO Para Martins (0), consiste na contagem física dos itens de estoque. Caso haja diferenças entre o inventário físico

Leia mais

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia de Custos e Orçamentos Turma 01 10 de outubro de 2012 A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma

Leia mais

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6 Bacharelado em CIÊNCIAS CONTÁBEIS Parte 6 1 NBC TG 16 - ESTOQUES 6.1 Objetivo da NBC TG 16 (Estoques) O objetivo da NBC TG 16 é estabelecer o tratamento contábil para os estoques, tendo como questão fundamental

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES. Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler

GESTÃO DE ESTOQUES. Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler GESTÃO DE ESTOQUES Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler Sumário Gestão de estoque Conceito de estoque Funções do estoque Estoque de segurança

Leia mais

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS Gestão Estratégica de Estoques/Materiais Prof. Msc. Marco Aurélio C. da Silva Data: 22/08/2011 O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS 2 1 GESTÃO DE ESTOQUE Demanda Adequação do Estoque Investimento Série de ações

Leia mais

Recursos Materiais 1

Recursos Materiais 1 Recursos Materiais 1 FCC - 2008 No processo de gestão de materiais, a classificação ABC é uma ordenação dos itens consumidos em função de um valor financeiro. São considerados classe A os itens de estoque

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção.

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção. Resumo aula 3 Introdução à gestão de materiais A gestão de materiais é um conjunto de ações destinadas a suprir a unidade com materiais necessários ao desenvolvimento das suas atribuições. Abrange: previsão

Leia mais

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR.

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Barbara Monfroi (Unioeste) bmonfroi@gmail.com Késsia Cruz (Unioeste) kessia.cruz@hotmail.com

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

Administração de estoques. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia

Administração de estoques. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Administração de estoques Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Administração de estoques Cabe a este setor o controle das disponibilidades e das necessidades totais do processo produtivo, envolvendo não

Leia mais

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque.

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. RAZÕES PARA MANTER ESTOQUES A armazenagem de mercadorias prevendo seu uso futuro exige investimento por parte da organização. O ideal seria

Leia mais

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior eng.alvesjr@gmail.com 1. GESTÃO DE ESTOQUE 1.1 Conceito de Gestão de estoques Refere-se a decisões sobre quando e quanto ressuprir

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

Profa. Marinalva Barboza. Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E

Profa. Marinalva Barboza. Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E Profa. Marinalva Barboza Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Custos dos estoques Para manter estoque, é necessário: quantificar; identificar. Quanto custa manter estoque? Quais os custos envolvidos

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 24 1/2011 ISSN 1517-8471 Páginas 37 à 44 RESUMO

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 24 1/2011 ISSN 1517-8471 Páginas 37 à 44 RESUMO CONTROLE DE QUALIDADE NA AVALIAÇÃO DE UM ESTOQUE Andre Luis de Souza Neto 1 RESUMO O presente trabalho justifica-se pela discussão do grande papel da avaliação e controle da qualidade de um estoque em

Leia mais

Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques

Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior eng.alvesjr@gmail.com 1. INVENTÁRIO DO ESTOQUE DE MERCADORIAS Inventário ou Balanço (linguagem comercial) é o processo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

Taxa de Aplicação de CIP (Custos Indiretos de Produção)

Taxa de Aplicação de CIP (Custos Indiretos de Produção) Projeto Curso Disciplina Tema Professor Pós-graduação MBA em Engenharia de Produção Custos Industriais Aplicação de Custos Diretos e Indiretos Luizete Fabris Introdução tema. Assista à videoaula do professor

Leia mais

Dimensionamento de estoques em ambiente de demanda intermitente

Dimensionamento de estoques em ambiente de demanda intermitente Dimensionamento de estoques em ambiente de demanda intermitente Roberto Ramos de Morais Engenheiro mecânico pela FEI, mestre em Engenharia de Produção e doutorando em Engenharia Naval pela Escola Politécnica

Leia mais

ANÁLISE DE AMBIENTE. E neste contexto, podemos dividir a análise ambiental em dois níveis distintos: Ambiente Externo.

ANÁLISE DE AMBIENTE. E neste contexto, podemos dividir a análise ambiental em dois níveis distintos: Ambiente Externo. Gestão de Estoques ANÁLISE DE AMBIENTE Pode-se dizer que as empresas são sistemas abertos, pois estão em permanente intercâmbio com o seu ambiente, ao mesmo tempo em que devem buscar incessantemente o

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora à vencer as barreiras internacionais.

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUES

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUES CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUES No inventário periódico, o controle é feito de períodos em períodos, no momento da apuração do resultado do exercício. Esse intervalo de tempo pode ser semanal, quinzenal,

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16 Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

Manual do. Almoxarifado

Manual do. Almoxarifado Manual do Almoxarifado Parnaíba 2013 APRESENTAÇÃO O Almoxarifado é o local destinado à guarda, localização, segurança e preservação do material adquirido, adequado à sua natureza, a fim de suprir as necessidades

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI GEDAÍAS RODRIGUES VIANA 1 FRANCISCO DE TARSO RIBEIRO CASELLI 2 FRANCISCO DE ASSIS DA SILVA MOTA 3

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler Sumário Introdução O Almoxarifado conceito Organização do Almoxarifado: Recebimento Armazenagem

Leia mais

ESTOQUE: O CAPITAL INVESTIDO

ESTOQUE: O CAPITAL INVESTIDO ESTOQUE: O CAPITAL INVESTIDO GLEICE LUANA CARDOSO DE FARIAS Graduanda do Curso de Ciências Contábeis da UFPA Luana733@hotmail.com Héber Lavor Moreira Professor Orientador heber@peritocontador.com.br Trabalho

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Custos dos estoques 2. Custos diretamente proporcionais 3. Custos inversamente proporcionais 4.

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Questões sobre o tópico Administração de Materiais. Olá Pessoal, Hoje veremos um tema muito solicitado para esse concurso do MPU! Administração de Materiais.

Leia mais

AUDITORIA DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUES

AUDITORIA DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUES AUDITORIA DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUES 1.0 - CONCEITO A auditoria de Avaliação de Estoques consiste na conferência e análise da avaliação monetária dos estoques de mercadorias destinadas à comercialização

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações II

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações II Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações II 10º Encontro - 04/09/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? 02 - ABERTURA - INVENTÁRIO DE MATERIAIS - 3ª Dinâmica

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade I GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Planejamento e controle de estoques. 2. A importância dos estoques. 3. Demanda na formação dos estoques.

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO 1.1. Capital de Giro O Capita de Giro refere-se aos recursos correntes de curto prazo pertencentes à empresa. Dessa forma, o capital de giro corresponde aos recursos

Leia mais

Controle de Estoques

Controle de Estoques Controle de Estoques Valores em torno de um Negócio Forma Produção Marketing Posse Negócio Tempo Lugar Logística Atividades Primárias da Logística Transportes Estoques Processamento dos pedidos. Sumário

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS. Avaliação de Estoques

CONTABILIDADE DE CUSTOS. Avaliação de Estoques CONTABILIDADE DE CUSTOS Avaliação de Estoques IMPORTÂNCIA DO ESTUDO Importância do estudo dos critérios de avaliação dos estoques se justifica: a aquisição de um mesmo material em datas diferentes, com

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUE INTRODUÇÃO

GESTÃO DE ESTOQUE INTRODUÇÃO 1 GESTÃO DE ESTOQUE Marcela Maria Eloy Paixão Oliveira Acadêmica do Curso de Ciências Contábeis email: marcela_eloy_3@hotmail.com Rafaella Machado Rosa da Silva Acadêmica do Curso de Ciências Contábeis

Leia mais

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial.

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial. ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA PRODUTORA DE BEBIDAS, COMO AUXÍLIO À GESTÃO DA LOGÍSTICA DE MATERIAIS EM UM CENÁRIO DE DEMANDA VARIÁVEL Eduardo Bezerra dos Santos

Leia mais

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem e controle Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem Armazenagem e manuseio de mercadorias são componentes essenciais do conjunto de atividades logísticas.seus custos podem absorver

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Nível de Serviço ... Serviço ao cliente é o resultado de todas as atividades logísticas ou do

Leia mais

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE! Qual o valor de um estoque?! Quanto de material vale a pena manter em estoque?! Como computar o valor da obsolescência no valor do estoque?! Qual o custo de um pedido?!

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 Estabelece normas e procedimentos para aquisição de serviços e recebimento, controle, guarda e distribuição de materiais permanentes e de consumo no âmbito do Poder Legislativo

Leia mais

Administração de Materiais

Administração de Materiais Administração de Materiais vanessa2010.araujo@gmail.com EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO Subsistemas Adm. Materiais 1) (CESPE-SGA/AC 2008) A Administração de materiais busca coordenar os estoques e a movimentação

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 02 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

E&L ERP Almoxarifado

E&L ERP Almoxarifado Apresentação 1 PostgreSQL 8.2/ 8.3 Domingos Martins ES v. 1.0 2 Introdução: Prevendo todas as rotinas necessárias ao bom funcionamento da administração de materiais, o produz automaticamente as médias

Leia mais

PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES. Frente Almoxarifado

PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES. Frente Almoxarifado PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES Frente Almoxarifado Belo Horizonte, setembro de 2011 Agenda Projeto Gestão de Estoques Cartilhas Agendamento de Recebimentos e de Expedições Recebimento Armazenagem Carregamento

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade Operacional AULA 04 Gestão

Leia mais

FICHA DE CONTROLE DE ESTOQUE CRITÉRIO PEPS ENTRADA SAÍDA SALDO DATA Quanti Valor Total. Total ade Unitário

FICHA DE CONTROLE DE ESTOQUE CRITÉRIO PEPS ENTRADA SAÍDA SALDO DATA Quanti Valor Total. Total ade Unitário CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA: CONTABILIDADE GERAL PROFESSOR: JÚLIO CÉSAR PEREIRA MARTINS 1. AVALIAÇÃO DE ESTOQUES 1.1 INVENTÁRIO PERMANENTE É um sistema de controle de estoque onde controlamos

Leia mais

Gerenciamento da produção

Gerenciamento da produção 74 Corte & Conformação de Metais Junho 2013 Gerenciamento da produção Como o correto balanceamento da carga de dobradeiras leva ao aumento da produtividade e redução dos custos (I) Pedro Paulo Lanetzki

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES AVALIAÇÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES AVALIAÇÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES AVALIAÇÃO DE ESTOQUE Gestão Pública Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 6 Prof. Rafael Roesler Sumário Avaliação de estoques Métodos para avaliação de estoques Introdução

Leia mais

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014 ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL Guia Prático de Compra Edição de julho.2014 O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO Í n d i c e 6 perguntas antes de adquirir um sistema 4 6 dúvidas de quem vai adquirir

Leia mais

PLANEJAMENTO DA MANUFATURA

PLANEJAMENTO DA MANUFATURA 58 FUNDIÇÃO e SERVIÇOS NOV. 2012 PLANEJAMENTO DA MANUFATURA Otimizando o planejamento de fundidos em uma linha de montagem de motores (II) O texto dá continuidade à análise do uso da simulação na otimização

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESTOQUE NA FARMÁCIA

GERENCIAMENTO DE ESTOQUE NA FARMÁCIA GERENCIAMENTO DE ESTOQUE NA FARMÁCIA Em qualquer empresa que atua na comercialização de produtos, o estoque apresenta-se como elemento fundamental. No ramo farmacêutico, não é diferente, sendo o controle

Leia mais

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS Fernanda Micaela Ribeiro Theiss Prof. Ademar Lima Júnior Centro Universitário Leonardo da Vinci UNIASSELVI Bacharelado em Ciências Contábeis (CTB 561) 14/05/2012 RESUMO

Leia mais

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA ORGANIZAÇÃO DO ALMOXARIFADO NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO

Leia mais

FUNDO DE COMÉRCIO ("GOODWILL") Algumas Considerações

FUNDO DE COMÉRCIO (GOODWILL) Algumas Considerações FUNDO DE COMÉRCIO ("GOODWILL") Algumas Considerações Sumário 1. Considerações Iniciais 2. Natureza Jurídica 3. Como Avaliar o Fundo de Comércio 3.1 - Cálculo do Valor Atual de Negociação do Patrimônio

Leia mais

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE CHÃO DE FÁBRICA A PRODUÇÃO COMPETITIVA CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE Foco principal das empresas que competem com

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

Administrando Estoques e Processos Adequadamente

Administrando Estoques e Processos Adequadamente Administrando Estoques e Processos Adequadamente Estoque é Dinheiro Planeje e Controle seus Estoques Rev - 1105 Engº JULIO TADEU ALENCAR e-mail: jtalencar@sebraesp.com.br 1 Serviço de Apoio às Micro e

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE

PLANEJAMENTO E CONTROLE Unidade I PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES Profa. Marinalva Barboza Planejamento e controle de estoques Objetivos da disciplina: Entender o papel estratégico do planejamento e controle de estoques.

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS 0 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS AS FUNÇÕES DA CONTROLADORIA E O PERFIL DO CONTROLLER NAS EMPRESAS INTEGRANTES DOS PRINCIPAIS

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão 1 Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: ADM. DE REC. MATERIAIS E PATRIMONIAIS Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: Turma: 5 ADN FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, F.

Leia mais

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA MARCIO REIS - R.A MICHELE CRISTINE RODRIGUES DE OLIVEIRA R.A 1039074 RENATA COSTA DA SILVA SIMIÃO R.A 1039444 Ciências Contábeis CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA Orientador: Prof.

Leia mais

Objetivos da Adm. de Estoque 1. Realizar o efeito lubrificante na relação produção/vendas

Objetivos da Adm. de Estoque 1. Realizar o efeito lubrificante na relação produção/vendas 1 Objetivos da Adm. de Estoque 1. Realizar o efeito lubrificante na relação produção/vendas Aumentos repentinos no consumo são absorvidos pelos estoques, até que o ritmo de produção seja ajustado para

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Profa. Lérida Malagueta Planejamento e controle da produção O PCP é o setor responsável por: Definir quanto e quando comprar Como fabricar ou montar cada

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE INVENTÁRIO FÍSICO - ESTOQUES

PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE INVENTÁRIO FÍSICO - ESTOQUES PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE INVENTÁRIO FÍSICO - ESTOQUES I INTRODUÇÃO A finalidade destas instruções é determinar os procedimentos básicos para a contagem de inventário. É necessária sua estrita observância

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS. A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas.

CONTABILIDADE DE CUSTOS. A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas. CONTABILIDADE DE CUSTOS A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas. A Contabilidade de Custos que atende essa necessidade

Leia mais

1 Regime de Inventário Permanente

1 Regime de Inventário Permanente 1 Regime de Inventário Permanente... 1 1.1 Primeiro que entra primeiro que sai (PEPS FIFO)... 5 1.2 Média ponderada móvel (Média)... 6 1.3 Último que entra último que sai (UEPS LIFO)... 9 1 Regime de Inventário

Leia mais

2.2 Resultado com mercadorias 2.3 Impostos que afetam as mercadorias 2.4 Critérios de avaliação do estoque

2.2 Resultado com mercadorias 2.3 Impostos que afetam as mercadorias 2.4 Critérios de avaliação do estoque Disciplina: Contabilidade Comercial I Período: 2º Tipo: I Professor: Evaldo Modesto de Ávila Curso: Ciências Contábeis Assunto: Texto Semestre: 2º Nome: Nº: Apostila : Turma: ÚNICA Turno: NOITE Data: 002

Leia mais

Módulo 3 Custo e nível dos Estoques

Módulo 3 Custo e nível dos Estoques Módulo 3 Custo e nível dos Estoques O armazenamento de produtos produz basicamente quatro tipos de custos. 1. Custos de capital (juros, depreciação) 2. Custos com pessoal (salários, encargos sociais) 3.

Leia mais

Sistemas de Gestão de Estoques

Sistemas de Gestão de Estoques CONCEITOS BÁSICOSB Prof. João Carlos Gabriel - Aula 3 1 CONCEITOS BÁSICOSB PP = Ponto de pedido ou ponto de ressuprimento ou ponto de reposição é o instante (a quantidade) no qual se faz um pedido de compra

Leia mais

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida GEBD aula 2 COMPRAS Profª. Esp. Karen de Almeida Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa; b) Aquisição; c) Administração; d) Diversos. Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa: Estudo

Leia mais

MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos

MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL PROF.: JANILSON EXERCÍCIOS CESPE 1) (TJ-DF Técnico)

Leia mais

A Projeção de Investimento em Capital de Giro na Estimação do Fluxo de Caixa

A Projeção de Investimento em Capital de Giro na Estimação do Fluxo de Caixa A Projeção de Investimento em Capital de Giro! Dimensionamento dos Estoques! Outras Contas do Capital de Giro Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUE. Fabiana Carvalho de Oliveira Graduanda em Administração Faculdades Integradas de Três Lagoas FITL/AEMS

GESTÃO DE ESTOQUE. Fabiana Carvalho de Oliveira Graduanda em Administração Faculdades Integradas de Três Lagoas FITL/AEMS GESTÃO DE ESTOQUE Fabiana Carvalho de Oliveira Graduanda em Administração Faculdades Integradas de Três Lagoas FITL/AEMS Higino José Pereira Neto Graduando em Administração Faculdades Integradas de Três

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com Estoque é capital investido, com liquidez duvidosa e altos custos de manutenção. Por isso, quanto menor for o investimento em estoque, melhor. Para as empresas, o ideal seria efetuar as aquisições de estoques

Leia mais

Estoque é um ativo que ninguém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO. Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém

Estoque é um ativo que ninguém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO. Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém Estoque é um ativo que ninguém deseja, mas que toda empresa deve ter. O santo padroeiro do gerenciamento

Leia mais

Análise Econômico-Financeira

Análise Econômico-Financeira Universidade Federal do Pará Curso de Ciências Contábeis Departamento de Contabilidade Análise Econômico-Financeira Gilvan Pereira Brito 0301007601 Belém-Pará 2007 1 Universidade Federal do Pará Curso

Leia mais

S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O

S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFEREN SOB ENCOMENDA S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O CONTÍNUA IN TER MI TEN TE IN TER Página 2 de 17 SISTEMAS FATORES AS PRINCIPAIS DIVISÕES

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS ANA BEATRIZ DALRI BRIOSO¹, DAYANE GRAZIELE FANELLI¹, GRAZIELA BALDASSO¹, LAURIANE CARDOSO DA SILVA¹, JULIANO VARANDAS GROPPO². 1 Alunos do 8º semestre

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Palavras Chaves: Prazos, rotação, estoques, débitos, créditos, pagamentos, recebimentos, ciclo, atividade, gestão financeira.

Palavras Chaves: Prazos, rotação, estoques, débitos, créditos, pagamentos, recebimentos, ciclo, atividade, gestão financeira. 1 Tatiana Melo da Gama RESUMO O presente artigo tem a proposta de apresentar uma breve abordagem sobre a Análise dos Índices de Prazos Médios, dando ênfase para a sua importância na gestão financeira de

Leia mais

Prof. Gustavo Boudoux

Prof. Gustavo Boudoux ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Recursos à disposição das Empresas Recursos Materiais Patrimoniais Capital Humanos Tecnológicos Martins, (2005.p.4) O que é Administração de Materiais?

Leia mais

A CONTABILIDADE E SUA IMPORTÂNCIA PARA UM GRUPO DE EMPRESAS COMERCIAIS 1

A CONTABILIDADE E SUA IMPORTÂNCIA PARA UM GRUPO DE EMPRESAS COMERCIAIS 1 A CONTABILIDADE E SUA IMPORTÂNCIA PARA UM GRUPO DE EMPRESAS COMERCIAIS 1 SILVA, Cleusa Pereira da 2 ; FELICE, Luciana Maria Vizzotto 4 ; LORENZETT, Daniel Benitti 3 ; VIERO, Claudinei 4 1 Trabalho de Pesquisa

Leia mais