UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

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1 0 UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DACEC DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS, CONTÁBEIS, ECONÔMICAS E DA COMUNICAÇÃO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM CONTROLADORIA E GESTÃO TRIBUTÁRIA NÁDIA STAHLHÖFER PERCEPÇÃO DOS GESTORES DE UMA COOPERATIVA AGROPECUÁRIA NA QUESTÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL Ijuí (RS) 2014

2 1 NÁDIA STAHLHÖFER PERCEPÇÃO DOS GESTORES DE UMA COOPERATIVA AGROPECUÁRIA NA QUESTÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL Trabalho de Conclusão de Curso na modalidade de monografia, apresentado no Curso de Pós Graduação em Controladoria e Gestão Tributária da Unijuí como requisito para obtenção do título de Especialista. PROFESSOR ORIENTADOR: DR. MARTINHO LUÍS KELM Ijuí (RS), abril de 2014.

3 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DO ESTUDO ÁREA DE CONHECIMENTO COMTEMPLADA CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO Referenciais Estratégicos para Definições da Percepção dos Gestores PROBLEMATIZAÇÃO DO TEMA Delimitação do Problema Formulação do Problema OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos JUSTIFICATIVA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ASPECTOS HISTÓRICOS DO COOPERATIVISMO O Cooperativismo no Mundo O Cooperativismo no Brasil IDENTIDADE DO COOPERATIVISMO PRINCÍPIOS DO COOPERATIVISMO RESPONSABILIDADE SOCIAL Contexto histórico e evolução do conceito de RSE (Responsabilidade Social Empresarial) Modelos da Responsabilidade Social Dimensões da Responsabilidade Social Empresarial O modelo dos Três Domínios da Responsabilidade Social Normas de Responsabilidade Social METODOLOGIA DO TRABALHO CLASSIFICAÇÃO DA PESQUISA Do ponto de vista de sua natureza... 27

4 Do ponto de vista de seus objetivos Quanto à forma de abordagem do problema Do ponto de vista dos procedimentos técnicos INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS Pesquisa Bibliográfica Entrevista DESENHO DA PESQUISA APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS ANÁLISE DAS PERCEPÇÕES CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 50

5 4 INTRODUÇÃO A Responsabilidade Social é comumente entendida como uma dimensão da gestão que é marcada principalmente por uma relação ética da empresa com os públicos com os quais ela se relaciona. Não há como pensar um mundo sustentável se na cultura tradicional de gestão da empresa não incorporar, na sua essência, novos saberes, métodos, técnicas e indicadores que vão além da questão econômico-financeira. Para o Instituto Ethos (apud BARBIERI, CAJAZEIRA, 2013, p. 60) responsabilidade social: é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais. As enormes carências e desigualdades existentes na sociedade brasileira, aliada às deficiências crônicas do Estado no atendimento das demandas sociais, conferem maior relevância à responsabilidade social empresarial. Responsabilidade social empresarial expressa o ato de entender e agir em resposta a demandas da sociedade, onde o valor gerado por uma empresa não se estabeleça somente em lucros, mas que proporcione um impacto positivo para o conjunto dos afetados direta ou indiretamente por suas operações. Neste contexto, questionam Barbieri, Cajazeira (2013), qual é a importância do conceito de responsabilidade social empresarial? Ele realmente representa um caminho de sucesso para as empresas, pois todas dependem basicamente do apoio e engajamento das pessoas. Nesse sentido podemos encontrar algumas evidencias de que empresas socialmente responsáveis, normalmente, são as mais criativas e as mais seguras, podem contar com o apoio da comunidade, com a preferência dos consumidores e dos investidores, com o entusiasmo e engajamento dos funcionários e não acumulam passivos trabalhistas, ambientais, legais e éticos. Mas também, as empresas tem grande responsabilidade na questão dos riscos de temas como o aquecimento global, que é resultado de nossa maneira de produzir, consumir e viver. O objetivo deste estudo é analisar a percepção dos gestores, de uma cooperativa de produção agropecuária, sobre suas práticas de responsabilidade social. Neste sentido, o trabalho apresenta, na sequencia, a contextualização do estudo que traz a área de conhecimento contemplada, a caracterização da organização estudada, a problematização do tema, os objetivos desse trabalho, e a justificativa. Já a revisão bibliográfica apresenta uma

6 5 breve história do cooperativismo e sua identidade e princípios, a responsabilidade social, onde se abortou um contexto histórico e a evolução do conceito de Responsabilidade Social Empresarial e os principais modelos de responsabilidade social. Na sequencia o trabalho apresenta a metodologia da pesquisa, que traz a classificação da pesquisa, os instrumentos de coleta de dados e o desenho da pesquisa. A cooperativa objeto desse estudo, embora não tendo um plano específico que trata da responsabilidade social, possui várias ações de caráter socioambiental com uma densidade bastante elevada. A partir do estudo foi possível identificar que seus gestores tem consciência da necessidade das ações de responsabilidade social e as opiniões obre o assunto estão alinhadas entre estes.

7 6 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO ESTUDO O primeiro capítulo deste estudo traz a estrutura da pesquisa que foi realizada, desde a definição da área, da caracterização da empresa, do levantamento da problemática do estudo, seguido dos seus objetivos gerais e específicos, da justificativa, bem como a metodologia da pesquisa. 1.1 ÁREA DE CONHECIMENTO COMTEMPLADA A responsabilidade social das empresas é, essencialmente, um conceito segundo o qual as empresas decidem, numa base voluntária, contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais sustentável. O conceito de responsabilidade social pode ser compreendido em dois níveis: o nível interno relaciona-se com os trabalhadores e, a todas as partes afetadas pela empresa e que, podem influenciar no alcance de seus resultados. O nível externo são as consequências das ações de uma organização sobre o meio ambiente, os seus parceiros de negócio e o meio em que estão inseridos. A responsabilidade social corporativa origina um conjunto de ações que beneficiam a sociedade e as corporações e que podem afetar diversas áreas da sociedade como a economia, educação, meio-ambiente, saúde, transporte, moradia, atividades locais e governo. Geralmente, as organizações criam programas sociais, o que acaba gerando benefícios mútuos entre a empresa e a comunidade, melhorando a qualidade de vida dos funcionários, e da própria população. Responsabilidade Social Empresarial é muito relacionada a uma gestão ética e transparente que a organização deve ter com suas partes interessadas, para elevar seu grau de legitimidade e, se for o caso, para minimizar seus impactos negativos no meio ambiente e na comunidade. Neste contexto, o presente estudo analisou as percepções dos gestores de uma cooperativa em relação a responsabilidade social. 1.2 CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO A empresa estudada é uma cooperativa de produção agropecuária localizada na região noroeste do estado do Rio Grande do Sul. Atualmente são produtores associados e em torno de colaboradores. A cooperativa possui unidades de negócios em vários municípios da região noroeste, cobrindo uma área agricultável de 85 mil hectares. Sua

8 7 capacidade de armazenagem estática é de 350 mil toneladas. Com foco no desenvolvimento do associado e das comunidades onde está inserida, a cooperativa prima pela qualidade dos produtos e serviços oferecidos e se destaca por sua responsabilidade socioambiental Referenciais Estratégicos para Definições da Percepção dos Gestores A cooperativa estudada tem um conjunto de diretrizes gerais que são seguidas por todas as suas unidades, consolidada em um documento que expressa a missão, os objetivos, a visão e os valores da empresa. Nesse documento, explicita-se a orientação geral de criar valor para os seus stakeholders: Missão: Realizar o ideal de união, trabalho e desenvolvimento mútuo, preconizado pelos fundadores. Objetivos: - Receber e comercializar a produção agropecuária. - Assistir o associado visando seu aprimoramento tecnológico. - Fornecer insumos, bens e serviços de qualidade. - Planejar e apoiar ações que visem o equilíbrio ambiental. - Difundir o ideal cooperativista. Visão Ser referência de cooperativa de produção. Valores União; confiabilidade e ética. A cooperativa não possui um programa especifico que aborde ações de responsabilidade social, mas tem algumas ações de caráter socioambiental, conforme disponível em sua página eletrônica: 1) Programa Juntos Somos Mais responsabilidade socioambiental: Por meio do programa Juntos Somos Mais, a cooperativa desenvolve diversos projetos para exercer sua responsabilidade socioambiental. As ações objetivam melhorar a qualidade de vida de associados, colaboradores, sociedade em geral e ecossistema planetário. Baseada no ideal cooperativista, a empresa acredita que um futuro melhor é possível se todos unirem esforços em ações éticas e fraternas.

9 8 2) Projeto Cuidar recuperação e preservação da natureza: A cooperativa mantém uma área com mais de 300 hectares de reflorestamento, sistemas de purificação e captação de água da chuva, estação para tratamento de efluentes, recolhimento de 100% das embalagens vazias de produtos fitossanitários, processos de tratamento e destinação de resíduos sólidos, dentre outras ações preservacionistas. No segmento agropecuário, ela é pioneira em técnicas sustentáveis como o plantio direto na palha e a agricultura de precisão, além de investir em pesquisas constantes nessa área em seu Campo Experimental. A cooperativa possui licenciamento ambiental em todos os seus negócios e, ainda, participa de várias entidades protetoras do meio ambiente, fazendo parte, inclusive, do convênio entre FecoAgro, Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Fepam para regularização do passivo ambiental das cooperativas gaúchas. 3) Projeto Cooperativismo nas Escolas: A cooperativa mantém, há 33 anos, um projeto educacional com objetivo de difundir o ideal cooperativista. Em 2009, houve uma reformulação no projeto com o propósito de modernizá-lo, tornando-o mais adequado às necessidades atuais. A nova abordagem criou um livro didático cuidadosamente elaborado, numa edição primorosa, com atividades previstas tanto para sala de aula quanto para casa. Todos os alunos matriculados na 4ª série das escolas participantes cerca de crianças recebem um exemplar do livro e têm, ao longo do ano, tarefas práticas e teóricas que os conduzem no aprendizado sobre como cooperar para que o mundo seja um lugar melhor. 4) Jovem Aprendiz: A política de responsabilidade socioambiental da cooperativa viu nas diretrizes do decreto federal que regulamenta o Jovem Aprendiz uma grande oportunidade: qualificar eventuais candidatos para integrar o seu quadro funcional e, a um só tempo, abrir portas para a juventude no mercado de trabalho. Assim, o jovem é contratado pela cooperativa para se preparar durante um ano antes de uma eventual contratação ou seja, se for selecionado, ele terá uma capacitação melhor para assumir as funções. E, levando em consideração o fato de a cooperativa não absorver todo esse potencial em seu quadro, ela presta um serviço social à comunidade, já que abre portas de trabalho à juventude e, ao mesmo tempo, supre o mercado regional com mão de obra qualificada e consciente dos valores, princípios e importância do cooperativismo para a sociedade. Entre os objetivos da cooperativa, existem dois que podem ser destacados como referenciais que estão diretamente vinculados a responsabilidade social: planejar e apoiar ações que visem o equilíbrio ambiental, onde podemos citar o projeto cuidar e difundir o ideal cooperativista, onde pode ser citado o projeto cooperativismo nas escolas. As entrevistas com

10 9 os gestores buscaram também identificar a consciência destas lideranças com relação aos referenciais e os possíveis desdobramentos de ações, destes decorrentes. 1.3 PROBLEMATIZAÇÃO DO TEMA Delimitação do Problema O problema desse estudo está centrado na seguinte questão: Qual a percepção dos gestores de uma cooperativa agropecuária na questão da responsabilidade social? A premissa básica do problema do estudo é a de que o ambiente institucional que cerca a atividade de negócios define o tipo de comportamento das empresas em relação às ações de responsabilidade social existentes ou a serem implementadas Formulação do Problema Uma empresa socialmente responsável tem como prioridade a consecução de um desenvolvimento sustentável e o fato de poder gerir as suas operações de forma a fomentar o crescimento econômico e a aumentar a competitividade, garantindo concomitantemente a proteção ambiental e a promoção da responsabilidade social. Apesar desta primeira afirmação possuir uma abordagem politicamente correta, devese também considerar o impacto nestas iniciativas na consecução do negócio de cada entidade e de seu impacto em sua sustentabilidade. Neste sentido, uma corrente de discussões defende a responsabilidade da empresa restrita aos preceitos legais enquanto outra afirma que existe um contrato tácito entre sociedade e meio organizacional que exige que a linha demarcatória entre o legal e as necessidades sociais devem ser superadas sempre que possível. Esta questão assume uma complexidade adicional quando envolve organizações em que não há um único proprietário que define os rumos institucionais como é o caso das entidades de caráter associativo. Nestas organizações o potencial conflito de agência é uma variável adicional que deve ser considerada na definição de políticas da denominada responsabilidade social organizacional. Diante desse contexto, a questão central que organizou o estudo pode ser assim formulada: Qual a percepção dos gestores em relação a implementação e o avanço da adoção de práticas de responsabilidade social na cooperativa?

11 OBJETIVOS Objetivo Geral O presente estudo teve como objetivo geral identificar a percepção dos gestores em relação a implementação e o avanço da adoção de práticas de responsabilidade social numa cooperativa agropecuária da região noroeste do estado do RS Objetivos Específicos a) Sistematizar os principais conceitos vinculados à responsabilidade social discutidos na literatura nacional; b) Analisar a percepção dos gestores da cooperativa sobre responsabilidade social c) Sistematizar as ações de responsabilidade realizadas pela cooperativa d) Sugerir recomendações para a prática de políticas vinculadas as ações de responsabilidade 1.5 JUSTIFICATIVA O tema escolhido está sendo cada vez discutido, já que a maioria das definições descreve a responsabilidade social das empresas como a integração voluntária de preocupações sociais e ambientais por parte das empresas nas suas operações e na sua interação com outras partes interessadas, os chamados stakeholders. A cooperativa vista como modelo socialmente mais justo e solidário, só é entendida assim no mercado quando sua gestão preza por profissionalismo e competitividade. A cada dia as disputas de mercado estão mais acirradas e seletivas por causa da internacionalização dos negócios e da conscientização dos consumidores sobre seus direitos e deveres. Não há mais espaço para amadorismo. Para sobreviver, empresas e cooperativas devem buscar resultados com responsabilidade social. Não há dúvida de que o diferencial cooperativista existe, mas ele será melhor visualizado com uma administração que busca resultados socialmente responsáveis para os seus associados e para a sociedade como um todo. Para a empresa onde o estudo foi realizado, este trabalho poderá servir de ferramenta para contribuir na implementação de novas práticas de gestão de responsabilidade social para

12 11 todos os stakeholders (associados, colaboradores, clientes, fornecedores e comunidade em geral) envolvidos. Quanto a autora do trabalho, a oportunidade de aplicar os conhecimentos teóricos na prática, com perspectiva pessoal de estudar de forma mais aprofundada o assunto de responsabilidade social. Para a Universidade, mais especificamente para o curso Pós Graduação Latu Sensu em Controladoria e Gestão Tributária que poderá contar com mais um trabalho na área de responsabilidade social.

13 12 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA O cenário competitivo das organizações tem passado por profundas mudanças nos últimos anos. Esse fato exige-lhes rápidas e contínuas adaptações para sobreviver e desenvolver-se no atual cenário socioeconômico, levando-as, invariavelmente, a adequar suas estruturas, processos e estratégias. Um dos grandes vetores destas transformações tem sido a prática da Responsabilidade Social. A literatura tem trazido um conjunto de contribuições que buscam articular esta temática com questões éticas dos indivíduos, as expectativas da sociedade e a atuação organizacional. Considerando os objetivos deste estudo, um dos primeiros temas que cabe resgatar teoricamente é justamente os aspectos estruturantes da organização em estudo, qual seja, uma organização cooperativa. Na sequência são então apresentados um conjunto de fundamentos relacionados a responsabilidade social. O cooperativismo tem um papel fundamental no contexto da responsabilidade social, pois consegue trazer para dentro da economia de mercado uma série de vantagens para todos os envolvidos. 2.1 ASPECTOS HISTÓRICOS DO COOPERATIVISMO O Cooperativismo no Mundo Uma das grandes modificações no modo de operação da sociedade inicia-se no século dezoito na Inglaterra com a denominada Revolução Industrial. No princípio deste movimento, a mão-de-obra perdeu grande poder de troca com baixos salários e longas jornadas de trabalho. De acordo com a Organização das Cooperativas do Brasil, diante deste contexto um conjunto de dificuldades socioeconômicas foram pouco a pouco sendo impingidas para a população. Diante desta crise surgiram, entre a classe operária, lideranças que criaram diversas associações de caráter assistencial que não tiveram um resultado positivo. Com base em um conjunto de experiências buscaram novas formas de organização e concluíram que, com uma organização formal chamada cooperativa seria possível superar as dificuldades desde que fossem respeitados os valores do ser humano e praticadas regras, normas e princípios próprios.

14 13 O cooperativismo teve origem na organização dos trabalhadores na Inglaterra, no período da Revolução Industrial. Em 21 de dezembro de 1844, em Rochdale, bairro da cidade de Manchester, 28 tecelões, diante do desemprego e dos baixos salários, se reuniram para, coletivamente, comprarem produtos de primeira necessidade. Segundo Sebrae (2009) assim, foi criado a Associação dos Probos Pioneiros de Rochdale, que mais tarde se transformou em Cooperativa de Rochdale, formada pelo aporte de capital dos trabalhadores, cuja função inicial era conseguir capital para aumentar o poder da compra coletiva. Esses tecelões de Rochdale sistematizaram as regras fundamentais a respeito do funcionamento de cooperativas. Enquanto eles se dedicavam às cooperativas de consumo, o movimento se espalhava pela Europa, principalmente no ramo crédito. A experiência dos trabalhadores da Inglaterra difundiu-se em outros países, como na França e na Alemanha. Mais tarde, essas experiências foram difundidas pelo mundo inteiro e, no Brasil, são reconhecidas legalmente como uma forma de organização. Ainda de acordo com Sebrae (2009) na primeira metade do século XX, a maioria das cooperativas estavam ligadas à agricultura. Atualmente, as cooperativas urbanas estão se expandindo. Isso pode ser explicado pelo êxodo rural e a maior emergência de problemas sociais nas cidades. Pode-se afirmar que, em torno de qualquer problema econômico ou social, é possível constituir uma cooperativa. Assim, pela diversidade de possibilidades de atuação, as cooperativas se apresentam como alternativa para a resolução de problemas decorrentes do desemprego. Como instrumentos de geração de emprego e renda, as cooperativas podem atuar desde os processos de produção, industrialização, comercialização, crédito e prestação de serviços O Cooperativismo no Brasil No Brasil, a cultura da cooperação é observada desde a época da colonização portuguesa. Esse processo emergiu no Movimento Cooperativista Brasileiro que ganhou impulso no final do século 19, estimulado por funcionários públicos, militares, profissionais liberais e operários, para atender às suas necessidades. O movimento iniciou-se na área urbana, com a criação da primeira cooperativa de consumo de que se tem registro no Brasil, em Ouro Preto (MG), no ano de 1889, denominada Sociedade Cooperativa Econômica dos Funcionários Públicos de Ouro Preto. Depois, se

15 14 expandiu para Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, além de se espalhar em Minas Gerais. Em 1902, surgiram as cooperativas de crédito no Rio Grande do Sul, por iniciativa do padre suíço Theodor Amstadt. A partir de 1906, nasceram e se desenvolveram as cooperativas no meio rural, idealizadas por produtores agropecuários. Muitos deles de origem alemã e italiana. Os imigrantes trouxeram de seus países de origem a bagagem cultural, o trabalho associativo e a experiência de atividades familiares comunitárias, que os motivaram a organizar-se em cooperativas. Com a propagação da doutrina cooperativista, as cooperativas tiveram sua expansão num modelo autônomo, voltado para suprir as necessidades dos próprios membros e assim se livrarem da dependência dos especuladores. Embora houvesse o movimento de difusão do cooperativismo, poucas eram as pessoas informadas sobre esse assunto, devido à falta de material didático apropriado, imensidão territorial e trabalho escravo, que foram entraves para um maior desenvolvimento do sistema cooperativo. Em dois de dezembro de 1969 foi criada a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Nascia formalmente aquela que é a principal representante e defensora dos interesses do cooperativismo nacional Posteriormente, a Lei 5.764/71 disciplinou a criação de cooperativas, porém restringiu a autonomia dos associados, interferindo na criação, funcionamento e fiscalização do empreendimento cooperativo. A limitação foi superada pela Constituição de 1988, que proibiu a interferência do Estado nas associações, dando início à autogestão do cooperativismo. Em 1995, o cooperativismo brasileiro ganhou o reconhecimento internacional. Roberto Rodrigues, ex-presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras, foi eleito o primeiro não europeu para a presidência da Aliança Cooperativista Internacional (ACI). Este fato contribuiu também para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras. No ano de 1998 nascia o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). A mais nova instituição do Sistema S veio somar à OCB com o viés da educação cooperativista. É responsável pelo ensino, formação, profissional, organização e promoção social dos trabalhadores, associados e funcionários das cooperativas brasileiras. O cooperativismo brasileiro entrou no século 21 enfrentando o desafio da comunicação. Atuante, estruturado e fundamental para a economia do País tem por objetivo ser cada vez mais conhecido e compreendido como um sistema integrado e forte.

16 IDENTIDADE DO COOPERATIVISMO Cooperativa é uma organização de pessoas que se baseia em valores de ajuda mútua e responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. Seus objetivos econômicos e sociais são comuns a todos. Os aspectos legais e doutrinários são distintos de outras sociedades. Seus associados acreditam nos valores éticos da honestidade, transparência, responsabilidade social e preocupação pelo seu semelhante. Segundo a OCB, os conceitos que dão identidade ao cooperativismo são: Cooperar unir-se a outras pessoas para conjuntamente enfrentar situações adversas, no sentido de transformá-las em oportunidade e bem-estar econômico e social. Cooperação método de ação pelo qual indivíduos ou familiares com interesses comuns constituem um empreendimento. Os direitos são todos iguais e o resultado alcançado é repartido somente entre os integrantes, na proporção da participação de cada um. Sócios indivíduo, profissional, produtor de qualquer categoria ou atividade econômica que se associa a uma cooperativa para exercer atividade econômica ou adquirir bens de consumo e/ou duráveis. 2.3 PRINCÍPIOS DO COOPERATIVISMO As linhas orientadoras da prática cooperativista são conhecidas como os princípios cooperativistas. De acordo com Sebrae (2009), os princípios são aceitos no mundo inteiro como a base para o sistema. Sua formulação mais recente foi estabelecida pela Aliança Cooperativa Internacional ACI, responsável pela elaboração das políticas para o sistema no mundo todo, conforme apresentados a seguir: 1º - Adesão voluntária e livre - as cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços e assumir as responsabilidades como membros, sem discriminações de sexo, sociais, raciais, políticas e religiosas. 2º - Gestão democrática - as cooperativas são organizações democráticas, controladas pelos seus membros, que participam ativamente na formulação das suas políticas e na tomada de decisões. Os homens e as mulheres, eleitos como representantes dos demais membros, são responsáveis perante estes. Nas cooperativas de primeiro grau os membros têm igual direito de voto (um membro, um voto); as cooperativas de grau superior são também organizadas de maneira democrática.

17 16 3º- Participação econômica dos membros - os membros contribuem eqüitativamente para o capital das suas cooperativas e controlam-no democraticamente. Parte desse capital é, normalmente, propriedade comum da cooperativa. Os membros recebem, habitualmente, se houver, uma remuneração limitada ao capital integralizado, como condição de sua adesão. Os membros destinam os excedentes a uma ou mais das seguintes finalidades: desenvolvimento das suas cooperativas, eventualmente através da criação de reservas, parte das quais, pelo menos será, indivisível; benefícios aos membros na proporção das suas transações com a cooperativa; e apoio a outras atividades aprovadas pelos membros. 4º - Autonomia e independência - as cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, controladas pelos seus membros. Se firmarem acordos com outras organizações, incluindo instituições públicas, ou recorrerem a capital externo, devem fazê-lo em condições que assegurem o controle democrático pelos seus membros e mantenham a autonomia da cooperativa. 5º - Educação, formação e informação - as cooperativas promovem a educação e a formação dos seus membros, dos representantes eleitos e dos trabalhadores, de forma que estes possam contribuir, eficazmente, para o desenvolvimento das suas cooperativas. Informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação. 6º - Intercooperação - as cooperativas servem de forma mais eficaz aos seus membros e dão mais - força ao movimento cooperativo, trabalhando em conjunto, através das estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais. 7º - Interesse pela comunidade - as cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentado das suas comunidades através de políticas aprovadas pelos membros. Supõe-se que as cooperativas são organizações formadas por indivíduos que além de buscarem os mesmos objetivos econômicos e sociais, atuam em prol de uma sociedade mais justa e fraterna. Então a responsabilidade social compõe a essência do cooperativismo. E os princípios cooperativistas que abrangem adesão livre; gestão democrática; distribuição das sobras líquidas; promoção da educação e formação dos membros e da sociedade; taxa limitada de juros ao capital social; e, por fim, a intercooperação entre as cooperativas, denota a expressiva inserção da responsabilidade social junto às cooperativas. Devido a essas

18 17 características, as cooperativas almejam, além de promover o desenvolvimento de seus membros, contribuir com a sociedade através da redistribuição de parte da riqueza. 2.4 RESPONSABILIDADE SOCIAL No mundo contemporâneo, ouve-se falar muito em responsabilidade social, ou de empresas que praticam ações de responsabilidade social. No entanto, ainda não existe um conceito plenamente aceito sobre responsabilidade social. Confunde-se, muitas vezes, responsabilidade social com ações sociais, reduzindo o seu escopo com atividades de cunho filantrópico. Mas muito já se avançou e continua se avançado acerca do tema. Responsabilidade social anda de mãos dadas com o conceito de desenvolvimento sustentável. Uma atitude responsável em relação ao ambiente e à sociedade, não só garante a não escassez de recursos, mas também amplia o conceito a uma escala mais ampla. O desenvolvimento sustentável não só se refere ao ambiente, mas por via do fortalecimento de parcerias duráveis, promove a imagem da entidade como um todo e por fim leva ao crescimento orientado. Uma postura sustentável é por natureza preventiva e possibilita a prevenção de riscos futuros, como impactos ambientais ou processos judiciais. O primeiro passo, para qualquer ação de responsabilidade social das empresas e entidades, passa pela conscientização dos indivíduos empreendedores e, principalmente, dos acionistas e contribuintes majoritários, de que consumidor valoriza a diferença entre empresas e entidades que são socialmente responsáveis e outras que não tem essa preocupação. O tema responsabilidade social ganhou intensa visibilidade nos últimos anos devido ao avanço da globalização. Autores mostram que diferentes abordagens para o tema foram desenvolvidas em diversos contextos históricos ou fases como definido por Kreitlon (2004) Contexto histórico e evolução do conceito de RSE (Responsabilidade Social Empresarial) As transformações socioeconômicas dos últimos 20 anos têm afetado profundamente o comportamento de empresas até então acostumadas à pura e exclusiva maximização do lucro. Se por um lado o setor privado tem cada vez mais lugar de destaque na criação de riqueza; por outro lado, é bem sabido que com grande poder, vem grande responsabilidade. Em função da capacidade criativa já existente, e dos recursos financeiros e humanos já disponíveis, empresas têm uma intrínseca responsabilidade social.

19 18 A idéia de responsabilidade social incorporada aos negócios é relativamente recente. Com o surgimento de novas demandas e maior pressão por transparência nos negócios, empresas se vêem forçadas a adotar uma postura mais responsável em suas ações. Infelizmente, muitos ainda confundem o conceito com filantropia, que é mais restrito, mas as razões por trás desse paradigma não interessam somente ao bem estar social, mas também envolvem melhor performance nos negócios e, consequentemente, maior lucratividade. De acordo com o Business for Social Responsibility (BSR, 2001 apud MACHADO FILHO, 2011, p. 25), embora não exista uma definição unanimemente aceita para o termo responsabilidade social corporativa, a expressão se refere, de forma ampla, a decisões de negócios tomadas com base em valores éticos que incorporam as dimensões legais, o respeito pelas pessoas, comunidades e meio ambiente. O BSR Institute sustenta que o conceito de empresa socialmente responsável se aplicará àquela que atue no ambiente de negócios de forma que atinja ou exceda as expectativas éticas, legais e comerciais do ambiente social no qual a empresa se insere. (MACHADO FILHO, 2011, p. 25). Muito do debate sobre a responsabilidade social empresarial já foi desenvolvido mundo afora, mas o Brasil tem dado passos largos no sentido da profissionalização do setor e da busca por estratégias de inclusão social através do setor privado. Na área de administração, é comum se encontrar a palavra responsabilidade definindo a condição de quem responde pelo seu desempenho no exercício de um cargo, de uma função ou de um poder investido, sendo entendida também como a contrapartida de uma autoridade legalmente constituída. A globalização da economia criou novas oportunidades e desafios às empresas, mas também aumentou a complexidade organizacional. Para as empresas expandirem-se para novos mercados, também têm que responder a novas responsabilidades, a uma escala global, pelo que a responsabilidade social a que a empresa tem de dar resposta é consideravelmente diferente, sendo em alguns casos maior e, por isso mesmo, mais exigente. Em Julho de 2001 foi apresentado pela Comissão Europeia, o Livro Verde intitulado Promover um Quadro Europeu para a Responsabilidade Social das Empresas, mostrando assim o interesse e a preocupação que esse assunto tem para a União Europeia. De acordo com o Livro Verde (2001 apud RODRIGUES, DUARTE, 2012, p. 73), a responsabilidade social e ambiental das empresas é definida como sendo a integração voluntária de preocupações sociais e ambientais por parte das empresas nas suas operações e na sua interação com outras partes interessadas. A responsabilidade social e ambiental das empresas também conduz à gestão da mudança de forma socialmente responsável, com as

20 19 empresas a procurarem compromissos equilibrados e aceitáveis por todas as partes interessadas (stakeholder) e ainda entre as exigências e as necessidades de todos os agentes envolvidos. Figura 1:Mapa dos stakeholders de uma grande empresa Comunidade Proprietários Grupos ativistas Grupos poliíticos Consumidores Governo EMPRESA Grupo de defesa dos consumidores Fornecedores Sindicatos Concorrentes Empreagdos Associações comerciais Fonte: Barbieri, Cajazeira (2013, p. 28)

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