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1 PROJJECTO CURRICULAR / /

2 ÍNDICE INTRODUÇÃO AS NOSSAS AMBIÇÕES MODELO DE INTERVENÇÃO DIDÁCTICA OPÇÕES E PRIORIDADES AS APRENDIZAGENS Competências Gerais A Estrutura Curricular Curso de Educação e Formação -(Tipo 2 Operador de informática) e (Tipo 3 Electricista de Instalações) e EFA Oferta formativa Organização dos Cursos CEF Curso de Educação e Formação de Adultos A Educação para a Cidadania e as Tecnologias da Informação e da Comunicação Áreas Curriculares Não Disciplinares Estudo Acompanhado Formação Cívica Área de Projecto Corpo de Aprendizagens Orientações para Apoios e Alunos com NEE Objectivos gerais Objectivos especifico SPO - O Serviço de Psicologia e Orientação Projectos Projectos temáticos Pré-escolar e 1º Ciclo em parceria com as Câmaras da Feira e Gondomar Plano da Matemática II (PM)- (2009/2012) Projecto de Educação para a Saúde (PES): Plano Tecnológico da Educação (PTE) Desporto Escolar - aguardar A Biblioteca / Centro de Recursos (E. B. 2/3 de Canedo, E.B. 1 Mirante, Centro de Recursos da C.M. Feira) aguardar da Coordenadora Susana OS MÉTODOS Metodologia Expositiva Trabalho Independente Trabalho de Grupo Pedagogia de Contrato Resolução de Problemas Trabalho de Projecto A AVALIAÇÃO Como Avaliar A avaliação formativa A auto-avaliação A avaliação de competências A avaliação sumativa

3 Os instrumentos e técnicas de avaliação CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Áreas Curriculares Disciplinares Áreas Curriculares não Disciplinares Cálculo para a Avaliação Final As dimensões da Avaliação Efeitos da Avaliação Sumativa Critérios Gerais de Avaliação (atribuição de níveis MODOS DE FUNCIONAMENTO Jardins de Infância e Escolas EB1( s) Escola E.B. 2/3 de Canedo a) A nível do Plano Curricular b) A nível dos espaços e dos tempos O Projecto Curricular de Turma O Perfil do director de turma Orientações para o PCT Estrutura do P.C.T do pré-escolar Estrutura do P.C.T do 1º, 2º e 3º ciclos A Formação Pessoal Docente e Não Docente PREVISÃO DOS RESULTADOS EM TERMOS DE MELHORIAS DE APRENDIZAGEM DOS ALUNOS AVALIAÇÃO DO RESULTADO DAS OPÇÕES TOMADAS MECANISMOS DE AVALIAÇÃO / VERIFICAÇÃO / CONTROLO ANEXOS INTRODUÇÃO O Decreto-lei nº 6/2001 de 18 de Janeiro estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curricular do ensino básico, dando ênfase: à democratização da escola, para que os alunos realizem todas as aprendizagens significativas; à atribuição de saberes e competências que permitam aos alunos transformar o conhecimento vulgar em conhecimento científico; à autonomia da escola no desenvolvimento do currículo numa forma contextualizada. 3

4 O PCA é um documento vinculativo a todos os professores da escola e está concebido de acordo com os princípios orientadores a que deve obedecer a organização e gestão do currículo, nomeadamente: a) Coerência e sequencialidade entre os três ciclos do ensino básico e articulação destes com o ensino secundário; b) Integração no currículo da avaliação, assegurando que esta constitua o elemento regulador do ensino e da aprendizagem; c) Existência de áreas curriculares disciplinares e não disciplinares, visando a realização de aprendizagens significativas e a formação integral dos alunos, através da articulação e da contextualização dos saberes; d) Integração, com carácter transversal, da educação para a cidadania em todas as áreas curriculares; e) Valorização das aprendizagens experimentais nas diferentes áreas e disciplinas, em particular, e com carácter obrigatório, no ensino das ciências, promovendo a integração das dimensões teórica e prática; f) Racionalização da carga horária lectiva semanal dos alunos; g) Reconhecimento da autonomia da escola no sentido da definição de um projecto de desenvolvimento do currículo adequado ao seu contexto e integrado no respectivo projecto educativo; h) Valorização da diversidade de metodologias e estratégias de ensino e actividades de aprendizagem, em particular com recurso a tecnologias de informação e comunicação, visando favorecer o desenvolvimento de competências numa perspectiva de formação ao longo da vida; i) Diversidade de ofertas educativas, tomando em consideração as necessidades dos alunos, tendo em vista assegurar que todos possam desenvolver as competências essenciais e estruturantes definidas para cada um dos ciclos e concluir a escolaridade obrigatória. É ainda dado relevo à educação para a cidadania, o domínio da Língua Portuguesa e a valorização da dimensão humana do trabalho, bem como a utilização das tecnologias de informação e de comunicação como formações transdisciplinares e a definição de um quadro flexível para o desenvolvimento de actividades de enriquecimento do currículo. Assumem especial relevância as medidas aprovadas pelo Despacho Normativo 1/2005, nomeadamente a consistência entre os processos de avaliação e as aprendizagens e competências pretendidas, a consequente necessidade de utilização de modos e instrumentos de avaliação adequados à diversidade de aprendizagens e à 4

5 natureza de cada uma delas, bem como aos contextos em que ocorrem, a atenção especial à evolução do aluno ao longo do ensino básico e a promoção da confiança social na informação que a escola transmite. A avaliação constitui um processo regulador das aprendizagens, orientador do percurso escolar e certificador das diversas aquisições realizadas pelos alunos ao longo do Ensino Básico. O Projecto Curricular de Escola, como refere Matos Vilar (...) assume-se como referencial de unidade para as práticas curriculares em cada uma das turmas, tornandose, portanto, um instrumento destinado a dar coerência à acção conjunta dos docentes da mesma escola. (Textos orientadores da Teoria do Currículo caderno :p21). É portanto um conjunto de decisões articuladas e partilhadas pelo corpo docente, tendentes a dotar de maior coerência a sua actuação, concretizando as orientações curriculares de âmbito nacional em propostas globais de intervenção pedagógicodidácticas, adequadas ao contexto educativo da escola. Inicia-se com uma discussão aberta e generalizada dos problemas concretos e com a definição de prioridades que a escola estabelece para a sua acção de forma a clarificar as opções de natureza curricular e decidir a estratégia global. É um projecto aberto, flexível e integrado que permite a adequação à diversidade e melhoria das aprendizagens. 1. AS NOSSAS AMBIÇÕES Este agrupamento de escolas pretende formar cidadãos competentes, proporcionando-lhes oportunidades reais em que sejam os próprios alunos a construir aprendizagens individuais no domínio cognitivo, social e pessoal, com o objectivo de estabelecer uma ligação ao mundo do trabalho e à formação ao longo da vida. É necessário portanto trabalhar de forma diferenciada e individualizada sobre as aprendizagens dos alunos para que estes possam aplicar o que aprendem ao longo da vida ao nível do saber, do saber fazer, do saber ser e do saber estar. Constata-se que os nossos alunos revelam um fraco domínio da Língua Portuguesa, dificuldades de abstracção, de estruturação e de desenvolvimento de estratégias, de pensamento, e de aquisição de conhecimentos, agravadas pelo reduzido vocabulário utilizado e pela falta de hábitos de leitura. Os alunos revelam ainda dificuldades ao nível da Matemática as quais se prendem especialmente com a falta de capacidades de comunicação, raciocínio e resolução de problemas, bem como falta de memorização, espírito crítico e criatividade. Estes factos devem-se a um ambiente sóciocultural pouco favorável e baixas expectativas em relação ao futuro. 5

6 Perante esta situação, a escola pretende intervir nesta problemática de uma forma directa, abrangendo e colmatando as falhas diagnosticadas levando os alunos a construir a sua aprendizagem crescendo de um modo global e permitindo desta forma uma formação ao longo da vida. Alfabetizados e escolarizados sem sucesso são na realidade iletrados funcionais e desenraizados sociais, afastados do acesso básico à informação e ao conhecimento, informação e conhecimento que se constituem hoje como a principal chave para a inclusão social (Roldão 1999). Temos então que diversificar estratégias intervindo nos campos a seguir definidos. 2. MODELO DE INTERVENÇÃO DIDÁCTICA O modelo adoptado para a elaboração do PCE assenta no paradigma sóciocrítico da Educação. Este modelo visa: Construir uma escola que crie ambientes de aprendizagem significativa, baseados numa concepção do Homem como um todo bio-psicosocial e numa visão dinâmica e progressiva como reconstrução do conhecimento; Adoptar um modelo de ensino que promova a formação de pessoas críticas, participativas e empenhadas na mudança social; Implementar um currículo ligado à transformação do mundo actual. 3. OPÇÕES E PRIORIDADES Em coerência com as opções educativas do Projecto Educativo, a escola pretende: Estimular o domínio da Língua Portuguesa através da transversalidade desta. Desenvolver actividades que promovam o raciocínio lógico, fomentando a aplicação de conceitos matemáticos no dia a dia. Possibilitar ambientes de aprendizagem que favoreçam a integração de saberes, o desenvolvimento da compreensão e do pensamento crítico, o aprender a ser, o aprender a colaborar, o aprender a fazer, o aprender a aprender e o exercício da cidadania. Valorizar a utilização das TIC como formação transdisciplinar de carácter instrumental. Promover a igualdade de oportunidades, através de medidas que contribuam para compensar as desigualdades económico-sociais e combater dificuldades específicas de aprendizagem. Dar coerência e articulação vertical e horizontal ao currículo. 6

7 Fomentar a inter-relação entre a teoria e a prática, a cultura escolar e a cultura do quotidiano. Investir na formação do pessoal docente e não docente. Reforçar o envolvimento dos Encarregados de Educação na vida escolar e no acompanhamento dos seus educandos, levando-os a participar na construção do projecto de vida dos seus filhos. Intensificar a utilização de Metodologias Activas e de Estratégias Diversificadas. 4. AS APRENDIZAGENS 4.1. Competências Gerais Princípios e valores orientadores do currículo A clarificação das competências a alcançar no final da educação básica toma como referentes os pressupostos da lei de bases do sistema educativo, sustentando-se num conjunto de valores e de princípios que a seguir se enunciam: A construção e a tomada de consciência da identidade pessoal e social; A participação na vida cívica de forma livre, responsável, solidária e crítica; O respeito e a valorização da diversidade dos indivíduos e dos grupos quanto às suas pertenças e opções; A valorização de diferentes formas de conhecimento, comunicação e expressão; O desenvolvimento do sentido de apreciação estética do mundo; O desenvolvimento da curiosidade intelectual, do gosto pelo saber, pelo trabalho e pelo estudo; A construção de uma consciência ecológica conducente à valorização e preservação do património natural e cultural; A valorização das dimensões relacionais da aprendizagem e dos princípios éticos que regulam o relacionamento com o saber e com os outros. Equacionaram-se à luz destes princípios as competências, concebidas como saberes em uso, necessárias à qualidade da vida pessoal e social de todos os cidadãos, a promover gradualmente ao longo da educação básica. O Currículo Nacional do Ensino Básico Competências Essenciais, publicado em 2001, permite a operacionalização da Reorganização Curricular lançada pelo Decreto- Lei nº6/2001, apresentando um conjunto de competências consideradas essenciais no 7

8 âmbito do currículo nacional. Neste documento estão incluídas as competências de carácter geral, a desenvolver ao longo de todo o ensino básico, as competências específicas que dizem respeito a cada uma das áreas disciplinares e disciplinas, no conjunto dos três ciclos e em cada um deles e os tipos de experiências de aprendizagem que devem ser proporcionadas a todos os alunos. Neste sentido o termo competência pode assumir diferentes significados, pelo que importa deixar claro em que sentido é usado no presente documento. Adopta-se aqui uma noção ampla de competência, que integra: conhecimentos, capacidades e atitudes. Com o significado que aqui lhe é atribuído, a competência não está ligada ao treino para, num dado momento, produzir respostas ou executar tarefas previamente determinadas. A competência diz respeito ao processo de activar recursos (conhecimentos, capacidades, estratégias) em diversos tipos de situações, nomeadamente em situações problemáticas. Por isso, não se pode falar de competências sem lhe associar o desenvolvimento de algum grau de autonomia em relação ao uso do saber. Porém, procura-se também dar um passo significativo no sentido de uma efectiva articulação entre os vários ciclos do ensino básico... As competências formuladas não devem, por isso, ser entendidas como objectivos acabados ou fechados em cada etapa, mas sim como referências nacionais para o trabalho dos professores, apoiando a escolha das oportunidades e experiências educativas que se proporcionam a todos os alunos, no seu desenvolvimento gradual ao longo do ensino básico. Convirá ainda esclarecer a opção pelo uso do termo essenciais, a qual está ligada à rejeição da ideia de definir objectivos mínimos. Não se trata, definitivamente, de procurar que os alunos cumpram a escolaridade obrigatória à custa da promoção de um ensino cada vez mais pobre. A própria designação de competências essenciais procura salientar os saberes que se consideram fundamentais, para todos os cidadãos, na nossa sociedade actual, tanto a nível geral como nas diversas áreas do currículo. Em particular, em cada uma das disciplinas, trata-se de identificar os saberes que permitem aos alunos desenvolver uma compreensão da natureza e dos processos dessa disciplina, assim como uma atitude positiva face à actividade intelectual e ao trabalho prático que lhe são inerentes. Isto pode conseguir-se a vários níveis e de modos muito diferenciados, mas dificilmente será alcançado se os alunos não viverem os tipos de experiências educativas que se consideram, hoje, fundamentais nas diversas áreas do currículo. Por esta razão, o presente documento não se limita a definir competências, explicita também os tipos de experiências que a escola deve proporcionar a todas as crianças e jovens. 8

9 Enuncia-se, por isso, as competências consideradas essenciais, distinguindo entre, as que são gerais e correspondem a um perfil à saída do ensino básico, as quais se tomam como ponto de partida para todas as formulações subsequentes, e as que são específicas de cada área disciplinar ou disciplina. Tanto umas como outras devem ser interpretadas à luz dos princípios e valores explicitados inicialmente, os quais estão subjacentes a todas as orientações curriculares. O conjunto das competências gerais constitui um elemento de trabalho central no processo de desenvolvimento do currículo. Por esta razão procurou-se elaborar o sentido de cada uma delas. O trabalho de interpretação e concretização destas orientações cabe aos professores, nomeadamente no âmbito de cada conselho de turma ou de docentes de cada departamento curricular. Relativamente às competências específicas, sempre que possível, estão definidas por área disciplinar, de acordo com uma orientação geral de reforço da articulação entre disciplinas afins casos da Ciências Físicas e Naturais e das Línguas Estrangeiras. Deve sublinhar-se que faz parte integrante do currículo a abordagem de temas transversais às diversas áreas disciplinares, nomeadamente no âmbito da educação para os direitos humanos, da educação ambiental e da educação para a saúde e o bem-estar, em particular, a educação alimentar, a educação sexual e a educação para a prevenção de situações de risco pessoal (como a prevenção rodoviária ou a prevenção do consumo de drogas). Outros temas transversais, cuja relevância seja identificada pela escola no início ou num dado momento do desenvolvimento de projectos curriculares da escola ou de uma turma, poderão igualmente integrar o currículo, no contexto daqueles projectos. Os temas transversais devem ser trabalhados em duas perspectivas articuladas entre si: por um lado, numa abordagem de problemas e no desenvolvimento de projectos de natureza interdisciplinar, por outro lado, através de aprendizagens específicas no âmbito das várias disciplinas. Uma argumentação idêntica pode ser avançada a propósito das aprendizagens de carácter instrumental cuja apropriação tem uma importância fundamental. É este o caso da utilização das tecnologias da informação e comunicação que, sem margem para qualquer dúvida, integra igualmente a currículo nacional do ensino básico. Quanto aos espaços e tempos a contemplar nos horários de trabalho escolar, importa destacar que constituem áreas do currículo, para além daquelas que têm um carácter estritamente disciplinar, novas áreas de natureza transversal e integradora, nos termos do Decreto-Lei 6/2001: a Área de Projecto, o Estudo Acompanhado e a Formação Cívica. Além disso, as actividades de enriquecimento curricular, não sendo 9

10 obrigatórias, integram o currículo dos alunos que nelas estão envolvidos e, para estes, correspondem a oportunidades de aprendizagem que devem ser articuladas com todas as outras. PERFIL DE COMPETÊNCIAS GERAIS A DESENVOLVER PELO ALUNO AO LONGO DO ENSINO BÁSICO (DEB Departamento do Ensino Básico) 1) Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano; 2) Usar correctamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar; 3) Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturar o pensamento próprio; 4) Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação de informação; 5) Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados; 6) Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável; 7) Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões; 8) Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa; 9) Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns; 10) Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. O desenvolvimento destas competências pressupõe que todas as áreas curriculares actuem em convergência. Assim, clarifica-se para cada uma destas competências gerais, como já foi referido atrás, a sua operacionalização. Esta deverá ter um carácter transversal. Compete às diferentes áreas curriculares e seus docentes explicitar de que modo essa operacionalização transversal se concretiza e se desenvolve em cada campo específico do saber e para cada contexto de aprendizagem do aluno. Explicita-se ainda, para cada competência geral, um conjunto de acções relativas à prática docente que se reconhecem essenciais para o adequado desenvolvimento dessa competência nas diferentes áreas e dimensões do currículo da educação básica. A operacionalização específica será feita na perspectiva de cada disciplina ou área curricular tendo em conta os saberes, procedimentos, instrumentos e técnicas 10

11 essenciais de cada área do saber e visando o desenvolvimento pelo aluno destas competências. (1) Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano; Operacionalização transversal Prestar atenção a situações e problemas manifestando envolvimento. Questionar a realidade observada. Identificar e articular saberes e conhecimentos para compreender uma situação ou problema. Pôr em acção procedimentos necessários para a compreensão da realidade e para a resolução de problemas. Avaliar a adequação dos saberes e procedimentos mobilizados e proceder a ajustamentos necessários. Acções a desenvolver por cada professor: Abordar os conteúdos da área do saber com base em situações e problemas. Rentabilizar as questões emergentes do quotidiano e da vida do aluno. Organizar o ensino com base em materiais e recursos diversificados, dando atenção a situações do quotidiano. Organizar o ensino prevendo a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados. Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas à observação e ao questionamento da realidade e à integração de saberes. Organizar actividades cooperativas de aprendizagem, orientadas para a integração e troca de saberes. Desenvolver actividades integradoras de diferentes saberes, nomeadamente a realização de projectos. (2) Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar; Operacionalização transversal Reconhecer, confrontar e harmonizar diversas linguagens para a comunicação de uma informação, de uma ideia, de uma intenção. Utilizar formas de comunicação diversificadas, adequando linguagens e técnicas aos contextos e às necessidades. Comunicar, discutir e defender ideias próprias mobilizando adequadamente diferentes linguagens. 11

12 Traduzir ideias e informações expressas numa linguagem para outras linguagens. Valorizar as diferentes formas de linguagem. Acções a desenvolver por cada professor: Organizar o ensino prevendo a utilização de linguagens de comunicação diversificadas. Organizar o ensino com base em materiais e recursos em que são utilizadas linguagens específicas. Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades diferenciadas de comunicação e de expressão. Rentabilizar os meios de comunicação social e o meio envolvente. Rentabilizar as potencialidades das tecnologias de informação e de comunicação no uso adequado de diferentes linguagens. Apoiar o aluno na escolha de linguagens que melhor se adeqúem aos objectivos visados, em articulação com os seus interesses. Desenvolver a realização de projectos que impliquem o uso de diferentes linguagens. 12

13 (3) Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturar pensamento próprio; Operacionalização transversal Valorizar e apreciar a língua portuguesa, quer como língua materna quer como língua de acolhimento. Usar a língua portuguesa de forma adequada às situações de comunicação criadas nas diversas áreas do saber, numa perspectiva de construção pessoal do conhecimento. Usar a língua portuguesa no respeito de regras do seu funcionamento. Promover o gosto pelo uso correcto e adequado da língua portuguesa. Auto-avaliar a correcção e a adequação dos desempenhos linguísticos, na perspectiva do seu aperfeiçoamento. Acções a desenvolver por cada professor: Organizar o ensino prevendo situações de reflexão e de uso da língua portuguesa, considerando a heterogeneidade linguística dos alunos. Promover a identificação e a articulação dos contributos de cada área do saber com vista ao uso correctamente estruturado da língua portuguesa. Organizar o ensino valorizando situações de interacção e de expressão oral e escrita que permitam ao aluno intervenções personalizadas, autónomas e críticas. Rentabilizar os meios de comunicação social e o meio envolvente na aprendizagem da língua portuguesa. Rentabilizar as potencialidades das tecnologias de informação e de comunicação no uso adequado da língua portuguesa. (4) Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação de informação; Operacionalização transversal Compreender textos orais e escritos em línguas estrangeiras para diversificação das fontes dos saberes culturais, científicos e tecnológicos. Interagir, oralmente e por escrito, em línguas estrangeiras, para alargar e consolidar relacionamentos com interlocutores/parceiros estrangeiros. Usar a informação sobre culturas estrangeiras disponibilizada pelo meio envolvente e, particularmente, pelos media, com vista à realização de trocas interculturais. Auto-avaliar os desempenhos linguísticos em línguas estrangeiras quanto à adequação e eficácia. Acções a desenvolver por cada professor: 13

14 Organizar o ensino prevendo o recurso a materiais pedagógicos em língua estrangeira. Rentabilizar o recurso a informação em língua estrangeira acessível na internet e outros recursos informáticos. Organizar actividades cooperativas de aprendizagem em situações de interacção entre diversas línguas e culturas. Promover actividades de intercâmbio presencial ou virtual, com utilização, cada vez mais intensa, das tecnologias de informação e comunicação. Promover a realização de projectos em que seja necessário utilizar línguas estrangeiras. (5) Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados; Operacionalização transversal Exprimir dúvidas e dificuldades. Planear e organizar as suas actividades de aprendizagem. Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho. Confrontar diferentes métodos de trabalho para a realização da mesma tarefa. Auto-avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender e aos objectivos visados. Acções a desenvolver por cada professor: Organizar o ensino prevendo a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados. Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas à expressão e ao esclarecimento de dúvidas e de dificuldades. Organizar actividades cooperativas de aprendizagem. Organizar o ensino com base em materiais e recursos diversificados, adequados às diferentes formas de aprendizagem. Apoiar o aluno na descoberta das diversas formas de organização da sua aprendizagem. 6) Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável; Operacionalização transversal Pesquisar, seleccionar, organizar e interpretar informação de forma crítica em função de questões, necessidades ou problemas a resolver e respectivos contextos. Rentabilizar as tecnologias da informação e comunicação nas tarefas de construção 14

15 de conhecimento. Comunicar, utilizando formas diversificadas, o conhecimento resultante da interpretação da informação. Auto-avaliar as aprendizagens, confrontando o conhecimento produzido com os objectivos visados e com a perspectiva de outros. Acções a desenvolver por cada professor: Organizar o ensino prevendo a pesquisa, selecção e tratamento de informação. Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas a pesquisa, selecção, organização e interpretação de informação. Organizar o ensino prevendo a utilização de fontes de informação diversas e das tecnologias da informação e comunicação. Promover actividades integradoras dos conhecimentos, nomeadamente a realização de projectos. (7) Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões; Operacionalização transversal Identificar situações problemáticas em termos de levantamento de questões. Seleccionar informação e organizar estratégias criativas face às questões colocadas por um problema. Debater a pertinência das estratégias adoptadas em função de um problema. Confrontar diferentes perspectivas face a um problema, de modo a tomar decisões adequadas Propor situações de intervenção, individual e, ou colectiva, que constituam tomadas de decisão face a um problema, em contexto. Acções a desenvolver por cada professor: Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista e resolver problemas. Organizar o ensino prevendo a utilização de fontes de informação diversas e das tecnologias da informação e comunicação para o desenvolvimento de estratégias de resolução de problemas. Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades de simulação e jogos de papéis que permitam a percepção de diferentes pontos de vista. Promover a realização de projectos que envolvam a resolução de problemas e a tomada de decisões. (8) Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa; 15

16 Operacionalização transversal Realizar tarefas por iniciativa própria. Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho, numa perspectiva crítica e criativa. Responsabilizar-se por realizar integralmente uma tarefa. Valorizar a realização de actividades intelectuais, artísticas e motoras que envolvam esforço, persistência, iniciativa e criatividade. Avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas que se propõe realizar. Acções a desenvolver por cada professor: Organizar o ensino prevendo a realização de actividades por iniciativa do aluno. Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas à experimentação de situações pelo aluno e à expressão da sua criatividade. Organizar actividades cooperativas de aprendizagem rentabilizadoras da autonomia, responsabilização e criatividade de cada aluno. Organizar o ensino com base em materiais e recursos diversificados que favoreçam a autonomia e a criatividade do aluno. Apoiar o aluno na descoberta das diversas formas de organização da sua aprendizagem e na construção da sua autonomia para aprender. Criar na escola espaços e tempos para intervenção livre do aluno. Valorizar, na avaliação da aprendizagem do aluno, a produção de trabalhos livres e concebidos pelo próprio. 16

17 (9) Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns; Operacionalização transversal Participar em actividades interpessoais e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho em vários contextos. Manifestar sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. Comunicar, discutir e defender descobertas e ideias próprias, dando espaços de intervenção aos seus parceiros. Avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender, às necessidades do grupo e aos objectivos visados. Acções a desenvolver por cada professor: Organizar o ensino prevendo e orientando a execução de actividades individuais, a pares, em grupos e colectivas. Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas para o trabalho cooperativo, desde a sua concepção à sua avaliação e comunicação aos outros. Propiciar situações de aprendizagem conducentes à promoção da auto-estima e da autoconfiança. Fomentar actividades cooperativas de aprendizagem com explicitação de papéis e responsabilidades. Organizar o ensino com base em materiais e recursos diversificados adequados a formas de trabalho cooperativo. Apoiar o aluno na descoberta das diversas formas de organização da sua aprendizagem em interacção com outros. Desenvolver a realização cooperativa de projectos. (10) Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. Operacionalização transversal Mobilizar e coordenar os aspectos psicomotores necessários ao desempenho de tarefas. Estabelecer e respeitar regras para o uso colectivo de espaços. Realizar diferentes tipos de actividades físicas, promotoras de saúde, do bem-estar e da qualidade de vida. Manifestar respeito por normas de segurança pessoal e colectiva. Acções a desenvolver por cada professor: 17

18 Organizar o ensino prevendo a realização de actividades em que é necessário estabelecer regras e critérios de actuação. Organizar o ensino prevendo a realização de jogos diversificados de modo a promover o desenvolvimento harmonioso do corpo em relação ao espaço e ao tempo. Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas à apropriação de hábitos de vida saudáveis e à responsabilização face à sua própria segurança e à dos outros. Organizar actividades diversificadas que promovam o desenvolvimento psicomotor implicado no desempenho de diferentes tarefas. Organizar actividades cooperativas de aprendizagem e projectos conducentes à tomada de consciência de si, dos outros e do meio. Organizar o ensino com base em materiais e recursos diversificados A Estrutura Curricular Pré-escolar Áreas de Aprendizagem Formação Expressão e Comunicação Conhecimento Pessoal Social e Motora do Mundo Dramática Plástica Musical Domínio da linguagem oral e escrita Matemática Estas áreas são indissociáveis e são desenvolvidas com as crianças ao longo do ano de forma contínua, numa carga semanal de 25 horas no âmbito dos projectos curriculares de turma, abordando diferentes áreas temáticas. CAF Componente de apoio à família - Nos jardins-de-infância, as actividades de animação e apoio à família, funcionam das 7:00 às 9h; das às 13.30h e das às 19:00h, de acordo com as necessidades dos encarregados de educação. Este serviço é assegurado por animadoras e tarefeiras, colocadas pelas autarquias (Câmara da Feira e Gondomar) e professores das AEC, s nos Jardins-de-infância que pertencem 18

19 à Câmara da Feira: Expressões - Música, Movimento e Drama e Expressão Físicomotora. 1º Ciclo - Componentes do currículo Áreas curriculares disciplinares Língua Portuguesa Matemática Estudo do Meio Expressões - musical e dramática - físico-motora - plástica Áreas curriculares não disciplinares - Área de Projecto - Estudo Acompanhado Formação - Formação Cívica Pessoal Áreas não curriculares - Inglês - Apoio ao Estudo e Social - Expressão musical - Educação física - Artes Plásticas (1º e 2º anos de escolaridade) A estrutura curricular do 1 ciclo é formada por uma carga horária semanal de 25 horas, distribuídas pelas áreas curriculares disciplinares: Língua Portuguesa 8 horas, Matemática -7 horas, Estudo do Meio - 5 horas e Expressões (Musical e dramática, Plástica e Físico-motora) e pelas áreas curriculares não disciplinares (Área de Projecto, Estudo Acompanhado e Formação Cívica) 5 horas. A carga horária das Actividades de Enriquecimento Curricular do 1ºciclo, é de 10 horas semanais, assim distribuídas: Para o 1º e 2º anos de escolaridade: Artes Plásticas - 2x45mn Inglês - 2x45mn 19

20 Educação Musical - 2x45mn Actividade físico-desportiva -2x45mn Apoio ao estudo - 2x45mn Para o 3º e 4º anos de escolaridade: Inglês 3x45mn Educação Musical - 2x45mn Actividade físico-desportiva 3x45mn Apoio ao estudo - 2x45mn 2 Ciclo. Carga horária semanal (x 90 min.) a. Componentes do currículo 5.º ano 6.º ano Total ciclo. Áreas curriculares disciplinares Línguas e Estudos Sociais 5+ 0, ,5+0,5 Língua Portuguesa Língua Estrangeira História e Geografia de Portugal Matemática e Ciências ,5 7 +0,5 Matemática 2 2+0,5 4+0,5 Ciências da Natureza Educação Artística e Tecnológica Educação Visual e Tecnológica b Educação Musical Educação Física Áreas curriculares não disciplinares c Área de Projecto Formação Estudo Acompanhado Pessoal e Social Formação Cívica Total Educação Moral e Religiosa d

21 A decidir pela escola 0.5 (LP) 0.5 (Mat) 1 Máximo global Actividades de enriquecimento e O trabalho a desenvolver pelos alunos integrará, obrigatoriamente, actividades experimentais e actividades de pesquisa adequadas à natureza das diferentes áreas ou disciplinas, nomeadamente no ensino das ciências. a- A carga horária semanal refere-se a tempo útil de aula e está organizada em períodos de 90 m. b A leccionação de Educação Visual e Tecnológica estará a cargo de dois professores. c Estas áreas devem ser desenvolvidas em articulação entre si e com as áreas disciplinares, incluindo uma componente de trabalho dos alunos com as tecnologias da informação e da comunicação e constar explicitamente do projecto curricular de turma. A área de projecto e o estudo acompanhado são assegurados por equipas de dois professores da turma, preferencialmente de áreas científicas diferentes. d- Disciplina de frequência facultativa. e - Actividades de carácter facultativo 3º Ciclo.. Carga horária semanal (x 90 min.) a Componentes do currículo 7º ano 8º ano 9º ano Total ciclo Áreas curriculares disciplinares Língua Portuguesa 2+0, ,5 Línguas Estrangeiras LE LE ,5 1 4 Ciências Humanas e Sociais História Geografia Matemática 2 2+0,

22 Ciências Físicas e Naturais Ciências Naturais h Físico-Química ,5h Educação Artística Educação Visual 1 c 1 c Educação Musical (oferta da escola) b 1 c 1 c 1.5 d 5.5 Educação Tecnológica Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação 1 1 Educação Física Áreas curriculares não disciplinares f Área de Projecto Estudo Acompanhado Formação Cívica Formação Educação Moral e Religiosa e Pessoal e Social Total 17(17.5) 17(17.5) 17.5(18) 51.5 (53) Actividades de A decidir pela escola (0.5 L.P.) 0.5 (Mat) Máximo global enriquecimento g O trabalho a desenvolver pelos alunos integrará, obrigatoriamente, actividades experimentais e actividades de pesquisa adequadas à natureza das diferentes áreas ou disciplinas, nomeadamente no ensino das ciências. a- A carga horária semanal refere-se a tempo útil de aula e está organizada em períodos de 90 minutos. b- A escola poderá oferecer outra disciplina da área da Educação Artística (Educação Musical, Teatro, Dança, etc.) se, no seu quadro docente, existirem professores para a sua docência. 22

23 c- Nos 7.º e 8.º anos, os alunos têm (i) Educação Visual ao longo do ano lectivo e (ii), numa organização equitativa com a Educação Tecnológica, ao longo de cada ano lectivo, uma outra disciplina da área da Educação Artística. No caso da escola não oferecer uma outra disciplina, a Ed. Tecnológica terá uma carga igual à disciplina de Ed. Visual. d- No 9.º ano, do conjunto das disciplinas que integram os domínios artístico e tecnológico, os alunos escolhem uma única disciplina das que frequentaram nos 7º e 8º anos. e Disciplina de frequência facultativa, nos termos do nº 5 do artigo 5º. f - Estas áreas devem ser desenvolvidas em articulação entre si e com as áreas disciplinares, incluindo uma componente de trabalho dos alunos com as tecnologias da informação e da comunicação e constar explicitamente do projecto curricular de turma. A área de projecto e a área de estudo acompanhado são asseguradas, cada uma, por um professor. g- Actividades de carácter facultativo, nos termos do artigo 9º. h As disciplinas de Físico-Química e Ciências Naturais partilham este tempo (cada disciplina tem metade da turma) Forma de desdobramento e regime de funcionamento das disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Química no 3º ciclo. A proposta está de acordo com o previsto no Decreto-Lei nº 6/2001 de 18 de Janeiro que prevê que em situações justificadas, a escola poderá propor uma diferente organização da carga horária semanal dos alunos. A carga horária semanal proposta para os alunos é de 90 minutos, reorganizada em blocos de 45 minutos, mas respeitando os totais por área curricular e ciclo. Apenas ficariam a faltar 45 minutos que poderiam funcionar como actualmente está estabelecido. 23

24 O referido decreto prevê ainda que o trabalho a desenvolver pelos alunos integrará, obrigatoriamente, actividades experimentais e actividades de pesquisa adequadas à natureza destas disciplinas. Com base neste decreto e no trabalho realizado no presente ano lectivo, pensamos que seria de alterar o actualmente em vigor. Devido ao número de alunos existentes por turma, não é seguro nem aconselhável que os discentes realizem de forma adequada actividades laboratoriais. É de salientar que a escola esta equipada com laboratórios e dispõe de material e condições para o fazer Curso de Educação e Formação -(Tipo 2 Operador de informática) e (Tipo 3 Electricista de Instalações) e EFA Oferta formativa O agrupamento apresenta na sua oferta formativa os Cursos de Educação e Formação de jovens (CEF) e os Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA). A criação de cursos na área das Novas Oportunidades teve em conta as necessidades de formação dos candidatos à frequência dos mesmos, assim como a rede de ofertas existente na área em que se enquadra o Agrupamento. Há muito tempo que a nossa escola procurava uma solução para alunos que revelam insucesso escolar, que se encontram fora da escolaridade obrigatória e, acima de tudo, demonstram desinteresse pelas actividades lectivas que lhes são proporcionadas, mostrando-se interessados em abandonar a escola e procurar emprego, sem se preocuparem com o facto de não terem concluído o 9º ano. Baseando-nos despacho conjunto 453/2004, que proporciona às escolas a hipótese de facultar a estes alunos uma nova hipótese de integração no mundo escolar a partir de um curso profissional do interesse dos mesmos, decidiu a nossa escola criar as condições necessárias (recursos humanos e físicos) e formular a candidatura a fim de dar continuidade ao desejo demonstrado pelos alunos. Tendo em conta os recursos existentes na escola, foram apresentados aos alunos interessados dois cursos de educação e formação opcionais: Operador Comercial e Instalação e Operação de Sistemas Informáticos. Os alunos, maioritariamente, optaram pelo curso de Informática, viabilizando a constituição de uma turma. Na segunda opção não tivemos candidatos em número suficiente Organização dos Cursos CEF A - CEF Operador de Informática 24

25 Disciplinas Horas curso 1ºano Horas curso 2ºano Tempos Lectivos / Semana - 1ºano Termos Lectivos / Semana - 2ºano Língua Portuguesa Língua Inglesa Cidadania e Mundo Actual Educação Física Matemática Aplicada Física e Química Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho T.I.C Gestão de Base de Dados Instalação e Manutenção de Microcomputadores Aplicações de Escritório Instalação, Configuração e Operação em Redes Locais e Internet Estágio 210 Horas Total de Curso 2109 B - CEF - Electricista de Instalações Disciplinas Horas curso Blocos (90m) (2ºano) Horas lectivas (2º ano) Língua Portuguesa Inglês Cidadania M. actual TIC Higiene s. trabalho Educação física Mat. aplicada + F.Q ,5 7 Tecnológica Estágio Total

26 a) Equipa pedagógica A equipa pedagógica é coordenada pelo director de curso e integra os professores das diferentes disciplinas, de entre os quais um exercerá as funções de director de turma, os profissionais de orientação pertencentes ao SPO, os professores acompanhantes de estágio e outros elementos que intervenham na preparação e concretização do curso. Encontram-se nesta situação os formadores externos, quando existam e os profissionais de psicologia e orientação contratados, caso não exista SPO. (Alínea b do Artº 7º do Regulamento anexo ao Despacho Conjunto 453/2004,de 27 de Julho). b) Equipa Pedagógica do CEF Electricista de Instalações Disciplinas Professores Situação Profissional Língua Portuguesa Susana Pires PQA Inglês Alice Sousa PQA Cidadania M. actual Silvina Pinto PQA TIC Fátima Oliveira PC Higiene S. S. Trabalho Henrique Costa PQA Educação Física Isabel Ferreira PQA Mat. Aplicada + F.Q. Daniela Torres / Cláudia Meneses PC Tecnológica Carlos Alberto Oliveira PQA Moisés Leite PC Director de Turma Alice Sousa PQA Director de curso Carlos Alberto Oliveira PQA c) Equipa Pedagógica do CEF Operador de Informática 26

27 Disciplinas Professores Situação Profissional Língua Portuguesa Susana Pires PQA Inglês Fátima Taveira PQA Cidadania M. actual Ana Daniela Fonseca PC TIC Helena Gomes PQA Higiene S. S. Henrique Costa PQA Trabalho Educação Física Isabel Ferreira PQA Matemática Aplicada Cláudia Meneses PC Física e Química Fátima Amaral PQA Gestão de Base de Dados Helena Gomes PQA Instalação e Alfredo Figueiredo PC Manutenção de Microcomputadores Aplicações de Alfredo Figueiredo PC Escritório Instalação, Manutenção e Nuno Oliveira PC Operação de Redes Locais e Internet Director de Turma Isabel Ferreira PQA Director de curso Helena Gomes PQA d) Atribuições da equipa pedagógica Compete à equipa pedagógica a organização, realização e avaliação do curso, nomeadamente: a articulação interdisciplinar; - o apoio à acção técnico-pedagógica dos docentes/formadores que a integram; - o acompanhamento do percurso formativo dos alunos, promovendo o sucesso educativo e, através de um plano de transição para a vida activa, uma adequada transição para o mundo do trabalho ou para percursos subsequentes; - a elaboração de propostas dos regulamentos específicos do estágio e da PAF, os quais deverão ser homologados pelos órgãos competentes da escola e integrados no respectivo regulamento interno; 27

28 - a elaboração da PAF. As reuniões semanais da equipa pedagógica são um espaço de trabalho entre todos os elementos da equipa, propício à planificação, formulação/reformulação e adequação de estratégias pedagógicas e comportamentais ajustadas ao grupo turma, de forma a envolver os alunos neste processo de ensino-aprendizagem Curso de Educação e Formação de Adultos a) Certificação escolar Neste Agrupamento existem os cursos B2, B3 e Secundário que conferem respectivamente: B2 - Certificado do 2º ciclo do ensino básico; B3 - Certificado do 3º ciclo do ensino básico e diploma do ensino básico Secundário: Certificado do ensino secundário b) Objectivos do Curso EFA Canedo A realização do curso tem como principal objectivo a elevação dos níveis de qualificação de base da população adulta, dirigindo-se a pessoas com mais de 18 anos que não concluíram a escolaridade obrigatória de 9 anos ou o Ensino Secundário tendo em vista aumentar as suas qualificações de base. Destaca-se em particular o reconhecimento, validação e certificação de competências adquiridas que se constitui como a porta de entrada para a formação de adultos. Este reconhecimento das competências adquiridas ao longo da vida em contextos informais de aprendizagem constitui não só um importante mecanismo de reforço da auto-estima individual e de justiça social, mas também um recurso fundamental para promover a integração dos adultos em novos processos de aprendizagem de carácter formal. Permite, a nível colectivo, estruturar percursos de formação complementares ajustados caso a caso. Mas mais importante, induz o reconhecimento individual da capacidade de aprender, o que constitui o principal mote para a adopção de posturas pro-activas face à procura de novas qualificações. Os formandos são encaminhados pelo Centro de Novas Oportunidades do Agrupamento de Escolas de Fiães depois da realização de um diagnóstico. 28

29 c) Organização do Curso A concepção curricular dos Cursos EFA, embora flexível, respeita um sistema modular (módulos organizados por competências, subdivididos em unidades de formação com coerência interna) que incluem 3 componentes integradas: Reconhecimento e Validação de Competências: O reconhecimento das competências que adquiriu ao longo da vida, em diferentes contextos, tem por base o documento Referencial de Competências-Chave. O percurso de formação (Básico 1, Básico 1+2, Básico 3 ou Básico 2+3) é definido a partir das competências que já possui. Estas mesmas competências são validadas e, posteriormente, registadas numa Carteira Pessoal de Competências-Chave Aprender com Autonomia: tem como objectivo o desenvolvimento de competências que favorecem a sua autoformação. Formação de base: Esta formação está organizada em quatro áreas relativas ao "Referencial de Competências-Chave": o - Cidadania e Empregabilidade; o - Linguagem e Comunicação; o - Matemática para a Vida; o - Tecnologias da Informação e Comunicação. Estas áreas são desenvolvidas a partir de Temas de Vida temáticas transversais relativas à interacção entre o mundo local e global que informam e organizam a abordagem das diferentes áreas de competências-chave. Percurso de Formação Formação de Base Aprender Áreas de com Competências Autonomia Chave Total de Horas BÁSICO 2 40 Horas 450 Horas 490 Horas BÁSICO 3 40 Horas 900 Horas 940 Horas 29

30 Formação de Base Percurso de Formação PRA Áreas de Competências Total de Horas Chave SECUNDÁRIO 50 Horas 1100 Horas 1150 Horas EFACANEDO Aprender Com Autonomia Formador Carga Horária Calendarização B2 José Vítor Brandão 40 Horas Setembro/Outubro de 2009 B3 Maria Sousa José 40 Horas Setembro/Outubro de 2009 B3 Ângelo Ribeiro 40 Horas Setembro/Outubro de

31 EFACANEDO (Equipa Pedagógica) EFA B2 Carga Horas Áreas de Competências Chave Formador Horária semanais Calendarização Linguagem e Comunicação Maria José Sousa 100 Horas 4 Horas Língua Estrangeira Cristina Sousa 50 Horas 2 Horas Setembro de Matemática para a Vida Orlanda Santos 100 Horas 4 Horas 2009 a Julho de 2010 Tecnologias de Informação e Comunicação Fátima Oliveira 100 Horas 4 Horas (previsão) Cidadania e Empregabilidade Plautila Loureiro 100 Horas 4 Horas EFACANEDO (Equipa Pedagógica) EFA B3 Carga Horas Áreas de Competências Chave Formador Horária semanais Calendarização Linguagem e Comunicação Maria José Sousa 200 Horas 4 Horas Língua Estrangeira Cristina Sousa 100 Horas 2 Horas Setembro de Matemática para a Vida Gastão Pinto 200 Horas 4 Horas 2008 a Fevereiro de Tecnologias de Informação e Comunicação Ângelo Ribeiro 200 Horas 4 Horas 2010 (previsão) Cidadania e Empregabilidade Plautila Loureiro 200 Horas 4 Horas 31

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