IV AVALIAÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO TIMBÓ - PE

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1 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro Joinville - Santa Catarina IV AVALIAÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO TIMBÓ - PE Maria do Rozario Cezar Malheiros Engenheira Química Industrial UNICAP/86, Especialista em Gestão Ambiental pela UPE 2003, Técnica da Companhia Pernambucana do Meio Ambiente Rua Otaviano Pessoa Monteiro, 417 apto 502 Casa Caiada, Olinda, CEP José Mariano de Sá Aragão Professor do Depto. de Engenharia Civil da Universidade Federal de Pernambuco, Mestre em Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo; Chefe do Departamento de Engenharia Civil da UFPE. Membro do Comitê de Resíduos Sólidos da ABES. - INTRODUÇÃO O conceito de bacia hidrográfica como unidade de planejamento começou a ser desenvolvido na década de 70. Técnicos ligados ao assunto, em todo mundo, passaram a desenvolver estudos por bacia hidrográfica, como possibilidade de uma visão ampla dos recursos hídricos e das causas e efeito dos agentes envolvidos. Em 1997, foi definida a política Nacional dos Recursos Hídricos, através da Lei nº 9.433/97, que foi regulamentada por Decreto. O Estado de Pernambuco também definiu a sua política, através da Lei n /97 e do Decreto n /98, que a regulamenta. Essa Lei cria o sistema estadual de gerenciamento dos recursos hídricos e, entre os seus princípios, estão os gerenciamentos integrados, sem dissociação dos aspectos quantitativos e qualitativos; a bacia hidrográfica como unidade físico-territorial de planejamento; gestão e decisão exercidas por um colegiado formado por representantes do poder público e da sociedade civil.

2 A ineficiência de informações a respeito do universo das industrias em operação e a instalação de novos empreendimentos industriais na bacia hidrográfica do Rio Timbó, sua localização e caracterização, dificultam o planejamento de ações de gestão ambiental; A diminuição do nível de nossos mananciais, durante o período de estiagem, comprometem a qualidade das águas pela diminuição do fator de diluição, principalmente se os efluentes industriais e urbanos não são tratados, não o são adequadamente. E, em períodos quando os mananciais apresentam altas vazões, o comprometimento é causado pela poluição difusa, quanto se tenta ocultá-la com o aumento do fator de diluição. Neste sentido, faz-se necessário investigar qual a real situação das indústrias, dos tratamentos de seus efluentes e das descargas sanitárias e os impactos ambientais na Bacia do Rio Timbó inserido no Grupo de Pequenos Rios Litorâneos GLI de Pernambuco, Figura 1. OBJETIVO O presente trabalho tem como objetivo geral avaliar o estágio atual da poluição ambiental na bacia do Rio Timbó, através de análise de dados referentes à poluição urbana devido ao lançamento dos esgotos sanitários e à poluição industrial devido à geração de resíduos sólidos, lançamento de efluentes líquidos e emissão de gases. METODOLOGIA A metodologia adotada para avaliação dos impactos resultantes da atividade industrial na área da Bacia iniciou-se com o levantamento de dados básicos cadastrais existentes no órgão ambiental, em subsídio a complementação das informações que foram coletadas em campo. FIGURA 1 Bacia do Rio Timbó A amostragem contemplou um universo de trinta indústrias de grande, médio e pequeno porte dos setores: têxtil, produtos de matéria plástica, bebidas, metalúrgico, mecânico, minerais não metálicos, químico e produtos alimentares, pertencentes a três municípios. Os empreendimentos foram visitados para verificação das condições operacionais, localização, geografia e seu mapeamento, utilizando a técnica de georeferenciamento. Os trabalhos desenvolvidos incluíram: Levantamento do número de indústrias instaladas e em operação na bacia, identificando a sua tipologia, atividade principal e secundária, etc;

3 Localização das indústrias em mapas, utilizando o geoprocessamento; Coletas de dados referentes às descargas dos efluentes líquidos industriais localizados na bacia, tanto dados fornecidos pelas próprias empresas, como análises solicitadas para avaliação da qualidade e quantidade dos efluentes industriais brutos e tratados; Coletas de dados relativos à geração dos resíduos sólidos industriais; Levantamentos das indústrias que possuem sistemas de tratamento de efluentes, tipo de tratamento adotado e avaliação dos seus desempenhos; Coleta de dados relativa às emissões atmosféricas; Coleta de dados relativa ao suprimento d'água utilizado pelas indústrias. Os dados referentes às descargas dos esgotos urbanos foram estimados em função da população localizada na bacia, por município, e estimado o potencial poluidor relativo à geração de despejos sanitários considerando o equivalente populacional indicado pela Norma Técnica (ABNT PNB 570), e um fator conservativo de contribuição de carga poluidora de 60% do total, gerado pela população. Os resultados coletados foram analisados e, posteriormente, alimentados no banco de dados ACCESS, permitindo a elaboração do diagnóstico final. RESULTADOS A Tabela 01 e Figura 2 apresenta a distribuição percentual das indústrias por setor. Tabela 01 - Distribuição Percentual das Empresas por Setor Setor Quantidade de Empresas Percentagem (%) Produtos de Matéria Plástica 7 24,0 Têxtil 4 13,0

4 Bebidas 2 7,0 Metalúrgica 4 13,0 Mecânica 4 13,0 Minerais não Metálicos 4 13,0 Química 2 7,0 Produtos Alimentares 3 10,0 Total Figura 2- Distribuição do potencial poluidor por setor industrial

5 Despejos Líquidos Urbanos e Industriais. A Tabela 02 mostra a população na área da bacia e o potencial poluidor relativos aos esgotos sanitários gerados. Tabela 02 - Carga poluidora potencial e remanescente dos esgotos sanitários das comunidades integrantes da bacia do rio timbó Município População na área da Bacia Carga orgânica potencial (Kg de DBO5/dia) Carga Remanescente (Kg de DBO5/dia) Paulista , ,00 Abreu e Lima , ,00 Igarassú ,00 212,00

6 Total , ,00 *Obs. A carga orgânica remanescente foi calculada considerando uma eficiência de remoção de 40% para fossa séptica. A Tabela 03, mostra a avaliação da poluição hídrica, apresentando as cargas potenciais relativas aos efluentes líquidos industriais e sanitários gerados pelas indústrias localizadas na Bacia do Rio Timbó. Tabela 03 - Distribuição do potencial poluidor por setor industrial Setor Carga Poluidora (Kg DB05/dia) Em relação ao Total % Bebidas 552,2 91,64 Têxtil 25,08 4,16 Metalúrgica 10,41 1,73 Mecânica

7 9,53 1,58 Produtos de Matéria Plástica 1,74 0,29 Química 1,36 0,23 Minerais não Metálicos 1,32 0,22 Produtos Alimentares 0,91 0,15 Total 602, Resíduos Sólidos Urbanos e Industriais. Existe apenas um lixão em operação na bacia do Rio Timbó e localizado no município de Abreu e Lima. Os dados relativos aos resíduos industriais estão apresentado na Tabela 04. Tabela 04 - Distribuição da geração total dos resíduos sólidos industriais por tipo, classe e quantidade (kg/dia) Tipo de Resíduo Classe

8 Quantidade (Kg/dia) Resíduos de papel e papelão 2.304,93 Resíduos de plásticos 208,31 Resíduos de restaurante 852,33 Resíduos de borracha 0,33 Resíduos de madeira 7.0 (1) Resíduos de materiais têxteis 3.673,34 Resíduos de varrição não perigosos 35,0 Resíduos de refratários e materiais não cerâmicos

9 13,70 Sucata de metais ferrosos 3.397,46 Resíduos de fibra de vidro com tinta I 0,33 Óleos usados I 1717,0(2) Lodo biológico 557,33 Lodo galvânico da ETE I 0,34 Resíduos de aparas de lixas 2.400,0 Tambores metálicos 246 (3) Bombonas plásticas

10 29 (4) Cinzas de caldeira 0,07 Lâmpadas fluorescentes I 190(5) Resíduos têxteis de manutenção contaminados buchas) I 1,0 Resíduos de metais não ferrosos 59,72 Resíduo orgânico 333,33 Residual de solvente I 500,0 (6) Unidades de referência para: resíduos de madeira - m3/mês óleo lubrificante usado - l/mês tambores metálicos - unidade/mês bombonas plásticas - unidade/mês

11 lâmpadas fluorescentes - unidade/mês residual de solvente - l/mês Emissões Atmosféricas. O levantamento indica que as emissões atmosféricas de origem industrial são pouco significativas para alteração da qualidade do ar na bacia do rio Timbó. CONCLUSÕES Com base nos resultados obtidos e analisados neste diagnostico, conclui-se que: O lançamento dos esgotos domésticos foi identificado como a principal fonte potencialmente poluidora da Bacia, representando 94,91% da carga orgânica; Cerca de ,00Kg DBO5/dia de esgotos brutos são descartados no solo e nos cursos de água da bacia hidrográfica, contribuindo para sua degradação; Os esgotos domésticos representam a maior fonte de poluição orgânica para o rio. Esta elevada poluição poderá contaminar principalmente a população ribeirinha por organismos patogênicos e inviabilizar o seu uso nas mais variadas atividades sócio-econômicas. A contribuição do setor industrial no potencial poluidor da bacia representa 5,09%; Das 30 (trinta) empresas avaliadas, apenas 02 (duas) não possuem sistema de tratamento de efluentes; A bacia do rio Timbó não é impactada pelo setor industrial na captação de águas superficiais; A maioria dos resíduos sólidos industriais encontrados na Bacia são classificados como resíduos não inertes (classe ); Quanto aos resíduos perigosos (classe I), o setor químico apresenta o maior percentual de participação na geração atingindo 45,11%; Os resíduos sólidos industriais encontram-se armazenados na própria indústria, e são atualmente recolhidos para destinação final por uma empresa gerenciadora de resíduos. Existe apenas um lixão em operação na bacia; Na bacia inexiste qualquer forma adequada de tratamento dos resíduos sólidos urbanos; Das 30 (trinta) empresas levantadas apenas 06 (seis) empresas apresentam consumo relevante de combustíveis, sendo que 10% destas utilizam gás natural;

12 As emissões atmosféricas não afetam a qualidade das águas da bacia, não há evidências de impactos ambientais diretos, considerando a topografia da região e boas condições da dispersão das emissões na atmosfera; As análises realizadas a partir das estações de monitoramento indicam que a qualidade atual da água do Timbó encontra-se fora da classe estabelecida no enquadramento desse corpo de água. BIBLIOGRAFIA CPRH. Monitoramento da Qualidade da Água das bacias Hidrográficas do Estado de Pernambuco. Recife, COMPANHIA PERNAMBUCANA DO MEIO AMBIENTE - Projeto CPRH/DFID. Diagnostico Ambiental Integrado da Bacia do Pirapama. Recife, COMPANHIA PERNAMBUCANA DO MEIO AMBIENTE. Projeto CPRH/GTZ. Inventário dos Resíduos Sólidos Industriais no Estado de Pernambuco. Recife, CONTÉCNICA LTDA - Consultoria e Planejamento PQA - PE. Estudos de Consolidação e Complementação de Diagnóstico sobre a Qualidade das Águas, Relativos à Preparação do Programa de Investimento nas Bacias dos Rios Beberibe, Jaboatão e Ipojuca. Recife, PERNAMBUCO. Plano Estadual de Recursos Hídricos Documento Síntese. Recife SECTMA, SEPLAN/CONDEPE. Perfil Fisiográfico das Bacias Hidragráficas do Estado de Pernambuco. SECRETARIA DE PLANEJAMENTO/INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO DE PERNAMBUCO/ CONDEPE-PE. Recife, vol. 1, SRH. Diagnóstico dos Recursos Hídricos da Bacia do Rio Goiana e dos Grupos de Bacia de Pequenos Rios Litorâneos GL 1 e GL 6 Relatório Final. SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS-PE. Recife, vol 2, 2000.

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