WITTGENSTEIN PSICÓLOGO?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "WITTGENSTEIN PSICÓLOGO?"

Transcrição

1 WITTGENSTEIN PSICÓLOGO? JOSELÍ BASTOS DA COSTA Resumo: Wittgenstein critica a Psicologia de sua época, particularmente o mentalismo formulado numa perspectiva essencialista e o uso de uma linguagem fisicalista para descrever a vida mental. Wittgenstein acentua o caráter social da significação das vivências subjetivas, enfatizando a compreensão da vida mental e da causalidade psíquica em função do contexto social e da cultura, influenciando a renovação crítica da Psicologia. Palavras-chave: Wittgenstein e Psicologia, linguagem e Psicologia, linguagem e construtivismo social L udwig Wittgenstein encerra suas Investigações Filosóficas principal texto de sua filosofia madura e que caracteriza o segundo Wittgenstein com uma observação desencantada e irônica sobre a Psicologia, afirmando que Existem na Psicologia métodos experimentais e confusão conceitual. (Como, noutro caso, confusão conceitual e métodos de demonstração.) (WITTGENSTEIN, 1979). Na verdade, quase toda a sua obra está eivada de referências, sempre em tom crítico, à Psicologia. Mas a que Psicologia, ou melhor dizendo, a quais Psicologias ele se refere e por que as critica? 817

2 818 Comecemos pela Segunda Questão para Depois Passar à Primeira A principal estratégia do homem para lidar com o mundo é representá-lo por meio de um comportamento simbólico, a fala e de seu produto, as expressões lingüísticas. Mas o que faz os homens entenderem-se sobre suas representações do mundo? Existiria nos homens algum aspecto subjetivo anterior à linguagem que lhes permitiria validar o seu conhecimento do mundo ou este conhecimento resultaria de um acordo permanentemente renovado entre eles quanto ao significado dos elementos usados para representar o mundo? A própria questão, assim formulada, já traz em si as possibilidades de resposta. Numa perspectiva, o significado de uma palavra é dado a partir de elementos concretos ou abstratos exteriores à linguagem, pertinentes ao mundo físico ou mental. As palavras são então entendidas como definidas a partir de elementos que existem independentemente da existência de expressões lingüísticas que os identifiquem. O significado é dado mediante o estabelecimento de uma relação entre a palavra e um objeto ou fenômeno qualquer, e a palavra seria uma representação desse objeto ou fenômeno. Já numa outra perspectiva, não é possível entender palavras a partir de sua relação com coisas e fenômenos do mundo físico ou mental, uma vez que as palavras só podem ser definidas em seu significado pela maneira como se faz uso delas, pelo modo como uma determinada comunidade lingüística as usa. Ludwig Wittgenstein, em contraposição a seu Tractatus Logico-philosophicus, que de certo modo se situava na primeira posição, diz em suas Investigações Filosóficas que o significado de uma expressão lingüística não decorre de sua vinculação a um objeto e sim do seu uso específico por uma comunidade lingüística. Para ele, a significação de uma palavra é o seu uso na linguagem 1. A linguagem é por ele concebida como uma instituição, um produto social 2. O texto Investigações Filosóficas é na realidade, em grande parte, dedicado ao combate à compreensão da linguagem em termos nominativos e de correspondência entre palavra e mundo. A linguagem é nele concebida como um jogo, com suas regras e fins evidentes nas combinações e efeitos das palavras. A atividade

3 lingüística é apenas um tipo de atividade humana, relacionada com os outros tipos de atividades, num contexto determinado, sob certas condições físicas específicas e exercido em função das necessidades humanas. O problema do significado das palavras é, então, expresso em termos de sua adequação como resposta num sistema de respostas integradas e em termos de suas funções na vida humana (POLE, 1966). Para analisar o modo como a linguagem funciona e seus significados, Wittgenstein desenvolveu o conceito de jogos de linguagem, que é definido pelos modos de uso das palavras; ele faz uso de exemplos simplificados de jogos de linguagem, mas estes jogos podem ser complexificados indefinidamente pela anexação de outros elementos 3. Este conceito é aplicado a todo conjunto integrado de usos de elementos lingüísticos que forme um complexo dentro do corpo de uma linguagem natural. Decorre daí que cada uso específico das palavras consiste num jogo de linguagem específico, e, desse modo, uma linguagem, natural não é mais que um nexo de jogos de linguagem. Fora dos jogos de linguagem as palavras não podem possuir significado (POLE, 1966). É neste sentido que o uso de uma palavra define o seu significado. Enquanto articulação de jogos, a linguagem só pode ser entendida como conjunto de regras estipuladas por convenções de uso que definem, delimitam e integram os seus diversos elementos lingüísticos. Mas o uso a que Wittgenstein se refere não é o uso fáctico da palavra e, sim, o seu uso correto, entendido como a concordância com as regras de uso da palavra estabelecidas e praticadas por uma comunidade lingüística 4. Uma palavra pode ser usada, de fato, de diversas maneiras incompatíveis mas apenas o seu uso correto, quando se cumprem certas condições determinadas, relativas à sua aplicação a uma ou outra situação de uso e a um ou outro objeto, é que permite uma delimitação adequada de seu significado. A adequação da palavra a essas condições implica na observância de uma série de elementos que delimitam o uso significativo da palavra, quais sejam gestos, expressões faciais, ou mesmo circunstâncias de uso estabelecidas pela comunidade lingüística e adquiridas através do treino e da experiência, enfim, toda a lógica do modo como as palavras são usadas pela comunidade lingüística. Wittgenstein chama a essa lógica de palavras, expressão que 819

4 820 se refere aos conjuntos de regras extralingüísticas, regras de uso da linguagem para propósitos não-lingüísticos, vinculados às necessidades e à vida humana e expressas nos jogos de linguagem. Para ele é essa gramática das palavras que explicita a ligação entre linguagem e realidade (HINTIKKA; HINTIKKA, 1994). Wittgenstein admite um vínculo associativo entre a palavra e o objeto, dado no momento da ostensão enquanto técnica de ensino da linguagem 5 mas recusa o conceito de definição ostensiva (entendido como uma conexão conceitual entre significado e objeto) e prefere o de ensino ostensivo 6 (entendido como uma conexão conceitual entre significado e uso). As ligações entre a linguagem e o mundo são assim constituídas num contexto de uso convencionado da palavra por parte de uma comunidade lingüística 7, com ênfase na sua gramática, expressa através dos jogos de linguagem os quais são adquiridos em função do treinamento 8. A questão que se coloca então é a rejeição de uma correspondência perfeita entre palavra e pensamento, entre signos e imagens mentais, entre linguagem e significados mentais. É nesse sentido que Wittgenstein propõe substituir a pergunta o que é o significado de uma palavra? pela pergunta o que é a explicação do significado de uma palavra?, uma vez que assim se remete não à procura de um objeto ou imagem mental a ela correspondente mas sim às regras que regulam o uso dessa palavra (WITTGENSTEIN, 1958). Uma das conseqüências que se pode derivar das idéias de Wittgenstein sobre a linguagem é a impossibilidade do uso de expressões lingüísticas para representar experiências privadas e vivências subjetivas. Não se pode supor uma linguagem privada, uma vez que linguagem é, por definição, um fenômeno de natureza pública. Do modo como ele o entende o uso da comunidade lingüística não se pode falar de um uso correto das palavras de uma linguagem privada e, conseqüentemente, uma linguagem privada não poderia ser chamada de linguagem. Ora, o que é isso se não uma dura e radical crítica ao conceito de mente e ao mentalismo enquanto formulados numa perspectiva essencialista? Uma crítica à própria possibilidade de uma ciência da mente e da vida mental, uma Psicologia, como entendida à sua época, uma ciência à procura das leis causais dos comportamentos e sentimentos do homem nos processos e conteúdos da mente?

5 Entretanto essa postura crítica de Wittgenstein em relação ao mentalismo não pode ser entendida como uma concordância com a posição que, no âmbito da Psicologia de sua época, se propunha antagonista das posições mentalistas, fenomenológicas e essencialistas, o behaviorismo, particularmente a vertente do behaviorismo lógico. O problema tratado por Wittgenstein em seus argumentos sobre a linguagem privada não é, em absoluto, a existência da mente ou das vivências interiores; ele não nega, em absoluto, a existência de dados sensíveis e experiências interiores nem nega o caráter privado dessas experiências e dados. Ele nega, sim, a possibilidade de uso de uma linguagem privada através da qual se possa fazer referência a vivências interiores e a dados sensíveis. Wittgenstein não nega em seu argumento sobre a linguagem privada a existência da mente ou de fenômenos mentais, muito menos a possibilidade de uma linguagem que os descreva; sua preocupação é, a partir da negação da possibilidade lógica de uma linguagem fenomenológica, afirmar a impossibilidade de falar dessas vivências e da mente usando uma linguagem fisicalista. Sua filosofia da linguagem não pode pois, em absoluto, ser considerada behaviorista (ZILHÃO, 1993; HINTIKKA, HINTIKKA, 1994). Ao tratar desse problema, Wittgenstein afirma o uso social como possibilidade de significação no uso de uma linguagem que descreva sensações ou vivências internas. Ele critica o modelo objeto x designação que pressupõe a representação direta de um elemento mental por um nome; para ele as relações entre a vida mental e uma linguagem que a represente são mediadas por jogos de linguagem, o que lhes dá um caráter público e não privado (HINTIKKA; HINTIKKA, 1994). Wittgenstein não nega a existência das vivências privadas, mas acentua o caráter interpessoal da significação dessas vivências; o significado de uma linguagem das sensações é construído através de um esquema interpessoal 9. O que Wittgenstein discute na verdade é a necessidade de um jogo de linguagem público para que se possa falar de sensações e de vida mental, o qual se constitui com base nas deduções de uma lógica explicitada nas manifestações comportamentais e evidências externas dessas experiências e vida mental. As manifestações públicas das vivências privadas, na medida em que compõem jogos 821

6 822 de linguagem, permitem, por sua natureza social, significar essas vivências 10 (HINTIKKA; HINTIKKA, 1994). Mas a natureza pública de uma linguagem que expresse as experiências internas e a vida mental não implica na impossibilidade da natureza privada dessa vida mental, do mesmo modo que a necessidade de um esquema público para significar as sensações e vivências internas não implica na necessidade de que estas sensações e vivências sejam públicas e não privadas (HINTIKKA; HINTIKKA, 1994). Sendo assim, as relações entre as vivências privadas e suas manifestações públicas não são contingentes e sim lógicas, e a discussão da linguagem privada é uma discussão semântica e não epistemológica (HINTIKKA; HINTIKKA, 1994). Do mesmo modo que critica uma linguagem fenomenológica, Wittgenstein também critica o uso de uma linguagem fisicalista para descrever a vida mental, principal característica do behaviorismo lógico (ZILHÃO, 1993). Para ele, o behaviorismo lógico, do mesmo modo que o mentalismo, não passa de confusão conceitual. Entretanto, sua postura em relação às principais correntes da psicologia de sua época foi não apenas crítica mas principalmente inovadora. Ao desenvolver o argumento do fundamento público da linguagem e da sua dependência social, abriu as portas para uma nova compreensão da vida mental e da causalidade psíquica, remetendo-as ao contexto social e à cultura. Seu pensamento influenciou a renovação crítica nas teorizações das vertentes cognitivistas da Psicologia, o redirecionamento conceitual na abordagem behaviorista, que hoje é majoritáriamente cognitivista, tendo abandonado por completo os postulados do behaviorismo lógico; influenciou, principalmente, o surgimento de novas abordagens teóricas centradas no valor explicativo do contexto social e da cultura para o comportamento dos indivíduos, como é o caso do construtivismo social (WILLIAMS, 1985; SCHATZKI, 1993; HOWIE, PETERS, 1996; VAN DER MERWE, VOESTERMANS, 1995). Poder-se-ia então afirmar que, mesmo que para seu aparente desgosto, Wittgenstein é um dos fundadores da Psicologia contemporânea. Notas 1 Wittgestein (1979), I, seção Wittgestein (1979), I, seções 199, 202.

7 3 Wittgestein (1979), I, seções 2, 8. 4 Wittgestein (1979), I, seção Wittgestein (1979), I, seção 6. 6 Wittgestein (1979), I, seções 15, Wittgestein (1979), I, seção Wittgestein (1979), I, seções 197 a Wittgestein (1979), I, seção Wittgestein (1979), I, seção 244. Referências WITTGENSTEIN, L. Investigações filosóficas. Tradução de José Carlos Bruni. 12. ed. São Paulo: Abril Cultural, (Os Pensadores). Parte II, seção XIV. POLE, D. La ultima filosofia de Wittgenstein. In: FERRATER MORA, J. et al. Las filosofias de Wittgenstein. Barcelona: Oikos-Tau, p HINTIKKA, M. B.; HINTIKKA, J. Uma investigação sobre Wittgenstein. Campinas: Papirus, WITTGENSTEIN, L. The blue and brown books, Oxford: Basil Blackwell, ZILHÃO, A. Linguagem da filosofia e filosofia da linguagem. Lisboa: Colibri, WILLIAMS, M. Wittgenstein s Rejection of Scientific Psychology. Journal for the Theory of Social Behavior, v. 15, n. 2, p , SCHATZKI, T. R. Wittgenstein: Mind, Body, and Society. Journal for the Theory of Social Behavior, v. 23, n. 3, p , HOWIE, D.; PETERS, M. Positioning Theory: Vygotsky, Wittgenstein and Social Constructionist Psychology. Journal for the Theory of Social Behavior, v. 26, n. 1, p , VAN DER MERWE, W. L.; VOESTERMANS, P. P. Wittgenstein s Legacy and the Challenge to Psychology. Theory & Psychology, v. 5, n. 1, p , Abstract: Wittgenstein criticizes Psychology of his time, specially mentalism as an essentialist perspective and the use of fisicalist language to describe mental life. He accentuates social character of subjective experiences emphasizing the comprehension of mental life and psychological causality like a result of social context and culture, influencing the critical renovation of Psychology. 823

8 Key words: Wittgenstein and Psychology, language and Psychology, language and social constructionist psychology 824 JOSELÍ BASTOS DA COSTA Doutor em Psicologia Social. Docente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFPB.

constituímos o mundo, mais especificamente, é a relação de referência, entendida como remissão das palavras às coisas que estabelece uma íntima

constituímos o mundo, mais especificamente, é a relação de referência, entendida como remissão das palavras às coisas que estabelece uma íntima 1 Introdução Esta tese aborda o tema da relação entre mundo e linguagem na filosofia de Nelson Goodman ou, para usar o seu vocabulário, entre mundo e versões de mundo. Mais especificamente pretendemos

Leia mais

SIGNIFICAÇÃO (BEDEUTUNG): APRESENTAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DA LINGUAGEM A PARTIR DE WITTGENSTEIN

SIGNIFICAÇÃO (BEDEUTUNG): APRESENTAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DA LINGUAGEM A PARTIR DE WITTGENSTEIN 244 SIGNIFICAÇÃO (BEDEUTUNG): APRESENTAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DA LINGUAGEM A PARTIR DE WITTGENSTEIN Karina da Silva Oliveira 1 Trataremos da investigação acerca da linguagem, na qual, compreender a dupla

Leia mais

NOTAS DE AULA CONSTRUÇÃO DO MARCO TEÓRICO CONCEITUAL 1

NOTAS DE AULA CONSTRUÇÃO DO MARCO TEÓRICO CONCEITUAL 1 NOTAS DE AULA CONSTRUÇÃO DO MARCO TEÓRICO CONCEITUAL 1 Profa. Gláucia Russo Um projeto de pesquisa pode se organizar de diversas formas, naquela que estamos trabalhando aqui, a problematização estaria

Leia mais

VYGOTSKY Teoria sócio-cultural. Manuel Muñoz IMIH

VYGOTSKY Teoria sócio-cultural. Manuel Muñoz IMIH VYGOTSKY Teoria sócio-cultural Manuel Muñoz IMIH BIOGRAFIA Nome completo: Lev Semynovich Vygotsky Origem judaica, nasceu em 5.11.1896 em Orsha (Bielo- Rússia). Faleceu em 11.6.1934, aos 37 anos, devido

Leia mais

Aula 5 ESTRUTURALISMO

Aula 5 ESTRUTURALISMO Aula 5 ESTRUTURALISMO MARTELOTTA, Mário Eduardo. Manual de Linguística. São Paulo: Contexto, 2012, p. 113-126 Prof. Cecília Toledo- cissa.valle@hotmail.com Sistema, estrutura, estruturalismo SISTEMA: resultado

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Teoria e Prática Científica Antônio Joaquim Severino Grupo de pesquisa: Educação e saúde /enfermagem: políticas, práticas, formação profissional e formação de professores

Leia mais

Algumas considerações sobre a primeira pessoa segundo a filosofia intermediária de Wittgenstein

Algumas considerações sobre a primeira pessoa segundo a filosofia intermediária de Wittgenstein Algumas considerações sobre a primeira pessoa segundo a filosofia intermediária de Wittgenstein NOME DO AUTOR: Priscilla da Veiga BORGES; André da Silva PORTO. UNIDADE ACADÊMICA: Universidade Federal de

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA COGNITIVA AO ESTUDO DA APRENDIZAGEM 1. Introdução

CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA COGNITIVA AO ESTUDO DA APRENDIZAGEM 1. Introdução 331 CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA COGNITIVA AO ESTUDO DA APRENDIZAGEM 1 Victor Cesar Amorim Costa 2, Sérgio Domingues 3 Resumo: Várias são as teorias que se propuseram a explicar a aprendizagem. Este estudo

Leia mais

WITTGENSTEIN E A NOÇÃO MINIMALISTA DA VERDADE 1. INTRODUÇÃO

WITTGENSTEIN E A NOÇÃO MINIMALISTA DA VERDADE 1. INTRODUÇÃO WITTGENSTEIN E A NOÇÃO MINIMALISTA DA VERDADE PEREIRA, Julio Henrique Carvalho ; DO CARMO, Juliano Santos Universidade Federal de Pelotas juliohenrique-pereira@hotmail.com Universidade Federal de Pelotas

Leia mais

Índice. 1. O Alfabetizador Ao Desenhar, A Criança Escreve?...5

Índice. 1. O Alfabetizador Ao Desenhar, A Criança Escreve?...5 GRUPO 5.4 MÓDULO 2 Índice 1. O Alfabetizador...3 1.1. Contribuições ao Educador-Alfabetizador... 4 1.2. Ações do professor alfabetizador... 4 2. Ao Desenhar, A Criança Escreve?...5 2 1. O ALFABETIZADOR

Leia mais

BEHAVIORISMO x COGNITIVISMO

BEHAVIORISMO x COGNITIVISMO BEHAVIORISMO x COGNITIVISMO CONSTRUTIVISMO Jean Piaget (1896-1980) Psicologia do desenvolvimento EPISTEMOLOGIA GENÉTICA embriologia mental Jean Piaget (1896-1980) Psicologia do desenvolvimento EPISTEMOLOGIA

Leia mais

Filosofia (aula 7) Dimmy Chaar Prof. de Filosofia. SAE

Filosofia (aula 7) Dimmy Chaar Prof. de Filosofia. SAE Filosofia (aula 7) Prof. de Filosofia SAE leodcc@hotmail.com Linguagem Existe entre o poder da palavra e a disposição da alma a mesma relação entre a disposição dos remédios e a natureza do corpo. Alguns

Leia mais

Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula

Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula Conceitos básicos e importantes a serem fixados: 1- Sincronia e Diacronia; 2- Língua e Fala 3- Significante e Significado 4- Paradigma e Sintagma 5- Fonética e

Leia mais

Objetividade do conhecimento nas ciências sociais. - primeiro passo: evitar confusões entre juízos de fato e juízos de valor.

Objetividade do conhecimento nas ciências sociais. - primeiro passo: evitar confusões entre juízos de fato e juízos de valor. Objetividade do conhecimento nas ciências sociais Objetividade +> rejeição à posição positivista no que se refere à neutralidade valorativa: rígida separação entre fatos e valores; => demarcação entre

Leia mais

BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA: Abordagens de Saussure, Peirce, Morris e Barthes.

BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA: Abordagens de Saussure, Peirce, Morris e Barthes. 1 BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA: Abordagens de Saussure, Peirce, Morris e Barthes. BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA (1) Período Clássico; (2) Período Medieval; (3) Racionalismo; (4) Empirismo Britânico; (5)

Leia mais

Unidade 04. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília

Unidade 04. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Unidade 04 Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Apresentar o período moderno da filosofia que contribuiu como base pré-científica para o desenvolvimento da Psicologia.

Leia mais

3 A aplicação MoLIC WOz

3 A aplicação MoLIC WOz A aplicação MoLIC WOz 33 3 A aplicação MoLIC WOz Esta seção descreve a MoLIC WOz relacionando com a Engenharia Semiótica (3.1) e apresentando a estrutura da ferramenta (3.2). 3.1 MoLIC WOz e a Engenharia

Leia mais

DISCIPLINA: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL Prof. Dr. Márcio Magalhães Fontoura

DISCIPLINA: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL Prof. Dr. Márcio Magalhães Fontoura DISCIPLINA: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL Prof. Dr. Márcio Magalhães Fontoura O termo behaviorismo foi inaugurado por John B. Watson, publicado em artigo em 1913, que apresentava o título: "A psicologia

Leia mais

Unidade 09. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília

Unidade 09. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Unidade 09 Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Apresentar as transformações científicas, sociais e culturais que contribuíram para o desenvolvimento de uma abordagem funcional

Leia mais

filosofia, 2, NORMORE, C. Some Aspects of Ockham s Logic, p. 34.

filosofia, 2, NORMORE, C. Some Aspects of Ockham s Logic, p. 34. Introdução Na Idade Média, a lógica foi concebida como a ciência da razão (scientia rationalis) ou como a ciência do discurso (scientia sermocinalis). Em geral, a primeira concepção distingue-se por identificar

Leia mais

A TEORIA SÓCIO-CULTURAL DA APRENDIZAGEM E DO ENSINO. Leon S. Vygotsky ( )

A TEORIA SÓCIO-CULTURAL DA APRENDIZAGEM E DO ENSINO. Leon S. Vygotsky ( ) A TEORIA SÓCIO-CULTURAL DA APRENDIZAGEM E DO ENSINO Leon S. Vygotsky (1896-1934) O CONTEXTO DA OBRA - Viveu na União Soviética saída da Revolução Comunista de 1917 - Materialismo marxista - Desejava reescrever

Leia mais

Da teoria da ação mediada ao modelo topológico de ensino.

Da teoria da ação mediada ao modelo topológico de ensino. Da teoria da ação mediada ao modelo topológico de ensino. A idéia de ação mediada que trazemos para compreender a sala de aula inspira-se nos estudos de James Wertsch, discutidas em seu livro Mind as Action

Leia mais

Unidade 01. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília

Unidade 01. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Unidade 01 Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Afirmar a importância do estudo da história para a compreensão da Psicologia contemporânea. Destacar a relevância das forças

Leia mais

Memória e conteúdo na filosofia da psicologia de Ludwig Wittgenstein

Memória e conteúdo na filosofia da psicologia de Ludwig Wittgenstein Memória e conteúdo na filosofia da psicologia de Ludwig Wittgenstein Thiago Ferreira dos Santos (Mestrando UNIFESP São Paulo SP Brasil) thiago.fer1988@gmail.com Resumo: Wittgenstein trouxe importantes

Leia mais

Linguagem, Língua, Linguística. Apoio Pedagógico: Estudos Linguísticos I Tutor: Frederico Cavalcante (POSLIN)

Linguagem, Língua, Linguística. Apoio Pedagógico: Estudos Linguísticos I Tutor: Frederico Cavalcante (POSLIN) Linguagem, Língua, Linguística Apoio Pedagógico: Estudos Linguísticos I Tutor: Frederico Cavalcante (POSLIN) e-mail: fredericoa4@gmail.com Encontro 1 Linguagem Linguagem: a capacidade humana de utilizar

Leia mais

John Locke. Trabalho apresentado pela aluna Luciana Cidrim. Recife, 08 de Setembro de 2015

John Locke. Trabalho apresentado pela aluna Luciana Cidrim. Recife, 08 de Setembro de 2015 Universidade Católica de Pernambuco Programa de Pós- Graduação em Ciências da Linguagem Disciplina: Filosofia da Linguagem Prof. Dr. Karl Heinz EGen John Locke Trabalho apresentado pela aluna Luciana Cidrim

Leia mais

Duas teorias realistas para a interpretação da semântica dos mundos possíveis

Duas teorias realistas para a interpretação da semântica dos mundos possíveis 77 Duas teorias realistas para a interpretação da semântica dos mundos possíveis Renato Mendes Rocha 1 mendesrocha@gmail.com Resumo: O discurso a respeito dos Mundos Possíveis pode ser uma ferramenta bastante

Leia mais

TEMA: tipos de conhecimento. Professor: Elson Junior

TEMA: tipos de conhecimento. Professor: Elson Junior Ciências Humanas e suas Tecnologias. TEMA: tipos de conhecimento. Professor: Elson Junior Plano de Aula Conhecimento O que é? Como adquirir Características Tipos Recordar é Viver... Processo de pesquisa

Leia mais

O desenvolvimento cognitivo da criança. A epistemologia genética de Jean Piaget

O desenvolvimento cognitivo da criança. A epistemologia genética de Jean Piaget O desenvolvimento cognitivo da criança. A epistemologia genética de Jean Piaget Epistemologia Genética Epistemologia genética Teoria sobre a gênese e do desenvolvimento cognitivo da criança (em específico,

Leia mais

HABILIDADES DE PENSAMENTO PRESENTES NO ENSINO/APRENDIZAGEM E NA AVALIAÇÃO

HABILIDADES DE PENSAMENTO PRESENTES NO ENSINO/APRENDIZAGEM E NA AVALIAÇÃO HABILIDADES DE PENSAMENTO PRESENTES NO ENSINO/APRENDIZAGEM E NA AVALIAÇÃO Profa. Dra. Maria Isabel da Cunha - UNISINOS Oficina de formação Tema: Avaliação da aprendizagem: qualidade de instrumentos de

Leia mais

OS PENSADORES DA EDUCAÇÃO

OS PENSADORES DA EDUCAÇÃO OS PENSADORES DA EDUCAÇÃO PAULO FREIRE, PIAGET, VYGOTSKY & WALLON 01. De acordo com Paulo Freire quando trata da importância do ato de ler, para a construção da visão crítica são indispensáveis: (A) Trabalhar

Leia mais

SEMIÓTICA: SUA CONTRIBUIÇÃO PARA AS ARTES VISUAIS. Cristiano J. Steinmetz; Rafaela Citadin

SEMIÓTICA: SUA CONTRIBUIÇÃO PARA AS ARTES VISUAIS. Cristiano J. Steinmetz; Rafaela Citadin SEMIÓTICA: SUA CONTRIBUIÇÃO PARA AS ARTES VISUAIS Cristiano J. Steinmetz; Rafaela Citadin Resumo: O objetivo deste artigo é tecer questões acerca da Semiótica, relacionando-a com o curso Artes Visuais.

Leia mais

Teoria do Conhecimento:

Teoria do Conhecimento: Teoria do Conhecimento: Investigando o Saber O que sou eu? Uma substância que pensa. O que é uma substância que pensa? É uma coisa que duvida, que concebe, que afirma, que nega, que quer, que não quer,

Leia mais

Locke ( ) iniciou o movimento chamado de EMPIRISMO INGLÊS. Material adaptado, produzido por Cláudio, da UFRN, 2012.

Locke ( ) iniciou o movimento chamado de EMPIRISMO INGLÊS. Material adaptado, produzido por Cláudio, da UFRN, 2012. Locke (1632-1704) iniciou o movimento chamado de EMPIRISMO INGLÊS. Material adaptado, produzido por Cláudio, da UFRN, 2012. Racionalismo x Empirismo O que diz o Racionalismo (Descartes, Spinoza, Leibiniz)?

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Lingüísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Lingüísticos A IMPORTÂNCIA DE WITTGENSTEIN NO ESTUDO DA PRAGMÁTICA Karina Corrêa Lelles kalelles@hotmail.com Poderíamos dizer que Wittgenstein foi um importante pensador que, dentre outros, com a sua teoria, tornou

Leia mais

PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM NOVAS ABORDAGENS EM EDUCAÇÃO PROFESSORAS RESPONSÁVEIS:

PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM NOVAS ABORDAGENS EM EDUCAÇÃO PROFESSORAS RESPONSÁVEIS: 2/2/2009 PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM AULA 1 (aulas 1 e 2 da apostila) NOVAS ABORDAGENS EM EDUCAÇÃO PROFESSORAS RESPONSÁVEIS: Cristina Vasques Cristina Vasques Rosana Tavares Vergiane Crepaldi colaborações

Leia mais

Palavras-Chave: Filosofia da Linguagem. Significado. Uso. Wittgenstein.

Palavras-Chave: Filosofia da Linguagem. Significado. Uso. Wittgenstein. SIGNIFICADO E USO NO TRACTATUS Igor Gonçalves de Jesus 1 Resumo: Este trabalho tem por objetivo apresentar o que Wittgenstein, em sua primeira fase de pensamento, mais especificamente em seu Tractatus

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INTRODUÇÃO À FILOSOFIA 1º Semestre de 2011 Disciplina Obrigatória Destinada: alunos de Filosofia Código: FLF0113 Sem pré-requisito Prof. Dr. João Vergílio Gallerani Cuter Prof. Dr. Maurício de Carvalho

Leia mais

AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem

AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem 1 AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem Ernesto F. L. Amaral 03 de setembro de 2010 Metodologia (DCP 033) Fonte: Flick, Uwe. 2009. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed. pp.33-42 & 43-55.

Leia mais

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social ANÁLISE DO COMPORTAMENTO E PSICOLOGIA EDUCACIONAL E ESCOLAR: DE QUAL BEHAVIORISMO FALAMOS? Natália Pascon Cognetti* (Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Estadual de Maringá,

Leia mais

INTRODUÇÃO A PSICOLOGIA

INTRODUÇÃO A PSICOLOGIA INTRODUÇÃO A PSICOLOGIA Objetivos Definir Psicologia Descrever a trajetória historica da psicologia para a compreensão de sua utilização no contexto atual Definir Psicologia Organizacional A relacão da

Leia mais

26/08/2013. Gnosiologia e Epistemologia. Prof. Msc Ayala Liberato Braga GNOSIOLOGIA: TEORIA DO CONHECIMENTO GNOSIOLOGIA: TEORIA DO CONHECIMENTO

26/08/2013. Gnosiologia e Epistemologia. Prof. Msc Ayala Liberato Braga GNOSIOLOGIA: TEORIA DO CONHECIMENTO GNOSIOLOGIA: TEORIA DO CONHECIMENTO Gnosiologia e Epistemologia Prof. Msc Ayala Liberato Braga Conhecimento filosófico investigar a coerência lógica das ideias com o que o homem interpreta o mundo e constrói sua própria realidade. Para a

Leia mais

Searle: Intencionalidade

Searle: Intencionalidade Searle: Intencionalidade Referências: Searle, John, The background of meaning, in Searle, J., Kiefer, F., and Bierwisch, M. (eds.), Speech Act Theory and Pragmatics, Dordrecht, Reidel, 1980, pp 221-232.

Leia mais

A RECUSA DE UMA RELAÇÃO DE DETERMINAÇÃO NAS INVESTIGAÇÕES FILOSÓFICAS

A RECUSA DE UMA RELAÇÃO DE DETERMINAÇÃO NAS INVESTIGAÇÕES FILOSÓFICAS A RECUSA DE UMA RELAÇÃO DE DETERMINAÇÃO NAS INVESTIGAÇÕES FILOSÓFICAS Raphaela Silva de Oliveira Universidade Ferderal de São Paulo Mestranda Resumo: Pretendo expor panoramicamente, a partir da apresentação

Leia mais

LABORATÓRIO DE COMPORTAMENTO MOTOR LACOM Prof. Dr. Luciano Basso

LABORATÓRIO DE COMPORTAMENTO MOTOR LACOM Prof. Dr. Luciano Basso Tani, G. (2006). Comportamento motor e sua relação com a Educação Física. Brazilian Journal of Motor Behavior, v.1, n.1, p 20-31. Autor da resenha: Gil Oliveira da Silva Junior Revisão da resenha: Aline

Leia mais

Palavras-chave: abordagem psicológica; ensino de língua estrangeira; interação.

Palavras-chave: abordagem psicológica; ensino de língua estrangeira; interação. O INTERACIONISMO E O ENSINO CONTEMPORÂNEO DE LÍNGUAS Elaine Ferreira do Vale BORGES (UNICAMP) Resumo Este artigo pretende discutir os tipos de interação subjacentes às abordagens psicológicas, piagetiana

Leia mais

Agenealogia dos Estudos Culturais é objeto de dissenso

Agenealogia dos Estudos Culturais é objeto de dissenso Cinqüentenário de um discurso cultural fundador WILLIAMS, R. Culture and society 1780-1950. [Londres, Longman, 1958]. Cultura e sociedade. São Paulo, Cia. Editora Nacional, 1969. Agenealogia dos Estudos

Leia mais

Vocabulário Filosófico Dr. Greg L. Bahnsen

Vocabulário Filosófico Dr. Greg L. Bahnsen 1 Vocabulário Filosófico Dr. Greg L. Bahnsen Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto / felipe@monergismo.com GERAL Razão: capacidade intelectual ou mental do homem. Pressuposição: uma suposição elementar,

Leia mais

A AUTORIDADE DE PRIMEIRA PESSOA, NO TEMPO PRESENTE: A ESCUTA E A INTERPRETAÇÃO DA ESCUTA

A AUTORIDADE DE PRIMEIRA PESSOA, NO TEMPO PRESENTE: A ESCUTA E A INTERPRETAÇÃO DA ESCUTA A AUTORIDADE DE PRIMEIRA PESSOA, NO TEMPO PRESENTE: A ESCUTA E A INTERPRETAÇÃO DA ESCUTA Mariluze Ferreira de Andrade e Silva Laboratório de Lógica e Epistemologia DFIME - UFSJ Resumo: Propomos investigar

Leia mais

Práxis Educativa (Brasil) ISSN: Universidade Estadual de Ponta Grossa Brasil

Práxis Educativa (Brasil) ISSN: Universidade Estadual de Ponta Grossa Brasil Práxis Educativa (Brasil) ISSN: 1809-4031 praxiseducativa@uepg.br Universidade Estadual de Ponta Grossa Brasil de Souza Pontes, Helaine Maria; Teixeira Kluppel, Gabriela DUVAL, Raymond. Ver e ensinar a

Leia mais

MÉTODO CIENTÍFICO. Profº M.Sc. Alexandre Nojoza Amorim

MÉTODO CIENTÍFICO. Profº M.Sc. Alexandre Nojoza Amorim MÉTODO CIENTÍFICO Profº M.Sc. Alexandre Nojoza Amorim NÃO HÁ CIÊNCIA SEM O EMPREGO DE MÉTODOS CIENTÍFICOS. Conceitos É o caminho pelo qual se chega a determinado resultado, ainda que esse caminho não tenha

Leia mais

Pensamento e linguagem

Pensamento e linguagem Pensamento e linguagem Função da linguagem Comunicar o pensamento É universal (há situações que nem todos sabem fazer), mas todos se comunicam Comunicação verbal Transmissão da informação Características

Leia mais

PsicoDom, v.1, n.1, dez

PsicoDom, v.1, n.1, dez PsicoDom, v.1, n.1, dez. 2007 13 Resenha do livro Categorias Conceituais da Subjetividade Jorge Sesarino 1 Fabio Thá, conhecido nome da psicanálise em Curitiba, foi um dos pioneiros no estudo da obra de

Leia mais

Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem CURSO DE EDUCAÇÃO SOCIAL Ano Lectivo 2014/2015

Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem CURSO DE EDUCAÇÃO SOCIAL Ano Lectivo 2014/2015 Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem CURSO DE EDUCAÇÃO SOCIAL Ano Lectivo 2014/2015 QUESTÕES PARA O TRABALHO DE REFLEXÃO INDIVIDUAL NOTA PRÉVIA: POR FAVOR LEIA COM ATENÇÃO Esta listagem as questões

Leia mais

DIREITO, PSICOLOGIA E

DIREITO, PSICOLOGIA E DIREITO, PSICOLOGIA E COMPORTAMENTO 1. Breve Introdução à Filosofia do Direito 2. Interfaces entre Direito e Psicologia 3. Conceitos Básicos da AC do Direito 4. A Análise Econômica do Direito Seminário

Leia mais

Oconceito do signo lingüístico, apesar de uma longa tradição na

Oconceito do signo lingüístico, apesar de uma longa tradição na O PROBLEMA DO SIGNIFICADO LINGÜÍSTICO E O MATERIALISMO DIALÉTICO 1 * Elena Godoy Oconceito do signo lingüístico, apesar de uma longa tradição na lingüística soviética, levou muito tempo para encontrar

Leia mais

Aspectos introdutórios. rios

Aspectos introdutórios. rios Aspectos introdutórios rios Aspectos teóricos Copyright, 2005 José Farinha Aspectos gerais Os psicólogos sociais constroem e testam teorias acerca do comportamento social; Teoria psicossociológica o É

Leia mais

Porquê estudar Psicologia?

Porquê estudar Psicologia? INTRODUÇÃO A PSICOLOGIA Objetivos Definir o objeto de estudo da Psicologia Descrever a trajetória historica da psicologia para a compreensão de sua utilização no contexto atual Entender a Psicologia Organizacional

Leia mais

Aula 6 GERATIVISMO. MARTELOTTA, Mário Eduardo. Manual de Linguística. São Paulo: Contexto, 2012, p

Aula 6 GERATIVISMO. MARTELOTTA, Mário Eduardo. Manual de Linguística. São Paulo: Contexto, 2012, p Aula 6 GERATIVISMO MARTELOTTA, Mário Eduardo. Manual de Linguística. São Paulo: Contexto, 2012, p. 113-126 Prof. Cecília Toledo- cissa.valle@hotmail.com Linguística Gerativa Gerativismo Gramática Gerativa

Leia mais

Módulo 01: As distintas abordagens sobre a linguagem: Estruturalismo, Gerativismo, Funcionalismo, Cognitivismo

Módulo 01: As distintas abordagens sobre a linguagem: Estruturalismo, Gerativismo, Funcionalismo, Cognitivismo Módulo 01: As distintas abordagens sobre a linguagem: Estruturalismo, Gerativismo, Funcionalismo, Cognitivismo Sintaxe do Português I 1º semestre de 2015 sim, ele chegou! Finalmente! Prof. Dr. Paulo Roberto

Leia mais

A INTENCIONALIDADE NOS PARÁGRAFOS 20 A 38 DAS OBSERVAÇÕES FILOSÓFICAS DE WITTGENSTEIN

A INTENCIONALIDADE NOS PARÁGRAFOS 20 A 38 DAS OBSERVAÇÕES FILOSÓFICAS DE WITTGENSTEIN A INTENCIONALIDADE NOS PARÁGRAFOS 20 A 38 DAS OBSERVAÇÕES FILOSÓFICAS DE WITTGENSTEIN Resumo Aluno: Marcio Rodrigo Mello 1 (*) O conceito de intencionalidade é discutido em muitas passagens das Observações

Leia mais

Dançar Jogando para Jogar Dançando - A Formação do Discurso Corporal pelo Jogo

Dançar Jogando para Jogar Dançando - A Formação do Discurso Corporal pelo Jogo 1 Dançar Jogando para Jogar Dançando - A Formação do Discurso Corporal pelo Jogo Fabiana Marroni Della Giustina Programa de Pós-Graduação em Arte / Instituto de Artes IdA UnB A forma como o indivíduo apreende

Leia mais

FILOSOFIA DA MENTE CORRENTES MATERIALISTAS

FILOSOFIA DA MENTE CORRENTES MATERIALISTAS FILOSOFIA DA MENTE CORRENTES MATERIALISTAS Behaviorismo analítico reação contra a tradição dualista positivistas vienenses na década de 30, e mais tarde por Gilbert Ryle, sob influência de Wittgenstein

Leia mais

Curso: Letras Português/Espanhol. Disciplina: Linguística. Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus

Curso: Letras Português/Espanhol. Disciplina: Linguística. Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus Curso: Letras Português/Espanhol Disciplina: Linguística Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus AULA 2 1ª PARTE: Tema 2 - Principais teóricos e teorias da Linguística moderna Formalismo x Funcionalismo

Leia mais

SEMINÁRIOS OBRIGATÓRIOS PARA O CURSO DE MESTRADO

SEMINÁRIOS OBRIGATÓRIOS PARA O CURSO DE MESTRADO ELENCO ATUALIZADO DAS DISCIPLINAS DOS CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA, DE ACORDO COM A PORTARIA Nº 08/2014-PRPPG/UFPR. SEMINÁRIOS OBRIGATÓRIOS PARA O CURSO DE MESTRADO

Leia mais

INTRODUÇÃO À NATUREZA DA CIÊNCIA. O conhecimento científico é uma forma específica de conhecer e perceber o mundo!!! 2. A PRINCIPAL QUESTÃO: Modelos

INTRODUÇÃO À NATUREZA DA CIÊNCIA. O conhecimento científico é uma forma específica de conhecer e perceber o mundo!!! 2. A PRINCIPAL QUESTÃO: Modelos INTRODUÇÃO À NATUREZA DA CIÊNCIA 2. A PRINCIPAL QUESTÃO: 1. INTRODUZINDO A QUESTÃO: O QUE É CIÊNCIA, AFINAL????? Modelos Leis Por que estudar natureza da ciência???? Qual a importância desses conhecimentos

Leia mais

A FORMAÇÃO EM SAÚDE SOB A ÓTICA DO PARADIGMA VITALISTA: VIA DE ENTRADA EM UM MUNDO NOVO. Maria Inês Nogueira

A FORMAÇÃO EM SAÚDE SOB A ÓTICA DO PARADIGMA VITALISTA: VIA DE ENTRADA EM UM MUNDO NOVO. Maria Inês Nogueira UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE SAÚDE DA COMUNIDADE A FORMAÇÃO EM SAÚDE SOB A ÓTICA DO PARADIGMA VITALISTA: VIA DE ENTRADA EM UM MUNDO NOVO Maria Inês Nogueira A educação como instância modeladora

Leia mais

Conceituação. Linguagem é qualquer sistema organizado de sinais que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos.

Conceituação. Linguagem é qualquer sistema organizado de sinais que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos. Linguagem e Cultura Conceituação Linguagem é qualquer sistema organizado de sinais que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos. Cultura é todo saber humano, o cabedal de conhecimento de um

Leia mais

Psicologia aplicada aos Salões de Beleza

Psicologia aplicada aos Salões de Beleza Psicologia aplicada aos Salões de Beleza Magda Vilas-Boas www.magdavilasboas.com.br contato@magdavilasboas.com.br O que é Psicologia? Quando se fala em Psicologia, eu penso em... Psicologia aplicada aos

Leia mais

TEORIAS INTERACIONISTAS - VYGOTSKY

TEORIAS INTERACIONISTAS - VYGOTSKY TEORIAS INTERACIONISTAS - VYGOTSKY Enquanto: As teorias do condicionamento reduzem o indivíduo às determinações dos objetos; A teoria da Gestalt reduz as possibilidades de conhecimento às estruturas pré-formadas.

Leia mais

Behaviorismo. O termo foi utilizado inicialmente em 1913 em um artigo denominado Psicologia: como os behavioristas a vêem por John Broadus Watson.

Behaviorismo. O termo foi utilizado inicialmente em 1913 em um artigo denominado Psicologia: como os behavioristas a vêem por John Broadus Watson. Behaviorismo Behaviorismo O termo foi utilizado inicialmente em 1913 em um artigo denominado Psicologia: como os behavioristas a vêem por John Broadus Watson. Behavior significa comportamento, definido

Leia mais

Representação do Conhecimento, Memória e o Uso de Normas na Investigação Científica

Representação do Conhecimento, Memória e o Uso de Normas na Investigação Científica Seminários em Ciências do Comportamento Representação do Conhecimento, Memória e o Uso de Normas na Investigação Científica Andressa Bonafé Charlise Albrecht Roteiro: 1) Breve introdução à Psicologia Cognitiva

Leia mais

FIP20902 Tópicos em Física Interdisciplinar: Metodologia da Pesquisa Científica. Elaboração de um Artigo Científico

FIP20902 Tópicos em Física Interdisciplinar: Metodologia da Pesquisa Científica. Elaboração de um Artigo Científico FIP20902 Tópicos em Física Interdisciplinar: Metodologia da Pesquisa Científica Elaboração de um Artigo Científico 05/10/2007 Ingredientes Principais Organização Linguagem apropriada É preciso aprender

Leia mais

Desenvolvimento Histórico Da Análise Experimental Do Comportamento

Desenvolvimento Histórico Da Análise Experimental Do Comportamento Desenvolvimento Histórico Da Análise Experimental Do Comportamento Dr. Ana Raquel Karkow Profa. Luciane Piccolo Disciplina Psicologia Experimental I 2011/1 BEHAVIORISMO Escola da Psicologia que surgiu

Leia mais

Profª Maúcha Sifuentes dos Santos

Profª Maúcha Sifuentes dos Santos Desenvolvimento cognitivo Profª Maúcha Sifuentes dos Santos Desenvolvimento cognitivo: o que é? Desenvolvimento cognitivo: mudanças na capacidade mental (aprendizagem, memória, raciocínio, pensamento e

Leia mais

Linguagens Documentárias. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília

Linguagens Documentárias. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Linguagens Documentárias Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Contexto Organização da Informação...... procura criar métodos e instrumentos para elaborar

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS EMENTAS DO CURSO DE FILOSOFIA Currículo Novo (a partir de 2010/1) NÍVEL I HISTÓRIA DA FILOSOFIA ANTIGA Reflexão acerca da transição do pensamento mítico ao filosófico. Estudo de problemas, conceitos e

Leia mais

Bruner. Psicologia da aprendizagem

Bruner. Psicologia da aprendizagem Bruner Psicologia da aprendizagem Biografia Psicólogo americano, nasceu em Nova Iorque em 1915. Graduou-se na Universidade de Duke em 1937. Depois foi para Harvard, onde em 1941 doutorou-se em Psicologia.

Leia mais

A Informática Na Educação: Como, Para Que e Por Que

A Informática Na Educação: Como, Para Que e Por Que RBEBBM -01/2001 A Informática Na Educação: Como, Para Que e Por Que Autores:José A. Valente Afiliação:Departamento de Multimeios e Nied - Universidade Estadual de Campinas - Unicamp, Campinas - SP javalente@unicamp.br

Leia mais

Simbolismo e Realidade (1925) Fundamentos da Teoria do Signo (1938) Signos Linguagem e Comportamento (1946)

Simbolismo e Realidade (1925) Fundamentos da Teoria do Signo (1938) Signos Linguagem e Comportamento (1946) Charles Morris (1901-1979) clássico da semiótica cuja influência no desenvolvimento da história da semiótica foi decisiva nos anos 30 e 40 raízes na semiótica de Peirce, no behaviorismo, no pragmatismo

Leia mais

A ARTICULAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA LINGUAGEM NO SEGUNDO WITTGENSTEIN.

A ARTICULAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA LINGUAGEM NO SEGUNDO WITTGENSTEIN. A ARTICULAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA LINGUAGEM NO SEGUNDO WITTGENSTEIN. Fabrício Ferreira Cunha Prof. Drª Mirian Donat (Orientadora) RESUMO O presente trabalho busca mostrar de que maneira a linguagem se apresenta

Leia mais

A ciência deveria valorizar a pesquisa experimental, visando proporcionar resultados objetivos para o homem.

A ciência deveria valorizar a pesquisa experimental, visando proporcionar resultados objetivos para o homem. FRANCIS BACON Ocupou cargos políticos importantes no reino britânico; Um dos fundadores do método indutivo de investigação científica; Saber é poder ; A ciência é um instrumento prático de controle da

Leia mais

BION A CONTRIBUIÇÃO DA PSICANÁLISE A PSICOTERAPIA DE GRUPO

BION A CONTRIBUIÇÃO DA PSICANÁLISE A PSICOTERAPIA DE GRUPO BION A CONTRIBUIÇÃO DA PSICANÁLISE A PSICOTERAPIA DE GRUPO BIOGRAFIA Nasceu em 1897 na Índia, filho de ingleses Com 8 anos foi p\ Inglaterra Oficial na I e na II Guerra Mundial iniciou primeiras experiências

Leia mais

O que é a Consciência?

O que é a Consciência? MetaconsciênciA VOLUME III N9 30 DE JANEIRO 2012 O que é a Consciência? Por: Cesar S. Machado A natureza da consciência, sua constituição, origem e destino são questões cujas resposta a humanidade busca

Leia mais

AS ARMADILHAS DA PSICOLOGIA

AS ARMADILHAS DA PSICOLOGIA AS ARMADILHAS DA PSICOLOGIA A PARTIR DE WILLIAM JAMES Material didático da disciplina PSE1140 26/03/2014 Danilo Silva Guimarães Material didático da disciplina PSE1140 26/03/2014 A Ψ como campo de dispersão

Leia mais

TEXTO E TEXTUALIDADE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO

TEXTO E TEXTUALIDADE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO TEXTO E TEXTUALIDADE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO O que é texto? TEXTO - escrito ou oral; O que as pessoas têm para dizer umas às outras não são palavras nem frases isoladas, são textos; TEXTO - dotada de unidade

Leia mais

Aspectos de conteúdo. A Psicologia Social é a ciência dos fenómenos do comportamento inter-pessoal e inter-grupal

Aspectos de conteúdo. A Psicologia Social é a ciência dos fenómenos do comportamento inter-pessoal e inter-grupal Aspectos introdutórios rios Aspectos de conteúdo Copyright, 2005 José Farinha Natureza, objecto e âmbito da Psicologia Social Natureza A Psicologia Social é a ciência dos fenómenos do comportamento inter-pessoal

Leia mais

Lógica Proposicional. Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira. Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo

Lógica Proposicional. Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira. Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo Lógica Proposicional Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira Departamento de Tecnologia da Informação aculdade de Tecnologia de São Paulo Motivação IA IA estuda estuda como como simular simular comportamento

Leia mais

O Positivismo de Augusto Comte. Professor Cesar Alberto Ranquetat Júnior

O Positivismo de Augusto Comte. Professor Cesar Alberto Ranquetat Júnior O Positivismo de Augusto Comte Professor Cesar Alberto Ranquetat Júnior Augusto Comte (1798-1857). Um dos pais fundadores da Sociologia. Obras principais: Curso de Filosofia Positiva. 6 volumes. (1830-1842).

Leia mais

Pensamento e Comportamento controlado por Regras. Psicologia Comportamental. Definição de Auto regras. Definição de Regras

Pensamento e Comportamento controlado por Regras. Psicologia Comportamental. Definição de Auto regras. Definição de Regras Psicologia Comportamental Pensamento e Comportamento controlado por Regras Sugestão de discussão: Comportamento sob controle de regras na clínica comportamental Luciana Verneque Definição de Regras Comportamento

Leia mais

A PSICOLOGIA SOCIAL EUROPÉIA (PSE)

A PSICOLOGIA SOCIAL EUROPÉIA (PSE) A PSICOLOGIA SOCIAL EUROPÉIA (PSE) Razoes para Manter a Expressão PSE: A expressão PSE é corrente na literatura sobre Psicologia Social na Europa; A PSE corresponde a um movimento institucionalizado; Institucionalização

Leia mais

Livros didáticos de língua portuguesa para o ensino básico

Livros didáticos de língua portuguesa para o ensino básico Livros didáticos de língua portuguesa para o ensino básico Maria Inês Batista Campos maricamp@usp.br 24/09/2013 Universidade Estadual de Santa Cruz/UESC Ilhéus-Bahia Objetivos Compreender o livro didático

Leia mais

PENSAMENTO E FIGURAÇÃO NO TRACTATUS LOGICO-PHILOSOPHICUS TÍTULO Thought and picture in the Tractatus Logico-Philosophicus

PENSAMENTO E FIGURAÇÃO NO TRACTATUS LOGICO-PHILOSOPHICUS TÍTULO Thought and picture in the Tractatus Logico-Philosophicus ISSN 0104-4443 Licenciado sob uma Licença Creative Commons PENSAMENTO E FIGURAÇÃO NO TRACTATUS LOGICO-PHILOSOPHICUS TÍTULO Thought and picture in the Tractatus Logico-Philosophicus Rogério Saucedo Corrêa

Leia mais

Grice: querer dizer. Projecto de Grice: explicar a significação em termos de intenções.

Grice: querer dizer. Projecto de Grice: explicar a significação em termos de intenções. Grice: querer dizer Referências: Grice, Paul, Meaning, in Studies in the Way of Words, Cambridge (Mas.), Harvard University Press, 1989, pp 213-223. Schiffer, Stephen, Meaning, Oxford, Oxford University

Leia mais

Pedagogia. 1º Semestre. Biologia Educacional EDC602/ 60h

Pedagogia. 1º Semestre. Biologia Educacional EDC602/ 60h Pedagogia 1º Semestre Biologia Educacional EDC602/ 60h Ementa: Identificar os processos biológicos fundamentais diretamente relacionados à situação ensino-aprendizagem. Análise dos fatores genéticos e

Leia mais

A NOÇÃO TRADICIONAL DE VORSTELLUNG SEGUNDO AS INVESTIGAÇÕES FILOSÓFICAS DE LUDWIG WITTGENSTEIN

A NOÇÃO TRADICIONAL DE VORSTELLUNG SEGUNDO AS INVESTIGAÇÕES FILOSÓFICAS DE LUDWIG WITTGENSTEIN A NOÇÃO TRADICIONAL DE VORSTELLUNG SEGUNDO AS INVESTIGAÇÕES FILOSÓFICAS DE LUDWIG WITTGENSTEIN THE TRADITIONAL NOTION OF VORSTELLUNG ACCORDING TO PHILOSOPHICAL INVESTIGATIONS OF LUDWIG WITTGENSTEIN Filicio

Leia mais

REVISTA REFLEXÕES, FORTALEZA-CE - Ano 5, Nº 9 - Julho a Dezembro de 2016 ISSN A CRÍTICA DE WITTGENSTEIN AO IDEAL DE LINGUAGEM AGOSTINIANO

REVISTA REFLEXÕES, FORTALEZA-CE - Ano 5, Nº 9 - Julho a Dezembro de 2016 ISSN A CRÍTICA DE WITTGENSTEIN AO IDEAL DE LINGUAGEM AGOSTINIANO A CRÍTICA DE WITTGENSTEIN AO IDEAL DE LINGUAGEM AGOSTINIANO Filicio Mulinari 1 Resumo: A influência do pensamento de Santo Agostinho (354-430) sobre temas da filosofia contemporânea é de fato grandiosa.

Leia mais

WITTGENSTEIN E OS PROCESSOS DE SIGNIFICAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS WITTGENSTEIN AND MEANING PROCESSES IN SCIENCE TEACHING.

WITTGENSTEIN E OS PROCESSOS DE SIGNIFICAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS WITTGENSTEIN AND MEANING PROCESSES IN SCIENCE TEACHING. WITTGENSTEIN E OS PROCESSOS DE SIGNIFICAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS WITTGENSTEIN AND MEANING PROCESSES IN SCIENCE TEACHING Jackson Góis 1 Marcelo Giordan 2 1 Universidade Federal do Paraná Setor Litoral,

Leia mais

Behaviorismo Radical e Educação: o Skinner que poucos conhecem

Behaviorismo Radical e Educação: o Skinner que poucos conhecem Behaviorismo Radical e Educação: o Skinner que poucos conhecem B.F. Skinner B. F. Skinner (1904-1990) Um dos maiores nomes da Psicologia no século XX (prêmio da APA 8 dias antes da sua morte por Destacada

Leia mais