RECURSOS HÍDRICOS ÁGUA COM FUTURO Setembro de 2012

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1 RECURSOS HÍDRICOS ÁGUA COM FUTURO Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água. Implementação Setembro de 2012

2 Índice Introdução 1 Síntese dos contributos recebidos 2 Resposta e considerações finais 15 Anexo 17

3 1. Introdução O Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA) subordinado ao lema Água com futuro é uma peça fundamental para uma nova política de água em Portugal. Centrado na redução das perdas e na optimização do uso da água, o PNUEA tem como principal objetivo a promoção do uso eficiente da água especialmente nos setores urbano, agrícola e Industrial, contribuindo para minimizar os riscos de escassez hídrica e para melhorar as condições ambientais nos meios hídricos, sem pôr em causa as necessidades vitais e a qualidade de vida das populações, bem como o desenvolvimento socioeconómico do país. O PNUEA resultou da potenciação de todo o trabalho anteriormente desenvolvido no período resultante de um importante esforço interministerial e com a coordenação do extinto Instituto da Água, apoiado tecnicamente pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil e pelo Instituto Superior de Agronomia entre outros. Tratando se de um processo continuado, o PNUEA não é mais do que um ponto de partida que será ajustado continuadamente de forma muito participada. A estratégia de implementação que se pretende adotar assenta numa governança forte e motivada, que se pretende participada por todos os setores, acreditando se que só assim será possível levar a cabo o PNUEA com sucesso. Foi realizada, a 12 de Junho de 2012, uma sessão pública de apresentação da versão provisória do Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água. Implementação , no Museu da Água, Lisboa. A versão provisória do PNUEA esteve em consulta pública de 13 de Junho a 31 de Julho de A consulta pública foi realizada através do site da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) Foram enviados e mail s e ofícios 31 entidades públicas e privadas a convidar à sua participação nesta consulta pública. Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

4 2. Síntese dos contributos recebidos Foram recebidos 13 contributos, provenientes de diferentes tipos de entidades. Tabela 1 Síntese do conjunto de contribuições recebidas Contribuições Nº Entidades S. Urbano 1 ANQIP Associação Nacional para a Qualidade nas Instalações Prediais S. Agrícola 1 EDIA Empresa de Desenvolvimento e Infra Estruturas do Alqueva, SA S. Industrial 4 CIP Confederação Empresarial de Portugal APEQ Associação Portuguesa das Empresas Químicas Galp energia BCSD Portugal Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável ONG 2 Quercus Associação para a Qualidade nas Instalações Prediais Entidades Públicas TOTAL 13 Deco Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor 5 DGC Direcção Geral do Consumidor GSEE Gabinete do Secretário de Estado da Energia DGAE Direcção Geral das Atividades Económicas IAPMEI Instituto de Apoio às pequenas e Médias Empresas e à Inovação RNAE Associação das Agências de Energia e Ambiente Rede Nacional 2 Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

5 Contributo 01 Remetente: ANQIP Associação Nacional para a Qualidade nas Instalações Prediais Síntese: Propõe que se destrince melhor a diferença entre perdas e desperdícios. Propõe ainda que: o esforço principal para o sector urbano seja feito ao nível da eficiência hídrica em edifícios; o sistema de certificação e rotulagem da eficiência hídrica não evolua para um sistema obrigatório mantendo se o sistema voluntário, desenvolvido em Portugal pela ANQIP, complementado com medidas de sensibilização, informação e educação; se evolua, junto com a Comissão Europeia, no desenvolvimento de metodologias para auditoria de eficiência hídrica em edifícios; seja obrigatória a certificação dos sistemas de aproveitamento de águas pluviais e de águas cinzentas em edifícios; seja revisto o Regulamento Português de águas e esgotos de modo a minimizar os desperdícios no sistema de distribuição de água quente. Esclarece ainda a natureza da ANQIP enquanto entidade sectorial. Contributo 02 Remetente: EDIA Empresa de Desenvolvimento e Infra Estruturas do Alqueva, SA Síntese: A facilidade em obter água para rega pode reduzir a preocupação dos agricultores em relação ao papel desempenhado pelo solo na agricultura, nomeadamente a sua contribuição na retenção de água e fornecimento de nutrientes. A sustentabilidade da agricultura de regadio está dependente do uso eficiente da água, ou seja, da sua retenção na zona radicular, a qual está intimamente dependente da presença de matéria orgânica no solo. O PNUEA constitui uma oportunidade para efetuar uma abordagem proactiva da melhoria da qualidade do solo, indo ao encontro da Estratégica Temática de Proteção do Solo, resultante da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação. Da redução da qualidade do solo resulta o aumento da necessidade de factores de produção, em especial de água, mas também adubos e fertilizantes, implicando inevitavelmente também maiores custos energéticos, resultando globalmente no incremento dos factores concorrentes para a degradação da qualidade da água. A utilização eficiente da água na agricultura resulta também na redução dos factores que contribuem para a degradação ou depleção da qualidade do solo e da água. Promover as condições de retenção de água no solo e, em simultâneo, de nutrientes e outros elementos associados à poluição difusa, representa uma medida de uso eficiente de todos os recursos envolvidos. Propõe a promoção de sistemas de rega que apliquem a água de forma lenta e gradual, consentânea com a capacidade de retenção no solo e de absorção pelas plantas, de modo a maximizar a eficiência do seu aproveitamento. O PNUEA deve preconizar a adopção, quando tecnicamente possível, de sistemas de rega mais conservativos junto à superfície do solo ou mesmo abaixo desta, como a rega gota a gota, a qual possibilita que a água seja absorvida pelas raízes das plantas, imediatamente após a sua disponibilização, maximizando o seu Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

6 aproveitamento gradual e minimizando a evaporação. As culturas regadas em áreas com reduzida disponibilidade hídrica devem utilizar sistemas de rega abaixo da superfície, como rega gota a gota subterrânea, a qual resulta em poupança de água necessária, para a mesma produção, de mais de 30%. Este tipo de sistemas de rega subterrânea tem geralmente um custo superior de instalação e manutenção, e a sua durabilidade pode também ser mais reduzida, pelo que importa compatibilizar estes aspectos com o sistema tarifário implementado, compensando ou privilegiando quem realize um uso mais eficiente da água, objectivo do PNUEA. No contexto do sistema tarifário deverá ser aprofundada a adopção de medidas que valorizem a rega durante os períodos com menor taxa de evaporação e mesmo de evapotranspiração, nomeadamente a madrugada, potenciando, em simultâneo, a redução dos custos energéticos de bombagem de água, mais reduzidos nas horas de vazio. Considera que deverão ser definidas medidas com vista ao uso eficiente da água que favoreçam, de forma clara e inequívoca, as utilizações agrícolas cuja origem de água seja compatível com essas utilizações, em termos de qualidade e de quantidade. Em igualdade de circunstâncias, deverá ser favorecido um sistema de rega que seja abastecido por um empreendimento hidroagrícola, em vez de um que capte a água de uma forma individualizada, numa linha de água natural, afectando a capacidade de suporte da vegetação ripícola, a vitalidade e resiliência da rede hidrográfica, ou de uma reserva estratégica de água, num aquífero subterrâneo. Considera se que o PNUEA deverá aprofundar medidas gerais para o sector agrícola, que promovam não só o uso eficiente dos recursos hídricos, no momento de aplicação da água no solo, mas também medidas a montante e a jusante deste processo. A montante, seja favorecida a utilização de origens de água cujo impacte ambiental seja menor, nomeadamente sistemas colectivos de aproveitamento hidroagrícola, com custos energéticos e ambientais repartidos por todos os utilizadores, que resultem em economias de escala e em estratégias concertadas de produção. A jusante, deverão ser explicitadas medidas gerais integradoras, que reforcem os restantes recursos envolvidos na utilização da água, como o solo e a matéria orgânica, que contribuem para o seu uso eficiente, já que, em termos agronómicos, os compartimentos não são estanques e dificilmente se conseguirá esta eficiência sem fertilidade no solo, sem reciclagem de nutrientes, e no fundo, sem garantir a sustentabilidade dos processos agronómicos em todas as suas ramificações com os recursos naturais. Contributo 03 Remetente: CIP Confederação Empresarial de Portugal Síntese: Identifica o uso eficiente da água como uma questão chave para a competitividade das empresas. Propõe que sejam contempladas no PNUEA medidas que envolvam a aquisição ou reconversão de equipamento industrial. Entende que uma eficaz implementação do PNUEA na vertente indústria deverá ser precedida de um levantamento das situações reais. Há que rever os seguintes aspetos: 1. Dados de partida Estimativa da procura de água 4 Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

7 Valores assumidos para as perdas associadas ao armazenamento, transporte e distribuição 2. Medidas específicas para o setor industrial Revisão do conjunto de medidas transversais Medidas específicas para os setores mais consumidores (química, papel e pasta de papel, agroalimentar) 3. Estabelecimento de prioridades para as medidas Elevada maior poupança, implementação mais fácil Média poupança significativa, relação custo/benefício razoável Baixa poupança pequena, implementação difícil 4. Critérios de monitorização Escolha de indicadores Correlação água/energia 5. Metas para o setor industrial Revisão das metas indicativas agora apresentadas 6. Calendarização Estabelecimento do calendário de ações a desenvolver no âmbito do PNUEA 7. Comissão de Implementação e Desenvolvimento Composição da representação da Indústria Sugere as seguintes medidas: Adaptação do formato dos relatórios ambientais anuais obrigatórios para os estabelecimentos abrangidos pelo regime PCIP através da explicitação de indicadores quantitativos e específicos do uso da água (APA); Extensão do inquérito anual à indústria (INE) ao uso da água, através da introdução de questões que levem à obtenção de indicadores quantitativos específicos do uso da água. Propõe que a colaboração da indústria (e dos Centros Tecnológicos) na elaboração de normas, estudos ou textos de divulgação seja financeiramente apoiada. Propõe que sejam estabelecidos incentivos eficazes e não necessariamente financeiros. Por exemplo: No setor agroalimentar, que usa a água como matéria prima essencial, deverá ser permitido o uso de origens próprias da água, o que é quase sempre mais económico e que origina, sempre, menos perdas de água (menos de metade das perdas médias consideradas para o circuito urbano). Sugere se uma derrogação por um prazo razoável (2020) para a efetiva aplicação das disposições constantes no Decreto Lei n.º 226 A/2007 que, atualmente, restringem essa possibilidade; Nos setores onde a qualidade das descargas de águas é controlada em carga específica (caso das indústrias química e do papel e pasta de papel), as licenças não deverão Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

8 privilegiar o controlo através das concentrações em poluentes das águas residuais, uma vez que tal desencoraja a adoção de programas de poupança de água. Propõe a realização de estudos de benchmarking com outros países onde o consumo de água não é fator limitante. Contributo 04 Remetente: APEQ Associação Portuguesa das Empresas Químicas Síntese: Propõe que sejam explicitados os custos envolvidos e as fontes de financiamento. Propõe que: sejam explicitadas as medidas anteriormente tomadas bem como os valores do investimento realizado e os resultados obtidos. De modo a melhor estabelecer o potencial ainda existente para implementação de medidas adicionais de acordo com as metas estabelecidas; a implementação de medidas que envolvam a aquisição ou reconversão de equipamentos; na implementação dos objectivos específicos para o sector industrial e das diferentes medidas se considere a relação custo benefício da adopção das várias medidas; seja efectuada uma avaliação caso a caso, de uma forma integrada, assegurando uma avaliação/balanço integrados, garantido que as reduções dos consumos de água não originam consumos adicionais de energia ou de outros recursos, ou transferências de poluição entre os diferentes meios. Recomenda a disponibilização, com a devida atualização, dos materiais técnicos elaborados no período de A relação entre o consumo de água e o consumo de energia nem sempre é linear e nem sempre existe. Nos sectores industriais onde anteriormente foram já feitos grandes esforços/investimentos ao nível da optimização e racionalização dos consumos de água, uma redução adicional poderá envolver a necessidade de implementar sistemas complementares de recirculação ou de tratamento, com consumos energéticos associados. Propõe: que não seja incorporada água de qualidade superior em atividades que não requeiram essa qualidade; que se clarifique a noção de consumo/utilização de água; a integração dos indicadores do PNUEA com as obrigações de reportar à APA no âmbito da Licença Ambiental e da Licença de captação de água. Os indicadores devem ser reportados por uma única via e servir todos os interessados (empresas, associações empresariais e diferentes autoridades da administração); a utilização da taxa de recursos hídricos (TRH) como fonte de financiamento do PNUEA; que o PNUEA aborde com detalhe os seguintes aspectos: interligação com legislação da água já existente; os custos envolvidos; 6 Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

9 as fontes de financiamento a utilizar para garantir a implementação das diferentes medidas; o apoio efetivo à implementação de medidas que envolvam a aquisição ou reconversão de equipamentos; a definição mais detalhada das medidas propostas (identificadas apenas de forma muito sumária no documento); a validação e priorização de medidas; a definição de indicadores de eficiência; a articulação com outros mecanismos de gestão, em particular: i. Diretiva das Emissões Industrias DEI (ex PCIP); ii. energia; designadamente PNAEE (Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética); iii. outros planos de gestão da água. a correção de várias gralhas/falhas. Contributo 05 Remetente: Galp energia Síntese: Louva o reconhecimento dos sectores abrangidos pelo PCIP como já incorporando boas práticas na gestão dos recursos hídricos. Entende que devem ser explicitamente mencionadas as BREF s sectoriais (Best Available Technique Reference Notes) atualmente em revisão como sendo documentos credíveis que identificam as tecnologias de referência para os vários sectores. Propõe: que o PNUEA refira explicitamente a necessidade da articulação das medidas propostas com as realidades e necessidades de atuação estabelecidas nos Planos de Região Hidrográfica; que o PNUEA se estruture de acordo com as várias dimensões da Pegada Hídrica nas vertentes Redução, Reutilização e Reciclagem; que mais do que reduzir os volumes de água descarregados se reduza a carga poluente dos efluentes. Defende um equilíbrio entre os riscos da atividade relacionados com a qualidade dos solos e a maximização das áreas de infiltração de águas da precipitação; que se clarifiquem vários conceitos água captada da natureza, Utilização de Água, Consumo de água bruta,... Propõe a inclusão no documento de um glossário. a correção de algumas gralhas e falhas detectadas no documento. Entende que deverá haver medidas mais específicas para o sector industrial em situação de escassez hídricas. Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

10 Contributo 06 Remetente: BCSD Portugal Conselho Empresarial para o Desenvolvimento o Sustentável Síntese: Propõe: que sejam explicitamente mencionadas as BREF s (Best Available Technique Reference Notes) setoriais como sendo s documentos credíveis que identificam as tecnologias de referência para os várioss setores; se refira explicitamente a necessidade de articular as medidas propostas com as realidades e necessidades de atuação descritas nos Planos de Gestão de Região Hidrográfica; que seja elaborado, por região hidrográfica, um plano operacional de gestão da seca com a colaboração das partess interessadas; que seja dada a maior prioridade a um programa de implementação de medidass para diminuição de perdas, com identificação de custos e fontes de d financiamento; que se estabeleça uma tarifa uniforme, contemplando também umaa tarifa social de acesso; e recomenda para o sector urbano: A reutilização da água na agricultura, rega e em operações industriais; a dessalinização como opção paraa a água potável nas zonas costeiras; a utilização combinada c de caudalimetros electromagnéticos modernoss com transmissão automática de dados para a detecção de perdas nas redes de distribuição; a obrigatoriedade da reutilização da água nas habitações; e recomenda para o sector s industrial: Auditoria à utilização de água; auditoriaa para identificar como aproveitar e reutilizar a água, após tratamento uso da água residual industrial no processo industrial; Reconhece a importância de grande parte das medidas e boas práticas propostas e subscreve a ênfase dada à questão da sensibilização; que seja avaliada a energia a despender com as medidas propostas; estruturar o PNUEA de acordo com as várias dimensões da pegada p Hídrica (Pegada verde, Pegada azul, Pegada cinzenta) e que seja normalizada a metodologia m para o cálculo da pegada hídrica. Propõe que o documento aborde as seguintes vertentes: Redução, Reutilização e Reciclagem. 8 Avaliação A do Processo de Participação Pública da versão v provisóriaa do PNUEA

11 que à semelhança da energia seja criada uma certificação do uso eficiente da água nas habitações; a proibição da lavagem de viaturas na via pública e a proibição de lavagem de viaturas com água potável; a proibição de lavagem de viaturas em períodos de seca; que em períodos de seca seja restrita a rega de jardins e de todos os usos de água não prioritários. a inclusão de um glossário no documento. Propõe a definição clara do conceito de Utilização de Água versus Consumo de água bruta eliminar no documento do PNUEA todas as páginas intermédias, separadores, assim como os anexos com os folhetos. Contributo 07 Remetente: Quercus Associação Nacional de Conservação da Natureza Síntese: Considera: o PNUEA um dos principais instrumentos de gestão da água; que os volumes de água identificados e os objectivos do PNUEA, quer em relação ao ano base quer para 2020, devem ser estabelecidos com maior transparência; que as metas para 2020 são pouco ambiciosas, entende que o esforço desenvolvido no sector agrícola deve ser bem mais expressivo; necessário uma estimativa dos custos de implementação das medidas do PNUEA, e também o quadro de incentivos e fiscalização que garanta a aplicação das medidas; que o PNUEA deve referir a reestruturação do sector de abastecimento e distribuição de água, nomeadamente as medidas que podem contribuir para uma maior eficiência; que a substituição de bacias das retretes por outras que funcionem a vácua deve ser melhor analisada uma vez que a diminuição do consumo de água acarreta maior consumo de energia. Propõe: a abolição da cobrança de caudais mínimos por parte das entidades gestoras em alta o que permitirá às entidades gestoras em baixa (muitas vezes os municípios), promover a eficiência hídrica e realocar as verbas gastas no pagamento de caudais mínimos para medidas de controlo e gestão de perdas; a proibição de utilização de água potável do sistema público para lavagem de pavimentos, de veículos, de rega de jardins e similares, campos desportivos, campos de golfe e outros espaços verdes, lagos e espelhos de água; que as medidas do PNUEA sejam estar elencadas por prioridade; a correção de: Fig 1; Quadro 5 e Medida 50. Considera que: Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

12 as ações de sensibilização, informação e educação são descritas de forma demasiado sumária e que é necessário especificar que tipo de ações estão previstas, duração, número e temas abordados. O universo que se pretende atingir com estas ações também carece de melhor definição; os folhetos de sensibilização não devem constar no PNUEA; o PNUEA deve mencionar e aproveitar o trabalho desenvolvido pela ANQIP ao nível de rotulagem e certificação; a certificação de eficiência hídrica dos edifícios uma excelente iniciativa, se conseguir ir ao nível dos produtos/dispositivos. Não percebe como pode a rotulagem ser obrigatória sem haver obrigatoriedade na certificação. Contributo 08 Remetente: Deco Síntese: Propõe que se estabeleçam os prazos que determinem: a obrigatoriedade de uso de dispositivos eficientes em novas construções ou reabilitações de estruturas existentes; o impedimento da comercialização de dispositivos não eficientes. Propõe: que seja assegurada a intervenção de organismo competente, com base em normas específicas, para a certificação de produtos e equipamentos; que a questão da pegada hídrica não seja abordada enquanto o conceito não esteja maduro e possa ser apresentada com base em indicadores rigorosos; a representação dos consumidores nos órgãos de consulta, Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) e Comissão de Implementação e Acompanhamento; que no concerne ao sector urbano sejam estabelecidas parcerias com entidades ligadas ao urbanismo/construção/arquitectura/arquitectura paisagística e associações representantes dos direitos dos consumidores; a realização de um estudo em que os indicadores de eficiência do sector urbano assentem em consumos per capita obtidos a partir de agregados e usos devidamente caracterizados; que a medida Utilização de sistema tarifário adequado também se aplique ao sector industrial. Contributo 09 Remetente: DGC Direcção Geral do Consumidor Síntese: Propõe: 10 Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

13 a representação dos consumidores na elaboração e acompanhamento da execução do PNUEA uma vez que serão os consumidores os responsáveis por parte expressiva dos custos de abastecimento; propõe que a rotulagem de produtos seja obrigatória e sem qualquer tipo de transição; a alteração da fig. 10 do documento; a implementação de sistemas independentes de distribuição (potável e não potável); a criação de normas obrigatórias para a recolha e armazenamento de águas pluviais em edifícios e urbanizações. Contributo 10 Remetente: Gabinete do Secretário de Estado da Energia Síntese: Propõe que: relativamente ao sistema de certificação hídrico de edifícios previsto em paralelo com o existente para a certificação energética de edifícios sejam esclarecidas as seguintes dúvidas: Quais os custos associados? Quais as sinergias com o Sistema de Certificação Energético? Como se distinguem os sistemas hídricos dos edifícios? Existe formação capacitada no mercado para esta certificação? Quanto custa montar o sistema? o PNUEA esclareça as seguintes dúvidas: Qual a taxa de desconto aplicada para a quantificação dos benefícios? Quem são os beneficiários de primeira e segunda ordem dos benefícios? Qual o impacto quantificado na redução do volume de tratamento de águas residuais? Que pressupostos foram usados como input para o modelo que determina a redução da dependência energética via redução de consumo da água? Como se alcançaram os 101M de poupança? Que investimentos estão associados à implementação do programa? De que forma é que estes se declinam em programas? Quem são os beneficiários dos programas? Qual o racional para seleção de medidas de redução de água equivalentes? Quais os impactos no emprego deste plano? Quais os impactos na saúde deste plano? Quais os impactos no sector social? Este plano tem custos para os mais desfavorecidos? Qual o custo do m 3 de água por distribuidor antes e após a implementação do plano? Qual o impacto na receita fiscal? Contributo 11 Remetente: DGAE Direcção Geral das Atividades Económicas Síntese: Esclarece que a DGAE não dispõe dos necessários dados sobre o desempenho ambiental associado ao exercício das atividades económicas da sua competência que permitam ajuizar os objetivos e metas estabelecidos no PNUEA. Propõe: relativamente ao sistema tarifário a cobrança de uma tarifa fixa que reflita os custos de infraestruturação, e de uma tarifa variável em função do volume de água consumido e diferenciada de forma progressiva por escalões de consumo de modo a onerar os consumos unitários dos maiores consumidores. O nível das tarifas, deve ter por base os Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

14 custos diretamente associados à provisão do serviço. O tarifário deve diferenciar a melhoria na eficiência do uso da água premiando a o aumento da eficiência. Propõe uma fatura de fácil entendimento que identifique claramente os consumos e as tarifas aplicadas e as alterações eficientes do seu padrão de utilização da água; programas de localização, detecção e reparação de perdas nas redes de distribuição; Propõe que o objectivo estratégico «Limitação dos impactos no meio ambiente associados às descargas de águas residuais industriais, conseguida através de uma melhor gestão do ciclo da água, no sentido da prevenção ligada a uma maior poupança já prevista em sede da PCIP.» seja substituído por: «Optimização da gestão do ciclo da água, através da redução do consumo, do reaproveitamento interno das águas e da minimização das descargas de águas residuais industriais, quer em volume quer em carga poluente, de forma a limitar o impacto ambiental.» Refere que a adoção de padrões de uso de água mais eficientes poderá ser comprometida se implicar para os utilizadores (empresas ou residenciais), no curto prazo, investimentos significativos com a adaptação e substituição de equipamentos hídricos. Expõe a sua preocupação com um eventual agravamento tarifário que se decida aplicar no caso de insuficiência de recursos hídricos para satisfazer a procura em situação de escassez. Solicita esclarecimentos relativamente aos critérios subjacentes aos valores apresentados para a Taxa de ineficiência nacional no uso da água no sector industrial em 2002 e taxas de procura de 5% (2002) e 7% (2010). Questiona: os moldes em que se procederá à articulação com o ministério que tutela a indústria; a relevância para o uso eficiente da água da medida 84 respeitante à adequação de procedimentos na gestão de resíduos no contexto da «Limpeza de instalações e de equipamentos». Informa que a DGAE deverá avaliar o interesse na sua participação nas ações propostas, bem como as implicações em termos de recursos humanos afetos e necessidade de comparticipação financeira das ações. Devem ser ouvidas as entidades do MEE competentes nas ações de regulamentação, rotulagem, normalização e certificação na área da indústria. Contributo 12 Remetente: IAPMEI Instituto de Apoio às pequenas e Médias Empresas e à Inovação Síntese: Propõe que seja considerada a possibilidade das empresas acederem a mecanismos financeiros, ou de outra natureza, que lhes facilite o investimento na identificação, diagnóstico e implementação de ações associadas à necessária modernização tecnológica que os objectivos do PNUEA obrigam. 12 Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

15 Contributo 13 Remetente: RNAE Associação das Agências de Energia e Ambiente Rede Nacional Síntese: Sugere a inclusão dos seguintes indicadores na Monitorização do Programa: a) Sector urbano Índices de eficiência: Consumo de energia despendido na produção, adução e distribuição de água potável, por sistema (entidade gestora e, se possível, por Município), expresso em kwh/m 3 ; Custos de produção, adução e distribuição de água potável, por sistema (entidade gestora e, se possível, desagregado também por Município), incluindo os custos de energia e a amortização para renovação da rede, expresso em /m 3 ; b) Sector agrícola Índices de eficiência: Consumo de energia despendido na produção, adução e distribuição da água de rega, por sistema (entidade gestora), expresso em kwh/m 3 ; Custos de produção, adução e, se aplicável, distribuição da água de rega, por sistema (entidade gestora), incluindo os custos de energia e a amortização para renovação da rede, expresso em /m 3 ; c) Sector industrial Índices de eficiência: Consumo de energia despendido na produção, adução e distribuição de água, por unidade industrial, expresso em kwh/m 3 ; Na área programática Medição e reconversão de equipamentos de utilização de água devese incluir as tipologias gerais das ações previstas. O Quadro 1 (capítulo 1) deve indicar as unidades em que os valores se encontram expressos. Propõe: a articulação do PNUEA com o PNAEE e com o PNAER, concretamente pela relação com a produção de energia eléctrica por via hídrica ou com a produção de biocombustíveis; que ao nível da redução dos consumos de água no sector agrícola seja melhorada a informação respeitante à sensibilização e potenciar o envolvimento do COTR Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio (www.cotr.pt) no desenvolvimento do PNUEA; a rotulagem e certificação hídrica para o sector agrícola; que no âmbito do PNUEA seja potenciado o desenvolvimento de Matrizes Municipais/Regionais da Água (caracterização dos consumos e disponibilidades de água por sectores e por utilização) as quais podem ser elaboradas pelas Agências de Energia; a colaboração das Agências de Energia na sensibilização e alteração de comportamento; eliminar/reduzir os custos associados a tarifas fixas (exemplo da tarifa de disponibilidade) e passar este valor para o preço da tarifa de consumo (variável). A fatura deverá informar consumidor sobre o seu perfil de consumo, referenciado o consumo de água em m3 por m2 de área da sua habitação. Não sabendo o número de pessoas que residem na Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

16 habitação, deverão ser fornecidos alguns cenários de classificação mediante o número de habitantes, até 2 pessoas, entre 2 a 4 pessoas, entre 4 a 6 pessoas e acima de 6 pessoas; q que o regulamento de certificação hídrica de edifícios unifique em regulamento único a restante legislação aplicável à distribuição de água e drenagem de águas residuais; que se refira o elevado potencial que pode significar a integração do uso eficiente da água com a eficiência energética na indústria uma vez que esta poderia ser uma interessante questão a integrar no SGCIE; a parceria com a ADENE com a RNAE e Agências de Energia e Ambiente. Destaca a necessidade de realização de auditorias aos locais de distribuição e principalmente de consumo. Refere que já existe implementado em Portugal um sistema de certificação de desempenho ambiental de edifícios, o sistema LiderA, cuja experiência de implementação seria vantajosa de integrar num futuro referencial de certificação que integre o indissociável trinómio «águaenergia resíduos». Refere que: os sistemas de certificação ambiental (SGA) ISO e EMAS não se aplicam apenas à indústria como dá a entender o PNUEA, uma vez que estas SGA se destinam a todas as organizações, incluindo serviços e organismos, que queiram ver o seu sistema de gestão ambiental certificado, independentemente da natureza da organização em causa; o PNUEA seria uma boa oportunidade de integrar a eficiência hídrica no já existente Eco.AP; poderia ser adoptada e/ou integrado o sistema de avaliação de desempenho energético e ambiental de edifícios segunda a Campanha Europeia Display. Este sistema já está implementado em diversas organizações em Portugal. Propõe ainda: a revisão do cronograma de ações de modo a incluir a ação programática Medição e reconversão de equipamentos de utilização de água. E que preveja a simultaneidade de implementação das diferentes áreas programáticas, de forma a potenciar, de forma abrangente, o uso eficiente da água por todos os instrumentos disponíveis; que o PNUEA inclua a definição dos custos afectos à sua implementação, por cada área programática definida. 14 Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

17 3. Resposta e considerações finais Resposta Agradece se a participação de todas as entidades que se disponibilizaram a contribuir com as suas sugestões, opiniões, referências, informações e dúvidas. Várias das sugestões estão já em curso, nomeadamente as que se destinam a melhorar a articulação do nexus água energia, factor chave para o sucesso do PNUEA. Outras das questões, pela sua complexidade, profundidade ou âmbito sectorial deverão ser analisadas e discutidas no seio da Comissão de implementação e Acompanhamento, que integra representantes das principais entidades da administração e das associações de consumidores. Dando seguimento às sugestões recebidas, a Comissão de Implementação e Desenvolvimento irá analisar os contributos recebidos e irá também apresentar novos contributos. O documento de referência do PNUEA para o período de 2012 a 2010 será atualizado, de modo a refletir um consenso e ponderação de todos os contributos recebidos. A nova versão do documento do PNUEA poderá ser consultada no site da APA I.P. ou na plataforma de participação pública construída especificamente para o efeito, e onde poderá também ser consultado este relatório. Algumas das questões colocadas, pelo seu carácter, não poderão ser respondidas desde já pela CIA, mas constituirão uma preocupação ao longo de todo o processo de implementação do programa. Considerações Finais As contribuições recebidas são pouco numerosas, principalmente das entidades ligadas ao sector urbano e ao sector agrícola, mas de grande qualidade e maturidade. São contributos muito pertinentes e assertivos, totalmente em consonância com o rumo que se pretende adotar PNUEA. Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

18 Os assuntos referidos são diversos abrangendo, entre outros: Elementos de partida (estimativa das perdas por setor); Metas; Caracterização dos consumos (medição) e disponibilidades de água por sectores e por utilização; Detecção e reparação de perdas nas redes de distribuição; Separação de sistemas de distribuição potável e não potável; Reutilização de águas / Licenças de descargas; Mais medidas para indústria; Nexus água energia; Normalização, rotulagem, certificação hídrica vários setores (não só em edifícios); Pegada hídrica; Indicadores de eficiência; Auditorias; Sensibilização dos consumidores; Sistema tarifário; Avaliação de custos de implementação das medidas do PNUEA; Composição CIA: incluir Deco, DGC e, maior representação da indústria; Financiamento das medidas / quadro de incentivos e fiscalização; Aspetos de detalhe relacionados com o relatório do PNUEA; PNUEA PGRH; Sugestão: Relatório anual de implementação do PNUEA. Os contributos servirão certamente de base a uma reflexão aprofundada sobre as questões referidas, que contribuirá para melhorar a implementação do programa, cujo sucesso depende do envolvimento dos cidadãos e consumidores e das parcerias a estabelecer com as entidades setoriais. O uso eficiente da água é uma preocupação nacional mas também comunitária. A atual conjuntura europeia de política ambiental favorece todas as iniciativas que apontem nesse sentido, privilegiando e condicionando as linhas de financiamento à melhoria da eficiência do uso da água. A interligação entre o PNUEA e os planos de gestão de região hidrográfica (PGRH) é incontornável. Os PGRH são os instrumentos de gestão da Diretiva Quadro da Água, para ondem convergem, de forma integrada, as políticas ambientais comunitárias. 16 Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

19 Anexo Contribuições recebidas Avaliação do Processo de Participação Pública da versão provisória do PNUEA

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