Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e 2011

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1 jhjhjhj Prosegur Holding e Participações S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e 2011

2 Prosegur Holding e Participações S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e 2011 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 3-4 Balanços patrimoniais 5 Demonstração dos resultados 6 Demonstração das mutações do patrimônio líquido 7 Demonstração dos fluxos de caixa 8 Demonstração dos resultados abrangente 8 Notas explicativas às demonstrações financeiras

3 Prosegur Holding e Participações S.A Prosegur Holding e Participações S.A. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de Reais) Controladora Consolidado Controladora Consolidado ATIVO Nota PASSIVO Nota CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa Fornecedores Contas a receber de clientes Arrendamento mercantil e empréstimos Impostos a recuperar Debêntures Seguros a apropriar Salários e encargos sociais Almoxarifado Provisão de férias e encargos Depósitos judiciais Impostos e contribuições Outros Provisões para contingências Obrigações por compra de participações Outros NÃO CIRCULANTE Realizável a longo prazo NÃO CIRCULANTE Créditos com partes relacionadas Exigível a Longo Prazo Impostos diferidos Arrendamento mercantil e empréstimos Depósitos judiciais Debêntures Créditos a receber de terceiros Provisões para contingências Outros Obrigações por compra de participações Débitos com partes relacionadas Impostos e contribuições Investimentos Imobilizado PATRIMÔNIO LIQUIDO 20 Intangível Capital social integralizado Reserva de capital Reservas de lucros PARTICIPAÇÃO - NÃO CONTROLADORES Total do ativo Total do passivo e patrimônio liquido As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 3

4 Prosegur Holding e Participações S.A Prosegur Holding e Participações S.A. Demonstração do Resultados Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Nota Controladora Consolidado Receita líquida de serviços prestados Custos dos serviços prestados - - ( ) ( ) Lucro operacional bruto Despesas (receitas) operacionais Comerciais - - (26.783) (19.691) Gerais e administrativas (138) (230) ( ) ( ) Tributárias (2) (2.852) (1.062) Lucro operacional antes das participações societárias e do resultado financeiro (140) (230) Resultado de equivalência patrimonial Despesas financeiras 22 (6.954) (162) (74.627) (11.493) Receitas financeiras Variações monetárias e cambiais (19) Amortização do intangível - - (57.818) (20.283) Lucro antes do imposto de renda e contribuição social Imposto de renda e contribuição social (65.487) (51.809) Lucro liquido do exercício Lucro liquido atribuível a: Acionistas controladores Acionistas não controladores Lucro líquido por ação básico e diluído (Em R$) 0,41 0,25 0,41 0,28 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 4

5 Prosegur Holding e Participações S.A Prosegur Holding e Participações S.A. Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de Reais) CONTROLADORA Reserva de Capital Reservas de Lucros Descrição Capital Social Integralizado Ágio Emissão de Ações Legal Lucros Retidos Lucros Acumulados Total do patrimônio líquido Saldos em 31 de dezembro de Aumento de capital Lucro líquido do exercício Reserva legal (4.000) - Reserva de retenção de lucros (75.991) - Saldos em 31 de dezembro de Aumento de capital Dividendos distribuidos (87.587) - (87.587) Lucro líquido do exercício Reserva legal (6.005) - Juros sobre capital proprio (30.413) (30.413) Atualização passivo atuarial controlada - CPC (5.012) (5.012) Reserva de retenção de lucros ( ) - Saldos em 31 de dezembro de As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 5

6 Prosegur Holding e Participações S.A Prosegur Holding e Participações S.A. Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de Reais) Controladora Consolidado Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro líquido do exercício Depreciação e amortização Provisão para devedores duvidosos Equivalência patrimonial ( ) (80.383) - Impostos diferidos Juros e variações monetárias líquidas (392) (Aumento) redução de ativos - - Contas a receber de clientes - - ( ) Impostos a recuperar (4.684) - (55.783) Almoxarifado - - (5.211) Depósitos judiciais e cauções - - (45.284) Impostos diferidos sobre alocação de ágio e diferido de empresa incorporada - - ( ) Creditos a receber de terceiros - - (22.206) Créditos com partes relacionadas (14.599) ( ) Outros 2 (29) (29.266) Aumento (redução) de passivos Fornecedores (11) Impostos e contribuições Provisões para contingências líquidas Salários, provisão de férias e encargos sociais Débitos com partes relacionadas (32.831) Outros Caixa líquido proveniente das atividades operacionais (27.766) Fluxos de caixa das atividades de investimento Aquisições de ativo imobilizado e intangível - - ( ) Aquisições de participações societárias - - (59.207) Alienações de ativo imobilizado - - (6.533) Caixa adquirido nas incorporações Dividendos/lucros recebidos Aquisição de participações societárias ( ) ( ) - Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento ( ) ( ) ( ) Fluxos de caixa das atividades de financiamento Aumento de capital Ágio emissão de ações Ingresso (pagamento) de empréstimos e financiamentos, líquido Debêntures Dividendos e juros sobre capital próprio pagos ( ) - ( ) Obrigações por compra de participações - (32.650) Caixa líquido provenientes das (aplicado nas) atividades de financiamento Aumento (redução) líquido do caixa e equivalentes de caixa (49.511) (49.073) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício Aumento (redução) líquido do caixa e equivalentes de caixa (49.511) (49.073) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 6

7 Prosegur Holding e Participações S.A. Demonstrações do resultado abrangente Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de Reais) Controladora Consolidado Resultado líquido do período Outros resultados abrangentes - - Ganhos e perdas atuariais (5.012) - (5.012) - Resultado abrangente do exercício Resultado abrangente atribuível aos: Acionistas controladores Acionistas não controladores As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 7

8 Notas explicativas às demonstrações financeiras (Em milhares de Reais, exceto se indicado de outra forma) Contexto operacional A Prosegur Holding e Participações S.A, foi constituída em 13/10/2009, inicialmente com a denominação social de SGCE Participações Societárias S.A., alterada para Prosegur Holding e Participações S.A em 15/12/2011. A Companhia é uma holding que controla indiretamente a Prosegur Brasil S.A. - Transportadora de Valores e Segurança, que tem como objeto social a prestação de serviços de logística e transporte de valores, envolvendo dinheiro, documentos, títulos de crédito, metais preciosos, em barras ou amoedados, e outros valores e objetos conversíveis em dinheiro, atuando, ainda, na manipulação, guarda e custódia de valores, contagem de numerário, arquivos físicos e eletrônicos, preparação de documentos compensáveis, manualmente ou por meio eletrônico, administração de pagamentos e recebimentos, manutenção de equipamentos e administração de caixas bancários automáticos (ATM), dentre outros. A Prosegur Brasil S/A Transportadora de Valores e Segurança, possui 115 filiais distribuídas em 26 Estados do Brasil, contando com um efetivo de colaboradores ( em 2011). 1 Base de preparação a. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, em consonância com a Lei das Sociedades por Ações, incluindo as alterações na legislação societária e os pronunciamentos, as orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC. As demonstrações financeiras foram aprovadas e autorizadas para publicação pela Diretoria e Acionistas da Companhia em 28 de Março de As demonstrações de resultados abrangentes não estão sendo apresentadas, pois não há valores a serem apresentados sobre esse conceito, ou seja, o resultado do exercício é igual ao resultado abrangente total. b. Base de mensuração As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas com base no custo histórico, exceto por determinados instrumentos financeiros mensurados pelos seus valores justos por meio do resultado. O custo histórico geralmente é baseado no valor nominal das contraprestações pagas em troca dos ativos. c. Moeda funcional e moeda de apresentação Essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. Todas as informações financeiras apresentadas em Real foram arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. d. Uso de estimativas e julgamentos Na elaboração das demonstrações financeiras, é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia incluem, portanto, estimativas referentes à impostos diferidos, seleção das vidas úteis do ativo imobilizado, provisões necessárias para créditos de liquidação duvidosa e passivos contingentes, determinações de provisões para imposto de renda e outras 8

9 similares. Os resultados reais podem apresentar variações em relação às estimativas. e. Base de consolidação e investimentos em controladas As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas em conformidade com as práticas descritas incluem as demonstrações financeiras individuais da controladora Prosegur Holding e das controladas sediadas no Brasil, cujas demonstrações financeiras foram elaboradas para o mesmo período de divulgação que o da controladora e reconhecidas nas demonstrações financeiras individuais da Prosegur Holding pelo método da equivalência patrimonial. Na consolidação foram eliminadas as participações da controladora nos patrimônios líquidos das controladas, bem como os saldos de ativos e passivos, receitas, custos, despesas e lucros não realizados, decorrentes de transações efetuadas entre as empresas. As controladas direta e indireta da Prosegur Holding, incluídas na consolidação, estão relacionadas na Nota 10, investimentos. 2 Principais políticas contábeis As políticas contábeis descritas em detalhes abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentados nessas demonstrações financeiras, exceto nos casos indicados em contrário. a. Base de consolidação i. Combinações de negócios Combinações de negócio são registradas na data de aquisição, isto é, na data em que o controle é transferido para a Companhia utilizando o método de aquisição. Controle é o poder de governar a política financeira e operacional da entidade de forma a obter benefícios de suas atividades. Quando da determinação da existência de controle a Companhia leva em consideração os direitos de voto potenciais que são atualmente exercíveis. A Companhia mensura o ágio como o valor justo da contraprestação transferida incluindo o valor reconhecido de qualquer participação não-controladora na companhia adquirida, deduzindo o valor reconhecido líquido (geralmente o valor justo) dos ativos e passivos assumidos identificáveis, todos mensurados na data da aquisição. Quando o excedente é negativo, um ganho decorrente do acordo da compra é reconhecido imediatamente na demonstração de resultados do período. Os custos de transação, que não sejam aqueles associados com a emissão de títulos de dívida ou de participação acionária, os quais a Companhia incorre com relação a uma combinação de negócios, são reconhecidas como despesas à medida que são incorridos. ii. Controladas e coligadas As informações financeiras de controladas, assim como as coligadas, são reconhecidas através do método de equivalência patrimonial. b. Instrumentos financeiros i. Ativos financeiros não derivativos A Companhia ou suas controladas reconhecem os empréstimos e recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativos financeiros (incluindo os ativos designados pelo valor justo por meio do resultado) são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual a Companhia se torna uma das partes das disposições contratuais do 9

10 instrumento. A Companhia ou suas controladas desconsideram um ativo financeiro quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a Companhia transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro em uma transação no qual essencialmente todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Eventual participação que seja criada ou retida pela Companhia ou suas controladas nos ativos financeiros são reconhecidos como um ativo ou passivo individual. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando, somente quando, a Companhia ou suas controladas tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. A Companhia ou suas controladas têm os seguintes ativos financeiros não derivativos: ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado e empréstimos e recebíveis. Empréstimos e recebíveis Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os empréstimos e recebíveis abrangem caixa e equivalentes de caixa, contas a receber de clientes e saldos com partes relacionadas. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investimentos financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da data da contratação. Os quais são sujeitos a um risco insignificante de alteração no valor, e são utilizadas na gestão das obrigações de curto prazo. ii. Passivos financeiros não derivativos Todos os passivos financeiros (incluindo passivos designados pelo valor justo registrado no resultado) são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Companhia ou suas controladas se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Companhia ou suas controladas baixam um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retirada, cancelada ou vencida. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a Companhia ou suas controladas tenham o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. A Companhia ou suas controladas têm os seguintes passivos financeiros não derivativos: empréstimos, financiamentos, limite de cheque especial bancário, fornecedores e outras contas a pagar. Tais passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são 10

11 medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. iii. Capital social Ações ordinárias Ações ordinárias são classificadas como patrimônio líquido. Custos adicionais diretamente atribuíveis à emissão de ações e opções de ações são reconhecidos como dedução do patrimônio líquido, líquido de quaisquer efeitos tributários. Os dividendos mínimos obrigatórios conforme definido em estatuto são reconhecidos como passivo. c. Imobilizado i. Reconhecimento e mensuração Itens do imobilizado são mensurados pelo custo corrigido até 31 de dezembro de 1995, com base em índices oficiais, e, a partir de 1º. de janeiro de 1996, pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada e perdas de redução ao valor recuperável (impairment) acumuladas. O custo de determinados itens do imobilizado foi apurado por referência à reavaliação anteriormente efetuada no BR GAAP. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. O custo de ativos construídos pela própria entidade inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela administração, os custos de desmontagem e de restauração do local onde estes ativos estão localizados, e custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis para os quais a data de início para a capitalização seja 1º de janeiro de 2009 ou data posterior a esta. O software comprado que seja parte integrante da funcionalidade de um equipamento é capitalizado como parte daquele equipamento. Quando partes de um item do imobilizado têm diferentes vidas úteis, elas são registradas como itens individuais (componentes principais) de imobilizado. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. ii. Custos subsequentes O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão fluir para a Companhia e que o seu custo pode ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. iii. Depreciação A depreciação é calculada sobre o valor depreciável, que é o custo de um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do valor residual. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas de cada parte de um item do imobilizado, já que esse método é o que mais perto 11

12 reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Ativos arrendados são depreciados pelo período que for mais curto entre o prazo do arrendamento e as suas vidas úteis, a não ser que esteja razoavelmente certo de que a Companhia irá obter a propriedade ao final do prazo do arrendamento. Terrenos não são depreciados. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. d. Ativos intangíveis i. Ágio O valor juto de marcas, clientes e outros ativos incorpóreos adquiridos em uma combinação de negócios foram baseados no valor presente dos benefícios futuros de tais aquisições, estão contabilizados na conta de intangível e serão reconhecidos no resultado conforme sua realização. Tais contabilizações foram realizadas em suas controladas. Mensuração subsequentes O ágio é medido pelo custo, deduzido das perdas por redução ao valor recuperável acumulada. Com relação às companhias investidas registradas por equivalência patrimonial, o valor contábil do ágio é incluído no valor contábil do investimento, e uma perda por redução ao valor recuperável em tal investimento não é alocada para nenhum ativo, incluindo o ágio, que faz parte do valor contábil das companhias investidas registradas por equivalência patrimonial. ii. Pesquisa e desenvolvimento Gastos em atividades de pesquisa, realizados com a possibilidade de ganho de conhecimento e entendimento científico ou tecnológico, são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Atividades de desenvolvimento envolvem um plano ou projeto visando à produção de produtos novos ou substancialmente aprimorados. Os gastos de desenvolvimento são capitalizados somente se os custos de desenvolvimento puderem ser mensurados de maneira confiável, se o produto ou processo forem técnica e comercialmente viáveis, se os benefícios econômicos futuros forem prováveis, e se a Companhia tiver a intenção e os recursos suficientes para concluir o desenvolvimento e usar ou vender o ativo. Os gastos capitalizados incluem o custo de materiais, mão de obra direta, custos de fabricação que são diretamente atribuíveis à preparação do ativo para seu uso proposto, e custos de empréstimo nos ativos qualificáveis para os quais a data de início da capitalização é 1º de janeiro de 2009 ou posterior. Outros gastos de desenvolvimento são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Os gastos de desenvolvimento capitalizados são mensurados pelo custo, deduzido da amortização acumulada e perdas por redução ao valor recuperável. iii. Outros ativos intangíveis Outros ativos intangíveis que são adquiridos pela Companhia e que têm vidas úteis finitas são mensurados pelo custo, deduzido da amortização acumulada e das perdas por redução ao valor recuperável acumuladas. iv. Gastos subsequentes Os gastos subsequentes são capitalizados somente quando eles aumentam os futuros benefícios econômicos incorporados no ativo específico ao qual se relacionam. Todos os outros gastos, são reconhecidos no resultado conforme incorridos. 12

13 v. Amortização Amortização é calculada sobre o custo de um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do valor residual. A amortização é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas de ativos intangíveis, que não ágio, a partir da data em que estes estão disponíveis para uso, já que esse método é o que mais perto reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. e. Ativos arrendados Os arrendamentos em cujos termos a Companhia ou suas controladas assumem os riscos e benefícios inerentes a propriedade são classificados como arredamentos financeiros. No reconhecimento inicial o ativo arrendado é medido pelo valor igual ao menor valor entre o seu valor justo e o valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil. Após o reconhecimento inicial, o ativo é registrado de acordo com a política contábil aplicável ao ativo. Os outros arrendamentos mercantis são arrendamentos operacionais e os ativos arrendados não são reconhecidos no balanço patrimonial da Companhia ou suas controladas. f. Estoques Os estoques (almoxarifado) são demonstrados ao custo médio das compras, inferior aos custos de reposição ou aos valores de realização. g. Redução ao valor recuperável (impairment) i. Ativos financeiros (incluindo recebíveis) Um ativo financeiro não mensurado pelo valor justo por meio do resultado é avaliado a cada data de apresentação para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor recuperável. Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros (incluindo títulos patrimoniais) perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, a reestruturação do valor devido à Companhia sobre condições de que a Companhia não consideraria em outras transações, indicações de que o devedor ou emissor entrará em processo de falência, ou o desaparecimento de um mercado ativo para um título. Além disso, para um instrumento patrimonial, um declínio significativo ou prolongado em seu valor justo abaixo do seu custo é evidência objetiva de perda por redução ao valor recuperável. A Companhia considera evidência de perda de valor para recebíveis no nível individualizado como no nível coletivo. Todos os recebíveis individualmente significativos são avaliados quanto à perda de valor específico. Todos os recebíveis individualmente significativos identificados como não tendo sofrido perda de valor individualmente são então avaliados coletivamente quanto a qualquer perda de valor que tenha ocorrido, mas não tenha sido ainda identificada. Recebíveis que não são individualmente importantes são avaliados coletivamente quanto a perda de valor por agrupamento conjunto desses títulos com características de risco similares. Ao avaliar a perda de valor recuperável de forma coletiva a Companhia utiliza tendências históricas da probabilidade de inadimplência, do prazo de recuperação e dos valores de perda incorridos, ajustados para refletir o julgamento da administração quanto às premissas se as condições econômicas e de crédito atuais são tais que as perdas reais provavelmente serão 13

14 maiores ou menores que as sugeridas pelas tendências históricas. Uma redução do valor recuperável com relação a um ativo financeiro medido pelo custo amortizado é calculada como a diferença entre o valor contábil e o valor presente dos futuros fluxos de caixa estimados descontados à taxa de juros efetiva original do ativo. As perdas são reconhecidas no resultado e refletidas em uma conta de provisão contra recebíveis. Os juros sobre o ativo que perdeu valor continuam sendo reconhecidos através da reversão do desconto. Quando um evento subsequente indica reversão da perda de valor, a diminuição na perda de valor é revertida e registrada no resultado. ii. Ativos não financeiros Os valores contábeis dos ativos não financeiros da Companhia, que não os estoques e imposto de renda e contribuição social diferidos, são revistos a cada data de apresentação para apurar se há indicação de perda no valor recuperável. Caso ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo é determinado. No caso de ágio e ativos intangíveis com vida útil indefinida ou ativos intangíveis em desenvolvimento que ainda não estejam disponíveis para uso, o valor recuperável é estimado todo ano na mesma época. Uma perda por redução ao valor recuperável relacionada a ágio não é revertida. Quanto a outros ativos, as perdas de valor recuperável reconhecidas em períodos anteriores são avaliadas a cada data de apresentação para quaisquer indicações de que a perda tenha aumentado, diminuído ou não mais exista. Uma perda de valor é revertida caso tenha havido uma mudança nas estimativas usadas para determinar o valor recuperável. Uma perda por redução ao valor recuperável é revertida somente na condição em que o valor contábil do ativo não exceda o valor contábil que teria sido apurado, líquido de depreciação ou amortização, caso a perda de valor não tivesse sido reconhecida. h. Benefícios a empregados i. Benefícios de longo prazo a empregados A obrigação líquida das Controladas com relação a benefícios a empregados é o valor do benefício futuro que os empregados auferirão como retorno pelo serviço prestado no ano corrente e em anos anteriores; aquele benefício é descontado para apurar o seu valor presente, e o valor justo de quaisquer ativos relacionados é deduzido. A taxa de desconto é o rendimento apresentado na data de apresentação das demonstrações financeiras sobre títulos de primeira linha e cujas datas de vencimento se aproximem das condições das obrigações da Companhia. ii. Benefícios de curto prazo a empregados Obrigações de benefícios de curto prazo a empregados são mensuradas em uma base não descontada e são incorridas como despesas conforme o serviço relacionado seja prestado. O passivo é reconhecido pelo valor esperado a ser pago sob os planos de bonificação em dinheiro ou participação nos lucros de curto prazo se a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva de pagar esse valor em função de serviço passado prestado pelo empregado, e a obrigação possa ser estimada de maneira confiável. i. Provisões As provisões são reconhecidas quando (i) a Companhia tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, (ii) é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e (iii) uma estimativa confiável do valor possa ser feita. 14

15 j. Receita operacional i. Serviços A receita compreende o valor faturado pelos serviços prestados. A receita pela prestação de serviços de vigilância patrimonial e de transporte de valores, não faturadas, é reconhecida como contas a receber de clientes tendo como base mensal a etapa de execução dos serviços realizados até a data-base do balanço, de forma que as receitas se contraponham aos custos na competência adequada. k. Pagamentos de arrendamentos Os pagamentos envolvendo arrendamentos operacionais são reconhecidos no resultado pelo método linear pelo prazo do arrendamento. Os incentivos de arrendamentos recebidos são reconhecidos como uma parte integrante das despesas totais de arrendamento, pelo prazo de vigência do arrendamento. Os pagamentos mínimos de arrendamento efetuados sob a forma de arrendamentos financeiros são alocados entre despesas financeiras e redução do passivo em aberto. As despesas financeiras são alocadas a cada período durante o prazo do arrendamento visando a produzir uma taxa periódica constante de juros sobre o saldo remanescente do passivo. Pagamentos contingentes de arrendamentos são registrados através da revisão dos pagamentos mínimos do arrendamento pelo prazo remanescente do arrendamento quando o ajuste do arrendamento é confirmado. Determinando se um contrato contém um arrendamento No começo de um contrato a Companhia define se o contrato é ou contém um arrendamento. Um ativo específico é o objeto de um arrendamento caso o cumprimento do contrato é dependente do uso daquele ativo especificado. O contrato transfere o direito de usar o ativo caso o contrato transfira o direito à Companhia de controlar o uso do ativo subjacente. A Companhia separa, no começo do contrato ou no momento de uma eventual reavaliação do contrato, pagamentos e outras contraprestações exigidas por tal contrato entre aqueles para o arrendamento e aqueles para outros componentes baseando-se em seus valores justos relativos. Caso o Grupo conclua que para um arrendamento financeiro seja impraticável a separação dos pagamentos de uma forma confiável, um ativo e um passivo são reconhecidos por um valor igual ao valor justo do ativo subjacente. Posteriormente, os pagamentos mínimos de arrendamentos efetuados sob a forma de arrendamentos financeiros são alocados entre despesa financeira (baseado na taxa de juros incremental da Companhia) e redução do passivo em aberto. l. Receitas financeiras e despesas financeiras As receitas financeiras abrangem receitas de juros e ganhos na alienação de ativos financeiros disponíveis para venda. A receita de juros é reconhecida no resultado, através do método dos juros efetivos. As distribuições de dividendos recebidas de investidas registradas por equivalência patrimonial reduzem o valor do investimento. As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, líquidas do desconto a valor presente das provisões e perdas por redução ao valor recuperável (impairment) reconhecidas nos ativos financeiros. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são mensurados no resultado através do método de juros efetivos. m. Imposto de renda e contribuição social O Imposto de Renda e a Contribuição Social do exercício corrente e diferido são calculados com base nas alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$ 240 para imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável para contribuição social sobre o 15

16 lucro líquido, e consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% do lucro real. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado a menos que estejam relacionados a combinação de negócios, ou itens diretamente reconhecidos no patrimônio líquido ou em outros resultados abrangentes. O imposto corrente é o imposto a pagar ou a receber esperado sobre o lucro ou prejuízo tributável do exercício, a taxas de impostos decretadas ou substantivamente decretadas na data de apresentação das demonstrações financeiras e qualquer ajuste aos impostos a pagar com relação aos exercícios anteriores. O imposto diferido é reconhecido com relação às diferenças temporárias entre os valores contábeis de ativos e passivos para fins contábeis e os correspondentes valores usados para fins de tributação. O imposto diferido não é reconhecido para as seguintes diferenças temporárias: o reconhecimento inicial de ativos e passivos em uma transação que não seja combinação de negócios e que não afete nem a contabilidade tampouco o lucro ou prejuízo tributável, e diferenças relacionadas a investimentos em subsidiárias e entidades controladas quando seja provável que elas não revertam num futuro previsível. Além disso, imposto diferido não é reconhecido para diferenças temporárias tributáveis resultantes no reconhecimento inicial de ágio. O imposto diferido é mensurado pelas alíquotas que se espera serem aplicadas às diferenças temporárias quando elas revertem, baseando-se nas leis que foram decretadas ou substantivamente decretadas até a data de apresentação das demonstrações financeiras. Os ativos e passivos fiscais diferidos são compensados caso haja um direito legal de compensar passivos e ativos fiscais correntes, e eles se relacionam a impostos de renda lançados pela mesma autoridade tributária sobre a mesma entidade sujeita à tributação. Um ativo de imposto de renda e contribuição social diferido é reconhecido por perdas fiscais, créditos fiscais e diferenças temporárias dedutíveis não utilizadas quando é provável que lucros futuros sujeitos à tributação estejam disponíveis e contra os quais serão utilizados. Ativos de imposto de renda e contribuição social diferido são revisados a cada data de relatório e serão reduzidos na medida em que sua realização não seja mais provável. n. Comprometimento do capital A Companhia possui obrigações contratuais e compromissos que compreendem apenas os pagamentos de empréstimos e financiamentos, conforme cronograma da nota Gerenciamento de riscos financeiros Visão geral A Companhia apresenta exposição aos seguintes riscos advindos do uso de instrumentos financeiros: Risco de crédito Risco de liquidez Risco de mercado Risco operacional 16

17 Essa nota apresenta informações sobre a exposição da Companhia a cada um dos riscos supramencionados, os objetivos da Companhia, políticas e processos para a mensuração e gerenciamento de risco, e o gerenciamento de capital da Companhia. Divulgações quantitativas adicionais são incluídas ao longo dessas demonstrações financeiras. Estrutura do gerenciamento de risco A administração no Brasil juntamente com a administração da matriz na Espanha tem responsabilidade global pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de gerenciamento de risco da Companhia. Os diretores são responsáveis pelo desenvolvimento e acompanhamento das políticas de gerenciamento de risco da Companhia. As políticas e diretrizes de gerenciamento de risco da Companhia são estabelecidas para identificar e analisar os riscos enfrentados pela Companhia, para definir limites e controles de riscos apropriados, e para monitorar riscos e aderência aos limites. As políticas e sistemas de gerenciamento de riscos são revisados frequentemente para refletir mudanças nas condições de mercado e nas atividades da Companhia. A Companhia, através de suas normas e procedimentos de treinamento e gerenciamento, objetiva desenvolver um ambiente de controle disciplinado e construtivo, no qual todos os empregados entendem os seus papéis e obrigações. Risco de crédito A política de vendas da Companhia está intimamente associada ao nível de risco de crédito a que está disposta a se sujeitar no curso de seus negócios. A diversificação de sua carteira de recebíveis, a seletividade de seus clientes, assim como o acompanhamento dos limites individuais de posição, são procedimentos adotados a fim de minimizar eventuais problemas de inadimplência em suas contas a receber. Contas a receber de clientes e outros créditos A exposição da Companhia ao risco de crédito é influenciada, principalmente, pelas características individuais de cada cliente. Entretanto, a administração também considera a demografia da base de clientes da Companhia, incluindo o risco de crédito da indústria e país onde os clientes operam, uma vez que estes fatores podem ter influência no risco de crédito, especialmente nas circunstâncias econômicas deteriorantes atuais. A Companhia estabelece uma provisão para redução ao valor recuperável que representa sua estimativa de perdas incorridas com relação às contas a receber de clientes e outros créditos e investimentos. Os principais componentes desta provisão são: um componente específico de perda relacionado a riscos significativos individuais e um componente de perda coletiva estabelecido para grupos de ativos similares com relação às perdas incorridas, porém ainda não identificadas. A provisão de perda coletiva é determinada com base em histórico de estatísticas de pagamento para ativos financeiros semelhantes. As transações vencidas há mais de 180 dias são analisadas pelo departamento de contas a receber a fim de identificar perdas. Risco de liquidez Risco de liquidez é relacionado ao descasamento da estrutura de ativos e passivos com relação aos fluxos efetivos de pagamento destes, o qual é analisado periodicamente pela administração da Companhia. Risco de mercado O risco de mercado está associado a perdas potenciais advindas de variações em preços de ativos e passivos financeiros, taxas de juros, moedas e índices. A avaliação e controle deste risco são feitos periodicamente. 17

18 Gestão de capital O objetivo da administração é manter uma sólida base de capital para manter a confiança da controladora, credores e manter o desenvolvimento futuro do negócio. A administração monitora as margens de lucro reais em relação aos retornos esperados para cada uma das linhas de serviços. Risco operacional Risco operacional é o risco de prejuízos diretos ou indiretos decorrentes de uma variedade de causas associadas a processos, pessoal, tecnologia e infra-estrutura da Companhia e de fatores externos, exceto riscos de crédito, mercado e liquidez, como aqueles decorrentes de exigências legais e regulatórias e de padrões geralmente aceitos de comportamento empresarial. Riscos operacionais surgem de todas as operações da Companhia. O objetivo da Companhia é administrar o risco operacional para evitar a ocorrência de prejuízos financeiros e danos à reputação da Companhia e buscar eficácia de custos e para evitar procedimentos de controle que restrinjam iniciativa e criatividade. A principal responsabilidade para o desenvolvimento e implementação de controles para tratar riscos operacionais é atribuída à alta administração. A responsabilidade é apoiada pelo desenvolvimento de padrões gerais da Companhia para a administração de riscos operacionais nas seguintes áreas: Exigências para segregação adequada de funções, incluindo a autorização independente de operações; Exigências para a reconciliação e monitoramento de operações; Cumprimento com exigências regulatórias e legais; Documentação de controles e procedimentos; Exigências para a avaliação periódica de riscos operacionais enfrentados e a adequação de controles e procedimentos para tratar dos riscos identificados; Exigências de reportar prejuízos operacionais e as ações corretivas propostas; Desenvolvimento de planos de contingência; Treinamento e desenvolvimento profissional; Padrões éticos e comerciais; Mitigação de risco, incluindo seguro quando eficaz. 4 Informações por segmento de negócios As informações por segmento estão sendo apresentadas de acordo com o CPC 22 - Informações por Segmento e são apresentadas em relação aos negócios/participações da Companhia que foram identificados com base na sua estrutura de gerenciamento e nas informações gerenciais internas utilizadas pelos principais tomadores de decisão da Companhia. Os resultados por segmento, assim como os ativos e os passivos, consideram os itens diretamente atribuíveis ao segmento, assim como aqueles que possam ser alocados em bases razoáveis. Os negócios da Companhia foram divididos nos seguintes segmentos: 18

19 Balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012: Controladora, TSR Participações Societárias S.A., Prosegur Brasil S.A.Transportadora de Valores e Segurança, Prosegur Sistemas, Centro de Treinamento Prosegur, Prosegur Administração de Recebíveis. Demonstração de resultados para o exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012: Controladora, TSR Participações Societárias S.A., Prosegur Brasil S.A. Transportadora de Valores e Segurança,, Prosegur Sistemas, Centro de Treinamento Prosegur, Prosegur Administração de Recebíveis. Abaixo estão apresentadas as informações por segmento: 19

20 Prosegur Holding e Participações S.A BALANÇOS PATRIMONIAIS POR SEGMENTO - 31 DE DEZEMBRO DE 2012 ATIVO Controladora TSR Prosegur Brasil Prosegur Sistemas CTP Prosegur Adm. Recebíveis Consolidado Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber de clientes Impostos a recuperar Seguros a apropriar Almoxarifado Depósitos judiciais Outros Total do ativo circulante Crédito com partes relacionadas Impostos diferidos Depósitos judiciais Créditos a receber de terceiros Outros Investimentos Imobilizado Intangível Total do ativo não circulante Total do Ativo

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