CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL PALESTRA. ATUALIZAÇÃO TRABALHISTA 2015 MPs 664 E 665

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1 Le f is c L e g i s l a c a o F i s c a l CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE ASSUNTOÁBEIS DE PORTO ALEGRESEMINÁRIO PALESTRA ATUALIZAÇÃO TRABALHISTA 2015 MPs 664 E 665 PALESTRANTES: Equipe LEFISC ALEXANDRE JAENISCH CORREA, Consultor da LEFISC nas áreas Trabalhista e Previdenciária, Redator de Matérias do Portal LEFISC, Instrutor de Cursos e Palestras da LEFISC DÉBORA IGNÁCIO, Consultora da LEFISC nas áreas Trabalhista e Previdenciária, Redatora de Matérias do Portal LEFISC, Instrutora de Cursos e Palestras da LEFISC. ANO 2015 APOIO: PARA OBTER UMA SENHA CORTESIA DO PORTAL LEFISC ENVIE UM PARA Palestra (51) Ultimas ou atualizações consulte os trabalhista números e locais previdenciária em nosso Portal Fone:(51)

2 ATUALIZAÇÃO TRABALHISTA MPS 664 E 665 DE 2014 Novas Regras para Concessão da Pensão por Morte Fato Gerador da Pensão por Morte Beneficiários Beneficiários que não terão direito a pensão por morte Carência Valor do Benefício da Pensão por Morte Rateio Duração do Benefício da Pensão por Morte Paga ao Cônjuge, Companheiro ou Companheira, de Acordo com sua Expectativa de Sobrevida Auxílio Doença Alterada Média para Pagamento do Benefício de Auxílio Doença Atestados Médicos Alteração do Prazo de Pagamento de Atestados Médicos Sobre Responsabilidade das Empresas Seguro Desemprego Novas Regras da MP 665/2014. Novos prazos para a Concessão das Parcelas de Seguro Desemprego Número de Parcelas do Seguro Desemprego Relação entre o número de parcelas mensais do benefício do seguro desemprego Abono Salarial Novas Regras da MP 665/2014 Valores pagos de Abono Salarial Requisitos para Concessão do Abono Salarial Novas Regras do MTE para Formulário Seguro-Desemprego Como cadastrar a empresa no Empregador WEB Acessando a opção COM Certificado Digital Acessando a opção SEM Certificado Digital Legislação: Resolução CODEFAT nº. 736/2014 Vigência 01/04/2015 (passa a ser obrigatório) RAIS 2015 Alterações no preenchimento da RAIS ano base Novas Regras para Concessão do Benefício da Pensão por Morte 2

3 Fato Gerador da Pensão por Morte Falecimento do segurado ou decretação de sua morte presumida, durante o período em que manteve essa qualidade. Beneficiários É o conjunto de dependentes do segurado, segundo classificação do art. 16 da Lei n.º 8.213/1991. São beneficiários do Regime Geral de Previdência Social, na condição de dependentes do segurado: I - o cônjuge, a companheira, o companheiro e o filho não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou que tenha deficiência intelectual ou mental que o torne absoluta ou relativamente incapaz, assim declarado judicialmente; (Redação dada pela Lei nº , de 2011) II - os pais; III - o irmão não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou que tenha deficiência intelectual ou mental que o torne absoluta ou relativamente incapaz, assim declarado judicialmente; (Redação dada pela Lei nº , de 2011). Havendo mais de um pensionista, será rateada entre todos, em partes iguais, sendo revertido em favor dos demais dependentes a parte daquele cujo direito à pensão cessar. A dependência econômica na classe 1 (cônjuges, companheiros, filhos menores de 21 anos ou inválidos) é presumida e não admite prova em contrário. Beneficiários que não terão direito a pensão por morte O beneficiário que tenha sido condenado pela prática de crime doloso de que tenha resultado a morte do segurado. O cônjuge, companheiro ou companheira se o casamento ou o início da união estável tiver ocorrido há menos de dois anos da data do óbito do instituidor do benefício, salvo nos casos em que: o óbito do segurado seja decorrente de acidente posterior ao casamento ou ao início da união estável; ou o cônjuge, o companheiro ou a companheira for considerado incapaz e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade remunerada que lhe garanta subsistência, mediante exame médico-pericial a cargo do INSS, por doença ou acidente ocorrido após o casamento ou início da união estável e anterior ao óbito. (NR). 3

4 MP 664/2014 Art º Não terá direito à pensão por morte o condenado pela prática de crime doloso de que tenha resultado a morte do segurado. Vigência 1º: Art. 5º da MP 664/2014 (...) I - na data de sua publicação para os seguintes dispositivos: a) 5º e 6º do art. 60 e 1ºdo a rt. 74 da Lei nº /1991; e 2º O cônjuge, companheiro ou companheira não terá direito ao benefício da pensão por morte se o casamento ou o início da união estável tiver ocorrido há menos de dois anos da data do óbito do instituidor do benefício, salvo nos casos em que: (Vigência) Vigência 2º: Art. 5º da MP 664/2014 (...) II - quinze dias a partir da sua publicação para o 2º do art. 74 da Lei nº 8.213, de 1991; e I - o óbito do segurado seja decorrente de acidente posterior ao casamento ou ao início da união estável; ou II - o cônjuge, o companheiro ou a companheira for considerado incapaz e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade remunerada que lhe garanta subsistência, mediante exame médico-pericial a cargo do INSS, por doença ou acidente ocorrido após o casamento ou início da união estável e anterior ao óbito. (NR). Carência A carência para a concessão da pensão por morte passa a ser de vinte e quatro contribuições mensais, salvo nos casos em que o segurado esteja em gozo de auxílio doença ou de aposentadoria por invalidez. Independerá de Carência a pensão por morte nos casos de acidente do trabalho e doença profissional ou do trabalho Medida Provisória 664/2014 "Art IV - pensão por morte: vinte e quatro contribuições mensais, salvo nos casos em que o segurado esteja em gozo de auxíliodoença ou de aposentadoria por invalidez...." (NR) 4

5 "Art VII - pensão por morte nos casos de acidente do trabalho e doença profissional ou do trabalho." (NR) Vigência dos artigos 25 e 26 da MP 664/2014 Art. 5º Esta Medida Provisória entra em vigor: III - no primeiro dia do terceiro mês subseqüente à data de publicação desta Medida Provisória quanto aos demais dispositivos. Data da publicação, Brasília, 30 de dezembro de Valor do Benefício da Pensão por Morte Com a publicação da MP 664/2015 ocorre a redução do valor mensal do benefício da pensão por morte de 100% para 50% do valor da aposentadoria que o segurado recebia ou daquela a que teria direito se estivesse aposentado por invalidez na data de seu falecimento, acrescido de tantas cotas individuais de dez por cento do valor da mesma aposentadoria, quantos forem os dependentes do segurado, até o máximo de cinco. MP 664/2014 "Art. 75. O valor mensal da pensão por morte corresponde a cinquenta por cento do valor da aposentadoria que o segurado recebia ou daquela a que teria direito se estivesse aposentado por invalidez na data de seu falecimento, acrescido de tantas cotas individuais de dez por cento do valor da mesma aposentadoria, quantos forem os dependentes do segurado, até o máximo de cinco, observado o disposto no art º A cota individual cessa com a perda da qualidade de dependente, na forma estabelecida em regulamento, observado o disposto no art. 77 2º O valor mensal da pensão por morte será acrescido de parcela equivalente a uma única cota individual de que trata o caput, rateado entre os dependentes, no caso de haver filho do segurado ou pessoa a ele equiparada, que seja órfão de pai e mãe na data da concessão da pensão ou durante o período de manutenção desta, observado: I - o limite máximo de 100% do valor da aposentadoria que o segurado recebia ou daquela a que teria direito se estivesse aposentado por invalidez na data de seu falecimento; e II - o disposto no inciso II do 2º do art º O disposto no 2º não será aplicado quando for devida mais de uma pensão aos dependentes do segurado" (NR) Vigência Art. 5º Esta Medida Provisória entra em vigor: 5

6 III - no primeiro dia do terceiro mês subseqüente à data de publicação desta Medida Provisória quanto aos demais dispositivos. Data da publicação, Brasília, 30 de dezembro de 2014 Rateio Havendo mais de um pensionista, a pensão por morte será rateada entre todos, em partes iguais. A parte daquele cujo direito à pensão cessar será revertida em favor dos demais dependentes. A cota individual do benefício deixa de ser paga: - pela morte do pensionista; para o filho ou irmão que se emancipar, ainda que inválido, ou ao completar 21 anos de idade, salvo se inválido; - quando acabar a invalidez (no caso de pensionista inválido). Não será considerada a emancipação decorrente de colação de grau científico em curso de ensino superior. Duração do Benefício da Pensão por Morte Paga ao Cônjuge, Companheiro ou Companheira, de Acordo com sua Expectativa de Sobrevida O artigo 77 da Lei nº /1991 sofreu alteração no 1º e no inciso III, incluiu o inciso IV e o 5º, 6º e 7º. Expectativa de sobrevida à idade x do cônjuge, companheiro ou companheira, em anos (E(x)) Duração do benefício de pensão por morte (em anos) 55 < E(x) 3 50 < E(x) < E(x) < E(x) < E(x) E(x) 35 vitalícia O cônjuge do falecido que irá receber a pensão por morte por um determinado período, conforme sua idade e sua expectativa de sobrevida vida conforme abaixo descrito: 1) Para os que têm idade entre 0 e 21 anos a expectativa de sobrevida para estes é por mais de 55 anos, caso este que concederá ao dependente 3 anos de benefício por pensão por morte. 6

7 2) Para os que têm idade entre 22 á 27 anos a expectativa de sobrevida para estes é entre 50 de 55 anos, caso este que concederá a este 6 anos de benefício por pensão por morte. 3) Para os que têm idade entre 28 á 32 anos a expectativa de sobrevida para estes é entre 45 e 50 de anos, caso este que concederá a este 9 anos de benefício por pensão por morte. 4) Para os que têm idade entre 33 á 38 anos a expectativa de sobrevida para estes é entre 40 e 45 de anos, caso este que concederá a este 12 anos de benefício por pensão por morte. 5) Para os que têm idade entre 39 á 44 anos a expectativa de sobrevida para estes é entre 40 e 45 de anos, caso este que concederá a este 15 anos de benefício por pensão por morte. 6) Para os que têm idade a partir de 45 anos de idade anos a expectativa de sobrevida para estes é de 35 anos, caso este que concederá a pensão por morte vitalícia ao cônjuge. MP 664/2014 Art º Reverterá em favor dos demais a parte daquele cujo direito à pensão cessar, mas sem o acréscimo da correspondente cota individual de dez por cento. 2º... III - para o pensionista inválido pela cessação da invalidez e para o pensionista com deficiência mental, pelo levantamento da interdição; e IV - pelo decurso do prazo de recebimento de pensão pelo cônjuge, companheiro ou companheira, nos termos do 5º... 5º O tempo de duração da pensão por morte devida ao cônjuge, companheiro ou companheira, inclusive na hipótese de que trata o 2º do art. 76, será calculado de acordo com sua expectativa de sobrevida no momento do óbito do instituidor segurado, conforme tabela abaixo: Expectativa de sobrevida à idade x do cônjuge, companheiro ou companheira, em anos (E(x)) Duração do benefício de pensão por morte (em anos) 7

8 55 < E(x) 3 50 < E(x) < E(x) < E(x) < E(x) E(x) 35 vitalícia 6º Para efeito do disposto no 5º, a expectativa de sobrevida será obtida a partir da Tábua Completa de Mortalidade - ambos os sexos - construída pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, vigente no momento do óbito do segurado instituidor. 7º O cônjuge, o companheiro ou a companheira considerado incapaz e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade remunerada que lhe garanta subsistência, mediante exame médico-pericial a cargo do INSS, por acidente ou doença ocorrido entre o casamento ou início da união estável e a cessação do pagamento do benefício, terá direito à pensão por morte vitalícia, observado o disposto no art. 101." (NR). Vigência Art. 5º Esta Medida Provisória entra em vigor: III - no primeiro dia do terceiro mês subseqüente à data de publicação desta Medida Provisória quanto aos demais dispositivos. Data da publicação, Brasília, 30 de dezembro de Auxílio Doença Alterada Média para Pagamento do Benefício de Auxílio Doença A MP 664/2014 incluiu o "Art na Lei 8.213/1991 do qual determina que o auxílio-doença não poderá exceder a média aritmética simples dos últimos doze salários-de-contribuição, inclusive no caso de remuneração variável, ou, se não alcançado o número de doze, a média aritmética simples dos salários-decontribuição existentes." (NR) MP 665/2014 "Art O auxílio-doença não poderá exceder a média aritmética simples dos últimos doze salários-de-contribuição, inclusive no caso de remuneração variável, ou, se não alcançado o número de doze, a média aritmética simples dos salários-decontribuição existentes." (NR) 8

9 Atestados Médicos Alteração do Prazo de Pagamento de Atestados Médicos Sobre Responsabilidade das Empresas Os dias de atestados médicos pago pela empresa passa a ser de 30 dias e não mais somente os primeiros 15 dias. MP 665/2014 "Art º... a) ao segurado empregado, a partir do trigésimo primeiro dia do afastamento da atividade ou a partir da data de entrada do requerimento, se entre o afastamento e a data de entrada do requerimento decorrerem mais de quarenta e cinco dias;... 2º Durante os primeiros trinta dias de afastamento da atividade por motivo de invalidez, caberá à empresa pagar ao segurado empregado o seu salário integral." (NR) "Art. 60. O auxílio-doença será devido ao segurado que ficar incapacitado para seu trabalho ou sua atividade habitual, desde que cumprido, quando for o caso, o período de carência exigido nesta Lei: I - ao segurado empregado, a partir do trigésimo primeiro dia do afastamento da atividade ou a partir da data de entrada do requerimento, se entre o afastamento e a data de entrada do requerimento decorrerem mais de quarenta e cinco dias; e II - aos demais segurados, a partir do início da incapacidade ou da data de entrada do requerimento, se entre essas datas decorrerem mais de trinta dias º Durante os primeiros trinta dias consecutivos ao do afastamento da atividade por motivo de doença ou de acidente de trabalho ou de qualquer natureza, caberá à empresa pagar ao segurado empregado o seu salário integral. 4º A empresa que dispuser de serviço médico, próprio ou em convênio, terá a seu cargo o exame médico e o abono das faltas correspondentes ao período referido no 3º e somente deverá encaminhar o segurado à perícia médica da Previdência Social quando a incapacidade ultrapassar trinta dias. 5º O INSS a seu critério e sob sua supervisão, poderá, na forma do regulamento, realizar perícias médicas: I - por convênio ou acordo de cooperação técnica com empresas; e 9

10 II - por termo de cooperação técnica firmado com órgãos e entidades públicos, especialmente onde não houver serviço de perícia médica do INSS. 6º Não será devido auxílio-doença ao segurado que se filiar ao Regime Geral de Previdência Social já portador da doença ou da lesão invocada como causa para o benefício, salvo quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão." (NR) Vigência Art. 5º Esta Medida Provisória entra em vigor: I - na data de sua publicação para os seguintes dispositivos: a) 5º e 6º do art. 60 e 1º do art. 74 da Lei nº 8.213, de 1991; e Seguro Desemprego Novas Regras da MP 665/2014. Novos prazos para a Concessão das Parcelas de Seguro Desemprego a) a pelo menos dezoito meses nos últimos vinte e quatro meses imediatamente anteriores à data da dispensa, quando da primeira solicitação; b) a pelo menos doze meses nos últimos dezesseis meses imediatamente anteriores à data da dispensa, quando da segunda solicitação; e c) a cada um dos seis meses imediatamente anteriores à data da dispensa quando das demais solicitações Número de Parcelas do Seguro Desemprego Será concedido por um período máximo variável de três a cinco meses, de forma contínua ou alternada, a cada período aquisitivo, cuja duração, a partir da terceira solicitação, será definida pelo Codefat. Relação entre o número de parcelas mensais do benefício do seguro desemprego A determinação do de no máximo de cinco parcelas entre o número de parcelas mensais do benefício do seguro-desemprego e o tempo de serviço do trabalhador nos trinta e seis meses que antecederem a data de dispensa que originou o requerimento do seguro-desemprego, vedado o cômputo de vínculos empregatícios utilizados em períodos aquisitivos anteriores: I - para a primeira solicitação: a) quatro parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo dezoito e no máximo vinte e três meses, no período de referência; ou 10

11 b) cinco parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo vinte e quatro meses, no período de referência; II - para a segunda solicitação: a) quatro parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo doze meses e no máximo vinte e três meses, no período de referência; ou b) cinco parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo vinte e quatro meses, no período de referência; e III - a partir da terceira solicitação: a) três parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo seis meses e no máximo onze meses, no período de referência; b) quatro parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo doze meses e no máximo vinte e três meses, no período de referência; ou c) cinco parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo vinte e quatro meses, no período de referência. O período máximo de parcelas poderá excepcionalmente prolongado por até dois meses, para grupos específicos de segurados. MP 665/2014 "Art. 3º... I - ter recebido salários de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, relativos: a) a pelo menos dezoito meses nos últimos vinte e quatro meses imediatamente anteriores à data da dispensa, quando da primeira solicitação; b) a pelo menos doze meses nos últimos dezesseis meses imediatamente anteriores à data da dispensa, quando da segunda solicitação; e c) a cada um dos seis meses imediatamente anteriores à data da dispensa quando das demais solicitações;..."(nr) "Art. 4 O benefício do seguro-desemprego será concedido ao trabalhador desempregado por um período máximo variável de três a cinco meses, de forma contínua ou alternada, a cada período aquisitivo, cuja duração, a partir da terceira solicitação, será definida pelo Codefat. 11

12 1º O benefício do seguro-desemprego poderá ser retomado a cada novo período aquisitivo, satisfeitas as condições arroladas nos incisos I, III, IV e V do caput do art. 3o. 2º A determinação do período máximo mencionado no caput observará a seguinte relação entre o número de parcelas mensais do benefício do seguro-desemprego e o tempo de serviço do trabalhador nos trinta e seis meses que antecederem a data de dispensa que originou o requerimento do seguro-desemprego, vedado o cômputo de vínculos empregatícios utilizados em períodos aquisitivos anteriores: I - para a primeira solicitação: a) quatro parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo dezoito e no máximo vinte e três meses, no período de referência; ou b) cinco parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo vinte e quatro meses, no período de referência; II - para a segunda solicitação: a) quatro parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo doze meses e no máximo vinte e três meses, no período de referência; ou b) cinco parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo vinte e quatro meses, no período de referência; e III - a partir da terceira solicitação: a) três parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo seis meses e no máximo onze meses, no período de referência; b) quatro parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo doze meses e no máximo vinte e três meses, no período de referência; ou c) cinco parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo vinte e quatro meses, no período de referência. 3 A fração igual ou superior a quinze dias de trabalho será havida como mês integral para os efeitos do 2o. 4 O período máximo de que trata o caput poderá ser excepcionalmente prolongado por até dois meses, para grupos específicos de segurados, a critério do Codefat, desde que o gasto adicional representado por este prolongamento não ultrapasse, em cada 12

13 semestre, dez por cento do montante da Reserva Mínima de Liquidez de que trata o 2o do art. 9o da Lei no 8.019, de 11 de abril de Na hipótese de prolongamento do período máximo de percepção do benefício do seguro-desemprego, o Codefat observará, entre outras variáveis, a evolução geográfica e setorial das taxas de desemprego no País e o tempo médio de desemprego de grupos específicos de trabalhadores." (NR) Revogado Pela MP 665/2014 O artigo 4º inciso II da MP 665/2014 revogou os seguintes artigos da Lei nº 7.998/1990 (...) Art. 2o-B. Em caráter excepcional e pelo prazo de seis meses, os trabalhadores que estejam em situação de desemprego involuntário pelo período compreendido entre doze e dezoito meses, ininterruptos, e que já tenham sido beneficiados com o recebimento do Seguro-Desemprego, farão jus a três parcelas do benefício, correspondente cada uma a R$ 100,00 (cem reais). (Incluído pela Medida Provisória nº , de 2001). Artigo 3º inciso II da Lei nº 7.998/1990 (...) II - ter sido empregado de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada ou ter exercido atividade legalmente reconhecida como autônoma, durante pelo menos 15 (quinze) meses nos últimos 24 (vinte e quatro) meses;(vide Lei 8.845, de 1994) (Revogado pela Medida Provisória nº 665, de 2014) Abono Salarial Novas Regras da MP 665/2014 Valores pagos de Abono Salarial Será pago de abono salarial o valor de no máximo um salário mínimo vigente na data do respectivo pagamento. Requisitos para Concessão do Abono Salarial Tenham percebido, de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social - PIS ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público - Pasep, até dois salários mínimos médios de remuneração mensal no período trabalhado e que tenham exercido atividade remunerada ininterrupta por pelo menos cento e oitenta dias no ano-base; e MP 665/2014 (...) 13

14 É assegurado o recebimento de abono salarial anual, no valor máximo de um salário mínimo vigente na data do respectivo pagamento, aos empregados que: I - tenham percebido, de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social - PIS ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público - Pasep, até dois salários mínimos médios de remuneração mensal no período trabalhado e que tenham exercido atividade remunerada ininterrupta por pelo menos cento e oitenta dias no ano-base; e... 1º No caso de beneficiários integrantes do Fundo de Participação PIS-Pasep, serão computados no valor do abono salarial os rendimentos proporcionados pelas respectivas contas individuais. 2º O valor do abono salarial anual de que trata o caput será calculado proporcionalmente ao número de meses trabalhados ao longo do ano-base." (NR) "Art. 9 -A. O abono será pago pelo Banco do Brasil S.A. e pela Caixa Econômica Federal mediante: I - depósito em nome do trabalhador; II - saque em espécie; ou III - folha de salários. 1º Ao Banco do Brasil S.A. caberá o pagamento aos servidores e empregados dos contribuintes mencionados no art.14 do Decreto-Lei nº 2.052, de 3 de agosto de 1983, e à Caixa Econômica Federal, aos empregados dos contribuintes a que se refere o art. 15 do mesmo Decreto-Lei. 2º As instituições financeiras pagadoras manterão em seu poder, à disposição das autoridades fazendárias, por processo que possibilite a sua imediata recuperação, os comprovantes de pagamentos efetuados." (NR) Novas Regras do MTE para Formulário Seguro-Desemprego Torna obrigatório aos empregadores o uso do aplicativo Empregador Web no Portal Mais Emprego para preenchimento de requerimento de Seguro-Desemprego (RSD) e de Comunicação de Dispensa (CD) ao Ministério do Trabalho e Emprego. Considerando a modernização da gestão pública na adoção de procedimentos que se traduzem em agilização, segurança da informação e controle para o Seguro- Desemprego, Estabelecer a obrigatoriedade do uso do aplicativo Empregador Web no Portal Mais Emprego para o preenchimento de Requerimento de Seguro- Desemprego/Comunicação de Dispensa de trabalhadores dispensados involuntariamente de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada. 14

15 O uso do aplicativo Empregador Web no Portal Mais Emprego exige cadastro da Empresa. Para o preenchimento de Requerimento de Seguro-Desemprego/Comunicação de Dispensa no aplicativo Empregador Web do Portal Mais Emprego, é obrigatório o uso de certificado digital - padrão ICP-Brasil. O aplicativo Empregador Web possui funcionalidade que permite ao empregador a realização de cadastro e nomeação de procurador para representá-lo no preenchimento do Requerimento de Seguro-Desemprego/Comunicação de Dispensa. Quando empregador e procurador possuem certificado digital - padrão ICP-Brasil, a procuração poderá ser realizada no aplicativo Empregador Web, sem a necessidade de validação na rede de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego. Quando somente o procurador possui certificado digital - padrão ICP-Brasil, o empregador poderá efetuar cadastro e emissão de procuração no aplicativo Empregador Web, que deverá ser entregue nas superintendências regionais do Ministério do Trabalho e Emprego ou nas unidades conveniadas estaduais e municipais do Sistema Nacional de Emprego. A procuração de que trata o parágrafo 2º do artigo 2º desta Resolução deverá ter firma reconhecida em cartório e ser acompanhada da seguinte documentação: a) cópias de documento de identificação civil e de CPF do outorgado; b) cópias de documento de identificação civil e de CPF do outorgante; e, c) cópia do contrato social, do estatuto ou documento equivalente que comprove ser o outorgante o responsável legal da empresa. Fica estabelecido o prazo de validade de cinco anos para a procuração, que a critério do outorgante poderá ser cancelada a qualquer momento no Empregador Web - Portal Mais Emprego, ou mediante solicitação nas superintendências regionais do Ministério do Trabalho e Emprego ou nas unidades conveniadas estaduais e municipais do Sistema Nacional de Emprego. Compete ao empregador a entrega do Requerimento de Seguro- Desemprego/Comunicação de Dispensa para o trabalhador, impresso pelo Empregador Web no Portal Mais Emprego. Os empregadores terão acesso ao Empregador Web no Portal Mais Emprego no endereço eletrônico O uso do Empregador Web no Portal Mais Emprego permite o preenchimento do Requerimento de Seguro-Desemprego/Comunicação de Dispensa, de forma individual ou coletiva, mediante arquivo de dados, se respeitada a estrutura de leiaute definida pelo Ministério do Trabalho e Emprego disponível na página eletrônica 15

16 Os formulários Requerimento de Seguro-Desemprego/Comunicação de Dispensa (guias verde e marrom) impressos em gráficas serão aceitos na rede de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego até o dia 31 de março de A Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Fica revogada a Resolução CODEFAT nº 620, de 5 de novembro de Como cadastrar a empresa no Empregador WEB Os empregadores devem cadastrar um usuário e senha, no site há a opção com e sem certificado digital, ainda deve cadastrar o gestor com as informações da empresa e do responsável pelas informações. O Empregador Web pode ser acessado através do link abaixo: Clique na opção Enviar requerimento de seguro desemprego Se já tiver cadastrado o gestor clique em Opções de Acesso. Caso não tenha usuário e senha, vá em CADASTRAR GESTOR e siga as orientações Também é possível outorgar procuração para a contabilidade ou terceiros a partir dos acessos de cada empresa. Obs: Para cada login o precisa ser diferente, não da para ter dois logins e um mesmo . Fonte: MTE Acessando a opção COM Certificado Digital O usuário cadastrado, caso seja o responsável legal, terá perfil de Gestor, o que lhe permite ter acesso a todas as funcionalidades disponíveis do sistema, ainda que cadastre um procurador, comopode ser visto na tabela de permissões (Tabela 1). Fazendo uso do certificado digital para cadastram procuradores, as procurações tornam-se ativas após o cadastro, da mesma forma que podem ser por ele revogadas. Ao acionar o link, será solicitada a indicação do Certificado Digital que será utilizado, caso seja o primeiro acesso. Caso o acesso ao certificado já esteja configurado, a tela de Login (Figura 3) será exibida. Acessando a opção SEM Certificado Digital O usuário Gestor deverá cadastrar um procurador, o qual terá acesso parcial ao sistema. Após o cadastro da procuração, o procurador (ou o responsável pela 16

17 empresa) deve solicitar a ativação desta procuração junto aos postos de atendimento do MTE, quando, então, terá acesso às funcionalidades do sistema em relação à empresa outorgante. Figura 2: Tela inicial do Sistema SD - Empregador Web Figura 3: Tela de Login 17

18 RAIS 2015 Alterações no preenchimento da RAIS ano base A data de desligamento do empregado deve ser a mesma data de saída constante na Carteira de Trabalho (CTPS), que deve corresponder à data do término do aviso prévio, ainda que indenizado. No mês do desligamento do empregado, deve ser informada apenas a remuneração correspondente aos dias trabalhados. Demais valores pagos por ocasião da rescisão contratual, informar nos campos relativos às verbas pagas na rescisão contratual. A informação incorreta desse campo poderá prejudicar o trabalhador no recebimento do abono salarial, ficando o estabelecimento sujeito à multa prevista na Portaria nº 14 de , alterada pela Portaria nº 688, de , pela prestação de informações incorretas, conforme o item 11 Penalidades, página 14 deste manual. Manual da RAIS H.4) Aviso-prévio indenizado - Informar o valor em reais (com centavos), referente à rescisão por iniciativa do empregador. Esse valor não deve ser incluído nas remunerações mensais. A falta do aviso prévio por parte do empregador dá ao empregado o direito aos salários correspondentes ao prazo do aviso, inclusive aos dos dias de acréscimo previstos na Lei nº /2011, garantida sempre a integração desse período no seu tempo de serviço. A data de saída do empregado, relativa ao Contrato de Trabalho, é a do último dia da data projetada para o aviso contado com os referidos dias de acréscimo. O valor pago pelo total de dias deve ser informado no campo especifico "Aviso Prévio Indenizado", não podendo ser lançado no campo de remuneração mensal os dias de acréscimo, sob pena de o estabelecimento incorrer em multa. 18

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