Reserva Natural Marinha Local das Avencas

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1 Reserva Natural Marinha Local das Avencas 1.ª Sessão de Participação Pública 4 de Maio de 2012

2 Reserva Natural Marinha Local das Avencas para a criação da Reserva Natural Marinha Local das Avencas Público alvo: pescadores locais EQUIPA TÉCNICA: Ana Margarida Ferreira, Sara Faria e João Dinis ENTIDADES PRESENTES: _ ARH Tejo (Dra. Margarida Nunes) _ Capitania do Porto de Cascais (Capitão Dario Moreira) _ Departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Cascais (Dr. Nunes Carvalho) _ Junta de Freguesia da Parede (Dra. Odete Abrantes) _ Polícia Marítima (subchefe Vítor Grilo) _ Polícia Municipal (Agente Armando Pimentel) 2

3 Reserva Natural Marinha Local das Avencas Conteúdo 1. Introdução Programa Apresentação do projeto de criação da Reserva Sessão de perguntas ao painel Exercício de participação Propostas dos grupos de trabalho Intervenção das entidades convidadas Considerações finais Anexos Panfleto de divulgação das sessões de participação Lista de participantes Contributo do Sr. José Carlos Martins, enviado via e mail para a Agência Cascais Atlântico Parecer enviado pela APPSA sobre a Pesca Submarina Propostas da Comissão de Pesca Lúdica e Desportiva do Concelho de Cascais

4 Reserva Natural Marinhaa Local das Avencas 1. Introdução A Plataforma Intertidal das Avencas tem sido um local privilegiado ao longo dos anoss para estudos científicos, académicos e até mesmo por curiosos pelaa sua elevada biodiversidade, tanto a nível terrestre como a nível marinho. Desde 1998 que devidoo a essa mesma biodiversidade esta zona foi classificada c pelo Plano de Ordenamento da Orla Costeira Cidadela São Julião da Barra (POOC Cidadela S.. Julião) como Zona de Interesse Biofísico das Avencas (ZIBA). Apesar do seu estatuto de proteção, as plataformas rochosas intertidais das Avencas têm vindo a ser ameaçadas por vários fatores como a poluição, flutuações nos fatores bióticos e abióticos, o constante pisoteio e a pesca ilegal. Nestee sentido, a Câmara Municipal de Cascais propõe a elevação desta zona a Reserva Natural Marinha Local das Avencas (RNMLA), abrindo um período de Consulta Pública de 270 dias. A primeira sessão de Participação Pública para a criação da RNMLA realizou se no dia 4 de Maio de 2012, no Centro de Interpretação Ambiental da Pedra doo Sal e contou com a presença de 32 participantes, entre eles representantes da Associação Portuguesa de Pesca Submarina e Apneia (APPSA), da Comissãoo de Pesca Lúdica e Desportiva do Concelho C de Cascais (CPLDCC), da Associação de Profissionais da Pesca de Cascais (APPC) e da Associação Nacional de Pescadores Lúdicos e Desportivos (ANPLED). Esta sessão teve como público alvo pescadores lúdicos, profissionais e praticantes de Pesca Submarina que utilizam a zona das Avencas na sua atividade. O objetivo o desta primeira sessão s de participação foi o de recolher contributos e propostas destes atores chave para a proposta de criação da RNMLA, beneficiando assim dos seus conhecimentos nesta área. 4

5 Reserva Natural Marinha Local das Avencas 2. Programa 18h00 Acreditação Registo dos participantes Consulta do estudo base para a criação da RNMLA 18h20 Início da Sessão de Participação Pública Moderação: Agenda Cascais 21 Agência Cascais Atlântico Apresentação do Projeto de criação da Reserva Natural Marinha Local das Avencas 19h00 Sessão de perguntas ao painel 19h30 Ação de Participação Moderação da Agenda Cascais 21. Os participantes são convidados a formar grupos, nomeando um porta voz. Exercício de participação centrado na procura de soluções relacionadas com a criação da RNMLA, as actividades desenvolvidas e o papel dos participantes na sua dinamização/preservação (30 minutos) No final do exercício, o porta voz de cada grupo apresenta as suas propostas à plateia 19h40 Sessão de Encerramento Moderação pela Agenda Cascais 21 Intervenção dos representantes das entidades convidadas Fecho da sessão 5

6 Reserva Natural Marinhaa Local das Avencas 3. Apresentação do projeto de criação da Reserva O projeto de criação da Reserva Natural Marinha Local das Avencas esteve disponível para consulta durante toda a sessão de participação, desde a chegadaa dos participantes. O projeto foi depois apresentado aos participantes pela Dra. Ana Margarida Ferreira, da Agência Cascais Atlântico. Segue se da RNMLA: um resumo dos principais pontos do projeto e das propostas de ação para a área Classificação, em 1998,, da Zona de Interessee Biofísico das d Avencas, pelo Plano de Ordenamento da Orla Costeira Cidadela São Julião da Barra; Publicação do Decreto Lei nº 142/2008, que possibilitou às autarquias a criação de Áreas Protegidas de Âmbito Local; Apresentação de exemplos de outrass áreas marinha protegidas; Existência de uma elevada biodiversidade e património natural na zona, que leva à sua necessidade de conservação; Causas da diminuição de biodiversidade ao longo dos anos (pesca e apanha de bivalves, pesca submarina, pisoteio, perturbações durante a época de reprodução); Proposta de limites da RNMLA e justificação destes limites (integração das áreas de interesse especial na zona da Reserva). FIGURA 1 PROPOSTA DE LIMITES DAA RESERVA NATURAL MARINHA LOCAL DAS AVENCAS 6

7 Reserva Natural Marinhaa Local das Avencas PROPOSTAS DE AÇÃO: A Sinalização em terra e em mar dos limites da Reserva Reforço de fiscalização Monitorização da fauna e flora Certificação Ambiental pela ISO Delimitação de trilhos de visitação e colocação dee sinalética Controlo e erradicação dee espécies invasoras Promoção do desenvolvimento da vegetação natural característica Percursos e painéis interpretativos Ações de conservação e recuperação das áreas dee intervençãoo especial Visitas guiadas à plataforma intertidal Touch tank e Miradouro Virtual Infografia no túnel das Avencas Painéis informativos nos acessos à ZIBA Painéis interpretativos dos valores naturais nos trilhos de visitação FIGURA 2 APRESENTAÇÃO DO PROJETO 7

8 Reserva Natural Marinhaa Local das Avencas 4. Sessão de perguntas ao painel À apresentação por parte da Agência Cascais Atlântico seguiu se uma sessão de perguntas dirigidas ao painel, constituído por: Agência Cascais Atlântico (Dra. Ana Margaridaa Ferreira) ARH Tejo (Dra. Margarida Nunes) ) Capitaniaa do Porto de Cascais (Capitão Dario Moreira) Departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Cascais (Dr. Nunes Carvalho) Junta de Freguesia da Parede (Dra. Odete Abrantes) Polícia Marítima (Subchefe Vítor Grilo) Polícia Municipal (Agente Armando Pimentel) FIGURA 3 REPRESENTANTES DAS ENTIDADES CONVIDADAS Seguem se as questões/comentários dos participantes: A Comissão de Pesca Lúdica de Cascais participou na sessão de esclarecimentos sobre a Zona de Interesse Biofísico das Avencas, que teve lugar a 5 dee Março de Recolheu 530 assinaturas de pescadores que se opunhamm à proposta apresentada, não obtendo qualquer resposta por parte das entidades responsáveis (Câmara Municipal de Cascais e INAG). Esta Comissão facultouu à Agência Cascais Atlântico o relatório enviado em 2004, para avaliação das propostas nele contidas; 8

9 Reserva Natural Marinha Local das Avencas Os pescadores poderão dar o seu contributo na sensibilização da população; A pesca à linha deveria ser permitida em toda a área da Reserva, uma vez que é uma arte de pesca seletiva; Veraneantes se os pescadores estão interditos na Reserva, os veraneantes também deveriam estar porque causam um impacto maior que os pescadores; Focos de Luz ao longo do paredão a intensidade luminosa e direção dos focos deveriam ser ajustadas uma vez que prejudicam a biodiversidade marinha; Bar das Avencas o bar está aberto até às 2 da manhã e provoca ruído que afeta a biodiversidade marinha; Pontão da Bafureira a falta deste pontão influencia a natural reposição de areias na praia da Bafureira e Avencas, o que provoca açoreamento da plataforma rochosa, impedindo a colonização pelas espécies naturais; A Associação Portuguesa de Pesca Submarina e Apneia (APPSA) mostrou se disponível para ser um parceiro de discussão no processo de criação da Reserva, disponibilizando estudos sobre o impacto da Pesca Submarina no ecossistema; Pescadores submarinos a interdição à pesca foi estabelecida em Qual o impacte que essa medida teve no ecossistema desde essa altura? Devido às condições climatéricas, a zona das Avencas é a mais abrigada do Concelho e a que permite mais dias de pesca ao longo do ano. Com o atual contexto socioeconómico do país, a interdição da pesca nesta zona é uma falta de bom senso por parte das autoridades; Os pescadores são agentes de informação às autoridades somos os primeiros a identificar os problemas e a comunica los às autoridades ; Esgoto junto ao bar Sargo foi referida a existência de um esgoto junto ao bar Sargo na praia da Parede, que desagua diretamente no mar; Fenómeno contínuo de açoreamento das plataformas rochosas e desaparecimento da alga Laminaria sp. na origem do empobrecimento do fundo, desde há 15 anos para cá; Deveriam ser implementadas regras para quem deita lixo ao mar criação de um regulamento municipal neste sentido. 9

10 Reserva Natural Marinhaa Local das Avencas 5. Exercício de participação Após a sessão de perguntas/ /comentárioss os participantes foramm convidadoss a formar grupos de trabalho para elaborarem propostas no âmbito da criação da RNMLA. R Foi solicitado aos 4 grupos formados que expressassem a sua opinião relativamente aos seguintes temas: Elementos positivos e negativos da constituição da RNMLA Ideias para concretizar os objetivos da Reserva De que forma podem os pescadores colaborar na preservação da biodiversidade da Reserva? Os participantes tiveram cerca de 30 minutos para organizarem as suas ideiass e preencherem a ficha de participação. FIGURA 4 TRABALHO EMM GRUPOS PARAA CRIAÇÃO DASS PROPOSTAS 10

11 6. Propostas dos grupos de trabalho Reserva Natural Marinha Local das Avencas Cada grupo elegeu um porta voz que apresentou as propostas do grupo à restante audiência. De seguida apresentam se as conclusões de cada um dos grupos de trabalho: 1. Elementos Positivos da constituição da Reserva PORTA VOZ DO GRUPO QUINTINO AGUIAR JOSÉ CARLOS MARTINS JOSÉ DE SOUSA ALEXANDRE REIS RESPOSTAS Vontade de fazer e proteger O conceito A preservação do meio ambiente Preservação Ambiental Preservação do Ecossistema Alimentação do ecossistema vizinho 2. Elementos Negativos da constituição da Reserva PORTA VOZ DO GRUPO QUINTINO AGUIAR JOSÉ CARLOS MARTINS RESPOSTAS Luz da iluminação com demasiada potência Som da discoteca a refletir fortemente na água e rochas Pontão a Este da praia da Bafureira destruído, não efetuando retenção das areias Águas pluviais vindas da marginal com óleos, etc. Reposição de areias nas praias inadequadas ao ambiente local (matam a pulga existente) e desinfeções sem estudos Alargamento do período balnear e ignorância dos veraneantes nas questões em causa Esgotos domésticos de Inverno continuam a existir Agentes poluentes vindos do Tejo Se não for interdita também a banhistas A batimétrica dos 15m é excessiva, atendendo que embarcações classe 5 não têm rádio e são obrigadas a afastar se demasiado da costa (entendemos que os 10m seriam mais razoáveis em termos de segurança) Com o aumento da reserva ficamos com cerca de 60% de interdição, restando as praias de Carcavelos e parte da da Parede e no verão não se pode pescar nas praias, passando a 100% de interdição 1. 1 Estas percentagens serão referentes apenas à área compreendida entre Carcavelos e Cascais e não à totalidade do Concelho. 11

12 Reserva Natural Marinha Local das Avencas JOSÉ DE SOUSA Diminuição da atividade económica que gira em torno das atividades náuticas: pesca à linha, pesca submarina, náutica de recreio Impacto sobre a qualidade de vida dos praticantes de pesca lúdica e pesca submarina ALEXANDRE REIS O alargamento da Reserva vai afetar gravemente a atividade profissional dos apanhadores de espécies marinhas praticado em apneia. É uma profissão que: Depende diretamente das condições atmosféricas É praticada apenas num número reduzido de dias por ano (os mesmos que os praticantes de pesca submarina lúdica) A maior parte das vezes é exercida dentro da orla costeira, no troço Cidadela Cascais/São Julião da Barra. (As restantes zonas do concelho) por motivos naturais/climatéricos não reúnem as condições de segurança para exercer a atividade 3. Indique algumas ideias para ajudar a concretizar os objetivos da Reserva: PORTA VOZ DO GRUPO QUINTINO AGUIAR JOSÉ CARLOS MARTINS JOSÉ DE SOUSA ALEXANDRE REIS RESPOSTAS Alteração dos focos de luz Reconstrução do pontão Este da praia da Bafureira Evitar o escoamento das águas da marginal Não efetuar reposições artificiais de areia Interditar aos veraneantes Fiscalizar no Inverno as descargas de esgotos domésticos Baixar barulho da discoteca Ter em consideração a participação dos pescadores da atividade lúdica Não alargar a área Alterar a BRUTAL iluminação das praias Reconstrução do pontão das Avencas Esgotos nas praias (Parede) Diálogo com a comunidade, numa perspetiva pedagógica, consciencializando a para a necessidade de existência de uma zona de proteção, devidamente fundamentada. A comunidade não compreenderá que, uma vez mais, seja ela a mais penalizada com a existência de uma reserva e menos ainda compreenderá o seu alargamento A comunidade e a APPSA só aceitarão o alargamento da reserva se aí puder pescar, ainda que de forma condicionada (o exemplo do que sucede no Litoral Alentejano e Costa Vicentina) 12

13 Reserva Natural Marinha Local das Avencas 4. De que forma podem os pescadores colaborar na preservação da biodiversidade da Reserva? PORTA VOZ DO GRUPO QUINTINO AGUIAR JOSÉ CARLOS MARTINS JOSÉ DE SOUSA ALEXANDRE REIS RESPOSTAS Sendo ouvidos e considerados Autorizando a pesca lúdica na zona Os pescadores já preservam, quando retiram lixo Já preservam quando apenas se dedicam à apanha de peixe de escama que não vai ter efeito nas algas Tomando parte em ações de limpeza do fundo e respeitando os constrangimentos impostos pela regulação em matéria de limites de pescado, bem como abstendo se de capturar espécies protegidas e/ou em vias de extinção A APPSA e a comunidade de pescadores submarinos voluntariam se desde já para uma futura monitorização do fundo, seja natural, seja composta de recifes artificiais, prestando os elementos necessários para a compreensão da evolução do ecossistema FIGURA 5 APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS DE CADA GRUPO DE TRABALHO 13

14 7. Intervenção das entidades convidadas Reserva Natural Marinha Local das Avencas No final da apresentação das propostas por cada um dos grupos, as entidades presentes foram convidadas a pronunciar se sobre a criação da Reserva. A Dra. Ana margarida Nunes, representante da ARH Tejo, referiu a publicação dos Perfis de Água Balnear, que poderão ser consultados em depraia e cujo objetivo é fornecer aos cidadãos e às demais autoridades informação acerca das características físicas, geográficas e hidrológicas das águas balneares, bem como das possíveis fontes de poluição que possam afetar a qualidade da água. Relativamente às questões levantadas no que concerne à qualidade das águas do Tejo, referiu que todas as ETAR s estão a funcionar e que a qualidade destas águas tem vindo a melhorar. O subchefe Vítor Grilo, representante da Polícia Marítima de Cascais reforçou que, para defender o interesse de todos o ideal seria que a criação da Reserva Natural não impusesse interdições totais e que se conseguisse chegar a um entendimento no que respeita aos condicionalismos à pesca no local. O comandante da Capitania do Porto de Cascais, Dario Moreira, referiu uma maior responsabilização do pescador não cumpridor (pescadores sem licença, que utilizam artes de pesca e áreas de pesca proibidas) em prol do pescador cumpridor. Referiu ainda a importância da existência de reservas, que servem como santuários de vida selvagem, que servem ainda para repovoar as áreas adjacentes. Por parte a Polícia Municipal de Cascais, esteve presente o agente Armando Pimentel, Coordenador do Sector Ambiente e Território, que deu resposta a algumas das preocupações dos pescadores. Relativamente à existência de esgotos não tratados, informou que os mesmos estão a ser avaliados, avaliação essa necessária para a tomada de decisões conscientes. Reforçou ainda a ideia de que é fundamental haver civismo e que as pessoas têm de ser responsabilizadas quando não cumprem o que está estipulado por lei. A sessão encerrou com a participação do Sr. Diretor Municipal de Ambiente da Câmara Municipal de Cascais, Dr. Nunes Carvalho, que realçou a importância dos pescadores no processo de criação da Reserva Natural, nomeadamente na partilha de conhecimento sobre a área e sobre a atividade piscatória. Informou ainda os participantes acerca do período de discussão pública de 270 dias, durante os quais todas as partes interessadas no processo serão ouvidas. 14

15 Reserva Natural Marinha Local das Avencas 8. Considerações finais A sessão de Participação Pública decorreu com um envolvimento intenso e ativo dos participantes, que trabalharam entusiasticamente e levantaram questões bastante pertinentes. O seu conhecimento foi, sem dúvida, um contributo essencial para a criação da Reserva Natural e para futuras intervenções na área. As propostas dos grupos de trabalho serão avaliadas por técnicos da Câmara Municipal de Cascais (CMC) das áreas respetivas, de forma a dar seguimento a cada uma das questões apresentadas. As intervenções futuras resultantes de propostas apresentadas nesta sessão serão comunicadas aos porta vozes dos grupos de trabalho, para que tomem conhecimento das mesmas. O presente relatório será enviado às entidades presentes na sessão, que colaborarão com a CMC na concretização dos objetivos da Reserva. O relatório ficará ainda disponível para consulta e/ou download nos seguintes locais: site da Câmara Municipal de Cascais Junta de Freguesia da Parede Associação dos Profissionais da Pesca de Cascais Associação de Armadores e Pescadores de Cascais Associação Portuguesa de Pesca Submarina e Apneia Comissão de Pesca Lúdica e Desportiva do Concelho de Cascais Associação Nacional de Pescadores Lúdicos e Desportivos Todos os participantes serão contactados para que tomem conhecimento dos locais de consulta do presente relatório. No âmbito do período de consulta pública para a criação da RNMLA, serão ainda ouvidos outros stakeholders em sessões de Participação Pública direcionadas a públicos específicos. No dia 7 de Setembro de 2012 decorrerá a segunda sessão, dirigida a veraneantes, moradores e desportistas, após realização de inquéritos nas praias durante a ápoca balnear. No dia 12 de Outubro terá lugar a sessão de encerramento, que juntará todos os intervenientes nas sessões anteriores, para uma discussão alargada das propostas apresentadas. 15

16 Reserva Natural Marinha Local das Avencas 9. Anexos 9.1. Panfleto de divulgação das sessões de participação 16

17 Reserva Natural Marinha Local das Avencas 9.2. Lista de participantes NOME ACTIVIDADE Carlos Gabriel Quintino Aguiar José Francisco Aguiar Cláudio Fernandes Vítor Filipe Miguel Correia Alexandre Reis António Carvalho Rui Madeira Pedro Melo José de Sousa Armando Maçanita Ana Pego Vítor Carranquinha Álvaro Correia Jorge Filipe Aguiar Orlando Diogo João Miguel Costa Arnaldo Armador Carlos Carvalho José António Carinha Ruben Sousa José Carlos Martins Carlos Fataça Gonçalo Copeto Nuno Barbosa Gonçalo Mendão Luis Franco Carlos Barateiro Fernando Pires Nuno Xavier Artur Gonçalves Pescador profissional Presidente da CPLDCC Pescador Pescador Pescador Pescador Pescador profissional Presidente da APPC Pescador lúdico Pescador submarino e lúdico Presidente da APPSA Pescador Submarino Moradora na Parede Pescador/ comerciante Pescador/ comerciante Pescador lúdico Pescador lúdico Dirigente da ANPLED Administrativo Vigilante Pescador Mariscador Pescador lúdico Pescador lúdico Pescador Submarino Pescador Submarino Pescador Submarino Pescador Submarino Mariscador Tratador Pescador submarino e lúdico Pescador lúdico 17

18 Reserva Natural Marinha Local das Avencas 9.3. Contributo do Sr. José Carlos Martins, enviado via e mail para a Agência Cascais Atlântico 18

19 Reserva Natural Marinha Local das Avencas 9.4. Parecer enviado pela APPSA sobre a Pesca Submarina CONTRIBUIÇÃO PARA A REGULAMENTAÇÃO DA CAPTURA DE MEROS, EPINEPHELUS MARGINATUS (LOWE, 1834) EM PESCA SUBMARINA NA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA I. Preâmbulo: 1. Sou Professor da Universidade dos Açores e Investigador do IMAR Instituto do Mar; 2. Doutorei me em Biologia/Ecologia Animal; 3. Fiz as minhas provas de Agregação em Etologia e Ética na Produção Animal; 4. Tenho 45 anos e resido em Angra do Heroísmo desde 1984 para onde vim estudar e onde me licenciei em Engenharia Zootécnica; II. Contextualização: No já longínquo ano de 1995 defendi as minhas Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica com uma tese intitulada Aspectos do Comportamento e da Reprodução do Mero Epinephelus marginatus (Lowe, 1834) nos Açores. Foi o primeiro trabalho jamais feito sobre a ecologia desta espécie de mero fora do Mediterrâneo. Desde então autorei ou co autorei os únicos trabalhos científicos publicados especificamente sobre populações Atlânticas desta emblemática espécie, a saber: 1. Barreiros, J. P Inversão sexual em Epinephelus marginatus (Lowe, 1834) (Pisces: Serranidae, Epinephelinae) nos Açores. Revista Portuguesa de Zootecnia, 5 (1): Barreiros, J. P. & R. S. Santos Notes on the food habits and predatory behaviour of the dusky grouper, Epinephelus marginatus (Lowe, 1834) (Pisces: Serranidae) in the Azores. Arquipélago. Life and Marine Sciences, 16A: Bertoncini, A. B., L. F. Machado, M. Hostim Silva & J. P. Barreiros Reproductive biology of the dusky grouper Epinephelus marginatus (Lowe, 1834) (Perciformes: Serranidae, Epinephelinae) in Santa Catarina, Brazil. Brazilian Archives of Biology and Technology, 46(3): Machado, L., A. Bertoncini, M. Hostim Silva & J. P. Barreiros Habitat use by the juvenile dusky grouper Epinephelus marginatus and its relative abundance, in Santa Catarina, Brazil. Aqua Journal of Ichthyology and Aquatic Biology, 6(4):

20 Reserva Natural Marinha Local das Avencas 5. Gerhardinger, L., R. Samagaia, M. Hostim Silva & J. P. Barreiros A following association between juvenile Epinephelus marginatus (Lowe, 1834) and Myrichthys ocellatus (Lesueur, 1825). Cybium, International Journal of Ichthyology, 30(1): Machado, L. F., F. A. M. L. Daros, A. A. Bertoncini, M. Hostim Silva & J. P. Barreiros Feeding ecology and trophic ontogeny in Epinephelus marginatus (Perciformes: Serranidae) from South Brazil. Cybium International Journal of Ichthyology 32(1): Machado, L. F. & J. P. Barreiros A previously undescribed following association between juvenile Epinephelus marginatus and Octopus vulgaris. Cybium International Journal of Ichthyology 32(2): Isto para além da orientação de Teses de Mestrado e de Doutoramento visando, directa ou indirectamente, os meros bem como dezenas de artigos de divulgação científica em muitos órgãos de comunicação social de Portugal e de outros países e outras tantas participações activas em congressos e reuniões científicas internacionais algumas especificamente sobre o mero, como é o caso do Groupe d Études du Mérou, cujo último simpósio teve lugar em Nice em Maio de Os dados acima apresentado servem informar a quem de direito dados pertinentes sobre o meu conhecimento das populações Atlânticas da espécie em causa (o meu Curriculum Vitae pode ser consultado no site da FCT Chave Pública: J004514ZK4E0). III. Discussão e Conclusões Desde 1986 que tenho vindo a lutar contra o impressionante atentado ao bom senso e à inteligência subjacente ao Decreto Legislativo Regional nº5/85/a de 8 de Maio que afirma, no ponto 2 do seu artigo 4º, o seguinte: o número de exemplares de qualquer espécie piscícola a colher pelo amador na caça submarina (não existe em Portugal Caça Submarina Profissional) é limitado a cinco exemplares/homem/dia... 2 e, no ponto 3 do mesmo artigo 4º, o seguinte: é proibida na caça submarina a captura de Meros, quer por amadores quer por profissionais, quais profissionais? Que eu saiba não existe caça submarina profissional! Note se que este Decreto entrou em vigor 10 anos antes de ter surgido o tal 1º trabalho científico que acima refiro, ou seja, não tem por base nenhuma sustentação científica. E surgiu porquê? Por isto: Um colega meu propôs, ao Governo Regional dos Açores da altura, essa proibição porque uns amigos da então Directora Regional das Pescas, 2 Na recente Lei da Pesca Lúdica, aprovada em 2007 e em vigor na Região Autónoma dos Açores, este número passou para 10 mas inclui polvos! 20

21 Reserva Natural Marinha Local das Avencas mergulhadores recreativos de escafandro, assomaram da água, escandalizados, pois um caçador submarino teria morto um mero que eles assumiam ter domesticado. Clarifiquemos este aspecto: a) Domesticar significa manter animais durante sucessivas gerações na presença de humanos (os cães p.ex. terão começado a ser domesticados, a partir de lobos, há cerca de anos) diminuindo, ou anulando, a apreciação ambiental i.e. os factores de selecção natural pelo que, assim sendo, não se domesticam meros; b) Um grupo de leões, em cativeiro, pode ser domado o que é bem diferente mas não passam, por isso, a ser considerados uma espécie doméstica; c) Um mero que vem comer à mão de um mergulhador não está nem domesticado nem domado mas sim condicionado por um estímulo, neste caso por uma recompensa; d) Os meros, ao que tudo indica, têm hábitos residenciais e, portanto, não é difícil habituá los, condicionando os, a um elevado grau de sedentarismo para os contemplar, fotografar e/ou filmar, nomeadamente a virem comer à mão de um mergulhador; e) Faz se isto facilmente com muitas outras espécies de peixes: tubarões, ratões, barracudas, congros, moreias, etc. Nos Açores, tal como na Madeira, os meros nunca estiveram nem daí se aproximaram em perigo de extinção. Aliás, se assim fosse, não seria nunca a Caça Submarina a colocar as populações nesse estado. Acontece que os meros têm uma distribuição vertical que se estende desde a superfície até mais de 200 m de profundidade. O número de pescadores submarinos capaz de descer aos 40 m e de lá trazer um mero é ínfima. Assim, e uma vez que não existe nenhuma restrição à captura de meros com anzóis, saliente se o absurdo legal em vigor: não se pode matar um mero de 20 ou 30 kg (já voltarei a esta questão dos tamanhos) em caça submarina mas é legal apanhar dezenas com anzóis. A possibilidade levantada de limitar tamanhos máximos é ainda mais absurda: um mero de 40kg já libertou os seus genes em dezenas de episódios reprodutivos. Quer isto dizer que o material genético não é diferente, nos mesmos indivíduos, quando resulta em fecundação em episódios diferentes que fique bem claro o seguinte: meros, ou quaisquer outros peixes, não produzem genes de qualidade diferente conforme o seu tamanho. O que varia, em certas espécies, é a quantidade dos espermatozóides produzidos algo comum a praticamente todas as cerca de espécies de vertebrados conhecidos. Não haverá, numa população de meros ou de outros peixes costeiros alvo da pesca submarina, qualquer impacto causado pela captura de grandes exemplares. 21

22 Reserva Natural Marinha Local das Avencas Os meros são animais hermafroditas protogínicos, ou seja, nascem fêmeas e atingem a 1ª maturação com cerca de 35 a 45 cm de comprimento o que equivale a aproximadamente 4 anos de idade. Havendo juvenis numa população estes induzem as fêmeas de maior tamanho a mudar de sexo no caso das populações que estudei nos Açores e no S do Brasil esta inversão acontece, em média, nas fêmeas com cerca de 90 cm de comprimento. A partir daí temos então machos que continuarão a crescer até atingirem perto de 150 cm de comprimento para kg de peso. Uma fêmea produz perto de óvulos por cada kg de peso e um macho, na época de reprodução, transporta à volta de 10% do seu peso total na forma de sémen. Nos Açores, durante cerca de 3 dias, em Junho, os meros agregam se em grande número e reproduzem se em massa. As pós larvas, miniaturas dos adultos com cerca de 2 cm de comprimento, chegam ao litoral em meados de Setembro procurando, nomeadamente, poças de maré. No final do ano transacto terminei uma compilação de dados que acumulo desde 1989 e que visam o seguinte: i) determinar quanto tempo um buraco demora a ser reocupado por um mero após de lá ter sido retirado o ocupante anterior (por caça submarina bem entendido gostava de saber se este trabalho poderia ser feito com anzóis); ii) as minhas primeiras análises indicam que, para um valor de p < 0,05 (99,5% de probabilidade) 89,3% desses buracos são reocupados num espaço de tempo de 12,7 dias. Assim, parece óbvio que existem meros a deambular pelo litoral e a ocupar buracos disponíveis. Este trabalho foi submetido em Janeiro do corrente ano a uma revista científica internacional de ecologia. Neste mesmo trabalho existe uma outra espécie que é alvo de um estudo idêntico os congros da espécie Conger conger. Há mais de 10 anos que escrevo pareceres, alguns a pedido outros por minha iniciativa, sobre estas questões dos meros, da caça submarina, dos limites dos 5 ou 10 peixes/pessoa/dia (outra ridícula imposição) a entidades públicas regionais, nacionais, europeias e no Brasil. Só no País irmão foram entendidas e atendidas, nos outros foram pura e simplesmente ignoradas. Alguns partidos políticos também me solicitaram pareceres, concordaram com os mesmos, estão na oposição na Assembleia Legislativa Regional e no entanto, quando a actual Lei da Pesca Lúdica foi a votos, abstiveram se! Não sendo eu jurista quer me parecer que, neste assunto como em muitos outros, o bom senso, a inteligência e, neste caso concreto dos meros, a própria existência de trabalho 22

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