PLATAFORMA SWITCHING REVISÃO DE LITERATURA

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1 FACULDADES UNIDAS DO NORTE DE MINAS GERAIS FUNORTE INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE NÚCLEO VILA VELHA ESPECIALIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA PLATAFORMA SWITCHING REVISÃO DE LITERATURA WALTER PEDRO JUNIOR VILA VELHA 2013

2 1 WALTER PEDRO JUNIOR PLATAFORMA SWITCHING REVISÃO DE LITERATURA Trabalho de Conclusão de Curso de Pós- Graduação em Implantodontia apresentado ao Instituto de Especialidades Odontológicas, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Implantodontia, sob orientação do prof. Eduardo Gomez Perez. VILA VELHA 2013

3 2 WALTER PEDRO JUNIOR PLATAFORMA SWITCHING REVISÃO DE LITERATURA BANCA EXAMINADORA Eduardo Gomez Perez Orientador Marcelo Fundão Bernadete Depoli Trabalho de Conclusão de Curso aprovado em / /.

4 3 DEDICATÓRIA Dedicamos este trabalho àqueles que acreditaram e que, em muitas vezes, abdicaram dos seus, para tornarem os nossos sonhos realidade. Queridos pais, É com imensa alegria que hoje podemos afirmar: Eu consegui!

5 4 EPÍGRAFE O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. (Fernando Pessoa)

6 5 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus, primeiramente, que me sustentou e me deu forças para vencer mais uma etapa de minha vida. Aos meus pais, Walter Pedro e Eliana Coelho Pedro, agradeço pelo amor, dedicação e confiança depositada, não me esquecendo de agradecer à compreensão que manifestaram naqueles momentos em que me faltaram paciência e tolerância. Aos demais familiares, agradeço todo incentivo que me deram! A todos os meus professores, a minha eterna gratidão por dividirem comigo não apenas conhecimentos, como também experiências, cedendo-me, em muitas vezes, conselhos. Em especial, agradeço ao professor Eduardo Gomez Perez, pela orientação deste trabalho, e como profissional, pela dedicação, atenção e paciência. Agradeço aos professores Marcelo Fundão e Bernadete Depoli por aceitarem participar da banca examinadora deste trabalho. Aos meus colegas, agradeço pela companhia dentro e fora da pós, pelas trocas de experiências e de favores. Sentirei saudades destes tempos de curso! À turma, muito obrigada por tudo! A saudade será grande, mais saibam que vocês estarão sempre ao meu lado nas lembranças, lembranças essas melhores impossíveis, e com carinho me despeço de todos. Walter Pedro Junior

7 6 RESUMO Os implantes osseointegrados são uma alternativa de tratamento que visa reabilitar pacientes parcial ou totalmente desdentados. O objetivo deste estudo é avaliar, através de uma revisão de literatura, os implantes tipo plataforma switching e sua relação com a prevenção da remodelação óssea fisiológica. A teoria de plataforma switching consiste na utilização de componentes mais estreitos em relação ao diâmetro do implante. Com isso, há o distanciamento do gap existente entre o componente e a plataforma do implante da crista óssea alveolar, de modo a possibilitar a eliminação ou redução da reabsorção da crista óssea ao redor do implante. O desenho desta plataforma tem por objetivo a preservação do espaço biológico peri implantar, bem como a diminuição das recessões gengivais, conservando conseqüentemente a papila, otimizando a estética.

8 7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS REVISÃO DE LITERATURA CONCLUSÃO REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 30

9 8 1 INTRODUÇÃO Os fundamentos da osseointegração e o Sistema Branemark de Implante foram criados em 1952 (Hobo, S. et al. 1997). No tratamento com implantes osseointegrados, o tecido ósseo peri-implantar sofre um processo de aposição e reabsorção, durante o primeiro ano após a restauração protética. Tem sido relatado que a plataforma switching reduz a remodelação óssea esperada, muito embora os mecanismos responsáveis por este processo não estejam claramente elucidados (Tabata, L.F. et al. 2008). Em 1991, foram introduzidos implantes de largo diâmetro com harmonização de plataformas. Quando, no entanto, não havia pilares correspondentes ao diâmetro da plataforma, os primeiros implantes de 5,0 e 6,0 mm de largura receberam pilares padrão de diâmetro 4,1 mm. A longo prazo, através de acompanhamento radiográfico desses implantes com plataforma switching, tem demonstrado uma mudança menor do que a esperada na altura vertical da crista óssea ao redor dos implantes, como é observado normalmente ao redor de implantes convencionais com pilares correspondentes. (Lazzara, R.J. et al. 2006). A hipótese de funcionamento é que qualquer tecido conjuntivo inflamado ou micro-movimento de componente na verdade ocupa um local mais mediano na plataforma do implante. Porque está assentado essencialmente na circunferência exterior da plataforma do implante, o tecido conjuntivo inflamado não estende lateralmente à mesma extensão como faz com uma junção de implante-abutment tradicional. A crista óssea clinicamente e radiograficamente parece manter sua

10 9 posição, enquanto o tecido mole parece não retroceder tanto quanto em pilares tradicionais de mesmo diâmetro. De certo modo, esta configuração de implante parece limitar reforma de largura biológica porque a borda da plataforma do implante, para uma extensão significante, pode isolar o osso subjacente, protegendo de irritantes potenciais. Como resultado, a crista óssea tem menor perda, e se o osso ficar intacto, haverá lá um suporte para o tecido mole, preservando a papila.

11 10 2 OBJETIVOS O objetivo deste trabalho é, através de uma revisão de literatura, apresentar a plataforma switching, um tema novo, que vem crescendo cada vez mais em estudos, pois sua aplicabilidade clínica tem vantagens significantes em relação à perda óssea, preservando os tecidos peri-implantares, e conseqüentemente papila, visando estética.

12 11 3 REVISÃO DE LITERATURA Takauti, C.A.Y. et al. (2011) revisou estudos onde a literatura propôs duas teorias para explicar o conceito plataforma switching. A primeira teoria relaciona o papel do infiltrado inflamatório no espaço peri-implantar, pois o reposicionamento físico da junção abutment/implante, distante da porção cervical do implante, pode limitar a reabsorção do osso alveolar já que estará mais afastado do infiltrado inflamatório originário da microflora do espaço peri-implantar. A outra teoria é a biomecânica, que afirma que a instalação de um abutment de menor diâmetro sobre um implante poderá limitar a reabsorção óssea cervical do implante, pois haverá o deslocamento da zona de concentração de tensões, resultado de carregamento oclusal, da interface osso/implante para uma posição ao longo eixo do implante. Marí, L.L. et al. (2009) avaliaram as taxas de sobrevivência e esclareceram a influência tanto sobre a perda óssea marginal ao redor da região cervical do implante quanto a estética dos tecidos moles. Entre 2000 E 2008 foram feitos doze estudos em seres humanos(75%) e animais(25%) incluindo o diâmetro do implante e o comprimento, a superfície e dados de conexão. A mudança de plataforma ajuda a prevenir a perda da crista óssea após a colocação do implante e ajuda a obter resultados estéticos satisfatórios. Trammell, K. et al. (2009) mediu a perda óssea radiográfica cristal e o espaço biológico ao redor dos implantes convencionais e da plataforma switching. Observações recentes sugerem que a menor perda óssea pode resultar da colocação de um pilar mais medializado de um implante (plataforma switching). Os implantes foram divididos em categorias convencionais ou plataforma switching.

13 12 Vinte e cinco implantes foram colocados e observados na mandíbula de 10 pacientes por dois anos. Uma análise de regressão demonstrou uma diferença significativa entre os grupos. Estes achados sugerem que a perda da crista óssea ocorre menos em torno de uma plataforma switching de implante dentário do que um implante convencional. Prosper, L. et al. (2009) avaliou a eficácia da técnica da plataforma switching para evitar a perda da crista óssea após a restauração de implantes dentários. Foram recrutados 60 adultos parcialmente desdentados em 12 centros profissionais. Os indivíduos foram selecionados aleatoriamente para receber implantes de plataforma alargada ou controle cilíndrico em três diferentes procedimentos cirúrgicos: convencional não submerso, submerso, e mergulhado com um pilar reduzido. Foi feita avaliação radiográfica da crista óssea 12 e 24 meses após a colocação dos implantes. Um total de 360 implantes foram colocado (60 para cada grupo). Os implantes do grupo controle com um pilar tão grande como a plataforma do implante apresentaram perda óssea maior do que suas contrapartes de plataforma alargada ou implantes do grupo controle com um pilar reduzido. Os implantes submersos com uma plataforma alargada mostraram melhor preservação da crista óssea do que os implantes do grupo controle submersos com um pilar reduzido. Os resultados do estudo atual indicam que o uso de implantes com uma plataforma alargada podem resultar em melhor preservação da crista óssea quando comparados com implantes convencionais cilíndricos quando um pilar reduzido está montado.

14 13 Cappiello, M. et al. (2008) avaliou a perda óssea em torno de implantes que foram restaurados de acordo com o protocolo de plataforma switching. Cento e trinta e um implantes foram colocados consecutivamente em 45 pacientes. Em 75 implantes, um pilar de cicatrização um milímetro mais estreito do que a plataforma do implante foi colocado no momento da cirurgia. Sobre os implantes restantes, um pilar de cicatrização do mesmo diâmetro do implante foi inserido.todos os implantes foram posicionados ao nível da crista. Exames clínicos e radiográficos foram realizados antes da cirurgia, no final da cirurgia, oito semanas após a colocação do implante, no momento da colocação da prótese provisória, no momento da colocação da prótese definitiva, e 12 meses após o carregamento. Os dados obtidos mostraram que a perda óssea vertical para os casos de teste variou entre 0,6 mm e 1,2 mm (média: 0,95 ± 0,32 mm), enquanto que para os casos de controle, a perda óssea foi de 1,3 mm e 2,1 mm (média: 1,67 ± 0,37 mm ). Esses dados confirmam a importância do papel do microespaço entre o implante e o pilar na remodelação do osso periimplantar. A plataforma switching parece reduzir a reabsorção óssea periimplantar cristal e aumentar a previsibilidade a longo prazo da terapia com implantes. Cocchetto, R. et al. (2010) mostrou que a utilização de um pilar de diâmetro mais estreito sobre uma plataforma de maior diâmetro do implante diminui a reabsorção óssea peri-implantar. Esta técnica, conhecida como plataforma switching, desloca o microespaço pilar-implante para dentro. O objetivo deste estudo foi verificar se a mudança do microespaço mais para dentro, aumentando a discrepância entre a plataforma do implante e o diâmetro do pilar resultaria em uma diminuição na perda da crista óssea. Dez pacientes necessitando de restaurações

15 14 de implantes de mandíbula ou maxila foram incluídos neste estudo. Radiografias periapicais tomadas antes e imediatamente após a cirurgia, oito semanas após a colocação do implante, imediatamente após a colocação da prótese definitiva, e aos 12 e 18 meses após o carregamento revelou uma média de perda óssea periimplantar de 0,30 mm. O aumento da discrepância entre o diâmetro da plataforma do implante e o pilar de reparação pode levar a uma diminuição na quantidade de perda óssea posterior coronal. Os resultados deste estudo preliminares indicam que, quando devidamente selecionados, os pacientes que recebem implantes de plataforma larga podem ter perda de massa óssea menor do que o resultante da utilização da plataforma regular ou tradicionais abordagens sem plataforma switching. Wagenberg, B. et al. (2010) avaliou a sobrevivência do implante e os níveis da crista óssea ao redor dos implantes, usando o conceito de plataforma switching observado num período mínimo de 11 anos. As radiografias de 94 implantes obtidas de 11 a 14 anos pós-carga foram avaliadas por meio da localização do nível da crista óssea em relação à plataforma do implante. Todos os implantes foram colocados ao nível da crista óssea no momento da cirurgia. Usando a distância conhecida de 0,8 mm entre os picos de segmentos adjacentes, a determinação foi feita nas radiografias da quantidade de osso perdido. Setenta e um dos 94 implantes (75,5%) não apresentaram perda óssea na face mesial e 67 (71,3%) não apresentaram perda óssea na face distal. Oitenta e quatro por cento das superfícies mesiais e 88% das superfícies distais tinha 0,8 mm ou menos de perda óssea. Este é o maior seguimento de uma investigação prospectiva de implantes de plataforma switching e confirma o conceito de preservação dos níveis da crista óssea.

16 15 Vigolo, P. et al. (2009) avaliou e comparou alterações da crista óssea, durante um período de 5 anos, em torno de implantes de hexágono externo, de largo diâmetro, restaurados com componentes protéticos correspondentes ao diâmetro dos implantes ou com componentes protéticos plataforma switching. Durante os anos de 2000 a 2002, todos os pacientes que receberam um implante de 5 mm de diâmetro com um hexágono externo em um consultório privado foram incluídos neste estudo. Todos os implantes foram colocados em áreas posteriores da mandíbula. Molar superior esquerdo (grupo A1) e molares inferiores direito (grupo A2) foram restaurados com componentes protéticos de largo diâmetro; molares superiores direito (grupo B1) e molares inferiores esquerdo (grupo B2) foram restaurados com a plataforma switching. A reabsorção óssea marginal foi medida através de radiografias intra-orais a cada ano após a inserção do pilar e da coroa. As análises estatísticas foram utilizadas para determinar se houve uma diferença significativa nos níveis de osso marginal em relação à largura dos componentes protéticos utilizados. Ao todo, 182 implantes de 5 mm de diâmetro, foram colocados em 144 pacientes e todos os implantes sobreviveram. Oitenta e cinco implantes foram restaurados com componentes protéticos correspondentes ao diâmetro da plataforma (grupo A) e 97 implantes foram restaurados com componentes protéticos plataforma switching (grupo B). Uma diferença significativa nos níveis de osso marginal foi encontrada entre o grupo A e o grupo B após 1 ano. A reabsorção óssea marginal média foi de 0,9 mm (DP 0,3 mm) para o grupo A e 0,6 mm (DP 0,2 mm) para os implantes do grupo B. A reabsorção óssea marginal observada no segundo, terceiro, quarto e quinto ano após a inserção do pilar e da coroa não apresentaram qualquer alteração significativa. O estudo observou q houve diferença significativa

17 16 na perda óssea marginal entre os grupos de estudo. Os implantes do grupo A apresentaram maior perda óssea dos que o restaurado com plataforma switching (grupo B). Fickl, S. et al. (2010) avaliou se a altura da crista óssea ao redor dos implantes dentários pode ser influenciada pelo uso de um protocolo plataforma switching. Todos os implantes colocados no ano de 2006 em ossos sadios sem necessidade de aumento de rebordo foram incluídos neste estudo. Os seguintes grupos foram criados: (1) implantes de largo diâmetro foram colocados subcristal e parafusos de diâmetro regular foram conectados, (2) implantes de diâmetro regular foram colocados na crista e parafusos de diâmetro regular foram conectados. Radiografias padronizadas foram obtidas após a colocação da prótese definitiva e após 1 ano. Foram feitas as medições dos picos ósseos mesial e distal à junção pilar-implante. No total, 89 implantes em 36 pacientes foram avaliados. Os implantes com uma plataforma switching apresentaram estatisticamente menor perda óssea na altura da inserção da prótese definitiva (0,30 ± 0,07 mm versus 0,68 ± 0,17 mm, P <0,05) e em um ano (0,39 ± 0,07 milímetros versus 1,00 ± 0,22 mm, P <0,01) quando comparado com os convencionais. Implantes com plataforma switching parecem limitar a remodelação da crista óssea. Nebot, X.V. et al. (2006) viu que vários pesquisadores propõem que a perda da crista óssea é uma resposta à invasão do espaço biológico por colonização bacteriana secundária e micromovimentos na interface implante-abutment. Este estudo propõe a criação de uma diferença entre o diâmetro da plataforma do implante e diâmetro do pilar (modificação da plataforma do implante), deslocamento

18 17 da interface pilar-implante medialmente para minimizar a invasão do espaço biológico. Foi apresentado uma série de 30 casos de controle e 30 casos de estudo usando a técnica de plataforma modificada. Foi avaliado radiograficamente a reabsorção óssea na mesial e distal de cada implante no primeiro, quarto e sexto mês após fixação do pilar. A média de reabsorção óssea observada na medição mesial para o grupo controle foi de 2,53 mm, enquanto para os pacientes incluídos no grupo de estudo, foi 0,76 mm. O valor médio de reabsorção óssea observada na medição distal para os pacientes do grupo controle foi de 2,56 mm, enquanto para aqueles incluídos no grupo de estudo, foi de 0,77 mm. Todos os pacientes no grupo de estudo tiveram uma redução significativa da perda óssea em comparação ao grupo controle. Canullo, L. et al. (2009) avaliou a resposta em curto prazo do osso ao redor de implantes imediatos restaurados provisoriamente utilizando plataforma Switching. Vinte e dois implantes com plataforma de 5,5 mm foram colocados em sítios saudáveis na maxila em 22 pacientes. Foram enxertados uma mistura de matriz óssea bovina e colágeno. Os implantes foram divididos aleatoriamente em dois grupos iguais: 11 implantes relacionados com os pilares de 3,8 mm de diâmetro (grupo teste) e 11 com os 5,5 mm de diâmetro (controle). Coroas provisórias foram adaptadas e ajustadas para colocação imediata não funcional em cada implante e as coroas definitivas foram construídas dois meses mais tarde. A avaliação póstratamento foi realizada por um observador independente formado no momento da colocação do implante, a colocação da prótese definitiva e, a cada 6 meses. Estas avaliações incluíram radiografias periapicais, profundidade de sondagem

19 18 (PS), sangramento à sondagem (SS), e o Índice de Placa (mpli). Uma aplicação de software de análise de imagens foi utilizado para comparar as alturas da crista óssea nas faces mesial e distal dos implantes. O período de observação médio de acompanhamento foi de 25 meses e todos os implantes foram considerados osseointegrados com êxito. No grupo teste, a análise radiográfica mostrou um nível de redução média do osso de 0,30 mm. Valor estatisticamente diferente do grupo controle (média = 1,19 mm). Este estudo sugere que implantes com restauração imediata em sítios específicos na maxila com plataforma Switching subseqüentes podem permitir estabilidade peri-implante do nível ósseo-alveolar. Canullo, L. et al. (2007) avaliou as respostas dos tecidos mole e duro ao redor de implantes imediatos. A avaliação foi realizada da resposta dos tecidos moles de um pilar transmucoso que era mais estreito do que a plataforma do implante. Foram usados para o estudo 10 implantes colocados em alvéolos de extração na maxila, sem comprometimento do tecido ósseo, e carregados imediatamente. Três meses após a colocação de implantes, a reabilitação protética definitiva, utilizando pilares de menor diâmetro, foi realizada. Foi feito acompanhamento radiográfico, profundidade de sondagem, medidos recessão gengival e altura da papila na hora da colocação da prótese e a cada 6 meses. A média do tempo de seguimento foi de 22 meses (variando de 18 a 36 meses). Todos os 10 implantes foram considerados clinicamente osseointegrados. Software de análise de filmes radiográficos mostraram uma reabsorção óssea de 0,78 ± 0,36 mm. Os valores médios foram significativamente menores (P 0,005) do que um valor de referência média de 1,7 mm. Profundida de sondagem não superior a 3 mm em qualquer sitio (em média, 2,8 mm). Ao invés de recessão, houve um ganho médio na margem vestibular de 0,2

20 19 mm e um ganho médio na altura da papila de 0,25 mm. A prova do estudo sugere que o conceito de carga imediata com a plataforma switching pode proporcionar estabilidade dos tecidos peri-implantares duro, mole e preservação da papila. Guirado, J.L.C. et al. (2009) avaliou as taxas de sobrevivência de implantes colocados na região anterior e pré-molares da maxila, restaurando imediatamente com coroas unitárias. Também foi avaliado a perda da crista óssea. Foi incorporado o conceito de plataforma Switching e colocados implantes em alvéolos frescos na maxila, recebendo uma restauração provisória imediatamente após colocação do implante. Foi feito acompanhamento radiográfico digital no dia após colocação do implante, em 15 dias, e 1, 2, 3, 6, 8 e 12 meses depois. A estabilidade primária foi avaliada com a análise da freqüência de ressonância (RFA). Sessenta e um implantes foram colocados em locais de extração fresco em 25 homens e 25 mulheres na faixa etária anos. A média de perda óssea medida na mesial foi de 0,08 mm e na distal foi de 0,09 mm. Ao longo de 12 meses, o valor médio entre os valores iniciais RFA e 12 meses foi de 71,1 ± 6,2. Os implantes permaneceram estáveis ao longo de 12 meses e teve uma sobrevida global de 96,7%. Mínima perda da crista óssea foi observado ao redor dos implantes de sobrevivência. Donovan, R. et al. (2009) avaliou o resultado de 1 ano de implantes colocados não-submersos e em uma posição subcrestal. Foram revisados 50 registros de pacientes parcialmente desdentados com implantes dentários. Para cada implante foram acompanhados radiografias atuais com as do ano anterior avaliando: 1) o grau de posicionamento subcrestal do implante, 2) alteração da altura de tecido marginal duro ao longo do tempo, e 3 ) se o tecido marginal rígido pode ser detectado na

21 20 plataforma do implante. A sobrevida dos implantes acompanhados foi de 100%. A perda média marginal de tecidos duros foi 0,11-0,30 mm. Não houve diferença estatisticamente significante quanto à perda de tecidos duros marginal entre as superfícies mesial e distal da maxila em relação a mandíbula. O tecido duro mineralizado no ombro do implante foi encontrada em 69% dos implantes em um ano de acompanhamento. Houve perda mínima de tecido duro mineralizado em torno de implantes dentários colocados não-submersos, e em posições subcrestal. Além disso, estes implantes têm cicatrização do tecido duro que se estendeu sobre os ombros de implante na maioria dos implantes observados. Oliveira, R.R. et al. (2009) avaliou, através de análise de fluorescência, a remodelação óssea após a restauração protética em implantes submersos e não submersos, e o efeito das diferentes distâncias interimplantares restaurados com plataforma switching. 56 implantes foram colocados 1,5mm subcrestal em sete cães. Os implantes foram colocados de modo que foram confeccionadas duas próteses fixas, com três contatos interimplantares separados por 1 mm, 2 mm e 3 mm de distância, foi fabricado uma para cada lado da mandíbula. Para melhor avaliar a remodelação óssea, verde calceína foi injetado 3 dias antes da colocação das próteses, às 12 semanas de implantação. Em três dias antes do sacrifício (8 semanas depois), vermelho de alizarina foi injetado. As quantidades de osso remodelado dentro das diferentes áreas interimplantares foram comparadas antes e depois de carregar os implantes. Pode observar diferenças estatisticamente significantes em relação à porcentagem de osso remodelado visto em diferentes regiões. Baseado neste estudo em animais, a carga aumenta a formação de ossos para implantes submersos ou não subermersos, e a distância de 1 mm

22 21 interimplantar parece resultar da remodelação óssea mais pronunciada do que as distâncias de 2 mm a 3 mm nos implantes de plataforma com um interruptor. Novaes Jr, A. B. et al. (2006) avaliou o efeito que as distâncias de 1, 2 e 3 mm entre os implantes após a restauração protética têm sobre a reabsorção da crista óssea (a partir do topo do implante ao osso da crista [TI-BC]) e a reabsorção óssea (a partir do topo do implante ao primeiro contato osso-implante TI-BIC) em implantes de dois estágios usados em um protocolo submersos e não submersos. Pré-molares inferiores bilaterais de sete cães foram extraídos, e após 12 semanas, cada cão recebeu oito implantes. Os implantes foram colocados de modo que três pontos de contato interimplantares foram criados, com 1 mm (grupo 1), 2 mm (grupo 2) e 3 mm (grupo 3). Após 12 semanas, os implantes receberam próteses metálicas com 5 mm entre o ponto de contato e a crista óssea. Após oito semanas mais, os animais foram sacrificados. A TI-BC foi de 0,20 e 0,18 mm para o grupo 1, 0,15 e 0,14 mm para o grupo 2, e 0,15 e 0,15 mm para o grupo 3 para os implantes submersos e não submersos, respectivamente. Na região proximal, a TI-BC foi de 0,16 mm para os não-submersos e 0,16 mm para os implantes submersos. A TI-BIC foi de 0,32 e 0,30 mm para o grupo 1, 0,19 e 0,21 mm para o grupo 2, e 0,30 e 0,24 mm para o grupo 3 para os implantes submersos e não submersos, respectivamente. Na região proximal, a TI-BIC foi de 0,26 mm para os não-submersos e 0,25 mm para os implantes submersos. Não houve diferença estatística para nenhum dos parâmetros. As distâncias de 1, 2 e 3 mm entre os implantes não resultam em diferenças estatisticamente significantes na TI-BC e TI-BIC ao redor de implantes submersos ou não-submersos com uma conexão cone Morse e uma plataforma switching.

23 22 Jung, R. E. Et al. (2008) avaliou as alterações radiográficas da crista óssea em torno de implantes dentários experimentais com diâmetros não correspondentes de pilar-implante colocados submucoso ou transmucoso em três níveis diferentes em relação à crista alveolar. Sessenta e duas peças de implantes dentários com diâmetros não correspondentes de pilar-implante foram colocados em espaços desdentados bilaterais em cinco cães de caça. Os implantes foram colocados submucoso ou transmucoso, na esquerda ou na direita da mandíbula. Dentro de cada lado, seis implantes foram colocados aleatoriamente em três níveis distintos em relação à crista alveolar. Após 12 semanas, 60 coroas foram cimentadas. As radiografias foram obtidas de todos os sítios do implante após a colocação, após a inserção da coroa, e mensalmente por 6 meses após o carregamento. A análise radiográfica revelou muito pouca perda óssea e um ligeiro aumento no nível do osso para implantes colocados ao nível da crista ou 1mm acima. A maior perda óssea ocorreu em implantes colocados 1mm abaixo da crista óssea. Os implantes com diâmetros não correspondentes pilar-implante demonstrou alguma perda óssea, porém, era uma quantidade pequena. Não houve diferenças clinicamente significativas entre as abordagens submucosa e transmucosa. Luongo, R. et al. (2008) analisou amostras de biópsia para ajudar a explicar os processos biológicos que ocorrem em torno de um implante plataforma switching. Um implante mandibular foi removido dois meses após a colocação por causa das dificuldades de reabilitação protética. O implante foi seccionados e submetidos à análise histológica e histomorfométrica. Um tecido conjuntivo infiltrado inflamatório foi localizada ao longo de toda a superfície da plataforma do implante e aproximadamente 0,35 milímetros coronal da junção pilar-implante, ao longo do pilar

24 23 de cicatrização. Uma possível razão para a preservação do osso ao redor de um implante plataforma switching pode estar na mudança dentro da zona de tecido conjuntivo inflamatório na junção pilar-implante, o que reduz seu efeito prejudicial sobre a osso alveolar. As implicações clínicas da plataforma switching são inúmeras, e tudo indica uma maior previsibilidade de longo prazo na terapia implante/prótese, permitindo a preservação dos tecidos periimplantares duros e moles ao longo do tempo. Degidi, M. et al. (2007) disse que após a inserção do implante com carga a crista óssea geralmente sofre remodelação e reabsorção. Se a relação horizontal entre a borda externa da plataforma do implante e um componente de menor diâmetro (plataforma switching) for alterada, parece ser reduzida a perda da crista óssea. A carga imediata permite a restauração imediata da estética e função, reduz a morbidade, e facilita a reabilitação funcional. Três implantes cone Morse foram inseridos na região posterior da mandíbula lado direito em um paciente de 29 anos parcialmente desdentado. A plataforma do implante foi inserida dois milímetros abaixo do nível da crista alveolar. Após um período de carga de um mês, o implante mais distal da mandíbula foi recuperado com uma broca trefina. A ampliação de baixa potência, foi possível ver que o osso apresentava dois milímetros acima do nível do ombro do implante. Não teve reabsorção do osso coronal, nem bolsas infraósseos estavam presentes. Ao nível do ombro do implante, foi possível observar a presença de tecido conjuntivo denso com poucas células inflamatórias dispersas. Novo osso foi encontrado em contato direto com a superfície do implante. Os pilares menores que o diâmetro do corpo do implante (plataforma switching) em combinação com uma ausência de micromovimento e microgap

25 24 podem proteger os tecidos moles peri-implantares e mineralizado, explicando a ausência observada da reabsorção óssea. A carga imediata não interfere com a formação óssea e não tem efeitos adversos sobre a osseointegração. Chang, C. et al. (2010) avaliou e comparou a interface osso-implante em modelos tridimensionais de elementos finitos de implantes osseointegrados com plataforma switching e com plataforma convencional de diâmetro correspondente. Modelos tridimensionais de elementos finitos foram criados de uma seção do primeiro molar da maxila e incorporado com um único implante osseointegrado (4,1 10 mm). Um modelo simulou uma ligação do pilar de 4,1 mm de diâmetro e o outro era um estreito de 3,4 mm de diâmetro do pilar de conexão, ou seja, simulando uma configuração de plataforma switching. Uma coroa de liga de ouro com 2 mm de espessura oclusal foi aplicada sobre o pilar de titânio. As propriedades dos materiais de osso compacto e esponjoso foram modeladas como totalmente ortotrópicos e transversalmente isotrópico respectivamente. Foram aplicadas cargas oclusais e a aderência perfeita foi assumida em todas as interfaces. A máxima de von Mises, compressão, tração e tensões no osso compacto foram menores no modelo da plataforma switching do que no modelo convencional. No entanto, a máxima de von Mises no osso esponjoso foi maior no modelo de plataforma switching do que no modelo convencional. A técnica de plataforma switching reduziu a concentração de tensões na área de osso compacto e deslocou para a área de osso esponjoso durante o carregamento oblíquo. Hsu, J.T et al. (2009) analisaram elementos finitos e as simulações foram utilizadas para estimar a tensão óssea e micromovimento na interface osso-implante

26 25 para a mudança de plataforma e diâmetros diferentes de um único implante de carga imediata mandibular. Quatro modelos foram criados, os implantes montados com pilares de 5 ou 4 mm de diâmetro na colada (tratamento de carga com atraso) e de contato (tratamento de carga imediata). Foram aplicados em todos os modelos cargas verticais e laterais de 130N. Cepas do osso foram reduzidas em menos de 10% ao mudar de plataforma, foi utilizada em comparação com plataforma switching. Entretanto, o aumento do diâmetro do implante diminuiu a tensão óssea circundante de forma significativa. A tensão óssea foi mais reduzida, aumentando o diâmetro do implante por meio da plataforma switching no implante de carga imediata. Crespi, R. et al. (2009) avaliou o osso marginal ao redor de dois diferentes tipos de junções pilar-implante, uma chamada plataforma switching e outra convencional de hexágono externo num período de 24 meses. Quarenta e cinco pacientes foram incluídos neste estudo prospectivo. Todos os pacientes selecionados necessitaram de extrair um ou dois dentes na maxila ou mandíbula, e foram divididos aleatoriamente em dois grupos. O primeiro grupo recebeu 34 implantes com uma junção do hexágono externo com o pilar e o segundo grupo recebeu 30 implantes com pilares plataforma switching. Os implantes foram posicionados logo após a extração do dente e foram carregados imediatamente. Após 24 meses, uma taxa de sobrevida dos implantes relatada foi de 100%. O grupo da plataforma switching mostrou uma perda óssea média de 0,78 ± 0,49 mm e no grupo de hexágono externo apresentou uma perda óssea média de 0,73 ± 0,52 mm (não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos). Os resultados deste estudo indicam que os implantes colocados e carregados imediatamente em alvéolos frescos representam um procedimento previsível, sem diferenças em

27 26 alterações do nível ósseo entre "plataforma switching" e implantes de hexágono externo convencional, após 24 meses. Ciuran, X.R. et al. (2009) determinou se o uso da plataforma switching iria mudar os padrões de reabsorção óssea entre os implantes colocados adjacente inferior com uma distância de 3 mm entre eles. Os estudos radiográficos de reabsorção óssea em torno de 41 pares de implantes colocados a menos de 3 mm em 37 pacientes foram realizadas. A média de reabsorção óssea vertical foi de 0,62 mm, e o componente horizontal médio foi de 0,60 mm. O pico ósseo coronal que se estendeu para além de uma linha imaginária que liga as duas interfaces pilarimplante foi medido, e para a preservação da altura óssea média acima desta linha interimplantar foi de 0,24 mm. A técnica plataforma switching pode ajudar a preservar o osso peri-implantar e manter a ponta do osso interproximal melhor do que a plataforma convencional. Esta reserva óssea leva a um melhor suporte para os tecidos moles e melhora a relação coroa-implante. Em estreitos setores desdentados, onde os implantes deverão ser colocados inferior a 3 mm (entre 1,5 e 3 mm), é possível manter um pico ósseo com implantes de plataforma switching. Porque este projeto resulta em implantes mais coronais, e esse contato osso-implante pode ser mais apropriado para o uso de implantes curtos e em áreas atróficas. Tarnow, D.P. et al. (2000) avaliou a dimensão lateral da perda óssea na interface pilar-implante para determinar se esta dimensão lateral tem um efeito sobre a altura da crista óssea entre implantes adjacentes separados por distâncias diferentes. As medidas radiográficas foram realizadas em 36 pacientes que tinham

28 27 dois implantes adjacentes presentes. A perda óssea lateral foi mensurada a partir da crista óssea à superfície do implante. Além disso, a perda da crista óssea também foi medida a partir de uma linha traçada entre os topos dos implantes adjacentes. Os resultados demonstraram que a perda óssea lateral foi de 1,34 mm a partir do ombro do implante mesial e 1,40 mm do ombro do implante distal entre os implantes adjacentes. Além disso, a perda da crista óssea para implantes com distância superior a 3 mm entre eles foi de 0,45 mm, enquanto os implantes que havia uma distância de 3 mm ou menos entre eles, havia uma perda da crista óssea de 1,04 mm. O significado clínico deste fenômeno é que o aumento da perda da crista óssea resultaria em um aumento da distância entre a base do ponto de contato das coroas adjacentes e da crista óssea. Isso pode determinar se a papila estava presente ou ausente entre 2 implantes como tem sido relatado previamente entre dois dentes. A utilização seletiva de implantes com um diâmetro menor na interface pilar-implante pode ser benéfica quando vários implantes devem ser colocados na zona estética para que um mínimo de 3 mm de osso pode ser mantido entre implantes no nível intermediário. Lazzara, R.J. et al. (2006) observaram ao redor dos implantes a dimensão biológica e histológica dos tecidos duros e moles através de histologia e radiologia.evidência radiográfica do desenvolvimento da dimensão biológica pode ser demonstrado pelo reposicionamento vertical da crista óssea e posterior adesão de tecido mole ao implante que ocorre quando um implante é descoberto e exposto ao meio bucal e combinando com o diâmetro dos componentes protéticos. Historicamente, duas peças de sistemas de implantes dentais foram restaurados com componentes protéticos que localizam a interface entre o implante e o

29 28 componente ligado à extremidade da plataforma do implante. Em 1991, o implante Inovações introduziu implantes de largo diâmetro com harmonização de plataformas de grande diâmetro. Quando foi introduzida, no entanto, a correspondência de diâmetro dos componentes protéticos não estavam disponíveis, e muitos dos primeiros implantes de 5,0 e 6,0 mm de largura receberam "padrão" de diâmetro dos pilares (4,1 mm), e foram restaurados com o "padrão" de diâmetro (4,1 mm), os componentes protéticos. A longo prazo através de acompanhamento radiográfico desses implantes com "plataforma switching" tem demonstrado uma mudança menor do que a esperada na altura vertical da crista óssea ao redor dos implantes, como é observado tipicamente ao redor dos implantes restaurados convencionalmente com componentes protéticos de diâmetros correspondentes. Esta observação radiográfica sugere que o processo biológico resultante na perda óssea em altura é alterada quando a borda externa da interface pilar-implante é horizontalmente reposicionada para dentro e para fora da borda externa da plataforma do implante. Foi intruzido o conceito de plataforma switching e fornece uma base para o futuro desenvolvimento da compreensão biológica dos achados radiológicos observados e raciocínio clínico para esta técnica.

30 29 4 CONCLUSÃO Considerando as informações obtidas no presente trabalho pode-se enumerar as seguintes conclusões: A técnica de plataforma switching reduziu a concentração de tensões na área de osso compacto; A mudança de plataforma ajuda a prevenir a perda da crista óssea após a colocação do implante e ajuda a obter resultados estéticos satisfatórios; Plataforma switching então evita perda óssea, conseqüentemente dá manutenção do espaço biológico peri-implantar, preservando papila e auxiliando diretamente a indicação em áreas estéticas. Minimizando assim os espaços negros (black space); Estudos mostram que esta plataforma parece aumentar a previsibilidade a longo prazo da terapia com implantes; Esta não é influenciada pela microbiota residente ao redor do implante, entretanto, nossa análise deve ser interpretada com cautela, pois os estudos ainda apresentam limitações por ser muito recente este tema.

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