Mínimos de Acesso a Provas Internacionais ANO DE 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mínimos de Acesso a Provas Internacionais ANO DE 2013"

Transcrição

1 Mínimos de Acesso a Provas Internacionais ANO DE 2013 NOTA INTRODUTÓRIA O novo ciclo olímpico arranca sob a égide duma conjuntura económica e financeira extremamente adversa não obstante os votos de uma esperança renovada quanto a metas a atingir numa fase em que os resultados desportivos registados a nível internacional pelas nossas selecções nacionais começam a atingir uma expressão qualitativa interessante. Em 2012 algumas classificações evidenciaram o potencial de atletas que estão a consolidar o seu regime de preparação duma forma mais metódica e organizada, em especial os escalões mais jovens a provarem que existe futuro de qualidade na modalidade e a demonstrarem o talento sobre o qual justificam ser implementados programas de treino equilibrados e consistentes. Este é o caminho que a FPPM pretende continuar a trilhar reforçando uma estratégia em articulação com clubes e técnicos de maneira a que objectivos mais ambiciosos voltem a estar na rota de todos quantos se dedicam à vertente competitiva de alto nível. O desporto de rendimento, indiscutivelmente, exige hoje cada vez mais uma estrutura de suporte sistematizada e operacionalizada por uma vasta gama de recursos, e o pentatlo moderno pelas suas características não foge à regra, senão mesmo acentua esses requisitos. Para o novo quadriénio os Jogos Olímpicos da Juventude constituem o primeiro grande objectivo da FPPM, e nesse sentido foi concebido o PEO 2014 (Programa Esperanças Olímpicas) que promete deixar um legado de informação e de funcionalidade com a implementação de mecanismos de interacção FPPM/Clubes/Treinadores/ Atletas. A médio prazo os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro surgirão no horizonte, e mais uma vez a FPPM irá lançar um ou mais atletas na disputa da qualificação procurando fazer novamente regressar o pentatlo português à principal competição do planeta. A definição dos Mínimos de Acesso a Provas Internacionais para 2013 dá continuidade a uma linha de actuação que já vinha sendo seguida anteriormente pela direcção da FPPM, realista e sustentada, reiterando pressupostos de exigência, por um lado, de participações internacionais condignas e meritórias de rendimento desportivo que correspondam aos

2 objectivos a que nos propomos, e por outro, na salvaguarda e respeito pela função social da representação nacional, seus princípios e valores. A filosofia de participação das nossas selecções nacionais no circuito internacional aponta para classificações que genericamente possam potencialmente situar-se entre a primeira metade e os primeiros dois terços das tabelas. É habitual para a construção dos quadros de pontuações dar especial e cuidada atenção à evolução estatística das performances que se vão registando nos planos europeu e mundial. Contudo, e uma vez que existem novas tabelas de pontuação que resultam das alterações regulamentares produzidas no formato competitivo (em especial na prova de Combinado), e à ainda ausência de elementos consistentes de leitura e interpretação dos novos valores em competição, optou-se por uma valorização das classificações relativas nas provas de referência. Os critérios estabelecidos definem e seguem ainda um grau de dificuldade progressivo de acesso às provas internacionais correspondente ao seu coeficiente de importância e prestígio no circuito UIPM, até porque os investimentos em deslocação e estadia normalmente se exponenciam. Dada a sua significativa importância no quadro actual, não podemos deixar de reiterar os fundamentos desta conduta recordando o cenário macroeconómico fortemente condicionado pelas crises financeiras conjunturais nacional e internacional e a continuação certamente dos cortes no financiamento do estado às federações, que naturalmente vão diminuir drasticamente os recursos económicos disponíveis. Neste contexto a qualificação para Provas Internacionais em 2013 pode ser garantida por duas vias: a) Qualificação Directa com base em resultados de excelência obtidos em 2012; b) Obtenção dos Critérios que constam dos quadros respectivos.

3 A) QUALIFICAÇÃO DIRECTA A necessidade de contribuir para um planeamento mais direccionado para os grandes objectivos desportivos a todos os atletas que na época transacta atingiram patamares relevantes de rendimento internacional, leva a FPPM a criar um regime de Qualificação Directa, só acessível contudo à condição de Atletas no Regime de Alto Rendimento do IPDJ e/ou Atletas inseridos num qualquer Projecto Olímpico do COP. Por esta via estabelecem-se as seguintes regras de participação nos quadros competitivos internacionais: Seniores - Atletas que na mesma categoria em 2012 tenham obtido apuramento para a Final dos Campeonatos da Europa e/ou Mundo estão automaticamente apurados para disputarem Provas Internacionais B; Juniores - Atletas que na mesma categoria em 2012 tenham obtido apuramento para a Final dos Campeonatos da Europa e/ou Mundo estão automaticamente apurados para disputarem Provas Internacionais B; Juniores A Atletas que na mesma categoria em 2012 tenham obtido posição classificativa no primeiro terço da tabela final em Campeonatos da Europa e/ou Mundo estão automaticamente apurados para disputarem Provas Internacionais bem como o Campeonato da Europa 2013; Juvenis - Atletas que na mesma categoria em 2012 tenham obtido posição classificativa no primeiro terço da tabela final em Campeonatos da Europa estão automaticamente apurados para disputarem Provas Internacionais e o Campeonato da Europa 2013; Transições de Categoria - Atletas que em 2012 tenham obtido posição classificativa na primeira metade da tabela final em Campeonatos da Europa e/ou Mundo estão automaticamente apurados para disputarem Provas Internacionais B em categoria superior. CONDIÇÕES ESPECIAIS: - Atletas com Classificações de Pódio em 2012 (individual ou Colectivamente) ficam automaticamente apurados a disputar em 2013 Provas Internacionais da mesma classe mesmo que transitem de categoria.

4 B) OBTENÇÃO DE PONTUAÇÕES Tabela SÉNIOR No Escalão Sénior Masculino e Feminino estão reflectidas as seguintes orientações: - Acesso a Provas Internacionais B mais facilitado; - Posterior apuramento para as restantes competições a partir de classificações prévias obtidas no circuito internacional. MASCULINOS PROVAS INTERN. B TAÇA MUNDO C. EUROPA C. MUNDO (*) Pentatlo: 5000 pontos 1ª Terço Tabela Prova B (a) Selecção por Classificação 1ª Metade Tabela TM Selecção por Classificação Finalista 36 CE Coeficiente de Correcção em Provas de Esgrima Nacionais: 0, 875 Masc. FEMININOS PROVAS INTERN. B TAÇA MUNDO C. EUROPA C. MUNDO (*) Pentatlo: 4600 pts 1ª Terço Tabela Prova B (a) Selecção por Classificação 1ª Metade Tabela TM Selecção por Classificação Finalista 36 CE Coeficiente de Correcção em Provas de Esgrima Nacionais: 0, 975 Masc. (a) Provas com mínimo de 24 atletas e 6 países MÊS DATA COMPETIÇÃO LOCAL OBJECTIVOS IPDJ PREVISÃO PARTICIP.(**) ABR 18/21 OPEN CUP BUDAPESTE 10º 2Masc + 1Fem +1TR (HUN) MAI 8/12 TAÇA MUNDO IV BUDAPESTE Final 2Atlet + 1TR (HUN) JUN 6/9 OPEN HUNGRIA BUDAPESTE 10º 1Masc + 1Fem + 1TR (HUN) JUL 11/17 CAMPEONATO DA EUROPA DRZONKOW (POL) Final 1Atlet + 1TR (*) Participação no C. Mundo sujeita a financiamento privado (**) O calendário internacional está dependente do financiamento a atribuir pelo IPDJ no âmbito dos Contratos Programa de Desenvolvimento Desportivo 2013;

5 Tabela JÚNIOR No Escalão Júnior Masculino e Feminino estão reflectidas as seguintes orientações: - Acesso a Provas Internacionais B mais facilitado; - Posterior apuramento para as restantes competições a partir de marcas obtidas em qualquer prova nacional e/ou internacional. MASCULINOS PROVAS INTERN. B C. EUROPA C. MUNDO (*) Pentatlo: 5000 pts Tetratlo: 4250 pts Finalista 36 CE Coeficiente de Correcção em Provas de Esgrima Nacionais: 0,925 Masc. FEMININOS PROVAS INTERN. B C. EUROPA C. MUNDO (*) Pentatlo: 4500 pts Tetratlo: 3750 pts Finalista 36 CE MÊS DATA COMPETIÇÃO LOCAL OBJECTIVOS IPDJ PREVISÃO PARTICIP.(**) ABR 18/21 OPEN CUP BUDAPESTE 10º 1Masc +1TR (HUN) JUN 20/26 CAMPEONATO DA EUROPA TBC Final 1Atlet + 1TR (*) Participação no C. Mundo sujeita a financiamento privado (**) O calendário internacional está dependente do financiamento a atribuir pelo IPDJ no âmbito dos Contratos Programa de Desenvolvimento Desportivo 2013;

6 Tabela JÚNIOR A No Escalão Júnior A Masculino e Feminino estão reflectidas as seguintes orientações: - Acesso a Provas Internacionais mais facilitado; - Posterior apuramento para as restantes competições a partir de classificações prévias obtidas no circuito internacional. MASCULINOS PROVAS INTERN. C. EUROPA C. MUNDO Tetratlo: 3600 pts Classif. PI 1º terço da tabela (b) Referencia Pontuação: 4200 pts FEMININOS Classif. CE 1ª metade da tabela PROVAS INTERN. C. EUROPA C. MUNDO Tetratlo: 3250 pts Classif. PI 1º terço da tabela (b) Referencia Pontuação: 3500 pts Classif. CE 1ª metade da tabela (b) Provas com mínimo de 24 atletas e 6 países MÊS DATA COMPETIÇÃO LOCAL OBJECTIVOS IPDJ PREVISÃO PARTICIP.(**) MAR 9 MEETING INTERNACIONAL GOUCESTERSHIRE 10º 2Masc + 1TR (GBR) ABR 27/28 TROBADA INTERNACIONAL ST BOI Pódio 2Masc +1 Fem+ 1TR (ESP) JUN 6/9 OPEN FRANÇA AIX PROVENCE (FRA) 10º 1Masc + 1Fem + 1TR JUL 18/21 CAMPEONATO DA EUROPA St PETERSBURG (RUS) 16º 1Atlet + 1TR AGO 8/11 CAMPEONATO DO MUNDO WUHAN (CHN) 25º 1Atlet + 1TR (**) O calendário internacional está dependente do financiamento a atribuir pelo IPDJ no âmbito dos Contratos Programa de Desenvolvimento Desportivo 2013;

7 Tabela JUVENIS MASCULINOS PROVAS INTERN. C. EUROPA C. MUNDO Pódio Camp. Nacional Selecção p/ Classificação 3350 pts Tabela JUVENIS FEMININOS PROVAS INTERN. C. EUROPA C. MUNDO Pódio Camp. Nacional Selecção p/ Classificação 2950 pts MÊS DATA COMPETIÇÃO LOCAL OBJECTIVOS IPDJ PREVISÃO PARTICIP.(**) MAR 9 MEETING INTERNACIONAL GOUCESTERSHIRE 10º 1Masc + 1TR (GBR) ABR 27/28 TROBADA INTERNACIONAL ST BOI Pódio 1Masc +1 Fem+ 1TR (ESP) JUN 13/16 CAMPEONATO DA EUROPA MINSK (BLR) 10º 1Atlet + 1TR (**) O calendário internacional está dependente do financiamento a atribuir pelo IPDJ no âmbito dos Contratos Programa de Desenvolvimento Desportivo 2013; Tabela CATEGORIAS YOUTH MASCULINOS E FEMININOS Inf / Ini PROVA INTERN. ST BOI Selecção pelo Campeonato Nacional Juventude 1º Apuramento directo A FPPM reserva o direito de decidir a não participação em determinada categoria e/ou sexo Youth NOTA FINAL IMPORTANTE: A FPPM reserva sempre o direito de avaliar a condição física, técnica e psicológica do atleta qualificado e o direito de decidir a sua capacidade e aptidão para um bom desempenho na prova em questão

8 SITUAÇÕES ESPECIAIS A participação no calendário internacional da UIPM também é possível quando não suportada financeiramente pela FPPM. Neste sentido os clubes devem obrigatoriamente solicitar a inscrição de atletas seus em competições internacionais com a antecedência mínima de 45 dias. Contudo, e de forma a salvaguardar uma representação condigna ao serviço das cores nacionais estipulam-se os seguintes requisitos de pontuações a obter para as diferentes provas e categorias: - Provas de Pentatlo: 6% abaixo dos mínimos FPPM; Provas Qualificativas (B) UIPM Juniores e Seniores. - Provas de Tetratlo: 5% abaixo dos mínimos FPPM; Campeonatos da Europa e Mundo Juniores A. - Provas de Triatlo: 5% abaixo dos mínimos FPPM. Campeonatos da Europa Juvenis. Situações omissas serão objecto de análise e decisão pela Direcção da FPPM Rua 15 de Agosto, nº 8 B, Caldas da Rainha, Telefone / Fax Site Oficial: Cont. nº

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DO PENTATLO MODERNO Programa Euro-Sénior

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DO PENTATLO MODERNO Programa Euro-Sénior Depois da Final da Taça do Mundo em 2008 a FPPM volta a receber a elite mundial da modalidade com a organização do Campeonato da Europa de Seniores 2016, o maior evento internacional jamais realizado em

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA 2015

ORIENTAÇÃO TÉCNICA 2015 1 ORIENTAÇÃO TÉCNICA 2015 1. FINALIDADE Regular a Orientação Técnica de 2015 às Federações filiadas à CBPM. 2. REFERÊNCIAS - Estatuto da CBPM; - Regulamento Técnico da CBPM; - Calendário Desportivo da

Leia mais

GINÁSTICA DE TRAMPOLINS

GINÁSTICA DE TRAMPOLINS GINÁSTICA DE TRAMPOLINS SELEÇÕES NACIONAIS E ALTO RENDIMENTO 2013-2016 PROCESSO DE SELEÇÃO CAMPEONATO DA EUROPA 2014 e CAMPEONATO DO MUNDO 2014 Duplo Mini Trampolim Tumbling Trampolim Individual PROCESSO

Leia mais

DOCUMENTO DAS SELEÇÕES NACIONAIS GINÁSTICA ACROBÁTICA 2014/2015. Versão 13 Nov. 2015. Ginástica Acrobática

DOCUMENTO DAS SELEÇÕES NACIONAIS GINÁSTICA ACROBÁTICA 2014/2015. Versão 13 Nov. 2015. Ginástica Acrobática DOCUMENTO DAS SELEÇÕES NACIONAIS GINÁSTICA ACROBÁTICA 2014/2015 Versão 13 Nov. 2015 Índice 1. Notas Introdutórias... 3 2. Objetivos... 3 3. Seleção, Representação e Equipa Nacional... 4 4. Ingresso no

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA 2014

ORIENTAÇÃO TÉCNICA 2014 1 ORIENTAÇÃO TÉCNICA 2014 1. FINALIDADE Regular a Orientação Técnica de 2014 às Federações filiadas à CBPM. 2. REFERÊNCIAS - Estatuto da CBPM; - Regulamento Técnico da CBPM; - Calendário Desportivo da

Leia mais

PLANO DE ALTO RENDIMENTO NATAÇÃO SINCRONIZADA 2016

PLANO DE ALTO RENDIMENTO NATAÇÃO SINCRONIZADA 2016 PLANO DE ALTO RENDIMENTO NATAÇÃO SINCRONIZADA 2016 Índice 1. INTRODUÇÃO... 4 2. REGIME DE ALTO RENDIMENTO... 6 2.1. CRITÉRIOS DE ACESSO... 6 2.2. REGISTO DOS PRATICANTES... 6 2.3. INSCRIÇÃO DOS PRATICANTES...

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DO PENTATLO MODERNO RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2013

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DO PENTATLO MODERNO RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2013 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2013 NOTA INTRODUTÓRIA Como tem sido hábito nestes últimos anos e à entrada do segundo ano do ciclo olímpico, a Direcção da FPPM continua a manter uma postura determinada de luta

Leia mais

Índice. I Introdução. II Apresentação do Laser Run. III Formato Outdoor. IV Formato Indoor. V O segmento de Tiro. VI O segmento de Corrida

Índice. I Introdução. II Apresentação do Laser Run. III Formato Outdoor. IV Formato Indoor. V O segmento de Tiro. VI O segmento de Corrida O Projecto Desportivo - Época 2015 Índice I Introdução II Apresentação do Laser Run III Formato Outdoor IV Formato Indoor V O segmento de Tiro VI O segmento de Corrida VII Regras Gerais das Provas de Laser

Leia mais

PLANO DE ALTO RENDIMENTO AGUAS ABERTAS 2015

PLANO DE ALTO RENDIMENTO AGUAS ABERTAS 2015 PLANO DE ALTO RENDIMENTO AGUAS ABERTAS 2015 Índice 1. INTRODUÇÃO... 5 2. REGIME DE ALTO RENDIMENTO... 6 2.1. CRITÉRIOS DE ACESSO... 6 2.2. REGISTO DOS PRATICANTES... 6 2.3. INSCRIÇÃO DOS PRATICANTES...

Leia mais

Orçamento Anual FPPM 2016 ANEXO AO PLANO DE ACTIVIDADES 2016 (ANTERIOR À DEFINIÇÃO DO FINANCIAMENTO PELO IPDJ) 1. RENDIMENTOS 296 870

Orçamento Anual FPPM 2016 ANEXO AO PLANO DE ACTIVIDADES 2016 (ANTERIOR À DEFINIÇÃO DO FINANCIAMENTO PELO IPDJ) 1. RENDIMENTOS 296 870 ANEXO AO PLANO DE ACTIVIDADES 2016 (ANTERIOR À DEFINIÇÃO DO FINANCIAMENTO PELO IPDJ) DESCRIÇÃO 1. RENDIMENTOS 296 870 1.1 Próprios 66 900 1.1.1. Quotizações Anuais 2 500 1.1.2. Taxas de Inscrição (Quadros

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE ATLETISMO DE S. MIGUEL

ASSOCIAÇÃO DE ATLETISMO DE S. MIGUEL ASSOCIAÇÃO DE ATLETISMO DE S. MIGUEL Instituição de Utilidade Pública Pessoa Colectiva n.º 512019673 Fundada em 26.03.86 Filiada na Federação Portuguesa Atletismo RUA PINTOR DOMINGOS REBELO N.º 4 TELEFONE

Leia mais

PLANO DE ALTO RENDIMENTO ÁGUAS ABERTAS 2016

PLANO DE ALTO RENDIMENTO ÁGUAS ABERTAS 2016 PLANO DE ALTO RENDIMENTO ÁGUAS ABERTAS 2016 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 2. REGIME DE ALTO RENDIMENTO... 5 2.1. CRITÉRIOS DE ACESSO... 5 2.2. REGISTO DOS PRATICANTES... 5 2.3. INSCRIÇÃO DOS PRATICANTES...

Leia mais

CRITÉRIOS DE SELECÇÃO PARA COMPETIÇÕES INTERNACIONAIS. Época de 2013

CRITÉRIOS DE SELECÇÃO PARA COMPETIÇÕES INTERNACIONAIS. Época de 2013 CRITÉRIOS DE SELECÇÃO PARA COMPETIÇÕES INTERNACIONAIS Época de 2013 Federação Portuguesa de Atletismo, Março 2013 39º CAMPEONATO MUNDO DE CORTA MATO Bydgoszcz, Polónia 24 Março MASCULINOS FEMININOS Seniores

Leia mais

Calendários e Regulamentos das Competições Federativas Nacionais 2015. Pesagens (horário provisório) 07/02 Sábado VIII Supertaça Fernando Gaspar 15:00

Calendários e Regulamentos das Competições Federativas Nacionais 2015. Pesagens (horário provisório) 07/02 Sábado VIII Supertaça Fernando Gaspar 15:00 Calendários e Regulamentos das Competições Federativas Nacionais 2015 1. Calendário Federativo Nacional Data Dia da Semana Evento Pesagens (horário provisório) 07/02 Sábado VIII Supertaça Fernando Gaspar

Leia mais

I DUATLO BTT DE SANTANA 2015 I DUATLO JOVEM BTT DE SANTANA 2015

I DUATLO BTT DE SANTANA 2015 I DUATLO JOVEM BTT DE SANTANA 2015 I DUATLO BTT DE SANTANA 2015 I DUATLO JOVEM BTT DE SANTANA 2015 Sábado, 24 de Outubro de 2015 Distância Sprint: 5kms Corrida / 16 kms BTT / 2.5 kms Corrida Distância S.Sprint: 2.5kms Corrida / 8 kms BTT

Leia mais

Organização da Carreira Desportiva no Pentatlo Moderno

Organização da Carreira Desportiva no Pentatlo Moderno Organização da Carreira Desportiva no Pentatlo Moderno ETAPA IDADES ESCALÕES PROVAS INICIAÇÃO ATÉ 9 ANOS APRENDIZES TRIATLO 9 A 10 ANOS BENJAMINS TRIATLO APRENDIZAGEM 11 A 12 ANOS INFANTIS TRIATLO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

COMISSÃO TÉCNICA PARA AS SELECÇÕES

COMISSÃO TÉCNICA PARA AS SELECÇÕES COMISSÃO TÉCNICA PARA AS SELECÇÕES Regulamento Depois de um ano de experiência com este modelo de selecção e preparação dos atletas para as competições internacionais, o balanço é muito positivo e encorajador

Leia mais

V. REGULAMENTAÇÃO RELATIVA À HOMOLOGAÇÃO DE RECORDES DE PORTUGAL, RECORDES NACIONAIS E RECORDES NACIONAIS DE ESTRADA

V. REGULAMENTAÇÃO RELATIVA À HOMOLOGAÇÃO DE RECORDES DE PORTUGAL, RECORDES NACIONAIS E RECORDES NACIONAIS DE ESTRADA V. REGULAMENTAÇÃO RELATIVA À HOMOLOGAÇÃO DE RECORDES DE PORTUGAL, RECORDES NACIONAIS E RECORDES NACIONAIS DE ESTRADA A. Homologação de Recordes de Portugal 1. GENERALIDADES Para que uma marca possa ser

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO 2015

PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO 2015 PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO 2015 O texto deste documento ainda não segue o novo Acordo Ortográfico O Pentatlo Moderno define o Desportista mais completo dos Jogos Olímpicos Barão Pierre de Coubertin

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 2012 FORMAÇÃO DE TREINADORES FEDERAÇÃO PORTUGUESA DO PENTATLO MODERNO

PLANO DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 2012 FORMAÇÃO DE TREINADORES FEDERAÇÃO PORTUGUESA DO PENTATLO MODERNO 1 PLANO DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 2012 FORMAÇÃO DE TREINADORES FEDERAÇÃO PORTUGUESA DO PENTATLO MODERNO 2 1. Introdução O processo de adaptação e ajustamento ao PNFT entra em 2012 na sua fase terminal

Leia mais

Grande Prémio Serra da Estrela Atletismo. Caminhada BTT REGULAMENTO

Grande Prémio Serra da Estrela Atletismo. Caminhada BTT REGULAMENTO REGULAMENTO O Grande Prémio Serra da Estrela Subida do Vale da Bouça, realizar-se-á no Domingo dia 6 de Julho de 2014 na Bouça. 1 Organização O Grande Prémio Serra da Estrela Subida do Vale da Bouça, é

Leia mais

TAXAS ÉPOCA 2010/2011 American Pool. * Jogadores com idade até 21 anos contados em 31 de Dezembro do acto da inscrição.

TAXAS ÉPOCA 2010/2011 American Pool. * Jogadores com idade até 21 anos contados em 31 de Dezembro do acto da inscrição. Federação Portuguesa de Bilhar Rua Gonçalves Crespo, 28, 4º - 1150-186 LISBOA Tel: 21 3153220 Fax: 213538497 email: fpbilhar@fpbilhar.pt Site: www.fpbilhar.pt TAXAS ÉPOCA 2010/2011 American Pool Filiação

Leia mais

CAMPEONATOS REGIONAIS DE INICIADOS E JUNIORES

CAMPEONATOS REGIONAIS DE INICIADOS E JUNIORES ASSOCIAÇÃO DE ATLETISO DE ÉVORA Bairro da Cruz da Picada lote 5 R/C Dtº - 7000-772 ÉVORA Telefone / Fax 266708425 e-mail: ass.atletismo.evora@sapo.pt / http:/www.atletismo-evora.pt CAPEONATOS REGIONAIS

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE SETÚBAL

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE SETÚBAL ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE SETÚBAL COMUNICADO OFICIAL N.º 023 20.08.2015 Época 2015/16 POLICIAMENTO DESPORTIVO SEGURANÇA A JOGOS PARA TODAS AS COMPETIÇÕES DISTRITAIS ÉPOCA DE 2015/2016 E SEGUINTES Para conhecimento

Leia mais

Projectos do Município de Anadia apresentados e apoiados pelo POVT

Projectos do Município de Anadia apresentados e apoiados pelo POVT Projectos do Município de Anadia apresentados e apoiados pelo POVT Município de Anadia 21/04/2015 1. Centro de Alto Rendimento de Sangalhos Velódromo Nacional. 2. Sistema Autónomo de Saneamento de Couvelha.

Leia mais

Apoios e Subsídios 2014/2015

Apoios e Subsídios 2014/2015 Apoios e Subsídios 2014/2015 Notas prévias: Apenas serão apoiados e subsidiados os atletas e equipas vinculados a clubes que tenham a sua situação financeira regularizada perante a FPB; As equipas e atletas

Leia mais

Associação de Atletismo de Braga

Associação de Atletismo de Braga Hora Inicio Associação de Atletismo de Prova sábado, 5 de Junho de 2010 15:30 400 Metros Marcha SEN F Serie 15:30 400 Metros Marcha SEN M Serie 15:30 Salto em Altura JUV a SEN F Final + (1,00-1,05-1,10

Leia mais

MANUAL DE PROCESSAMENTO DE INSCRIÇÕES DE AGENTES DESPORTIVOS Época 2013/2014

MANUAL DE PROCESSAMENTO DE INSCRIÇÕES DE AGENTES DESPORTIVOS Época 2013/2014 MANUAL DE PROCESSAMENTO DE INSCRIÇÕES DE AGENTES DESPORTIVOS Época 2013/2014 1. INSCRIÇÕES A EFECTUAR OBRIGATORIAMENTE NA FEDERAÇÃO - PO 01 - PO 02 - PO 03 Todos os agentes desportivos, Treinadores e Oficiais,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE VOLEIBOL DE S. MIGUEL

ASSOCIAÇÃO DE VOLEIBOL DE S. MIGUEL ASSOCIAÇÃO DE VOLEIBOL DE S. MIGUEL REGULAMENTO INTERNO SECÇÃO I COMISSÕES DIRECTIVAS Artigo 1º As Comissões Directivas dependem directamente da Direcção competindo-lhes assegurar as actividades julgadas

Leia mais

Plano Brasil Medalhas Rio 2016 Plano Esportivo Comentado - 2014

Plano Brasil Medalhas Rio 2016 Plano Esportivo Comentado - 2014 Plano Brasil Medalhas Rio 2016 Plano Esportivo Comentado - 2014 Dados do Atleta Nome: Nome completo do atleta Escolaridade: Cidade: Especificar o nível de escolaridade do atleta Cidade onde reside e receberá

Leia mais

Índice. Capitulo I Disposições Gerais. pág.1. Capitulo II Disposições Técnicas... pág.1. Capitulo III Renovação e Filiação de Clubes... pág.

Índice. Capitulo I Disposições Gerais. pág.1. Capitulo II Disposições Técnicas... pág.1. Capitulo III Renovação e Filiação de Clubes... pág. Regras e Normas Competitivas - Época 2015 Índice Capitulo I Disposições Gerais. pág.1 Capitulo II Disposições Técnicas..... pág.1 Capitulo III Renovação e Filiação de Clubes... pág.1 Capitulo IV Filiação

Leia mais

MAFALDA DI MARTINO CALDAS LOPES SERAFIM

MAFALDA DI MARTINO CALDAS LOPES SERAFIM MAFALDA DI MARTINO CALDAS LOPES SERAFIM Nasceu a 21.12.2000 em Lisboa numa família com fortes tradições desportivas e tem dois irmãos, a Vera com 7 e o Diogo com 4. Começou a ir às aulas de adaptação ao

Leia mais

RESPONSABILIDADES DOS AGENTES FORMATIVOS

RESPONSABILIDADES DOS AGENTES FORMATIVOS RESPONSABILIDADES DOS AGENTES FORMATIVOS CAB ÉPOCA 2015/2016 SUPERVISORES Definem os conceitos e os modelos de treino e de jogo que devem orientar o funcionamento das equipas da Formação de maneira a que

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE PROVAS

REGULAMENTO GERAL DE PROVAS REGULAMENTO GERAL DE PROVAS Aprovado em Reunião de Direcção de 31 de Julho de 2013 Aprovado em Reunião de Direcção de 31 de Julho de 2013 1/22 Artigo 1º ÉPOCA DESPORTIVA 1) A Federação estabelece como

Leia mais

PLANO DE ALTO RENDIMENTO NATAÇÃO PURA 2015

PLANO DE ALTO RENDIMENTO NATAÇÃO PURA 2015 PLANO DE ALTO RENDIMENTO NATAÇÃO PURA 2015 Índice 1. INTRODUÇÃO... 5 2. REGIME DE ALTO RENDIMENTO... 7 2.1. CRITÉRIOS DE ACESSO... 7 2.2. REGISTO DOS PRATICANTES... 7 2.3. INSCRIÇÃO DOS PRATICANTES...

Leia mais

O QUE É OBJECTIVOS: VANTAGENS

O QUE É OBJECTIVOS: VANTAGENS O QUE É O Gira Volei é um jogo fácil, divertido e competitivo destinado aos jovens com idade compreendida entre os 8 e os 16 onde apenas se pode utilizar uma técnica: o passe. OBJECTIVOS: Contribuir para

Leia mais

REGULAMENTO DE PROVA CAMPEONATO NACIONAL DAS ASSOCIAÇOES MATRAQUILHOS E FUTEBOL DE MESA FEDERAÇÃO PORTUGUESA

REGULAMENTO DE PROVA CAMPEONATO NACIONAL DAS ASSOCIAÇOES MATRAQUILHOS E FUTEBOL DE MESA FEDERAÇÃO PORTUGUESA FEDERAÇÃO PORTUGUESA MATRAQUILHOS E FUTEBOL DE MESA FUNDADA EM 0 DE FEVEREIRO DE 200 FILIADA NA ITSF - INTERNATIONAL TABLE SOCCER FEDERATION SEDE OFICIAL AV. ENG.º ARMANDO MAGALHAES, 31 4440-505 VALONGO

Leia mais

Projecto de criação. Escola de Futebol do. Clube Académico de Futebol Viseu

Projecto de criação. Escola de Futebol do. Clube Académico de Futebol Viseu Projecto de criação Escola de Futebol do Clube Académico de Futebol Viseu Setembro de 2002 Índice Metas propostas do projecto... 3 Recursos humanos... 3 Recursos materiais... 4 Instalações... 4 Material

Leia mais

CENTRO DE ALTO RENDIMENTO DO JAMOR

CENTRO DE ALTO RENDIMENTO DO JAMOR CENTRO DE ALTO RENDIMENTO DO JAMOR Documento orientador de integração de Praticantes Critérios de financiamento às Federações Desportivas 2014/2015 O Centro de Alto Rendimento do Jamor (CAR Jamor) é uma

Leia mais

6ª Corrida do Ambiente 31 DE MAIO DE 2014

6ª Corrida do Ambiente 31 DE MAIO DE 2014 6ª Corrida do Ambiente 31 DE MAIO DE 2014 REGULAMENTO Centro de Cultura e Desporto Sintrense Rua Dr. António José Soares nº 8 A, R/C Loja Direita Portela de Sintra 2710-423 Sintra E-mail: sede@ccdsintrense.com

Leia mais

REGULAMENTO DO CICLISMO DE INICIAÇÃO. Atualizado a 11/12/2013

REGULAMENTO DO CICLISMO DE INICIAÇÃO. Atualizado a 11/12/2013 REGULAMENTO DO CICLISMO DE INICIAÇÃO 2014 Atualizado a 11/12/2013 Com o objetivo de uniformizar a atividade desportiva dos praticantes dos escalões de Benjamins, Iniciados, Infantis e Juvenis, e tendo

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES E CONTAS

RELATÓRIO DE ATIVIDADES E CONTAS RELATÓRIO DE ATIVIDADES E CONTAS 2014 INDÍCE 1. INTRODUÇÃO 2. VOTOS DE AGRADECIMENTO 3. PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO DO MINIGOLFE E APOIO PARA FORMAÇÃO NOS CLUBES 4. ORGANIZAÇÃO DE ESTRUTURAS DE APOIO ÀS

Leia mais

2.1 O Plano de Formação

2.1 O Plano de Formação 1 REGULAMENTO Programa de Formação de Praticantes na disciplina de Hipismo A) A Federação Portuguesa do Pentatlo Moderno (FPPM) e os Clubes: A FPPM tem por obrigação garantir a promoção e o desenvolvimento

Leia mais

ESPINHO 2009 CAMPUS DE ANDEBOL

ESPINHO 2009 CAMPUS DE ANDEBOL CAMPUS DE ANDEBOL ESPINHO 2009 A 1ª Edição do Campus de Andebol Espinho 2009, pretende contribuir para a formação integral dos jovens participantes, no âmbito desportivo, humano e educativo. Aliar o treino

Leia mais

A. Disposições Gerais

A. Disposições Gerais FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Direcção Técnica Nacional Sector juvenil Versão de 29 de Maio de 2008 REGULAMENTO GERAL DE COMPETIÇÕES NORMAS RELACIONADAS COM OS ESCALÕES DO ATLETISMO JUVENIL A. Disposições

Leia mais

Campeonato de Portugal Cross Longo. Atletas à procura de qualificação para o Campeonato da Europa

Campeonato de Portugal Cross Longo. Atletas à procura de qualificação para o Campeonato da Europa Campeonato de Portugal Cross Longo Atletas à procura de qualificação para o Campeonato da Europa No próximo dia 10 de Fevereiro, Gouveia vai receber o "Campeonato de Portugal Cross Longo. A prova terá

Leia mais

REGULAMENTO GERAL PARA O ANO DE 2015

REGULAMENTO GERAL PARA O ANO DE 2015 1. TRANSFERÊNCIAS DE ATLETAS REGULAMENTO GERAL PARA O ANO DE 2015 1.1. A transferência de atletas entre a FPBOL e demais Federações do país deverá ser por meio de formulário de solicitação de Transferência,

Leia mais

Utilidade Pública Desportiva - Despacho 49/94, de 9.9.1994. REGULAMENTO de COMPETIÇÃO

Utilidade Pública Desportiva - Despacho 49/94, de 9.9.1994. REGULAMENTO de COMPETIÇÃO REGULAMENTO de COMPETIÇÃO Regulamento da Taça de Portugal de ing 2015 INDICE Capitulo I Definição e Âmbito Capitulo II Objectivos e Títulos Capitulo III Categorias e escalões etários integrantes Capitulo

Leia mais

Regras de Filiação 2009/10

Regras de Filiação 2009/10 As Regras de Filiação, válidas para a época de 2009/2010 são as seguintes: 1) De acordo com o artigo 5º do Regulamento de Filiações da FPX, poderão filiar-se na FPX todos os indivíduos, independentemente

Leia mais

ACESSOS 1/6. . Campo de Regatas 2000 metros. F e d e r a ç ã o P o r t u g u e s a d e C a n o a g e m É p o c a 2 0 1 4

ACESSOS 1/6. . Campo de Regatas 2000 metros. F e d e r a ç ã o P o r t u g u e s a d e C a n o a g e m É p o c a 2 0 1 4 ACESSOS A competição realiza-se na Barragem da Aguieira, nas instalações do Montebelo Aguieira Resort. A melhor forma de chegar ao local é através da A1, cortando para Coimbra (IP3), no sentido contrário

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPETIÇÕES (RC) - Orientação Pedestre, Orientação em BTT e Corridas de Aventura - PREÂMBULO. Pág 1 de 30

REGULAMENTO DE COMPETIÇÕES (RC) - Orientação Pedestre, Orientação em BTT e Corridas de Aventura - PREÂMBULO. Pág 1 de 30 REGULAMENTO DE COMPETIÇÕES (RC) - Orientação Pedestre, Orientação em BTT e Corridas de Aventura - PREÂMBULO Os rankings da Taça de Portugal (TP) visam ordenar e classificar os atletas em competição, bem

Leia mais

Associação de Andebol da Ilha de Santa Maria

Associação de Andebol da Ilha de Santa Maria COMUNICADO OFICIAL Nº 36 ÉPOCA 2014/2015 Distribuição: Clubes, Associações, FPA, DRD, CMVP e Comunicação Social. 1 DIRECÇÃO 1.1 - Todos os clubes devem regularizar as inscrições dos seus atletas, técnicos

Leia mais

COMUNICADO Nº 12-2007/2008

COMUNICADO Nº 12-2007/2008 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE VOLEIBOL Avª de França, 549 4050-279 PORTO Tel: 22 834 95 70 Fax: 22 832 54 94 COMUNICADO Nº 12-2007/2008 Para conhecimento das Associações, Clubes seus filiados, Rádio, Televisão,

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASEBOL / SOFTBOL TAÇA JORNAL BASEBOL - DESPORTO ESCOLAR COIMBRA

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASEBOL / SOFTBOL TAÇA JORNAL BASEBOL - DESPORTO ESCOLAR COIMBRA REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASEBOL / SOFTBOL TAÇA JORNAL BASEBOL - DESPORTO ESCOLAR COIMBRA 2006-2007 DESPORTO ESCOLAR ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. ESCALÕES ETÁRIOS/ BOLA DE JOGO...4 3. CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA...4

Leia mais

CIRCULAR PA Nº. 31 14/15 02/09/2015

CIRCULAR PA Nº. 31 14/15 02/09/2015 CIRCULAR PA Nº. 31 14/15 02/09/2015 DISTRIBUIÇÃO: Associações, Clubes P.A. ASSUNTO: 1 Abertura de época 2015/2016 2 Inscrição de equipas nas provas oficiais 3 Bola oficial 4 Taxas 5 - Regulamentos 6 Anexos

Leia mais

F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DAS PRIMEIRAS PAGAIADAS

F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DAS PRIMEIRAS PAGAIADAS F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DAS PRIMEIRAS PAGAIADAS Em vigor a partir de 21 de Agosto de 2015 1. PRIMEIRAS PAGAIADAS 1.1. Objetivos O quadro competitivo promovido

Leia mais

2º CAMPEONATO MUNICIPAL DE MATRAQUILHOS. Normas de Funcionamento

2º CAMPEONATO MUNICIPAL DE MATRAQUILHOS. Normas de Funcionamento 2º CAMPEONATO MUNICIPAL DE MATRAQUILHOS Normas de Funcionamento Normas de Funcionamento Considerando a importância que a promoção da dinâmica desportiva assume no concelho, a Câmara Municipal da Lourinhã,

Leia mais

Enquadramento... 1. Objetivos... 1. Alunos... 1. Professores estagiários... 1. Recursos... 1. Humanos... 1. Temporais... 2. Espaciais...

Enquadramento... 1. Objetivos... 1. Alunos... 1. Professores estagiários... 1. Recursos... 1. Humanos... 1. Temporais... 2. Espaciais... i Índice Enquadramento... 1 Objetivos... 1 Alunos... 1 Professores estagiários... 1 Recursos... 1 Humanos... 1 Temporais... 2 Espaciais... 2 Materiais... 2 Procedimentos de planeamento e organização...

Leia mais

DUARTE MOURÃO currículo

DUARTE MOURÃO currículo DUARTE MOURÃO currículo O ATLETA DUARTE MOURÃO NOME: Duarte Rafael Rodrigues de Almeida Mourão DATA DE NASCIMENTO: 28 Janeiro de 1984 RESIDÊNCIA: Loures NATURALIDADE: Loures MORADA: Rua Dr. Henrique Barbas

Leia mais

XXXIV MEIA-MARATONA INTERNACIONAL DA NAZARÉ XIII VOLTA À NAZARÉ III CAMINHADA VIII MEIA do FUTURO REGULAMENTO GERAL

XXXIV MEIA-MARATONA INTERNACIONAL DA NAZARÉ XIII VOLTA À NAZARÉ III CAMINHADA VIII MEIA do FUTURO REGULAMENTO GERAL XXXIV MEIA-MARATONA INTERNACIONAL DA NAZARÉ XIII VOLTA À NAZARÉ III CAMINHADA VIII MEIA do FUTURO REGULAMENTO GERAL Artigo 1º Artigo 2º Artigo 3 Numa organização da Meia Maratona Internacional da Nazaré-Associação

Leia mais

Ministério da Juventude e Desportos

Ministério da Juventude e Desportos Ministério da Juventude e Desportos DIPLOMA DO REGIME DE PRÉMIOS AOS ATLETAS, NA ALTA COMPETIÇÃO I SÉRIE N.º47 8 DE NOVEMBRO DE 1996 CONSELHO DE MINISTROS Decreto n.º 33/96 de 8 de Novembro O desporto

Leia mais

PLANO DE CARREIRA DO NADADOR DO AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO

PLANO DE CARREIRA DO NADADOR DO AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO PLANO DE CARREIRA DO NADADOR DO AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO PLANO DE CARREIRA DO NADADOR AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO Introdução O Aminata Évora Clube de Natação, sendo um clube dedicado a várias

Leia mais

Ranking Nacional. Departamento de Combates

Ranking Nacional. Departamento de Combates Departamento de Combates ÍNDICE ARTIGO 1 - ENQUADRAMENTO 3 ARTIGO 2 - DESÍGNIO 3 ARTIGO 4 - PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS 3 ARTIGO 5 - FÓRMULA DE CÁLCULO DA PONTUAÇÃO FINAL NO EVENTO 5 ARTIGO 6 - FÓRMULA DE

Leia mais

Workshop (Da Estrutura e Desenvolvimento)

Workshop (Da Estrutura e Desenvolvimento) NOTA PRÉVIA: Dada a diversidade e quantidade de ideias e propostas manifestadas, optou por fazer-se uma síntese dos assuntos abordados retirando os comentários e as trocas de opiniões que entretanto surgiram,

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2010. Senhores Dirigentes dos Clubes e Associações representativas de Clubes

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2010. Senhores Dirigentes dos Clubes e Associações representativas de Clubes FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2010 Senhor Presidente da Mesa da Assembleia-geral Senhores Dirigentes dos Clubes e Associações representativas de Clubes Senhores Dirigentes

Leia mais

CORRIDA CIDADE DE BEJA 17 Maio 2015-09.30H BEJA

CORRIDA CIDADE DE BEJA 17 Maio 2015-09.30H BEJA CORRIDA CIDADE DE BEJA 17 Maio 2015-09.30H BEJA REGULAMENTO A CORRIDA DA CIDADE É um evento de corrida e caminhada inserido nas comemorações do dia da cidade, organizado pela Câmara Municipal de Beja em

Leia mais

CETC NEWSLETTER. Nesta edição: OUTUBRO 2015 CETC NEWSLETTER. Editorial 2. Torneio Inter-Equipas 3. Ténis by Adriano Carvalho. Festa do Ténis 2015 6

CETC NEWSLETTER. Nesta edição: OUTUBRO 2015 CETC NEWSLETTER. Editorial 2. Torneio Inter-Equipas 3. Ténis by Adriano Carvalho. Festa do Ténis 2015 6 OUTUBRO 2015 CETC NEWSLETTER Nesta edição: Editorial 2 Torneio Inter-Equipas 3 Ténis by Adriano Carvalho 4 Festa do Ténis 2015 6 Torneio Prova B 9 International Senior Cantanhede I 14 O Mundo do Ténis

Leia mais

CAMPEONATO ESTADUAL DE NATAÇÃO DE VERÃO TROFÉU ALEXANDRE VISCARDI, TROFÉU MARCOS CHAIBEN INFANTIL JUVENIL JUNIOR SENIOR TROFÉU PARANÁ ABSOLUTO

CAMPEONATO ESTADUAL DE NATAÇÃO DE VERÃO TROFÉU ALEXANDRE VISCARDI, TROFÉU MARCOS CHAIBEN INFANTIL JUVENIL JUNIOR SENIOR TROFÉU PARANÁ ABSOLUTO CAMPEONATO ESTADUAL DE NATAÇÃO DE VERÃO TROFÉU ALEXANDRE VISCARDI, TROFÉU MARCOS CHAIBEN INFANTIL JUVENIL JUNIOR SENIOR TROFÉU PARANÁ ABSOLUTO Data :04 A 07 DE NOVEMBRO DE 2015 Inscrição: 28 de outubro

Leia mais

Campeonato Regional de Ténis 2009 Iniciados e Juvenis CLUBE DE TÉNIS DO ESTORIL

Campeonato Regional de Ténis 2009 Iniciados e Juvenis CLUBE DE TÉNIS DO ESTORIL 1 Introdução DOCUMENTO ORIENTADOR O Campeonato Regional de Ténis enquadra-se num conjunto de Campeonatos Regionais da responsabilidade da Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo. O presente

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TÉNIS DE MESA Departamento de Lazer e Desporto para Todos NORMAS ESPECÍFICAS

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TÉNIS DE MESA Departamento de Lazer e Desporto para Todos NORMAS ESPECÍFICAS NORMAS ESPECÍFICAS As normas específicas são regras estabelecidas pela F.P.T.M.- Departamento de Lazer e Desporto para Todos, para as provas por ela organizadas. As normas específicas aplicam-se a todos

Leia mais

Regulamento do Programa do Desporto Escolar 2014-2015

Regulamento do Programa do Desporto Escolar 2014-2015 Regulamento do Programa do Desporto Escolar 2014-2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA DO DESPORTO ESCOLAR 2014-2015 ( a que se refere o Despacho nº9302/2014 de 17 de julho) 1. ÂMBITO O presente regulamento define

Leia mais

Federação Portuguesa de Canoagem

Federação Portuguesa de Canoagem Federação Portuguesa de Canoagem Plano de Alto Rendimento e Seleções Nacionais I - Introdução V - SurfSki Séniores/Sub 23/Juniores 2015 Este documento pretende enunciar os critérios de selecção da Equipa

Leia mais

DEPARTAMENTO SELEÇÕES REGIONAIS

DEPARTAMENTO SELEÇÕES REGIONAIS DEPARTAMENTO SELEÇÕES REGIONAIS REGULAMENTO INTRODUÇÃO A forma e desenvolvimento de um praticante com evidência de talento e voca de mérito desportivo excecional justificam a existência de uma estrutura

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO V PARA CAMPEONATO BRASILEIRO DE TIRO COM ARCO (OUTDOOR) 2011 & PARA COPA CENTRO OESTE

REGULAMENTO GERAL DO V PARA CAMPEONATO BRASILEIRO DE TIRO COM ARCO (OUTDOOR) 2011 & PARA COPA CENTRO OESTE REGULAMENTO GERAL DO V PARA CAMPEONATO BRASILEIRO DE TIRO COM ARCO (OUTDOOR) 2011 & PARA COPA CENTRO OESTE SEÇÃO I - DA COMPETIÇÃO I DOS OBJETIVOS Artigo 1º - O Campeonato Brasileiro Paraolímpico de Tiro

Leia mais

Federação Académica do Desporto Universitário Utilidade Pública Desportiva Fundada a 2 de Março de 1990

Federação Académica do Desporto Universitário Utilidade Pública Desportiva Fundada a 2 de Março de 1990 10º Campeonato Mundial Universitário Triatlo 30 de Maio de 2010 Valência, Espanha Sumário: 1. DIA 1 - RESUMO 2. DIA 2 E DIA 3 - AGENDA 3. PERFIS DOS ATLETAS 1. DIA 1: RESUMO A Selecção Nacional Universitária

Leia mais

Associação de Andebol da Ilha de Santa Maria

Associação de Andebol da Ilha de Santa Maria COMUNICADO OFICIAL Nº 32 ÉPOCA 2014/2015 Distribuição: Clubes, Associações, FPA, DRD, CMVP e Comunicação Social. 1 DIRECÇÃO 1.1 - Todos os clubes devem regularizar as inscrições dos seus atletas, técnicos

Leia mais

Águas Abertas 2.0 25 de Abril de 2010 Piscina do Estádio Universitário de Lisboa

Águas Abertas 2.0 25 de Abril de 2010 Piscina do Estádio Universitário de Lisboa ÁGUAS ABERTAS 2.0 2010 1. ÂMBITO Este evento destina-se a promover a prática da Natação e dar a conhecer a disciplina de Águas Abertas a jovens nadadores. Este evento de descoberta realizar-se-á numa piscina,

Leia mais

NORMAS DE ATUAÇÃO ADMINISTRATIVA ÉPOCA 2015-2016

NORMAS DE ATUAÇÃO ADMINISTRATIVA ÉPOCA 2015-2016 CONTEÚDOS 1. Filiações a. Formulários b. Escalões c. Inscrições Iniciais d. Renovações e. Transferências f. Taxas de Filiação g. Contratos Plurianuais 2. Atletas Estrangeiros 3. Filiações de Atletas Portugueses

Leia mais

CNU ORIENTAÇÃO 16 JUNHO

CNU ORIENTAÇÃO 16 JUNHO Prova 57 CNU ORIENTAÇÃO 16 JUNHO MARINHA GRANDE 2011 2012 INFO C 19 JUN 12 1. INFORMAÇÕES 1.0 WEBSITE DO EVENTO HTTP://WWW.COC.PT/EVENTOS/16JUN2012/ 1.1 PRAZOS DE INSCRIÇÃO ATLETAS 12 JUNHO 1.2 TAXAS DE

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE TÉNIS DE MESA DO PORTO www.atmporto.com

ASSOCIAÇÃO DE TÉNIS DE MESA DO PORTO www.atmporto.com COMUNICADO NRº 01 ÉPOCA 2015/2016 DATA 01/08/15 1 - ABERTURA DA ÉPOCA 2015/2016 2 - INSCRIÇÕES 3 - ESCALÕES ETÁRIOS OFICIAIS 4 - FILIAÇÃO DO CLUBE NA ATM PORTO 5 - SEGURO DESPORTIVO 6 - INSCRIÇÕES DE ATLETAS

Leia mais

REGULAMENTO. 1. O Circuito Padel Portugal, é composto por eventos constantes do Calendário Oficial de Provas da Federação Portuguesa de Ténis.

REGULAMENTO. 1. O Circuito Padel Portugal, é composto por eventos constantes do Calendário Oficial de Provas da Federação Portuguesa de Ténis. Regulamento CIRCUITO PADEL PORTUGAL 2014 REGULAMENTO 1. O Circuito Padel Portugal, é composto por eventos constantes do Calendário Oficial de Provas da Federação Portuguesa de Ténis. 2. O Circuito Padel

Leia mais

COMUNICADO OFICIAL N.º 4 ÉPOCA 2014/2015 Associação de Andebol do Algarve

COMUNICADO OFICIAL N.º 4 ÉPOCA 2014/2015 Associação de Andebol do Algarve Distribuição: Clubes Filiados 1. Direcção 1.1 Acão de Formação Inicio Época - 6 de Setembro - Tavira (Auditório da Escola D. Manuel I) 9:30 - Abertura 10:00 - Direção da AAA 11:00 - Intervalo 11:20 - Apresentação

Leia mais

PLANEAMENTO DO TREINO: DA FORMAÇÃO AO ALTO RENDIMENTO

PLANEAMENTO DO TREINO: DA FORMAÇÃO AO ALTO RENDIMENTO PLANEAMENTO DO TREINO: DA FORMAÇÃO AO ALTO RENDIMENTO António Vasconcelos Raposo Treinador de Mérito de Natação Pura Desportiva Formador da Solidariedade Olímpica Internacional Formador FINA Formador da

Leia mais

IMPACTOS Agudos / de Momento e Crónicos / Constantes.

IMPACTOS Agudos / de Momento e Crónicos / Constantes. Wash Scoring (Limpar a Pontuação) por Tom Tait (treinador de Voleibol dos EUA Penn State University e ex-adjunto das Selecções Sénior Masculinas; USA All-Time Great Coach Award) UM POUCO DE HISTÓRIA Em

Leia mais

REGULAMENTO DO CAMPEONATO NACIONAL MASTER DE ÁGUAS ABERTAS II CAMPEONATO NACIONAL MASTER DE ÁGUAS ABERTAS

REGULAMENTO DO CAMPEONATO NACIONAL MASTER DE ÁGUAS ABERTAS II CAMPEONATO NACIONAL MASTER DE ÁGUAS ABERTAS REGULAMENTO DO CAMPEONATO NACIONAL MASTER DE ÁGUAS ABERTAS 2009 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO / CÂMARA MUNICIPAL DE SETÚBAL 0 1. ÂMBITO O II Campeonato Nacional Masters de Águas Abertas atribuirá o título

Leia mais

Histórico de Medalhas e Modalidades Paralímpicas - Portugal

Histórico de Medalhas e Modalidades Paralímpicas - Portugal Histórico de Medalhas e Modalidades Paralímpicas - Portugal Igualdade, Inclusão & Excelência Desportiva Departamento Técnico, Fevereiro de Índice Introdução... Medalhas... Gráficos de Medalhas... Atletas

Leia mais

Regulamento 21ª MEIA MARATONA DE LISBOA. Organização

Regulamento 21ª MEIA MARATONA DE LISBOA. Organização Regulamento 21ª MEIA MARATONA DE LISBOA Organização 1. Numa organização do Maratona Clube de Portugal, vai realizar-se no dia 20 de Março, com partida às 10.30h, uma prova pedestre destinada a todos os

Leia mais

Comunicado da Direção Filiações e Revalidações - 2014

Comunicado da Direção Filiações e Revalidações - 2014 Comunicado da Direção Filiações e Revalidações - 2014 As normas para filiações, revalidações e transferências encontram-se devidamente descriminadas no respetivo Regulamento que pode ser consultado no

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2014

PLANO DE ACTIVIDADES 2014 PLANO DE ACTIVIDADES 2014 INTRODUÇÃO Com o presente programa pretende-se continuar com o trabalho de divulgação e promoção da modalidade, iniciado nas épocas anteriores, na cidade das Caldas da Rainha

Leia mais

ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 2. OBJECTIVOS... 4 3. DEFINIÇÕES... 5

ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 2. OBJECTIVOS... 4 3. DEFINIÇÕES... 5 REGULAMENTO DO PROJECTO DE PREPARAÇÃO PARALÍMPICA Londres 2012 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 2. OBJECTIVOS... 4 3. DEFINIÇÕES... 5 3.1. Modalidades Individuais... 5 3.2. Modalidades Colectivas... 5 3.3. Resultados

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE ATLETISMO DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA

ASSOCIAÇÃO DE ATLETISMO DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA Estas normas são complementadas com a leitura do Regulamento de Filiação de Agentes Desportivos da FPA e do Regulamento Geral de Competições da FPA. Escalões FILIAÇÕES DE ATLETAS Escalão Anos de Nascimento

Leia mais

TORNEIO NACIONAL DE SUB-14 (MASC. E FEM)

TORNEIO NACIONAL DE SUB-14 (MASC. E FEM) COMPETIÇÕES NACIONAIS TORNEIO NACIONAL DE SUB-14 (MASC. E FEM) Modelo Competitivo -Proposta de Alteração- Elaborado por: Directores Técnicos das Associações de Basquetebol de VIANA DO CASTELO, BRAGA, PORTO,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DISTRITAL DE ALTETISMO DE LEIRIA

ASSOCIAÇÃO DISTRITAL DE ALTETISMO DE LEIRIA ASSOCIAÇÃO DISTRITAL DE ALTETISMO DE LEIRIA CALENDÁRIO DE ACTIVIDADES DISTRITAL/BEIRAS NACIONAL/ INTERNACIONAL ÉPOCA 2009-2010 (versão de 01 Junho 2010) Outubro 2009 3/4/5 Curso de Treinadores Nível 1

Leia mais

Sistema de Ranking Mundial da BISFed (Dezembro 2013)

Sistema de Ranking Mundial da BISFed (Dezembro 2013) Sistema de Ranking Mundial da BISFed (Dezembro 2013) Esta tradução foi efetuada pela PCAND para facilitar a compreensão do documento original elaborado pela BISFed. Em caso de dúvida, prevalece a versão

Leia mais

Troféu de Sintra em BTT 2014 REGULAMENTO

Troféu de Sintra em BTT 2014 REGULAMENTO Troféu de Sintra em BTT 2014 REGULAMENTO DIVISÃO DE DESPORTO E JUVENTUDE NÚCLEO DE DESPORTO AVENTURA Versão 10/3/2014 1 INTRODUÇÂO O Ciclismo nas suas diversas variantes e como modalidade desportiva torna-se

Leia mais

REGULAMENTO DESPORTIVO

REGULAMENTO DESPORTIVO ASSOCIAÇÃO REGIONAL DE NATAÇÃO DO NORDESTE NATAÇÃO PURA REGULAMENTO DESPORTIVO ÉPOCA 2014/2015 Conteúdo Índice... 2 Disposições Gerais.... 3 Calendário de Provas e Estágios.... 5 Torneio de Abertura...

Leia mais

ALTERAÇÕES AO RPD Regulamento de Provas Distritais da AFVR

ALTERAÇÕES AO RPD Regulamento de Provas Distritais da AFVR ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE VILA REAL COMUNICADO OFICIAL N.º: 0111/11-12-Rectificado DATA: 2012.06.26 PARA CONHECIMENTO DE TODOS OS CLUBES FILIADOS NESTA AFVR, CONSELHO DE ARBITRAGEM, ORGÃOS DE COMUNICAÇÃO

Leia mais

CENTRO DE FORMAÇÃO DESPORTIVA DE XADREZ

CENTRO DE FORMAÇÃO DESPORTIVA DE XADREZ CENTRO DE FORMAÇÃO DESPORTIVA DE XADREZ Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia Gaianima, E. M., Equipamentos Municipais Departamento do Desporto Escolar Escola Profissional de Gaia Academia de Xadrez de

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO

PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2012 ÍNDICE Introdução_2 Projetos Inovadores de Desenvolvimento Desportivo Juvenil_2,3,4 Organização do Quadro Competitivo_4,5 Representação em Organismos Internacionais_6

Leia mais