Resolução. ALTERNATIVA: b

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Resolução. ALTERNATIVA: b"

Transcrição

1 Receita Federal do Brasil 2012 Concurso para o cargo de Auditor comentada da prova de Contabilidade Geral e Avançada Prof. Milton M. Ueta CFC 1.241/09: Investimento em Coligada e em Controlada. 30. Após reduzir a zero o saldo contábil da participação do investidor, perdas adicionais são consideradas, e um passivo é reconhecido somente na extensão em que o investidor tenha incorrido em obrigações legais ou construtivas (não formalizadas) de fazer pagamentos por conta da coligada. ALTERNATIVA: b CFC 1.374/11: Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil- Financeiro. QC21. Comparabilidade é a característica qualitativa que permite que os usuários identifiquem e compreendam similaridades dos itens e diferenças entre eles. QC - qualitative characteristics (características qualitativas) ALTERNATIVA: a Conforme comentado em aula, esta norma era a primeira mencionada no edital, e a mais cobrada nos últimos concursos. Principalmente em relação às características qualitativas das informações contábil-financeira. A Instrução CVM n o 247/96, em seu art. 12 (parágrafo 2º) é mais clara com relação a este assunto: DAS PERDAS PERMANENTES EM INVESTIMENTOS AVALIADOS PELO MÉTODO DA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL Art A investidora deverá constituir provisão para cobertura de: I - perdas efetivas, em virtude de: a) eventos que resultarem em perdas não provisionadas pelas coligadas e controladas em suas demonstrações contábeis; ou b) responsabilidade formal ou operacional para cobertura de passivo a descoberto. II - perdas potenciais, estimadas em virtude de: a) tendência de perecimento do investimento; b) elevado risco de paralisação de operações de coligadas e controladas; c) eventos que possam prever perda parcial ou total do valor contábil do investimento ou do montante de créditos contra as coligadas e controladas; ou 1

2 d) cobertura de garantias, avais, fianças, hipotecas ou penhor concedidos, em favor de coligadas e controladas, referentes a obrigações vencidas ou vincendas quando caracterizada a incapacidade de pagamentos pela controlada ou coligada. Parágrafo 1º - Independentemente do disposto na letra b do inciso I, deve ser constituída ainda provisão para perdas, quando existir passivo a descoberto e houver intenção manifesta da investidora em manter o seu apoio financeiro à investida. (b) pudesse ter sido razoavelmente obtida e levada em consideração na elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis. ALTERNATIVA: d Esta questão aborda os conceitos iniciais da norma. Parágrafo 2º - A provisão para perdas deverá ser apresentada no ativo permanente por dedução e até o limite do valor contábil do investimento a que se referir, sendo o excedente apresentado em conta específica no passivo. CFC 1.178/09 Propriedade para Investimento: 9. Seguem-se exemplos de itens que não são propriedades para investimento:... (c) propriedade ocupada pelo proprietário, incluindo (entre outras coisas) propriedade mantida para uso futuro como propriedade ocupada pelo proprietário, propriedade mantida para desenvolvimento futuro e uso subsequente como propriedade ocupada pelo proprietário,... ALTERNATIVA: e Como abordado em aula, são considerados como Propriedades para Investimento são as mantidas para obter renda (por exemplo, arrendamento mercantil), ou para valorização futura, ou ambas. CFC 1.179/09: Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. Erros de períodos anteriores são omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodos anteriores decorrentes da falta de uso, ou uso incorreto, de informação confiável que: (a) estava disponível quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses períodos; e CFC 1.178/09: Propriedade para Investimento. 7. As propriedades para investimento são mantidas para obter rendas ou para valorização do capital ou para ambas, e por isso classificadas no subgrupo Investimentos, dentro do Ativo Não Circulante. Os conceitos necessários para a resolução desta questão está no resumo (dicas) que foi distribuído aos alunos durante as aulas!!! 2

3 6 - O balancete de verificação evidencia a) os estornos efetuados no período. b) a configuração e classificação correta dos itens contábeis. c) a igualdade matemática dos lançamentos efetuados no período. d) o registro dos movimentos individuais das contas contábeis no período. e) os lançamentos do período, quando efetuados de forma correta no período. CFC 1.313/10: Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários. 5. Os custos de transação incorridos na captação de recursos por intermédio da emissão de títulos patrimoniais devem ser contabilizados, de forma destacada, em conta redutora de patrimônio líquido, deduzidos os eventuais efeitos fiscais, e os prêmios recebidos devem ser reconhecidos em conta de reserva de capital. 8. A aquisição de ações de emissão própria e sua alienação são também transações de capital da entidade com seus sócios e igualmente não devem afetar o resultado da entidade. ALTERNATIVA: a O tratamento das operações relacionadas à conta Ações em Tesouraria (negociação com ações de própria emissão tem o mesmo tratamento das ações emitidas; ou seja, os prêmios (ágio) devem ser contabilizados como Reserva de Capital. Lei n o 6.404/76, artigo 182: 1º Serão classificadas como reservas de capital as contas que registrarem: a) a contribuição do subscritor de ações que ultrapassar o valor nominal e a parte do preço de emissão das ações sem valor nominal que ultrapassar a importância destinada à formação do capital social, inclusive nos casos de conversão em ações de debêntures ou partes beneficiárias; O Balancete de Verificação tem a finalidade de verificar se o método das partidas dobradas foi atendido nos registros dos fatos contábeis, através da comparação dos saldos devedores e credores das contas. Se a soma dos saldos devedores resultar em valor igual ao dos saldos credores, significa que o método foi aplicado foi corretamente. ALTERNATIVA: c Finalmente uma questão muito fácil! 7 - Dos registros da Cia. Galáctica, relativos à operação de alienação de Investimentos, foram extraídos os seguintes dados: Dados da negociação Valor em R$ Valor Recebido pela venda Valor patrimonial da conta Investimento Custo Valor do Ágio já amortizado Saldo da Conta Investimento - Ágio (valor ainda não amortizado) 800 Estimativas de Perdas c/ Investimento registradas 400 Com base nos dados fornecidos, pode-se afirmar que esse evento gerou a) um lançamento de crédito na conta de Investimento - Valor de Custo no valor de R$ 9.500,00. b) o reconhecimento de um desembolso na aquisição do investimento no valor de R$ 9.000,00. c) um Ganho com Alienação de investimentos no valor de R$ 100,00. d) o registro de um débito na conta de Investimentos - Ágio no valor total de R$ 800,00. e) uma Perda com a Alienação de Investimentos no valor de R$ 700,00. Os conceitos necessários para a resolução desta questão está no resumo (dicas) que foi distribuído aos alunos durante as aulas!!! Valor patrimonial do Investimento: R$ 9.000,00 (+) Ágio não amortizado: R$ 800,00 R$ 9.800,00 ( ) Provisão para Perdas: (R$ 400,00) (=) Valor Contábil do Investimento: R$ 9.400,00 3

4 Valor Recebido pela Venda: R$ 9.500,00 Ganho na Alienação do Investimento: R$ 100,00 ALTERNATIVA: c Apesar da questão não mencionar, a mesma foi resolvida considerando o Investimento (objeto da alienação) como sendo uma participação societária avaliada pelo Método da Equivalência Patrimonial (pois, investimentos avaliados pelo Custo não apresentam a conta Ágio em separado). Instrução CVM n o 247/96: Art Parágrafo 1º - O valor contábil do investimento em coligada e controlada abrange o custo de aquisição mais a equivalência patrimonial e o ágio não amortizado, deduzido do deságio não amortizado e da provisão para perdas. O referido artigo foi revogado pela Instrução CVM nº 469, de 2 de maio de Sendo assim, esta questão CABE RECURSO!!! 8 - Observado o exposto no gráfico de Participações Societárias da Cia. Firmamento, a seguir, pode-se afirmar que A forma mais adequada de resolver esta questão é analisando cada alternativa. a) Incorreta A Cia. Netuno é indiretamente controlada pela Cia. Firmamento (através da controlada Cia. Sol). Participação da Cia. Firmamento na Cia. Netuno: direta: 20% pela Cia. Sol: 90% x 70% = 63% pela Cia. Ceres: 30% x 5% = 1,5% Participação total: 20% + 63% + 1,5% = 84,5% Portanto, a participação dos acionistas não controladores na Cia. Netuno é de: 100% 84,5% = 15,5% b) Correta A participação da Cia. Firmamento na Cia. Vênus é de apenas 3%, sendo assim, considera-se que tal investimento será avaliado pelo Método do Custo de Aquisição. c) Incorreta A participação da Cia. Marte na Cia. Éris é de 80% (controle), logo, o investimento será avaliado por Equivalência patrimonial. De acordo com a Deliberação CVM n o 247/96: II - Os juros recebidos pelas companhias abertas, a título de remuneração do capital próprio, devem ser contabilizados da seguinte forma: a) como crédito da conta de investimentos, quando avaliados pelo método da equivalência patrimonial e desde que os juros sobre o capital próprio estejam ainda integrando o patrimônio líquido da empresa investida ou nos casos em que os juros recebidos já estiverem compreendidos no valor pago pela aquisição do investimento; e b) como receita, nos demais casos. d) Incorreta A Cia. Firmamento não controla a Cia. Júpiter, pois a participação da Cia. Lua (controlada da Cia. Firmamento) é de apenas 2%, e a Cia Marte (cuja participação indireta é de: 10% x 40% = 4%) não é controlada da Cia. Firmamento. a) a participação dos acionistas não controladores na Cia. Netuno corresponde a 16,5% do capital total. b) os dividendos distribuídos pela Cia. Vênus devem ser reconhecidos pela investidora como Receitas. c) os juros sobre o capital próprio, quando calculados e pagos pela Cia. Éris, são registrados pela investidora a débito de Participações Societárias. d) a Cia. Júpiter é controlada indireta da Cia. Firmamento, mesmo que não se verifique influência significativa da investidora. e) a investidora, ao registrar a remuneração distribuída aos acionistas pela Cia. Sol, efetua um crédito na conta Resultado de Equivalência Patrimonial. e) Incorreta A Cia. Firmamento é controladora da Cia. Sol (90%), sendo assim o investimento deverá ser avaliado por Equivalência Patrimonial. A remuneração distribuída pela investida deverá ser contabilizada a crédito de Participações Societárias. ALTERNATIVA: b 4

5 A resolução seria mais rápida se o candidato iniciasse pelas alternativas que não necessitam de cálculos (alternativas B, C e E). A banca já cobrou uma questão semelhante no concurso de AFRF de 2002, na prova de Contabilidade Avançada, como alertei em várias oportunidades durante as aulas! No entanto, esta questão está mal formulada, e numa análise rigorosa, percebe-se muitas falhas. Por exemplo, na alternativa B (considerada como correta), supõe-se que uma participação de apenas 3% não deva ser avaliado por Equivalência Patrimonial, porém, de acordo com a nova legislação: Lei n o 6.404/76 Art No balanço patrimonial da companhia, os investimentos em coligadas ou em controladas e em outras sociedades que façam parte de um mesmo grupo ou estejam sob controle comum serão avaliados pelo método da equivalência patrimonial. Art o São coligadas as sociedades nas quais a investidora tenha influência significativa.... 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora detém ou exerce o poder de participar nas decisões das políticas financeira ou operacional da investida, sem controlá-la. Observa-se que, para que uma investida seja considerada como Coligada, basta que a Investidora exerça Influência Significativa sobre a Investida, sem controlá-la (não há menção de um percentual mínimo para que uma investida seja considera Coligada). Portanto, o examinador não forneceu informações suficientes para se concluir o que consta na referida alternativa. Caso a Cia. Firmamento tenha Influência Significativa sobre a Cia. Vênus, o investimento deverá ser avaliado por Equivalência Patrimonial, o que tornaria a alternativa Incorreta. Conclusão: CABE RECURSO!!! CFC 1.303/10: Ativo Intangível. 34. De acordo com a NBC TG 15 Combinação de Negócios, o adquirente deve reconhecer na data da aquisição, separadamente do ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura (goodwill) apurado em uma combinação de negócios, um ativo intangível da adquirida, independentemente de o ativo ter sido reconhecido pela adquirida antes da aquisição da empresa. Isso significa que a adquirente reconhece como ativo, separadamente do ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura (goodwill), um projeto de pesquisa e desenvolvimento em andamento da adquirida se o projeto atender à definição de ativo intangível. ALTERNATIVA: d Esta questão deveria ser anulada, pois A norma Combinação de Negócios não consta do programa do edital, e os tópicos relacionados ao Ativo Intangível constantes do programa não fazem referência ao assunto abordado pela questão. CABE RECURSO!!! 5

6 A resolução desta questão depende apenas dos conceitos básicos de Valor Recuperável comentados em aula. Os conceitos necessários para a resolução desta questão está no resumo (dicas) que foi distribuído aos alunos durante as aulas!!! CFC 1.292/10: Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Definições 6. Os seguintes termos são utilizados nesta Norma com os significados específicos que se seguem: Valor recuperável de um ativo ou de unidade geradora de caixa é o maior montante entre o seu valor justo líquido de despesa de venda e o seu valor em uso. Valor justo líquido de despesa de venda é o montante a ser obtido pela venda de um ativo ou de unidade geradora de caixa em transações em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, menos as despesas estimadas de venda. Valor em uso é o valor presente de fluxos de caixa futuros esperados que devem advir de um ativo ou de unidade geradora de caixa. Perda por desvalorização é o montante pelo qual o valor contábil de um ativo ou de unidade geradora de caixa excede seu valor recuperável. Valor justo líquido de despesa de venda: R$ ,00 Valor em Uso (Fluxo de Cx. Descontado): R$ ,00 Valor Recuperável (VR): R$ ,00 (maior valor) Imobilizado: R$ ,00 ( ) Perda de Valor Recuperável: (R$ ,00) (=) Valor Contábil (VC): R$ ,00 Perda de Valor Recuperável: R$ ,00(VC) R$ ,00(VR) = R$ 5.000,00 ALTERNATIVA: b Esta questão trata de Depreciação pelo Método das Unidades Produzidas (comentei durante as aulas sobre a possibilidade da banca cobrar este método), conforme citado na CFC 1.177/09 Ativo Imobilizado: 62. Vários métodos de depreciação podem ser utilizados para apropriar de forma sistemática o valor depreciável de um ativo ao longo da sua vida útil. Tais métodos incluem o método da linha reta, o método dos saldos decrescentes e o método de unidades produzidas. O método de unidades produzidas resulta em despesa baseada no uso ou produção esperados. Máquina: R$ ,00 Data da aquisição: 02/01/2008 Capacidade de reprodução: de cópias Valor Residual: R$ ,00 Máquina: R$ ,00 ( ) Valor Residual: (R$ ,00) (=) Valor Depreciável: R$ ,00 6

7 Cópias reproduzidas 2008/2009: : Depreciação Acumulada: 2008/2009: (2.500 : 5.000) x R$ ,00 = R$ , : (1.300 : 5.000) x R$ ,00 = R$ ,00 Depreciação Acumulada: R$ ,00 Máquina: R$ ,00 ( ) Depreciação Acumulada: (R$ ,00) (=) Valor Contábil: R$ ,00 Valor Recuperável: R$ ,00 Conclusão: não há perda de Valor Recuperável. menos frequente, tal como a substituição das paredes interiores de edifício, ou para efetuar substituição não recorrente.... a entidade reconhece no valor contábil de um item do ativo imobilizado o custo da peça reposta desse item quando o custo é incorrido se os critérios de reconhecimento forem atendidos. ALTERNATIVA: c Bola de Cristal: a resposta desta questão está no resumo (dicas) que foi distribuído aos alunos durante as aulas!!! Questão fácil. Bastava saber que os gastos com manutenção são Despesas (como já cobrada pela banca em prova anterior: AFRF ). Desnecessário o conhecimento da respectiva norma... ALTERNATIVA: a Questão muito fácil. Bastava determinar o Valor Depreciável (no início da resolução) e já assinalar a alternativa A. Não era necessário o conhecimento da norma... Como eu alertei durante as aulas sobre a possibilidade da banca cobrar este assunto. CFC 1.177/09 Ativo Imobilizado: a entidade não reconhece no valor contábil de um item do ativo imobilizado os custos da manutenção periódica do item. Pelo contrário, esses custos são reconhecidos no resultado quando incorridos. Os custos da manutenção periódica são principalmente os custos de mão-de-obra e de produtos consumíveis, e podem incluir o custo de pequenas peças. A finalidade desses gastos é muitas vezes descrita como sendo para reparo e manutenção de item do ativo imobilizado. 13. Partes de alguns itens do ativo imobilizado podem requerer substituição em intervalos regulares.... Itens do ativo imobilizado também podem ser adquiridos para efetuar substituição recorrente Bola de Cristal: a resposta desta questão está no resumo (dicas) que foi distribuído aos alunos durante as aulas!!! Mas a banca considerou como correta a alternativa E, quando na realidade não existe alternativa correta. De acordo com a CFC 1.313/10 Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários: 11. O registro do montante inicial dos recursos captados de terceiros, classificáveis no passivo exigível, deve corresponder ao seu valor justo líquido dos custos de transação diretamente atribuíveis à emissão do passivo financeiro. 13. Os custos de transação incorridos na captação de recursos por meio da contratação de instrumento de dívida (empréstimos, financiamentos ou títulos de dívida tais como debêntures, notas comerciais ou 7

8 outros valores mobiliários) devem ser contabilizados como redução do valor justo inicialmente reconhecido do instrumento financeiro emitido, para evidenciação do valor líquido recebido. A questão deve ser ANULADA! Como foi contabilizado o valor de R$ ,00 em Despesa de INSS (débito), a conta Salários a Pagar foi creditado indevidamente pelo valor de R$ ,00. Veja o lançamento que foi efetuado: Diversos a Diversos Salários R$ ,00 Despesa de INSS R$ ,00 R$ ,00 a Salários a Pagar R$ ,00 a Contrib. a Recolher R$ ,00 R$ ,00 O lançamento correto seria: Diversos a Diversos Salários R$ ,00 Despesa de INSS R$ ,00 R$ ,00 a Salários a Pagar R$ ,00 a Contrib. a Recolher R$ ,00 R$ ,00 Portanto, para corrigir o lançamento, deve-se estornar R$ 8.000,00 da conta Salários a Pagar (débito) contra Despesa de INSS (crédito): A banca considerou como correta a alternativa C, porem, historicamente a mesma banca considerou os referidos juros como despesa (alternativa D), inclusive na prova do Analista aplicada neste mesmo dia?!? (ver a questão 25 da prova 2 do Analista). Esta banca está de brincadeira... Portanto: CABE RECURSO!!! 15- A empresa Data Power S.A. apura sobre sua folha de pagamentos administrativa de R$ ,00 o total de 20% de INSS, correspondente a 12% de contribuição da parcela de responsabilidade da empresa e 8% da parcela do empregado. A empresa efetuou a contabilização de R$ ,00 como despesa de INSS no resultado. Ao fazer a conciliação da conta, deve o contador a) considerar o lançamento correto, uma vez que a folha refere-se a despesas administrativas. b) estornar da despesa o valor de R$ 8.000,00, lançando a débito da conta salários a pagar. c) reverter da despesa o valor de R$ ,00, lançando contra a conta de INSS a recolher. d) reconhecer mais R$ 8.000,00 a débito de despesa de INSS pertinente a parcela do empregado. e) lançar um complemento de R$ ,00 a crédito da conta salários a pagar. Questão clássica de Folha de Pagamento, com uma pequena novidade: com erro. Folha de Pagamento: R$ ,00 INSS (empresa) 12%: R$ ,00 INSS (empregado) 8%: R$ 8.000,00 Salários a Pagar a Despesa com INSS R$ 8.000,00 ALTERNATIVA: b Questão relativamente fácil. Muito trabalhado durante s aulas. 16- A empresa Biogás S.A. foi contratada pela empresa Aves S.A. para fornecer gás para sua fábrica de processamento de carnes. A Biogás S.A. produz gás a partir de biodigestores que transformam resíduos animais em gás. Como a contratante fica em região sem estrutura, a única fonte de fornecimento de gás é esta. O produtor de gás não tem interesse em fornecer para outras empresas, sendo exclusivo o fornecimento para empresa Aves S.A, por 10 anos. A manutenção, reparos e outros é de responsabilidade da empresa fornecedora do gás. Nesse caso, podese afirmar que esse contrato representa a) uma compra de imobilizado, devendo ser reconhecido. b) uma prestação de serviços, devendo ser reconhecido como despesa. c) um gasto, podendo ser contabilizado como passivo ou despesas. d) um acordo que contém um arrendamento. e) um contrato de imobilizações em andamento, devendo ser reconhecido no ativo imobilizado. CFC 1.304/10 Operações de Arrendamento Mercantil: 8. Um arrendamento mercantil deve ser classificado 8

9 como financeiro se ele transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade. Um arrendamento mercantil deve ser classificado como operacional se ele não transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade. ALTERNATIVA: d Questão mal formulada. Não fica claro exatamente do que trata o contrato mencionado: do serviço de fornecimento de gás, ou das instalações da contratada que são utilizadas pela contratante. A alternativa D pode ser considerada correta apenas pelo de não restar outra alternativa possível, e não pelas informações fornecidas. VALE TENTAR RECURSO. 17- Nas operações de mercadorias, o valor dos gastos com transportes, quando estes são feitos sob a responsabilidade do comprador, a) aumentam o valor das mercadorias compradas. b) são registrados a débito de uma conta de despesa. c) diminuem o valor dos estoques de mercadorias. d) não geram efeitos no custo das mercadorias vendidas quando estes são realizados. e) não afetam o valor dos estoques de mercadorias. Os gastos com transporte sob responsabilidade do comprador se incorporam ao custo das mercadorias adquiridas. ALTERNATIVA: a Questão muito fácil. Ridícula! A resposta desta questão está no resumo (dicas) que foi distribuído aos alunos durante as aulas: Fatos que Alteram Compras e Vendas!!! 18- A empresa Venus S.A., fabricante de peças para automóveis, adquiriu um terreno para aproveitar a valorização que o mercado aquecido está permitindo. A Venus também aluga o prédio lateral de sua fábrica para a Holding do Grupo ocupar com as suas atividades administrativas. Dessa forma, esses eventos devem ser contabilizados, respectivamente, como a) propriedades para investimento e arrendamento mercantil. b) imobilizado e imobilizado. c) propriedade para investimento e propriedade para investimento. d) investimento e propriedade para investimento. e) propriedade para investimento e imobilizado. 7. As propriedades para investimento são mantidas para obter rendas ou para valorização do capital ou para ambas, e por isso classificadas no subgrupo Investimentos, dentro do Ativo Não Circulante. Por isso, uma propriedade para investimento gera fluxos de caixa altamente independentes dos outros ativos mantidos pela entidade. Isso distingue as propriedades para investimento de propriedades ocupadas pelos proprietários. No caso do prédio lateral da fábrica CFC 1.177/09 Ativo Imobilizado: Definições Ativo imobilizado é o item tangível que: (a) é mantido para uso na produção ou fornecimento de mercadorias ou serviços, para aluguel a outros, ou para fins administrativos; e (b) se espera utilizar por mais de um período. ALTERNATIVA: e Bola de Cristal: a resposta desta questão está no resumo (dicas) que foi distribuído aos alunos durante as aulas!!! Observe que o prédio lateral da fábrica supostamente é de uso da própria empresa Vênus, apenas está alugando para a Holding do Grupo. Portanto não seria o caso de classificá-lo como Propriedade para Investimento. Mas vale a tentativa de RECURSO, pois a questão não fornece informações suficientes em relação ao prédio. 19- A Cia. Mercúrio inicia em janeiro de 2009 uma pesquisa para desenvolvimento de um protótipo de captação de energia solar. Quando concluído, será patenteado pela empresa. Até junho de 2009, a empresa já havia efetuado diversos gastos com pesquisa no valor de R$ ,00. Após essa data, com o avanço do processo de pesquisa, foi possível definir um critério confiável de controle, acumulação, identificação e registro do Ativo Intangível. No final de 2009, os gastos da empresa com pesquisas totalizaram R$ ,00 e o valor recuperável do intangível incorporado foi de R$ ,00. Com base nas informações fornecidas, o registro contábil desse evento é: Débito Crédito a) Ativo Intangível a Disponibilidades Débito Crédito b) Despesas a Disponibilidades No caso do terreno adquirido CFC 1.178/09 Propriedade para Investimento: Débito c) Ativo Intangível Despesas Crédito 9

10 a Disponibilidades Débito Crédito d) Despesas Ativo Intangível a Disponibilidades Débito Crédito e) Despesa Ativo Intangível Perda por Imparidade a Disponibilidades CFC 1.303/10: Ativo Intangível. 55. Durante a fase de pesquisa de projeto interno, a entidade não está apta a demonstrar a existência de ativo intangível que gerará prováveis benefícios econômicos futuros. Portanto, tais gastos devem ser reconhecidos como despesa quando incorridos. 65. O custo de ativo intangível gerado internamente que se qualifica para o reconhecimento contábil se restringe à soma dos gastos incorridos a partir da data em que o ativo intangível atende aos critérios de reconhecimento. Gastos totais com pesquisas ao final de 2009: R$ ,00. Gastos com pesquisa até junho de 2009: R$ ,00. Identificação e registro do Ativo Intangível: após junho de Portanto, os gastos até junho de 2009 devem ser considerados como despesa (R$ ,00). Sendo assim, o valor contábil do Ativo Intangível, ao final de 2009 é de R$ ,00. Valor Recuperável ao Ativo Intangível no final de 2009: R$ ,00 (maior que o valor contábil). Conclusão: Despesas Ativo Intangível: Disponibilidades: ALTERNATIVA: c R$ ,00 (débito) R$ ,00 (débito) R$ ,00 (crédito) O enunciado da questão permite que o candidato perceba que o Ativo Intangível é reconhecido somente após junho de 2009 (explícito no enunciado), o que levaria à conclusão (sem conhecimento profundo da norma) que os gastos anteriores devam ser reconhecido como despesa. Com relação ao Valor Recuperável, como é superior ao valor contábil do Ativo Intangível em questão, não deve ser levado em consideração (ver a questão 10). 20- De conformidade com a legislação societária atualizada, os saldos existentes em , no Ativo Diferido, poderiam ser a) integralmente baixados para as contas de Despesas Não Operacionais, quando não apresentassem condições de recuperação e realocados a outros ativos, quando fosse o caso. b) realocados de acordo com a sua natureza e finalidade a outro grupo do ativo e reclassificados como Ajustes de Exercícios Anteriores, caso não fosse possível realizar esta realocação em bases confiáveis. c) reclassificados para uma conta transitória de Ajustes de Conversão, para aqueles que pudessem ser identificados em bases confiáveis e o excedente, se fosse o caso, estornados contra a conta de Ganhos/Perdas de itens Descontinuados. d) alocados a outro grupo de contas, de acordo com a sua natureza, ou permanecer no ativo sob esta classificação até a completa amortização, desde que sujeito à análise de imparidade. e) transferidos integralmente para a conta de Ajustes de Avaliação Patrimonial, deduzido da avaliação do valor recuperável. CFC 1.152/09 Adoção Inicial da Lei nº /07 e da Medida Provisória nº. 449/ A Lei nº /07 restringiu o lançamento de gastos no ativo diferido, mas, após isso, a Medida Provisória nº. 449/08 extinguiu esse grupo de contas. Assim, os ajustes iniciais de adoção das novas Lei e Medida Provisória devem ser assim registrados: os gastos ativados que não possam ser reclassificados para outro grupo de ativos, devem ser baixados no balanço de abertura, na data de transição, mediante o registro do valor contra lucros ou prejuízos acumulados, líquido dos efeitos fiscais, nos termos do item 55 ou mantidos nesse grupo até sua completa amortização, sujeito à análise sobre recuperação. ALTERNATIVA: d Bola de Cristal: a resposta desta questão está no resumo (dicas) que foi distribuído aos alunos durante as aulas!!! Como comentado durante as aulas, o edital evidenciava a cobrança desta questão. Muito fácil. 21- Com relação à distribuição de dividendos de sociedades abertas, pode-se afirmar que: a) o dividendo deverá ser pago ou creditado, salvo deliberação em contrário da assembléia geral, no prazo de sessenta dias da data em que for declarado e, em qualquer caso, dentro do exercício social. b) em casos nos quais o estatuto da empresa for omisso quanto à distribuição do dividendo obrigatório, o acionista minoritário terá direito a 50% do total do lucro líquido apurado no exercício, acrescido pelos saldos das reservas de lucro. c) a companhia que, por força de lei ou de disposição estatutária, levantar balanço semestral, não poderá declarar, por deliberação dos órgãos de administração, dividendo à conta do lucro apurado nesse balanço. 10

11 d) a companhia somente pode pagar dividendos à conta de lucro líquido do exercício, de lucros acumulados e de reserva de lucros para proprietários de ações ordinárias. e) a legislação societária veta a fixação de qualquer outra forma de cálculo dos dividendos, seja de acionistas controladores ou não controladores, que não contemple no mínimo 30% dos lucros líquidos de cada exercício. Lei n o 6.404/76, art º O dividendo deverá ser pago, salvo deliberação em contrário da assembléia-geral, no prazo de 60 (sessenta) dias da data em que for declarado e, em qualquer caso, dentro do exercício social. ALTERNATIVA: a Bola de cristal: artigo lido em várias oportunidades pelos próprios alunos durante as aulas. Questão grátis!!! 22- O conjunto completo das demonstrações contábeis exigidas pelas Normas Brasileiras de Contabilidade inclui a) o relatório do Conselho de Administração e as Notas Explicativas, compreendendo um resumo das políticas contábeis significativas. b) o resumo das políticas Contábeis e o Valor Adicionado obrigatoriamente a todos os tipos de entidade. c) a Demonstração do Valor Adicionado, se entidade prestadora de serviços, e de Resultado Abrangente, se instituição financeira. d) as Demonstrações dos Fluxos de Caixa e das Mutações do Patrimônio Líquido do período. e) a Demonstração da Conta Lucros / Prejuízos Acumulados e o Relatório de Impacto Ambiental. CFC 1.185/09 Apresentação das Demonstrações Contábeis. 10. O conjunto completo de demonstrações contábeis inclui: (a) balanço patrimonial ao final do período; (b) demonstração do resultado do período; (c) demonstração do resultado abrangente do período; (d) demonstração das mutações do patrimônio líquido do período; (e) demonstração dos fluxos de caixa do período; (f) demonstração do valor adicionado do período, conforme NBC TG 09 Demonstração do Valor Adicionado, se exigido legalmente ou por algum órgão regulador ou mesmo se apresentada voluntariamente; (g) notas explicativas, compreendendo um resumo das políticas contábeis significativas e outras informações explanatórias; e (h) balanço patrimonial no início do período mais antigo comparativamente apresentado quando a entidade aplica uma política contábil retrospectivamente ou procede à reapresentação restrospectiva de itens das demonstrações contábeis, ou ainda quando procede à reclassificação de itens de suas demonstrações contábeis. ALTERNATIVA: d A resolução desta questão exigia o conhecimento da respectiva norma, pois a Lei n o 6.404/76 não exige a elaboração da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, no entanto o edital mencionava a respectiva demonstração. 23- São evidenciados nos Passivos os saldos finais das contas a) Ajustes de Avaliação Patrimonial e Provisões para Reestruturação. b) Créditos de Acionistas Transação não Recorrente e Debêntures Conversíveis em Ações. c) Perdas Estimadas para Redução ao Valor Recuperável e Duplicatas Descontadas. d) Faturamento para Entrega Futura e Ajustes de Avaliação Patrimonial. e) Duplicatas Descontadas e Debêntures Conversíveis em Ações. Assunto comentado durante as aulas, da possibilidade de ser cobrada na prova. No caso desta questão, a única alternativa possível é a E. Obs.: a banca considerou como correta a alternativa E, no entanto, na prova de analista nesta mesma data, a conta Duplicatas Descontadas foi considerada como conta retificadora do Ativo Circulante!!! (ver a questão 28 da prova 2 de Analista). É brincadeira!? Cabe RECURSO!!! Enunciado para as questões 24 e 25. Os estatutos da Cia. Omega estabelecem que, dos lucros remanescentes, após as deduções previstas pelo artigo 189 da Lei 6.404/76 atualizada, deverá a empresa destinar aos administradores, debêntures e empregados uma participação de 10% do lucro do exercício a cada um. Tomando como base as informações constantes da tabela abaixo: Itens apurados em Valores em R$ Resultado apurado antes do Imposto, Contribuições e ,00 Participações Valor estabelecido para Imposto de ,00 Renda e Contribuição Social Saldos da conta /Prejuízos ( ,00) Acumulados 11

12 24- Pode-se afirmar que o valor do Lucro Líquido do Exercício é: a) R$ b) R$ c) R$ d) R$ e) R$ Para resolver esta questão, basta elaborar a Demonstração do Resultado do exercício (DRE), a partir do Resultado Antes do Imposto de Renda (RAIR). DRE... (=) RAIR R$ ,00 ( ) CSLL/PIR (R$ ,00) (=) REDIR R$ ,00 Lei n o 6.404/76 Art A demonstração do resultado do exercício discriminará:... V - o resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão para o imposto; VI as participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa; Art Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para o Imposto sobre a Renda. Cálculo das Participações: REDIR R$ ,00 ( ) Prejuízos Acumulados (R$ ,00) R$ ,00 ( ) Particip. de Debêntures (10%) (R$ ,00) R$ ,00 ( ) Particip. de Empregados (10%) (R$ ,00) R$ ,00 Particip. de Administradores (10%) R$ ,00 Total das Participações: R$ ,00 + R$ ,00 + R$ ,00 = R$ ,00 DRE... (=) RAIR R$ ,00 ( ) CSLL/PIR (R$ ,00) (=) REDIR R$ ,00 ( ) Participações (R$ ,00) (=) LLE R$ , O valor das Participações dos Administradores é: a) R$ b) R$ c) R$ d) R$ e) R$ Participação de Administradores R$ ,00 Ver a questão anterior. ALTERNATIVA: e Questão fácil, clássica e muito trabalhada nas aulas. 26- A Demonstração do Resultado Abrangente deve evidenciar a) somente as parcelas dos resultados líquidos apurados que afetem os acionistas não controladores. b) parcela dos outros resultados abrangentes de empresas investidas, reconhecida por meio do método de equivalência patrimonial. c) ajustes de instrumentos financeiros de participações societárias avaliadas pelo método de custo. d) o resultado líquido após tributos das operações descontinuadas das entidades controladas. e) o resultado antes do imposto sobre a renda e contribuições apuradas no período. CFC 1.185/09 Apresentação das Demonstrações Contábeis. 82A. A demonstração do resultado abrangente deve, no mínimo, incluir as seguintes rubricas: (a) resultado líquido do período; (b) cada item dos outros resultados abrangentes classificados conforme sua natureza (exceto montantes relativos ao item (c); (c) parcela dos outros resultados abrangentes de empresas investidas reconhecida por meio do método de equivalência patrimonial; e (d) resultado abrangente do período. ALTERNATIVA: b Novamente Bola de Cristal: a resposta desta questão está no resumo (dicas) que foi distribuído aos alunos durante as aulas!!! ALTERNATIVA: b Questão fácil, clássica e muito trabalhada nas aulas. Citada no resumo (dicas) distribuído aos alunos durante as aulas!!! 12

13 Informação adicional I. Títulos com vencimento previsto para 30 dias. II. Com relação a PCLD, a provisão em 2010 correspondeu a R$400,00. Não houve registro de reversão dos saldos anteriores. III. O Resultado c/venda do Imobilizado corresponde a 75% do valor líquido do bem vendido. Com base nos dados fornecidos, responder as questões 27 e O resultado apurado no período: a) gerou um ingresso total de caixa de R$ ,00. b) quando ajustado, é negativo em R$ 8.700,00. c) contribuiu para ingresso financeiro de R$ ,00. d) representa um uso total de disponibilidades de R$ ,00. e) indica que a atividade operacional foi positiva em R$ 1.300,00. Observando as alternativas percebe-se que, para resolver esta questão basta determinar o Fluxo de Atividades Operacionais pelo método Direto, pois o mesmo parte do ajuste do Resultado Líquido do Exercício. Ajuste do Resultado Líquido do Exercício (LLE) método Indireto LLE (+) Depreciações (+) Amortização ( ) Res. de Equiv. Patrimonial (10.000) ( ) Res. c/ Venda de Imob. (15.000) (=) LLE ajustado ( 8.700) ALTERNATIVA: b 13

14 Questão fácil. Muito trabalhado durante as aulas!!! 28- Para a elaboração da Demonstração dos Fluxos de Caixa da Cia. Boreal, deve-se considerar que a) ocorreu uma aquisição de participações societárias em outras empresas. b) as atividades operacionais foram alteradas pelo ganho com a venda do Imobilizado. c) os dividendos distribuídos devem ser demonstrados como atividade de investimento. d) as atividades de financiamento geram um ingresso positivo no fluxo do caixa. e) a movimentação dos Fornecedores provoca aumento nas atividades de financiamentos. Para resolver esta questão, devemos analisar cada alternativa. a) Incorreta O Ativo do Balanço evidencia um aumento de ( ) no valor das Participações Societárias. No entanto, este aumento corresponde a um Ganho por Equivalência Patrimonial, conforme pode ser observado na Demonstração do Resultado do Exercício (Resultado de Equivalência Patrimonial: ), e não um aquisição de Participações Societárias. b) Incorreta As Atividades Operacionais não devem der afetadas pelo ganho com a venda de Imobilizado, pois o mesmo afeta as Atividades de Investimento. Observe que, no ajuste do Resultado Líquido do Exercício (questão anterior) para determinar o Fluxo de Atividade Operacionais, o valor referente ao ganho mencionado foi excluído do Lucro. CFC 1.296/10 Demonstração dos Fluxos de Caixa: Algumas transações, como a venda de item do imobilizado, podem resultar em ganho ou perda, que é incluído na apuração do lucro líquido ou prejuízo. Os fluxos de caixa relativos a tais transações são fluxos de caixa provenientes de atividades de investimento. c) Incorreta Os dividendos distribuídos são classificados como atividades de investimento. CFC 1.296/10 Demonstração dos Fluxos de Caixa: Os dividendos e os juros sobre o capital próprio pagos podem ser classificados como fluxo de caixa de financiamento porque são custos da obtenção de recursos financeiros. d) Correta Fluxo de Atividades de Financiamento Aumento em Títulos a Pagar Aumento de Capital Social (ingresso) e) Incorreta A redução de ( ) no saldo da conta Fornecedores (no Balanço) provoca redução no Fluxo de Atividades Operacionais. CFC 1.296/10 Demonstração dos Fluxos de Caixa: Atividades Operacionais (c) pagamentos de caixa a fornecedores de mercadorias e serviços; ALTERNATIVA: d Questão fácil. Muito trabalhado durante as aulas!!! Obs.: a alternativa correta (D) poderia ser identificada facilmente sem a necessidade do cálculo para a determinação do Fluxo de Atividades de Financiamento, pela eliminação das outras alternativas (basicamente conceituais). 14

15 29- Nas empresas industriais são classificados como valor adicionado recebido em transferência os a) resultados de equivalência patrimonial e os dividendos relativos a investimentos avaliados ao custo. b) dividendos de participações societárias avaliadas pelo método de equivalência e os aluguéis. c) dividendos distribuídos e os resultados da avaliação de ativos ao seu valor justo. d) juros sobre o capital próprio creditados e as receitas financeiras de qualquer natureza. e) gastos com ativos construídos pela empresa para uso próprio e os resultados obtidos com aquisições societárias vantajosas. Para resolver esta questão, devemos analisar cada alternativa. a) Correta CFC 1.138/08 Demonstração do Valor Adicionado: Valor adicionado recebido em transferência Resultado de equivalência patrimonial o resultado da equivalência pode representar receita ou despesa; se despesa, deve ser considerado como redução ou valor negativo. Receitas financeiras inclui todas as receitas financeiras, inclusive as variações cambiais ativas, independentemente de sua origem. Outras receitas inclui os dividendos relativos a investimentos avaliados ao custo, aluguéis, direitos de franquia, etc. Os Juros sobre o Capital Próprio creditados representam distribuição da riqueza aos Acionistas. CFC 1.138/08 Demonstração do Valor Adicionado: Distribuição da riqueza Remuneração de capitais próprios - valores relativos à remuneração atribuída aos sócios e acionistas. Juros sobre o capital próprio (JCP) e dividendos inclui os valores pagos ou creditados aos sócios e acionistas por conta do resultado do período, ressalvando-se os valores dos JCP transferidos para conta de reserva de lucros. e) Incorreta Resultados obtido com aquisições societárias vantajosas representam Valores Recebidos em Transferência (ver a alternativa A). ALTERNATIVA: a Questão fácil, trabalhada nas aulas. Conceitual. 30- Ao encerrar o período contábil de 2010, a Cia. Harmonia identifica em suas demonstrações finais os seguintes saldos nas contas abaixo: b) Incorrreta Os aluguéis (despesa) corresponde à distribuição da riqueza a Agentes Financiadores. CFC 1.138/08 Demonstração do Valor Adicionado: Distribuição da riqueza Remuneração de capitais de terceiros - valores pagos ou creditados aos financiadores externos de capital.... Aluguéis inclui os aluguéis (inclusive as despesas com arrendamento operacional) pagos ou creditados a terceiros, inclusive os acrescidos aos ativos. c) Incorreta Os dividendos distribuídos representa distribuição da riqueza aos Acionistas. CFC 1.138/08 Demonstração do Valor Adicionado: Distribuição da riqueza Remuneração de capitais próprios - valores relativos à remuneração atribuída aos sócios e acionistas. Juros sobre o capital próprio (JCP) e dividendos d) Incorreta Com base nos saldos fornecidos, pode-se afirmar que: a) o índice de liquidez seca é 1,45. b) no período, o giro dos estoques foi 8 vezes. c) o índice de liquidez corrente é 1,66. d) o nível de endividamento da empresa é de 60%. e) a participação do capital próprio é de 40%. 15

16 Para resolver esta questão, é necessário recordar as fórmulas que permitem responder cada uma das alternativas, e decidir a melhor seqüência para resolvêlas. a) Liquidez Seca = (AC Estoques) : PC b) Giro dos Estoques = CMV : Estoque Médio Estoque Médio = (Ei+ Ef) : 2 c) Liquidez Corrente = AC : PC d) Grau de Endividamento = PE : AT e) Participação do Capital Próprio = PL : PT Disponibilidades 800 (+) Clientes ( ) PCLD ( 200) (=) AC Estoques (+) Estoques (=) AC Fornecedores (+) Contas a Pagar (+) Duplicatas Descontadas (=) PC a) Incorreta Ls = : = 1,31 c) Correta Lc = : = 1,66 Não há necessidade de calcular os outros valores, alem do fato de que não há dados suficientes para calcular o Giro do Estoque (alternativa B), pois não foram fornecidos os valores de Estoque Inicial e do CMV. ALTERNATIVA: c Questão fácil, trabalhada nas aulas. As fórmulas constavam do resumo fornecido aos alunos durante as aulas. BOA SORTE! Prof. Milton M. Ueta 16

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Aula n 04 online MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Balanço Patrimonial Plano de Contas É um elemento sistematizado e metódico de todas as contas movimentadas por uma empresa. Cada empresa deverá ter seu próprio

Leia mais

a) permite que os usuários identifiquem e compreendam similaridades dos itens e diferenças entre eles nas Demonstrações Contábeis.

a) permite que os usuários identifiquem e compreendam similaridades dos itens e diferenças entre eles nas Demonstrações Contábeis. Auditor da Receita: prova comentada de contabilidade geral e avançada Olá, amigas e amigos concurseiros! Com todas as questões comentadas, aqui está a prova de contabilidade geral e avançada aplicada para

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais Conteúdo 1 Introdução... 1 2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais... 1 3 Questão 32 Natureza das contas... 3 4 Questão 33 Lançamentos - Operações de captação de recursos... 4 5 Questão

Leia mais

BACEN Técnico 2010 Fundamentos de Contabilidade Resolução Comentada da Prova

BACEN Técnico 2010 Fundamentos de Contabilidade Resolução Comentada da Prova Conteúdo 1 Questões Propostas... 1 2 Comentários e Gabarito... 1 2.1 Questão 41 Depreciação/Amortização/Exaustão/Impairment... 1 2.2 Questão 42 fatos contábeis e regime de competência x caixa... 2 2.3

Leia mais

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC Contabilidade Avançada Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 7 Cash Flow Statements No CPC: CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Fundamentação

Leia mais

MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF))

MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF)) CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA CAPÍTULO 2: PASSIVO EXIGÍVEL E RECEITAS DIFERIDAS MATERIAL DE ACOMPANHAMENTO MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF))

Leia mais

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1 Exercícios de Fixação (Questões de concurso) 1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1.1.1 Concurso para AFRF 2000 prova de contabilidade avançada - Questão 15 ENUNCIADO 15- Aplicações em Investimentos

Leia mais

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA www.editoraferreira.com.br CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Professor Humberto Fernandes de Lucena 6.1. Balanço Patrimonial Desde o início de nosso curso, vimos tratando sobre Balanço Patrimonial apenas

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

Resumindo, teríamos as seguintes companhias obrigadas à elaboração da DFC:

Resumindo, teríamos as seguintes companhias obrigadas à elaboração da DFC: Aula 4 Questões Comentadas e Resolvidas Demonstração dos Fluxos de Caixa (Método Direto e Indireto). Demonstração do Valor Adicionado. 1.(Analista de Gestão Corporativa-Contabilidade-Empresa de Pesquisa

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «21. A respeito das funções da Contabilidade, tem-se a administrativa e a econômica. Qual das alternativas abaixo apresenta uma função econômica? a) Evitar erros

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 1 Objetivos e considerações gerais sobre as Demonstrações Financeiras Conteúdo

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

A demonstração dos fluxos de caixa evidencia a variação ocorridas no saldo das disponibilidades da companhia, em um determinado exercício ou período,

A demonstração dos fluxos de caixa evidencia a variação ocorridas no saldo das disponibilidades da companhia, em um determinado exercício ou período, A demonstração dos fluxos de caixa evidencia a variação ocorridas no saldo das disponibilidades da companhia, em um determinado exercício ou período, por meio eo da exposição posção dos fluxos de recebimentos

Leia mais

Curso Extensivo de Contabilidade Geral

Curso Extensivo de Contabilidade Geral Curso Extensivo de Contabilidade Geral Adelino Correia 4ª Edição Enfoque claro, didático e objetivo Atualizado de acordo com a Lei 11638/07 Inúmeros exercícios de concursos anteriores com gabarito Inclui

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo OBJETIVO

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2012 - COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV Versão : 1. Composição do Capital 1

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2012 - COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV Versão : 1. Composição do Capital 1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 4 Balanço Patrimonial Passivo 6 Demonstração do Resultado 9 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08. Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08. Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08 Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 39 partes

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012 Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta Analista-Contabilidade 1 Primeiramente, é necessário Apurar o Resultado pois, como

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte BALANÇO PATRIMONIAL 1. CRITÉRIO DE DISPOSIÇÃO DAS CONTAS NO ATIVO E NO PASSIVO (ART. 178 DA LEI 6.404/76): a. No ativo, as contas serão dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15 Combinação de Negócios Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 3 (IASB) (parte) Descrição Item Objetivo 1 Alcance e Finalidade

Leia mais

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 02: BALANÇO PATRIMONIAL. É a apresentação padronizada dos saldos de todas as contas patrimoniais, ou seja, as que representam

Leia mais

Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios Curso Regular Prof. Moraes Junior Aula 5

Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios Curso Regular Prof. Moraes Junior Aula 5 Aula 5 Provisões. Depreciação, Amortização e Exaustão. Conteúdo 6. Provisões; 2 6.1. Provisões em Geral 2 6.2. Provisões do Ativo 3 6.2.1. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado 4 6.2.1.1. Instrumentos

Leia mais

Dividendos a Receber A Ações de Controladas Cia B 100.000,00

Dividendos a Receber A Ações de Controladas Cia B 100.000,00 Bom dia, caros colegas! Mais uma vez é um enorme prazer conversar com vocês sobre contabilidade avançada. Desta vez trago as questões de contabilidade avançada do concurso de Auditor Fiscal de Tributos

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 18 (R2)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 18 (R2) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 18 (R2) Investimento em Coligada, em Controlada e em Empreendimento Controlado em Conjunto Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade

Leia mais

a) Débito: Dividendos e Bonificações em Dinheiro a Receber Crédito: Rendas de Ajuste em Investimento em Coligadas e Controladas

a) Débito: Dividendos e Bonificações em Dinheiro a Receber Crédito: Rendas de Ajuste em Investimento em Coligadas e Controladas Olá, pessoal! Desta vez, trago para vocês uma coletânea de questões resolvidas da Fundação Carlos Chagas (FCC). Achei apropriado inserir esta aula neste momento em razão da proximidade da prova de Fiscal

Leia mais

A Geradora Aluguel de Máquinas S.A.

A Geradora Aluguel de Máquinas S.A. Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo Passivo e patrimônio líquido Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 17.488 25.888 Fornecedores e outras obrigações 17.561 5.153 Contas a receber

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO

Leia mais

IFRS para PMEs: Seção 35 Adoção Inicial

IFRS para PMEs: Seção 35 Adoção Inicial Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Unidade II ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Unidade II ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Unidade II DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) 3 INTRODUÇÃO 1 2 A demonstração dos fluxos de caixa (DFC), a partir de 01/01/08, passou a ser uma demonstração obrigatória, conforme estabeleceu a lei

Leia mais

Comentários da prova ISS-SJC/SP Disciplina: Contabilidade Professor: Feliphe Araújo

Comentários da prova ISS-SJC/SP Disciplina: Contabilidade Professor: Feliphe Araújo Disciplina: Professor: Feliphe Araújo Olá amigos, Comentários da prova ISS-SJC/SP ANÁLISE DA PROVA DE CONTABILIDADE - ISS-SJC/SP Trago para vocês os comentários da prova do concurso de Auditor Tributário

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil. CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1.

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil. CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1. PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1.304/10; 1 OBJETIVO O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer,

Leia mais

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008 Alterações da Lei 6404/76 Lei 11638 de 28 de dezembro de 2007 Lei 11638/07 que altera a Lei 6404/76 Art. 1o Os arts. 176 a 179, 181 a 184, 187, 188, 197, 199, 226 e 248 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro

Leia mais

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO 2 -DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS. OBJETIVO E CONTEÚDO Os objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis podem ser variados. Cada grupo de usuários pode ter objetivos específicos para analisar as Demonstrações

Leia mais

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66 Apresentação Parte I - CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE, 1 1 Introdução ao Estudo da Ciência Contábil, 3 1 Conceito, 3 2 Objeto, 3 3 Finalidade, 4 4 Técnicas contábeis, 4 5 Campo de aplicação, 5

Leia mais

1. a. Preencha os balancetes: 1.01.x1: Formação do Capital, com $ 400 em dinheiro e uma perua no valor de $ 200

1. a. Preencha os balancetes: 1.01.x1: Formação do Capital, com $ 400 em dinheiro e uma perua no valor de $ 200 EXERCÍCIOS EXTRAS 1. a. Preencha os balancetes: 1.01.x1: Formação do Capital, com $ 400 em dinheiro e uma perua no valor de $ 200 S.DEVEDORES (APLICAÇÕES)............ S.CREDORES (ORIGENS)...... t o t a

Leia mais

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 No dia 3 de dezembro de 2008, foi editada a Medida Provisória nº 449,

Leia mais

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto Olá, pessoal! Aqui estou eu de novo, para continuar o assunto da aula passada: Fluxo de Caixa e Demonstração do Fluxo de Caixa. Assunto da maior importância, que está sendo cobrado nos atuais concursos

Leia mais

Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo

Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo 2013 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. PROVA ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE DA SECRETARIA DO

Leia mais

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26 Prefácio 1 Exercício Social, 1 Exercícios, 2 2 Disposições Gerais, 3 2.1 Demonstrações financeiras exigidas, 3 2.2 Demonstrações financeiras comparativas, 4 2.3 Contas semelhantes e contas de pequenos,

Leia mais

Original assinado por ROBERTO TEIXEIRA DA COSTA Presidente. NORMAS ANEXAS À INSTRUÇÃO N o 001 DE 27 DE ABRIL DE 1978.

Original assinado por ROBERTO TEIXEIRA DA COSTA Presidente. NORMAS ANEXAS À INSTRUÇÃO N o 001 DE 27 DE ABRIL DE 1978. Dispõe sobre as normas e procedimentos para contabilização e elaboração de demonstrações financeiras, relativas a ajustes decorrentes da avaliação de investimento relevante de companhia aberta em sociedades

Leia mais

Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas

Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas Conhecimento essencial em Gestão de Controladoria Depois de sucessivas crises econômicas, os investidores pressionam cada vez mais pela

Leia mais

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6 Bacharelado em CIÊNCIAS CONTÁBEIS Parte 6 1 NBC TG 16 - ESTOQUES 6.1 Objetivo da NBC TG 16 (Estoques) O objetivo da NBC TG 16 é estabelecer o tratamento contábil para os estoques, tendo como questão fundamental

Leia mais

IBRACON NPC VI - INVESTIMENTOS - PARTICIPAÇÕES EM OUTRAS SOCIEDADES

IBRACON NPC VI - INVESTIMENTOS - PARTICIPAÇÕES EM OUTRAS SOCIEDADES IBRACON NPC VI - INVESTIMENTOS - PARTICIPAÇÕES EM OUTRAS SOCIEDADES INTRODUÇÃO 1. Este pronunciamento abrange as participações em sociedades coligadas e controladas e as participações minoritárias de natureza

Leia mais

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS 1.1 - CONCEITO A Demonstração das Origens e Aplicações de recursos (DOAR) deixou de ser obrigatória por força da lei

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Tópicos do Estudo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). Uma primeira tentativa de estruturar

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 5 Balanço Patrimonial Passivo 9 Demonstração do Resultado 12 Demonstração do Resultado

Leia mais

3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa

3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa TÍTULO : PLANO CONTÁBIL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 1 3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa Aplicação 1 - As instituições financeiras e demais instituições

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. RESOLUÇÃO Nº 1.138, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008: Aprova a NBC T 3.7 - Demonstração do Valor Adicionado.

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. RESOLUÇÃO Nº 1.138, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008: Aprova a NBC T 3.7 - Demonstração do Valor Adicionado. CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO Nº 1.138, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008: Aprova a NBC T 3.7 - Demonstração do Valor Adicionado. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições

Leia mais

Luciano Silva Rosa Contabilidade 20

Luciano Silva Rosa Contabilidade 20 Luciano Silva Rosa Contabilidade 20 Tratamento contábil do ágio e do deságio O tratamento contábil do ágio e do deságio na aquisição de investimentos avaliados pelo método da equivalência patrimonial (MEP)

Leia mais

SEÇÃO 27 REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS. Dezembro 2011. Elaborado por:

SEÇÃO 27 REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS. Dezembro 2011. Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Telefones: 11 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento); fax 11 3824-5487 E-mail: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Universidade Federal de Pernambuco Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais CONTABILIDADE SOCIETÁRIA 2

Universidade Federal de Pernambuco Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais CONTABILIDADE SOCIETÁRIA 2 Universidade Federal de Pernambuco Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais CONTABILIDADE SOCIETÁRIA 2 INVESTIMENTOS PERMANENTES Avaliados pelo método de equivalência patrimonial MEP Procedimentos

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA

ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA Sócio da Deloitte e autor de livros da Editora Atlas 1 EVOLUÇÃO Instrução CVM n 457/07 Demonstrações financeiras consolidadas a partir

Leia mais

Antes das alterações no livro propriamente, vejamos alguns temas de caráter geral, que exigem esclarecimentos adicionais.

Antes das alterações no livro propriamente, vejamos alguns temas de caráter geral, que exigem esclarecimentos adicionais. Este texto por finalidade atualizar o livro Contabilidade ESAF Provas Comentadas 6ª edição (Ricardo J. Ferreira, Editora Ferreira), em razão da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. Antes das alterações

Leia mais

Contabilidade Financeira

Contabilidade Financeira Contabilidade Prof. Dr. Alvaro Ricardino Módulo: Contabilidade Básica aula 04 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas II Aula 4 Ao final desta aula você : - Conhecerá os grupos de contas do Ativo e Passivo.

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 09. Demonstração do Valor Adicionado

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 09. Demonstração do Valor Adicionado COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 09 Demonstração do Valor Adicionado PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO 1-2 ALCANCE E APRESENTAÇÃO 3 8 DEFINIÇÕES 9 CARACTERÍSTICAS DAS

Leia mais

AULA 8: FLUXO DE CAIXA

AULA 8: FLUXO DE CAIXA AULA 8: FLUXO DE CAIXA E os estudos, na reta final? A pedidos estou colocando a aula de Demonstração do Fluxo de Caixa. Como é uma matéria nova em Contabilidade Geral, estou fazendo uma introdução teórica

Leia mais

Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004.

Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004. Analista CNMP Contabilidade Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004. De maneira geral, foi uma prova

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS (FCC) ANALISTA. TRT s 09 PROVAS 107 QUESTÕES. (2012, 2011, 2009 e 2008)

CONTABILIDADE GERAL FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS (FCC) ANALISTA. TRT s 09 PROVAS 107 QUESTÕES. (2012, 2011, 2009 e 2008) CONTABILIDADE GERAL FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS (FCC) ANALISTA TRT s 09 PROVAS 107 QUESTÕES (2012, 2011, 2009 e 2008) A apostila contém provas de Contabilidade Geral de concursos da Fundação Carlos Chagas (FCC),

Leia mais

219 Ciências Contábeis

219 Ciências Contábeis UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PROCESSO DE OCUPAÇÃO DE VAGAS REMANESCENTES NÚCLEO DE CONCURSOS Edital n 06/2015 UOVR/COPAP/NC/PROGRAD / UFPR Prova Objetiva 18/10/2015 219 Ciências Contábeis INSTRUÇÕES

Leia mais

Contabilidade Geral ICMS-RJ/2010

Contabilidade Geral ICMS-RJ/2010 Elias Cruz Toque de Mestre www.editoraferreira.com.br Temos destacado a importância das atualizações normativas na Contabilidade (Geral e Pública), pois em Concurso, ter o estudo desatualizado é o mesmo

Leia mais

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL Ana Beatriz Nunes Barbosa Em 31.07.2009, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou mais cinco normas contábeis

Leia mais

AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS PERMANENTES

AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS PERMANENTES ASPECTOS GERAIS AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS PERMANENTES PROF. EDILSON PAULO São classificados como Investimentos Permanentes, as participações societárias e direitos de qualquer natureza que tenham finalidade

Leia mais

(D) D: Investimentos C: Equivalência patrimonial...100.000,00. (E) D: Receita operacional. Resolução

(D) D: Investimentos C: Equivalência patrimonial...100.000,00. (E) D: Receita operacional. Resolução Aula 5 Questões Comentadas e Resolvidas Fusão, cisão e incorporação de empresas. Avaliação e contabilização de investimentos societários no país e no exterior. Reconhecimento de ágio e deságio em subscrição

Leia mais

Contabilidade Geral Correção da Prova 2 Analista Técnico Controle e Fiscalização - Susep 2010 Prof. Moraes Junior CONTABILIDADE GERAL

Contabilidade Geral Correção da Prova 2 Analista Técnico Controle e Fiscalização - Susep 2010 Prof. Moraes Junior CONTABILIDADE GERAL CONTABILIDADE GERAL 1 - A legislação vigente sobre as sociedades anônimas estabelece o que deve ser computado na determinação do resultado do exercício. Diz a lei que devem ser incluídas as receitas e

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB BV2010) Índice OBJETIVO Item ALCANCE

Leia mais

CPC 15. Combinações de Negócios. Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT

CPC 15. Combinações de Negócios. Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT CPC 15 Combinações de Negócios Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT Agenda Introdução e Objetivos Alcance Definições e Escopo Tipos de Aquisições Aplicação do Método de Aquisição Ativos e Passivos

Leia mais

NBC TSP 2 - Demonstração dos Fluxos de Caixa. Objetivo

NBC TSP 2 - Demonstração dos Fluxos de Caixa. Objetivo NBC TSP 2 - Demonstração dos Fluxos de Caixa Objetivo A demonstração dos fluxos de caixa identifica (a) as fontes de geração dos fluxos de entrada de caixa, (b) os itens de utilização de caixa durante

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e Fundo de Investimento Imobiliário Península Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 3 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Ativo 2009 2008

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2012 - PARTICIPAÇÕES INDUST. DO NORDESTE S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2012 - PARTICIPAÇÕES INDUST. DO NORDESTE S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 4 Demonstração do Resultado 6 Demonstração do Resultado Abrangente 7 Demonstração

Leia mais

CGM-SP Auditor Municipal de Controle Interno Geral Prova Objetiva Comentada Contabilidade Geral

CGM-SP Auditor Municipal de Controle Interno Geral Prova Objetiva Comentada Contabilidade Geral CGM-SP Auditor Municipal de Controle Interno Geral Prova Objetiva Comentada Contabilidade Geral Salve, guerreiros(as)! A seguir comentamos as questões de Contabilidade Geral aplicadas no concurso da CGM-SP

Leia mais

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL A equivalência patrimonial é o método que consiste em atualizar o valor contábil do investimento ao valor equivalente à participação societária da sociedade investidora no patrimônio

Leia mais

http://www.econeteditora.com.br/boletim_imposto_renda/ir-11/boletim-19/cont_demonstracoes_...

http://www.econeteditora.com.br/boletim_imposto_renda/ir-11/boletim-19/cont_demonstracoes_... http://www.econeteditora.com.br/boletim_imposto_renda/ir-11/boletim-19/cont_demonstracoes_... Página 1 de 14 CONTABILIDADE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Considerações ROTEIRO 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO

Leia mais

Resumo de Contabilidade Geral

Resumo de Contabilidade Geral Ricardo J. Ferreira Resumo de Contabilidade Geral 4ª edição Conforme a Lei das S/A, normas internacionais e CPC Rio de Janeiro 2010 Copyright Editora Ferreira Ltda., 2008-2009 1. ed. 2008; 2. ed. 2008;

Leia mais

Contabilidade Geral e Avançada Correção da Prova AFRFB 2009 Gabarito 1 Última Parte Prof. Moraes Junior CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA

Contabilidade Geral e Avançada Correção da Prova AFRFB 2009 Gabarito 1 Última Parte Prof. Moraes Junior CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA 15- A empresa Livre Comércio e Indústria S.A. apurou, em 31/12/2008, um lucro líquido de R$ 230.000,00, antes da provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social sobre

Leia mais

Art. 1º Aprovar a NBC TG 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa que tem por base o Pronunciamento Técnico CPC 03 (R2) (IAS 7 do IASB).

Art. 1º Aprovar a NBC TG 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa que tem por base o Pronunciamento Técnico CPC 03 (R2) (IAS 7 do IASB). A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 3.8 para NBC TG 03 e de outras normas citadas: de NBC T 7 para NBC TG 02; de NBC T 19.11 para NBC TG 23; de NBC T 19.36 para

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse.

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse. CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006. 9 cópias na biblioteca

Leia mais

Exercício 2008. Checklist para elaboração de demonstrações financeiras

Exercício 2008. Checklist para elaboração de demonstrações financeiras Exercício 2008 Checklist para elaboração de demonstrações financeiras 2 Checklist De acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil Este checklist foi desenvolvido com a finalidade de auxiliar na

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO

CONTABILIDADE E TURISMO Capítulo 1 CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Capítulo 1 Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006.

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB BV2010) Índice OBJETIVO Item ALCANCE

Leia mais

QUESTÕES PARA A PROVA ESPECÍFICA PARA ATUAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA NAS INSTITUIÇÕES REGULADAS PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN)

QUESTÕES PARA A PROVA ESPECÍFICA PARA ATUAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA NAS INSTITUIÇÕES REGULADAS PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN) QUESTÕES PARA A PROVA ESPECÍFICA PARA ATUAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA NAS INSTITUIÇÕES REGULADAS PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN) 1. As normas e os procedimentos, bem como as Demonstrações Contábeis padronizadas

Leia mais

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 Pronunciamento CPC 013 Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória no 449/08 Antônio Carlos Palácios Vice-Presidente

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA PROFESSOR: OTÁVIO SOUZA

CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA PROFESSOR: OTÁVIO SOUZA Neste artigo falarei sobre as formas de avaliação de investimentos (participações permanentes societárias ou participações em outras empresas ou participações em coligadas/controladas). Temos dois métodos

Leia mais

Exame de Suficiência Setembro 2011 Bacharel

Exame de Suficiência Setembro 2011 Bacharel Exame de Suficiência Setembro 2011 Bacharel 01 - Acerca das demonstrações contábeis, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I - O recebimento de caixa resultante da venda de Ativo

Leia mais

Sumário. 1 Introdução. 2 Questões resolvidas 2.1 DFC

Sumário. 1 Introdução. 2 Questões resolvidas 2.1 DFC Sumário 1 Introdução... 1 2 Questões resolvidas... 1 2.1 DFC... 1 2.1.1 Concurso para AFRF 2003 prova de contabilidade avançada Questão 22... 1 2.1.2 Concurso para AFRF 2003 prova de contabilidade avançada

Leia mais

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos Pessoal, Hoje, disponibilizo a resolução da prova de Contabilidade Geral, de Análise das Demonstrações Contábeis e de Contabilidade de Custos do Concurso para o TCU realizado no último final de semana.

Leia mais

Assunto: Registro de participações avaliadas pelo método da equivalência patrimonial e tratamento de dividendos a receber

Assunto: Registro de participações avaliadas pelo método da equivalência patrimonial e tratamento de dividendos a receber Nota Técnica nº 001/2013 Florianópolis, 24 de junho de 2013. Assunto: Registro de participações avaliadas pelo método da equivalência patrimonial e tratamento de dividendos a receber Senhor Diretor de

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 641 DE 07/10/2010 DOU de 08/10/2010

DELIBERAÇÃO CVM Nº 641 DE 07/10/2010 DOU de 08/10/2010 PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM DELIBERAÇÃO CVM Nº 641 DE 07/10/2010 DOU de 08/10/2010 Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 03(R2) do Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC sobre

Leia mais

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13 Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13 Adoção Inicial da Lei n o 11.638/07 e da Medida Provisória n o 449/08 Observação: Este sumário, que não faz parte do Pronunciamento, está sendo apresentado apenas

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.265/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.265/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Interpretação de IT 12 para ITG 12 e de outras normas citadas: de NBC T 19.1 para NBC TG 27; de NBC T 19.7 para NBC TG 25; de NBC

Leia mais

No prazo de 11 (onze) meses, no caso de aquisições ocorridas em agosto de 2011;

No prazo de 11 (onze) meses, no caso de aquisições ocorridas em agosto de 2011; Créditos sobre ativo imobilizado novas regras: A MP 540 artigo 4, de 2 de agosto de 2011 introduz novas regras para a tomada de crédito sobre itens do ativo imobilizado, conforme destacamos a seguir: O

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM CIÊNCIAS

Leia mais

2.1 Estrutura Conceitual e Pronunciamento Técnico CPC n 26

2.1 Estrutura Conceitual e Pronunciamento Técnico CPC n 26 Sumário 1 Introdução... 1 2 Definição do grupo patrimonial... 1 2.1 Estrutura Conceitual e Pronunciamento Técnico CPC n 26... 1 2.2 Lei das S/A... 4 3 Plano de Contas Proposto contas patrimoniais para

Leia mais

Profa. Divane Silva. Unidade II CONTABILIDADE SOCIETÁRIA

Profa. Divane Silva. Unidade II CONTABILIDADE SOCIETÁRIA Profa. Divane Silva Unidade II CONTABILIDADE SOCIETÁRIA A disciplina está dividida em 04 Unidades: Unidade I 1. Avaliação de Investimentos Permanentes Unidade II 2. A Técnica da Equivalência Patrimonial

Leia mais

Setembro 2012. Elaborado por: Luciano Perrone O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

Setembro 2012. Elaborado por: Luciano Perrone O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais