Montanhismo - RJ Abril/ exemplares - I CBM/ CEG GT SOS Urca Entorse do Tornozelo

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1 BOLETIM Montanhismo - RJ Abril/ exemplares - Rodolfo treinando artificial no Meu Castelo - CAE (foto: Manuel I CBM/ CEG GT SOS Urca Entorse do Tornozelo

2 PROGRAMA«O DE ABRIL ANIVERSARIANTES DO M S !" # $ %3289& ' ' !3569 (256399) ' ! 89 32*5689# , ) ( $6899 % % ' / , &99) ! ' #8, # ! !3449! % ' % # , ""39&79# & ( %78499) :73, ,29#3849# ' #8, : Expediente Presidente Vice Presidente Tesoureiro 1º Secretária 2º Secretário Diretor Técnico Auxiliar Técnico Diretor Social Diretor Divulgação Dir. Meio Ambiente Bibliotecária Ivan Azevedo Rodolfo Campos André Stellmann Nicole Ingouville Raufe Sales Roberto Macoto Seblen Mantovani Ana Maria Machado Carla Vieira Clezio Kleske Elisa Goldman Colaboraram nesta edição: Textos: Maria Fernanda Vieira, Juliana Fell, Roberto Macoto e Rodolfo Campos Edição e Diagramação: Carla Vieira Reuniões Sociais do CEG Todas as quintas-feiras, a partir das 19h. Caso queira contribuir com esse boletim, envie seus artigos, notícias, comentários e sugestões para Rua Washington Luiz, 9 - cobertura - Rio de Janeiro - RJ - Cep ou por As matérias aqui publicadas não representam necessariamente a posição oficial do Centro Excursionista Guanabara. Ressaltamos que o boletim é um espaço aberto àqueles que queiram contribuir. Tabela de Preços Mensalidade: Matrícula ou Descongelamento: Curso Básico de Montanhismo: Curso Avançado de Escalada: R$ 15,00 R$ 30,00 R$ 300,00 R$ 240,

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5 8 5

6 Compressão da articulação envolvida por atadura elástica; Elevação do membro inferior afetado; Proibir o apoio do pé. A principal medida durante as primeiras 48 a 72 horas consiste em proteger a articulação afetada contra novos traumas e em controlar as dimensões do edema. Fase de Reabilitação A lesão dos ligamentos pode provocar certo grau de instabilidade articular, razão pela qual o seu tratamento implica na observação de determinado período de imobilização. O tratamento depende da gravidade do entorse. Geralmente, os entorses leves são tratados com um enfaixamento do tornozelo e do pé com faixa elástica ou esparadrapo, aplicação de gelo na região, elevação do tornozelo e, à medida que ocorre a cicatrização, um aumento gradual das caminhadas e dos exercícios. Para os entorses moderados, é utilizado um aparelho gessado que permite a deambulação, o qual é mantido por, aproximadamente, três semanas. Para os entorses graves, pode ser necessária a realização de uma cirurgia ou imobilização com gesso durante, aproximadamente, 10 semanas. A fisioterapia é importante para a restauração dos movimentos, o fortalecimento da musculatura e a melhoria do equilíbrio e do tempo de resposta, antes que o indivíduo retome as atividades mais exigentes do 6 ponto de vista físico. O programa terapêutico poderá levar apenas duas semanas de duração, no caso de entorses menos sérios, ou até 6 a 8 semanas para as lesões graves. Para os indivíduos que sofrem entorses de tornozelo com facilidade, as lesões subseqüentes podem ser prevenidas com o uso de suportes para o tornozelo e o uso de dispositivos no calçado para estabilizar o pé e o tornozelo. Os critérios para o retorno às atividades compreendem: (1) mobilidade normal da articulação afetada; (2) boa força muscular e equilíbrio e (3) uso funcional do segmento lesado nas atividades necessárias. Referências Bibliográficas: 1. HEBERT, Sizínio, XAVIER, Renato. Ortopedia e Traumatologia: Princípios e Prática, 3ª ed. São Paulo: Artmed, McPOIL, Thomas, NITZ, Arthur J. Fisioterapia em Ortopedia e Medicina no Esporte, 3ª ed. São Paulo: Editora Santos, SALTER, Robert B. Distúrbios e lesões do sistema musculoesquelético, 3ª ed. São Paulo: Medsi, SNIDER, Robert K. Tratamento das Doenças do Sistema Musculoesquelético. São Paulo: Manole, XHARDEZ, Yves. Manual de Cinesioterapia. Rio de Janeiro: Atheneu, Maria Fernanda Vieira ABRIL/

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