RELATÓRIO FINAL VIII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

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1 RELATÓRIO FINAL VIII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE VI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE ADOLESCENTES Florianópolis Outubro de 2011

2 RELATÓRIO FINAL CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE FLORIANÓPOLIS Florianópolis Outubro de 2011

3 SUMÁRIO EDITORIAL...03 COMPOSIÇÃO DO CMDCA...05 APRESENTAÇÃO...07 ANTECEDENTES...10 PROGRAMAÇÃO...11 INDICATIVOS DOS ADOLESCENTES º EIXO TEMÁTICO: Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes º EIXO TEMÁTICO: Proteção e Defesa dos Direitos EIXO TEMÁTICO: Protagonismo e Participação de Crianças e Adolescentes º EIXO TEMÁTICO: Controle Social da Efetivação dos Direitos º EIXO TEMÁTICO: Gestão da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes...14 INDICATIVOS DOS ADULTOS º EIXO TEMÁTICO: Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes º EIXO TEMÁTICO: Proteção e Defesa dos Direitos EIXO TEMÁTICO: Protagonismo e Participação de Crianças e Adolescentes º EIXO TEMÁTICO: Controle Social da Efetivação dos Direitos º EIXO TEMÁTICO: Gestão da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes...18 PARTICIPANTES...20 COLABORADORES...22 REALIZAÇÃO...23

4 EDITORIAL O CONANDA Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente definiu os eixos e as diretrizes que nortearão a VIII Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, tendo como tema central a mobilização do sistema de garantia de direitos e a população em geral para a implementação e monitoramento da Política Nacional e o Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. O processo de construção coletiva a partir das Conferências Municipais para a consolidação na 9ª Conferência Nacional necessita do envolvimento de todos os atores da sociedade que engajados e comprometidos com essa grande tarefa da elaboração da Política Nacional e do Plano Decenal efetivam o verdadeiro papel dos conselhos historicamente constituídos. O CONANDA acredita nesse envolvimento e compromisso para o fortalecimento da democracia participativa, tendo como resultado a efetivação das políticas públicas garantindo assim os direitos humanos e a melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes do Brasil. Nesses 21 anos de Estatuto da Criança e do Adolescente, diversos programas e serviços foram criados, implementados e desenvolvidos, respondendo aos princípios da Convenção Internacional sobre os Direitos das Crianças e dos Adolescentes, cuja base iluminou a legislação brasileira. Precisamos fortalecer o que já conquistamos e, a partir da Política Nacional dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente e do Plano Decenal, consolidar o que falta para concretizar o artigo 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente. A mudança da concepção de criança objeto para sujeito de direitos, no entanto, vem ocorrendo com a evolução da sociedade e se reflete nas legislações. O Brasil, adotando normativa internacional, proíbe o trabalho à menor de 16 anos, permitindo a contratação a partir de 14 anos na condição de aprendiz (artigo 7º, inciso XXXIII, da Constituição da República), devendo ser observada, no caso, a legislação pertinente. Antes dessa idade não há possibilidade lícita de trabalho, já que não prevista qualquer exceção na norma constitucional. Os direitos à liberdade, dignidade e respeito, embora consagrados e fundamentais, quando não elevados a fundamento do Estado Democrático (artigo 1º, inciso III, da Constituição Federal), recebem, paradoxalmente, pouca análise dos teóricos do direito, menos ainda daqueles que se voltam à área da infância e juventude. De fato, se o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente dita que eles devem ser considerados como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais, evidenciando sua fundamentação filosófica de busca por autonomia e emancipação humana, deixam igualmente claro que estamos à frente de pessoas em processo de desenvolvimento, que demandam, ainda, proteção para que possam plenamente alcançar sua maturidade cívica e social. Ora, ao considerarmos este processo de desenvolvimento, temos a inserção no mundo jurídico de um elemento dinâmico e, portanto, instável, que abala a pretensão ordenadora e de segurança sobre a qual se estrutura o Direito. Se estas crianças e adolescentes estão em contínua fase de mudança, o direito deve mudar com elas, a cada passo, para que possa dialogar com este novo momento de expansão de capacidade e potencialidade destes sujeitos. 3

5 .CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE COMPOSIÇÃO MESA DIRETORA Presidente Ana Maria Blanco (Seara Espírita Entreposto da Fé). Vice-Presidente Alexandra Márcia Ferreira de Oliveira (Secretaria Municipal de Assistência Social e Juventude). 1º Secretário Fabiana Efting K. Andrade (Secretaria Municipal de Educação). 2º Secretário Veronice Sutilli (Casa da Criança do Morro da Penitenciária). ENTIDADE NÃO-GOVERNAMENTAL ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Carin Fabiana Gisela Becker (Titular) Simone Froza (Suplente) ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS. Ângela Imbrósio (Titular) Sandra Piáia (Suplente) 4

6 SOCIEDADE ALFA GENTE Manoel Camilo de Negreiro Neto (Titular) Valdemiro Reitz (Suplente) CASA DA CRIANÇA DO MORRO DA PENITENCIÁRIA Veronice Sutilli (Titular) Gilson Rogério Morais (Suplente) SEARA ESPÍRITA ENTREPOSTO DA FÉ. Ana Maria Blanco (Titular) Maria Sueli de Souza Barros (Suplente) LAR FABIANO DE CRISTO Ana Lúcia Cristofoli(Titular) Vera Maria Garais Rodrigues(Suplente) ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - APAM DO MORRO DAS PEDRAS. Delson de Valois Santos (Titular) Daniel de Valois Santos (Suplente) ENTIDADE GOVERNAMENTAL SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE Gerusa Machado (Titular) Telma O. Pitta (Suplente) SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Fabiana Effting K. Andrade (Titular) Zenaide Souza Machado (Suplente) 5

7 SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E JUVENTUDE Alexandra Márcia Ferreira de Oliveira (Titular) Taíza Estela Lisboa Carpes (Suplente) SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS Silvia Lúcia Mellilo (Titular) Maria Terezinha Figueiredo de Carvalho (Suplente) FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES Maurício Leal Júnior (Titular) Luciano Goulart (Suplente) SECRETARIA MUNICIPAL DE DEFESA DO CIDADÃO Miriam Maciel Lopes da Silveira (Titular) Juliano da Silva Pioner (Suplente) FUNDAÇÃO CULTURAL DE FLORIANÓPOLIS FRANKLIN CASCAES Rose de Fátima Pinheiro Aguiar (Titular) Jaqueline Gonçalves de Souza (Suplente) SECRETÁRIA EXECUTIVA DO CMDCA. Ana Lúcia Périco Stefanovich Michels 6

8 APRESENTAÇÃO No dia 14 de outubro de 2011, vários adolescentes divididos em grupos estiveram reunidos para a socialização dos indicativos e escolha do delegado. VI Conferência Municipal de Adolescentes teve como objetivos: I Mobilizar as instâncias governamentais e da sociedade civil organizada para a implementação e monitoramento da Política Nacional e do plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; II Articular e pactuar com os gestores das três esferas de governo, envolvendo os poderes legislativo e judiciário, no processo de implementação da Política Nacional e do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; III Criar mecanismo de monitoramento da Política e do Plano Decenal. A mesa solene de abertura da VI Conferência Municipal de Adolescentes contou com a presença da Senhora Ana Maria Blanco, Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Senhor Felipe Augusto Teixeira, Secretário de Assistência Social. Após a execução dos Hinos Nacional e Municipal, fomos agraciados com apresentações do Grupo de Rap, da ASAS - Ações Sociais Amigos de Jesus. Padre Vilson Groh, Presidente do CCEA - Centro Cultural Escrava Anastácia, realizou a palestra com o tema: Mobilizando, Implementando e Monitorando a Política e o Plano Decenal de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes nos Estados, no Distrito Federal e nos Municípios, abordando os objetivos específicos: I Mobilizar as instâncias governamentais e da sociedade civil organizada para a implementação e monitoramento da Política Nacional e do plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; II Articular e pactuar com os gestores das três esferas de governo, envolvendo os poderes legislativo e judiciário, no processo de implementação da Política Nacional e do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; III Criar mecanismo de monitoramento da Política e do Plano Decenal e os eixos temáticos: 1º EIXO: Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes, 2º EIXO: Proteção e Defesa dos Direitos, 3 EIXO: Protagonismo e Participação de Crianças e Adolescentes, 4º EIXO: Controle Social da Efetivação dos Direitos, 5º EIXO: Gestão da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. Nos dias 20 e 21 de outubro de 2011, diversos atores governamentais e não governamentais, estiveram reunidos com o objetivo de mobilizar o sistema de garantia de direitos e a população em geral para a implementação e monitoramento da Política Nacional e o Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. A VIII Conferência Municipal pelos Direitos da Criança e do Adolescente teve como objetivos: I Mobilizar as instâncias governamentais e da sociedade civil organizada para a implementação e monitoramento da Política Nacional e do plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; II Articular e pactuar com os gestores das três esferas de governo, envolvendo os poderes legislativo e judiciário, no processo de implementação da Política Nacional e do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; III Criar mecanismo de monitoramento da Política e do Plano Decenal. 7

9 A mesa solene de abertura da VIII Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e a VI Conferência Municipal de Adolescentes contou com a presença da Senhora Ana Maria Blanco, Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente; do Senhor Felipe Augusto Teixeira, Secretário de Assistência Social; do Senhor José Airton Stang, Diretor da Acadepol; do Senhor Edinon Manoel da Rosa, representante da Câmara de Vereadores de Florianópolis; do Senhor Enio Gentil Vieira Junior, (Advogado), da Vara da Infância e da Juventude; do Senhor Leonardo Floriani Thives, Coordenador Geral do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente - CEDCA/SC; do Senhor Renato Eugênio Teodoro, Representante dos Conselhos Tutelares e Lori Willian da Silva Collaço, Representante dos Adolescentes. Após a execução dos Hinos Nacional e Municipal, fomos agraciados com apresentações do Coral Vozes da Esperança, do Centro de Educação Complementar Fazendo Arte, da Secretaria Municipal de Assistência Social, do Grupo de Dança do Lar Fabiano de Cristo e do Grupo do Procurando Caminho, do Centro Cultural Escrava Anastácia. Em seguida, a leitura e a aprovação do Regimento Interno. A educadora Maristela Cizesk, representante do CONANDA, realizou a palestra de abertura, com o tema: Mobilizando, Implementando e Monitorando a Política e o Plano Decenal de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes nos Estados, no Distrito Federal e nos Municípios, abordando os objetivos específicos: I Mobilizar as instâncias governamentais e da sociedade civil organizada para a implementação e monitoramento da Política Nacional e do plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; II Articular e pactuar com os gestores das três esferas de governo, envolvendo os poderes legislativo e judiciário, no processo de implementação da Política Nacional e do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; III Criar mecanismo de monitoramento da Política e do Plano Decenal e os eixos temáticos: 1º EIXO: Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes, 2º EIXO: Proteção e Defesa dos Direitos, 3 EIXO: Protagonismo e Participação de Crianças e Adolescentes, 4º EIXO: Controle Social da Efetivação dos Direitos, 5º EIXO: Gestão da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. A educadora Maristela Cizesk, representante do CONANDA, realizou a palestra de abertura, com o tema: Mobilizando, Implementando e Monitorando a Política e o Plano Decenal de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes nos Estados, no Distrito Federal e nos Municípios, abordando os objetivos específicos: I Mobilizar as instâncias governamentais e da sociedade civil organizada para a implementação e monitoramento da Política Nacional e do plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; II Articular e pactuar com os gestores das três esferas de governo, envolvendo os poderes legislativo e judiciário, no processo de implementação da Política Nacional e do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; III Criar mecanismo de monitoramento da Política e do Plano Decenal e os eixos temáticos: 1º EIXO: Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes, 2º EIXO: Proteção e Defesa dos Direitos, 3 EIXO: Protagonismo e Participação de Crianças e Adolescentes, 4º EIXO: Controle Social da Efetivação dos Direitos, 5º EIXO: Gestão da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. O Secretário de Assistência Social, Felipe Augusto Teixeira, explanou sobre os Serviços de Proteção: Social Básica que prestam atendimento a crianças e adolescentes: Centros de Referência de Assistência Social/CRAS, principal porta de entrada do Sistema Único de Assistência Social (SUAS); Centros de Educação Complementar (CECs) com atendimento a crianças e adolescentes (6 a 15 anos) no contraturno escolar, tendo por objetivo o fortalecimento dos vínculos familiares e o ProJovem Adolescente que tem por objetivo assegurar proteção social e promover a defesa e afirmação dos direitos à emancipação, autonomia e cidadania, propiciando aprendizagens que são construídas na interação entre os sujeitos num contexto social, cultural, econômico e histórico em que os jovens estão inseridos. Atende exclusivamente a faixa etária de 15 a 17 anos. Social Especial: De média complexidade que oferecem atendimento às famílias e indivíduos com seus direitos violados, mas cujos vínculos familiares e comunitários não foram rompidos: Proteção Social de média complexidade é organizada nos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS); Proteção Social de alta complexidade: oferecem atendimento em sistema institucional (abrigo), quando o diagnóstico social indica necessidade de afastamento do lar por motivo de violação de direitos. Em Florianópolis é oferecido este serviço através da Casa de Passagem. 8

10 O Secretário Municipal de Educação, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, dissertou sobre o atendimento, a ampliação e o investimento na educação infantil. A inclusão das pessoas com deficiência, alimentação, boletim on line, transporte, inclusão digital, carteira de estudante, programa para a cultura e paz, bombeiro mirim, Programa Escola Aberta para a Cidadania, Escola do Mar: roteiros oferecidos pelo projeto são discutidos temas do meio ambiente, mostrando principalmente a necessidade de preservação e proteção da fauna e flora das diversas formas de vida aquáticas, Floripa Letrada: a palavra em movimento, uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria Municipal de Transportes, Mobilidade e Terminais, Educação Ambiental: ações de educação para sustentabilidade no município, tais como: eco festival, eco escola, projeto educando com a horta escolar, Projeto Saúde Escolar: Avaliação oftalmológica, auditiva, nutricional, saúde mental e saúde bucal. 09

11 ANTECEDENTES A realização da VIII Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e a VI Conferência Municipal de Adolescentes envolveu vários momentos, desde reuniões da Comissão Organizadora da Conferência, encaminhamentos aos Diretores das escolas públicas municipais, estaduais e Sindicato das Escolas Particulares, envolvimento de organizações não governamentais e Conselhos Tutelares. Seguindo orientação do CONANDA - Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, os debates realizados na Conferência foram organizados a partir do tema: A mobilização do Sistema de Garantia de Direitos e a População em Geral para a Implementação e Monitoramento da Política Nacional e o Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. Nesta perspectiva, a Conferência teve como objetivo promover uma reflexão com a sociedade e o governo sobre a consolidação do princípio da prioridade absoluta, preconizado pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, e ainda: Fortalecer a relação entre o governo e a sociedade civil para uma maior efetividade na formulação, execução e controle da política para a criança e o adolescente; Promover, qualificar e garantir a participação de adolescentes na formulação e no controle das políticas públicas; Promover discussões elencando prioridade ou proposta de ação voltada à infância e adolescência de questões relevantes para o município; Realizar reflexões sobre os temas sugeridos na Conferência Nacional e Eleger e referendar os delegados à Conferência Regional. Para qualificar as discussões e conferir os encaminhamentos e deliberações, os trabalhos ocorreram em grupos em torno dos eixos temáticos que foram analisados. As atividades desenvolvidas na Conferência foram levadas ao encontro dos grupos formados por adultos e adolescentes, para provocar reflexões referentes aos eixos temáticos encaminhados pelo CONANDA - Conselho Nacional os Direitos da Criança e do Adolescente, para que os participantes desenvolvessem as discussões de maneira paralela, com a intenção de visualizar as reais condições das crianças e adolescentes e construir os indicativos. Depois de realizados os trabalhos em grupos, em torno dos eixos temáticos encerraram-se as Conferências na plenária final, com os indicativos refletidos e construídos. 10

12 PROGRAMAÇÃO DOS ADOLESCENTES 14 DE OUTUBRO DE H00MIN às 13H30MIN Abertura Solene. 13H30MIN às 14H10MIN Palestra. 14H20MIN às 15H30MIN Trabalhos em Grupos. 15H30MIN às 16h00MIN Intervalo. 16H00MIN às 17H00MIN Trabalhos em Grupos. 17H00MIN às 18h30MIN Plenária Final Apresentação e Homologação dos Delegados e Encerramento. TEMA: A mobilização do Sistema de Garantia de Direitos e a População em Geral para a Implementação e Monitoramento da Política Nacional e o Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. PALESTRANTE: Padre Vilson Groh, Presidente do Centro Cultural Escrava Anastácia. COORDENAÇÃO: Ana Maria Blanco Presidente do CMDCA Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Florianópolis. 11

13 PROGRAMAÇÃO DOS ADULTOS 20 DE OUTUBRO DE H30MIN às 09H00MIN Credenciamento e café da manhã. 09H00MIN às 09H30MIN Abertura Solene. 09H30MIN às 10H00MIN Apresentação dos Adolescentes. 10H00MIN às 10H30MIN Leitura e Aprovação do Regimento Interno. 10H30MIN às 12H30MIN Conferência de Abertura 12H30MIN às 13H30MIN Almoço. TEMA: A mobilização do Sistema de Garantia de Direitos e a População em Geral para a Implementação e Monitoramento da Política Nacional e o Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. PALESTRANTE: Maristela Cizeski Educadora Conselheira do CONANDA - Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselheira do CEDCA - Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina. COORDENAÇÃO: Ana Maria Blanco Presidente do CMDCA Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Florianópolis. 13H30MIN às 14H00MIN Apresentação do Grupo Procurando Caminho, do centro Cultural Escrava Anastácia. 14H00MIN às 15H30MIN Apresentação da Rede de Atendimento a Criança e ao Adolescente do Município de Florianópolis. 15H30MIN às 16H00MIN Coffe Breack. 16H00MIN às 17H30MIN Continuação da Apresentação da Rede de Atendimento a Criança e ao Adolescente do Município de Florianópolis. 17H30MIN Encerramento dos Trabalhos do dia. 08H30MIN às 09H00MIN Café da manhã. 09H00min às 12H00MIN Trabalhos em Grupo. 12H00min às 13H30MIN Almoço. PROGRAMAÇÃO DOS ADU LTOS 21 DE OUTUBRO de H30min às 15H30MIN Últimas deliberações dos Trabalhos em Grupo. 15h30min às 16H00MIN Coffe Breack. 16H30MIN às 18H00MIN Plenária Final - Homologação dos Delegados para a Conferência Regional e Encerramento. 12

14 INDICATIVOS DOS ADOLESCENTES 1º EIXO TEMÁTICO: PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES 1. Investimento em espaços dentro da comunidade onde seja garantido o acesso de crianças e adolescentes à tecnologia por meio da rede virtual de informação, possibilitando ampliar e democratizar o meio de informação virtual, no intuito de que este instrumento também seja utilizado por estes, como meio de integração e sociabilização acerca dos direitos de crianças e adolescentes, bem como, fortalecer o debate acerca da morosidade da implementação das políticas públicas voltadas a este público. 2. Investimento em estratégias de prevenção, antecedendo o fenômeno da violação dos direitos, através dos meios de comunicação. Utilizando-se destes como instrumentos para levar informações fidedignas acerca dos direitos de crianças e adolescentes, desmistificando falsos paradigmas acerca do tema, popularizando o conhecimento e o debate de seu conteúdo, a fim de promover a hegemonia do cuidado especial voltado às crianças e adolescentes como pessoas em desenvolvimento. 2º EIXO TEMÁTICO: PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS 1. Ampliar a transparência quanto ao uso dos recursos públicos destinados à educação, saúde e assistência social, bem como monitorar tais recursos. 2. Capacitar agentes de saúde, educadores e operadores sociais das comunidades, no que se refere aos direitos de crianças e adolescentes, inclusive acerca dos procedimentos para denunciar situações de violação de direitos. Ainda capacitar continuamente os profissionais dos serviços de proteção às crianças e adolescentes. 3º EIXO TEMÁTICO: PROTAGONISMO E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES 1. Formar um grupo representativo no Conselho para formar projetos sociais e educacionais nas Escolas e ONG`s - Organizações Não-Governamentais. 2. Adaptação nas instituições de educação para pessoas com necessidades especiais, garantindo a acessibilidade aos mesmos. 13

15 4º EIXO TEMÁTICO: CONTROLE SOCIAL DA EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS 1. Incluir na grade curricular o ensino do ECA Estatuto da Criança e do Adolescente. 2. Garantir a participação dos adolescentes no CMDCA. 5º EIXO TEMÁTICO GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES 1. Garantir divulgação e transparência do repasse de recursos públicos destinados a área da criança e adolescente do município de Florianópolis, bem como o acompanhamento e fiscalização da sua aplicação. 2. Alteração da lei municipal de criação do CMDCA garantindo a participação de criança e adolescente. 14

16 INDICATIVOS DOS ADULTOS 1º EIXO TEMÁTICO: PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES 1. DIRETRIZ PRIORITÁRIA: Ampliar o acesso de crianças e adolescentes e suas famílias aos serviços de proteção social básica e especial por meio da expansão e qualificação da política de assistência social. 2. DIRETRIZ PRIORITÁRIA: Expandir e qualificar políticas de atenção integral á saúde de crianças, adolescentes e suas famílias e universalizar o acesso e assegurar a permanência e o sucesso de crianças e adolescentes na educação básica, expandindo progressivamente a oferta de educação integral, com a ampliação da jornada escolar, dos espaços e das oportunidades educacionais, garantindo a qualidade de ensino-aprendizagem compatível com a idade/série e a acessibilidade de crianças e adolescentes com deficiência. PROPOSTA: MOBILIZAÇÃO: Garantir maior divulgação e incentivo para a participação de representantes da sociedade civil, de adolescentes, Poder Judiciário e de políticas setoriais, dentre eles gestores (Educação, Saúde, Assistência Social, Habitação, entre outros), nas conferências municipais de direitos da criança e do adolescente, objetivando a avaliação e efetivação das políticas públicas já existentes com vistas à garantia dos direitos de crianças e adolescentes bem como prevenção da violação destes. IMPLEMENTAÇÃO: Na proteção básica garantir que os CRAS funcionem segundo as normativas do SUAS - Sistema Único de Assistência Social com ampliação do quadro funcional, exclusivamente através de concurso público, e qualificação continuada dos trabalhadores. Na média complexidade garantir a estruturação física e de pessoal do PAEFI com vistas a atender com maior eficácia as famílias em situações de riscos. Implementar os serviços de alta complexidade, segundo as normativas federais, priorizando capacitação continuada aos profissionais. MONITORAMENTO: Publicização do relatório das Conferências Municipais dos direitos da criança e do adolescente para a rede de atendimento e sociedade civil em geral, num prazo máximo de 60 dias após a realização das mesmas. Formação de uma comissão no CMDCA para a realização de encontros semestrais para monitoramento, avaliação e fiscalização da efetivação dos encaminhamentos das Conferências utilizando o seu relatório como instrumento. Monitoramento dos fatores que geram vulnerabilidade e riscos a crianças e adolescentes através da implementação dos serviços da Proteção Social Básica e da Proteção Social Especial, bem como da sistematização de dados e indicadores sociais através de um sistema informatizado de qualidade e com níveis de acesso, garantindo sigilo profissional. 2º EIXO TEMÁTICO: PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS 1. DIRETRIZ PRIORITÁRIA: Ampliar e articular políticas, programas, ações serviços e benefícios para a promoção, proteção e defesa do direito de crianças e adolescentes, com foco nas seguintes questões: 15

17 A. Acolhimento Institucional a mães com filhos em situação de direito violado/ou ameaçado; B. República para jovens egressos de serviços de acolhimento institucional e de medidas sócio educativas; C. Atendimento especializado a crianças e adolescentes com deficiência intelectual e física, dependência química, transtornos psiquiátricos. 2. DIRETRIZ PRIORITÁRIA: Aprimorar o funcionamento/atendimento dos Conselhos Tutelares por meio de: A. Criação de equipe interprofissional para apoio técnico, exclusivo aos Conselhos Tutelares; B. Contemplando os profissionais do Serviço Social, Psicologia, Direito, Pedagogia; C. Implantação do Conselho Tutelar - Região Sul; D. Capacitação continuada, semestral, no mínimo para os Conselheiros Tutelares. PROPOSTA: MOBILIZAÇÃO: Articulação das Secretárias de Educação, Saúde e Assistência Social para a efetivação de serviços especializados de proteção, no que se refere ao atendimento e/ou acolhimento a crianças e adolescentes com deficiência física e intelectual, dependência química e transtornos psiquiátricos. IMPLEMENTAÇÃO: Criação dos Serviços de atendimento e/ou à crianças e adolescentes com deficiência física e intelectual, dependência química e transtornos psiquiátricos. Também a criação de ala psiquiátrica qualificada em hospitais para o atendimento à criança e adolescente que apresentem surtos psicóticos. Alteração da lei municipal nº 4283/93(criação dos Conselhos Tutelares), acrescendo um artigo que trate sobre a implantação de equipe interprofissional exclusiva para os Conselhos Tutelares, contemplando os profissionais do Serviço Social, Psicologia, Direito, Pedagogia; bem como a criação do Conselho Tutelar Sul conforme indicado nesta lei em seu art. 2. MONITORAMENTO: Que o CMDCA encaminhe e monitore os indicativos e diretrizes apresentados nesta Conferência e que apresente os resultados na próxima. 16

18 3 EIXO TEMÁTICO: PROTAGONISMO E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES DIRETRIZ PRIORITÁRIA: Fomento de estratégias e mecanismos que facilitem a participação quantitativa, qualitativa e organizada para a expressão livre de crianças e adolescentes, em especial sobre os assuntos a eles relacionados, considerando sua condição peculiar de desenvolvimento, pessoas com deficiência e as diversidades de gênero, orientação sexual, cultural, étnico-racial, religiosa, geracional, territorial, nacionalidade e opção política. PROPOSTA: CONSELHEIROS NO CMDCA ORIGINÁRIOS DA OUVIDORIA INFANTO-JUVENIL. MOBILIZAÇÃO: Divulgação da criação da Ouvidoria Infanto-Juvenil nas escolas e nos espaços educativos formais. IMPLEMENTAÇÃO: A. Cada região da cidade (norte, sul, centro\leste e continente) criará uma Ouvidoria Infanto-Juvenil. B. As ouvidorias Infanto-juvenis regionais farão encontros periódicos numa ouvidoria colegiada com objetivo de auto-gestão e eleição de seus representantes para participação nas plenárias do CMDCA. PARA ESSA IMPLEMENTAÇÃO, SE CRIARÁ UMA COMISSÃO ESPECÍFICICA NO CMDCA. MONITORAMENTO: A. O CMDCA manterá uma comissão permanente com o objetivo de acompanhar a implementação, o funcionamento e manutenção das ouvidorias infanto-juvenis. B. A referida comissão terá espaço garantido na reunião plenária do CMDCA. 4º EIXO TEMÁTICO: CONTROLE SOCIAL DA EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS DIRETRIZ PRIORITÁRIA: Fortalecimento de espaços democráticos de participação e controle social, priorizando os conselhos de direitos da criança e do adolescente e assegurando seu caráter paritário, deliberativo, controlador e a natureza vinculante de suas decisões. PROPOSTA: MOBILIZAÇÃO: Fomentar a criação e ampliação de espaços de participação democrática nas comunidades, envolvendo toda a rede do sistema de garantia dos Direitos da criança e do adolescente e suas famílias, dos demais Conselhos de Direitos e demais áreas afins, em conjunto com a comunidade, assegurando e respeitando a autonomia e independência da sociedade civil, com ampla divulgação nos meios de comunicação e promover a interface entre os Conselhos. IMPLEMENTAÇÃO: Instituir fóruns locais permanentes nas comunidades e outros espaços de participação, envolvendo toda a rede de serviços, os Conselhos Comunitários e de Direitos, os Conselhos Locais em conjunto com a comunidade, incentivando ações de participação da sociedade civil organizada, respeitando e valorizando a cultura local, assegurando a efetivação dos direitos das crianças e adolescentes. 17

19 MONITORAMENTO: Garantir o acompanhamento sistemático das diversas instâncias de controle social, com acesso às informações, relatórios e aos diagnósticos de toda a rede de serviços, bem como das proposições e deliberações das Conferências, para inclusão nos planos de ação e implementação de Políticas Públicas para crianças e adolescentes, com transparência sobre a aplicação dos recursos financeiros de acordo com a sua destinação, para monitoramento e avaliação dos resultados. 5º EIXO TEMÁTICO GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. 1. DIRETRIZ PRIORITÁRIA: Efetivação da prioridade absoluta no ciclo e na execução orçamentária das três esferas de governo para a Política Nacional e Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, garantindo que não haja cortes orçamentários. A. Dotar a política dos direitos humanos de crianças e adolescentes de recursos suficientes e constantes para a implementação das ações do Plano Decenal, com plena execução orçamentária. B. Estabelecer e implementar mecanismos de cofinanciamento e de repasse de recursos do Fundo da Infância e Adolescência entre as três esferas de governo, na modalidade Fundo a Fundo, para as prioridades estabelecidas pelo Plano Decenal, de acordo com os parâmetros legais e normativos do CONANDA. 2. DIRETRIZ PRIORITÁRIA: Qualificação permanente de profissionais para atuarem na rede de promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes. A. Formular e Implementar uma Política de formação continuada, segundo diretrizes estabelecidas pelo CONANDA, para atuação dos operadores do sistema de garantias de direitos, levando em conta a diversidade regional, cultural e étnico-racial. B. Criar sistema de informação e monitoramento para avaliação da Política Nacional e do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. C. Universalizar o Sistema de Informação para Infância e Adolescência SIPIA, mediante a co-responsabilidade do Poder Público, em articulação com outras bases de dados de crianças e adolescentes. PROPOSTA: DIRETRIZ PRIORITÁRIA Nº 1 MOBILIZAÇÃO: A. Realização de Audiências Públicas. B. Participação em Fóruns e Conselhos trazendo a discussão orçamentária. C. Fomentar ações envolvendo os meios de comunicação nas atividades acima mencionadas. 18

20 IMPLEMENTAÇÃO: A. Garantia de percentual fixo orçamentário/financeiro destinado a Assistência Social (FMAS). B. Deliberação pelos Conselhos de Direitos para a realização/participação de Audiências Públicas. C. Utilizar Rádios comunitárias e educativas, jornais de bairros; mobilizando ações nas escolas, universidades, ongs, associações, consegs (redes sociais, , construção de blogs específicos). MONITORAMENTO: A. Conhecer a rede de atendimento a criança e ao adolescente, através dos Conselhos de Direitos, na instância de controle social. B. Fiscalização no direcionamento de recursos. 19

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