O MARCO CIVIL COMO EXEMPLO

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1 O MARCO CIVIL COMO EXEMPLO Após anos de debate, foi aprovado pela Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 2126/11, mais conhecido como Marco Civil da Internet (ou, simplesmente, Marco Civil). Trata-se de um projeto polêmico desde o começo. Poucas questões poderiam atrair mais controvérsia do que a regulamentação da Internet, ainda mais para tratar de assuntos tão complexos para a sociedade e para a comunidade jurídica, quanto os abordados no Marco Civil. Os principais aspectos regulados pelo Marco Civil são a adoção do princípio da neutralidade de rede, a regulamentação da responsabilidade civil por conteúdo publicado por terceiros, a obrigação de guarda em sigilo dos dados dos usuários e proteção dos dados pessoais. Neutralidade de Rede A adoção da neutralidade de rede pelo Brasil foi, de fato, uma das principais novidades trazidas pelo Marco Civil. De acordo com o Marco Civil, torna-se obrigatório o tratamento igualitário de todos os dados transmitidos via Internet, sem discriminação, preferência ou privilégio, seja em função do conteúdo, da origem ou do destino, do tipo de dispositivo ou aplicativo utilizado. A neutralidade de rede impede que se restrinja ou limite o tipo de conteúdo que o usuário poderá acessar via Internet e/ou que se priorize o acesso do usuário a determinados conteúdos. Na prática, isso impede que empresas que fornecem acesso à Internet (os "provedores de conexão") estabeleçam planos de uso de Internet com base no tipo de conteúdo que o usuário pode acessar, oferecendo, por exemplo, um plano apenas para acesso a s, outro plano para acesso a músicas e vídeos, outro apenas

2 para navegar em redes sociais. Ou um plano para quem quer acessar a Internet apenas em computador e outro para quem acessa a Internet somente pelo celular. A obrigação de neutralidade impede também que empresas façam acordos com os provedores de conexão para que seu conteúdo seja mais rapidamente acessado pelos usuários em detrimento do acesso ao outros conteúdos. Exceções à obrigação de neutralidade são admitidas apenas no caso de necessidade técnica indispensável para a adequada prestação de serviços e no caso de serviços de urgência. O fato de que a regulamentação das exceções deverá ser feita por meio de decreto presidencial causa desconforto em muitos segmentos da comunidade da Internet e em determinados setores do mercado e da classe política. Responsabilidade de Provedores de Conexão e Provedores de Aplicações de Internet O Marco Civil também regulou a responsabilidade civil dos provedores de conexão e dos que fornecem serviços ou aplicativos via Internet (os "provedores de aplicações") pelos danos causados por conteúdo publicado por terceiros. De acordo com o texto aprovado pela Câmara, estabeleceu-se que: (a) o provedor de conexão não será responsável por conteúdo publicado por terceiros; e (b) o provedor de aplicações somente poderá ser responsabilizado por conta de conteúdo de terceiros se, após ordem judicial, deixar de excluir o conteúdo apontado como causador do dano. Com relação a essa questão, o Marco Civil estabelece ainda que a decisão judicial deve identificar de forma clara e específica o conteúdo a ser removido, de forma a permitir sua localização. Além disso, quando se possa identificar o terceiro responsável pelo conteúdo removido, esse deverá ser informado, com o propósito de assegurar seu direito a manifestação e defesa. O Marco Civil dispensa a obtenção de ordem judicial para exclusão de imagens, vídeos ou outros materiais contendo cenas de nudez ou de atos sexuais de caráter privado, solicitada pelo próprio participante. Nesses casos, o provedor de aplicações poderá ser responsabilizado civilmente se deixar de remover o conteúdo após recebimento de notificação do próprio participante.

3 Na prática, ao impor, como regra geral, a obtenção de ordem judicial como condição para a remoção de conteúdo de terceiro, o Marco Civil só encarece, dificulta e retarda a eficácia da medida. Além disso, vai no sentido oposto ao da jurisprudência que já se consolidava no sentido de que o provedor de aplicações deve responder pelos danos causados por conteúdo de terceiros quando, após tomar ciência de conteúdo ilegal, deixa de atender a notificação do interessado no sentido de remover tal conteúdo. As infrações a direitos autorais na Internet foram expressamente excluídas da abrangência do Marco Civil e permanecem sujeitas ao disposto na Lei de Direitos Autorais. Guarda de Dados e Sigilo das Comunicações Dentre os direitos e garantias do usuário de Internet, o Marco Civil procurou reforçar, regulando de forma específica, o sigilo e a inviolabilidade das comunicações privadas online ou armazenadas. A preocupação de reiterar para o usuário de Internet a inviolabilidade de suas comunicações decorre em grande parte das denúncias de que a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) havia espionado as comunicações da presidente Dilma Roussef e da Petrobras. Tal garantia, no entanto, já se encontrava prevista na Constituição Federal e, portanto, não representa muita novidade. Aspecto mais relevante foi estabelecer para provedores de conexão a obrigação de guarda em sigilo dos dados de acesso à Internet pelo prazo de 12 meses e, para provedores de aplicações, a obrigatoriedade da guarda em sigilo dos registros de uso dos aplicativos pelo prazo de 6 meses. Em ambos os casos a disponibilização dos dados de conexão à Internet e de acesso a aplicações dependerá de autorização judicial. Os provedores de conexão não poderão guardar registros de acesso às aplicações e os provedores de conexão não poderão guardar registros de acesso a qualquer outra aplicação sem o consentimento do usuário.

4 Proteção de Dados Pessoais Da mesma forma o Marco Civil determina de forma expressa, tanto como princípio, quanto como garantia específica, a proteção dos dados pessoais do usuário. No entanto, trata desse tema de forma genérica, sem aprofundar conceitos e procedimentos, deixando para legislação específica a tarefa. Ainda assim, o Marco Civil deixa claro que qualquer operação que envolva a coleta, guarda ou tratamento de dados que ocorra em território nacional ou em que um dos terminais esteja localizado no território nacional deverá observar a legislação brasileira, os direitos de privacidade e a proteção dos dados pessoais. A esse respeito é importante esclarecer que já há um anteprojeto de lei especificamente preparado para proteção de dados pessoais e que já foi igualmente debatido online e encontra-se no Ministério da Justiça para consolidação de comentários e apresentação ao Congresso. Exemplo Ainda que se possa questionar a necessidade da regulamentação da Internet e mesmo que se possa questionar eventuais falhas ou omissões do Marco Civil, não se pode deixar de ressaltar o impacto que o Marco Civil vai deixando no que diz respeito ao processo de elaboração legislativa. Um processo absolutamente inovador, que incluiu a iniciativa do Ministério da Justiça, com a colaboração de especialistas da área do direito e da tecnologia na elaboração de um texto abrangente e bem fundamentado; a apresentação e debate do texto com o público na própria Internet e com ampla divulgação na mídia; o recebimento de comentários e sugestões também online de forma democrática irrestrita, tranquila e educada, com a subsequente consolidação dos comentários mais significativos; e a apresentação do projeto ao Congresso Nacional com amplo debate na Câmara e encaminhamento ao Senado. Que sirva de exemplo para futuras iniciativas legislativas! FERNANDO F. STACCHINI Sócio de Motta, Fernandes Rocha Advogados São Paulo, 02 de Abril de 2014

5 RIO DE JANEIRO SÃO PAULO Avenida Almirante Barroso 52-5º Andar Alameda Santos, º, 11º e 12º andares Centro - Rio de Janeiro - RJ CEP: Cerqueira César - São Paulo - SP CEP: Tel.: +55 (21) Tel.: +55 (11) Fax: +55 (21) Fax: +55 (11) W W W. M F R A. C O M. B R

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