A INFÂNCIA:A SOCIALIZAÇÃO E O BRINCAR DA CRIANÇA. MS Gizela Bastos da Mota Almeida

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1 A INFÂNCIA:A SOCIALIZAÇÃO E O BRINCAR DA CRIANÇA 1 Acadêmica - Cíntia Paulino da Silva 2 Acadêmica - Sonia Maria R. Carneiro 3 Acadêmico - Elvis Lapot da Costa MS Gizela Bastos da Mota Almeida RESUMO: O presente texto busca enfocar o brincar como uma prática intrínseca ao ser criança, que revela caracteres do momento histórico que se insere e da cultura de um povo. O lúdico pode ser percebido como uma das formas de representação de uma sociedade em um determinado período, além de ser um meio de socialização e desenvolvimento da criança. A história da infância é o objeto do nosso estudo e, por meio da história oral, buscamos conhecer as brincadeiras de tempos anteriores ao atual. Palavras-chave : Infância, Brincar, Socialização e História. SUMMARY: This text search focus on playing as a practice to be intrinsically child, which shows characters of the historic moment that falls and culture of a people. The fun can be perceived as one of the forms of representation of a company in a given period, besides being a means of socialization and development of the child. The history of childhood is the object of our study and, through oral history, we seek to know the tricks of time preceding the present. Keywords: Children, Playground, Socialization and History. 1 - INTRODUÇÃO Filho de peixe, peixinho é... Esse é um ditado popular que ouvimos em várias circunstâncias, querendo dizer que o filho tende a ser igual aos pais. Culturalmente nos habituamos a pensar que o filho é igual aos pais e pensamos, ainda, que tal defeito ou tal qualidade em uma pessoa é hereditário. No entanto, estudos realizados sobre o desenvolvimento individual e em grupo, nos mostra que as ações de um

2 indivíduo estão estritamente ligadas ao modo de vida que leva, percebe-se que mais do que a condição biológica a personalidade é uma questão social. O desenvolvimento humano não decorre da ação isolada de fatores genéticos que buscam condições para o seu amadurecimento nem de fatores ambientais que agem sobre o organismo, controlando seu comportamento. Decorre antes, das trocas recíprocas que se estabelecem durante toda a vida entre organismos vivos, o humano inscreve-se em uma linha de desenvolvimento condicionada tanto pelo equipamento biocomportamental da espécie quanto pela operação de mecanismos gerais de interação com o meio (OLIVEIRA, 2002, p 126). A criança ao nascer se encontra inserida em uma sociedade a qual possui uma cultura que vem desde o modo de vestir, se expressar (linguagem), se alimentar, até os mais abrangentes aspectos, tais como: as músicas, as festas, as crenças, etc. E, sabendo que socializar é o modo em que o indivíduo adapta ao meio em que vive ao mesmo tempo em que interage sobre ele, pois a socialização é uma prática cotidiana em que o meio influencia na formação da pessoa e, por conseqüência também sofre a influência dela, como afirma Oliveira (2002, p. 126), ao mesmo tempo em que a criança modifica seu meio, é modificada por ele. Podemos, dessa forma, dizer que a socialização é uma significativa construção de saberes, onde sujeito e objeto se interagem. A criança como todo ser humano é um sujeito social e histórico, faz parte de uma organização familiar que está inserida em uma sociedade, com uma determinada cultura, em um determinado momento histórico. Pode se então concluir, a partir das considerações previamente expostas, que a criança é profundamente marcada pelo meio em que se desenvolve, mas também o marca. Segundo Oliveira (2002) Vygostsky foi um dos estudiosos do processo de construção de conhecimentos nas crianças em situações de interação social. A autora afirma que a construção do pensamento e da subjetividade é um processo cultural, e não uma formação natural e universal da espécie humana (p.127). Com efeito, o desenvolvimento social da criança é uma evolução da qual ela é agente ativo. Vale lembrar que a criança já foi vista como um ser incapaz de realizações, sendo subordinada a realizar tarefas pré-determinadas como um animal a ser treinado. Corrobora com esta idéia, a concepção behaviorista que entende a criança como um ser passível de ser moldado, desde que receba os estímulos adequados para uma determinada tarefa. A corrente behaviorista encara a criança como uma massinha de amorfa sujeita a um treinamento que pode ser adequado ou não. Essa criança poderá ser condicionada para qualquer papel ou função,

3 desde que treinada a reagir satisfatoriamente aos estímulos, problemas ou obstáculos (DAMAZIO 1990, p.15). A concepção que o adulto possui sobre o desenvolvimento da criança foi se modificando ao longo da história. A criança é sujeito e objeto no mundo, recebe as informações, as assimila e as transforma em novas informações. O desenvolvimento cognitivo da criança é resultado de sua interação com o meio e à medida que ela se desenvolve biologicamente, as estruturas mentais, esquemas de ação cognitiva, permitem uma construção e reconstrução do conceito adquirido do objeto de interação. Nessa perspectiva, citamos a abordagem sócio-interacionista, que entende o desenvolvimento intelectual da criança intrinsecamente ligado às interações com o seu meio social. Vygotski (2002) aponta a família como o primeiro grupo social que a criança pertence e é na família que ela adquire a linguagem, condição básica para o processo de socialização e aquisição de cultura. Com efeito, a aquisição de conceitos, valores, linguagem e o próprio conhecimento são produzidos pelo processo de internalização de materiais simbólicos na criança que ocorrem a partir de suas interações sociais. Este é um processo que se constrói de fora para dentro, mediados pelas relações intra e interpessoais na troca com outros sujeitos e consigo próprio que vão se constituindo em significados, orientando a compreensão de papéis e funções sociais, o que permite a formação de conhecimentos e da própria consciência na criança (VYGOTSKI, 2002). Dessa forma, o conhecimento é, portanto, fruto de um intenso trabalho de criação, significação, ressignificação e recriação, e não uma mera cópia da realidade, embora seja influenciado fortemente por ela (OLIVEIRA, 2002). A partir de então, as crianças passam a exercer a capacidade que possuem de terem idéias e hipóteses originais sobre aquilo que almejam descobrir. As interações são imprescindíveis ao desenvolvimento da criança. Diante disso, a participação do adulto em sua vida é um fator muito importante. O adulto é visto como um parceiro mais experiente, que auxilia o infante na primeira fase de reconhecimento e exploração do ambiente. Sobre isso, Oliveira (2002, p. 128) diz que: As interações adultocriança em tarefas culturalmente estruturadas com seus complexos significados criam sistemas partilhados de consciência culturalmente elaborados e em contínua transformação. O adulto deve procurar perceber a dinâmica das relações que estão sendo construídas e contribuir para que elas atuem da melhor forma possível, pois a criança

4 transforma as informações que recebe com base nos conhecimentos por ela adquiridos em situações vivenciadas com outras pessoas. O lúdico na formação social da criança: analises da pesquisa Trabalhar com relatos de pessoas acima de 60 anos é trabalhar com memória individual. Segundo Halbwach (2004) a memória individual também é uma memória coletiva. No contexto deste trabalho, a memória é entendida como fonte de dados e características que auxiliam na compreensão de determinados comportamentos. O estudo da história em todos os aspectos é fundamental para se delinear o futuro de toda e qualquer sociedade. No estudo do desenvolvimento e da formação intelectual e social da criança não seria diferente. A história de experiências anteriores que é o objeto de nosso estudo através de bibliografias e, principalmente, de relatos orais de pessoas da terceira idade que por meio das suas lembranças de infância desvela fatos e acontecimentos que, apesar de não constarem na história oficial fazem parte da história e tiveram sua parcela fundamental de contribuição na construção da sociedade em que o relator fez ou faz parte. Culturalmente não se tem estudado a história de pessoas comuns, de pouca influência na sociedade e, principalmente, pessoas pobres, ou economicamente desfavorecidas, ficando esquecidos os acontecimentos que moldam, determinam e influenciam sobremaneira uma região, cidade, vila ou família (HALBWACH, 2004). É neste sentido, que nossa pesquisa busca explorar os acontecimentos da infância de pessoas acima de 60 anos. Na busca por desvelar a realidade dos fatos contidos nos relatos fixamos nossos estudos na infância, que é sem duvida o objetivo primeiro da nossa formação acadêmica, e na formação social, na motricidade e no desenvolvimento intelectual da criança, que acontecem, também, por meio da brincadeira. Em nossas entrevistas percebemos que os relatos e lembranças da infância dessas pessoas são, no primeiro momento, abordadas de forma superficial e com o desenvolvimento da entrevista vão surgindo novos elementos que os estimulam a uma nova releitura de seu passado. Essas características é discutida por Halbwach (2004) como normais e fazem parte do processo de evocação. As entrevistas sobre a infância de pessoa das décadas de 20 a 50, revelaram características específicas do viver a infância daquele momento. A maioria das pessoas

5 entrevistadas moravam em fazendas, praticavam a agricultura de subsistência, e não estavam em contato com os avanços tecnológicos da época. Como conseqüência do modo de vida que levavam, as crianças utilizavam como brinquedos sabugos de milho, cavalo de pau, bonequinhos de casca de melancia, bonecas de retalho de pano, brincavam com animais como cachorros, gatos, bezerros, etc, ou seja, utilizavam aquilo que dispunham para criar seus brinquedos. A partir dos depoimentos começamos a entender como determinadas práticas sociais são reproduzidas nas brincadeiras apresentadas pelos idosos e como estes utilizam os materiais que possuem em seu meio de vivência para adentrar ao mundo do faz de conta, próprio do brincar e da criança. Atualmente é difícil encontrar crianças que usem os mesmos brinquedos citados pelos entrevistados, principalmente nos grandes centros urbanos, pois os avanços tecnológicos fazem parte do cotidiano infantil e, temos ainda, a mídia para incentivar o consumo de vários produtos brinquedos mais modernos. Compreender o papel da brincadeira na formação social e intelectual da criança é extremamente interessante e relevante, em um curso de formação de professores e, especialmente, por pesquisadores da infância. O lúdico possui relação com a construção social da criança. Está intimamente ligado ao contexto social em que essa vive, tendo em vista que as brincadeiras revelam a cultura e os costumes de uma determinada sociedade. As brincadeiras são compreendidas diferenciando significados por diferentes culturas, permitindo, assim identificar uma estrutura que as especificam, seja como sistema de regras, seja como fatos sociais que assumem a imagem, o sentido que cada sociedade lhes atribui. (PRADO, 2002, p. 99). O lúdico pode ser considerado como a forma em que as crianças representam à cultura de uma sociedade e também descarregam suas tensões e frustrações, e por que não dizer de um instrumento para a aprendizagem de regras sociais. Sobre isso Vygotsky (1998, p. 132) comenta que uma criança não se comporta de forma puramente simbólica no brinquedo; ao invés disso, ela quer realizar seus desejos, permitindo que as categorias básicas da realidade passem através de sua experiência. Para Vygotsky (1998, p. 135). o brinquedo contém todas as tendências do desenvolvimento sob forma condensada, sendo, ele mesmo, uma fonte de desenvolvimento. O brinquedo como objeto de estudo para o desenvolvimento da criança tem características

6 importantes no que se refere a sua capacidade de simbolização e imaginação fonte de inserção de novos conceitos que norteiam a conduta da criança. As brincadeiras são reveladoras de um espaço de cultura, espaço da totalidade das qualidades e produções humanas, distinto do mundo natural, que produz e veicula projetos humanos (PRADO, 2002, p. 99). Sobre esse assunto, Oliveira (2002) afirma que o desenvolvimento humano decorre das trocas recíprocas que se estabelecem durante toda a vida entre indivíduos e o meio, cada aspecto influindo sobre o outro, por isso não podemos ignorar a significativa contribuição que a brincadeira traz à infância. Ela favorece as trocas de experiências vividas por cada criança, ajudando-a a inserir na sociedade em que vive, pois a auxilia na compreensão dos signos sociais que a rodeia. A formação social da criança é concebida através da relação com outras crianças ou adultos, pois não há socialização sem convívio social. Segundo Duarte Junior (2002, p. 26) Aprendemos a ser humanos: perceber e a vivenciar o mundo dos homens, através da comunidade. Fora de um contexto social não há seres humanos. Vygotsky (1998), acredita que é na interação com o outro que a criança desenvolve sua capacidade cognitiva, aprendendo a aprender. Para compreender o desenvolvimento da criança lançamo-nos numa empreitada que com o objetivo de facilitar o entendimento das bibliografias acerca da contribuição do lúdico para a formação intelectual e social da criança, buscamos organizar dados que pudessem esclarecer nossas dúvidas sobre esse processo. O brinquedo facilita a apreensão da realidade e é muito mais um processo do que um produto. Exige movimentação física, envolvimento emocional, além do desafio mental que provoca. O brinquedo possibilita a emergência de comportamentos espontâneos e improvisados. O brinquedo é a essência da infância; é o veículo do crescimento; é um meio extremamente natural que possibilita à criança explorar seu mundo, possibilitando as descobertas, o entendimento, conhecer os seus sentimentos, suas idéias e sua forma de reação (OLIVEIRA, 2002). A importância do brinquedo não deve ser ignorada, ao contrario, a criança precisa se sentir livre para criar suas brincadeiras ao mesmo tempo em que é desenvolvida sua interação social. Numa situação imaginária com a brincadeira de faz de conta (...) a criança é levada a agir num mundo imaginário (o ônibus que ela está dirigindo na brincadeira, por exemplo) em que a situação é definida pelo significado estabelecido pela brincadeira (o ônibus, o motorista, o passageiro etc) e não pelos elementos reais

7 concretamente presentes (as cadeiras da sala onde está brincando de ônibus, as bonecas etc). (...) Mas além de ser uma situação imaginária, o brinquedo é também uma atividade regida por regras. Mesmo no universo de faz de conta, há regras que devem ser seguidas (OLIVEIRA, 1993, p.67). As brincadeiras possibilitam a compreensão da realidade por meio da representação simbólica do ato de brincar. A criança imagina situações, cria, inventa, porém todas as suas criações possuem base em sua realidade, ou seja, em algo conhecido. Nos relatos sobre a infância da terceira idade, a frase inicial dos depoimentos mais parecia uma combinação Não, não tínhamos tempo para brincar, tínhamos que ajudar nossos pais. Ao perguntarmos quais eram os tipos de brincadeiras que eles mais realizavam, surgiam aí os primeiros relatos das brincadeiras, quando e como eram realizadas. A estimulação à releitura do passado ao serem questionados pela segunda vez sobre o mesmo tema, só que de uma forma diferente, fazia-os lembrar daquele tempo em que apesar das dificuldades, consideravam a infância, um tempo muito bom. Dessa forma, muitas brincadeiras foram lembradas como, o brincar de casinha, de roda, de bola, de bola de gude biloca, de caçar passarinho, de cozinhadinha, etc. Essas brincadeiras podem ser observadas nos relatos abaixo: Outro depoimento: Nois brincava de fazer panelinha de barro, os pratinho, as moringa, os cavalinho e o hominho de barro, as vaquinha, e, aí nóis ia brincar. Outra hora nóis ia pra roça pegar espiga de milho trançava os cabelo dela e ia brincar. Nóis ia brincar na roça pega as abroba, fincava quatro pauzinho pra elas ficar em pé, depois nóis punha o capim colonhão e fazia o rabo aí virava um cavalo. E nóis fazia cavalo de pau e brincava o dia interin, e aí quando sobrava um tempinho nóis ia pra mata fazer arapuca e nóis pegava jaó, mutum pra comer. Outra hora nóis cantava de roda... Dona Mariquinha vem toda engraçadinha pra ficar dentro dessa roda, ela não quer ficar sozinha, sozinha ela não fica e nem vai ficar, pruquê tem um joão para ser o par.nóis brincava de ciranda, cirandinha. (J.G. 60 anos) Nóis brincava de boneca de milho, nóis fechava os bezerro no curral e fazia de conta que era as vaca e ia apartar, eu e meus irmão gostava muito de sair pro mato andar de a cavalo, e tocá as vaca junto como meu pai, minhas brincadeiras era mais é assim naquele tempo não tinha boneca, outra hora nóis pegava uns paus e montava e saía correno no terreiro e falava que era os nosso cavalo. Mais mesmo que eu fazia era anda de a cavalo mais meu pai eu gostava

8 era a minha maio alegria sair pros pasto junto com ele. (C.O.. 60 anos) Ao serem questionados sobre a importância das brincadeiras para o seu desenvolvimento, um dos entrevistados cita que: A única brincadeira que a gente hoje ainda vê que serve pra gente e a cozinhadinha que nois fazia, aí a gente aprendeu a fazer comida e hoje a gente faz uma comida gostosa e tudo, e cada um queria fazer uma coisa diferente. Desenvolvendo novas habilidades a criança, através da imitação, cria uma situação que fora da sua imaginação e sem a supervisão de um adulto seria incapaz de realizá-la. A partir do momento em que a criança deixa a necessidade do supervisionamento para a realização da mesma atividade sozinho, dizemos que houve evolução ou ela desenvolveu de uma nova habilidade (VYGOTSKY, 2002). A recriação de um ambiente ao qual a criança faz parte de forma imaginária, nos leva a concluir que a imaginação é a principal fonte de desenvolvimento do ato de brincar e que na visão de Vygotsky [...] o brinquedo envolvendo uma situação imaginaria é de fato um brinquedo baseado em regras. [...] não existe brinquedo sem regras (2002, p.124). Nesse sentido, da mesma forma que não existe brinquedo sem imaginação não existe brinquedo sem regras, se tiramos a imaginação só ficam as regras. Desde a antiguidade o ato de brincar parece ser constante (PRADO, 2002). Em nossa pesquisa pudemos observar o quanto as crianças do período histórico em análise, criava oportunidades para brincar (e hoje não é diferente), mesmo tendo que trabalhar para ajudar seus pais, encontravam tempo para se divertirem, para saírem um pouco do trabalho braçal, contar histórias e cantar cantigas, etc. Nas entrevistas foi possível conhecer as brincadeiras na década de 20 a 50; as mais faladas foram: brincar com sabugo, que é pegar um sabugo de milho seco e espetar quatro palitinhos de madeira alternados, para que possam parecer pés (pés de vaca ou de cavalo), com esses animais prontos eles brincavam de tocar gado na invernada ; a outra brincadeira é a arapuca, que é uma armadilha feita de madeira para prender pássaros e depois soltavam para ver a grande alegria e satisfação dos pássaros libertos, às vezes, esses pássaros eram consumidos (faziam farofa deles na brincadeira de cozinhadinha). Brincavam também de bonecas de pano, que eram feitas por suas mães ou por suas avós, eram feitas de retalhos

9 de panos: se faziam o corpo inteiro com um pano só e, depois, preenchia com pedacinhos de pano ou algodão. A infância é a idade das brincadeiras. Através delas, a criança satisfaz, em grande parte, seus interesses, necessidades e desejos particulares. Conhecer as brincadeiras do tempo de criança, em seu contexto cultural, implica conhecer a historia deste período. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS DAMÁZIO, Reinaldo Luís. O que é criança. Coleção Primeiros Passos. Editora Brasiliense, DEMATINI, Zeila de Brito Fabri, FARIA, Ana Lúcia Golart de, PADRO, Patrícia Dias. Por uma Cultura da Infância; Metodologias de pesquisa com crianças. São Paulo: Autores associadas, HALBWACHS, Malrice. A memória coletiva. Tradução Laís Telis Bencir. São Paulo: Centauro, 2004 JUNIOR, João Francisco Duarte. Porque Arte-Educação. São Paulo: Papirus, 2002 OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação infantil; Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, PADRO, Patrícia Dias.; Quer brincar comigo. In Por uma Cultura da Infância: metodologias de pesquisa com criança. DEMATINI, Zeila de Brito Fabri, FARIA, Ana Lúcia Golart de,. São Paulo: Autores associadas, PINSKY, Carla Bassanezi. Fontes Históricas. São Paulo; Contexto, 2005 VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação Social da Mente. São Paulo; Martins Fontes, Professor MS Gizela Bastos da Mota Almeida Alunos Elvis Lapot da Costa Cíntia Paulino da Silva Sonia Maria R. Carneiro bolsista.

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