FISIOLOGIA HUMANA. Prof. Vagner Sá UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO

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1 FISIOLOGIA HUMANA Prof. Vagner Sá UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO

2 Introdução A fisiologia tenta explicar os fatores físicos e químicos responsáveis pela origem, desenvolvimento e progressão da vida.

3 cerca de 100 trilhões de células

4 A célula Animal

5 Membrana Celular Lipopotreica; 75% proteínas e 25% gordura; Permeabilidade seletiva; Engloba partículas.

6 Mitocôndrias Dupla membrana lipopotreica; Dna próprio e autoduplicação; Produção de ATP; Respiração celular aeróbica;

7 Retículo Endoplasmático Membrana lipoproteica; Cisternas (cavidades); Com ribossomos (rugoso); Sem ribossomos (liso); Distribuição de substâncias na célula; Síntese de proteínas; Metaboliza substâncias tóxicas.

8 Complexo de Golgi Vesículas achatadas ou esféricas; Concentração e armazenamento de sbstãncias da célula; Secreção celular.

9 Centríolos Formado por microtúbulos; Capacidade de autoduplicação; Participa da divisão celular;

10 Síntese de Proteínas

11 Transporte na membrana

12 Cerca de 56% do corpo humano são compostos por líquidos. LÍQUIDO INTRACELULAR Potássio Magnésio Fosfato LÍQUIDO EXTRACELULAR Sódio Cloreto Bicarbonato Essas diferenças são mantidas por mecanismos especiais de transporte de íons através das membranas celulares.

13 Homeostasia A palavra homeostasia é usada pelos fisiologistas para significar manutenção das condições constantes, ou estáticas, do meio interno. Em essência, todos os órgãos e tecidos do corpo exercem funções que ajudam a manter essas condições constantes.

14 Manutenção da homeostasia o_funciona/museu2_homem_digestorio/museu2_homem_digestorio_arquivos/image002. jpg

15

16 Processo de feedback negativo Na regulação da concentração de dióxido de carbono, uma concentração elevada de dióxido de carbonono líquido extracelular provoca aumento da ventilação pulmonar e isso, por sua vez, produz redução da concentração de dióxido de carbono, dado que os pulmões conseguem excretar maior quantidade de dióxido de carbono para fora do corpo.

17 Processo de feedback negativo Em outras palavras, a concentração elevada provoca redução dessa concentração, o que é negativo em relação ao estímulo inicial. ck.jpg

18 Processo de feedback positivo Quando as contrações uterinas ficam suficientemente intensas para empurrar a cabeça do feto contra a cérvix, o estiramento da cérvix emite sinais, por meio do próprio músculo uterino, até o corpo do útero, que responde com contrações ainda mais intensas. Assim, as contrações uterinas distendem a cérvix e o estiramento da cérvix produz mais contrações. Quando esse processo fica suficientemente intenso, o feto nasce.

19 Processo de feedback positivo Poderá ser feita a seguinte pergunta: Por que, em essência, todos os sistemas de controle do corpo atuam por mecanismo de feedback negativo, e não por feedback positivo? Todavia, se for considerada a natureza do feedback positivo, imediatamente será visto que o feedback positivo nunca leva à estabilidade, mas, sim, à instabilidade e, muitas vezes, à morte.

20 Resumo Enquanto as condições normais forem mantidas no ambiente interno, as células do corpo continuarão a viver e a funcionar adequadamente. Dessa forma, cada célula se beneficia da homeostasia e, por sua vez, contribui com sua cota para a manutenção dessa homeostasia. Essa interação recíproca resulta em automaticidade contínua do corpo, que perdurará até que um ou mais sistemas funcionais percam sua capacidade de contribuir com sua cota de funcionamento. Quando isso acontece, todas as células do corpo sofrem. A disfunção extrema leva à morte, enquanto a disfunção moderada causa doença.

21 FISIOLOGIA NEUROMUSCULAR

22 Potenciais de membrana e de ação

23 Bomba de Sódio e Potássio Na+ K + ATP ADP Pi

24 Potencial de Ação

25 Potencial de Ação Caracteriza-se por 3 fases distintas: Despolarização => é a etapa em que a membrana torna-se extremamente permeável aos íons Na+, ocorre portanto influxo de Na+ e conseqüente aumento de carga positiva no interior da célula. Nesta fase a célula parte de -75mVe atinge +35 mv

26 Potencial de Ação Caracteriza-se por 3 fases distintas: Repolarização => é a etapa em que ocorre fechamento dos canais de Na+ e abertura dos canais de K+. Nesta fase a célula parte de +35 mv e atinge - 75 mv

27 Caracteriza-se por 3 fases distintas: Potencial de Ação Hiperpolarização => é um período de alguns milissegundos em que a célula não reage aos neurotransmissores pois estão com excesso de negatividade em seu interior o que impede a ocorrência de um novo potencial de ação. Nesta fase a célula parte de - 75mv e chega até -90 mv.

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29 Potencial de Ação

30 Lei do Tudo ou Nada A lei do tudo ou nada diz que: Um neurônio só consegue enviar um impulso se a intensidade do impulso for acima de um determinado nível, fazendo com que a sua membrana seja despolarizada e repolarizada. Este valor mínimo que permite a transmissão do potencial de ação é conhecido como potencial limiar. Os valores abaixo do potencial limiar são conhecidos como sublimiares, e cada célula tem um valor característico de potencial limiar.

31 Estrutura de um Nervo Guyton. Fisiologia Humana. 6 ed.

32 Condução Saltatória Guyton. Fisiologia Humana. 6 ed.

33 SINAPSES

34 Conceito Kandel, et al. Principles of neural science. 4 ed.

35 Tipos de Sinapses Sinapse Elétrica Sinapse Química Via de regra, a transmissão sináptica no sistema nervoso humano maduro é química. As membranas pré e pós-sinápticas são separadas por uma fenda com largura de 20 a 50 nm - a fenda sináptica. A passagem do impulso nervoso nessa região é feita, então, por substâncias químicas: os neuro-hormônios, também chamados mediadores químicos ou neurotransmissores, liberados na fenda sináptica.

36 Componentes

37 Dinâmica das Sinapses

38

39 NEUROTRANSMISSORES Neurotransmissores são substâncias químicas produzidas pelos neurônios, as células nervosas. Por meio delas, podem enviar informações a outras células. Podem também estimular a continuidade de um impulso ou efetuar a reação final no órgão ou músculo alvo.

40 Fisiologia da contração Muscular

41

42 Fisiologia da Contração Muscular ntracao-muscular-como-seu-musculotrabalha/ _ html

43 Estruturas das Fibras Musculares A região de uma miofibrila (ou de toda uma fibra muscular) situada entre duas linhas Z consecutivas é chamada de sarcômero.

44 Mecanismo Geral da Contração 1. Um potencial de ação percorre um axônio motor até suas terminações nas fibras musculares.

45 Mecanismo Geral da Contração 2. Em cada terminação, há secreção de pequena quantidade da substância neurotransmissora, chamada acetilcolina.

46 Mecanismo Geral da Contração 3. A acetilcolina atua sobre área localizada da membrana da fibra muscular, abrindo numerosos canais protéicos acetilcolina dependentes.

47 Mecanismo Geral da Contração 4. A abertura desses canais acetílcolinadependentes permite o influxo de grande quantidade de íons sódio para o interior da membrana da fibra muscular, no ponto da terminação nervosa. Isso produz um potencial de ação na fibra muscular.

48 Mecanismo Geral da Contração 5. O potencial de ação se propaga ao longo da membrana da fibra muscular do mesmo modo como o faz nas membranas neurais.

49 Mecanismo Geral da Contração 6. O potencial de ação despolariza a membrana da fibra muscular e também penetra profundamente no interior dessa fibra. Aí, faz com que o retículo sarcoplasmático libere, para as miofibrilas. Grande quantidade de íons cálcio, que ficam armazenadas em seu interior.

50 Mecanismo Geral da Contração 7. Os íons cálcio geram forças atrativas entre os filamentos de actina e de miosina, fazendo com que deslizem um em direção ao outro, o que constitui o processo contrátil.

51 Mecanismo Geral da Contração 8. Após uma fração de segundo, os íons cálcio são bombeados de volta para o retículo sarcoplasmático, onde permanecem armazenados até que ocorra novo potencial de ação muscular; termina a contração muscular.

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55 Neurofisiologia

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