Profa. Maria Ephigênia de A.C.Nogueira. Unidade I EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Profa. Maria Ephigênia de A.C.Nogueira. Unidade I EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS"

Transcrição

1 Profa. Maria Ephigênia de A.C.Nogueira Unidade I EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

2 Objetivo: apresentar a modalidade de ensino Educação de Jovens e Adultos (EJA). Conhecida como ensino supletivo, antes da atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

3 Definição Educação de Jovens e Adultos (EJA): É o ensino oferecido aos jovens e adultos que não concluíram seus estudos ou não frequentaram a escola na idade própria.

4 Estrutura e funcionamento do curso: Constituição Federal de 1988 LDBEN 9394/96 Conselho Nacional de Educação Regulamentação: Sistemas de ensino

5 Carneiro ( 2004): Atendimento ao EF de 97% da meta de 100% da população da faixa etária. Há percentual de jovens e adultos não atendidos não significa a extinção do atendimento.

6 População EJA Características 3 grupos: 1. analfabetos; 2. passaram pela escola, desistiram e não se alfabetizaram analfabetos funcionais; 3. estiveram na escola em diferentes períodos escolares.

7 População de jovens e adultos é diferenciada do ponto de vista educacional. Política de atendimento: características; necessidades; condições e modos de vida.

8 Concepção na Lei Processo educacional: respeitar o perfil cultural do aluno; aproveitar as experiências adquiridas no trabalho e na vida social.

9 Processo educacional Construção da trajetória educacional: ações integradas; ações complementares. Visando ao acesso e à permanência na escola com sucesso e até o término da escolaridade.

10 Legislação Constituição Federal de 1988 Art. 208, inciso I, dever do Estado para com a educação determina: Ensino fundamental:obrigatório e gratuito é assegurado inclusive aos que não tiveram acesso a ele na idade própria.

11 Lei 9394/96 Capítulo II e seção V Da educação de jovens e adultos Arts. 37 e 38 e seus parágrafos ampliam o atendimento aos que não tiveram acesso ou continuidade de estudos para além do ensino fundamental, incluindo o ensino médio.

12 Lei 9394/96 Arts. 1º e 3º, incisos X e XI e art. 26: Tratam do respeito à: diversidade; disparidades regionais e locais; interesses e necessidades; condições de vida e de trabalho. Poder Público: viabilizará acesso e permanência; formas de atuação: ações integradas e complementares entre si.

13 CNE/CEB nº 1/00 Art. 9º, inciso IV e art. 12, inciso I: Explicita as formas de atendimento, cursos e exames, matriz curricular com base nacional comum de ensino no fundamental e no ensino médio, carga horária, princípios curriculares e metodológicos.

14 CNE/CEB nº 2/98 e nº 3/98 Resoluções que tratam das diretrizes curriculares nacionais para o ensino fundamental e ensino médio. As diretrizes curriculares do ensino fundamental e ensino médio orientam também a educação de jovens e adultos.

15 Seguem os preceitos legais presentes na legislação do ensino: EF responsabilidade municípios; EM responsabilidade estados; ações de parcerias e colaboração.

16 Interatividade Acabamos de apresentar as legislações que regem a educação de jovens e adultos. Hoje ela está presente: a) Na regulamentação dos sistemas de ensino. b) Nos referenciais curriculares nacionais. c) Na Constituição Federal de 88 e Lei 9394/96. d) No regimento escolar. e) No plano de gestão.

17 Organização dos cursos Responsabilidade: sistemas de ensino. Funcionamento por meio de: Cursos: presenciais; presença flexível telessala. Exames.

18 Educação de jovens e adultos: É oferecida no ensino fundamental idade mínima 16 anos. É oferecida no ensino médio idade mínima 18 anos. Seguem a mesma estrutura dos cursos regulares.

19 Cursos presenciais Ensino fundamental 1º ao 5º ano - ciclo I (1ª a 4ª série) Chamados de alfabetização de adultos oferecidos por instituições particulares e/ou públicas, que definirão sua: organização; duração; estrutura; certificação.

20 Cursos presenciais Ensino fundamental 6º ao 9º ano ciclo II (5ª a 8ª série) Oferecidos por escolas públicas municipais ou em parceria com as estaduais. Duração mínima: 1600 horas; 100 dias letivos; matriz curricular igual ao do curso regular; semestral termo; 2 anos.

21 Cursos presenciais Ensino médio 1º ao 3º ano Oferecidos pelas escolas públicas estaduais: duração mínima de 1200 horas; 100 dias letivos; semestral termo; 1 ano e 6 meses; 400 horas mínimas por semestre; matriz curricular igual ao curso regular.

22 Presença flexível Telessala Ensino fundamental 6º ao 9º ou 5ª a 8ª Ensino médio Organizada por disciplinas oferecidas semestralmente. Provas e exames presenciais. Nota mínima é 5 (para fazer o exame). Matriz curricular dos cursos regulares. Frequência não obrigatória. Atendimento individualizado.

23 Telessala É metodologia de educação a distância Valoriza-se o uso de metodologias diversificadas: curso composto de livro texto, aula gravada em vídeo/dvd; professor é orientador de aprendizagem; aulas apresentadas em TV ou Power Point; atividades desenvolvidas propostas pelo material impresso e também pelo professor.

24 Quem pode oferecer o curso de presença flexível? Sistemas de ensino regulamentam e determinam: condições para instalação do curso; matrícula do aluno; constituição das turmas; quadro curricular; frequência; avaliação e aproveitamento de estudos; registro dos estudos; papel do orientador de aprendizagem; formação do orientador de aprendizagem.

25 Centros estaduais EJA Oferecem cursos de frequência flexível para o ensino fundamental e ensino médio: atendimento individualizado; por módulos; por disciplinas; matriz curricular do curso regular (EF/EM); nota mínima é 5; provas e exames presenciais.

26 Exames Os alunos podem realizar exames e obter as certificações do ensino fundamental e Ensino médio. Não estão matriculados em cursos presenciais ou de presença flexível. Estudam sozinhos as disciplinas e realizam os exames.

27 Exames Realizados fora do processo escolar regular. Por instituições credenciadas pelos conselhos estaduais de educação. ENCCEJA Exame Nacional de Certificação de Competências de Jovens e Adultos Nota mínima 5 ENEM 18 anos certificação do ensino médio.

28 Organização Curricular Educação de Jovens e Adultos do Ensino Fundamental Ensino Médio Composta pelas disciplinas da Base Nacional Comum BNC Português, Matemática, Ciências,Física, Biologia e Química (EM) História e Geografia Educação Física opcional obrigatoriedade de uma língua estrangeira moderna

29 Interatividade Há toda uma organização diferenciada para se obter a certificação na educação de jovens e adultos e são elas: a) Somente em cursos presenciais. b) Somente por meio de exames. c) Somente em cursos de presença flexível. d) Exames, cursos presenciais e cursos de presença flexível. e) Telessala.

30 Matrículas na educação de jovens e adultos Região Norte Nordeste Centro Oeste Sudeste Sul Brasil fonte: MEC/INEP,2003

31 Matrículas É a modalidade de educação que mais apresenta crescimento no número de matrículas. O crescimento das matrículas em todas as regiões brasileiras, principalmente Centro-Oeste, Sudeste e Sul. 50% das matrículas é no ensino fundamental.

32 Matrículas Crescimento de 1997 para 2001; decréscimo em 2002; novo crescimento para 2003; busca da escolaridade para trabalho e continuidade de estudos.

33 Matrículas Brasil ANO TOTAL fonte: mec/inep,2009

34 Matrículas Queda acentuada nas matrículas; é ainda representativa em relação ao total de matrículas na educação básica. INEP informa a mudança da metodologia do censo escolar: informatização; redução da contagem dupla de alunos; mobilidade regional.

35 Matrículas 58,3% matriculados nas escolas da rede estadual de ensino; 38,8% matriculados nas escolas da rede municipal de ensino; 65% ensino fundamental; 35% ensino médio.

36 Reconhecimento social Haddad (2007): Década de 30 reconhecimento do direito à educação das pessoas jovens e adultas. Governo Vargas impulso centralizador. Construção de infraestrutura organizacional para enfrentar grandes problemas educacionais.

37 unidades escolares matrículas (M.E.S., RJ, 1949) Processo educativo realizado por educadores profissionais.

38 Década de 1940 Campanhas de alfabetização já são reflexos da atuação desses educadores profissionais Fundo Nacional do Ensino Primário Decreto-lei convênio nacional do ensino primário. Possibilitar a ampliação e melhoria do sistema primário do país.

39 1944 Decreto vinculou recursos federais para a educação Decreto % de cada auxílio federal a ser aplicado na educação primária de adolescentes e adultos analfabetos Ministério da Educação e Saúde autorizou a organização de um serviço de educação de adultos no Departamento Nacional de Educação - permitiu o início dos trabalhos na campanha nacional de educação de adultos.

40 Histórico da educação de jovens e adultos no Brasil Ano Unidades escolares Matrícula efetiva fonte:min.educ.saúde,1949,p.12

41 Atendimento expressivo; educação se torna uma questão a ser cuidada pela sociedade brasileira; Manifesto dos pioneiros da educação nova de 1932 reconstrução nacional a partir da educação; 1934 Constituição Federal consta a educação; 1937 Conselho Nacional de Educação enviou Plano Nacional de educação (não foi discutido).

42 Constituição Federal de 1946 A educação primária torna-se obrigatória: 1ª a 4ª série do ensino primário é obrigatória a todo cidadão brasileiro.

43 Governo Dutra concretiza a Campanha de educação de jovens e adultos iniciada no Estado Novo, 1948: idealizada por Lourenço Filho; parceria com a UNESCO; conceito de alfabetização funcional; educação de base: conhecimentos de leitura, escrita e cálculo, noções gerais de história, geografia, ciências, higiene, saúde e civismo.

44 Beisegel ( 2003) Educação de base corresponderia aos conteúdos da escola primária adequado aos adultos já realizaria o ideal de educação para todos.

45 Número de classes da campanha nacional Ano classes total fonte: Min.Educ. e Saúde

46 Decreto definiu critérios para o uso do Fundo Nacional de Ensino Primário: Classes da educação de jovens e adultos.

47 Classes de educação de jovens e adultos ANO MATRÍCULA fonte: Min.Educ. e Cultura

48 Interatividade Até o final da década de 1940 há um verdadeiro reconhecimento social da educação de jovens e adultos e podemos apontá-lo por meio do: a) Número de classes e matriculados e campanhas de alfabetização. b) Empenho governamental. c) Empenho dos municípios. d) Incentivo público. e) Incentivo da sociedade.

49 Década de 1950 Educação de jovens e adultos esteio na construção de agentes para embates político-ideológicos do final do período populista. Influência sobre a população por meio de organizações políticas, movimentos estudantis, associações religiosas, igrejas e correntes ideológicas.

50 1958 Campanha de Erradicação do Analfabetismo pelo Ministério da Educação e Cultura Movimento de educação de base pela Igreja Católica - uso de tecnologias rádio instrumento de difusão e promoção do projeto de desenvolvimento nacional.

51 Década de 1960 Movimentos da cultura popular Paulo Freire método de alfabetização de adultos síntese das orientações e vicissitudes da educação popular Experiência em Angicos método Paulo Freire é adotado por todo o território nacional.

52 1964 golpe militar - Programa Nacional de Alfabetização foi suspenso criado o MOBRAL Movimento Brasileiro de Alfabetização: posição financeira e institucional Independente; organizou-se de forma descentralizada em comissões municipais; centralizou as orientações do processo educativo.

53 Lei 5692/71 Ensino obrigatório de 8 anos 1º grau estendeu o direito àqueles que não estudaram na idade própria. Ensino supletivo vinculado ao sistema regular de ensino. Primário antigo, 1ª a 4ª série responsabilidade do MOBRAL e não fazia parte do sistema regular de ensino MOBRAL extinto.

54 Constituição Federal de 1988 garantiu direitos constitucionais. Fundação Educar Collor - MEC com atuação direta com as prefeituras ou associações da sociedade civil é extinta a Fundação Educar. Criação do Programa Nacional de Alfabetização PNA nota-se a transferência das ações para os sistemas de ensino estaduais e municipais.

55 É criado pelo MEC o Programa Alfabetização Solidária PAS. Até 1999 atendeu a 866 municípios e 776 mil alunos. Coordenado pelo Conselho da Comunidade Solidária.

56 Em São Paulo: 1989 o município cria o MOVA Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos, que completou 20 anos. Haddad, 2000, 126: Podemos notar que a responsabilidade pela oferta de escolarização de jovens e adultos no Brasil sempre foi compartilhada por órgãos públicos e organizações societárias.

57 Interatividade Podemos afirmar que nas décadas de 1950 e 1960 houve um crescimento no atendimento à educação de jovens e adultos, que levou a sua primeira regulamentação na Lei 5692/71 e ficou conhecida como: a) Ensino fundamental. b) Ensino supletivo. c) Ensino médio. d) Telessala. e) Ensino especial.

58 ATÉ A PRÓXIMA

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015.

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015. PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece Diretrizes para a oferta da Modalidade de Educação de Jovens

Leia mais

PRIMEIRA INFÂNCIA E DIREITO À EDUCAÇÃO

PRIMEIRA INFÂNCIA E DIREITO À EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRIMEIRA INFÂNCIA E DIREITO À EDUCAÇÃO Audiência Pública Câmara dos Deputados Brasília 2014 Extensão: 8,5 milhões km 2 População: 191,5 milhões População

Leia mais

MEC. Censo Escolar 2015 Notas Estatísticas. Brasília-DF março de 2016

MEC. Censo Escolar 2015 Notas Estatísticas. Brasília-DF março de 2016 MEC Censo Escolar 215 Notas Estatísticas Brasília-DF março de 216 MEC Agenda O desafio da universalização Educação infantil Creche e Pré-escola Ensino fundamental Anos iniciais e anos finais Ensino médio

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A MATRÍCULA - ANO LETIVO 2017 NAS UNIDADES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL

ORIENTAÇÕES PARA A MATRÍCULA - ANO LETIVO 2017 NAS UNIDADES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Educação. Diretoria de Gestão da Rede Estadual Diretoria de Gestão de Pessoas ORIENTAÇÕES PARA A MATRÍCULA - ANO LETIVO 2017 NAS UNIDADES ESCOLARES DA REDE

Leia mais

Características Educação SESI

Características Educação SESI EDUCAÇÃO SESI Características Educação SESI Atendimento prioritário ao Trabalhador da indústria e seus dependentes Gratuidade nos cursos EJA Atuação nas 27 Unidades Federativas 32% de evasão na EJA Cenário

Leia mais

Índice. 1. Cursos Presenciais...3. 2. Cursos de Presença Flexível...3

Índice. 1. Cursos Presenciais...3. 2. Cursos de Presença Flexível...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 2 Índice 1. Cursos Presenciais...3 1.1. Do 1º ao 5º (4ª Série) Anos do Ensino Fundamental... 3 1.2. Do 6º (5ª Série) ao 9º (8ª Série) Anos do Ensino Fundamental... 3 1.3. Do 1º ao 3º Ano

Leia mais

CENSO ESCOLAR - EDUCACENSO

CENSO ESCOLAR - EDUCACENSO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA CENSO ESCOLAR

Leia mais

Educação Pré-Escolar

Educação Pré-Escolar Educação Pré-Escolar Sendo a primeira etapa na educação básica, as competências gerais para a Educação Pré Escolar constituem um conjunto de princípios para apoiar o Educador de Infância na sua prática,

Leia mais

Fonte [1] A LDB, nos artigos 22 a 38, detalha no Capítulo II a Educação Básica (EB), a qual, consoante o art. 22, objetiva, in verbis, (...) desenvolv

Fonte [1] A LDB, nos artigos 22 a 38, detalha no Capítulo II a Educação Básica (EB), a qual, consoante o art. 22, objetiva, in verbis, (...) desenvolv ESTRUTURA, POLÍTICA E GESTÃO EDUCACIONAL AULA 02: LEGISLAÇÃO, SISTEMA, NÍVEIS E MODALIDADES DE ENSINO, FORMAÇÃO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO. TÓPICO 03: OS NÍVEIS DE ENSINO O Título V, da LDB, com os artigos

Leia mais

O Plano Nacional de Educação. Maria Alice Setubal, educadora e presidente dos conselhos do Cenpec e da Fundação Tide Setubal

O Plano Nacional de Educação. Maria Alice Setubal, educadora e presidente dos conselhos do Cenpec e da Fundação Tide Setubal O Plano Nacional de Educação Maria Alice Setubal, educadora e presidente dos conselhos do Cenpec e da Fundação Tide Setubal Plano Nacional de Educação Diretrizes Superação das desigualdades educacionais

Leia mais

Educação financeira no contexto escolar

Educação financeira no contexto escolar Educação financeira no contexto escolar Sueli Teixeira Mello e Caroline Stumpf Buaes Ministério da Educação do Brasil (MEC) Rio de Janeiro, 09/12/2015 Sumário 2 1. O papel institucional do Ministério da

Leia mais

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NOS PLANOS NACIONAIS DE EDUCAÇÃO. Maria Margarida Machado FE/UFG Fórum Goiano de EJA

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NOS PLANOS NACIONAIS DE EDUCAÇÃO. Maria Margarida Machado FE/UFG Fórum Goiano de EJA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NOS PLANOS NACIONAIS DE EDUCAÇÃO Maria Margarida Machado FE/UFG Fórum Goiano de EJA Construção histórica do pne2001-2010 Debate intenso da sociedade civil (CONED) Apresentação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO Orientações para organização das turmas do Programa Mais Educação e informação das turmas

Leia mais

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. As Diretrizes Curriculares Nacionais para EJA (CNE,2000) preconizam princípios norteadores da ação pedagógica da escola: (A) éticos, políticos e estéticos; (B)

Leia mais

A Educação Profissional Técnica e sua forma de oferecimento integrada ao Ensino Médio

A Educação Profissional Técnica e sua forma de oferecimento integrada ao Ensino Médio A Educação Profissional Técnica e sua forma de oferecimento integrada ao Ensino Médio Seminário Desafios Curriculares do Ensino Médio Fernanda Mello Demai Diretora de Departamento Grupo de Formulação e

Leia mais

AULA 03 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; ; LEI DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 03

AULA 03 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; ; LEI DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 03 AULA 03 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 03 CONSTITUIÇÃO FEDERAL (Art. 205 a 214) CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO,

Leia mais

Parte 1 Código / Área Temática. Educação Especial

Parte 1 Código / Área Temática. Educação Especial NOME DO CURSO: O Ensino de Língua Portuguesa como segunda língua para estudantes surdos e/ou com deficiência auditiva Nível: Especialização Modalidade: A distância Parte 1 Código / Área Temática Código

Leia mais

EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS

EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS Sergipe/Região Nordeste Izabel Cristina Santos da Silva izabelcris2212@gmail.com (79) 8801-2090 9977-0650

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC A EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA O movimento Constitucional; O processo de discussão que antecedeu a LDB nº9394/96; A concepção de Educação Básica e a universalização do

Leia mais

É um projeto da sociedade, uma Política Pública de Qualidade (PPQ), focada na escola, na promoção e no acompanhamento do ensino e da aprendizagem.

É um projeto da sociedade, uma Política Pública de Qualidade (PPQ), focada na escola, na promoção e no acompanhamento do ensino e da aprendizagem. É um projeto da sociedade, uma Política Pública de Qualidade (PPQ), focada na escola, na promoção e no acompanhamento do ensino e da aprendizagem. Está pautada no compromisso, no diálogo, no planejamento

Leia mais

Art O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

Art O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO Seção I DA EDUCAÇÃO Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade,

Leia mais

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL: CAMINHOS QUE DESAFIAM

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL: CAMINHOS QUE DESAFIAM A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL: CAMINHOS QUE DESAFIAM Gerência de Educação de Jovens e Adultos Gerente: Edilson Rodrigues RECEPÇÃO DO CURTA VIDA MARIA Comentários e problematização:

Leia mais

Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade

Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade Antônio Lidio de Mattos Zambon Coordenador Geral de Políticas

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BRUMADO ESTADO DA BAHIA CNPJ/MF Nº / Praça Cel. Zeca Leite, nº. 415 Centro CEP: Brumado-BA

PREFEITURA MUNICIPAL DE BRUMADO ESTADO DA BAHIA CNPJ/MF Nº / Praça Cel. Zeca Leite, nº. 415 Centro CEP: Brumado-BA PROJETO DE LEI Nº 012/2010. Dispõe sobre a alteração do Sistema Municipal de de Brumado para a implantação do de 9 (nove) anos, a partir de 2010 e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE BRUMADO,

Leia mais

A EJA após 10 anos do PNE, PEE e PME: avanços e desafios. Maria Margarida Machado FE/UFG Fórum Goiano de EJA

A EJA após 10 anos do PNE, PEE e PME: avanços e desafios. Maria Margarida Machado FE/UFG Fórum Goiano de EJA A EJA após 10 anos do PNE, PEE e PME: avanços e desafios Maria Margarida Machado FE/UFG Fórum Goiano de EJA Desafio de constituir-se MODALIDADE Construção histórica do PNE 2001-2010 Debate intenso da sociedade

Leia mais

CURRÍCULO ESCOLAR VMSIMULADOS

CURRÍCULO ESCOLAR VMSIMULADOS CURRÍCULO ESCOLAR 01. Segundo a LDB (Lei no 9394/96), os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar,

Leia mais

Projeto de Lei da Câmara nº 2002

Projeto de Lei da Câmara nº 2002 Projeto de Lei da Câmara nº 2002, de Dispõe sobre a extinção do analfabetismo no Brasil. O Congresso Nacional decreta: Art 1º - Fica declarado em extinção, a partir desta data, o analfabetismo no Brasil.

Leia mais

Jornadas Regionais Organização e Sucesso escolar. Sessão 4 Regime de Frequência e Avaliação dos Alunos

Jornadas Regionais Organização e Sucesso escolar. Sessão 4 Regime de Frequência e Avaliação dos Alunos Jornadas Regionais Organização e Sucesso escolar Sessão 4 Regime de Frequência e Avaliação dos Alunos Objetivos Promover o desenvolvimento adequado dos processos de avaliação dos alunos tendo em vista

Leia mais

Educação no período de

Educação no período de Educação no período de 1945-1964 Profª Tathiane Milaré Revisão Brasil colônia Influência dos jesuítas Reformas de Marquês de Pombal Brasil Império Chegada da Família Real Constituição de 1824 (gratuidade;

Leia mais

DESAFIOS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EJA PARA A REGIÃO NORDESTE, DESTAQUE PARA A PARAÍBA

DESAFIOS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EJA PARA A REGIÃO NORDESTE, DESTAQUE PARA A PARAÍBA DESAFIOS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EJA PARA A REGIÃO NORDESTE, DESTAQUE PARA A PARAÍBA 1945 - A Campanha de Educação de Adolescentes e Adultos - CEAA; 1947 I Congresso Nacional de Educação de Adultos;

Leia mais

Pedagogia. 1º PERÍODO Carga Horária e Creditação

Pedagogia. 1º PERÍODO Carga Horária e Creditação Cep: 37200000 Pedagogia Matriz Curricular 1 (entrada no mês de Fevereiro) Nivelamentos Leitura e Produção de textos 60 Gramática 60 Carga Horária Total 120 Educação a Distância: Primeiras Aproximações

Leia mais

Resolução 032/94 - CONSEPE

Resolução 032/94 - CONSEPE Resolução 032/94 - CONSEPE Altera grade curricular e define ementas de disciplinas do curso de Pedagogia oferecido pelo Centro de Ciências da Educação - FAED. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa

Leia mais

NORMATIVA PARA OFERTA DE CARGA HORÁRIA SEMIPRESENCIAL EM CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA E TECNOLÓGICA PRESENCIAIS DO IFNMG

NORMATIVA PARA OFERTA DE CARGA HORÁRIA SEMIPRESENCIAL EM CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA E TECNOLÓGICA PRESENCIAIS DO IFNMG Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal do Norte de Minas Gerais Pró-Reitoria de Ensino NORMATIVA PARA OFERTA DE CARGA HORÁRIA SEMIPRESENCIAL EM CURSOS

Leia mais

NOME DO CURSO: Acessibilidade na Atividade Física Escolar Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: A distância

NOME DO CURSO: Acessibilidade na Atividade Física Escolar Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: A distância NOME DO CURSO: Acessibilidade na Atividade Física Escolar Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: A distância Parte 1 Código / Área Temática Código / Nome do Curso Etapa de ensino a que se destina Educação

Leia mais

Educação no Sistema Prisional

Educação no Sistema Prisional Educação no Sistema Prisional Pacto Federativo Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece.

Leia mais

PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO: COMO INFORMAR NO CENSO ESCOLAR?

PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO: COMO INFORMAR NO CENSO ESCOLAR? Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Diretoria de Estatísticas Educacionais Coordenação Geral do Censo Escolar PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO: COMO INFORMAR NO CENSO ESCOLAR?

Leia mais

construindo uma agenda

construindo uma agenda Regime de colaboração: construindo uma agenda . Regime de colaboração. Sistema nacional de educação. Responsabilidade da gestão pública educacional. Esforço coordenado e planejado. Atuação propositiva

Leia mais

Critérios de constituição de turmas para o ano letivo 2013/2014

Critérios de constituição de turmas para o ano letivo 2013/2014 Critérios de constituição de turmas para o ano letivo 2013/2014 A constituição de turmas dos alunos do ensino diurno que ingressem pela primeira vez na Escola far-se-á de acordo com o determinado no Despacho

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS NOME DO CANDIDATO: INSTRUÇÕES AOS CANDIDATOS

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS NOME DO CANDIDATO: INSTRUÇÕES AOS CANDIDATOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC Campus Universitário Trindade Caixa Postal 476 Cep 88040-900 Florianópolis SC Brasil Fones: (048) 3721-6525, 331-6649 Fax (048) 3721-6649 MESTRADO PROFISSIONAL

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR - LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

MATRIZ CURRICULAR - LICENCIATURA EM PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR - LICENCIATURA EM PEDAGOGIA 1 a FASE CÓD DISCIPLINAS EIXO C/H Créditos Filosofia da I Epistemologia Introdução à Ciência Epistemologia Científica educativa Português Comunicação e expressão

Leia mais

DIRETRIZES CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO UTFPR

DIRETRIZES CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES PARA OS CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DA UTFPR Resolução

Leia mais

ESPORTE PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO

ESPORTE PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO ESPORTE PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO O esporte é uma via privilegiada para o desenvolvimento humano. Por meio do esporte, as crianças e jovens têm oportunidade de desenvolver valores, atitudes e competências

Leia mais

Pedagogia Licenciatura S-20 - Educação e Diversidade S-20 - Filosofia Geral

Pedagogia Licenciatura S-20 - Educação e Diversidade S-20 - Filosofia Geral Página 0001 de 0004 1º Período 6387-02S-20 - Educação e Diversidade 0 40-040 0491-02S-20 - Filosofia Geral 0 40-040 PED 0845-02S-20 - História da Educação I 0 40-040 PED 0752-02S-20 - Introdução à 0 40-040

Leia mais

Seminário sobre LDB da Educação Nacional TALITA CRISTINI BATISTA LOPES MARIANA DA COSTA LOUREIRO COTOVICZ

Seminário sobre LDB da Educação Nacional TALITA CRISTINI BATISTA LOPES MARIANA DA COSTA LOUREIRO COTOVICZ Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Instituto Multidisciplinar Departamento de Tecnologias e Linguagens Seminário sobre LDB da Educação Nacional TALITA CRISTINI BATISTA LOPES MARIANA DA COSTA

Leia mais

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE TANQUE NOVO, ESTADO DA BAHIA, usando de uma das suas atribuições que lhes são conferidas por lei, e

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE TANQUE NOVO, ESTADO DA BAHIA, usando de uma das suas atribuições que lhes são conferidas por lei, e PORTARIA Nº 01/2011 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2011. Dispõe sobre o processo de matrícula/2012 dos alunos nas Unidades Escolares Municipais - UEM e organização do período letivo de ensino 2012 no município de

Leia mais

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96 Tramitação 1988 Promulgação da Constituição Federal 1988 a 1991 Início de discussão do projeto Jorge Hage na Câmara 1992 Darcy Ribeiro, apoiado por

Leia mais

Profa Dra.: Adriana Azevedo

Profa Dra.: Adriana Azevedo EAD Cenário e Possibilidades Profa Dra.: Adriana Azevedo Definição de EAD A Educação a Distância é a modalidade educacional na qual a mediação didático pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem

Leia mais

Prefeitura Municipal da Barra

Prefeitura Municipal da Barra EDITAL Nº 0/26 COMPLEMENTAÇÃO DE CARGA HORARIA O Secretário Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e GESTOR DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL, no uso de suas atribuições de acordo com a Lei Orgânica Municipal

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL EM OSASCO: DAS CLASSES ESPECIAIS AO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

EDUCAÇÃO ESPECIAL EM OSASCO: DAS CLASSES ESPECIAIS AO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EDUCAÇÃO ESPECIAL EM OSASCO: DAS CLASSES ESPECIAIS AO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO Edivaldo Félix Gonçalves 1 As primeiras classes especiais para alunos com deficiência intelectual foram criadas

Leia mais

Pronatec. Novas oportunidades de acesso ao ensino técnico

Pronatec. Novas oportunidades de acesso ao ensino técnico Pronatec Novas oportunidades de acesso ao ensino técnico MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Marco Antonio de Oliveira marco.antonio@mec.gov.br Brasília, 19 de março

Leia mais

EDITAL DO PROCESSO SELETIVO II DA UNIVERSIDADE METODISTA DE PIRACICABA

EDITAL DO PROCESSO SELETIVO II DA UNIVERSIDADE METODISTA DE PIRACICABA EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2017 - II DA UNIVERSIDADE METODISTA DE PIRACICABA Port.R 107/17, de 25/04/17. O Reitor da Universidade Metodista de Piracicaba Unimep, no exercício de suas atribuições, faz

Leia mais

Gestão da política educacional: o caso do município do Rio

Gestão da política educacional: o caso do município do Rio Gestão da política educacional: o caso do município do Rio Claudia Costin Diagnóstico da rede do Rio de Janeiro em 2009 IDEB bom, mas notas da Prova Brasil em queda Professores de bom nível mas insuficientes

Leia mais

Art A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno

Art A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno CONSTITUIÇÃO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Seção que pactua a educação como direito de todos. CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO Seção I DA EDUCAÇÃO MS. Carreiro 1 Art. 205.

Leia mais

Política Educacional: A experiência de Sobral/CE. Sobral - Ceará

Política Educacional: A experiência de Sobral/CE. Sobral - Ceará Política Educacional: A experiência de Sobral/CE Sobral - Ceará Ponto de partida Resultado da avaliação de leitura com alunos de 2ª série Final de 2000 48% não liam textos, frases e nem palavras 48,0%

Leia mais

Orientação Escolar e Profissional. 9.º Ano e Agora. Serviço de Psicologia e Orientação. Psicóloga Eduarda Seabra

Orientação Escolar e Profissional. 9.º Ano e Agora. Serviço de Psicologia e Orientação. Psicóloga Eduarda Seabra Orientação Escolar e Profissional 9.º Ano e Agora Serviço de Psicologia e Orientação Psicóloga Eduarda Seabra Dossier Informação Escolar e Profissional Pág.1 1 Natureza dos Cursos Científico-Humanísticos

Leia mais

Avaliação e Monitoramento do PME. Professora Marcia Adriana de Carvalho

Avaliação e Monitoramento do PME. Professora Marcia Adriana de Carvalho Avaliação e Monitoramento do PME Professora Marcia Adriana de Carvalho TEMAS 1 Por que avaliar e monitorar o PME 2 Qual a diferença entre avaliar e monitorar 3 4 Como definir plano de ações para o período

Leia mais

Flexibilização curricular e formação de professores

Flexibilização curricular e formação de professores 21/11/2012 I Fórum de Graduação da Universidade Estadual de Goiás (UEG) Goiânia, 30 de outubro de 2012 Prof. Júlio Emílio Diniz-Pereira (UFMG) juliodiniz@ufmg.br 1 Introdução 3 partes: 1. Breve histórico

Leia mais

Conhecendo o Ensino Fundamental no Rio Grande do Norte

Conhecendo o Ensino Fundamental no Rio Grande do Norte Conhecendo o Ensino Fundamental no Rio Grande do Norte O Ensino Fundamental constitui a segunda etapa da Educação Básica. É obrigatório e gratuito na escola pública, com duração de 9 (nove) anos, iniciando-se

Leia mais

I RELATÓRIO: II ANÁLISE:

I RELATÓRIO: II ANÁLISE: INTERESSADA: AUTARQUIA MUNICIPAL DO ENSINO SUPERIOR DE GOIANA FACULDADE DE INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE GOIANA ASSUNTO: RECONHECIMENTO DO CURSO NORMAL SUPERIOR RELATOR: CONSELHEIRO ARNALDO CARLOS

Leia mais

O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil

O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil Jacqueline Moreno Theodoro Silva Outubro/2016 Avaliação Educacional Avaliar é o ato de atribuir valor ou mérito a alguma coisa. Avaliação educacional:

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. Licenciatura EM educação básica intercultural TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. Licenciatura EM educação básica intercultural TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura EM educação básica intercultural TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Artigo 1º - O Estágio Supervisionado de que trata este regulamento refere-se à formação de

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO ANEXO IV RELATÓRIO DE MONITORAMENTO 1 - IDENTIFICAÇÃO Órgão Executor CNPJ UF 2 - ALUNOS ATENDIDOS 1ª série 2ª série 3º série 4ª série 5ª série 6ª série 7ª série 8ª série Alunos Atendidos Alunos egressos

Leia mais

Processo de Rematrículas para 2017/01. Disciplinas na Modalidade de Educação à Distância

Processo de Rematrículas para 2017/01. Disciplinas na Modalidade de Educação à Distância Processo de Rematrículas para 2017/01 Informativo para os cursos de graduação: Disciplinas na Modalidade de Educação à Distância Com base na Portaria 1134/2016 (DOU nº 196, terça-feira, 11 de outubro de

Leia mais

PROCESSO SELETIVO EXTERNO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PROCESSO SELETIVO EXTERNO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANEXO II EDITAL N 01/2016, DE 19 DE MAIO DE 2016 PROCESSO SELETIVO EXTERNO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A-01 - ASSESSOR TECNICO III COORDENADOR/SUPERVISOR PEDAGOGICO SAÚDE UNIDADE TERESINA; B-01 - ASSESSOR TECNICO

Leia mais

Critérios pedagógicos para a constituição de turmas

Critérios pedagógicos para a constituição de turmas Critérios pedagógicos para a constituição de turmas ANEXO I Critérios Pedagógicos para a elaboração de Turmas 2014/2015 Artigo 1º Preâmbulo Com este regulamento pretende-se uniformizar, de uma forma esclarecedora,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DOS CURSOS SUPERIORES DE LICENCIATURA

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DOS CURSOS SUPERIORES DE LICENCIATURA REGULAMENTO DE ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DOS CURSOS SUPERIORES DE LICENCIATURA Normatiza a realização dos estágios supervisionados previstos nas Matrizes Curriculares dos Cursos Superiores de Licenciatura

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, usando da competência

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, usando da competência FEDERAÇÃO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E INTEGRAÇÃO DE SURDOS Escritório Regional de Santa Catarina Rua Padre Roma, 288 Centro Cep 88010 090 Florianópolis/SC Telefax: (48) 3225 9246 PROPOSTA DO ANTEPROJETO DE

Leia mais

FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA. PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010.

FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA. PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010. FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010. Institui as orientações e as atividades aprovadas para a realização da carga horária de Estágio Supervisionado

Leia mais

Av. Sport Clube do Recife, Madalena

Av. Sport Clube do Recife, Madalena APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A Faculdade de Ciências de Administração de Pernambuco FCAP, como entidade de Ensino Superior integrante da UPE, criada pela Lei 2622 de 30 de novembro de 1956, comunga das

Leia mais

1 - Educação Pré- Escolar (Despacho n.º 5220/97, de 4 de agosto) 2-1.º Ciclo do Ensino Básico (DL n.º 139/2012, de 5 de julho, com as alterações

1 - Educação Pré- Escolar (Despacho n.º 5220/97, de 4 de agosto) 2-1.º Ciclo do Ensino Básico (DL n.º 139/2012, de 5 de julho, com as alterações 1 - Educação Pré- Escolar (Despacho n.º 5220/97, de 4 de agosto) 2-1.º Ciclo do Ensino Básico (DL n.º 139/2012, de 5 de julho, com as alterações introduzidas pelo DL n.º 91/2013, de 10 de julho) 3-2.º

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM MANUTENÇÃO E SUPORTE EM INFORMÁTICA PROEJA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO 2009

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM MANUTENÇÃO E SUPORTE EM INFORMÁTICA PROEJA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO 2009 Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM MANUTENÇÃO E SUPORTE EM INFORMÁTICA PROEJA INTEGRADO

Leia mais

Objetivo do curso: Público Alvo: Critérios de admissão para o curso:

Objetivo do curso: Público Alvo: Critérios de admissão para o curso: A Faculdade AIEC, mantida pela Associação Internacional de Educação Continuada AIEC, iniciou, em 2002, o curso de Bacharelado em Administração, na metodologia semipresencial. Foi pioneira e até hoje é

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 015/2010-SUED/SEED

INSTRUÇÃO Nº 015/2010-SUED/SEED INSTRUÇÃO Nº 015/2010-SUED/SEED A Superintendente da Educação, no uso de suas atribuições e considerando: - a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.o 9.394/96; - a Lei Federal n. 10.793/03 e

Leia mais

Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes

Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes RESOLUÇÃO SME N 15/2008 (Orienta sobre a organização das escolas da rede municipal de ensino para o ano de 2009) A Secretária Municipal de Educação, considerando a necessidade de expedir orientações quanto

Leia mais

Diagnóstico da Educação Básica no Ceará Secretaria de Estado da Educação

Diagnóstico da Educação Básica no Ceará Secretaria de Estado da Educação Diagnóstico da Educação Básica no Ceará Secretaria de Estado da Educação Armando Simões Secretário Adjunto Fortaleza, 09 de Junho de 2015 Plano Nacional de Educação O Plano Nacional de Educação, aprovado

Leia mais

A ATUALIDADE DO PLANO ORIENTADOR DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. Timothy Mulholland

A ATUALIDADE DO PLANO ORIENTADOR DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. Timothy Mulholland A ATUALIDADE DO PLANO ORIENTADOR DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Timothy Mulholland O Plano Orientador de Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro e o início da Universidade de Brasília 1962 Universidade de Brasília

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES CONTEÚDOS CURRICULARES Informática Aplicada à Educação Carga Horária: 40 horas Histórico da informática na educação. Familiarização com softwares, sistemas Operacionais

Leia mais

Profa. Viviane Araujo

Profa. Viviane Araujo Unidade II ESCOLA, CURRÍCULO E CULTURA Profa. Viviane Araujo Organização do currículo Teorias de currículo: respostas às questões o que, como e por que ensinar intencionalidade da prática educativa. CFB/88:

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A Faculdade de Ciências de Administração de Pernambuco FCAP, como entidade de Ensino Superior integrante da UPE, criada pela Lei 2622 de 30 de novembro de 1956, comunga das

Leia mais

Revolução de Do Sul para o Rio: Miguel Costa, Góis Monteiro e Getúlio Vargas na Revolução de 1930.

Revolução de Do Sul para o Rio: Miguel Costa, Góis Monteiro e Getúlio Vargas na Revolução de 1930. Revolução de 1930 Forças oposicionistas - Aliança Liberal: Marco referencial para a entrada do Brasil no mundo capitalista de produção. A acumulação de capital, do período anterior, permitiu com que o

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA CRITÉRIOS GERAIS PARA A DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇO E ELABORAÇÃO DE HORÁRIOS

ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA CRITÉRIOS GERAIS PARA A DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇO E ELABORAÇÃO DE HORÁRIOS ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA CRITÉRIOS GERAIS PARA A DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇO E ELABORAÇÃO DE HORÁRIOS ANO LETIVO 2016/2017 A distribuição do serviço docente da Escola Secundária da Ramada (doravante designada

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO (cursos presenciais e à distância)

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO (cursos presenciais e à distância) FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL DIREÇÃO ACADÊMICA REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO (cursos presenciais e à distância) CACOAL 2015 CAPÍTULO I DO CONCEITO, FINALIDADE

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 021/2010-SUED/SEED

INSTRUÇÃO Nº 021/2010-SUED/SEED INSTRUÇÃO Nº 021/2010-SUED/SEED A Superintendente da Educação, no uso de suas atribuições e considerando: a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n 9.394/96; a Lei Federal n 10.793/03 e o Parecer

Leia mais

Acesso e Permanência no Ensino Superior

Acesso e Permanência no Ensino Superior Acesso e Permanência no Ensino Superior José Francisco Soares Presidente do INEP Brasília-DF Março 2015 Censo da Educação Superior Características: Anual e sistemático; Declaratório; Participação obrigatória;

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA HABILITAÇÃO EM GESTÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA HABILITAÇÃO EM GESTÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA HABILITAÇÃO EM GESTÃO DA INFORMAÇÃO FLORIANÓPOLIS, SC 2011 CAPITULO I CONCEPÇÃO E OBJETIVOS Art. 1º O Curso de Biblioteconomia

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 142-CONSELHO SUPERIOR, de 26 de setembro de 2013.

RESOLUÇÃO Nº 142-CONSELHO SUPERIOR, de 26 de setembro de 2013. RESOLUÇÃO Nº 142-CONSELHO SUPERIOR, de 26 de setembro de 2013. ALTERA A RESOLUÇÃO Nº 040- CONSELHO SUPERIOR QUE ESTABELECE OS PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO E ADEQUAÇÃO CURRICULAR DOS PLANOS DOS CURSOS

Leia mais

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CAMPUS DE RIO PARANAÍBA COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Campus Universitário - Caixa Postal 22 - Rio Paranaíba - MG - 38810-000 REGULAMENTO N. 1, DE 8 DE AGOSTO

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - PRPDI Orientação Geral O Plano de Desenvolvimento Institucional -PDI, elaborado para um período de 5

Leia mais

RESOLUÇÃO/CD/FNDE N.º 40 DE 24 DE AGOSTO DE 2004

RESOLUÇÃO/CD/FNDE N.º 40 DE 24 DE AGOSTO DE 2004 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/CD/FNDE N.º 40 DE 24 DE AGOSTO DE 2004 Dispõe sobre a execução do Programa Nacional do Livro Didático

Leia mais

Alunos, professores, demais profissionais da educação e de outras áreas interessadas nos temas.

Alunos, professores, demais profissionais da educação e de outras áreas interessadas nos temas. A Educação Especial é definida pela LDBEN 9394/96 como modalidade de educação escolar que permeia todas as etapas e níveis do ensino. As escolas especiais assumem um papel importante, no sentido de apoiar

Leia mais

Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola. Concessão de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID

Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola. Concessão de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID Programa 1448 Qualidade na Escola Ações Orçamentárias Número de Ações 16 0E530000 Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola Veículo adquirido Unidade de Medida: unidade UO:

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE/UFERSA Nº 007/2010, de 19 de agosto de 2010.

RESOLUÇÃO CONSEPE/UFERSA Nº 007/2010, de 19 de agosto de 2010. CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO CONSEPE/UFERSA Nº 007/2010, de 19 de agosto de 2010. Cria o Núcleo de Educação à Distância na estrutura organizacional da Pró- Reitoria de Graduação da

Leia mais

EDITAL Nº 014/2016 MATRÍCULAS VESTIBULAR 2017

EDITAL Nº 014/2016 MATRÍCULAS VESTIBULAR 2017 EDITAL Nº 01/2016 MATRÍCULAS VESTIBULAR 2017 A Faculdade União de Campo Mourão, credenciada pela Portaria MEC N.º 6 de 22 de Janeiro de 2010, publicada no DOU em 26 de 01 de 2010, de acordo com o Regimento

Leia mais

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC Dados da Instituição Razão Social Esfera Administrativa Site de Instituição Universidade Federal de Viçosa - Campus UFV Florestal Central de

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA (currículo em implantação progressiva a parir de )

CURSO DE PEDAGOGIA (currículo em implantação progressiva a parir de ) CURSO DE PEDAGOGIA (currículo em implantação progressiva a parir de 2009.1) CRIAÇÃO DO CURSO DECRETO 476/60, DE 19/01/60 PARECER 579/CNE/59, 02/12/59 RECONHECIMENTO DO CURSO DECRETO 75590/75, DE 10/04/75

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ROBERTO MANGE

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ROBERTO MANGE FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ROBERTO MANGE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO DO OBJETIVO Art. 1.º Os cursos de pós-graduação lato sensu do SENAI de São Paulo, obedecem o que dispõe a Resolução CNE/CES

Leia mais

IV Encontro Pedagógico do IFAM 2016 DIRETORIA DE ENSINO MÉDIO E TÉCNICO SISTÊMICA DET/PROEN

IV Encontro Pedagógico do IFAM 2016 DIRETORIA DE ENSINO MÉDIO E TÉCNICO SISTÊMICA DET/PROEN DIRETORIA DE ENSINO MÉDIO E TÉCNICO SISTÊMICA DET/PROEN AVALIAÇÃO DOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO DO IFAM Lei Nª 11.872/2008 Art. 7ª - Objetivos dos Institutos Federais: I - ministrar educação profissional

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENFERMAGEM CAPÍTULO I DEFINIÇÃO Art. 1º As Atividades Complementares, com a sigla ACs, do Curso de Enfermagem têm a obrigatoriedade ditada pelas Diretrizes

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP

REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP TEXTO COMPILADO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as

Leia mais

1 Sobre os aspectos legais da abrangência da Lei 20.817 de 29/07/2013

1 Sobre os aspectos legais da abrangência da Lei 20.817 de 29/07/2013 Ofício Circular nº 252/2013 Assunto: Abrangência da Lei 20.817/2013 matrícula de aluno no 1º ano do Ensino Fundamental Setor: Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação Básica Belo Horizonte, 21 de Outubro

Leia mais