ESTRUTURA DE CUSTOS DE PRODUÇÃO DE ALGODÃO NO BRASIL EM DIFERENTES REGIÕES

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1 1 ESTRUTURA DE CUSTOS DE PRODUÇÃO DE ALGODÃO NO BRASIL EM DIFERENTES REGIÕES Lucilio Rogerio Aparecido Alves 1 A informação sobre o custo de produção de uma cultura é uma das mais importantes para qualquer atividade produtiva, sendo fundamental para a tomada de decisão dos agentes. No setor rural, a discussão sobre custo de produção é bastante relevante, uma vez que pode ter diferentes finalidades, segundo os diversos agentes econômicos envolvidos em sua estimativa. Em geral, o objetivo de cálculo do custo pode servir de base, por exemplo, para subsidiar uma decisão gerencial de curto prazo, propostas ou implementação de políticas agrícolas, para medir a sustentabilidade de um empreendimento agrícola no longo prazo, para medir a capacidade de pagamento de uma lavoura e a viabilidade econômica de uma tecnologia alternativa, entre outras. Quando há acréscimo expressivo na produção, como é o caso da produção mundial e nacional de algodão em anos recentes, os primeiros efeitos ocorrem nos preços da fibra. Também não se pode deixar de considera que se observou freqüentes altas nos preços dos insumos de produção, tanto devido á desvalorização cambial, que encareceu a compra de produtos importados. Enquanto variações de preços de mercado estão fora do controle do produtor, o produtor pode buscar melhorar sua rentabilidade através de melhor controle dos custos de produção. Para isto, é preciso investir em novas tecnologias, na busca de acréscimo na produtividade e redução de custos. A especificidade de máquinas e equipamentos e cuidados necessários fazem da produção de algodão mais sofisticada e de maior risco, de um modo geral, quando comparada com a de grãos. Durante todo o ciclo de desenvolvimento da planta, existe a exigência de um rigoroso monitoramento. Quando analisar e discutir a concorrência internacional, observa-se os principais países produtores utilizam o algodão transgênico, o que pode implicar em vantagens comparativas. Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de 2/3 da semente utilizada no plantio é transgênica. Além disso, há subsídios direcionados à cadeia, do plantio á comercialização em geral. Esses aspectos podem interferir direta ou indiretamente nos custos de produção, na oferta do produto, em seus preços de venda e, conseqüentemente, na rentabilidade do produtor. Do lado das indústrias têxteis, destaca-se o fim das cotas do Acordo Multifibras, que a princípio favoreceu a produção e exportação por parte daqueles países com maior competitividade, como a China. Isto poderá fazer com que um novo mapa seja delineado no mundo do ponto de vista do mercado. Como um player mundial, o Brasil precisa se posicionar como fornecedor confiável, firmar contratos antecipados em bom número e prazos com as indústrias, e sempre visar produzir fibra de boa qualidade. 1 Doutorando em Economia Aplicada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP). Pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA). Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

2 É diante desses aspectos que identificar e analisar a competitividade das principais regiões produtoras e exportadores de algodão em pluma no Brasil é de suma importância para entender aspectos a priori e a posteriori do desenvolvimento recente da produção. Com este intuito, procurar-se-á fazer alguns apontamentos neste trabalho sobre os principais itens em termos de participação no custo total de produção agrícola, que podem estar implicando em gargalos para a produção. Para isto, toma-se como base dados das principais regiões produtoras do Estado do Mato Grosso, Rondonópolis, Lucas do Rio Verde e Campo Novo do Parecis. Essas regiões apresentam sistemas e estruturas de produção diferentes entre si. Tomase como referência os valores da safra 2004/05. Os valores que serão apresentados foram obtidos pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), com apoio do Instituto Matogrossense de Estudos Agrícolas (IMEA). Este último é vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Mato Grosso (FAMATO). Para a coleta de dados a metodologia utilizada consistiu em um levantamento primários de custos de produção, com a técnica de coleta de dados chamada de painéis. Neste sistema, o levantamento das informações do custo é realizado junto a um grupo seleto de produtores representativos das regiões em estudo, caracterizado por reuniões entre pesquisadores, técnicos e produtores. No painel, os agentes discutem, em conjunto, e procuram desenhar um sistema típico de produção de determinada localidade. Todos os passos do custo são detalhados: os equipamentos, sua potência e consumo de combustível por unidade de tempo; os coeficientes técnicos dos equipamentos, em especial o número de horas necessários por hectare para a realização de determinado trato cultural; os insumos utilizados, com seu princípio ativo, quantidade e preço pago; dentre outros. Durante as discussões, o grupo monta uma planilha de custo que representará uma situação típica da região. Antes de discutir os resultados, algumas informações se fazem necessárias. Para o cômputo do levantamento de custo, tomou-se como base uma propriedade típica para cada região. Em Rondonópolis (RNP), os participantes do painel afirmaram que as fazendas que plantam algodão geralmente possuem ha de área total, distribuído entre ha de algodão, ha de soja e 600 ha com outras culturas (milheto e milho). Para Lucas do Rio Verde (LRV), apontou-se como propriedade típica aquelas com hectares, plantando ha de soja e 600 ha de algodão. Para Campo Novo do Parecis (CNP), a propriedade típica é a de ha, sendo ha com soja e 500 ha com algodão. Nas regiões de RNP e CNP a totalidade do algodão plantado é no sistema semidireto, na palha, ou seja, faz-se plantio de cobertura verde, com milheto, no período que antecede o plantio de algodão. Em LRV, o algodão é plantado após a colheita de soja, no sistema de plantio direto, entre janeiro e fevereiro de cada ano, chamado por alguns de algodão safrinha. Em relação à variedades plantadas, mais de 80% das áreas de algodão das regiões de RNP e CNP é composta por variedades suscetíveis à doença azul. Em CNP, esse percentual chega a 90%. No restante das áreas se plantam variedades resistentes. Os dados a serem apresentados em seguida se referem apenas ao custo de produção de variedades suscetíveis à doença azul. Para o cômputo do custo de produção considerou-se uma produtividade de kg/ha em LRV, em CNP e em RNP. Observa-se, assim, que a região de CNP foi 2

3 a mais produtiva dentre as analisadas, com diferença de 18% em relação a LRV e de 4% em relação a RNP. Os dados coletados mostraram a expressividade do valor monetário do custo total em todas as regiões. Em termos de gastos por hectare, o valor total de RNP foi de R$ 5.544,15/ha, 35% maior que o observado em LRV (R$ 4.100,80/ha) e 27% maior que o de CNP (R$ 4.358,54/ha). O valor de CNP é 6% maior que o de LRV. Para calcular o custo unitário de produção de pluma de algodão, se tomou como base as produtividades agrícolas e os rendimentos de pluma supracitados, e subtraiu-se a taxa de FUNRURAL, no valor de 2,3%, obtendo um volume líquido de pluma de 1.257,40 kg/ha na região de LRV, de 1.466,97 kg/ha na região de CNP e de 1.392,23 kg/ha em RNP. Tomando a razão desses valores com o custo total por hectare, o custo unitário na fazenda foi de R$ 1,4793/lp em LRV, de R$ 1,3446/lp em CNP e de R$ 1,8063 em RNP. O custo unitário de RNP é 34% maior que o de CNP e 22% maior que o de LRV. O custo de LRV é 10% maior que o de CNP. Contudo, todas as regiões apresentaram margens negativas por unidade vendida e, conseqüentemente, por hectare produzido. A melhor situação é a de CNP. Para esses cálculos, foi adotado o preço médio de venda da pluma de R$ 1,2895/lp em LRV, de R$ 1,2678/lp em CNP e de R$ 1,3000/lp em RNP. Esses preços se referem à média de preços nominais para retirar o produto da região, no período de mai/04 a abr/05, segundo informações do Indicador de preços CEPEA/ESALQ 8 dias de pagamento. Para equilibrar receita total com custo total seria preciso que o preço médio de comercialização da pluma alcançasse pelo menos o custo unitário de venda, ou que a produtividade aumentasse. Neste caso, a produtividade média deveria ter acréscimo de 13,3% em LRV, de 4,5% em CNP e de 25,8% em RNP. No entanto, a necessidade dessas variações ocorre principalmente devido ao decréscimo expressivo das cotações desde abr/04, chegando no mês de mai/05 ao menor patamar de preços reais desde 1996, quando se iniciou as cotações do Indicador Cepea/Esalq (inicialmente denominado Indicador Esalq/BM&F). Entre os principais fatores explicativos do custo de produção estão os gatos com insumos (semente de milheto, adubos e corretivos, herbicidas, inseticidas, fungicidas, semente de algodão e adjuvantes). Em CNP, praticamente 59% dos custos é explicado por essas variáveis (R$ 2.564,95/ha), enquanto em RNP representa 57% (R$ 3.184,05/ha) e em LRV, 56% (R$ 2.278,92/ha). Assim, a região de CNP gasta 10% a mais em insumos do que a região de LRV. Os custos de RNP são 40% maiores que os de LRV e 27% maiores que os de CNP. Este resultado é o reflexo do plantio relativamente recente em CNP e LRV, comparativamente a RNP. Regiões em que se planta por anos seguidos, principalmente no caso de variedades suscetíveis à doença azul, exige maior quantidade tanto de adubos e corretivos, quanto de defensivos gerais. Nessa parte de insumos, os principais itens em termos de participação sobre o custo são adubos e corretivos, herbicidas e inseticidas. Em RNP, a quantidade de corretivo utilizada foi de 500 quilos, enquanto em CNP foi de quilos, além 100 quilos de cloreto de potássio (KCL). Em LRV não se considerou a aplicação de corretivos. A adubação no plantio correspondeu a 500 quilos nas regiões de CNP e de LRV, e de 450 quilos em RNP. Em RNP, também foi utilizada uma aplicação de super fosfato simples, na quantidade de 300 quilos por 3

4 hectare. Na cobertura, as regiões de RNP e de LRV fizeram em duas vezes, enquanto CNP fizeram três aplicações. A utilização de adubos e corretivos teve maior peso sobre o custo total na região de CNP (de 22,4%), seguido de LRV (21,6%) e de RNP (18,8%). Contudo, RNP, com um custo de R$ 974,80/ha, gasta 18% a mais que LRV (R$ 885,00/ha) e 7% a mais que CNP (R$ 1.043,41/ha). Já CNP tem um custo monetário 10% maior que LRV. Nos gastos com herbicidas, não há muitas diferenças entre os produtos utilizados entre as regiões, assim como nas dosagens. Entre as diferenças está a maior mistura de produtos na região de CNP, principalmente nas operações de pós-emergentes, de jato dirigido e de desfoliante, comparativamente à demais. São essas composições, aparentemente, que faz com que a região de CNP tenha um custo expressivamente menor que as demais, assim como menor participação desse item sobre o custo total. O menor gasto total da região de LRV é justificada principalmente pela não necessidade de dessecação de milheto e de manejo. Os dados mostram que os gastos com herbicida na região de RNP (R$ 664,04/ha) é 132% maior que o de CNP (R$ 286,13/ha), enquanto da região de LRV (R$ 592,07/ha) é 107% mais elevado que os valores de a região. A participação desse item no custo total é de 6,6% em CNP, de 12% em RNP e de 14,4% em LRV. Em inseticidas, a vantagem é para a região de LRV. Em geral, cada região utiliza 12 marcas de inseticidas diferentes. Contudo, a vantagem de LRV está, principalmente, na menor dosagem de cada produto, enquanto a desvantagem de RNP é devido ao maior uso dos produtos. Os preços de aquisições é um fator secundário na explicação das diferenças entre as regiões. Em termos monetários, a região de CNP (R$ 880,00/ha) gasta 83% a mais que a região de LRV (R$ 479,90/ha), enquanto RNP possui um custo 134% maior (R$ 1.123,05/ha) que a de LRV. A região de RNP também gasta 28% a mais que a região de CNP. Contudo, o item inseticida tem praticamente a mesma importância nas regiões de RNP e de CNP, de 20,2%. Na região de LRV a participação é menor (11,7%). Os gastos com operações mecânicas e manuais (mão-de-obra, conservação, depreciação e consumo de combustível das máquinas e equipamentos) também são expressivos sobre o custo total, os quais incorporam o preparo do solo, o plantio do algodão, os tratos culturais, os gastos com contratação de pragueiros, a colheita e a destruição de soqueira. A soma das parcelas destes custos representou entre 20,5% e 22,6% do custo total em cada região. As maiores parcelas estão em tratos culturais e colheita. Os tratos culturais envolvem os gastos com capinas e aqueles relacionados diretamente à aplicação de inseticidas, herbicidas, fungicidas e fertilizantes. Nas regiões de RNP e LRV foram consideradas duas capinas manuais, enquanto em CNP apenas uma. O custo por hectare é expressivamente maior em LRV do que nas demais regiões. Devido às misturas que os produtores fazem para aplicar fungicidas, inseticidas e herbicidas, em RNP foram consideradas 19 aplicações, sendo 12 com automotriz, 6 aéreas e 1 de jato dirigido. Em CNP foram 17 aplicações, distribuídas 16 com automotriz e uma de jato dirigido. A região de LRV foi a que exigiu apenas 11 aplicações, das quais 10 foram com automotriz e uma de jato dirigido. Ainda nos tratos culturais foram computados os gastos com aplicação de fertilizante de cobertura. Nas regiões de RNP e de CNP foram efetuadas três aplicações e em LRV, duas. De acordo com esses cálculos, os tratos culturais representaram 8,2% do custo total em LRV (R$ 337,20/ha), 5,9% em CNP (R$ 256,51/ha) e 7,4% em RNP (R$ 408,00/ha. 4

5 Assim, a região de RNP gasta 63% e 37%, respectivamente, a mais que CNP e LRV. O valor de RNP também é 19% maior que o de LRV. Como os coeficientes técnicos de cada atividade estão relativamente próximos entre as regiões, pode dizer que o que elevou os custos de tratos culturais em RNP foram as aplicações aéreas. Para exemplificar, nos cálculos deste trabalho, enquanto uma aplicação com automotriz custa de R$ 4,01/ha, o valor de uma aérea é de R$ 23,15/ha. Os gastos com colheita tiveram uma participação entre 8% e 9,6% sobre o custo total. Em termos monetários, a região de RNP (R$ 478,96/ha) gasta 38% a mais que CNP (R$ 347,92/ha) e 21% a mais que LRV (R$ 394,89/ha). O custo de LRV é 13% maior que o de CNP. Os valores gastos com beneficiamento e classificação da pluma também são importantes. Sobre o custo total, a parcela desse item ficou em 4,5% em RNP, em 6,6% em LRV e em 7,1% em CNP. Para computar o custo do beneficiamento, em RNP se considerou o valor de R$ de pluma, referente ao valor médio de US$ 1,00 no mês de abr/05. O rendimento da pluma foi de 38% sobre a produção de algodão em caroço. Em CNP, os participantes do painel apontaram para o pagamento de R$ de pluma, e rendimento de pluma de 38,5% sobre a produção de algodão em caroço. Em LRV também se adotou o valor de R$ de pluma, mas um rendimento de pluma de 39%. Com esses cálculos, a participação do beneficiamento sobre o custo total entre as regiões variou conforme a produção agrícola, ficando entre o mínimo de 4,4% em RNP e 6,9% em CNP. O valor monetário de CNP foi 23% maior que o de RNP e 17% maior que o observado em LRV. Um dos custos importantes a serem considerados se refere ao custo de oportunidade da terra. Em todas as regiões, a moeda de troca para esse item é a saca de soja. Segundo os agentes presentes no painel, em RNP e em LRV o arrendamento para o plantio de algodão foi ao custo de 10 sacas de soja ao ano, enquanto em CNP foi possível arrendar a terra por 6 sacas de soja. O preço de venda da soja considerado foi diferente entre as regiões, sendo de R$ 30,87 em RNP (referente ao preço médio dos últimos 12 meses) e de R$ 27,66 para as regiões de CNP e de LRV. O peso deste item sob o custo total ficou em 3,8% em CNP, em 5,6% em RNP e em 6,7% em LRV. Também foi considerado o custo do dinheiro, aqui denominado custo de capital de giro, necessário para pagamento dos custos variáveis (semente, outros, herbicidas, inseticidas, fungicidas e assistência técnica). Para as regiões de LRV e de RNP, se adotou uma taxa de 8,75% a.a. para 30% do recurso total necessário e, 12% a.a. para os 70% restantes. Para CNP, os percentuais foram os mesmos, mas 8,75% a.a. para 20% do recurso total necessário e 17% a.a., para os demais 80% do recurso. Optou-se por calcular juros diferentes sobre o recurso total necessário devido a restrição de crédito com juros abaixo da taxa de mercado para cada produtor. Desta maneira, como os preços de insumos foram considerados para pagamento á vista, objetivou-se obter algum parâmetro de gasto adicional que o produtor teria caso optasse em pagar os insumos somente no final da safra. Com esses cálculos, a participação desse item no custo total ficou entre 8,3% e 9,1% nas regiões. Já em termos de valores monetários, o custo de RNP foi 19% maior que o de CNP e 40% maior que o de LRV. Os gastos com assistência técnica foram calculados, mas seu peso sobre o custo total é pequeno. Desta forma, em termos de participação dos itens no custo total de produção de cada região, observa-se que em todas as regiões destacam-se os custos com inseticidas, 5

6 adubos e corretivos, herbicidas, tratos culturais, colheita, arrendamento e capital de giro. A situação da safra 2004/05 foi desfavorável ao produtor, uma vez que os custos apontaram para margens negativas em todas as regiões, devido ao custo considerado alto e à quedas expressivas das cotações durante todo o ano safra, influenciados por acréscimos expressivos da produção nacional em anos recentes e, principalmente, pela alta da produção mundial na safra sob estudo. O custo unitário na fazenda sugere elevações expressivas de preços e/ou produtividade para igualar receita total e custo total. Além disso, os custos por hectare podem ser considerados altos, mas que se diluem devido à alta produtividade. É necessário a busca por novas tecnologias que visam a redução da participação dos insumos e dos custos variáveis em geral sobre o custo total. Apesar da competitividade do Brasil frente a outros países na produção de algodão, são nos custos variáveis que estão os aspectos que podem melhorar ainda mais a situação brasileira num contexto mundial. Espera-se que os dados aqui apresentados possam despertar o interesse de novas pesquisas que visam o avanço da tecnologia e melhoria das condições dos produtores de algodão no Brasil. 6

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