AUTONOMIA EDITORIAL E PROPRIEDADE DOS MEIOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AUTONOMIA EDITORIAL E PROPRIEDADE DOS MEIOS"

Transcrição

1 AUTONOMIA EDITORIAL E PROPRIEDADE DOS MEIOS

2 Autonomia editorial Princípio de separação entre matéria de gestão empresarial, que compete aos órgãos de direção da entidade proprietária do órgão de comunicação social, e matéria editorial, a cargo do diretor e da redação. O artigo 38.º da Constituição consagra a liberdade de imprensa, de cuja concretização resulta a especial proteção dos direitos dos jornalistas, quer face ao Estado ou a terceiros, quer no seio do órgão de comunicação social ( liberdades internas ).

3 Existe uma verdadeira reserva de redação, quando se trata de decidir o que é, ou não, investigado e publicado, sem qualquer interferência de outros poderes públicos ou privados. Constitui dever fundamental do jornalista repudiar a censura ou outras formas ilegítimas de limitação da liberdade de expressão e do direito de informar, bem como divulgar as condutas atentatórias do exercício destes direitos (14.º, n.º 1, al. b), Estatuto do Jornalista).

4 Incumbe ao diretor da publicação periódica orientar, superintender e determinar o conteúdo da publicação (artigo 20.º da LI). Os cargos de direção ou de chefia na área da informação são exercidos com autonomia editorial, estando vedado ao operador de rádio ou de televisão interferir na produção dos conteúdos de natureza informativa, bem como na forma da sua apresentação (arts. 33.º, n.º 5, LR, e 35.º, n.º 6, LTV).

5 Compete à entidade proprietária: - definir as linhas editoriais da publicação - contribuir para a elaboração do estatuto editorial - escolher, em cada momento, aqueles que vão desempenhar cargos de direção

6 A Propriedade dos meios Obrigações de transparência: A identidade das entidades proprietárias dos órgãos de comunicação social deve ser conhecida, bem como os meios de financiamento (artigo 38.º, n.º 3, CRP). Ações necessariamente nominativas (empresas detentoras de OCS sob forma de sociedade anónima). Discriminação dos detentores de participações sociais e das relações de grupo, divulgada uma vez por ano nas publicações periódicas e remetida à ERC (artigo 16.º LI).

7 É obrigatória a existência de um registo específico dos órgãos de comunicação social nacionais ou sujeitos à jurisdição do Estado Português (artigo 1.º ROCS). Obrigatoriedade de adoção e divulgação de um estatuto editorial que espelhe a orientação da publicação.

8 Compete à ERC : Garantir a independência dos órgãos de comunicação social perante o poder político e o poder económico (art. 39.º CRP). Assegurar o livre exercício do direito à informação e à liberdade de imprensa e zelar pela independência das entidades que prosseguem atividades de comunicação social perante os poderes político e económico (artigo 8.º, al. c), EstERC). Identificar os poderes de influência sobre a opinião pública, na perspetiva do pluralismo e da diversidade, adotando as medidas necessárias à sua salvaguarda (24.º, n.º 3, alínea q), dos EstERC).

9 Dos processos e suas análises

10 Casos em análise Suspensão do Jornal Nacional de Sexta Alegadas pressões sobre o jornal Público Extinção do programa Este tempo Criação de unidade centralizada de produção de informação económica para as publicações do grupo Global Notícias

11 Suspensão do jornal nacional de sexta (TVI) Questões: Ingerência da administração na esfera de competências da direção de informação? Legitimidade (ou ilegitimidade) da administração para manifestar desagrado com a desadequação de um programa ao perfil da estação? Existência de pressões junto da administração?

12 Suspensão do jornal nacional de sexta (TVI) Conclusões: A decisão de suspender o jornal nacional de sexta foi decidida pela administração da TVI, com interferência na esfera de competências do diretor de informação, o que se afigurou contrário à lei e lesivo da autonomia editorial e dos direitos dos jornalistas. Não se deu por demonstrado que a decisão da administração da TVI de suspender o jornal nacional de sexta tenha sido determinada por interferências do poder político.

13 Cessação da rubrica Este Tempo, da Antena 1 Questões: Como compatibilizar a decisão (editorial) de descontinuar um determinado programa e liberdade de expressão dos atores envolvidos? Possível existência de uma relação de causa-efeito entre o fim do Este Tempo e a crónica de Pedro Rosa Mendes referente ao programa da RTP onde foram abordadas as relações com Angola?

14 Cessação da rubrica Este Tempo, da Antena 1 Conclusões: O Este Tempo há muito gerava desagrado junto dos diretores de informação e de programas e não foram introduzidas alterações de fundo pelos responsáveis. Os elementos recolhidos no processo não permitiram, pois, dar por provado que a cessação do Este Tempo resultara, do desagrado provocado pela crónica de Pedro Rosa Mendes.

15 O caso Público: a decisão editorial de não publicar a notícia follow up do caso das secretas Questões: O que é uma pressão? Quando deve uma pressão ser considerada ilícita? As liberdades internas dos jornalistas e o poder do diretor de decidir o que é ou não publicado?

16 O caso Público: a decisão editorial de não publicar a notícia follow up do caso das secretas Conclusões: A determinação do carácter ilegítimo de uma pressão implica necessariamente uma análise concreta a fim de se apurar se a ameaça foi séria, grave e se condicionou a autonomia e a liberdade de quem a sofreu. A apresentação de queixa à ERC ou aos tribunais constitui um direito de todos e não pode ser vista como uma pressão. A decisão de não publicação baseou-se comprovadamente em critérios editoriais e foi assumida pela direção do jornal.

17 Fusão de redações de jornais (o caso DN e JN secção económica), criação de uma secção única integrada na publicação online Dinheiro Vivo Questões: Se a decisão de extinguir as secções e consequente transferência dos jornalistas for tomada pela administração e não pelos diretores das publicações, tal atenta contra a autonomia e competências dos respetivos diretores? Poderá estar em causa a identidade de cada jornal do grupo com diferentes estatutos editoriais?

18 Fusão de redações de jornais (o caso DN e JN secção económica), criação de uma secção única integrada na publicação online Dinheiro Vivo (dados recolhidos entre 28 de novembro e 4 de dezembro de 2011)

19 Fusão de redações de jornais (o caso DN e JN secção económica), criação de uma secção única integrada na publicação online Dinheiro Vivo Conclusões: A partilha de conteúdos não deverá implicar um condicionamento da atuação dos jornalistas, sendo de evitar a sobreposição de chefias. A partilha de conteúdos não é vedada por lei. Porém, as publicações do grupo devem manter a sua autonomia, identidade e a diversidade dos seus projetos editoriais, com pleno respeito pelos direitos dos jornalistas.

20 A dicotomia entre autonomia editorial/gestão dos meios em contexto de mudança: apreciação crítica Multiplicam-se estratégias de otimização de recursos humanos e materiais. Como assegurar, neste contexto de mudança, a preservação da autonomia editorial? Decisões de gestão com reflexos em matéria editorial. Onde traçar a fronteira? A figura do diretor como um garante da independência e autonomia editorial. Até onde as exigências legais são exequíveis nos dias de hoje?

21 AUTONOMIA EDITORIAL E PROPRIEDADE DOS MEIOS

Deliberação 134/2014 (CONTJOR-TV)

Deliberação 134/2014 (CONTJOR-TV) Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 134/2014 (CONTJOR-TV) Participação de José Manuel Caetano, presidente da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores

Leia mais

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Directiva 1/2008. Sobre publicações periódicas autárquicas.

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Directiva 1/2008. Sobre publicações periódicas autárquicas. Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Directiva 1/2008 Sobre publicações periódicas autárquicas Lisboa 24 de Setembro de 2008 Conselho Regulador da Entidade Reguladora para

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 280/XII/2.ª DESIGNAÇÃO E DESTITUIÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA RTP PELA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

PROJETO DE LEI N.º 280/XII/2.ª DESIGNAÇÃO E DESTITUIÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA RTP PELA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º 280/XII/2.ª DESIGNAÇÃO E DESTITUIÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA RTP PELA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Exposição de motivos O Bloco de Esquerda tem desde sempre alertado

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 530/XII/3 (PSD, CDS-PP) - «LEI QUE DEFINE OS PRINCÍPIOS QUE REGEM A COBERTURA JORNALÍSTICA DAS ELEIÇÕES E DOS REFERENDOS NACIONAIS»

PROJETO DE LEI N.º 530/XII/3 (PSD, CDS-PP) - «LEI QUE DEFINE OS PRINCÍPIOS QUE REGEM A COBERTURA JORNALÍSTICA DAS ELEIÇÕES E DOS REFERENDOS NACIONAIS» PROJETO DE LEI N.º 530/XII/3 (PSD, CDS-PP) - «LEI QUE DEFINE OS PRINCÍPIOS QUE REGEM A COBERTURA JORNALÍSTICA DAS ELEIÇÕES E DOS REFERENDOS NACIONAIS» PROPOSTA DE SUBSTITUIÇÃO REGIME JURÍDICO DA COBERTURA

Leia mais

Deliberação. 160/ /2015 (Parecer) Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social

Deliberação. 160/ /2015 (Parecer) Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 160/ /2015 (Parecer) Parecer relativo ao projeto de alteração do Decreto-lei n.º 272/98, de 2 de setembro Lisboa 24 de agosto

Leia mais

E NORMAS DE CONDUTA GABINETE DE AUDITORIA INTERNA (GAI)

E NORMAS DE CONDUTA GABINETE DE AUDITORIA INTERNA (GAI) CÓDIGO de ÉTICA E NORMAS DE CONDUTA GABINETE DE AUDITORIA INTERNA (GAI) «Para um serviço de excelência» 2015 INTRODUÇÃO O presente Código de Ética do Gabinete de Auditoria Interna (GAI) da Direção-Geral

Leia mais

DA FALTA DE REGULAMENTAÇÃO DO EOA

DA FALTA DE REGULAMENTAÇÃO DO EOA DA FALTA DE REGULAMENTAÇÃO DO EOA 1. Hoje, quando se fala na reforma do actual Estatuto, que constitui um processo moroso e dependente do poder político, ocorre-nos a estranheza da ausência de preocupação

Leia mais

Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional

Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional Samba Investimentos Página1 Este manual de operações estabelece princípios e regras de conduta aplicáveis a todos colaboradores da Samba Investimentos

Leia mais

OS PARTIDOS POLÍTICOS NA CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA

OS PARTIDOS POLÍTICOS NA CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA RESUMO Este texto expõe a relevância dos partidos políticos no contexto constitucional português. Para este efeito, analisam-se as linhas que institucionalizam as organizações político-partidárias; os

Leia mais

DECRETO N.º 42/XIII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

DECRETO N.º 42/XIII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: DECRETO N.º 42/XIII Regime da restituição de bens culturais que tenham saído ilicitamente do território de um Estado membro da União Europeia (transpõe a Diretiva 2014/60/UE do Parlamento Europeu e do

Leia mais

AUTORIZAÇÃO N.º ICP ANACOM - 2/ SP

AUTORIZAÇÃO N.º ICP ANACOM - 2/ SP AUTORIZAÇÃO N.º ICP ANACOM - 2/2012 - SP O Vice-Presidente do Conselho de Administração do ICP-Autoridade Nacional de Comunicações (ICP-ANACOM), decide, nos termos do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 150/2001,

Leia mais

Deliberação 122/2015 (DR-TV)

Deliberação 122/2015 (DR-TV) Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 122/2015 (DR-TV) Incumprimento das Deliberações 75/2015, de 21 de abril de 2015, e 89/2015 (OUT-TV), de 12 de maio de 2015,

Leia mais

Regulamento de Comunicação de Irregularidades (Whistleblowing)

Regulamento de Comunicação de Irregularidades (Whistleblowing) Regulamento de Comunicação de Irregularidades (Whistleblowing) REGULAMENTO DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES 1 Princípios Gerais A Caixa Económica Montepio Geral, nos termos do Regime Geral das Instituições

Leia mais

Política de Partes Relacionadas

Política de Partes Relacionadas Política de Partes Relacionadas SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 A QUEM SE APLICA... 3 3 DEFINIÇÃO DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS... 3 4 DEFINIÇÃO DE PARTES RELACIONADAS... 4 5 DEFINIÇÃO DE SITUAÇÕES

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA 1/7

CÓDIGO DE CONDUTA 1/7 CÓDIGO DE CONDUTA 1/7 ÍNDICE Página A Missão da Fundação AEP 3 Visão 3 Valores 3 Objetivos 3 Objeto, Âmbito e Aplicação 4 Transparência na Atuação e Publicitação das Contas 4 Impedimentos ou Incompatibilidades

Leia mais

- O poderá fazer? - Poderá utilizar o logotipo do escritório a acompanhar a rubrica no jornal.

- O poderá fazer? - Poderá utilizar o logotipo do escritório a acompanhar a rubrica no jornal. PARECER Nº 4/PP/2016-P CONCLUSÃO Ao advogado é permitido fazer uma abordagem de problemas jurídicos que se colocam na vida quotidiana dos cidadãos, através da análise e transmissão de orientações genéricas

Leia mais

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Sumário: Obrigatoriedade de comunicação ao Ministério Público de todas as queixas, participações ou denúncias que sejam apresentadas nas forças policiais, ainda que prima facie possam não incorporar factos

Leia mais

Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais

Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais Comité Nacional de EITI Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais -2020 OBJETIVO GERAL De acordo com as Normas de EITI de 2016, requisito 2.5 referente a "Beneficial Ownership" (Beneficiários Reais),

Leia mais

Dia Europeu da Depressão O que pensam os portugueses da Depressão? Relatório de Atividades e Clipping

Dia Europeu da Depressão O que pensam os portugueses da Depressão? Relatório de Atividades e Clipping Dia Europeu da Depressão O que pensam os portugueses da Depressão? Relatório de Atividades e Clipping Índice I. Introdução II. Objetivos III. Público-alvo IV. Atividades desenvolvidas V. Resumo de resultados

Leia mais

COMENTÁRIO DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL À PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO EM MATÉRIA DE «MUST CARRY» I ENQUADRAMENTO GERAL

COMENTÁRIO DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL À PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO EM MATÉRIA DE «MUST CARRY» I ENQUADRAMENTO GERAL COMENTÁRIO DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL À PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO EM MATÉRIA DE «MUST CARRY» I ENQUADRAMENTO GERAL O projecto de deliberação sobre «especificação de obrigações

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 23 de setembro de Série. Número 168

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 23 de setembro de Série. Número 168 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Sexta-feira, 23 de setembro de 2016 Série Sumário PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução n.º 659/2016 Autoriza a celebração de dois contratos simples com as

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL 2014/2015 Artigo 1º ÂMBITO E DEFINIÇÃO

REGULAMENTO INTERNO DA PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL 2014/2015 Artigo 1º ÂMBITO E DEFINIÇÃO REGULAMENTO INTERNO DA PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL 2014/2015 Artigo 1º ÂMBITO E DEFINIÇÃO A Prova de Aptidão Profissional, designada abreviadamente por PAP, faz parte integrante da avaliação. 1 - A PAP

Leia mais

REGULAMENTO DO GABINETE DE GESTÃO DA QUALIDADE DA ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA

REGULAMENTO DO GABINETE DE GESTÃO DA QUALIDADE DA ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA REGULAMENTO DO GABINETE DE GESTÃO DA QUALIDADE DA ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA A integração no espaço europeu de ensino superior das instituições académicas portuguesas trouxe consigo a necessidade de adoptar

Leia mais

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 21/CONT-TV/2012

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 21/CONT-TV/2012 Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 21/CONT-TV/2012 Participação de Miguel Viana contra a RTP a propósito de uma peça exibida no «Jornal da Tarde» de 7 de julho,

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

DIREITO ADMINISTRATIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIREITO ADMINISTRATIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Autonomia e controle no setor público Controlar é qualquer ação tomada pela administração pública com o objetivo de atingir metas preestabelecidas. A administração

Leia mais

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 21/LIC-R/2008

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 21/LIC-R/2008 Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 21/LIC-R/2008 Renovação de licença para o exercício da actividade de radiodifusão sonora de que é titular TSF Rádio Jornal

Leia mais

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 2/PUB-I/2007

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 2/PUB-I/2007 Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 2/PUB-I/2007 Queixa de Paulo Rodrigues relativa à utilização de uma capa falsa, de publicidade, pelo jornal Destak Lisboa

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA CERTIEL

CÓDIGO DE CONDUTA DA CERTIEL MENSAGEM DO PRESIDENTE São nossos objectivos garantir que as nossas formas de estar e de comunicar sejam, em cada momento, sinónimo da transparência e da idoneidade com que actuamos na concretização das

Leia mais

E DA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO. O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de Sociedade do BES

E DA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO. O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de Sociedade do BES REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DA COMISSÃO EXECUTIVA DO BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. («BES») ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de

Leia mais

Regulamento n.º /2012. de de

Regulamento n.º /2012. de de Regulamento n.º /2012 de de Considerando que as candidaturas às eleições gerais têm direito à utilização do serviço público de radiodifusão e televisão, durante o período oficial da campanha eleitoral;

Leia mais

Lei n.º 20/2012, de 14 de maio. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea g) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

Lei n.º 20/2012, de 14 de maio. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea g) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Lei n.º 20/2012, de 14 de maio A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea g) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Objeto 1. A presente lei altera a Lei n.º 64-B/2011, de

Leia mais

Grupo de Segurança Informática

Grupo de Segurança Informática Grupo de Segurança Informática Capítulo I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1º Denominação, Âmbito e Sede 1. O GSI Grupo de Segurança Informática da UTAD - Universidade de Trás- os- Montes e Alto Douro ativado

Leia mais

VI - Política de Conflitos de Interesses

VI - Política de Conflitos de Interesses VI - Política de Conflitos de Interesses Nos termos e para os efeitos do disposto no Artigo 309.º-A e seguintes do Código dos Valores Mobiliários, descreve-se, em seguida, a politica de conflitos de interesses

Leia mais

Deliberação 144/2015 (CONTJOR-I) Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social

Deliberação 144/2015 (CONTJOR-I) Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 144/2015 (CONTJOR-I) Participação do Presidente do Sporting Clube Portugal - Bruno Miguel Azevedo Gaspar contra o jornal

Leia mais

ASSESSORIA DE IMPRENSA TEORIA E PRÁTICA.

ASSESSORIA DE IMPRENSA TEORIA E PRÁTICA. ASSESSORIA DE IMPRENSA TEORIA E PRÁTICA. AUTORES Elisa Kopplin Ferraretto Graduada em Jornalismo e mestre em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Assessora de imprensa,

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO ÉTICO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ELOTECH - CPQ

TERMO DE COMPROMISSO ÉTICO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ELOTECH - CPQ TERMO DE COMPROMISSO ÉTICO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ELOTECH - CPQ INTRODUÇÃO 1. As presentes regras que integram o programa de Certificação Profissional Elotech, instituído pela Diretoria

Leia mais

Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo

Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo 2013-2017 O departamento curricular do 1º ciclo, nos termos do Regulamento Interno, aprova o seguinte regimento, definindo as respetivas regras de organização

Leia mais

Nota Informativa N.º 3/2016

Nota Informativa N.º 3/2016 Nota Informativa N.º 3/2016 MANUAIS ESCOLARES 1.º Ano do 1.º Ciclo Constitui uma prioridade para o XXI Governo Constitucional, plasmada no seu Programa de Governo, a valorização das pessoas, centrando

Leia mais

Minuta de Decreto Marco Civil da Internet

Minuta de Decreto Marco Civil da Internet Minuta de Decreto Marco Civil da Internet Regulamenta a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 para tratar das exceções à neutralidade de rede e indicar procedimentos para a guarda de dados por provedores

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOGADOURO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE DOCENTES DO PRÉ - ESCOLAR

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOGADOURO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE DOCENTES DO PRÉ - ESCOLAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOGADOURO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE DOCENTES DO PRÉ - ESCOLAR Ano Letivo: 2012 / 2013 ÍNDICE CAPÍTULO I PÁG. ÂMBITO 3 CAPÍTULO I I Conselho de Docentes 3 CAPÍTULO III Competências

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais. ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos)

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais. ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos) CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos) 1. O povo exerce o poder político através do sufrágio universal,

Leia mais

NORMA REGULAMENTAR N.º 8/2009-R, DE 4 DE JUNHO MECANISMOS DE GOVERNAÇÃO NO ÂMBITO DOS FUNDOS DE PENSÕES GESTÃO DE RISCOS E CONTROLO INTERNO

NORMA REGULAMENTAR N.º 8/2009-R, DE 4 DE JUNHO MECANISMOS DE GOVERNAÇÃO NO ÂMBITO DOS FUNDOS DE PENSÕES GESTÃO DE RISCOS E CONTROLO INTERNO NORMA REGULAMENTAR N.º 8/2009-R, DE 4 DE JUNHO MECANISMOS DE GOVERNAÇÃO NO ÂMBITO DOS FUNDOS DE PENSÕES GESTÃO DE RISCOS E CONTROLO INTERNO 1. OBJECTIVOS DA NORMA REGULAMENTAR O que se pretende com a introdução

Leia mais

Deliberação ERC/2016/186 (DR-I)

Deliberação ERC/2016/186 (DR-I) Deliberação ERC/2016/186 (DR-I) Recurso de Lília Albino, em representação de António Cirilo Metódio do Nascimento contra o jornal Correio da Manhã por denegação ilícita do exercício do direito de resposta

Leia mais

ESCLARECIMENTOS - Avisos n.ºs POISE e POISE

ESCLARECIMENTOS - Avisos n.ºs POISE e POISE ESCLARECIMENTOS - Avisos n.ºs POISE-24-2016-04 e POISE-31-2016-05 - De acordo com os artigos 111.º e 115.º do Regulamento (UE) n.º 1303/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro, conjugados

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO ESTATUTO DO PROVEDOR DO CIDADÃO

PROJETO DE REGULAMENTO ESTATUTO DO PROVEDOR DO CIDADÃO PROJETO DE REGULAMENTO ESTATUTO DO PROVEDOR DO CIDADÃO Preâmbulo A constituição da figura Provedor do Cidadão inscreve-se numa estratégia autárquica de modernização administrativa. A institucionalização

Leia mais

Código de conduta. Aristóteles Ética a Nicómaco

Código de conduta. Aristóteles Ética a Nicómaco Código de conduta Toda a teoria da conduta tem de ser apenas um esquema, e não um sistema exacto ( ) os temas de conduta e comportamento não têm em si nada de fixo e invariável, tal como os temas de saúde.

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS REGIME JURÍDICO DAS ASSOCIAÇÕES JUVENIS E ESTUDANTIS Decreto nº 15/03 de 22 de Abril (Diário da República I Série nº 31, de 22 de Abril de 2003) A juventude angolana

Leia mais

Código de Ética Elaborado em Janeiro de 2016 Atualizado em Junho de 2016 1. INTRODUÇÃO Este Código de Ética estabelece as regras e princípios que nortearão os padrões éticos e de conduta profissional,

Leia mais

DESTINATÁRIOS AG, ST e OG dos GAL

DESTINATÁRIOS AG, ST e OG dos GAL 1. OBJETO A presente norma tem por objeto a definição dos procedimentos a adotar no que respeita a: i. Anúncios de Abertura para apresentação de candidaturas por períodos contínuos; ii. Anúncios de Abertura

Leia mais

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 25/AUT-R/2008

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 25/AUT-R/2008 Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 25/AUT-R/2008 Alteração do controlo da empresa Rádio Nova Era - Sociedade de Lisboa 22 de Outubro de 2008 Conselho Regulador

Leia mais

MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS

MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS Este documento vem em atendimento a Instrução CVM 483, de 06 de Julho de 2010, que dispõe sobre a atividade do profissional de Análise de Valores Mobiliários.

Leia mais

CÓDIGO DEONTOLÓGICO PREÂMBULO

CÓDIGO DEONTOLÓGICO PREÂMBULO CÓDIGO DEONTOLÓGICO PREÂMBULO O tradutor/intérprete com inscrição na APTRAD - Associação Portuguesa de Tradutores e Intérpretes obriga-se a respeitar os princípios, deveres e usos profissionais objeto

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CULTURA E TURISMO INSTITUTO NACIONAL DO TURISMO TERMOS DE REFERÊNCIA

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CULTURA E TURISMO INSTITUTO NACIONAL DO TURISMO TERMOS DE REFERÊNCIA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CULTURA E TURISMO INSTITUTO NACIONAL DO TURISMO TERMOS DE REFERÊNCIA Título da Posição: TECNICO DE PROMOÇÃO TURÍSTICA Duração: Local: Instituição: RENOVAÇÃO DEPENDENDO

Leia mais

Os processos de segurança da informação devem assegurar a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos ativos de informação da Apex.

Os processos de segurança da informação devem assegurar a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos ativos de informação da Apex. 1 POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Disposições Gerais Os sistemas de informação, a infraestrutura tecnológica, os arquivos de dados e as informações internas ou externas, são considerados importantes

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES INSTRUÇÃO NORMATIVA SECOM-PR N o 3, DE 4 DE MARÇO DE 2010. Dispõe sobre a suspensão da publicidade dos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal, no período eleitoral, e dá outras providências. O MINISTRO

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI N o 2.189, DE 2007 Estabelece normas para a utilização de marca publicitária pelo Governo Federal e para seus investimentos em

Leia mais

Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança

Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança Breve Enquadramento O Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança constitui o resultado do Projeto Tecer a, promovido pela Comissão Nacional de Promoção

Leia mais

Deliberação 12/2014 (CONTJOR-TV) Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social

Deliberação 12/2014 (CONTJOR-TV) Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 12/2014 (CONTJOR-TV) Participação de Carlos Macheira contra a TVI, a propósito da exibição de uma peça na edição do «Jornal

Leia mais

PARECER JURÍDICO N.º 22 / CCDR-LVT / Validade Parcialmente Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS

PARECER JURÍDICO N.º 22 / CCDR-LVT / Validade Parcialmente Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS Validade Parcialmente Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA ASSUNTO GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS QUESTÃO A autarquia pretende obter esclarecimento relativamente à interpretação adequada do art. 26.º, da

Leia mais

Transmissão do direito de utilização de frequências da Rádio Beira Interior C.R.L. para a titularidade da RACAB - Rádio Castelo Branco, Lda.

Transmissão do direito de utilização de frequências da Rádio Beira Interior C.R.L. para a titularidade da RACAB - Rádio Castelo Branco, Lda. DECISÃO Transmissão do direito de utilização de frequências da Rádio Beira Interior C.R.L. para a titularidade da RACAB - Rádio Castelo Branco, Lda. 1. Pedido Na sequência do pedido de cessão do serviço

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A

CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A REGULAMENTO DO PROCESSO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS PARTICULARES 0 Preâmbulo O Decreto Lei nº 445/91, de 20 de Novembro, prevê, no seu artigo 24º, a criação em cada Município,

Leia mais

3º GEPEA. Legislação e normas da USP para o Acesso à Informação Pública. Regis Lattouf PG

3º GEPEA. Legislação e normas da USP para o Acesso à Informação Pública. Regis Lattouf PG 3º GEPEA Legislação e normas da USP para o Acesso à Informação Pública Regis Lattouf PG 2 Lei de Acesso à Informação Pública Lei nº 12.527, de 18.11.11 Decreto Estadual nº 58.052, de 16.05.12 1. Breve

Leia mais

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 4/CONT-R/2012

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 4/CONT-R/2012 Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 4/CONT-R/2012 Queixa contra o operador RCV - Rádio Central do Vouga, Lda. Lisboa 27 de junho de 2012 Conselho Regulador da

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DO SINAL EM ATIVIDADES POLÍTICAS CIDADANIA. Relatores da proposta: Paulo Eduardo de Freitas Laerte Silveira Porto

PARTICIPAÇÃO DO SINAL EM ATIVIDADES POLÍTICAS CIDADANIA. Relatores da proposta: Paulo Eduardo de Freitas Laerte Silveira Porto PARTICIPAÇÃO DO SINAL EM ATIVIDADES POLÍTICAS CIDADANIA Relatores da proposta: Paulo Eduardo de Freitas Laerte Silveira Porto EDUCAÇÃO FINANCEIRA PROPOSTA AUTOR: Laerte Silveira Porto Participação efetiva

Leia mais

AVISO N.º 06/2012 de 29 de Março

AVISO N.º 06/2012 de 29 de Março Publicado no Diário da República, I série, nº 61, de 29 de Março AVISO N.º 06/2012 de 29 de Março Considerando a necessidade de se estabelecer os padrões para o exercício do serviço de remessas de valores

Leia mais

Princípio da Unidade e Universalidade. Aprovação do orçamento das entidades que integram o perímetro local.

Princípio da Unidade e Universalidade. Aprovação do orçamento das entidades que integram o perímetro local. Princípio da Unidade e Universalidade. Aprovação do orçamento das entidades que integram o perímetro local. Aplicação do SNC-AP ao Orçamento Municipal para 2017. Solicita-nos o Município ( ) a análise

Leia mais

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 10/AUT-R/2010

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 10/AUT-R/2010 Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 10/AUT-R/2010 Alteração do projecto do serviço de programas Rádio Clube Português do operador Rádio XXI, Lda. Lisboa 31 de

Leia mais

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 37/DR-I/2012

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Deliberação 37/DR-I/2012 Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 37/DR-I/2012 Recurso apresentado por Vitor Sarmento, na qualidade de responsável pelo Blogue Bloco de Esquerda-Alcântara,

Leia mais

Protecção de Dados na Informação de Saúde

Protecção de Dados na Informação de Saúde Protecção de Dados na Informação de Saúde Proteção de Dados um Direito Fundamental Evolução na Europa Linhas Directrizes da OCDE(1973) Convenção 108 do Conselho da Europa (1981); Diretiva 95/46/CE Carta

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 299/XII/2.ª

PROJETO DE LEI N.º 299/XII/2.ª Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º 299/XII/2.ª DEFINE O REGIME DE AUDIÇÃO E PARTICIPAÇÃO DAS AUTARQUIAS LOCAIS E POPULAÇÕES NO PROCESSO LEGISLATIVO DE CRIAÇÃO, EXTINÇÃO, FUSÃO E MODIFICAÇÃO DE AUTARQUIAS

Leia mais

Município de Chamusca AV I S O

Município de Chamusca AV I S O Município de Chamusca AV I S O Dr. Paulo Jorge Mira Lucas Cegonho Queimado, Presidente da Câmara Municipal de Chamusca. TORNA PÚBLICO que, nos termos e para os efeitos do disposto no art.118. º do Código

Leia mais

Sessão pública de apresentação /////////////////////////////////////////////////

Sessão pública de apresentação ///////////////////////////////////////////////// Sessão pública de apresentação ///////////////////////////////////////////////// carta de princípios A Câmara Municipal de Torres Novas reconhece que os orçamentos participativos são um símbolo da importância

Leia mais

Carta de Missão. Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves

Carta de Missão. Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves Carta de Missão Ministério da Economia e do Emprego Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves Diretor De de de 201. a.. de. de 201 1. Missão do organismo O Gabinete de Prevenção e

Leia mais

Deliberação ERC/2016/169 (CONTJOR-I)

Deliberação ERC/2016/169 (CONTJOR-I) Deliberação ERC/2016/169 (CONTJOR-I) Queixa de José Fernandes da Silva contra o jornal I online por violação do dever de rigor informativo na notícia com o título «Crioterapia, técnica utilizada por Cristiano

Leia mais

PT07: Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada ACORDO DE COOPERAÇÃO

PT07: Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada ACORDO DE COOPERAÇÃO PT07: Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada ACORDO DE COOPERAÇÃO Entre Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto

Leia mais

Apoio. Patrocinadores Globais APDSI

Apoio. Patrocinadores Globais APDSI Apoio Patrocinadores Globais APDSI Transparência e Sigilo na Administração Pública: A questão dos dados fiscais XV Tomada de Posição GAN / APDSI Lisboa, 24 de abril de 2013 Princípios regentes da Administração

Leia mais

Lei n.º 102/2015 de 24 de agosto. Regime jurídico do financiamento colaborativo

Lei n.º 102/2015 de 24 de agosto. Regime jurídico do financiamento colaborativo Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Lei n.º 102/2015 de 24 de agosto Regime jurídico do financiamento colaborativo A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea

Leia mais

Descrição da Estrutura de Gerenciamento Risco de Liquidez -

Descrição da Estrutura de Gerenciamento Risco de Liquidez - Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2011 - Risco de Liquidez - Sumário: 1. Introdução:... 3 2. Objetivo:... 3 3. Diretrizes de Gestão:... 3 4. Responsabilidades:... 4 4.1. Conselho de Administração:...

Leia mais

Lei de Acesso à Informação Nº , de 18 de novembro de 2011

Lei de Acesso à Informação Nº , de 18 de novembro de 2011 Lei de Acesso à Informação Nº 12.527, de 18 de novembro de 2011 Abrangência órgãos e entidades públicas de todos os poderes edetodos os entes federativos entidades privadas sem fins lucrativos que recebem

Leia mais

Programa de Iniciação Científica da Faculdade Processus.

Programa de Iniciação Científica da Faculdade Processus. Programa de Iniciação Científica da Faculdade Processus. CAPÍTULO I OBJETIVOS Art. 1º O Programa de Iniciação Científica PIC da Faculdade Processus, constitui-se em um conjunto de ações destinadas a propiciar

Leia mais

Deliberação. 26/2014 (Parecer) Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social

Deliberação. 26/2014 (Parecer) Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 26/2014 (Parecer) Parecer relativo ao Projeto-Lei n.º 506/XII (3.ª) do PS Regula a promoção da transparência da propriedade

Leia mais

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS Janeiro 2017 ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS O Orçamento Participativo das Escolas tem como objetivos contribuir para as comemorações do Dia do Estudante e estimular a participação cívica e democrática

Leia mais

Deliberação 44/ /2014 (AUT-R)

Deliberação 44/ /2014 (AUT-R) Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Deliberação 44/ /2014 (AUT-R) Modificação do projeto licenciado do operador Pense Positivo Radiodifusão, Lda., no que se refere quanto

Leia mais

Da Atividade da Associação. Dos Sócios

Da Atividade da Associação. Dos Sócios REGULAMENTO GERAL INTERNO Associação Trilhos da Boa Viagem (ATBV) Artigo 1º Da Atividade da Associação Objetivos e Atividades 1 A ATBV é uma associação de carácter desportivo, recreativo, cultural e educativo,

Leia mais

MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS

MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS Atualizado em: Jan/12 Última atualização em: Out/13 Este documento rege as atividades desemprenhas pelos Analistas de Valores Mobiliários vinculados a Um Investimentos,

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DO ACERVO

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DO ACERVO POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DO ACERVO 1 POLÍTICA DE SELEÇÃO 1.1 Objetivos Permitir o crescimento racional e equilibrado do acervo de acordo com cada curso; Identificar os elementos adequados à formação

Leia mais

relatório trabalhar com arquitectos campanha out 13

relatório trabalhar com arquitectos campanha out 13 relatório trabalhar arquitectos campanha out 13 / 2 índice introdução a campanha unicação análise anexos 4 5 7 8 9 14 15 16 18 22 28 33 34 36 37 3 introdução 4 a campanha Mass Media performance de unicação

Leia mais

PLANO TRIENAL 2008/2010

PLANO TRIENAL 2008/2010 Tribunal de Contas PLANO TRIENAL 2008/2010 (EXTRACTO) Departamento de Consultadoria e Planeamento LISBOA / 2007 ÍNDICE 1 Missão do Tribunal de Contas... 3 2. Valores... 3 3. Visão... 3 4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais A. ENQUADRAMENTO GERAL 1. O CRL foi criado, no seguimento de acordos de concertação social, para apoio técnico à negociação coletiva. É um organismo

Leia mais

Enquadramento Âmbito de Aplicação Logótipo da FCT... 3

Enquadramento Âmbito de Aplicação Logótipo da FCT... 3 Normas de Informação e Publicitação de Apoios para Beneficiários (Financiamentos exclusivamente por Fundos Nacionais) índice Enquadramento... 2 Âmbito de Aplicação... 2 Logótipo da FCT... 3 Obrigações

Leia mais

Parceiros Parceiro Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas

Parceiros Parceiro Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Diante do cenário atual (necessidades x investimentos), onde a participação dos parceiros/canais Ramo Sistemas é essencial para o crescimento dos negócios das empresas no Brasil, sugerimos fazer: 1. Mapear

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS I DEFINIÇÃO Este Regimento Interno, organizado em conformidade com o Estatuto Social da Ser Educacional S.A. ( Companhia ), estabelece procedimentos a serem observados

Leia mais

ORDEM DOS ENGENHEIROS TÉCNICOS. Proposta Alteração ao Regulamento nº 361/2012 Regulamento de Estágio

ORDEM DOS ENGENHEIROS TÉCNICOS. Proposta Alteração ao Regulamento nº 361/2012 Regulamento de Estágio ORDEM DOS ENGENHEIROS TÉCNICOS Proposta Alteração ao Regulamento nº 361/2012 Regulamento de Estágio A Ordem dos Engenheiros Técnicos, torna público que o Conselho Diretivo Nacional, ao abrigo do disposto

Leia mais

Política de Recrutamento e Seleção. Estabelecer critérios para o recrutamento e seleção de profissionais para a empresa.

Política de Recrutamento e Seleção. Estabelecer critérios para o recrutamento e seleção de profissionais para a empresa. Política de Recrutamento e Seleção 1. OBJETIVO: Estabelecer critérios para o recrutamento e seleção de profissionais para a empresa. 2. ABRANGÊNCIA: Abrange todas as contratações de profissionais da empresa.

Leia mais

ALTERAÇÕES PT Unida na diversidade PT 2011/0059(CNS) Projeto de parecer Evelyne Gebhardt (PE v01-00)

ALTERAÇÕES PT Unida na diversidade PT 2011/0059(CNS) Projeto de parecer Evelyne Gebhardt (PE v01-00) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos 26.6.2012 2011/0059(CNS) ALTERAÇÕES 26-38 Projeto de parecer Evelyne Gebhardt (PE473.957v01-00) sobre a

Leia mais

PROJETO REGULAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR SIMULAÇÃO EMPRESARIAL DA LICENCIATURA EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO

PROJETO REGULAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR SIMULAÇÃO EMPRESARIAL DA LICENCIATURA EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO PROJETO REGULAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR SIMULAÇÃO EMPRESARIAL DA LICENCIATURA EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO Ao abrigo da autonomia científica, pedagógica e cultural das unidades orgânicas

Leia mais

CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS HISTÓRICAS ESTATUTOS. Artigo 1.º. Âmbito, Sede e Duração

CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS HISTÓRICAS ESTATUTOS. Artigo 1.º. Âmbito, Sede e Duração CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS HISTÓRICAS ESTATUTOS Artigo 1.º Âmbito, Sede e Duração 1. Ao abrigo dos presentes Estatutos é criado o Centro de Investigação em Ciências Históricas, adiante designado

Leia mais

Curso de Formação Intensiva: Comunicação com os media

Curso de Formação Intensiva: Comunicação com os media Curso de Formação Intensiva: Comunicação com os media 1. Objetivos gerais Dar a conhecer as especificidades do contexto mediático português e dotar os participantes de capacidades e competências técnicas

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA SANTOS BRASIL

CÓDIGO DE CONDUTA SANTOS BRASIL SANTOS BRASIL O Código de Conduta da Santos Brasil* (Companhia) é composto pelo conjunto de práticas e políticas internas estabelecidas para nortear a conduta de seus funcionários diante das diversas situações.

Leia mais

REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA

REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA índice Páginas 5 1. OBJETO E ÂMBITO DO REGULAMENTO 2. COMPOSIÇÃO DO COMITÉ DE ÉTICA 6 7 8 3. COMPETÊNCIAS DO COMITÉ DE ÉTICA 4. FUNCIONAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA 5. SUPERVISÃO

Leia mais