Educação Física Agrupamento de Escolas Martim de Freitas. Francisco Pinto

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1 Educação Física Agrupamento de Escolas Martim de Freitas Francisco Pinto

2 Caraterização

3 Caraterização O é uma modalidade individual, integrada por um conjunto de ações naturais, como são os casos dos saltos, das corridas e dos lançamentos.

4 A pista

5 Disciplinas CORRIDAS Velocidade Marcha Meio Fundo Fundo Estafetas Barreiras Obstáculos 100 m 20 km 800 m 5000 m 4 x 100 m 100 m 3000 m 200 m 50 km 1500 m 10000m 4 x 400 m 110 m 400 m 3000 m Maratona 400 m SALTOS Altura Comprimento Triplo Vara LANÇAMENTOS Martelo Disco Peso Dardo PROVAS COMBINADAS Heptatlo (7provas) Decatlo (10 provas)

6 Velocidade

7 Corrida de Velocidade As provas de velocidade caraterizam-se por serem provas de curta duração. O objetivo é percorrer a distância da prova no menor tempo possível. Nas corridas de velocidade, distinguem-se 3 fases: 1. Partida; 2. Desenvolvimento da corrida; 3. Chegada.

8 Corrida de Velocidade Na partida são dadas as seguintes ordens: 1. Aos seus lugares colocar os pés nos blocos, joelho da perna de trás apoiado no solo, mãos no solo afastadas à largura dos ombros;

9 Corrida de Velocidade Na partida são dadas as seguintes ordens: 2. Prontos elevar o joelho da perna de trás, elevação da bacia e avanço dos ombros;

10 Corrida de Velocidade Na partida são dadas as seguintes ordens: 3. Tiro de partida retirar as mãos do solo, extensão rápida das pernas, retirando os pés dos blocos.

11 Corrida de Velocidade No desenvolvimento da corrida: - Tronco direito na fase de aceleração; - Apoio dos pés pelo terço anterior; - Elevar os joelhos até próximo da altura da bacia; - Braços com movimentos enérgicos, formando um ângulo de 90º braço/antebraço.

12 Corrida de Velocidade Na chegada à meta: - Inclinação do tronco à frente; ou - Avançar o ombro oposto à perna da frente, oscilando os braços para trás. É importante não diminuir a velocidade antes de passar a meta.

13 Corrida de Velocidade SÍNTESE REGULAMENTO: 1. A partida é efetuada a partir de blocos; 2. Cada atleta corre na sua pista e deve manter-se no seu interior. Se sair da sua pista, o atleta fica sujeito a desclassificação.

14 Estafetas

15 Corrida de Estafetas As corridas de estafetas são disputadas em equipa. O percurso da corrida é dividido em percursos, sendo cada um deles percorrido por um dos atletas da equipa transportando um testemunho.

16 Corrida de Estafetas Descrição da transmissão A entrega do testemunho deve realizar-se num espaço de 20m (zona de transmissão). Normalmente, o recetor do testemunho encontra-se a uma distância de cerca de 10m (zona de balanço), perfazendo assim o espaço de 30m até ao término do espaço de entrega do testemunho.

17 Corrida de Estafetas... Descrição da transmissão A transmissão ótima deve ser efetuada entre 12 a 16m depois do início da zona de transmissão. Quando o atleta que vai transmitir o testemunho se encontra a 2 ou 3 metros do seu companheiro, deve dar-lhe um sinal verbal para este estender atrás o braço com que irá receber o testemunho.

18 Corrida de Estafetas Técnicas de transmissão do testemunho Transmissão ASCENDENTE Transmissão DESCENDENTE

19 Corrida de estafetas SÍNTESE REGULAMENTO: 1. Sempre que o testemunho caia, tem que ser apanhado pelo último atleta que o transportava; 2. A transmissão do testemunho tem que ser realizada dentro da zona de transmissão. Caso aconteça fora desta zona, a equipa é desclassificada.

20 Barreiras

21 Corrida de Barreiras As provas de barreiras são corridas de velocidade em que o objetivo é o atleta percorrer a distância no menor tempo possível, ultrapassando as 10 barreiras que se encontram na sua pista, afastadas entre si a igual distância.

22 Corrida de Barreiras A corrida de barreiras possui 4 fases: 1. Corrida; 2. Chamada; 3. Transposição; 4. Receção.

23 Corrida de Barreiras 1. Corrida: Alta, ritmada, dinâmica e sem quebras. 2. Chamada: A perna de ataque eleva-se para a frente e para cima, ao mesmo tempo que a mão contrária avança para a frente; O tronco inclina-se para a frente.

24 Corrida de Barreiras 3. Transposição: O corpo deve manter a inclinação à frente; A perna de trás eleva-se, fletida e roda lateralmente; 4. Receção: Feita pelo terço anterior do pé; O tronco retoma a posição normal de corrida.

25 Corrida de Barreiras SÍNTESE REGULAMENTO: 1. A barreira pode ser derrubada; 2. Qualquer concorrente que derrube intencionalmente uma barreira, com as mão ou com os pés, será desclassificado; 3. É obrigatório passar todas as barreiras.

26 Resistência

27 Corrida de resistência As provas de resistência são caracterizadas por serem de média e longa distância, de modo que a resistência física dos atletas é testada. As provas de resistência (ou de fundo) vão de metros até a maratona ( metros), atingindo seu limite na ultramaratona ( metros).

28 Corrida de resistência A corrida de resistência é um tipo de corrida que nos leva a aumentar a nossa resistência, sendo executada por longos períodos de tempo utilizando o metabolismo aeróbio.

29 Salto em Comprimento

30 Salto em comprimento É uma disciplina do atletismo que tem por objetivo percorrer em trajetória aérea a maior distância possível.

31 Salto em comprimento No salto em comprimento existem 4 fases:

32 Salto em comprimento SÍNTESE REGULAMENTO: 1. A tábua de chamada poder ser pisada mas não pode ser ultrapassada; 2. O salto é medido desde o final da tábua de chamada até à primeira marca deixada pelo atleta na caixa de saltos.

33 Triplo Salto

34 Triplo Salto Triplo salto é uma disciplina do atletismo semelhante ao salto em comprimento, diferindo na distância entre a tábua de chamada e o extremo mais afastado da caixa de saltos, que deve ser 21m, pelo menos. Consiste em 3 movimentos distintos: Salto em pé coxinho (hop); Uma passada saltada (step); E um salto (jump).

35 Triplo Salto 1. Corrida de balanço: Aumento progressivo da velocidade até à chamada; Corrida alta e com ritmo rápido nos apoios.

36 Triplo Salto 2. Saltos: Primeiro salto HOP Depois da impulsão eleva-se a perna fletida para fazer a 2ª chamada; Amortecimento rápido e desenrolar do pé ( mata-borrão ). Segundo salto STEP Após o amortecimento, faz-se a impulsão auxiliada pela ação da perna e balanço dos braços; Elevação da perna de balanço para a frente para realizar o 3º apoio. Terceiro salto JUMP Após o último apoio, elevam-se os braços para cima e para a frente; Elevação da perna de balanço para a frente, fletida, para realizar o 3º apoio.

37 Triplo Salto 3. Receção: Semelhante à do salto em comprimento; Corpo equilibrado e projetado para frente, com os pés a tocar o mais longe possível na caixa de saltos

38 Triplo Salto SÍNTESE REGULAMENTO: 1. A tábua de chamada poder ser pisada mas não pode ser ultrapassada; 1. O salto é medido desde o final da tábua de chamada até à primeira marca deixada pelo atleta na caixa de saltos. 2. Terão obrigatoriamente que ser realizados os 3 saltos com o 1º e 2º apoio com o mesmo pé e o 3º apoio com o pé contrário.

39 Salto em Altura

40 Salto em Altura Existem 2 técnicas para a transposição da fasquia: 1. Dorsal (fosbury-flop) 2. Rolamento ventral.

41 Salto em Altura No salto em altura existem 4 fases: 1. Corrida de balanço: Aceleração ao longo da corrida; Trajetória curvilínea; Corrida do lado contrário ao membro inferior da chamada.

42 Salto em Altura No salto em altura existem 4 fases: 2. Chamada: A chamada é realizada pela perna mais afastada da fasquia; O balanço dos braços e dos ombros ajuda o movimento.

43 Salto em Altura No salto em altura existem 4 fases: 3. Transposição da fasquia: Os ombros passam por cima da fasquia; Corpo em posição arqueada; Passagem da bacia sobre a fasquia e movimento compensatório da flexão da anca; Corpo em L.

44 Salto em Altura No salto em altura existem 4 fases: 4. Receção: Contacto feito com as costas, com os membros inferiores praticamente na vertical.

45 Salto em altura SÍNTESE REGULAMENTO: 1. A impulsão tem que ser feita apenas com uma das pernas; 1. Não é permitido tocar o colchão antes da transposição; 2. A fasquia pode ser tocada, desde que esta não caia.

46 Dúvidas???

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