PROGRAMAS E RESUMOS IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL VIOLÊNCIA E CONFLITOS SOCIAIS: TERRITORIALIDADES E NEGOCIAÇÕES

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2 PROGRAMAS E RESUMOS IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL VIOLÊNCIA E CONFLITOS SOCIAIS: TERRITORIALIDADES E NEGOCIAÇÕES 02 a 05 de dezembro de 2014, Fortaleza, CE ISSN:

3 IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL VIOLÊNCIA E CONFLITOS SOCIAIS: TERRITORIALIDADES E NEGOCIAÇÕES TEL/FAX: (85) Coordenação geral César Barreira Coordenação acadêmica Celina Amália Ramalho Galvão Lima Jânia Perla Diógenes Aquino Maurício Bastos Russo Leonardo Damasceno de Sá Luiz Fábio Silva Paiva Comissão acadêmica de apoio Pós-graduação Graduação André Lucas Maia de Brito Carolina Holanda Castor Cayo Robson Bezarra Gonçalves Deiziane Pinheiro Aguiar Germana Nayara Lopes Lima José Ivan de Oliveira Filho Rodrigo Augusto Lacerda de Oliveira Apoio Técnico e Organização Hosana Suelen Justino Rodrigues Luciana Pinho Morales Suiany Silva de Moraes Projeto Gráfico Samuel Tomé Menezes (Designer gráfico) Germana Nayara Lopes Lima (Designer gráfico) Expressão Gráfica e Editora Realização/ Organização Laboratório de Estudos da Violência 3

4 Apoio/ Agradecimentos Universidade Federal do Ceará UFC Associação de Docentes da Universidade Federal do Ceará ADUFC Banco do Nordeste do Brasil BNB Financiadora de Estudos e Projetos FINEP Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPQ Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico FUNCAP Fundação Cearense de Pesquisa FCPC Governo do Estado do Ceará Prefeitura do Município de Fortaleza Assembleia Legislativa de Fortaleza INESP 4

5 IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL VIOLÊNCIA E CONFLITOS SOCIAIS: TERRITORIALIDADES E NEGOCIAÇÕES 02 a 05 de dezembro de 2014, Fortaleza, CE Ao longo de 20 anos, o Laboratório de Estudos da Violência da Universidade Federal do Ceará, tem realizado estudos e pesquisas sobre as temáticas da violência, criminalidade, conflitos sociais, direitos humanos, dispositivos de controle e segurança pública. Neste período, os pesquisadores vinculados ao LEV produziram artigos, monografias, dissertações, teses e livros, proporcionando intercambio de conhecimentos com estudiosos de diversas partes do mundo. Ademais, o LEV mantém intenso diálogo com a comunidade acadêmica em geral, além de ser centro de referência nas pesquisas sobre violência e integrar projetos de âmbito nacional e internacional, como o INCT Violência, Democracia e Segurança Cidadã, desenvolvendo estudos inovadores em Fortaleza e Bogotá, simultaneamente. Em sua quarta edição, o Seminário Internacional Violência e Conflitos Sociais celebrará o aniversário de 20 anos do Laboratório de Estudos da Violência. Intitulado de "Territorialidades e Negociações" este evento que será realizado entre os dias 02 a 05 de dezembro de 2014, contemplará em suas conferências, mesas redondas e grupos de trabalhos, simultaneamente, as temáticas que tem sido foco das pesquisas do LEV e a própria trajetória deste laboratório de pesquisa que tem alcançado visibilidade e relevância acadêmica no plano local, nacional e internacional. O Encontro será organizado em torno de conferências, mesas redondas e grupos de trabalho. As palestras tecerão considerações dos expositores sobre problemas teóricometodológicos relativos às violências, conflitos sociais, sobretudo, às territorialidades e negociações do mundo contemporâneo. Cada palestra terá um momento de exposição seguido de um debate com a plateia. As mesas redondas serão compostas com objetivo de expor os trabalhos do LEV e demais pesquisadores brasileiros e estrangeiros que, nos últimos anos, tem se preocupado com a temática de interesse do evento. As exposições serão seguidas de discussões, visando pensar conexões entre o conhecimento produzido na academia e a prática social dos grupos sociais (gestores públicos, policiais, operadores do direito, membros de organizações não governamentais, lideranças comunitárias e de classe etc.). O terceiro momento será composto por Grupos de Trabalho envolvendo pesquisadores com nível de graduação, mestrado e doutorado, visando socializar e discutir sobre suas pesquisas referentes à violência, criminalidade, conflitos sociais, poder e dominação, direitos humanos, controle social e segurança. Nesta perspectiva, IV Seminário Internacional Violência e Conflitos Sociais: Territorialidades e Negociações busca fortalecer e alargar as redes de pesquisa que se dedicam a pensar esses fenômenos sociais contemporâneos numa perspectiva sociológica, antropológica e política. 5

6 SUMÁRIO AGENDA GERAL GRUPOS DE TRABALHO (GT) GT. 1: Cartografias dos conflitos sociais na América Latina GT. 2: Cidadania sexual, diversidade e direitos humanos: intersecções entre diferença, poder e violência GT. 3: Crianças em situação de risco e vulnerabilidade social: pesquisa e intervenção GT. 4: Culturas, conflitos e sociabilidades juvenis GT. 5: Cidade, conflitos sociais e moral: etnografia das práticas insurgentes GT.6: Desigualdades, territórios e riscos sociais GT. 7: Economia, práticas solidárias e segurança GT. 8: Narrativas e imaginários sobre as violências e suas vítimas GT. 9: Sociologia e antropologia da cidade GT.10: Redes criminais, dispositivos de classificação e punição GT.11: Segurança pública e cidadania GT.12: Antropologia da imagem e da violência GT.13: Literatura, arte e violência GT.14: Família, adolescência, conflitos e sofrimento psíquico GT. 15: Violências, fronteiras e periferias GT.16: Relações étnico-raciais, violência e desigualdades GT.17: Mediações, conflitos e sociabilidades na Escola GT.18: Conflito e violência em sociedades indígenas

7 IV Seminário Internacional Violência e Conflitos Sociais Territorialidades e Negociações PROGRAMAÇÃO Dia 02 de dezembro de 2014 Terça-feira 16h00min às 17h00min - Credenciamento Local: Instituto de Arte e Cultura Dragão do Mar 18h00min- Apresentação musical 18h30min às 19h00min - Cerimônia de Abertura: Prof. Dr. César Barreira (Presidente do Conselho Deliberativo do LEV e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Sociologia); Prof. Dr. Valmir Lopes (Chefe do Departamento de Ciências Sociais-UFC); Profª. Drª. Vládia Borges (Diretora do Centro de Humanidades-UFC); Prof. Dr. Jesualdo Farias (Reitor da UFC) Local: Instituto de Arte e Cultura Dragão do Mar 19h00min às 20h30min - Conferência de Abertura: Prof. Dr. José de Souza Martins (USP) Moderador: Prof. Dr. César Barreira (LEV-UFC) Local: Instituto de Arte e Cultura Dragão do Mar 20h30min - Coquetel de Abertura/ Lançamento de livros Dia 03 de dezembro de 2014 Quarta-feira 08h00min às 09h00min - Credenciamento Local: Departamento de Ciências Sociais 09h00min às 11h30min - Mesa Redonda 1: Moralidades, Crime e Violência Local: Auditório Luiz de Gonzaga, Departamento de Ciências Sociais Moderador: Prof. Dr. Leonardo Sá (LEV-UFC) Expositores: Prof. Dr. Luiz Antonio Machado (UERJ) Prof. Dr. Alexandre Werneck (UFRJ) Prof. Dr. Henrique Carneiro (UFPE) Prof. Dr. Theophilos Rifiotis (UFSC) Profª. Drª. Carly Machado (UFRRJ) 14h00min às 17h30min - Grupos de Trabalho Local: Salas de aula do Departamento de Ciências Sociais(CH-03) e do CETREDE 18h00min às 20h30min - Mesa Redonda 2 Criminalidade e Controle Social Local: Auditório Luiz de Gonzaga, Departamento de Ciências Sociais Moderador: Prof. Dr. Mauricio Russo (LEV-UFC) Expositores: Prof. Dr. Arthur Trindade (UnB) Prof. Dr. Luiz Lourenço (UFBA) Prof. Dr. Alex Niche (UFRGS) Prof. Dr. Edmilson Lopes (UFRN) Profª. Drª. Mariana Possas (UFBA) Dia 04 de dezembro de 2014 Quinta-feira 08h00min às 09h00min - Credenciamento Local: Departamento de Ciência Sociais 7

8 09h00min às 11h30min - Mesa Redonda 3 Diálogos entre Brasil e Colômbia: fronteiras e violências na América Latina Local: Auditório Luiz de Gonzaga, Departamento de Ciências Sociais Moderador: Prof. Dr. Luiz Fábio da Silva Paiva (LEV-UFC) Expositores: Prof. Dr. Jaime Zuluaga (UNAL-Bogotá) Profª. Drª. Myriam Jimeno (UNAL-Bogotá) Prof. Dr. Lindomar Albuquerque (UNIFESP) Prof. Dr. Carlos Zárate (UNAL-Amazônia) Prof. Dr. Marcos César Alvarez (USP) 14h00min às 17h30min - Grupos de Trabalho Local: Salas de aula do Departamento de Ciências Sociais (CH-03) e do CETREDE 18h00min às 20h30min - Mesa Redonda 4 Segurança Pública e Justiça Social Local: Auditório Luiz de Gonzaga, Departamento de Ciências Sociais Moderador: Profª. Drª. Celina Lima (LEV-UFC) Expositores: Profª. Drª. Glaucíria Mota Brasil (UECE) Profª. Drª. Rochele Fachinetto (UFRGS) Prof. Dr. Renato Sérgio de Lima (FBSP, FGV-Direito SP) Prof. Dr. Eduardo Batitucci (Fundação João Pinheiro) Prof. Dr. Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo (PUC-RS) Profª. Drª. Marisol Reis (UFAC) Dia 05 de dezembro de 2014 Sexta-feira 08h00min às 09h00min - Credenciamento Local: Departamento de Ciências Sociais 09h00min às 11h30min - Mesa Redonda 5 Narrativas sobre a Sociologia do Crime no Brasil: pioneiros e fundadores Local: Auditório Luiz de Gonzaga, Departamento de Ciências Sociais Moderador: Prof. Dr. César Barreira (LEV-UFC) Expositores: Prof. Dr. Michel Misse (UFRJ) Profª. Drª. Stela Grossi (UnB) Prof. Dr. Luiz Antonio Machado (UERJ) Prof. Dr. Roberto Kant de Lima (UFF) 14h00min às 16h30min - Mesa Redonda 6 Fluxos e Fronteiras: o legal e o ilegal Local: Auditório Luiz de Gonzaga, Departamento de Ciências Sociais Moderador: Profª. Drª. Jânia Perla Diógenes de Aquino (LEV-UFC) Expositores: Profª. Drª. Joana Vargas (UFRJ) Prof. Dr. Arturo Alvarado (El Colegio de México) Prof. Dr. Daniel dos Santos (University of Ottawa) Prof. Dr. Antônio Carlos Rafael Barbosa (UFF) 19h30min às 21h30min - Conferência de Encerramento Local: Instituto de Arte e Cultura Dragão do Mar Moderador: César Barreira (LEV-UFC) Expositores: Prof. Dr. Álvaro Pires (University of Ottawa), Profª. Drª. Vera Telles (USP) 21h45min Coquetel Dançante Local: Instituto de Arte e Cultura Dragão do Mar 8

9 GRUPOS DE TRABALHO (GT) 9

10 GT 01 CARTOGRAFIAS DOS CONFLITOS SOCIAIS NA AMÉRICA LATINA Coordenação: Profª. Drª. Alba Pinho (RUPAL-UFC); Prof. Dr. Uribam Xavier (RUPAL-UFC) No pensamento latino-americano a temática do conflito social tem estado presente desde o período da Independência. Esta noção é intrínseca à construção das ciências sociais na região onde as diversas variáveis teóricas e interpretativas de nossa realidade se transformaram posteriormente num significativo aporte da América Latina ao pensamento social mundial. No atual processo de consolidação democrática que vive a região, com governos de perfil progressista, a emergência da problemática social e ambiental tem se transformado num original campo de lutas o qual coloca novos desafios teóricos e conceptuais que interpelam a noção clássica de democracia. Nesse sentido, o propósito deste Grupo de Trabalho é mapear os conflitos sociais e ambientais existentes na América Latina e refletir em torno das estratégias elaboradas desde a sociedade civil e suas organizações para lutar pela conquista de suas demandas vis-à-vis com os mecanismos de resposta gerados desde o Estado para resolver a conflitividade social através da negociação, institucionalização, persuasão, cooptação, neutralização ou por meio do uso da violência e a repressão sobre os movimentos sociais. Sessão 01:03/12/14 Local: CETREDE - SALA 9 OS DILEMAS DA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA CONTEMPORÂNEA NA BOLÍVIA: MOVIMENTOS SOCIAIS, PARTIDO E ESTADO EM TEMPOS DE "PROCESO DE CAMBIO" Clayton M. Cunha Filho Vivendo nova estabilidade política pela hegemonia de um partido (MAS) que constitui sua identidade em grande medida pela negação de seu caráter partidário e declarando-se mero instrumento político dos movimentos sociais, a Bolívia se vê à voltas com importantes desafios à representação política. Por um lado, é inegável que muitos dos mais importantes movimentos e organizações sociais encontram representação e influência sobre a máquina estatal através do MAS. Por outro, voltam à pauta clássicas questões de cooptação e autonomia dos movimentos sociais. Ao mesmo tempo, a oposição mantém-se fluida e incapaz de organizar partidos estáveis e coerentes, reduzindo-se a algumas trincheiras regionais localizadas. O objetivo deste trabalho é traçar um mapa do cenário político boliviano analisando os principais temas e clivagens existentes na pauta política contemporânea após oito anos de governo do MAS e como eles se relacionam ao partido governista, à oposição e aos movimentos sociais de abrangência nacional mais importantes do país, bem como considerações sobre a primazia que tais movimentos exercem na intermediação política e sua relação com os partidos tanto oficialista quanto opositores 10

11 O BRASIL E OS BRICS NA POLÍTICA INTERNACIONAL Fabiana Ximenes Barros A pesquisa em andamento reflete sobre a participação do Brasil no bloco de cooperação econômico BRICS, atentando para o modo de organização das economias emergentes, a partir da cooperação sul-sul, e seu processo de integração no cenário mundial. A relativa crise do poder americano e europeu indica a transformação das relações de poder no sistema internacional, abrindo campo de instabilidade, mas representando por outro lado, a força de contestação de novos grupos que buscam canais para o equilíbrio global, tenta elaborar uma cultura política contemporânea sobre o modo de administrar as novas responsabilidades e questões do desenvolvimento internacional. Para realizar estratégia de pesquisa, serão considerados os resultados obtidos pelos sites oficiais, BRICS Policy Center- Centro de Estudos e Pesquisas BRICS; Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), além do acompanhamento das entrevistas e notícias dos principais jornais. Autores especialistas na temática, tais como os cientistas político Edward Carr (1988), Monica Hisrt (2010), Carlos S. Arturi (2013), Marcelo Medeiros (2011), Paulo Chamon (2012), formaram a base reflexiva do trabalho. CONFLITOS SOCIAIS, TERRITORIALIDADES E GOVERNANÇA NA PERSPECTIVA DO MERCOSUL Helena Lúcia Augusto Chaves A perspectiva dos Estados-nação, economias e culturas nacionais constitutivas da modernidade encontra-se em discussão, mediante a expansão do mercado mundial e do processo de globalização em suas várias dimensões. Nesse contexto, processos de integração regional surgem como alternativa frente às desigualdades configuradas na polarização Norte/Sul e mediante a premência pelo enfrentamento das constantes crises, que afetam o mundo contemporâneo e intensificam-se na trajetória de nações historicamente mantidas na condição de colonizadas. A América Latina, fraturada pelas desigualdades sociais, vê na criação do MERCOSUL a possibilidade de fortalecimento de pactos de união entre as nações participantes. Caracterizada inicialmente por uma união aduaneira, paulatinamente foi sendo ampliada pela construção de estratégias de enfrentamento das desigualdades em áreas fronteiriças, abrangendo dois ou mais Estados partes. As tensões e fragmentações características do mundo contemporâneo, envolvendo aspectos referentes às territorialidades, conflitos sociais e governança no âmbito desse processo de integração regional da América Latina constituem o objeto de reflexão nesse estudo. ESCOLA DA DEPENDÊNCIA BRASILEIRA: APONTAMENTOS A PARTIR DA SUPEREXPLORAÇÃO DO TRABALHO Pedro Rafael Costa Silva, Francisco Thiago Cavalcante Garcez. 11

12 O trabalho busca examinar a contribuição sociológica da Escola da Dependência brasileira ao exame crítico, com efeito, da maturação das forças políticas e econômicas nacionais. Como recorte teórico, direcionados nosso aporte categorial especialmente aos apontamentos do grupo: Política Operária Polop, que teve Ruy Mauro Marini como principal expoente. Aqui importamos analisar os apontamentos de Marini sobre os reflexos que a posição ocupada pelo Brasil no ciclo de produção e reprodução do capital teve ao desenvolvimento social nacional. Dialogando com a economia política marxiana, buscamos detectar quais as implicações dos embates desenvolvidos pela nascente burguesia industrial brasileira, e a tradicional burguesia agroexportadora geraram a classe trabalhadora no recorte temporal: Damos especial atenção ao conceito de superexploraçao do trabalho (compra da força de trabalho abaixo de seu valor mínimo), segundo Marini, caraterística crônica dos países sul-americanos. Assim, constituímos um estudo de natureza bibliográfica de cunho qualitativo e quantitativo objetivando enriquecer a divulgação da sociologia Latino-americana. ESTADO, CAPITALISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS: A INFLUÊNCIA ESTRANGEIRA NAS FORMULAÇÕES DA ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA Sebastião André Alves de Lima Filho VERDADES DE UM BRASIL TOTALITÁRIO: MEMÓRIAS DO PERÍODO MILITAR José Ivan Oliveira filho Ao fim dos anos 70, o processo de abertura política foi conduzido pelos militares de modo a evitar enfrentamentos políticos indesejados. A Lei de Anistia impunha o modelo do esquecimento, tratando crimes de agentes do regime como justificáveis e perdoáveis, chamando-os de crimes conexos. Diferentemente de outros países da América Latina, o Brasil não realizou uma comissão da verdade logo após o fim da ditadura. Somente em 2011 a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei de nº que regulamentava a Comissão Nacional da Verdade. Dentro deste movimento pelo exame e esclarecimento das graves violações de direitos humanos realizadas por funcionários públicos foram criadas comissões setoriais da verdade, dentre elas a Comissão da Verdade das Universidades do Estado do Ceará. O escamoteamento do passado deve ser superado para uma cultura dos direitos humanos. Apresentaremos em nossa comunicação, portanto, uma análise sobre os 27 depoimentos dados à Comissão, na primeira metade de 2014, procurando pensar a memória das vítimas da ditadura como inserida em um campo de disputa e o Estado militar como um Estado de Exceção (Agamben) em que há um vazio do direito e uma zona de anomia. Sessão 02: 04/12/14 Local: CETREDE - SALA 9 12

13 ALIANÇA BOLIVARIANA DOS POVOS DE NOSSA AMÉRICA: SUAS CONQUISTAS E DESAFIOS ATUAIS Ricardo Zuninga Garcia O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA BRASILEIRO COMO CONFLITO SOCIAL Gheidlla Jheynnata Mendes Nogueira Este trabalho tem como objetivo compreender o processo de independência do Brasil a partir do pressuposto de um conflito social através de estudos embasados nas análises feitas por Florestan Fernandes e Caio Prado Júnior. Na primeira parte do texto será abordado o processo de independência brasileira efetivada pelo alto sem a participação popular. A segunda parte elenca os conflitos resultantes da independência com duplo caráter: o conflito pelo alto dos que querem a manutenção da classe dominante brasileira, visando seus privilégios e liberdades, com a elite portuguesa aliada a corte, que quer o retorno da colônia e o conflito dos de baixo que buscam a libertação econômica e social. A terceira parte busca compreender os conflitos sociais e seu legado histórico. Mesmo que a Independência se deu de forma pacífica os seus desdobramentos engendram conflitos, e estes são no âmbito das elites e também das camadas populares. No entanto, existe uma tendência de esvaziamento destes conflitos populares tanto pela dificuldade de organização tanto pela cooptação das lideranças que se sujeitam a migalhas oferecidas pela elite. DA GEOGRAFIA À SOCIOLOGIA: A CARTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO INTERESSANTE PARA OS ESTUDOS SOCIOLÓGICOS SOBRE VIOLÊNCIA João Paulo Delapasse Simioni, Paola Stuker, Mari Cleise Sandalowski. Constituintes da geografia, os mapas emergem como recurso também aos campos de estudos das áreas sociais e humanas, especialmente a sociologia, com potencial de aprimoramento às pesquisas em diversos temas, entre os quais se destacam a violência e a conflitualidade. Com base nisso, este trabalho visa demostrar as potencialidades do recurso cartográfico na área de sociologia, através da apresentação de pesquisas realizadas pelos autores, que mapearam violências contra crianças e contra mulheres em cidades do Rio Grande do Sul, a partir de coleta de dados em boletins de ocorrência em delegacias especializadas. Através da espacialização dos dados em mapas, foi possível visualizar as regiões que apresentam maiores índices de ocorrências policiais. Constatou-se que independentemente do contexto socioeconômico ou cultural das cidades e seus bairros, a violência contra crianças e mulheres está presente cotidianamente neles. COOPERAÇÃO EM SEGURANÇA ENTRE BRASIL E COLÔMBIA: COMO FORAM CONSTRUÍDAS E QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA IMPLANTAÇÃO DAS UPPS NAS FAVELAS DO RIO DE JANEIRO José Alves de Souza 13

14 RESISTÊNCIA DOS TRABALHADORES RURAIS À CRESCENTE PROLETARIZAÇÃO NO CEARÁ: SOCIEDADE DOMÉSTICA, MORAL FAMILIAR E CORPORAÇÃO Edgar Braga Neto Este trabalho tem como objetivo demonstrar como os trabalhadores rurais do Ceará resistem ao processo de proletarização e à precarização do trabalho nas empresas rurais. Distantes das áreas urbanas, dos sindicatos e do poder público, eles, mesmo os que dispõem de carteira de trabalho, veem seus direitos serem desrespeitados constantemente pelos gerentes e proprietários das fazendas e das empresas que se estabelecem no sertão do Ceará. Como esses camponeses resistem às longas diárias de trabalho, à falta de proteção laboral e ao assédio moral que sofrem cotidianamente no perverso mundo do trabalho rural? Essa é a pergunta norteadora de nossa pesquisa: queremos, pois, mostrar que, além de se oporem a todas essas violências, demonstrando que não são submissos aos seus patrões, eles o fazem não somente por meio da participação em movimentos sociais do campo, mas também através da tradição, ou da família organizada como uma corporação. POR DETRÁS DAS MÁSCARAS: BLACK BLOC, AÇÃO COLETIVA E REPERTÓRIOS DE CONFRONTO Francisco Raphael Cruz Mauricio Nas manifestações populares de junho de 2013 no Brasil, a tática black bloc alçou projeção nacional. Contudo, sua origem possui raízes mais profundas. Nascida na Alemanha Ocidental dos anos 1980, no âmbito dos novos movimentos sociais ecológicos e urbanos, a tática ressurge com o advento dos movimentos antiglobalização nos EUA no final dos anos Para apreender a dimensão conflitiva do black bloc utilizo o referencial das teorias da ação coletiva, especialmente a distinção entre antigos e modernos repertórios de confronto. Identifico duas modalidades da tática black bloc operante nos novos movimentos sociais nos últimos trinta e cinco anos. A primeira, de tradição alemã, consiste num bloco de rua de defesa dos manifestantes em relação a abordagens policiais. A segunda, de tradição norte-americana, refere-se a depredação da fachada de grandes corporações, vista por seus adeptos como protesto simbólico contra o capitalismo. Em 2013 no Brasil, a ação coletiva black bloc mesclou as duas tradições, configurando um tipo híbrido e complexo. As duas tradições e o híbrido brasileiro pertencem aos modernos repertórios de confronto de feição cosmopolita, modular e autônoma. 14

15 GT 02 CIDADANIA SEXUAL, DIVERSIDADE E DIREITOS HUMANOS: INTERSECÇÕES ENTRE DIFERENÇA, PODER E VIOLÊNCIA Coordenação: Prof. Dr. Cristian Paiva (NUSS-UFC), Prof. Dr. Luiz Mello (UFG) Este GT pretende reunir relatos de pesquisas concluídas e/ou em andamento em que sejam problematizados aspectos metodológicos, analíticos e éticos na abordagem das temáticas de gênero, sexualidade e direitos humanos, nas suas interfaces com outros marcadores de diferença (tais como geração, classe, raça/cor, etc.). Estão dentro do campo de interesses do GT os seguintes temas: identidades, políticas e cidadania TLGB; violência de gênero, homofobia e violência doméstica; liminaridade e vulnerabilidade no contexto das práticas sexuais dissidentes; práticas de segurança, policiamento e vigilância de coletivos de jovens, mulheres e LGBTs; biopoder, biopotência e gestão das sexualidades; experiências e estratégias de resistência envolvendo redes de coletivos subalternizados; direitos sexuais e reprodutivos: debate democrático e convicções religiosas; família, direitos conjugais e parentais: tensões e reconfigurações; culturas corporais transgressivas; mercado erótico e trabalho sexual. Sessão 01: 03/12/14 Local: CH-03-1º PISO (SALA 1) O DIREITO DE ESCOLHER: OS DIREITOS FUNDAMENTAIS E AS IDENTIDADES SEXUAIS E DE GÊNERO Jorge Luis Oliveira dos Santos, Andreza do Socorro Pantoja de Oliveira Smith. O Artigo tem por objetivo geral investigar a violência baseada em gênero. Mais especificamente, investigar casos de violência decorrentes da discriminação baseada na orientação sexual ou na mudança da identidade de gênero. De forma ampla, a ideia se justifica pelos alarmantes casos em níveis internacionais, nacionais e locais de violência de gênero. Fato que pode caracterizar a ausência do Estado no seu dever de promover e proteger um princípio fundamental que é a dignidade da pessoa sem nenhuma forma de distinção. Nesse sentido, percebendo-se a sexualidade como um aspecto natural e precioso da vida, como parte essencial e fundamental de nossa humanidade, as pessoas precisam estar fortalecidas para expressarem suas orientações sexuais. Para tanto, elas devem se sentir confiantes e seguras ao performarem a sua identidade sexual e de gênero. Desta forma, buscar-se-á analisar as medidas adicionais que vêm sendo tomadas para combater a violência e a discriminação baseadas na orientação sexual e na identidade de gênero. ADOÇÃO: DESAFIOS E PERSPECTIVAS NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA Crislainy Rodrigues de Souza, Ana Carolina Vasconcelos Cunha Handere No presente artigo analisa-se a nova face da adoção no Brasil. No estudo serão apresentados e problematizados todos os avanços e desafios enfrentados pela 15

16 adoção tardia, inter-racial, de deficientes e homoafetiva. Ainda que de maneira lenta, estão mais abertas as adoções especiais, de crianças portadoras de algum tipo de enfermidade ou deficiência. Os brasileiros começam a superar os preconceitos e aceitar crianças que estavam fadadas a crescer em abrigos: negras, mais velhas e com necessidades especiais. O mais novo e polêmico tipo de adoção é a realizada por casais homoafetivos. Essas famílias devem ser vistas como uma das formas possíveis de vida em sociedade, já que em nada diferem das ditas normais, no que diz respeito à capacidade de criarem as crianças, devendo todas ter o fundamental alicerce familiar. Muito ainda precisa ser sonhado e realizado em relação à adoção, pelos grupos de apoio, pelos profissionais da área e pela sociedade como um todo. Este artigo baseado em pesquisas junto à Vara da Infância e Juventude de Teófilo Otoni/MG, é resultado de significativa dedicação e da possibilidade de encarar o outro com respeito, livre de preconceitos; visualizando o processo como algo dialético, estando sempre consciente da axistência de vidas envolvidas. UNHA FEITA E ARMA NA MÃO: ART. 157 E A INVISIBILIDADE CRIMINAL FEMININA Brisa Pires Moura, Ledervan Vieira Cazé A inserção da mulher dentro de uma sociedade patriarcal é o principal agente formador da invisibilidade criminal do gênero. A suposta fragilidade da mulher a omitiu de papeis importantes em diversos estudos de criminalidade violenta, pois a considerou um ente socialmente domável e que, portanto, não oferecia risco social iminente. Assim, esse artigo busca desmistificar esse olhar pela analise dos crescentes índices de criminalidade feminina na cidade de Fortaleza e pela condição da mulher como protagonista desse comportamento marginal. Para tanto, buscamos como matriz metodológica a análise quantitativa e qualitativa da prática do crime de assalto (Art. 157 do CPB), observação que apresenta o perfil de um ser social que busca sua emancipação dentro de um mundo ilegítimo, desconstruindo o perfil da mulher submissa e colocando-a na condição de assaltante, indivíduo dotado de coragem e capacidade de ação criminal, aquele que age nas ruas e entoa um papel de dureza e hostilidade. Sendo essa mulher um ser triplamente marginalizado por sua condição social, por romper com a lei e até mesmo por seu gênero. O QUE DEUS UNIU... O HOMEM E A MULHER SEPARAM": VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, CASAMENTO E FAMÍLIA DO BRASIL COLÔNIA À CONTEMPORANEIDADE Elane Mendonça Conde Carneiro; Daiane Daine de Oliveira Gomes, Maria Zelma De Araújo Madeira A família como se conhece hoje é resultante de processos históricos, econômicos, políticos e sociais dos séculos passados, em especial do século XVIII, quando características que hoje são bem aceitas começam a surgir com mais força, influenciando no significado do matrimônio e no que seria o papel de homem e papel de mulher. Nesse contexto, a Igreja se insere como um ideário político ideológico 16

17 que impôs normas e definiu a família ideal e, assim, o modelo ideal de esposa, que deveria ser mãe e submissa ao marido. Sendo assim, o presente artigo visa discutir sobre o casamento, a família e as relações desiguais de gênero, focando na violência contra as mulheres, desde o período colonial até os dias de hoje. Utilizando uma pesquisa bibliográfica objetiva-se abordar as mudanças nas famílias, desde o Brasil colonial até a contemporaneidade, através dos novos significados atribuídos ao casamento e ao papel da mulher de forma a compreender as relações de poder estabelecidas nesse âmbito e discutir sobre a reprodução da violência contra a mulher na atualidade. O trabalho está dividido em três partes. Primeiramente, abordamos um breve histórico da origem da família, destacando as transformações que perpassaram por ela. O segundo tópico destaca, utilizando principalmente os estudos de Del Priore, as famílias, o casamento e a condição das mulheres, e a influencia da religião nessa condição, desde o período colonial até o fim do século XIX. Por fim, o último tópico aborda as mudanças nas famílias, através dos novos significados atribuídos ao casamento, ao papel da mulher e às relações de poder e violência que emergem a partir dessas construções sociais. CIÊNCIA, GÊNERO E COTIDIANO: ENTRELAÇAMENTOS ENTRE TRAJETÓRIAS BIOGRÁFICAS E PROFISSIONAIS Francis Emmanuelle Alves Vasconcelos. Este trabalho reflete sobre os entrelaçamentos entre trajetórias biográficas e profissionais com o conceito de gênero. As demais perguntas que direcionam a pesquisa são: há mudanças provocadas na visão de mundo dos pesquisadores antes e depois dos estudos de gênero? As escolhas pelos temas de pesquisa teriam relação com a experiência pessoal ou profissional desses sujeitos? Ser homem ou mulher produz impactos diferentes na vida pessoal a partir dessas leituras? Esses sujeitos encontram dificuldades ou facilidades nas suas relações interpessoais após o contato com o conceito de gênero? De cunho qualitativo, a amostra consistiu em pesquisadores de gênero das Ciências Humanas e Sociais de Fortaleza, pósgraduados e vinculados a grupos de pesquisa. A estratégia metodológica foi a entrevista. Compreendemos que as pesquisas de gênero, além de afetar o pesquisador no campo, produzem um processo de auto-reflexividade. Com isso, promove diversos conflitos para o pesquisador: dificuldades de manter e estabelecer parcerias afetivas e conflitos nas famílias. Essa pesquisa, na área da Sociologia do Conhecimento, busca refletir o fazer pesquisas de gênero, processo conflituoso e nunca neutro. A IDENTIDADE DA MULHER MÃE: REFLEXÕES NA PERSPECTIVA DE MULHERES QUE NEGLIGENCIAM OS FILHOS ATENDIDAS NA PROMOTORIA DE JUSTIÇADO CEARÁ: RELATOS DE EXPERIÊNCIA. Fárida Maressa Loureiro e Souza O presente artigo visa apresentar um relato de experiência sobre a identidade de mulheres mães que negligenciam os filho(a)s atendidas na Promotoria de Justiça do Ceará, especificamente em um município de pequeno porte. As análises teóricas 17

18 perpassam em contextos históricos no qual a mulher era controlada pelas ideologias da Igreja Católica e posteriormente da Medicina social, via projeto higienista.o propósito deste artigo será analisar os resquícios destas mentalidades de controle dos corpos e das mulheres pela imposição do instinto do amor materno como inato além de compreender as análises que as mulheres fazem sobre o ser mãe e o ser mulher e como a negligência familiar perpetrada por estas a seus filho(a)s interfere na construção da identidade.ressaltamos a categoria totalidade como alicerce central para a análise crítica das relações sociais, enxergando além do que está posto e fragmentado.consideramos como método de análise o materialismo dialético, pois este analisa as contradições postas no real e as distingue como processo histórico dinâmico, em intensa transformação. DO GIBÃO À BLUSA PINK: ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO METROSSEXUAL COMO OUTRA CONFIGURAÇÃO DA MASCULINIDADE NA CIDADE DE FORTALEZA Gabriela Vieira Rebouças Este trabalho faz parte da pesquisa em andamento da dissertação de Mestrado em Sociologia cujo título é "Do Gibão à Blusa Pink: Análise do comportamento do metrossexual como outra configuração da masculinidade na cidade de Fortaleza". A discussão acerca do comportamento do homem metrossexual como outra configuração da masculinidade na cidade de Fortaleza apresenta uma nova abordagem dos estudos de gênero, pois a reconstrução da aparência corporal masculina indica uma equidade em relação ao que até então era considerado característico do comportamento feminino. Assim, a pesquisa mostra como este homem vaidoso se insere diante do contexto do estereótipo de gênero do "cabramacho". A investigação empírica da pesquisa está ocorrendo nos salões de beleza masculina D'Flávios e no salão unissex Presidente, este situado no bairro Centro, e aquele, no bairro Aldeota. Estes espaços foram escolhidos como lócus de pesquisa por se localizarem próximos a shoppings centers, bancos, prédios comerciais e escritórios como também por atender o público masculino, reunindo, assim, uma boa quantidade de pessoas deste gênero. Os objetivos desta pesquisa aprofunda os estudos acerca da vaidade masculina, revela a importância do direcionamento da pesquisa para o gênero masculino e compreende como o homem metrossexual se coloca na cidade de Fortaleza visto que ocorrem convergências e disputas entre modelos de masculinidade na sociedade contemporânea. A metodologia desta pesquisa de mestrado utiliza dois métodos qualitativos, a observação participante, feita pelo contato inicial por meio de entrevistas já finalizadas com os donos e funcionários dos campos empíricos, pois estes estão mais próximos dos sujeitos da pesquisa, e a história oral, por permitir dá voz a esses sujeitos desconhecidos. DA SUJEIÇÃO AO EMPODERAMENTO: UM ESTUDO SOBRE POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO NO UNIVERSO PRISIONAL FEMININO Francisco Augusto Cruz de Araújo, Priscila Cabral Cada sociedade constrói seu sistema prisional a partir dos valores que nutrem fora da prisão. O Sistema Penitenciário brasileiro é pensado para a população carcerária 18

19 masculina, assim, ignora o universo feminino e todas as diferenças de gênero e orientações sexuais que caracterizam os humanos. Este estudo tem o objetivo de discutir ausências e deficiências de políticas públicas para a população carcerária feminina, sobretudo na área da educação. A Educação é compreendida neste estudo como instrumento de restauração social, visibilização e empoderamento dentro e fora da prisão. Por meio da observação participante na Penitenciária Feminina Doutor João Chaves, tivemos acesso a um grupo de seis apenadas que frequentam a escola prisional. As mulheres foram entrevistadas e indagadas acerca da função da educação no processo de cumprimento das penas, como também na vida fora da prisão. A partir dos depoimentos, suscitamos a reflexão sobre a função restaurativa da educação como Direito Humano e a possibilidade de reconfiguração das relações de poder dentro da prisão e com seus familiares. O ASSÉDIO SEXUAL COMO UMA VIOLÊNCIA SEXISTA: o debate francobrasileiro Fernanda Marques de Queiroz, Joana D arc Lacerda Alves Felipe, Maria Ilidiana Diniz Refletiremos sobre o assédio sexual contra as mulheres no mundo do trabalho nas realidades brasileira e francesa. Enfocaremos as legislações dos dois países, a atuação do Estado e do movimento feminista frente a esta problemática. Tal fenômeno faz parte da realidade do trabalho feminino a qual precariza e acentua as desigualdades entre homens e mulheres se constituindo como uma violência sexual e sexista, refletidas nas relações de poder que perpassam as mesmas violando o direito ao livre exercício da sexualidade. Esta temática faz parte dos nossos estudos e pesquisas desenvolvidos no Estado do Rio Grande do Norte e posteriormente em Paris-França, na qual, por intermédio de pesquisas bibliográficas e documentais aprofundamos este objeto. Constatamos que apesar dos dois países possuírem leis de combate ao assédio sexual, no Brasil a implementação de políticas públicas é incipiente, ao contrário da realidade francesa. No que se refere à atuação do movimento feminista brasileiro este tem atuado prioritariamente nas violências domésticas, já na França esta problemática tem sido frequentemente pautada. Sessão 02: 04/12/14 Local: CH-03-1º PISO (SALA 1) RELAÇÕES DE GÊNERO E VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: DESAFIOS PARA O ENFRENTAMENTO NA SAÚDE PÚBLICA Ingrid Karla da Nóbrega Beserra O presente trabalho possui como temática central a discussão da violência sexual contra crianças e adolescentes, entendida como problema social e de saúde pública. Para tanto, foram utilizadas algumas categorias centrais e conceituais para o entendimento do fenômeno nos dias atuais, como por exemplo, a categoria gênero que se estabelece nas relações sociais. A violência que acomete o segmento populacional em questão apresenta características históricas, complexas e que se 19

20 desenvolve hoje de várias maneiras, em todas as classes sociais e nos mais variados espaços. Para a construção dos elementos empíricos, considera-se a experiência de estágio curricular obrigatório em serviço social, num hospital de alta complexidade. Além disso, a temática resultou na construção do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e, na pesquisa que será iniciada a partir do mestrado no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Pernambuco. Ressalta-se que esta possui como elementos de análise, a relação entre instrumentalidade, violência e saúde. Busca-se neste trabalho, portanto, discutir a violência sexual dentro das relações sociais de gênero e os impactos para o seu enfrentamento no setor saúde. REFLETINDO SOBRE A REDE DE PROTEÇÃO INFANTO-JUVENIL NITEROIENSE FRENTE AOS CASOS DE VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR/DOMÉSTICA Joice da Silva Brum, Nivia Valença Barros, Milena Pereira Guedes O trabalho tem como base questionamentos a serem aprofundados na dissertação de mestrado da autora principal. Seu objetivo consiste em levantar hipóteses que discutam a uniformidade da rede de proteção a crianças e adolescentes no município de Niterói/RJ. Para exemplificar nossas hipóteses, mais especificamente são expostos dados referentes aos anos de 2008 e 2009, extraídos III Conselho Tutelar do município em questão. VIOLÊNCIAS, GESTAÇÕES E USOS DO CRACK: ACÚMULOS E RESSONÂNCIAS PARA A VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO EM SAÚDE MATERNO- INFANTIL Valéria Araújo Lima Mesquita, Jon Anderson Machado Cavalcante. Lorena Ribeiro Aguiar Trevia Este resumo aborda expressões e relações entre diferentes tipos de violência presentes nas experiências de gestação de mulheres que convivem com o uso do crack. Além disso, visa apontar desdobramentos possíveis de tais conexões a se considerar no campo da Vigilância e da Promoção em Saúde. Trata-se de uma sistematização, em andamento, a partir da vivência do Programa de Educação pelo Trabalho (PET) em Vigilância em Saúde (VS) da Universidade Federal do Ceará, campus Sobral, junto à estratégia Trevo de Quatro Folhas que objetiva a redução da morbimortalidade materna e infantil, e o cuidado nas quatro fases de atenção materno-infantil. Compõe as fontes deste trabalho, os saberes de experiência de estudantes do PET-VS; monografia acerca de gestantes usuárias de crack atendidas pelo Trevo e pesquisa bibliográfica. Como produtos parciais desse estudo, percebese o desafio ético e político para profissionais e estudantes diante de gestantes que convivem com o crack; ressalta-se a acentuação de vulnerabilidades em suas condições de vida e a necessidade de práticas de cuidado e de um olhar integral sobre as relações entre violência, gênero e território na experiência dessas mulheres. 20

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