As ciências nas orientações curriculares

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "As ciências nas orientações curriculares"

Transcrição

1 As ciências nas orientações curriculares - de que forma as orientações curriculares podem influenciar a prática dos educadores em relação à exploração das ciências no jardim de infância - Adaptação da Comunicação apresentada no Cianei - 1º Congresso Internacional de Aprendizagem na Educação de Infância, 2005 Margarida Afonso Centro de Investigação em Educação, Universidade de Lisboa Escola Superior de Educação de Castelo Branco 1

2 PROBLEMAS Quais os conhecimentos, capacidades, atitudes, relacionados com as ciências, que estão a ser valorizados no jardim de infância? Qual a ideia de ciência que é transmitida pelos currículos do jardim de infância? Como é que a valorização/exploração das ciências pode contribuir para a diversidade e, simultaneamente, para a coesão cultural? 2

3 OBJECTIVOS/FINALIDADES Analisar as orientações curriculares do jardim de infância, no que diz respeito às ciências, em diversos países (Inglaterra, Espanha, Portugal); Comparar/Identificar as semelhanças e as diferenças nas diferentes orientações no que diz respeito às ciências Conhecimentos, capacidades, atitudes, natureza da ciência; Reflectir sobre o que se considera central/básico promover em termos científicos ao nível do jardim de infância. 3

4 METODOLOGIA Foi feita uma análise de conteúdo das orientações curriculares do jardim de infância em relação a quatro aspectos: Conteúdos/Conhecimento científico; Capacidades investigativas Capacidades de processo (observação, classificação, planeamento de experiências ); Atitudes (cooperação, respeito ). A natureza da ciência A compreensão do empreendimento científico, os propósitos do trabalho científico e a natureza do conhecimento que produz. Foram analisados as orientações de: Inglaterra/Gales, Espanha e Portugal; 4

5 Estrutura dos sistemas educativos (primeiros anos) INGLATERRA ESPANHA PORTUGAL Primary Education Basic Education/Recurrent Education 7 Educação primária 6 6 (K 1 ) º ciclo Educação pré-escolar 4 Educação pré-escolar (classes de infantários em escolas primárias, grupos de pré-primária, tempos livres ) 3 Educação pré-escolar 1º ciclo 3 5

6 SISTEMA EDUCACIONAL (Inglaterra, Espanha, Portugal) No sistema educativo do Reino Unido existem diferenças ao nível da organização, administração e controlo das escolas, entre os sistemas educativos da Inglaterra, do País de Gales e da Irlanda do Norte. Na Escócia a organização do ensino é regida por legislação autónoma. A análise aqui feita centra-se no sistema que se aplica na Inglaterra. No sistema educativo Espanhol a frequência do nível pré-escolar é facultativa e, nos estabelecimentos públicos, gratuita. Compreende dois ciclos: (a) dos 0 aos 3 anos; (b) dos 3 aos 6 anos. No sistema educativo Português a educação pré-escolar é complementar e/ou supletiva da acção educativa da família e de frequência facultativa; Falaremos apenas da educação pré-escolar que se destina às crianças dos 3 aos 6 anos. 6

7 RESULTADOS CONHECIMENTOS/CONTEÚDOS CIENTÍFICOS - Orientações em Inglaterra 3-5 anos Tudo e Nada É sugerido que tudo pode ir ao encontro dos interesses das crianças mas as sugestões são ambíguas e pouco claras (Exemplo. meio ambiente, meio ambiente natural, objectos, acontecimentos e materiais ). 5-7 anos Processos vitais e seres vivos (Homem e plantas verdes como organismos, Classificação, Seres vivos e ambientes) Materiais e suas propriedades (Agrupar materiais; alterar materiais ) Processos físicos (electricidade; forças e movimento; luz e som) Orientações em Espanha 3-6 anos O meio envolvente O seu corpo Os 5 sentidos O tempo atmosférico As estações do ano e adaptações das pessoas, animais e vegetais às mudanças Os seres vivos: animais e plantas (semelhanças e diferenças, características gerais, inter-relações, produtos de origem animal e vegetal) Alimentação e hábitos alimentares Problemas ambientais Saúde e higiene Orientações em Portugal 3-6 anos O meio próximo A descoberta de si mesmo O ambiente natural A física (luz/sombra, luz natural/artificial, ar, água, flutuação, o princípio dos vasos comunicantes) A química A biologia (Os órgãos do corpo humano e seu funcionamento, os animais e plantas características e habitat; alimentação) Meteorologia (O tempo) Geologia (rochas) Geografia (rios, mares ) História (pré-história) Educação ambiental Educação para a saúde 7

8 RESULTADOS CAPACIDADES INVESTIGATIVAS - Orientações em Inglaterra 3-5 anos Resolver problemas 3-7 anos Observar Explorar e investigar Prever Registar Comparar Colocar questões Comunicar e discutir Planear projectos simples/planear tarefas Testar Analisar Pensar criticamente Tomar decisões 5-7 anos Medir Explicar resultados Classificar Tirar conclusões Orientações em Espanha 3-6 anos Não há referência ao trabalho experimental/investigativo Orientações em Portugal 3-6 anos Observar* (naturalmente e com microscópios, lupas, binóculos ) Registar* Comparar* Colocar questões* Explorar e investigar* Discutir ideias diferentes Testar hipóteses Explicar resultados* Colocar problemas 8

9 RESULTADOS ATITUDES - Orientações em Inglaterra 3-5 anos Revelar interesse/ser entusiástico Revelar curiosidade Ouvir diferentes pontos de vista Ser observador/investigador prático 5-7 anos Respeitar (seres vivos e ambiente) Valorizar a ciência Questionar continuamente Orientações em Espanha 3-6 anos Ser autónomo Colaborar Valorizar (o meio natural e a qualidade de vida) Respeitar (a si próprio, os outros e a natureza) Ser cuidadoso Mostrar interesse Mostrar curiosidade Participar activamente na resolução de problemas do meio natural Orientações em Portugal 3-6 anos Reflectir Partilhar Revelar espírito/atitude crítica Respeitar (a si próprio e a natureza) Desejar saber Ser curioso Revelar rigor científico Revelar atitude científica e experimental Questionar 9

10 RESULTADOS NATUREZA DA CIÊNCIA - Orientações em Inglaterra 3-5 anos A ciência é conteúdo e é processo; Actividades práticas (experimentais) parecem ser mais importantes e independentes dos conteúdos. 5-7 anos A ciência é conteúdo e é processo; A ideia de ciência parece ser a de um conjunto de conhecimentos que se obtém sempre através de trabalho experimental e a evolução é feita apenas no sentido Trabalho experimental -» Conhecimento; Orientações em Espanha 3-6 anos A ideia de ciência transmitida parece ser a de um campo de conhecimentos; Não é feita referência aos processos investigativos, às metodologias de trabalho das ciências e às capacidades investigativas. Orientações em Portugal 3-6 anos A ciência é conhecimento e é processo; Revela a ideia (incorrecta) da existência de um método científico - de uma metodologia própria e única das ciências; Sobrevaloriza os processos e considera-os independentes dos conteúdos. 10

11 CONCLUSÕES No currículo inglês (a) É definida/delimitada explicitamente uma área para as ciências; (b) Os conteúdos e as sugestões são, por vezes, um pouco vagos dificultando a compreensão da profundidade e abrangência pretendidas; (c) É feita referência explícita aos processos investigativos, às metodologias de trabalho das ciências e às capacidades investigativas nelas envolvidas. 11

12 CONCLUSÕES No curriculum espanhol (a) Não é definida/delimitada uma área para as ciências. Os temas de ciências estão embebidos/diluídos em várias áreas; (b) Os conteúdos e as sugestões são, por vezes, tão latas e abrangentes que se torna difícil descortinar se sugerem a sua exploração do ponto de vista científico (ex: A propósito da área A convivência com os outros e a descoberta do meio: Observar e explorar o meio social e físico, controlando a sua acção e as consequências que dela derivam; Diferentes tipos de objectos naturais e elaborados presentes no meio; ); (c) São permitidas, aos centros educativos, programações didácticas que adaptem/ampliem os conteúdos das distintas áreas, desde que respeitem o currículo nacional. 12

13 CONCLUSÕES No curriculum português (a) As ciências têm um lugar de destaque, estando inseridas numa área A área do conhecimento do mundo, juntamente com a história e são sugeridos, genericamente, possíveis temas a explorar, porém: (b) Deixa ao critério dos educadores a escolha e a profundidade desses mesmos conteúdos; (c) Considera os processos (e mesmo as atitudes) independentes dos conteúdos; 13

14 CONSIDERAÇÕES FINAIS 1 Os conhecimentos, as atitudes, e particularmente, as capacidades, relacionadas com as ciências, são diferentes de curriculum para curriculum; 2 A ideia de ciência que é transmitida pelos currículos é substancialmente diferente; 3 As ciências estão ausentes de muitos dos currículos de formação de educadores e este aspecto pode dificultar a exploração das ciências de uma forma simples mas intencional, coerente e contínua. 14

15 CONSIDERAÇÕES FINAIS 4 É importante sensibilizar os responsáveis pela elaboração dos currículos e todos aqueles que directa ou indirectamente estão ligados à educação de infância (educadores, formadores de educadores ) para a importância da exploração das ciências desde a mais tenra idade; 5 A selecção de conhecimentos, capacidades, atitudes e a natureza da ciência comuns é importante para a coesão cultural. A adaptação desses conhecimentos, capacidades, atitudes e a natureza da ciência às realidades de cada contexto educativo contribui para a diversidade cultural. 15

16 ESTRUTURA DOS SISTEMAS EDUCACIONAIS 16

17 ESTRUTURA DOS SISTEMAS EDUCACIONAIS 17

18 ESTRUTURA DOS SISTEMAS EDUCACIONAIS 18

1º Ciclo. Competências Gerais do Ensino Básico

1º Ciclo. Competências Gerais do Ensino Básico 1º Ciclo Ao longo do 1º ciclo do Ensino Básico, todos os alunos devem desenvolver as competências gerais do Ensino Básico. Competências Gerais do Ensino Básico 1. Mobilizar saberes culturais, científicos

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS ATIVIDADES AVALIAÇÃO

PLANIFICAÇÃO ANUAL COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS ATIVIDADES AVALIAÇÃO PLANIFICAÇÃO ANUAL COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS ATIVIDADES AVALIAÇÃO. Reconhecer e identificar elementos espáciotemporais que se referem a acontecimentos, factos, marcas da história pessoal e familiar, da história

Leia mais

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Iª JORNADAS IGOT DOS PROFESSORES DE GEOGRAFIA Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Maria Helena Esteves 7 de Setembro de 2013 Apresentação O que é a Educação para a Cidadania Educação

Leia mais

ESCOLA BÁSICA 2, 3 LUÍS DE CAMÕES. PROJETO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS 5º Ano

ESCOLA BÁSICA 2, 3 LUÍS DE CAMÕES. PROJETO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS 5º Ano ESCOLA BÁSICA 2, 3 LUÍS DE CAMÕES ANO LETIVO 2014 / 2015 PROJETO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS 5º Ano DOMÍNIO: A TERRA UM PLANETA ESPECIAL Onde existe vida? O que é a Biosfera? 1 Compreender

Leia mais

Ciências Naturais 6º ano

Ciências Naturais 6º ano Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Escola E.B. 2,3 Dr. António Chora Barroso Ciências Naturais 6º ano Planificação a Longo Prazo 2013/2014 Planificação, finalidades e avaliação Grupo Disciplinar

Leia mais

Centro Social Monsenhor Júlio Martins

Centro Social Monsenhor Júlio Martins Centro Social Monsenhor Júlio Martins Plano Anual de Atividades 2014/2015 Tema do Projeto Educativo: Brincar a Aprender Tema do Projeto Curricular de Turma: Descobrir com as emoções Sala dos 3,4 e 5 anos

Leia mais

DOMÍNIO/SUBDOMÍNIO OBJETIVOS GERAIS DESCRITORES DE DESEMPENHO CONTEÚDOS. 1.1 Indicar três fatores que permitam considerar

DOMÍNIO/SUBDOMÍNIO OBJETIVOS GERAIS DESCRITORES DE DESEMPENHO CONTEÚDOS. 1.1 Indicar três fatores que permitam considerar DISCIPLINA: Ciências Naturais ANO DE ESCOLARIDADE: 5º Ano 2016/2017 METAS CURRICULARES PROGRAMA DOMÍNIO/SUBDOMÍNIO OBJETIVOS GERAIS DESCRITORES DE DESEMPENHO CONTEÚDOS 1º PERÌODO A ÁGUA, O AR, AS ROCHAS

Leia mais

Escola Básica do 1º Ciclo c/ Jardim de Infância do Reguengo

Escola Básica do 1º Ciclo c/ Jardim de Infância do Reguengo Escola Básica do 1º Ciclo c/ Jardim de Infância do Reguengo Actividades Recepção aos novos alunos - Promover a integração dos novos alunos; Início do ano lectivo 15/09/2003 algumas regras de convivência

Leia mais

Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 2º ano

Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 2º ano Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 2º ano Introdução: Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e saberes que foram acumulando ao longo da sua vida, no contacto com o meio que

Leia mais

Conselho de Docentes do 1.º Ano PLANIFICAÇÃO Anual de Estudo do Meio Ano letivo de 2014/2015

Conselho de Docentes do 1.º Ano PLANIFICAÇÃO Anual de Estudo do Meio Ano letivo de 2014/2015 Conselho de Docentes do 1.º Ano PLANIFICAÇÃO Anual de Estudo do Meio Ano letivo de 2014/2015 Temas/Conteúdos Competências Objetivos Avaliação A sua identificação Os seus gostos e preferências Identificar

Leia mais

1.1. Creche Objectivos gerais

1.1. Creche Objectivos gerais 1.1. Creche 1.1.1. Objectivos gerais Os processos de ensino e aprendizagem deverão contribuir nesta primeira etapa da Educação para a Infância, para que as crianças alcancem os seguintes objectivos: -

Leia mais

Ciências Naturais 5º ano

Ciências Naturais 5º ano Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Escola E.B.,3 Dr. António Chora Barroso Ciências Naturais 5º ano Planificação a Longo Prazo 013/014 Planificação, finalidades e avaliação Grupo Disciplinar

Leia mais

2º ciclo 5º ano Planificação Anual CIÊNCIAS NATURAIS CONTEÚDOS E METAS CURRICULARES ANO DOMÍNIOS SUBDOMÍNIOS

2º ciclo 5º ano Planificação Anual CIÊNCIAS NATURAIS CONTEÚDOS E METAS CURRICULARES ANO DOMÍNIOS SUBDOMÍNIOS 5º ANO METAS CURRICULARES Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros 2º ciclo 5º ano Planificação Anual 2015-2016 CIÊNCIAS

Leia mais

PROJETO CURRICULAR DE AEMB - DEPARTAMENTO PRÉ ESCOLAR DEPE 2013/2017

PROJETO CURRICULAR DE AEMB - DEPARTAMENTO PRÉ ESCOLAR DEPE 2013/2017 AEMB - DEPE PROJETO CURRICULAR DE DEPARTAMENTO PRÉ ESCOLAR 2013/2017 O Jardim de Infância é um espaço mágico repleto de cores, sons, onde os grandes aprendem com os pequenos o que é ser realmente grande

Leia mais

Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 3º ano

Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 3º ano Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 3º ano Introdução: Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e saberes que foram acumulando ao longo da sua vida, no contacto com o meio que

Leia mais

Planificação anual - Ciências Naturais 5º Ano

Planificação anual - Ciências Naturais 5º Ano Planificação anual - Ciências Naturais 5º Ano Ano letivo:2014/2015 Domínios e Subdomínios Objetivo Geral Descritores Tempos Letivos (45 ) Domínio 1 A ÁGUA, O AR, AS ROCHAS E O SOLO MATERIAIS TERRESTRES

Leia mais

Agrupamento Escolas José Belchior Viegas - Escola E.B. 2,3 Poeta Bernardo de Passos Ciências Naturais Planificação anual 5ºAno Ano letivo:

Agrupamento Escolas José Belchior Viegas - Escola E.B. 2,3 Poeta Bernardo de Passos Ciências Naturais Planificação anual 5ºAno Ano letivo: Agrupamento Escolas José Belchior Viegas - Escola E.B. 2,3 Poeta Bernardo de Passos Ciências Naturais Planificação anual 5ºAno Ano letivo: 2015-16 Período Conteúdos INTRODUÇÃO Onde existe vida? Primeira

Leia mais

Ano Lectivo 2006/2007 3º Ciclo 7º Ano

Ano Lectivo 2006/2007 3º Ciclo 7º Ano AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação DISCIPLINA DE GEOGRAFIA Ano Lectivo 2006/2007 3º Ciclo 7º Ano Unidade Didáctica Conteúdos Competências Específicas Avaliação A TERRA

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS

ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS Principles and Standards for School Mathematics (2000) Este documento reforça a ênfase dada no anterior documento, da importância e da adequabilidade, às crianças mais

Leia mais

Perfil do Docente 2007/08

Perfil do Docente 2007/08 Perfil do Docente 2007/08 93 PERFIL DO DOCENTE 2009/2010 1 Índice FICHA TÉCNICA Título Perfil do Docente 2009/2010 Autoria Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) Direcção de Serviços

Leia mais

1.º Período 42 aulas. Tempos lectivos previstos. Materiais Recursos. Temas / Conteúdos Competências Específicas Sugestões Metodológicas

1.º Período 42 aulas. Tempos lectivos previstos. Materiais Recursos. Temas / Conteúdos Competências Específicas Sugestões Metodológicas Agrupamento de Escolas À Beira Douro Escola Básica e Secundária À Beira Douro - Medas 1.º Período 42 aulas Unidade 1 - Vida na Terra Introdução - Onde existe Vida? - Primeira abordagem ao conceito de Biosfera.

Leia mais

A ÁGUA, O AR, AS ROCHAS E O SOLO MATERIAIS TERRESTRES

A ÁGUA, O AR, AS ROCHAS E O SOLO MATERIAIS TERRESTRES 2º ciclo 5º ano Planificação Anual 2016-2017 CIÊNCIAS NATURAIS CONTEÚDOS E METAS CURRICULARES METAS CURRICULARES ANO DOMÍNIOS SUBDOMÍNIOS A importância das rochas e do solo na 5º ANO 1. A ÁGUA, O AR, AS

Leia mais

Aprender por projectos

Aprender por projectos Aprender por projectos 77 Páginas da Terra Aprender por projectos Segundo Jacques Delors, as componentes da educação para a cidadania abrangem aprendizagens fundamentais como: aprender a conhecer; aprender

Leia mais

Planificação de Ciências Naturais 5ºano

Planificação de Ciências Naturais 5ºano Planificação de Ciências Naturais 5ºano Ano letivo:2016-2017 Conteúdos/Domínios Objetivos Gerais/Descritores Atividades /Estratégias Recursos Didáticos Calendarização Modalidades e critérios de avaliação

Leia mais

Unidade 1 Os seres vivos e o ambiente

Unidade 1 Os seres vivos e o ambiente UNIDADE 1 OS SERES VIVOS E O AMBIENTE Unidade 1 Os seres vivos e o ambiente Energia Fotossíntese Temperatura Água Solo Sistema Solar O que é um ecossistema? Ecologia Ecossistema Meio abiótico Meio biótico

Leia mais

Modelo Curricular High/Scope

Modelo Curricular High/Scope Modelo Curricular High/Scope Origem e Evolução Década de 60: David Weikart inicia Perry Preschool Project Combate ao Insucesso Escolar Intervenção precoce Escolha do modelo curricular Investigação Década

Leia mais

Metas Curriculares. Ensino Básico. Ciências Naturais

Metas Curriculares. Ensino Básico. Ciências Naturais Metas Curriculares Ensino Básico Ciências Naturais 2013 8.º ANO TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da célula à biodiversidade 1. Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único planeta

Leia mais

Agrupamento Escolas José Belchior Viegas - Escola E.B. 2,3 Poeta Bernardo de Passos. Ciências Naturais Planificação anual 5ºAno Ano letivo:

Agrupamento Escolas José Belchior Viegas - Escola E.B. 2,3 Poeta Bernardo de Passos. Ciências Naturais Planificação anual 5ºAno Ano letivo: Agrupamento Escolas José Belchior Viegas - Escola E.B. 2,3 Poeta Bernardo de Passos Ciências Naturais Planificação anual 5ºAno Ano letivo: 2016-17 / Nº aulas Conteúdos Metas Aulas previstas A importância

Leia mais

Planificação Curricular Anual Ano letivo 2014/2015

Planificação Curricular Anual Ano letivo 2014/2015 Terra, um planeta com vida Sistema Terra: da célula à biodiversidade 1. Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único planeta com vida conhecida no Sistema Solar 1.1. Identificar a posição

Leia mais

Comemoração do Ano do Morcego no 5.º ano

Comemoração do Ano do Morcego no 5.º ano SLIDE 1.1 Comemoração do Ano do Morcego no 5.º ano Comemoração do Ano do Morcego no 5.º ano Atividade que visou: Comemorar o Ano Internacional do Morcego; Conhecer os morcegos e seu habitat; Promover a

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 5.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 5.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 5.º ANO Ano Letivo 2014 2015 PERFIL DO ALUNO No domínio da Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio, o aluno deve ser capaz de: Interpretar as características dos

Leia mais

Agrupamento de Escolas Júlio Dantas

Agrupamento de Escolas Júlio Dantas Agrupamento de Escolas Júlio Dantas Proposta de Oferta Formativa 2016/2017* Largo Prof Egas Moniz, Apartado 302 8601 904 Lagosl Telefone: 282 770 990 Email: info @ aejd.pt http://www.aejd.pt/ * A abertura

Leia mais

Educação Pré-Escolar

Educação Pré-Escolar Educação Pré-Escolar Sendo a primeira etapa na educação básica, as competências gerais para a Educação Pré Escolar constituem um conjunto de princípios para apoiar o Educador de Infância na sua prática,

Leia mais

Curso Vocacional 2º ciclo Planificação Anual

Curso Vocacional 2º ciclo Planificação Anual Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Curso Vocacional 2º ciclo Planificação Anual 2015-2016 CIÊNCIAS NATURAIS METAS

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS/BIOLOGIA/GEOLOGIA DISCIPLINA: BIOLOGIA E GEOLOGIA 10º ANO COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS...

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS/BIOLOGIA/GEOLOGIA DISCIPLINA: BIOLOGIA E GEOLOGIA 10º ANO COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS... ANO LETIVO 206/207 DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS/BIOLOGIA/GEOLOGIA DISCIPLINA: BIOLOGIA E GEOLOGIA 0º ANO COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS... º PERÍODO Competências a desenvolver Conteúdos Aulas previstas I.

Leia mais

SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO

SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO DECRETO-LEI Nº190/1991 DE 17 MAIO DECRETO-LEI Nº300/1997 DE 31 OUTUBRO / PORTARIA Nº 63 / 2001 DE 30 DE JANEIRO A escola e seus actores Agrupamento de Escolas de

Leia mais

Curso Vocacional 2º ciclo Planificação Anual

Curso Vocacional 2º ciclo Planificação Anual Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Curso Vocacional 2º ciclo Planificação Anual 2014-2015 CIÊNCIAS NATURAIS METAS

Leia mais

NATUREZA E SOCIEDADE RCNEI-REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

NATUREZA E SOCIEDADE RCNEI-REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL NATUREZA E SOCIEDADE RCNEI-REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Práticas no eixo Natureza e Sociedade Como você trabalho no eixo Natureza e Sociedade? Quais os materiais você utiliza

Leia mais

Seminário A infância em debate. Uma leitura a partir de Portugal: resposta educativa para as crianças dos 3 aos 6 anos. Salamanca 27 a 30 Abril 2015

Seminário A infância em debate. Uma leitura a partir de Portugal: resposta educativa para as crianças dos 3 aos 6 anos. Salamanca 27 a 30 Abril 2015 Seminário A infância em debate. Uma leitura a partir de Portugal: resposta educativa para as crianças dos 3 aos 6 anos. Salamanca 27 a 30 Abril 2015 Amélia de Jesus Marchão ameliamarchao@esep.pt 1 Objetivo

Leia mais

Tabela comparativa. Aprendizagens Essenciais vs Metas Curriculares INGLÊS, 7.º ANO

Tabela comparativa. Aprendizagens Essenciais vs Metas Curriculares INGLÊS, 7.º ANO Tabela comparativa vs INGLÊS, 7.º ANO / Inglês, 7.º ano Compreensão Oral Compreensão Oral Seguir instruções detalhadas dadas pelo professor (L8.1); identificar o conteúdo principal do que se ouve e vê

Leia mais

Unidade 3 Fluxos de energia e ciclos de matéria

Unidade 3 Fluxos de energia e ciclos de matéria UNIDADE 3 FLUXOS DE ENERGIA E CICLOS DE MATÉRIA Unidade 3 Fluxos de energia e ciclos de matéria específicas para Energia Respiração Fotossíntese Transpiração Herbívoro Omnívoro Carnívoro Matéria orgânica

Leia mais

Escola Básica do 1º Ciclo de Caia e Nave Longa

Escola Básica do 1º Ciclo de Caia e Nave Longa Escola Básica do 1º Ciclo de Caia e Nave Longa Regresso à Escola "Baptismo" Facilitar a integração dos alunos e encarregados 01-09-2004 Alunos dos alunos do 1.ºano de educação na comunidade escolar Quadros

Leia mais

PROJECTO PEDAGÓGICO C.A.T.L INDÍCE

PROJECTO PEDAGÓGICO C.A.T.L INDÍCE PROJECTO PEDAGÓGICO C.A.T.L. 2011-2012 INDÍCE 1. Introdução 2. Organização e Gestão de tempo 3. Fundamentação Teórica 4. Competências Transversais 5. Competências Essenciais 6. Atividades a Desenvolver

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 6.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 6.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS 6.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No domínio da Unidade na diversidade dos seres vivos, o aluno deve ser capaz de: Compreender a importância da classificação dos seres vivos

Leia mais

GUIÃO DE ENTREVISTA ÀS EDUCADORAS DE INFÂNCIA. 1º Momento

GUIÃO DE ENTREVISTA ÀS EDUCADORAS DE INFÂNCIA. 1º Momento 4.1.7. Orientação específica de codificação: Entrevista a educadoras de infância (1º momento) (2001) GUIÃO DE ENTREVISTA ÀS EDUCADORAS DE INFÂNCIA 1º Momento I. Questões sobre a modalidade de prática pedagógica

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011 / Agrupamento de Escolas de Vila Nova de S. Bento

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011 / Agrupamento de Escolas de Vila Nova de S. Bento CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011 / 2012 PRÉ-ESCOLAR Pontualidade / Assiduidade Autonomia / Independência Iniciativa Interacção com os adultos, com os pares e com o grupo Empenhamento em acabar as tarefas /

Leia mais

Fundamentos Pedagógicos e Estrutura Geral da BNCC. BNCC: Versão 3 Brasília, 26/01/2017

Fundamentos Pedagógicos e Estrutura Geral da BNCC. BNCC: Versão 3 Brasília, 26/01/2017 Fundamentos Pedagógicos e Estrutura Geral da BNCC BNCC: Versão 3 Brasília, 26/01/2017 1 INTRODUÇÃO 1.3. Os fundamentos pedagógicos da BNCC Compromisso com a formação e o desenvolvimento humano global (dimensões

Leia mais

PLANO DE MELHORIA

PLANO DE MELHORIA PLANO DE MELHORIA 2013 2015 1 - Introdução Entende-se por Plano de Melhoria da Escola um conjunto de procedimentos e estratégias organizadas e implementadas com o objetivo de promover a melhoria dos processos

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL PRÉ-ESCOLAR

PLANIFICAÇÃO ANUAL PRÉ-ESCOLAR PLANIFICAÇÃO ANUAL DO PRÉ-ESCOLAR Introdução A planificação de actividades nasce da intencionalidade educativa do trabalho do educador. Planear actividades não pode ser confundido com uma grelha, preenchida

Leia mais

Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo. 1º Ciclo do Ensino Básico

Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo. 1º Ciclo do Ensino Básico Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo 1º Ciclo do Ensino Básico Ano lectivo 2009/2010 1 I. Introdução De acordo com a legislação em vigor (Portaria 72/2006 de 24 de Agosto), a avaliação deverá incidir

Leia mais

Domínios Conteúdos Objetivos Cotação

Domínios Conteúdos Objetivos Cotação Agrupamento de Escolas de Samora Correia INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA CIÊNCIAS NATURAIS 2016 Prova 02 2ºCiclo do Ensino Básico - 6º ano (Decreto-Lei n.º 17/2016 de 4 de abril e Despacho

Leia mais

ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 CIÊNCIAS NATURAIS (2º ciclo)

ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 CIÊNCIAS NATURAIS (2º ciclo) (2º ciclo) 5º ano Compreender a como um planeta especial. Compreender que o solo é um material terrestre de suporte de vida. Compreender a importância das rochas e dos minerais. Compreender a importância

Leia mais

MOVIMENTO DA ESCOLA MODERNA

MOVIMENTO DA ESCOLA MODERNA e-mail: mem@mail.telepac.pt Índice ordinal (2005-2011) (2005) Niza, S. (2005). Editorial. Escola Moderna, 23 (5), 3-4. Mata Pereira, M. (2005). O Currículo por Competências: A construção de um instrumento

Leia mais

Colégio Valsassina. Modelo pedagógico do jardim de infância

Colégio Valsassina. Modelo pedagógico do jardim de infância Colégio Valsassina Modelo pedagógico do jardim de infância Educação emocional Aprendizagem pela experimentação Educação para a ciência Fatores múltiplos da inteligência Plano anual de expressão plástica

Leia mais

Matemática para todos: questões das salas de aula multiculturais

Matemática para todos: questões das salas de aula multiculturais Matemática para todos: questões das salas de aula multiculturais Darlinda Moreira Universidade Aberta ProfMat-2003 Santarém A complexidade da realidade social O mundo foi sempre multicultural, sempre coexistiram

Leia mais

Planificação Anual Estudo do Meio 1º ano Departamento 1.º Ciclo

Planificação Anual Estudo do Meio 1º ano Departamento 1.º Ciclo Domínios Objetivos Descritores de Desempenho À DESCOBERTA DE SI MESMO À DESCOBERTA DOS OUTROS E DAS INSTITUIÇÕES Conhecer a sua identificação; Conhecer o seu nome e endereço; Conhecer o seu sexo e a sua

Leia mais

Avaliação na primeira infância: Informação para os pais

Avaliação na primeira infância: Informação para os pais Avaliação na primeira infância: Informação para os pais 1 Síntese O quê e porquê Envolvimento dos pais Comparação entre a avaliação na primeira infância e a avaliação K-12 (do jardim de infância ao 12º

Leia mais

Informação Prova de equivalência à frequência

Informação Prova de equivalência à frequência Informação Prova de equivalência à frequência 2.º Ciclo do Ensino Básico 1ª e 2ª fases Ano Letivo 2013/2014 Disciplina: Ciências Naturais Duração: 90 minutos Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho 1-

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2012/2013. Disciplina: Infra-Estruturas Básicas e Paisagísticas de Jardins

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2012/2013. Disciplina: Infra-Estruturas Básicas e Paisagísticas de Jardins PLANIFICAÇÃO ANUAL 2012/2013 CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO JARDINAGEM E ESPAÇOS VERDES Disciplina: Infra-Estruturas Básicas e Paisagísticas de Jardins Lucas Afonso Clara Escola sede do Agrupamento Página

Leia mais

Promoção da articulação curricular entre ciclos e da sequencialidade / transversalidade de conteúdos

Promoção da articulação curricular entre ciclos e da sequencialidade / transversalidade de conteúdos BIBLIOTECA ESCOLAR PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES 2008/2009 ÁREAS DE INTERVENÇÃO (projecto educativo): Ligação da escola à comunidade Prevenção do risco de abandono e insucesso escolar Promoção da articulação

Leia mais

ÁREAS OBJETIVOS ATIVIDADES

ÁREAS OBJETIVOS ATIVIDADES Ano lectivo 2015/2016 Departamento de Educação Pré-escolar PLANIFICAÇÃO 3º PERÍODO 3 e 4 ANOS ÁREAS OBJETIVOS ATIVIDADES - Atividades na sala e no exterior; - Pequenos registos individuais e coletivos;

Leia mais

Mestrado em Educação Área de Especialização: Didáctica da Matemática Metodologia da Investigação I. A Entrevista

Mestrado em Educação Área de Especialização: Didáctica da Matemática Metodologia da Investigação I. A Entrevista Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Departamento de Educação Mestrado em Educação Área de Especialização: Didáctica da Matemática Metodologia da Investigação I A Entrevista Cristina Costa Guida

Leia mais

2º Ciclo do Ensino Básico 2ª FASE

2º Ciclo do Ensino Básico 2ª FASE ESCOLA BÁSICA 2,3 PROFESSOR JOÃO FERNANDES PRATAS Matriz do Exame de Equivalência à Frequência _2010_/_2011_ Disciplina Ciências da Natureza Duração da prova - _90_minutos 2º Ciclo do Ensino Básico 2ª

Leia mais

Educar em creche que cidadão aos 3 anos de idade?

Educar em creche que cidadão aos 3 anos de idade? Educar em creche que cidadão aos 3 anos de idade? Gabriela Portugal Departamento de Educação, Universidade de Aveiro gabriela.portugal@ua.pt Sumário 1. Importância de orientações pedagógicas para a creche

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL: UM CAMPO A INVESTIGAR. Leila Nogueira Teixeira, Msc. Ensino de Ciências na Amazônia Especialista em Educação Infantil

EDUCAÇÃO INFANTIL: UM CAMPO A INVESTIGAR. Leila Nogueira Teixeira, Msc. Ensino de Ciências na Amazônia Especialista em Educação Infantil EDUCAÇÃO INFANTIL: UM CAMPO A INVESTIGAR Leila Nogueira Teixeira, Msc. Ensino de Ciências na Amazônia Especialista em Educação Infantil Quem são as crianças? Únicas, possuem saberes, desejos, interesses,

Leia mais

GUIÃO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO

GUIÃO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO GUIÃO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO Após a aprovação no último Conselho Pedagógico de 13 de Outubro de 2010, das líneas orientadoras para a definição das opções estratégicas do

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Índice. Título Perfil do Docente 2010/2011

FICHA TÉCNICA. Índice. Título Perfil do Docente 2010/2011 Índice FICHA TÉCNICA Título Perfil do Docente 2010/2011 Autoria Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) Direção de Serviços de Estatísticas da Educação (DSEE) Divisão de Estatísticas

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO SETOR DE COORDENAÇÃO E SUPERVISÃO PEDAGÓGICA ANO LETIVO DE 2017 2018 PORTUGUÊS

Leia mais

O trabalho de projecto e a relação dos alunos com a Matemática

O trabalho de projecto e a relação dos alunos com a Matemática O trabalho de projecto e a relação dos alunos com a Matemática A experiência do Projecto MAT 789 Paulo Abrantes 1994 Mestrado em Educação - Didáctica da Matemática - 2005/2007 Desenvolvimento Curricular

Leia mais

BIODIVERSIDADE. Paula Cristina Silva. Fórum Eco-Escolas, 9 de Setembro de 2009, Abrantes. QUEROVENTO Serviços em Ambiente, Lda.

BIODIVERSIDADE. Paula Cristina Silva. Fórum Eco-Escolas, 9 de Setembro de 2009, Abrantes. QUEROVENTO Serviços em Ambiente, Lda. Paula Cristina Silva 1. Biodiversidade 2. Vegetação Exótica Invasora Diversidade Biológica Diversidade genética Diversidade de espécies Diversidade de ecossistemas A espécie humana depende da biodiversidade

Leia mais

Articulação Curricular - 1º e 2º Ciclos. Ano Lectivo 2010/2011. Competências Gerais REGRAS E CRITÉRIOS DE ACTUAÇÃO

Articulação Curricular - 1º e 2º Ciclos. Ano Lectivo 2010/2011. Competências Gerais REGRAS E CRITÉRIOS DE ACTUAÇÃO Agrupamento Escolas D. Dinis Escola Básica 2º e 3º Ciclos dos Pombais Articulação Curricular - 1º e 2º Ciclos Ano Lectivo 2010/2011 Competências Gerais - Estabelecer regras e critérios de actuação; - Respeitar

Leia mais

Competências gerais. Princípios e valores orientadores do currículo. Competências gerais

Competências gerais. Princípios e valores orientadores do currículo. Competências gerais Currículo Nacional do Ensino Básico Competências Essenciais Competências gerais Princípios e valores orientadores do currículo A clarificação das competências a alcançar no final da educação básica toma

Leia mais

UNIVERSIDADE DO MINHO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CALENDÁRIOS DE EXAMES

UNIVERSIDADE DO MINHO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CALENDÁRIOS DE EXAMES UNIVERSIDADE DO MINHO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CALENDÁRIOS DE EXAMES ANO LETIVO 2016/2017 ÉPOCA ESPECIAL Calendário de Exames da Época Especial 1º semestre Ano Letivo 2016/2017 DATA: De 17 a 29 de julho de

Leia mais

7 de julho de 2016 Número 118

7 de julho de 2016 Número 118 7 de julho de 2016 7 SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO Despacho n.º 282/2016 O calendário de atividades educativas e escolares constitui um elemento indispensável à organização e planificação do ano escolar,

Leia mais

Plano Anual de Atividades 2014/2015 CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE SÃO PEDRO DE LOUSA

Plano Anual de Atividades 2014/2015 CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE SÃO PEDRO DE LOUSA CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE SÃO PEDRO DE LOUSA Mês Temas/conteúdos Atividades Objetivos gerais Intervenientes Espaço -Início do Ano Escolar; -Recepção dos Alunos. - Atividades de grupo; -Acolhimento e receção

Leia mais

ÍNDICE GERAL. Página INTRODUÇÃO 14 CAPÍTULO I TERCEIRA IDADE: UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL Problematização do conceito de terceira idade 24

ÍNDICE GERAL. Página INTRODUÇÃO 14 CAPÍTULO I TERCEIRA IDADE: UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL Problematização do conceito de terceira idade 24 ÍNDICE GERAL Página INTRODUÇÃO 14 CAPÍTULO I TERCEIRA IDADE: UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL 23 1. Problematização do conceito de terceira idade 24 2. Transformações objectivas conducentes à construção social da

Leia mais

aprendizagem/estrat égias - Experiência com o doce, o amargo e o salgado; - Levar para casa um menino/a de pano para os vestir com roupas adequadas;

aprendizagem/estrat égias - Experiência com o doce, o amargo e o salgado; - Levar para casa um menino/a de pano para os vestir com roupas adequadas; Anexo IX Plano Anual de atividades Identificação da Instituição: Externato Marista de Lisboa Educadora Cooperante: Educadora B. P. Nº de Crianças: 25 Idades: 5 Anos Planificação Curricular Anual Identificação

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. JOÃO V ESCOLA SECUNDÁRIA c/ 2º e 3º CICLOS D. JOÃO V

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. JOÃO V ESCOLA SECUNDÁRIA c/ 2º e 3º CICLOS D. JOÃO V Informações aos Encarregados de Educação do trabalho a realizar no: 5º Ano Ciências Naturais Ano Letivo 2015/2016 1. Aulas previstas: Aulas (*) 5º1ª 5º2ª 5º3ª 5º4ª 1º Período: 21 de Setembro - 17 de Dezembro

Leia mais

Metas de Aprendizagem 1º período (16 de setembro a 17 de dezembro)

Metas de Aprendizagem 1º período (16 de setembro a 17 de dezembro) Pedrógão Grande ESCOLA E B 2,3/S MIGUEL LEITÃO DE ANDRADA - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDRÓGÃO GRANDE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS e TECNOLOGIAS 2015/2016 PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS 5ºANO, 2º

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Planificação anual de Estudo do Meio 2.º ano Ano letivo: 2016/2017 Departamento do 1º Ciclo do Ensino Básico Objetivos Gerais 1 Estruturar o conhecimento de si próprio, desenvolvendo

Leia mais

UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO (UAN) REITORIA CENTRO de ESTUDOS de APOIO à FORMAÇÃO, INVESTIGAÇÃO e EXTENSÃO

UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO (UAN) REITORIA CENTRO de ESTUDOS de APOIO à FORMAÇÃO, INVESTIGAÇÃO e EXTENSÃO UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO (UAN) REITORIA CENTRO de ESTUDOS de APOIO à FORMAÇÃO, INVESTIGAÇÃO e EXTENSÃO CEAFIE TEMA: Algumas Reflexões em Torno da Cooperação na Área de Investigação Científica Projecto

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO APRENDIZAGENS ESPECÍFICAS CIÊNCIAS NATURAIS 5.º A N O. Ano Letivo: 2017 / 2018 AVALIAÇÃO. Ponderação % Instrumentos

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO APRENDIZAGENS ESPECÍFICAS CIÊNCIAS NATURAIS 5.º A N O. Ano Letivo: 2017 / 2018 AVALIAÇÃO. Ponderação % Instrumentos Ano Letivo: 017 / 018 CRITÉRIOS DE PERFIL DE.º A N O Domínios/Temas/Unidades A água, o ar, as rochas e o solo materiais terrestres Diversidade de e suas interações com o meio Compreender a como um planeta

Leia mais

Sala: 24 aos 36 meses - Sala de 2 ano (2) Educadora: Sofia Rodrigues

Sala: 24 aos 36 meses - Sala de 2 ano (2) Educadora: Sofia Rodrigues Sala: 24 aos 36 meses - Sala de 2 ano (2) Educadora: Sofia Rodrigues SETEMBRO A minha Escola Conhecer a sala Vamos conhecer o outro Conhecer os diferentes espaços da instituição, regras da sala e da escola

Leia mais

Departamento Curricular de Línguas

Departamento Curricular de Línguas Escola Básica Integrada c/ji Fialho de Almeida- Cuba Departamento Curricular de Línguas Ano Lectivo de 2007/2008 Critérios de avaliação Em reunião de Departamento Curricular de Línguas e de acordo com

Leia mais

Rota de Aprendizagem 2015/16 8.º Ano

Rota de Aprendizagem 2015/16 8.º Ano Projeto 1 Condições que permitem a vida na Terra Ciências Naturais Compreender o ambiente! Tempo Previsto: 1 quinzena 1.ª Fase: Posição da Terra no Sistema Solar 2.ª Fase: Condições da Terra que permitem

Leia mais

CRECHE. Educadora Responsável. Cristiana Andias. 24 aos 36 meses sala A A CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROJECTO PEDAGÓGICO

CRECHE. Educadora Responsável. Cristiana Andias. 24 aos 36 meses sala A A CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROJECTO PEDAGÓGICO Educadora Responsável Cristiana Andias A CONTEXTUALIZAÇÃO DO 24 aos 36 meses sala A A Creche constitui uma das primeiras experiências da criança num sistema organizado, exterior ao seu circulo familiar,

Leia mais

Tema: Ecossistemas Marinhos. Conteúdo explorado: Diversidade nos animais Classificação dos seres vivos. Data: de 24 de Abril a 22 de Maio de 2012

Tema: Ecossistemas Marinhos. Conteúdo explorado: Diversidade nos animais Classificação dos seres vivos. Data: de 24 de Abril a 22 de Maio de 2012 SLIDE 1 - Tema / Conteúdo(s) explorado(s) Data (atividades) Nº sessões Tema: Ecossistemas Marinhos Conteúdo explorado: Diversidade nos animais Classificação dos seres vivos Data: de 24 de Abril a 22 de

Leia mais

- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA CIÊNCIAS NATURAIS

- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA CIÊNCIAS NATURAIS Informação - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA CIÊNCIAS NATURAIS 2016 Prova 02 Escrita ------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 2.º

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Motricidade Humana 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

Regulamento do Curso de Mestrado em Educação 1

Regulamento do Curso de Mestrado em Educação 1 Regulamento do Curso de Mestrado em Educação 1 A. Condições de matrícula e inscrição Os candidatos à frequência do curso de mestrado que tenham sido seleccionados deverão formalizar a matrícula e a inscrição,

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DIÁRIA 11/01/2011

PLANIFICAÇÃO DIÁRIA 11/01/2011 INSTITUIÇÃO FORMADORA: ISEC CURSO: Mestrado de Qualificação para a Docência em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º ciclo do ensino Básico PLANIFICAÇÃO DIÁRIA 11/01/2011 INSTITUIÇÃO DE INTERVENÇÃO: Jardim

Leia mais

100 Limites. Orientadora do projecto : Professora Paula Correia. São Brás de Alportel. Trabalho apresentado junto do Concelho Executivo

100 Limites. Orientadora do projecto : Professora Paula Correia. São Brás de Alportel. Trabalho apresentado junto do Concelho Executivo 1 A Rádio R Escola 100 Limites Orientadora do projecto : Professora Paula Correia Trabalho apresentado junto do Concelho Executivo São Brás de Alportel 2 RESUMO Esta proposta de Modelo de Gestão e de Avaliação

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CARVALHOS Planificação 2ºPeríodo GR Disciplina Física 12.ºAno

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CARVALHOS Planificação 2ºPeríodo GR Disciplina Física 12.ºAno AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CARVALHOS Planificação ºPeríodo GR 510 - Disciplina Física 1.ºAno GERAIS TERMOS/ Turma A e B Nº aulas / período 7 0 17 NÚMERO DE UnidadeI (continuação) 5- Gravitação computacionais

Leia mais

UNIVERSIDADE DO MINHO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CALENDÁRIOS DE EXAMES

UNIVERSIDADE DO MINHO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CALENDÁRIOS DE EXAMES UNIVERSIDADE DO MINHO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CALENDÁRIOS DE EXAMES ANO LETIVO 2016/2017 1º Semestre Calendário de Exames do 1º Semestre - Ano Letivo 2016/2017 DATA: De 23 de jan. a 04 de fev. 2017 CURSO:

Leia mais

Planificação Anual Atividade Física e Desportiva. "O rigor e a alegria de Brincar combinam?".

Planificação Anual Atividade Física e Desportiva. O rigor e a alegria de Brincar combinam?. Planificação Anual Atividade Física e Desportiva "O rigor e a alegria de Brincar combinam?". As brincadeiras permitem às crianças identificar, classificar, agrupar, ordenar, seriar, simbolizar, combinar

Leia mais

Centro de Assistência Paroquial de Caria Jardim de Infância Girassol Creche

Centro de Assistência Paroquial de Caria Jardim de Infância Girassol Creche Centro de Assistência Paroquial de Caria Jardim de Infância Girassol Creche Plano Anual de Atividades Cresço e Aprendo com os Contos Ano Letivo 2015/2016 Educadora Sofia Pires Introduçã o O Plano Anual

Leia mais

CARTA DOS DIREITOS E DEVERES COMUNIDADE EDUCATIVA

CARTA DOS DIREITOS E DEVERES COMUNIDADE EDUCATIVA MMA CARTA DOS DIREITOS E DEVERES CENTRO SOCIAL NOSSA SENHORA DO AMPARO Aprovado em Reunião de Direção a 07 /01 /2014 INTRODUÇÃO O CSNSA focaliza todo o seu trabalho no cliente, individualizando e personalizando

Leia mais

BICHO-DA-SEDA E DA SEDA

BICHO-DA-SEDA E DA SEDA BICHO-DA-SEDA E DA SEDA O QUE JÁ SEI SOBRE A SEDA A seda é macia e brilhante. A seda é produzida pelo bicho-da-seda. Os casulos do bicho-da-seda são constituídos por fios de seda. ( ) O QUE QUERO SABER

Leia mais

Planificação anual da Educação Préescolar

Planificação anual da Educação Préescolar Planificação anual da Educação Préescolar Ano letivo 2015/2016 Introdução A planificação de atividades nasce da intencionalidade educativa do trabalho do educador. Planear atividades não pode ser confundido

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO /16 Ensino Básico. 1 Insuficiente 20% a 49% Insuficiente 2 50% a 55% Suficiente Menos 56% a 69% Suficiente

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO /16 Ensino Básico. 1 Insuficiente 20% a 49% Insuficiente 2 50% a 55% Suficiente Menos 56% a 69% Suficiente CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO - 2015/16 Ensino Básico Os procedimentos gerais a observar na avaliação dos alunos do ensino básico encontram-se regulamentados na seguinte legislação em vigor: Decreto-lei

Leia mais