HERBICIDAS. Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho. DEAGRO CAV/UDESC

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "HERBICIDAS. Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho. DEAGRO CAV/UDESC"

Transcrição

1 BMPDA54 Biologia e Manejo de Plantas Daninhas HERBICIDAS Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho DEAGRO CAV/UDESC

2 Dinâmica de Herbicidas Dinâmica ambiental = conjunto de processos físicos, químicos e biológicos que ocorre com os herbicidas antes de entrarem em contato com as plantas-alvo (ou ainda após retornarem ao ambiente depois da morte da planta) Dinâmica fisiológica = conjunto de processos bioquímicos e fisiológicos que ocorre com os herbicidas após penetrarem na planta

3

4 Dinâmica Ambiental Processos de transporte Processos de transformação Processos de retenção

5 DERIVA FOTÓLISE FOTÓLISE ABSORÇÃO PELAS PLANTAS BIODEGRADAÇÃO VOLATILIZAÇÃO ESCORRIMENTO SUPERFICIAL ABSORÇÃO PELAS PLANTAS Adsorção HIDRÓLISE PRECIPITAÇÃO DEGRADAÇÃO QUÍMICA LIXIVIAÇÃO HIDRÓLISE Corpo hídrico Fase sólida SORÇÃO Dessorção Fase líquida ESCORRIMENTO SUB-SUPERFICIAL Solo Lençol freático

6 Propriedades Físico-Químicas Solubilidade em água (S) Pressão de vapor (PV) Constante da Lei de Henry (K H ) Constante de dissociação (pka) Coeficiente de partição octanol/água (P ou Kow) Constantes de sorção no solo (Kd) ou em carbono orgânico (Koc) Índice de potencial de lixiviação (GUS)

7 Propriedades Físico-Químicas Tempo de meia vida (T 1/2 ) - Tempo de meia vida por hidrólise - Tempo de meia vida por fotólise - Tempo de meia vida no solo - Tempo de meia vida na planta

8 Solubilidade em água (S) Abundância do herbicida na fase aquosa, quando a solução está em equilíbrio com o composto puro em seu estado de agregação a temperatura (25 o C) e pressão (1 atm) específicas (Schwarzenbach et al., 1993) S = M sat / V água M sat = fração molar de solubilidade do herbicida na forma líquida ou sólida V água = volume molar da água = 0,018

9 Solubilidade em água (S) Indica a afinidade do herbicida pela água Solubilidade em água (mg/l) Intensidade =< 50 Baixa > 50 e <= 500 Moderada > 500 Alta University of Hertfordshire (2013)

10 Solubilidade em água (S) Solubilidade em água (mg/l) Herbicida =< 50 atrazine, pendimethalin > 50 e <= 500 ametryn, fomesafen > 500 acifluorfen, glyphosate

11 Pressão de vapor (PV) A pressão do estado de vapor do herbicida em equilíbrio com sua fase condensada, seja ela líquida ou sólida (Schwarzenbach et al., 1993) ln(pv) = A B / (T + C) A, B e C são constantes para cada herbicida T = temperatura em Kelvin

12 Pressão de vapor (PV) Indica a capacidade do herbicida alterar o estado físico para vapor Pressão de vapor (mpa) Intensidade < 1x10-6 Baixa =< 1x10-4 e >= 1x10-6 Moderada > 1x10-4 Alta University of Hertfordshire (2013)

13 Pressão de vapor (PV) Pressão de vapor (mpa) Herbicida < 1x10-6 glyphosate, MCPA =< 1x10-4 e >= 1x10-6 fluazifop, metribuzin > 1x10-4 2,4-D, trifluralin

14 Constante de Henry (K H ) Representa a razão em que há divisão do volume de moléculas do herbicida, determinando a compatibilidade relativa do composto para cada meio até o equilíbrio entre vapor e a fase de solução (Schwarzenbach et al., 1993) K H = PV / S PV = pressão de vapor do herbicida S = solubilidade do herbicida em água

15 Constante de Henry (K H ) Indica a capacidade do herbicida volatilizar Constante de Henry (Pa.m 3 /mol) Intensidade < 2,5x10-7 Não-volátil =< 2,5x10-5 e >= 2,5x10-7 Moderadamente volátil > 2,5x10-5 Volátil University of Hertfordshire (2013)

16 Constante de Henry (K H ) Constante de Henry (Pa.m 3 /mol) Herbicida < 2,5x10-7 glufosinate, glyphosate =< 2,5x10-5 e >= 2,5x10-7 linuron, oxyfluorfen > 2,5x10-5 pendimethalin, trifluralin

17 Constante de dissociação (pka) Potencial de dissociação de um herbicida ácido ou básico, em meio líquido, em relação ao ph do meio (Schwarzenbach et al., 1993) pka = ph log([a - ] / [AH]) pka = ph log([b + ] / [BOH]) ph = potencial hidrogeniônico do meio A - = herbicida ácido na forma dissociada AH = herbicida ácido na forma molecular B + = herbicida básico na forma dissociada BOH = herbicida básico na forma molecular

18 Constante de dissociação (pka) University of Hertfordshire (2013) Indica a capacidade do herbicida formar íons em solução Constante de dissociação (pka) Ácido Intensidade Baixa (< 3,0) Ácido forte Alta Média (=> 3,0 e <= 9,0) Ácido fraco Moderada Alta (> 9,0) Ácido muito fraco Baixa Constante de dissociação (pka) Base Intensidade Baixa (< 3,0) Base muito fraca Baixa Média (=> 3,0 e <= 9,0) Base fraca Moderada Alta (> 9,0) Base forte Alta

19 Constante de dissociação (pka) Constante de dissociação (pka) Herbicidas Ácidos Baixa (< 3,0) glufosinate, glyphosate Média (=> 3,0 e <= 9,0) ioxynil, mesotrione Alta (> 9,0) oryzalin, ametryn Constante de dissociação (pka) Herbicida Básicos Baixa (< 3,0) atrazine, hexazinona Média (=> 3,0 e <= 9,0)? Alta (> 9,0)? Herbicidas não-ionizáveis flumioxazin, linuron metamitron, molinate oxyfluorfen, thiobencarb Herbicidas catiônicos diquat e paraquat

20 Partição octanol/água (P ou Kow) Coeficiente que gera estimativa direta da hidrofobicidade ou da tendência de partição do herbicida de um meio aquoso para um meio orgânico (Mackay et al., 1997) P = [C octanol ] / [C água ] C octanol = concentração do herbicida dissolvido em octanol C água = concentração do herbicida dissolvido em água

21 Partição octanol/água (P ou Kow) Indica a capacidade de bioacumulação do herbicida ou, indiretamente, a lipofilicidade log kow ou log P Intensidade < 2,7 Baixa bioacumulação => 2,7 e <= 3,0 Moderada bioacumulação > 3,0 Alta bioacumulação log kow ou log P University of Hertfordshire (2013) Intensidade < 1,0 Baixa lipofilicidade => 1,0 e <= 2,5 Adequada lipofilicidade > 2,5 Alta lipofilicidade

22 Partição octanol/água (P ou Kow) log kow (Lipofilicidade) Herbicida < 1,0 glyphosate, mesotrione => 1,0 e <= 2,5 metsulfuron, tebuthiuron > 2,5 metolachlor, pendimethalin

23 Constante de sorção no solo (Kd) Coeficiente que gera estimativa da tendência de partição do herbicida da fase líquida para a fase sólida do solo (Schwarzenbach et al., 1993) Kd = [C fs ] / [C fl ] C fs = concentração do herbicida na fase sólida do solo C fl = concentração do herbicida na fase líquida do solo

24 Constante de sorção em CO (Koc) Coeficiente que gera estimativa da tendência de partição do herbicida da fase líquida para a matéria orgânica do solo (Schwarzenbach et al., 1993) Koc = [C fo ] / [C fl ] = Kd x 100 / f oc C fo = concentração do herbicida na fase orgânica do solo C fl = concentração do herbicida na fase líquida do solo f oc = fator que indica a fração orgânica do solo em porcentagem

25 Constante de sorção em CO (Koc) Indica a afinidade do herbicida pela matéria orgânica do solo (ou sua mobilidade no solo) Koc (ml/g) Intensidade Mobilidade < 15 Muito baixa Muito móvel => 15 e <= 75 Baixa Móvel > 75 e <= 500 Moderada Moderadamente móvel > 500 e <= Alta Pouco móvel > Muito alta Imóvel University of Hertfordshire (2013)

26 Constante de sorção em CO (Koc) Koc (ml/g) Herbicida < 15? => 15 e <= 75 penoxsulam, sulfentrazone > 75 e <= 500 atrazine, mesotrione > 500 e <= carfentrazone, glyphosate > paraquat, pendimethalin

27 Tempo de meia vida (T 1/2 ) Intervalo de tempo para que 50% da massa de moléculas do herbicida seja degradado (Schwarzenbach et al., 1993) - solo: persistência de herbicidas no solo / intervalo de plantio de culturas sensíveis / poluição ambiental - planta: persistência de herbicidas na planta / intervalo de segurança / intoxicação T 1/2 solo = ln (2) / k K = concentração do herbicida

28 Tempo de meia vida (T 1/2 ) Indica o potencial de persistência (carryover) do herbicida no solo Tempo de meia vida (dias) Intensidade <= 30 Não-persistente > 30 e <= 100 Moderadamente persistente > 100 e <= 365 Persistente University of Hertfordshire (2013) > 365 Muito persistente

29 Tempo de meia vida (T 1/2 ) Tempo de meia vida (dias) <= 30 Herbicida alachlor, glyphosate, metribuzin > 30 e <= 100 ametryn, atrazine, chlorimuron > 100 e <= 365 > 365 acifluorfen, imazethapyr, pendimethalin, trifluralin paraquat, oxadiazon, sulfentrazone, tebuthiuron

30 Índice de lixiviação (GUS) Groundwater Ubiquity Score (GUS) (Gustafson, 1989) GUS = log(t 1/2 solo ) x (4 log(koc)) T f/2 = tempo de meia vida do herbicida no solo Koc = constante de sorção em carbono orgânico do solo

31 Índice de lixiviação (GUS) University of Hertfordshire (2013) Indica o potencial de lixiviação do herbicida Índice GUS Intensidade > 2,8 Alta lixiviação =< 2,8 e >=1,8 Moderada lixiviação < 1,8 Baixa lixiviação

32 Índice de lixiviação (GUS) Índice GUS Herbicida > 2.8 atrazine, mesotrione =< 2,8 e >=1,8 diuron, s-metolachlor < 1,8 glyphosate, paraquat

33 Processos de transporte Deriva Volatilização Escorrimento superficial (run-off) Escorrimento subsuperficial Lixiviação

34 Deriva

35 Deriva

36 Deriva

37 Deriva Condições ambientais: - Vento (> 8 km/h) - Temperatura alta (> 25 o C) - Umidade relativa do ar baixa (< 50%)

38 Deriva Propriedades do herbicida (formulação): - Pressão de vapor alta (> 10-6 mpa) - Solubilidade em água baixa (< 50 mg/l) - Constante de Henry baixa (> 2,5x10-5 Pa.m3/mol)

39 Deriva Tecnologia de aplicação: - Velocidade do trator (> 8 km/h / > 20 km/h) - Posicionamento da barra muito alto (> 50 cm) - Tipo de ponta (DMV < 250 µm amarela, laranja e vermelha) - Gotas pequenas (< 100 µm) - Pressão de trabalho muito alta (> 60 psi) - Volume de calda (< 100 L/ha)

40 Volatilização Condições ambientais: - Temperatura alta (> 25 o C) - Umidade relativa do ar baixa (< 50%) - Vento = deriva (> 8 km/h)

41 Volatilização Propriedades do herbicida (formulação): - Pressão de vapor alta (> 10-6 mpa) - Solubilidade em água baixa (< 50 mg/l) - Constante de Henry baixa (> 2,5x10-5 Pa.m3/mol)

42 Volatilização Relação direta com deriva DERIVA VOLATILIZAÇÃO

43 Escorrimento Superficial (Run-Off) Fatores: Chuva Umidade do solo Textura do solo Estruturação do solo Afinidade do herbicida no solo Persistência do herbicida no solo

44 Escorrimento Sub-Superficial Fatores: Umidade do solo Textura e estruturação do solo Capacidade de dissociação no solo Mobilidade do herbicida no solo Persistência do herbicida no solo Profundidade no solo

45 Lixiviação Profundidade no solo Fatores: Umidade do solo Textura e estruturação do solo Capacidade de dissociação no solo Mobilidade/afinidade do herbicida no solo Persistência do herbicida no solo

46 Comportamento de um herbicida ácido pka = 2,8

47 Comportamento de um herbicida básico pka = 1,7 Atrazine (forma molecular)

48 Processos de transformação Processos de degradação por: Luz (fotólise) Água (hidrólise) Microorganismos (biodegradação)

49 Fotólise

50 Hidrólise

51 Biodegradação Detoxificação: transformação a compostos menos tóxicos ou não-tóxicos (oxirredução e hidrólise) Conjugação: formação de complexos com metabólitos não-tóxicos dos microorganismos

52 Fases da degradação microbiana I fase de choque = diminuição acentuada da população de microorganismos II fase de adaptação = desenvolvimento de estirpes adaptadas III fase de recuperação = decomposição e aproveitamento de parte das moléculas do herbicida como fonte de energia

53 Degradação microbiana do glyphosate

54 Processos de retenção Absorção pelas plantas Precipitação [ligações de coordenação (ligações covalentes de alta força) e protonação] Adsorção (formação de camadas moleculares na superfície de uma partícula do solo)

55 Adsorção Forças de Van der Waals (muito fraca) e outras forças físicas Pontes de hidrogênio com MO (muito fraca) Ligações hidrofóbicas com MO (herbicidas apolares e não-iônicos) Ligações eletrostáticas em solos pouco intemperizados

56 Adsorção Fatores que influenciam: - Propriedades do solo (textura, mineralogia, MO, ph e umidade) - Propriedades do herbicida (Koc, pka e Kow)

57 Mineralogia e MO Textura Partícula Diâmetro Área Superficial (mm) (cm 2 /g) Cascalho > 2,0 11 Areia grossa 2-0,2 34 Areia fina 0,2-0, Silte 0,05-0, Argila < 0, Constituintes CTC Superfície específica (cmol/kg) (m 2 /g) Matéria orgânica Vermiculita Montmorilonita Ilita Clorita Caulinita Óxidos e Hidróxidos

58 Adsorção Relação das propriedades do herbicida - glyphosate é um herbicida ácido (pka = 2,4) - dissociação alta no solo (ph solo > 5) - propensão à lixiviação ou alta mobilidade = permanência na solução do solo??? - no entanto o Koc é muito alto ( ml/g) - portanto, há alta adsorção e mobilidade insignificante no solo

59 RECOMENDAÇÃO DE LEITURA Capítulos 2 e 3 do livro HERBICIDAS Disponível para download em: Obs.: todas as imagens foram retiradas do Google Images

HERBICIDAS. Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho. DEAGRO CAV/UDESC

HERBICIDAS. Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho. DEAGRO CAV/UDESC BMPDA54 Biologia e Manejo de Plantas Daninhas HERBICIDAS Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho DEAGRO CAV/UDESC leonardo.carvalho@udesc.br http://plantasdaninhas.cav.udesc.br Cronograma da aula Dinâmica

Leia mais

Propriedades físico-químicas dos herbicidas

Propriedades físico-químicas dos herbicidas Disciplina: Controle Químico de Plantas Daninhas Propriedades físico-químicas dos herbicidas Prof. Leonardo Bianco de Carvalho lbcarvalho@fcav.unesp.br www.fcav.unesp.br/lbcarvalho Propriedades físico-químicas

Leia mais

HERBICIDAS. Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho.

HERBICIDAS. Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho. HERBICIDAS Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho lbcarvalho@fcav.unesp.br http://www.fcav.unesp.br/lbcarvalho Propriedades físico-químicas dos herbicidas Propriedades físico-químicas dos herbicidas Propriedades

Leia mais

Comportamento de herbicidas no solo. Profa. Dra. Naiara Guerra

Comportamento de herbicidas no solo. Profa. Dra. Naiara Guerra Comportamento de herbicidas no solo Profa. Dra. Naiara Guerra Lages SC 27 de maio de 2015 Temas à serem abordados Fatores que afetam o comportamento dos herbicidas Processos que podem ocorrer com o herbicida

Leia mais

EFEITO RESIDUAL DOS HERBICIDAS APLICADOS NA CULTURA DA SOJA NO MILHO SAFRINHA EM SUCESSÃO. Décio Karam C )

EFEITO RESIDUAL DOS HERBICIDAS APLICADOS NA CULTURA DA SOJA NO MILHO SAFRINHA EM SUCESSÃO. Décio Karam C ) EFEITO RESIDUAL DOS HERBICIDAS APLICADOS NA CULTURA DA SOJA NO MILHO SAFRINHA EM SUCESSÃO Décio Karam C ) Um dos problemas na agricultura moderna é o resíduo de herbicidas na sucessão de culturas, principalmente

Leia mais

HERBICIDAS NO SOLO E SEU EFEITO EM CULTURAS EM SUCESSÃO

HERBICIDAS NO SOLO E SEU EFEITO EM CULTURAS EM SUCESSÃO CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO Uberlândia - 3 a 6 de agosto de 007 HERBICIDAS NO SOLO E SEU EFEITO EM CULTURAS EM SUCESSÃO Antonio Alberto da Silva Rafael Vivian Universidade Federal de Viçosa Laboratório

Leia mais

COMPORTAMENTO DOS HERBICIDAS RESIDUAIS NO SOLO: RELAÇÃO ENTRE PARÂMETROS FÍSICO- QUÍMICOS E ATRIBUTOS DO SOLO

COMPORTAMENTO DOS HERBICIDAS RESIDUAIS NO SOLO: RELAÇÃO ENTRE PARÂMETROS FÍSICO- QUÍMICOS E ATRIBUTOS DO SOLO CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO Uberlândia - 13 a 16 de agosto de 2007 COMPORTAMENTO DOS HERBICIDAS RESIDUAIS NO SOLO: RELAÇÃO ENTRE PARÂMETROS FÍSICO- QUÍMICOS E ATRIBUTOS DO SOLO Rubem Silvério de Oliveira

Leia mais

COMPORTAMENTO OU POSICIONAMENTO DE HERBICIDAS NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR MARCELO NICOLAI

COMPORTAMENTO OU POSICIONAMENTO DE HERBICIDAS NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR MARCELO NICOLAI III SIMPÓSIO: MANEJO DE PLANTAS DANINAS NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR COMPORTAMENTO OU POSICIONAMENTO DE ERBICIDAS NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR MARCELO NICOLAI AGROCON ASSESSORIA AGRONÔMICA LTDA Gerente

Leia mais

Unidade 5 Comportamento de Herbicidas no Solo

Unidade 5 Comportamento de Herbicidas no Solo Unidade 5 Comportamento de Herbicidas no Solo Uso seguro e eficiente: - duração de sua atividade - persistência - disponibilidade pra as plantas - seletividade - microflora e microfauna Seu movimento e

Leia mais

Prof. Dr. RICARDO VICTORIA FILHO ÁREA DE BIOLOGIA E MANEJO DE PLANTAS DANINHAS ESALQ/USP PIRACICABA/SP

Prof. Dr. RICARDO VICTORIA FILHO ÁREA DE BIOLOGIA E MANEJO DE PLANTAS DANINHAS ESALQ/USP PIRACICABA/SP IMPACTO AMBIENTAL DOS HERBICIDAS Prof. Dr. RICARDO VICTORIA FILHO ÁREA DE BIOLOGIA E MANEJO DE PLANTAS DANINHAS ESALQ/USP PIRACICABA/SP 1. INTRODUÇÃO 2. AVALIAÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL 3. HERBICIDAS E O

Leia mais

O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES

O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES LIQUIDA (SOLUÇÃO DO SOLO) ÍONS INORGÂNICOS E ORGÂNICOS/MICROPOROS SÓLIDA - RESERVATORIO DE NUTRIENTES - SUPERFÍCIE QUE REGULA A CONCENTRAÇÃO DOS ELEMENTOS NA SOLUÇÃO

Leia mais

Propriedades Químicas

Propriedades Químicas Propriedades Químicas Fertilidade 1. Armazenar micro e macro nutrientes em moléculas estáveis no solo 2. Disponibilização desses nutrientes às plantas 3. ph 4. Depende da composição mineral e orgânica

Leia mais

Comportamento dos herbicidas nas plantas

Comportamento dos herbicidas nas plantas Etapas do Modo de ação dos herbicidas 1 - Contato 2 - Absorção Sítio de ação 3 Translocação 4 Mecanismo de ação Pedro Jacob Christoffoleti - ESALQ USP Marcelo Nicolai Agrocon 27/02/16 Comportamento dos

Leia mais

POSICIONAMENTO DO PORTFÓLIO PARA A CULTURA DA CANA.

POSICIONAMENTO DO PORTFÓLIO PARA A CULTURA DA CANA. POSICIONAMENTO DO PORTFÓLIO PARA A CULTURA DA CANA. Dessecante icida Inseticida DOSE: 5,0 6,0L/ha (dessecação) ALVOS: GRAMÍNEAS E FOLHAS LARGAS CARACTERÍSTICAS E BENEFÍCIOS: Dessecação/eliminação de soqueiras

Leia mais

INTEMPERISMO QUÍMICO MUDANÇAS QUÍMICAS DE MINERAIS DA SUA FORMA MAIS INSTÁVEL PARA MAIS ESTÁVEL

INTEMPERISMO QUÍMICO MUDANÇAS QUÍMICAS DE MINERAIS DA SUA FORMA MAIS INSTÁVEL PARA MAIS ESTÁVEL INTEMPERISMO QUÍMICO MUDANÇAS QUÍMICAS DE MINERAIS DA SUA FORMA MAIS INSTÁVEL PARA MAIS ESTÁVEL PERDA DE ELEMENTOS QUÍMICOS PRIMÁRIOS TRASFORMAÇÃO DE ELEMENTOS PRIMÁRIOS DA ROCHA EM SECUNDÁRIOS ALTERAÇÃO

Leia mais

MINERAIS SECUNDÁRIOS

MINERAIS SECUNDÁRIOS MINERAIS SECUNDÁRIOS -Aula 27- Alexandre Paiva da Silva Minerais primários: diretamente da rocha Ex.: micas, feldspatos, quartzo, etc Minerais secundários: formados no solo a partir de outros minerais

Leia mais

BUVA 15 A 20% DO CUSTO ANUAL DO CAFEZAL (MATIELLO, 1991) Bidens pilosa. Commelina spp

BUVA 15 A 20% DO CUSTO ANUAL DO CAFEZAL (MATIELLO, 1991) Bidens pilosa. Commelina spp Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Café Fundamentos Técnicos CAFEEIRO SOFRE ALTA INTERFERÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Blanco et al. (1982) perdas 55,9 a 77,2% (4 anos) Quando a matocompetição é crítica?

Leia mais

Controle de Plantas Daninhas em Cana-de-açúcar

Controle de Plantas Daninhas em Cana-de-açúcar 22:20 Controle de Plantas Daninhas em Cana-de-açúcar Tópicos da Apresentação 1. Práticas de manejo em pré-plantio 2. Manejo em cana-planta 3. Uso de herbicidas em soqueiras 4. Palha da cana e manejo de

Leia mais

LEONARDO BIANCO DE CARVALHO HERBICIDAS

LEONARDO BIANCO DE CARVALHO HERBICIDAS LEONARDO BIANCO DE CARVALHO HERBICIDAS 2013 LEONARDO BIANCO DE CARVALHO HERBICIDAS 1ª Edição Lages SC Edição do Autor 2013 Carvalho, Leonardo Bianco de Herbicidas / Editado pelo autor, Lages, SC, 2013

Leia mais

Introdução à Bioquímica

Introdução à Bioquímica Introdução à Bioquímica Água Dra. Fernanda Canduri Laboratório de Sistemas BioMoleculares. Departamento de Física. UNESP São José do Rio Preto. SP. A água é fundamental para os seres vivos, atua como solvente

Leia mais

MARCELO NICOLAI QUANDO E COMO UTILIZAR MANEJOS EM PPI, PRÉ E PÓS-EMEGENCIA NA CANA-DE-AÇÙCAR ENFOQUE EM MPB

MARCELO NICOLAI QUANDO E COMO UTILIZAR MANEJOS EM PPI, PRÉ E PÓS-EMEGENCIA NA CANA-DE-AÇÙCAR ENFOQUE EM MPB QUANDO E COMO UTILIZAR MANEJOS EM PPI, PRÉ E PÓS-EMEGENCIA NA CANA-DE-AÇÙCAR ENFOQUE EM MPB MARCELO NICOLAI AGROCON ASSESSORIA AGRONÔMICA LTDA Diretor Técnico ENG. AGRONOMO, MESTRE E DOUTOR ESALQ/USP PÓS-DOUTOR

Leia mais

O que é PLANTA DANINHA

O que é PLANTA DANINHA MANEJO DE PLANTAS DANINHAS EM CANA-DE-AÇÚCAR Eng. Agr. Dr. Caio Vitagliano Santi Rossi Coordenador de Pesquisas Agronômicas O que é PLANTA DANINHA Planta que ocorre em local onde não é desejada, interferindo

Leia mais

Número atômico de A = número atômico de B = 18

Número atômico de A = número atômico de B = 18 61 e QUÍMICA O elemento químico B possui 20 nêutrons, é isótopo do elemento químico A, que possui 18 prótons, e isóbaro do elemento químico C, que tem 16 nêutrons Com base nessas informações, pode-se afirmar

Leia mais

Tipos de inovação: De produto De processo Organizacional Marketing

Tipos de inovação: De produto De processo Organizacional Marketing Absorção de produtos fitossanitários: aspectos importantes para a tecnologia de aplicação. Dinâmica de produtos fitossanitários em plantas: aspectos importantes para a tecnologia de aplicação. Dinâmica:

Leia mais

Há dois tipos de mecanismos de adsorção: Adsorção física Adsorção química

Há dois tipos de mecanismos de adsorção: Adsorção física Adsorção química Retenção (adsorção) Adsorção É o mecanismo pelo qual as moléculas de poluentes são retidos na superfície dos grãos do solo. Há dois tipos de mecanismos de adsorção: Adsorção física Adsorção química Retenção

Leia mais

MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO (MOS) Fertilidade do Solo Prof. Josinaldo

MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO (MOS) Fertilidade do Solo Prof. Josinaldo MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO (MOS) Fertilidade do Solo Prof. Josinaldo 1 ASPECTOS GERAIS - MOS todos os compostos orgânicos do solo - Influência os atributos do solo - Teor no solo amplamente variável (0,5

Leia mais

CAPÍTULO 1 Quantidades e Unidades 1. CAPÍTULO 2 Massa Atômica e Molecular; Massa Molar 16. CAPÍTULO 3 O Cálculo de Fórmulas e de Composições 26

CAPÍTULO 1 Quantidades e Unidades 1. CAPÍTULO 2 Massa Atômica e Molecular; Massa Molar 16. CAPÍTULO 3 O Cálculo de Fórmulas e de Composições 26 Sumário CAPÍTULO 1 Quantidades e Unidades 1 Introdução 1 Os sistemas de medida 1 O Sistema Internacional de Unidades (SI) 1 A temperatura 2 Outras escalas de temperatura 3 O uso e o mau uso das unidades

Leia mais

Weber G. Valério 16º Herbishow A EVOLUÇÃO DOS HERBICIDAS. Ribeirão Preto / Maio-2017

Weber G. Valério 16º Herbishow A EVOLUÇÃO DOS HERBICIDAS. Ribeirão Preto / Maio-2017 Weber G. Valério 16º Herbishow A EVOLUÇÃO DOS HERBICIDAS Ribeirão Preto / Maio-2017 Fatores que interferem na eficiência das aplicações e consequentemente na eficácia dos resultados (controle e seletividade)

Leia mais

HERBICIDAS. Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho. DEAGRO CAV/UDESC

HERBICIDAS. Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho. DEAGRO CAV/UDESC BMPDA54 Biologia e Manejo de Plantas Daninhas HERBICIDAS Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho DEAGRO CAV/UDESC leonardo.carvalho@udesc.br http://plantasdaninhas.cav.udesc.br Cronograma da aula Conceitos

Leia mais

Solo características gerais. Definição: solo = f(rocha+ clima + relevo+biota)

Solo características gerais. Definição: solo = f(rocha+ clima + relevo+biota) Solo características gerais Definição: solo = f(rocha+ clima + relevo+biota) Constituintes do solo a matéria mineral a matéria orgânica, a água o ar 45% minerais 5% 20% ar 30% água Propriedades físico-químicas

Leia mais

Geologia e conservação de solos. Luiz José Cruz Bezerra

Geologia e conservação de solos. Luiz José Cruz Bezerra Geologia e conservação de solos Luiz José Cruz Bezerra SOLO É a parte natural e integrada à paisagem que dá suporte às plantas que nele se desenvolvem. Parte mais superficial e fina da crosta terrestre.

Leia mais

Prof. Everlon Cid Rigobelo. Ecologia do Solo

Prof. Everlon Cid Rigobelo. Ecologia do Solo Prof. Everlon Cid Rigobelo Ecologia do Solo Ecologia do Solo Ubiquidade dos micro-organismos Versatilidade metabólica Tolerância às condições ambientais adversas Fácil dispersão Características intrínsecas

Leia mais

Composição dos Solos

Composição dos Solos Composição dos Solos Composição do Solo Fragmentos de rocha Minerais primários Minerais secundários: Argilo-minerias Silicatos não cristalinos Óid Óxidos e hidróxidos hidóid de ferro e alumínio íi Carbonatos

Leia mais

CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO SOLO E DO CONTAMINANTE

CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO SOLO E DO CONTAMINANTE CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO SOLO E DO CONTAMINANTE 1. Introdução Neste curso será apresentada uma revisão e análise das principais tecnologias para o tratamento de solos contaminados, assim como os dados

Leia mais

Fonte:

Fonte: Fonte: http://revistadesafios.blogspot.com.br/2011/05/palha-de-cana-ajuda-reduzir-emissoes-de.html PARTE DA HIERARQUIA DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO IMPERIAL ESTAÇÃO AGRONÔMICA 1887 INSTITUTO AGRONÔMICO

Leia mais

LIPOFILIA LIPOFILIA COEFICIENTE DE PARTIÇÃO.

LIPOFILIA LIPOFILIA COEFICIENTE DE PARTIÇÃO. LIPOFILIA A lipofilia de um composto é comumente estimada usando Log P a partir da partição de um sistema octanol/água aandrico@ifsc.usp.br A lipofilia é uma das propriedades mais importantes relacionadas

Leia mais

Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Café Fundamentos Técnicos

Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Café Fundamentos Técnicos Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Café Fundamentos Técnicos Prof. Saul Carvalho Prof. Pedro Jacob Christoffoleti CAFEEIRO SOFRE ALTA INTERFERÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Silva & Ronchi (2010) perdas

Leia mais

DECRETO Nº 4.074, DE 04 DE JANEIRO DE

DECRETO Nº 4.074, DE 04 DE JANEIRO DE UNIDADE 4 - HERBICIDOLOGIA 4.1 - Conceito 4.2 - Histórico 4.3 - Propriedades 4.4 - Classificação 4.5 - Formulação, misturas e interações 4.6 - Fatores que influem na eficiência dos herbicidas 4.1 - Conceito

Leia mais

ADSORÇÃO. Adsorção é a fixação de uma substância em uma interface, seja ela sólido-gás, sólido-líquido, líquido-gás (vapor).

ADSORÇÃO. Adsorção é a fixação de uma substância em uma interface, seja ela sólido-gás, sólido-líquido, líquido-gás (vapor). ADSORÇÃO Adsorção é a fixação de uma substância em uma interface, seja ela sólido-gás, sólido-líquido, líquido-gás (vapor). Adsorção física não ocorre ligação química entre substrato e adsorbato. O adsorbato

Leia mais

Melhoria sustentável das condições biológicas, químicas e físicas do solos dos Cerrados

Melhoria sustentável das condições biológicas, químicas e físicas do solos dos Cerrados Melhoria sustentável das condições biológicas, químicas e físicas do solos dos Cerrados Eng. Agr. Nilvo Altmann Sócio Proprietário e Diretor Técnico SIGMA SOLUÇÕES AGRONÔMICAS LTDA FOCO: ROTEIRO DA PALESTRA

Leia mais

Soluções UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UFRJ INSTITUTO DE QUÍMICA IQG127. Prof. Antonio Guerra

Soluções UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UFRJ INSTITUTO DE QUÍMICA IQG127. Prof. Antonio Guerra UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UFRJ INSTITUTO DE QUÍMICA IQG127 Prof. Antonio Guerra Soluções Departamento de Química Geral e Inorgânica - DQI Soluções Definição: Mistura Homogênea de duas ou mais

Leia mais

Equações-chave FUNDAMENTOS. Seção A. Seção E. Seção F. Seção G. mv 2. E c E P. mgh. Energia total energia cinética energia potencial, ou E E c.

Equações-chave FUNDAMENTOS. Seção A. Seção E. Seção F. Seção G. mv 2. E c E P. mgh. Energia total energia cinética energia potencial, ou E E c. Equações-chave FUNDAMENTOS Seção A 3 A energia cinética de uma partícula de massa m relaciona-se com sua velocidade v, por: E c mv 2 4 Um corpo de massa m que está a uma altura h da Terra tem energia potencial

Leia mais

Aplicação dos Conceitos de Solos Não Saturados na Engenharia Geotécnica

Aplicação dos Conceitos de Solos Não Saturados na Engenharia Geotécnica Aplicação dos Conceitos de Solos Não Saturados na Engenharia Geotécnica Fernando A. M. Marinho Data: 20 e 21 de Julho de 2011 Local: Laboratório de Geotecnia Ambiental Grupo de Resíduos Sólidos da UFPE

Leia mais

P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 09/05/08

P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 09/05/08 2 - ROVA DE QUÍMICA GERAL - 09/05/08 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Quão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 Constantes: R 8,314 J mol -1 K -1 0,0821 atm L

Leia mais

Fatores de Formação do Solo. Unidade III - Fatores de Formação do Solo

Fatores de Formação do Solo. Unidade III - Fatores de Formação do Solo Unidade III - SILVA J.R.T., 2005 1. Material de Origem. 2. Clima. 3. Relevo. 4. Organismos Vivos. 5. Tempo. Estudo da influência de cada fator é difícil Interdependência entre eles. Fatores Ativos: Clima

Leia mais

ÁGUA, SOLUBILIDADE E PH

ÁGUA, SOLUBILIDADE E PH Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Instituto de Bioquímica Médica Curso: Enfermagem e Obstetrícia ÁGUA, SOLUBILIDADE E PH ÁGUA: UM COMPONENTE E SOLVENTE UNIVERSAL A ÁGUA

Leia mais

Manejo de plantas. sucesso. Augusto Monteiro. Agrônomo de Desenv. de Mercado

Manejo de plantas. sucesso. Augusto Monteiro. Agrônomo de Desenv. de Mercado Manejo de plantas daninhas na cana-deaçúcar, uma história de sucesso Augusto Monteiro Agrônomo de Desenv. de Mercado Registro e lançamento Cenário Chega ao mercado brasileiro em 1997 Focado no controle

Leia mais

Composição do solo. Luciane Costa de Oliveira

Composição do solo. Luciane Costa de Oliveira Composição do solo Luciane Costa de Oliveira Introdução O solo é composto por matéria mineral, matéria orgânica, água e ar; Além da areia, argila e MO (fase sólida), o solo apresenta canais ou poros, importantes

Leia mais

FLOCULAÇÃO E DISPERSÃO DAS ARGILAS

FLOCULAÇÃO E DISPERSÃO DAS ARGILAS 1 FLOCULAÇÃO E DISPERSÃO DAS ARGILAS PROF. GILSON MOURA FILHO/SER/UFAL CURSO DE PÓSGRADUAÇÃO EM AGRONOMIA DISCIPLINA: FÍSICA DO SOLO 1. FORÇAS E ENERGIA NO SISTEMA SOLOÁGUA Forças de coesão e adesão Forças

Leia mais

NUTRIÇÃO MINERAL GÊNESE DO SOLO. Rochas da Litosfera expostas ao calor, água e ar. Alterações físicas e químicas (intemperismo)

NUTRIÇÃO MINERAL GÊNESE DO SOLO. Rochas da Litosfera expostas ao calor, água e ar. Alterações físicas e químicas (intemperismo) NUTRIÇÃO MINERAL GÊNESE DO SOLO Rochas da Litosfera expostas ao calor, água e ar Alterações físicas e químicas (intemperismo) Físico (Altera o tamanho) Químico (Altera a composição) Intemperismo Físico

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL A ORIGEM DOS SOLOS Todos os solos se originam

Leia mais

TREINAMENTO EM TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO

TREINAMENTO EM TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO TREINAMENTO EM TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO PROGRAMAÇÃO HISTÓRICO CONCEITOS CONHECENDO A PULVERIZAÇÃO CONHECENDO O PULVERIZADOR CALIBRANDO O PULVERIZADOR HISTÓRICO Pulverização ou Aplicação? Pulverização: processo

Leia mais

Geoquímica de Superfície Bases conceituais Interação lito, hidro, pedo e bio-esferas

Geoquímica de Superfície Bases conceituais Interação lito, hidro, pedo e bio-esferas Geoquímica de Superfície Bases conceituais Interação lito, hidro, pedo e bio-esferas Adaptado do curso de Hidrogeoquímica, ministrado pelo prof. Jorge de Lena UFOP/EM/DEGEO Ciclo das rochas Intemperismo

Leia mais

CONCEITO DE SOLO CONCEITO DE SOLO. Solos Residuais 21/09/2017. Definições e Conceitos de Solo. Centro Universitário do Triângulo

CONCEITO DE SOLO CONCEITO DE SOLO. Solos Residuais 21/09/2017. Definições e Conceitos de Solo. Centro Universitário do Triângulo Centro Universitário do Triângulo CONCEITO DE SOLO Sistema Brasileiro de Classificação do Solo Definições e Conceitos de Solo É uma coleção de corpos naturais, constituídos por partes sólidas, líquidas

Leia mais

5 CURVAS CARACTERÍSTICAS OU DE SUCÇÃO

5 CURVAS CARACTERÍSTICAS OU DE SUCÇÃO CURVAS CARACTERÍSTICAS OU DE SUCÇÃO. Considerações Iniciais Segundo Campos (984), a relação entre o teor de umidade de um solo e a sucção é uma função contínua, gradativa, na qual a sucção varia inversamente

Leia mais

RESPOSTAS ESPERADAS QUÍMICA

RESPOSTAS ESPERADAS QUÍMICA Questão 1 Sim, a analogia está correta. Por se tratar de mudança de estado físico, a temperatura do sistema água permanece constante durante o processo de solidificação, assim como ocorre para o caso das

Leia mais

Introdução RETENÇÃO DE ÁGUA NO SOLO. Introdução. Introdução. Introdução. Introdução 31/03/2017

Introdução RETENÇÃO DE ÁGUA NO SOLO. Introdução. Introdução. Introdução. Introdução 31/03/2017 Centro Universitário do Triângulo RETENÇÃO DE ÁGUA NO SOLO Aretençãodeáguanosoloéafetadapor: Textura do solo: determina a área de contato entre as partículas do solo e a água, bem como os tamanhos dos

Leia mais

CARGAS ELÉTRICAS DO SOLO. Atributos físicos e químicos do solo -Aula 12- Prof. Alexandre Paiva da Silva INTRODUÇÃO CARGAS ELÉTRICAS E FOTOSSÍNTESE:

CARGAS ELÉTRICAS DO SOLO. Atributos físicos e químicos do solo -Aula 12- Prof. Alexandre Paiva da Silva INTRODUÇÃO CARGAS ELÉTRICAS E FOTOSSÍNTESE: CARGAS ELÉTRICAS DO SOLO Atributos físicos e químicos do solo -Aula 12- Prof. Alexandre Paiva da Silva INTRODUÇÃO CARGAS ELÉTRICAS E FOTOSSÍNTESE: Vida na Terra Propriedade de uma dispersão coloidal Argilas

Leia mais

1) Introdução CONCEITO:

1) Introdução CONCEITO: Rafael Montanari SOLOS 1) Introdução CONCEITO: Coleção de corpos naturais, constituido por partes sólidas, líquidas e gasosas, tridimensionais, dinâmicos. Formado por partes minerais e orgânicas, ocupando

Leia mais

QUÍMICA. a) linha horizontal. b) órbita. c) família. d) série. e) camada de valência.

QUÍMICA. a) linha horizontal. b) órbita. c) família. d) série. e) camada de valência. 13 QUÍMICA A posição dos elementos na Tabela Periódica permite prever as fórmulas das substâncias que contêm esses elementos e os tipos de ligação apropriados a essas substâncias. Na Tabela Periódica atual,

Leia mais

I Simpósio Nacional sobre Plantas Daninhas em Sistemas de Produção Tropical / IV Simpósio Internacional Amazônico sobre Plantas Daninhas

I Simpósio Nacional sobre Plantas Daninhas em Sistemas de Produção Tropical / IV Simpósio Internacional Amazônico sobre Plantas Daninhas I Simpósio Nacional sobre Plantas Daninhas em Sistemas de Produção Tropical / IV Simpósio Internacional Amazônico sobre Plantas Daninhas Manejo dos restos culturais do algodoeiro e controle de plantas

Leia mais

FORÇAS INTERMOLECULARES

FORÇAS INTERMOLECULARES FORÇAS MÓDULO 3 MATERIAIS: PROPRIEDADES E USOS FORÇAS INTRODUÇÃO Nos agregados iônicos, os íons estão presos por forças de coesão, de caráter elétrico, responsáveis pela natureza sólida e pelos altos pontos

Leia mais

Material de apoio. Origem e Constituição. Origem e Constituição. Curso básico de mecânica dos solos (Carlos Souza Pinto, Oficina de Textos, 2006);

Material de apoio. Origem e Constituição. Origem e Constituição. Curso básico de mecânica dos solos (Carlos Souza Pinto, Oficina de Textos, 2006); Universidade Paulista Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Professora Moema Castro, MSc. Material de apoio 2 Curso básico de mecânica dos solos (Carlos Souza Pinto,

Leia mais

Quadro IV.1 - Componente 3. Avaliação da Exposição. Fonte: OPS/EPA, 1996

Quadro IV.1 - Componente 3. Avaliação da Exposição. Fonte: OPS/EPA, 1996 Quadro IV.1 - Componente 3. Avaliação da Exposição Agente? População Quadro IV.2 - O que é a Avaliação da Exposição? A avaliação da exposição é a determinação ou estimativa da magnitude, frequência, duração

Leia mais

MINERALOGIA DOS SOLOS COMPOSIÇÃO MINERALÓGICA DOS SOLOS

MINERALOGIA DOS SOLOS COMPOSIÇÃO MINERALÓGICA DOS SOLOS COMPOSIÇÃO MINERALÓGICA DOS SOLOS minerais resistentes ao intemperismo. Ex: quartzo minerais intemperizáveis em diferentes graus de alteração. Exs: feldspatos, micas minerais secundários originados do

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DO HERBICIDA OXYFLUORFEN COM A COBERTURA DE PALHA NO CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS NO SISTEMA DE CANA-CRUA. CRUA.

ASSOCIAÇÃO DO HERBICIDA OXYFLUORFEN COM A COBERTURA DE PALHA NO CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS NO SISTEMA DE CANA-CRUA. CRUA. ASSESSORIA E CONSULTORIA AGRÍCOLA. ASSOCIAÇÃO DO HERBICIDA OXYFLUORFEN COM A COBERTURA DE PALHA NO CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS NO SISTEMA DE CANA-CRUA. CRUA. Eng. Agr. Dr. Marcelo Rocha Corrêa 2º Tecno

Leia mais

3ª Série / Vestibular. As equações (I) e (II), acima, representam reações que podem ocorrer na formação do H 2SO 4. É correto afirmar que, na reação:

3ª Série / Vestibular. As equações (I) e (II), acima, representam reações que podem ocorrer na formação do H 2SO 4. É correto afirmar que, na reação: 3ª Série / Vestibular 01. I _ 2SO 2(g) + O 2(g) 2SO 3(g) II _ SO 3(g) + H 2O(l) H 2SO 4(ag) As equações (I) e (II), acima, representam reações que podem ocorrer na formação do H 2SO 4. É correto afirmar

Leia mais

Como as rochas se transformam em solos?

Como as rochas se transformam em solos? Como as rochas se transformam em solos? Na natureza existe uma tendência ao equilíbrio físico-químico entre as substâncias sólidas, líquidas e gasosas. A maior parte das rochas origina-se em grandes profundidades

Leia mais

Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Química

Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Química Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Química 26. Alternativa (B) Somente os fenômenos químicos constituem uma Reação Química, portanto: I fenômeno físico. II fenômeno químico III fenômeno físico

Leia mais

08/08/2017. Objetivos da aula

08/08/2017. Objetivos da aula Objetivos da aula Desenvolver a capacidade de preparar uma solução em diferentes unidades de expressão de concentração. Compreender o mecanismo de dissolução de uma substância e os fatores que afetam a

Leia mais

FORMAÇÃO DO SOLO. *Vieira, M. A. RESUMO

FORMAÇÃO DO SOLO. *Vieira, M. A. RESUMO FORMAÇÃO DO SOLO *Vieira, M. A. RESUMO O solo é a superfície inconsolidada, constituído por camadas que diferem pela natureza física, química, biológica e mineralógica. Com a ação de quatro agentes formadores

Leia mais

Manejo Integrado de Plantas Daninhas

Manejo Integrado de Plantas Daninhas Gestão sobre Manejo de Plantas Daninhas Weber G. Valério Sócio Diretor Encontro Técnico sobre Manejo e Controle de Plantas Daninhas em Cana-de-açúcar Bebedouro- SP Junho/ 2014 Manejo Integrado de Plantas

Leia mais

LISTA DE ESTUDOS - AGROQUÍMICOS

LISTA DE ESTUDOS - AGROQUÍMICOS LISTA DE ESTUDOS - AGROQUÍMICOS Propriedades Físico-Químicas - Produtos Técnicos Identificação Molecular OPPTS 830.1550 Análise de pureza incluindo validação NBR 14029 / SANCO 3030/99 Impurezas Metálicas

Leia mais

, e o óxido de ferro III, iniciada por centelha elétrica. A equação para a reação é: 6NaN 3. (s) 3Na 2

, e o óxido de ferro III, iniciada por centelha elétrica. A equação para a reação é: 6NaN 3. (s) 3Na 2 20 QUÍMICA s automóveis modernos estão equipados com air bags (bolsas de ar) para proteger os ocupantes em caso de colisão. Muitos deles são inflados com nitrogênio, N 2, gás liberado na reação muito rápida

Leia mais

ANEXO XIV. A) Alternativas de composição do Ciclo de Born-Haber para o CaF2, e. Proposta 1-A. Proposta 2-A

ANEXO XIV. A) Alternativas de composição do Ciclo de Born-Haber para o CaF2, e. Proposta 1-A. Proposta 2-A ANEXO XIV Departamento Acadêmico, Questão 01: (Valor 0,00 a 2,00 pts) - [Cada um dos itens (A) e (B) vale 1,00 ponto]. A) Alternativas de composição do Ciclo de Born-Haber para o CaF2, e Proposta 1-A Proposta

Leia mais

Weber Geraldo Valério Sócio Diretor MANEJO INTELIGENTE: SINERGIA ENTRE AS FASES DO PROCESSO PRODUTIVO 14º HERBISHOW

Weber Geraldo Valério Sócio Diretor MANEJO INTELIGENTE: SINERGIA ENTRE AS FASES DO PROCESSO PRODUTIVO 14º HERBISHOW Weber Geraldo Valério Sócio Diretor MANEJO INTELIGENTE: SINERGIA ENTRE AS FASES DO PROCESSO PRODUTIVO 14º HERBISHOW Ribeirão Preto SP Maio 2015 O setor Bioenergético: Necessidade de respostas diante de

Leia mais

Curso de Engenharia Química. Prof. Rodolfo Rodrigues

Curso de Engenharia Química. Prof. Rodolfo Rodrigues Curso de Engenharia Química Operações Unitárias II 26/2 Prof. Rodolfo Rodrigues Lista 5: Absorção e Regeneração Exercício * (Geankoplis, 23, Exemplo.3-2) Deseja-se absorver 9% da acetona de uma corrente

Leia mais

Sumário. 1 Introdução: matéria e medidas 1. 2 Átomos, moléculas e íons Estequiometria: cálculos com fórmulas e equações químicas 67

Sumário. 1 Introdução: matéria e medidas 1. 2 Átomos, moléculas e íons Estequiometria: cálculos com fórmulas e equações químicas 67 Prefácio 1 Introdução: matéria e medidas 1 1.1 O estudo da química 1 1.2 Classificações da matéria 3 1.3 Propriedades da matéria 8 1.4 Unidades de medida 12 1.5 Incerteza na medida 18 1.6 Análise dimensional

Leia mais

QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL Prof. Marcelo da Rosa Alexandre

QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL Prof. Marcelo da Rosa Alexandre QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL 106213 Prof. Marcelo da Rosa Alexandre INFLUÊNCIA HUMANA SOBRE O MEIO AMBIENTE Industrialização Efeitos sobre habitat e saúde Preocupação ambiental Poluentes no Meio Ambiente

Leia mais

Aula 8: recapitulando os exercícios da avaliação...

Aula 8: recapitulando os exercícios da avaliação... Aula 8: recapitulando os exercícios da avaliação... Aula 8: Intemperismo INTEMPERISMO Rocha tenaz Solo friável INTEMPERISMO FÍSICO 1. Variação de temperatura (termoclastia); 2. Alívio de pressões; 3. Congelamento

Leia mais

PQI-2321 Tópicos de Química para Engenharia Ambiental I

PQI-2321 Tópicos de Química para Engenharia Ambiental I PQI-2321 Tópicos de Química para Engenharia Ambiental I Adsorção Aula 01 Prof. Moisés Teles moises.teles@usp.br Departamento de Engenharia Química Escola Politécnica da USP Introdução Exemplos. Bicarbonato

Leia mais

SOLO. Matéria orgânica. Análise Granulométrica

SOLO. Matéria orgânica. Análise Granulométrica SOLO ph Matéria orgânica Análise Granulométrica Disponibilidade dos nutrientes em função do ph Os nutrientes necessários aos vegetais são divididos em duas categorias: Macronutrientes - N, P, K, Ca, Mg,

Leia mais

HERBICIDAS INIBIDORES DO FSI

HERBICIDAS INIBIDORES DO FSI Local de aplicação Movimentação nas plantas Mecanismo de ação Plantas daninhas controladas Resist 1. Inibidores de ACCase P* 2. Inibidores de ALS D (CP) HERBICIDAS INIBIDORES DO FSI Folhagem Apossimplásticos

Leia mais

MUDANÇA DE ESTADO ROMPIMENTO DE FORÇAS INTERMOLECULARES

MUDANÇA DE ESTADO ROMPIMENTO DE FORÇAS INTERMOLECULARES MUDANÇA DE ESTADO ROMPIMENTO DE FORÇAS INTERMOLECULARES DEFORMAÇÃO DA NUVEM ELETRÔNICA EFEITO COLISÃO = CHOQUE ///// EFEITO INDUÇÃO = VARIAÇÃO ELÉTRICA DIPOLO INDUZIDO FORÇAS DE LONDON ///// DIPOLO INSTANTÂNEO

Leia mais

Propriedades Coligativas

Propriedades Coligativas Propriedades Coligativas Propriedades Coligativas São propriedades que se somam pela presença de um ou mais solutos e dependem única e exclusivamente do número de partículas (moléculas ou íons) que estão

Leia mais

Componente de Química

Componente de Química Componente de Química 1.5 Controlo da produção industrial Alteração do estado de equilíbrio de um sistema O carácter dinâmico do equilíbrio (num sistema em equilíbrio, a uma dada temperatura, as velocidades

Leia mais

Estudo Físico-Químico dos Gases

Estudo Físico-Químico dos Gases Estudo Físico-Químico dos Gases Prof. Alex Fabiano C. Campos Fases de Agregação da Matéria Sublimação (sólido em gás ou gás em sólido) Gás Evaporação (líquido em gás) Condensação (gás em líquido) Sólido

Leia mais

Seletividade de herbicidas para a cana de açúcar

Seletividade de herbicidas para a cana de açúcar Seletividade de herbicidas para a cana de açúcar Ricardo C. Werlang D.S. Fitotecnia Gerente Técnico Cana Ribeirão Preto, 28 de Maio de 2014 Seletividade Herbicidas Tolerância diferenciada da Cultura

Leia mais

CRISTALOGRAFIA DE PROTEÍNAS Crescimento de cristais

CRISTALOGRAFIA DE PROTEÍNAS Crescimento de cristais Crescimento de cristais Referências: Crystallization of Nucleic Acids and Proteins. A Practical Approach. Second Edition. Edited by A.Ducruix e R.Giegé.Oxford University Press. 1999. Protein Crystallization:

Leia mais

Aula de Bioquímica I. Tema: Água. Prof. Dr. Júlio César Borges

Aula de Bioquímica I. Tema: Água. Prof. Dr. Júlio César Borges Aula de Bioquímica I Tema: Água Prof. Dr. Júlio César Borges Depto. de Química e Física Molecular DQFM Instituto de Química de São Carlos IQSC Universidade de São Paulo USP E-mail: borgesjc@iqsc.usp.br

Leia mais

P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 03/12/05

P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 03/12/05 P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 03//05 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 0,0 Constantes e equações: R = 0,08 atm L mol - K - = 8,34 J

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS DEPARTAMENTO DE SOLOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DO SOLO FÍSICA DO SOLO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS DEPARTAMENTO DE SOLOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DO SOLO FÍSICA DO SOLO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS DEPARTAMENTO DE SOLOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DO SOLO FÍSICA DO SOLO SEMINÁRIO: PONTO DE CARGA ZERO Felipe Lorensini Santa Maria,

Leia mais

Prof. Francisco Hevilásio F. Pereira Cultivos em ambiente protegido

Prof. Francisco Hevilásio F. Pereira Cultivos em ambiente protegido Manejo do solo em ambiente protegido Cultivo de espécies hortícolas no Brasil Cultivos Protegidos Manejo do solo em cultivos protegidos Meio de cultivo mais utilizado é o solo Outros países (Europa) Meio

Leia mais

André Silva Franco ASF Escola Olímpica de Química Julho de 2011

André Silva Franco ASF Escola Olímpica de Química Julho de 2011 André Silva Franco ASF Escola Olímpica de Química Julho de 011 Origem Termodinâmica do Equilíbrio Numa reação, o equilíbrio ocorre quando a energia livre é nula. A O que é Q? a B B Quociente reacional:

Leia mais

COLONIÃO UMA AMEAÇA A PRODUTIVIDA DE RODRIGO NAIME CONSULTOR DE DESENVOLVIMENTO DE MERCADO

COLONIÃO UMA AMEAÇA A PRODUTIVIDA DE RODRIGO NAIME CONSULTOR DE DESENVOLVIMENTO DE MERCADO COLONIÃO UMA AMEAÇA A PRODUTIVIDA DE RODRIGO NAIME CONSULTOR DE DESENVOLVIMENTO DE MERCADO NOSSA MISSÃO Contribuir para o progresso e competitividade da Agricultura Brasileira TECNOLOGI MELHORIA A CONTÍNUA

Leia mais

Plasticidade e Consistência dos Solos. Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin

Plasticidade e Consistência dos Solos. Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin Plasticidade e Consistência dos Solos Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin Os solos finos (silte e argila), não são caracterizados adequadamente pelo ensaio de granulometria. Necessita-se outros parâmetros:

Leia mais

EXTRAÇÃO, SEPARAÇÃO E PURIFICAÇÃO ENZIMÁTICA

EXTRAÇÃO, SEPARAÇÃO E PURIFICAÇÃO ENZIMÁTICA EXTRAÇÃO, SEPARAÇÃO E PURIFICAÇÃO ENZIMÁTICA EQB4383 _ Enzimologia Industrial Etapas de Extração, Separação e Purificação Enzimáticas remoção de material insolúvel separação dos produtos purificação e

Leia mais

Professora Sonia ITA 1964

Professora Sonia ITA 1964 ITA 964 (A prova está dividida por assuntos) Cada TESTE de múltipla-escolha admite sempre uma única resposta dentre as opções apresentadas. TODAS as respostas aos testes deverão ser justificadas no CADERNO

Leia mais

4. Características da CTC do Solo

4. Características da CTC do Solo 4. Características da CTC do Solo Dada a importância da CTC no solo, as características relacionadas com esta propriedade são constantemente determinadas e utilizadas em interpretações e em cálculos de

Leia mais

4 Reciclagem do lodo para utilização final na agricultura

4 Reciclagem do lodo para utilização final na agricultura 24 4 Reciclagem do lodo para utilização final na agricultura A reciclagem agrícola tem proporcionado inúmeros benefícios tanto para o homem quanto a natureza, logo a reciclagem transforma um simples resíduo

Leia mais