SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA COORDENADORIA DE POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DIRETORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL

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1 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE LÍNGUA INGLESA 2 CICLO 2010 A matriz de referência curricular de Língua Inglesa para o 2º ciclo da Rede Municipal de Ensino de Contagem está organizada em 4 eixos: Leitura, Escuta, Escrita e Fala, que, por sua vez, são distribuídos em tópicos. Esses tópicos são detalhados por descritores. EIXO LEITURA Tópico I Procedimento de Leitura D1 Identificar o tema ou assunto de um texto. Essa habilidade deve ser trabalhada em sala de aula e em avaliações a partir de perguntas com foco na identificação de temas (família, escola, cidade), fazendo a distinção do assunto: relações pais e filhos (família); relações entre estudantes (escola) e outros. D2 Reconhecer um conjunto de palavras e seu sentido. Busca-se o desenvolvimento de conhecimento de vocabulário. Deve ser trabalhado, solicitando o uso de vocabulário aprendido em atividades que deem aos estudantes a possibilidade de uso de língua. Para avaliar, o professor pode utilizar questões que testem o conhecimento de palavras afins, sinônimos ou antônimos. D3 Reconhecer a função comunicativa de um texto. Compreender qual é a intenção de quem articula o discurso (falado, escrito ou imagético).é necessário trabalhar noções de informação, persuasão, descrição, crítica, indagação com qualquer texto (oral, escrito ou visual), uma vez que essa habilidade é básica para a compreensão do uso da língua. D4 Identificar características de gêneros textuais. Essa habilidade está focada na organização do texto. Identificar os elementos constitutivos do texto de acordo com sua função comunicativa. Essa habilidade é ponto de partida para iniciar o processo de entendimento da função do discurso nas relações humanas. D5 Localizar informações explícitas em um texto. Trata-se da localização de, por exemplo, data, local, número, em um texto, que se dará, no início do processo, mediante o reconhecimento das características da informação solicitada. Depois, por meio de informações sobre a organização do texto. D6 Interpretar, integrando texto e material gráfico. È o ponto de partida para iniciar o processo de interpretação e que, ao contrário das habilidades anteriores, requer a integração de conhecimento sobre o texto. Deve-se levar o estudante a estabelecer relações entre informações verbais e não verbais para compreender a implicação dessa relação.

2 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE LÍNGUA INGLESA 2 CICLO 2010 EIXO LEITURA Tópico I Procedimento de Leitura Essa habilidade tem como foco estabelecer relação entre as competências anteriores para inferir o sentido de palavra desconhecida. Iniciar o desenvolvimento dessa habilidade, chamando a atenção do estudante para as pistas que o uso da palavra sugere; por exemplo, Inferir sentido de palavra a partir de contexto. D7 identificar a classe de palavra, as palavras que a circundam, qual sua função no texto. Encorajar a proposição de hipóteses quanto ao sentido da palavra desconhecida como estratégia de leitura. Evitar o uso de dicionário para o desenvolvimento da habilidade de inferência. Tópico 2 Compreensão do Texto D8 Avaliar afirmativas em relação a um texto ou às suas partes. A percepção das semelhanças e diferenças entre as partes do texto e o estabelecimento de relações sobre essa percepção inicial constituem a base para avaliar afirmativas em relação ao texto. Questões do tipo: De acordo com o texto, a respeito de X, é CORRETO afirmar que... Tópico 3 Análise Textual - Coerência e Coesão D9 Identificar elementos coesivos em um texto. Essa competência é fundamental para compreender a construção de sentido no texto. Foco: o papel de artigos, preposições, conjunções, marcadores discursivos de adição, contradição, temporalidade, causalidade, entre outros, para extrair sentido do texto. Estabelecer relações entre o uso de elementos coesivos (pronomes pessoais, D10 Estabelecer relações a partir de substituição ou demonstrativos e relativos) e o sentido do texto, através da identificação de seus referentes, repetição de palavras. inclusive referentes entre palavras similares no texto (coesão lexical). Verificar o efeito da repetição de palavras no sentido do texto.

3 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE LÍNGUA INGLESA 2 CICLO 2010 Tópico 4 Mecânica Textual: Relação entre Pontuação, Seleção Lexical e Sentido D11 Compreender a pontuação (interrogação, exclamação, reticências). Essas habilidades são fundamentais para compreender a construção do texto e a decorrente extração de sentido para que, quando o estudante tenha que construir seu próprio texto, saiba utilizar essas convenções, de acordo com sua função comunicativa. Foco: compreender a relação da pontuação na escrita com sua expressão na oralidade. EIXO II ESCUTA Tópico 1 Procedimento da escuta D12 Discriminar diferentes fonemas. Essa habilidade busca a aquisição e o desenvolvimento de vocabulário variado. Para o desenvolvimento dessa habilidade, o professor deve possibilitar ao estudante atividades que levem à distinção e discriminação de diferentes fonemas a partir de gravação, em que apareçam palavras com fonemas diferenciados, como em like, piece e outras. Para avaliar, o professor pode utilizar questões que testem o conhecimento de palavras. D13 Compreender uma fala e seu sentido. Par ao desenvolvimento dessa habilidade, o professor pode, por exemplo, possibilitar aos estudantes ouvir um pequeno texto e, depois, o professor pode solicitar aos estudantes que preencham, por exemplo, uma ficha de informações sobre o assunto tratado na gravação. D14 Inferir sentido a partir das marcas do discurso oral (ritmo, entoação, pausa, ênfase..) Essa habilidade tem como foco estabelecer relação entre as competências anteriores para inferir o sentido de palavra desconhecida. Iniciar o desenvolvimento dessa habilidade, chamando a atenção do estudante para as pistas que o uso da palavra sugere; por exemplo, identificar a classe de palavra, as palavras que a circundam, qual sua função no texto. Encorajar a proposição de hipóteses quanto ao sentido da palavra desconhecida como estratégia de leitura. Evitar o uso de dicionário para o desenvolvimento da habilidade de inferência.

4 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE LÍNGUA INGLESA 2 CICLO 2010 EIXO II ESCUTA Tópico 1 Procedimento da escuta D15 Identificar locutor e interlocutor. Essa habilidade tem como foco a identificação de locutor e interlocutor de um texto, mediante pistas textuais, entoação da fala, percepção da mudança de turno e outros,quando o estudante encontra-se em uma situação de escuta. A avaliação pode ser feita, por exemplo, mediante o preenchimento de um quadro, indicando quais falas de um diálogo são perguntas, afirmativas ou exclamações. D16 Compreender sentido de contrações na fala. Essa habilidade tem como foco o entendimento de falas que presentam contrações, como em You re a student ; She s a teacher ; I m a doctor, dentre outras. A avaliação pode ser feita mediante o preenchimento de um quadro, indicando quais falas apresentam contrações. EIXO III ESCRITA Essa habilidade deve ser construída a partir de cópia de palavras em língua inglesa com o D17 Copiar sentenças em língua inglesa. objetivo de oportunizar ao estudante a observação e o aprendizado da escrita correta de palavras nesse idioma. É importante que as sentenças tenham significado para os estudantes e que elas representem o cotidiano deles. D18 Planejar a escrita. Essa habilidade deve ser trabalhada e avaliada, tendo como foco um conjunto de elementos D19 Escrever palavas e números de acordo com os que possibilitem aos estudantes a abordagem de um determinado tema a partir da produção padrões ortográficos da língua inglesa. de um tipo ou gênero textual. Uma produção deve visar às respostas das perguntas: D20 Escrever frases em língua inglesa. Sobre o que vai escrever? Qual é o tema? Que gênero textual será produzido? D21 Escrever pequenos textos em língua inglesa. Que elementos sistêmicos 1 serão utilizados para tal? Qual o tratamento metodológico 2? 1 Elementos sistêmicos: De acordo com os PCN de Língua Estrangeira, p. 104, os elementos sistêmicos referem-se aos itens morfológicos e sintáticos empregados na produção textual, de forma a atender ao tipo de texto a ser produzido. 2 Tratamento metodológico: Segundo os PCN de Língua Estrangeira, p. 104, tratamento metodológico diz que a escolha do tema a ser trabalhado deve basear-se no inventário de conhecimento de mundo e deve estar ligado aos interesses do grupo. Nesse sentido, o tema só poderá ser definido na situação de sala de aula.

5 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE LÍNGUA INGLESA 2 CICLO 2010 EIXO III ESCRITA D22 Usar pontuação adequada. Essas habilidades são fundamentais para compreender a construção do texto e a decorrente extração de sentido para que, quando o estudante tenha que construir seu próprio texto, saiba utilizar essas convenções, de acordo com sua função comunicativa. Foco: compreender a relação da pontuação na escrita com sua expressão na oralidade. D23 Ao produzir o texto, o estudante deverá desenvolver a habilidade e utilizar adequadamente Usar adequadamente maiúsculas e minúsculas, maiúsculas, minúsculas, contrações e outros, em diferentes gêneros textuais, como diálogos, contrações e outros. piadas, notícias, propagandas, etc. D24 D25 Revisar o próprio texto para correção e adequação de sentido. Utilizar elementos coesivos básicos (and, but, so, then e outros.) Essa habilidade é desenvolvida a partir de atividades como responder a perguntas pertinentes ao tema proposto (profissões, recreação, rotinas, comidas, locais [praças, comerciais,igrejas] regras, jogos, família, esporte, alimentação, por exemplo) que possibilitem ao estudante revisar seu texto, verificando se sua produção está adequada ao sentido. Essa habilidade deve ser construída a partir do foco de levar o estudante a construir um texto coerente, utilizando elementos coesivos como and, but, so, then e outros. D26 D27 Descritores Pronunciar de forma adequada os diferentes fonemas da língua. Produzir padrões de acentuação, entonação e ritmo adequados ao sentido. EIXO 4 FALA Tópico 1 Produção oral Comentários Encorajar o estudante a pronunciar corretamente os diferentes fonemas da língua. A correção da pronúncia não precisa ser feita diretamente ao estudante para não inibi-lo. Após atividades como leitura de textos em voz alta ou diálogos, o professor pode listar os erros de pronúncia que percebeu sem apontar os erros de um estudante em específico. O estudante deve saber utilizar esses padrões para que possa ser compreendido pelo ouvinte e atinja seus objetivos comunicativos. A avaliação pode ser feita através de leitura em voz alta de diálogos ou através de pequenas encenações.

6 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE LÍNGUA INGLESA 2 CICLO 2010 EIXO 4 FALA Tópico 1 Produção oral Utilizar formas contraídas. A utilização de formas contraídas pode facilitar a fluência na Língua Inglesa e o uso do D28 apóstrofo em contrações, substituindo uma ou mais letras omitidas, agiliza a pronúncia. D29 Usar elementos coesivos (marcadores de discurso well, oh, huh). Utilizar marcadores de coesão e facilitadores da coerência da linguagem oral (well, oh, huh) que funcionam como apoio para a organização do pensamento a ser expresso oralmente. A matriz de referência curricular de Língua Inglesa para o 3º ciclo da Rede Municipal de Ensino de Contagem está organizada em 4 eixos: Leitura, Escuta, Escrita e Fala, que, por sua vez, são distribuídos em tópicos. Esses tópicos são detalhados por descritores EIXO I - LEITURA Tópico I Procedimento de Leitura D30 Reconhecer um conjunto de palavras e seu sentido. Foco: desenvolvimento de conhecimento de vocabulário.essa habilidade deve ser trabalhada, solicitando o uso de vocabulário aprendido em atividades que deem aos estudantes a possibilidade de uso da língua. Na avaliação, essa competência é testada com questões que avaliem o conhecimento de palavras afins, sinônimos ou antônimos. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos. D31 Reconhecer a função comunicativa de um texto escrito. Compreender qual é a intenção de quem articula o discurso (falado, escrito ou imagético).é necessário trabalhar noções de informação, persuasão, descrição, crítica, indagação com qualquer texto (oral, escrito ou visual), uma vez que essa competência é básica para a compreensão do uso da língua. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos. D32 Identificar o tema ou assunto de um texto. Essa competência deve ser trabalhada em sala de aula e em avaliações a partir de perguntas com foco na identificação de temas (família, escola, cidade), fazendo a distinção do assunto: relações pais e filhos (família); relações entre estudantes (escola) e outros. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos.

7 EIXO I - LEITURA Tópico I Procedimento de Leitura D33 D34 D35 D36 D37 Antecipar informações a partir de títulos ou elementos gráficos. Localizar informações explícitas em um texto. Inferir sentido de palavra a partir de um contexto. Estabelecer relações entre informações em um texto ou em textos diferentes. Interpretar informações verbais e visuais, integrando texto e material gráfico (destaques, legendas, glossário). Essa competência deve ser trabalhada mediante questionamentos a respeito do título, de figuras, imagens e outras saliências textuais para buscar conhecimentos prévios dos estudantes a respeito do tema do texto. Trata-se da localização de, por exemplo, data, local, número, em um texto, que se dará, no início do processo, mediante o reconhecimento das características da informação solicitada. Depois, por meio de informações sobre a organização do texto. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos. Foco: estabelecer relação entre as habilidades anteriores para inferir o sentido de palavra desconhecida. Iniciar o desenvolvimento dessa competência, chamando a atenção do estudante para as pistas que o uso da palavra sugere, por exemplo, identificar a classe de palavra, as palavras que a circundam, qual sua função no texto. Encorajar a proposição de hipóteses quanto ao sentido da palavra desconhecida como estratégia de leitura. Evitar o uso de dicionário para o desenvolvimento da habilidade de inferência. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos. Foco: as partes do texto e as informações nessas partes. Por exemplo, distinguir entre causa e efeito, eventos precedentes e posteriores (relações de tempo no texto) ou entre informação principal e secundária; entre fato e opinião. Para desempenhar essa competência o professor deve inicialmente ajudar o aluno a identificar e distinguir esse tipo de informação para posteriormente solicitar do estudante que estabeleça relações entre partes do texto. Foco: atenção aos sentidos não explícitos no texto. A atenção do estudante deve ser voltada a identificar o papel de seleção lexical ou de imagens e notações gráficas na construção de sentido do texto.

8 Tópico 2 Compreensão do Texto D38 D39 Identificar características de gêneros textuais específicos. Avaliar afirmativas em relação a um texto ou às suas partes. Foco: Identificar as características de cartas, cartões postais, anúncios, descrições, notícias, resenhas, poesia, etc. para fins de compreensão do texto. Em sala de aula, o professor deve chamar a atenção dos estudantes sobre essas características, encorajando a compreensão da organização textual de cada gênero trabalhado. A percepção das semelhanças e diferenças entre as partes do texto e o estabelecimento de relações sobre essa percepção inicial constitui a base para avaliar afirmativas em relação ao texto. Questões do tipo: De acordo com o texto, com respeito a..., é correto afirmar que... Tópico 3 Análise Textual - Coerência e Coesão D40 Identificar elementos coesivos em um texto. Essa competência é fundamental para compreender a construção de sentido no texto. Foco: o papel de artigos, preposições, conjunções, marcadores discursivos de adição, contradição, temporalidade, causalidade, entre outros, para extrair sentido do texto. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos.

9 Tópico 3 Análise Textual - Coerência e Coesão D41 D42 D43 D44 Diferenciar as partes principais e secundárias de um texto. Estabelecer relações a partir de substituição ou repetição de palavras. Estabelecer relação entre elemento coesivo e sentido. Parafrasear informações, idéias ou sentenças. Foco na análise das partes do texto. Por exemplo, fatos ou argumentos representam parte importante, detalhes ou informações que os ilustram constituem informação secundária. Na avaliação as perguntas têm como foco demonstrar que o estudante consegue distinguir essas diferenças. Estabelecer relações entre o uso de elementos coesivos (pronomes pessoais, demonstrativos e relativos) e o sentido do texto, através da identificação de seus referentes, inclusive referentes entre palavras similares no texto (coesão lexical). Verificar o efeito da repetição de palavras no sentido do texto. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos. Estabelecer a relação entre o uso de um marcador coesivo e seu sentido. Por exemplo: porém (contraposição), além (adição), porque (causa), antes/depois (tempo), e outros. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos. Foco: compreender que diferenças de forma não comprometem o sentido original de sentenças ou trechos do texto. Em sala de aula o professor deve primeiro demonstrar as equivalências para, depois, encorajar estudantes a buscar outras maneiras de expressar o sentido de sentenças ou trechos do texto. Tópico 4 Mecânica Textual: Relação entre Pontuação, Seleção Lexical e Sentido D45 Compreender formas de pontuação (interrogação, exclamação, reticências, aspas, travessão, destaques no texto como uso de itálico e outros.). Essa competência é fundamental para compreender a construção e a decorrente extração de sentido do texto para que quando o estudante tenha que construir seu próprio texto saiba utilizar dessas convenções, de acordo com sua função comunicativa. Foco: compreender a relação da pontuação na escrita com sua expressão na oralidade. O professor deve orientar para a consciência do papel da pontuação primeiro como preparação para o desempenho autônomo dessa competência. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos.

10 TEMA II ESCUTA Tópico - Procedimento da Escuta D46 Entender palavras na fala e seu sentido. Par ao desenvolvimento dessa habilidade, o professor pode, por exemplo, possibilitar aos estudantes ouvir um pequeno texto e, depois, pedir para preencher uma folha de um bloco de recados para que um amigo receba as informaçãoes de que necessita. Para avaliar, o professor pode solicitar aos estudantes que preencham, por exemplo, uma ficha de informações sobre o assunto tratado na gravação.no 3 ciclo, os textos devem apresentar maior complexidade. D47 Compreender a função comunicativa de uma fala. Compreender qual é a intenção de quem articula o discurso.é necessário trabalhar noções de informação, persuasão, descrição, crítica, indagação com um texto oral, uma vez que essa competência é básica para a compreensão do uso da língua. D48 D49 Inferir sentido a partir de tom da voz, ritmo, entoação e contexto. Sintetizar as principais idéias de uma fala. Essa babilidade tem como foco estabelecer relação entre as competências anteriores para inferir o sentido de palavra desconhecida. Iniciar o desenvolvimento dessa habilidade, chamando a atenção do estudante para as pistas que o uso da palavra sugere; por exemplo, identificar a classe de palavra, as palavras que a circundam, qual sua função no texto. Encorajar a proposição de hipóteses quanto ao sentido da palavra desconhecida. Evitar o uso de dicionário para o desenvolvimento da habilidade de inferência. No 3 ciclo, os textos devem apresentar maior complexidade. Essa habilidade tem como foco a síntese das principais ideias do texto falado, mediante a construção de TEMA III ESCRITA Tópico 1 Produção e análise da escrita D50 O estudante deve esvrever palvras, expressões e sentenças de acordo com a temática Redigir palavras, expressões e sentenças. proposta, seguindo, inclusive os padrões gramaticais da língua inglesa. Compreender qual é a intenção de quem articula o discurso.é necessário trabalhar noções D51 de informação, persuasão, descrição, crítica, indagação em um texto oral, uma vez que Organizar logicamente as informações de um texto. essa competência é básica para a compreensão do uso da língua. No 3 ciclo, aumenta a complexidade dos textos.

11 TEMA III ESCRITA Tópico 1 Produção e análise da escrita D52 Redigir texto adequado à função comunicativa solicitada. Essa habilidade deve ser trabalhada e avaliada, tendo como foco um conjunto de elementos que possibilitem os estudantes a abordagem de um determinado tema a partir da produção gênero textual. Uma produção deve visar às respostas das perguntas: Sobre o que vai escrever? Qual é o tema? Que gênero textual será produzido? Que elementos sistêmicos serão utilizados para tal? Qual o tratamento metodológico? Neste ciclo, os texto apresentam maior complexidade. D53 Dar título adequado ao conteúdo do texto. A construção desta habilidade está ligada à escolha e à definição de um título pertinente e adequado ao texto, de acordo com o gênero produzido (aviso, bilhete, piada, notícia, e outros) D54 D55 Parafrasear textos de diferentes gêneros, resguardando a coerência. Planejar o próprio texto. Foco: compreender que diferenças de forma não comprometem o sentido original de sentenças ou trechos do texto. Em sala de aula o professor deve primeiro demonstrar as equivalências para, depois, encorajar estudantes a buscar outras maneiras de expressar, por escrito, o sentido de sentenças ou trechos do texto. Essa habilidade deve ser trabalhada e avaliada, tendo como foco um conjunto de elementos que possibilitem aos estudantes a abordagem de um determinado tema a partir da produção de um tipo ou gênero textual. Uma produção deve visar às respostas das perguntas: Sobre o que vai escrever? Qual é o tema? Que gênero textual será produzido? Que elementos sistêmicos serão utilizados para tal? Qual o tratamento metodológico?

12 TEMA III ESCRITA Tópico 1 Produção e análise da escrita D56 Revisar o próprio texto em função dos objetivos. Essa habilidade é desenvolvida a partir de atividades como responder a perguntas pertinentes ao tema proposto (família, esporte, lazer, profissões, recreação, anúncios, trabalho, alimentação, por exemplo) que possibilitem ao estudante revisar seu texto, verificando se sua produção está adequada ao sentido. Neste ciclo os textos devem ter maior complexidade. D57 D58 D59 D60 Adequar elementos coesivos para orientar e clarear sentido. Identificar problemas no texto (ortografia, repetição, pontuação...) Utilizar pontuação adequada. Utilizar maiúsculas, minúsculas e contrações, adequadamente. Estabelecer a relação entre o uso de um marcador coesivo e seu sentido. Por exemplo: porém (contraposição), além (adição), porque (causa), antes/depois (tempo), e outros. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos. Essa competência é fundamental para compreender a construção e a decorrente extração de sentido do texto para que quando o estudante tenha que construir seu próprio texto saiba utilizar dessas convenções, de acordo com sua função comunicativa. Foco: compreender a relação da pontuação na escrita com sua expressão na oralidade. O professor deve orientar para a consciência do papel da pontuação primeiro como preparação para o desempenho autônomo dessa competência. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos. Essas habilidades são fundamentais para compreender a construção do texto e a decorrente extração de sentido para que, quando o estudante tenha que construir seu próprio texto, saiba utilizar essas convenções, de acordo com sua função comunicativa. Foco: compreender a relação da pontuação na escrita com sua expressão na oralidade. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos. Ao produzir o texto, o estudante deverá desenvolver a habilidade e utilizar adequadamente maiúsculas, minúsculas, contrações e outros, em diferentes gêneros textuais, como diálogos, piadas, notícias, propagandas, etc. Neste ciclo, aumenta o grau de complexidade dos textos.

13 TEMA III ESCRITA Tópico 1 Produção e análise da escrita Na escrita de palavras, de frases ou de textos, o estudante deve produzi-los de acordo com os padrões gramaticais da língua inglesa, observando, por exemplo: D61 Utilizar adequadamente o sistema gramatical. Fonemas existentes na língua inglesa e não existentes na língua portuguesa e vice-versa. (PNC, p.102); A relação entre ortografia e pronúncia, que não é a mesma nas diferentes línguas(pcn, p. 102), e outros. TEMA IV FALA Tópico 1 - Produção Oral D62 D63 D64 D65 D66 Pronunciar de forma adequada os diferentes fonemas da língua inglesa. Utilizar a forma gramatical correta conforme a função comunicativa. Utilizar linguagem apropriada à tarefa e ao contexto. Utilizar marcadores do discurso oral adequadamente. Produzir padrões de acentuação, entoação e ritmo da língua. Encorajar o estudante a pronunciar corretamente os diferentes fonemas da língua. A correção da pronúncia não precisa ser feita diretamente ao estudante para não inibi-lo. Após atividades como leitura de textos em voz alta ou diálogos, o professor pode listar os erros de pronúncia que percebeu sem apontar os erros de um estudante em específico. Neste ciclo, aumenta o gau de complexidade dos textos. O estudante deve saber utilizar esses padrões para que possa ser compreendido pelo ouvinte e atinja seus objetivos comunicativos. A avaliação pode ser feita através de leitura em voz alta de diálogos ou através de encenações. Utilizar marcadores de coesão e facilitadores da coerência da linguagem oral ( well, oh, huh) que funcionam como apoio para a organização do pensamento a ser expresso oralmente. Encorajar o estudante a pronunciar corretamente os diferentes fonemas da língua. A correção da pronúncia não precisa ser feita diretamente ao estudante para não inibi-lo. Após atividades como leitura de textos em voz alta ou diálogos, o professor pode listar os erros de pronúncia que percebeu sem apontar os erros de um estudante em específico. Neste ciclo, aumenta o gau de complexidade dos textos.

14 TEMA IV FALA A utilização de formas contraídas pode facilitar a fluência na Língua Inglesa e o uso do D67 apóstrofo em contrações, substituindo uma ou mais letras omitidas, agiliza a Utilizar formas contraídas. pronúncia. Possibilitar e encorajar o estudante a utilizar, em diálogos ou em outras situações de comunicação, formas contraídas, como Let s, I don t, I can t, dentre outras. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua estrangeira / Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, Disponível em: Acesso: 2 de outubro de BRASIL. Orientações curriculares para o ensino médio.volume 1: Linguagens, códigos e suas tecnologias/ Secretaria de Educação Básica Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, Disponível em: Acesso: 2 de outubro de CELANI, M. A. A. Professores e Formadores em Mudança. Campinas, SP: Mercado das Letras, COELHO, H. S. H. É possível aprender inglês em escolas públicas? Crenças de professores e alunos sobre o ensino de inglês em escolas públicas. Dissertação (Mestrado em Estudos Lingüísticos). Bel o Horizonte: UFMG, DIAS, R.; BAMBIRRA, R.; ARRUDA, C. Aprender a aprender: metodologia para estudos autônomos. Belo Horizonte: Editora UFMG, ELLIS, R. Instructed second language acquisition: a literature review. New Zealand, Wellington, Ministry of Education, MICCOLI, L. Brazilian EFL Teachers Experiences in Public and Private Schools: Different Contexts with Similar Challenges. In: KAJALA, P.; MENEZES, V.; BARCELOS, A. M. F. Narratives of teaching and learning EFL. Houndmills: Palgrave Macmillan, p MICCOLI, L. Ensino e aprendizagem de inglês: experiências, desafios e possibilidades. Campinas: Pontes, PAIVA, V. L. M. O. Práticas de ensino e aprendizagem de inglês com foco na autonomia. Campinas: Pontes, 2007.

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