NORMATIVA PARA OFERTA DE CARGA HORÁRIA SEMIPRESENCIAL EM CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA E TECNOLÓGICA PRESENCIAIS DO IFNMG

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1 Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal do Norte de Minas Gerais Pró-Reitoria de Ensino NORMATIVA PARA OFERTA DE CARGA HORÁRIA SEMIPRESENCIAL EM CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA E TECNOLÓGICA PRESENCIAIS DO IFNMG Dispõe sobre normas para oferta de carga horária semipresencial em cursos presenciais de Educação Profissional Técnica de Nível Médio do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais IFNMG. CAPÍTULO I BASE LEGAL E CONCEITUAL Art. 1º A base legal desta normativa está pautada nos artigos 80 e 81 da LDB 9.394/1996, Art. 1º do Decreto 5.622/2005, que define a modalidade de ensino a distância como modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos, no Art. 8º da Resolução CNE/CEB Nº 1, de 02 de fevereiro 2016, bem como na RESOLUÇÃO Nº 6, de 20 de setembro de 2012 que, em seu artigo 26, define: Respeitados os mínimos previstos de duração e carga horária total, o plano de curso técnico de nível médio pode prever atividades não presenciais, até 20% (vinte por cento) da carga horária diária do curso, desde que haja suporte tecnológico e seja garantido o atendimento por docentes e tutores. Art. 2º Caracteriza-se modalidade semipresencial como quaisquer atividades didáticas, módulos ou unidades de ensino-aprendizagem centrados na autoaprendizagem e com a mediação de recursos didáticos organizados em diferentes suportes de informação, que utilizem o ambiente virtual de aprendizagem institucional (AVA IFNMG).

2 CAPÍTULO II DAS JUSTIFICATIVAS Art. 3º Justificativas para a oferta de componentes curriculares na modalidade semipresencial: I Permitir ao discente vivenciar uma modalidade virtual que desenvolve a disciplina, a organização e a autonomia de aprendizagem. II Flexibilizar os horários para estudos. III Promover a integração entre os cursos e/ou campus para oferta de componentes curriculares comuns. IV Possibilitar aos docentes novas experiências, desenvolvimento de habilidades e técnicas de aprendizagem. V Incluir métodos e práticas de ensino-aprendizagem que incorporem o uso integrado de tecnologias de informação e comunicação para a realização de objetivos pedagógicos, bem como prever encontros presenciais. VI Possibilitar a oferta de disciplina e atividades semipresenciais, quando houver necessidade de modificação de carga horária do curso. CAPÍTULO III DA IMPLEMENTAÇÃO Art. 4º A proposição da oferta de carga horária em atividades semipresenciais deverá ser definida em Colegiado de Curso ou órgão equivalente. Art. 5º O Colegiado de Curso ou órgão equivalente deverá planejar e efetivar a revisão do Plano Pedagógico de Curso, contemplando e especificando o interesse em oferecer componentes curriculares na modalidade semipresencial, observando-se as seguintes diretrizes:

3 I- A oferta de componentes curriculares na modalidade semipresencial para os cursos técnicos presenciais não poderá ultrapassar 20% (vinte por cento) da carga horária diária do curso, de acordo com a legislação vigente. II- Poderá ser ofertada disciplina semipresencial, parte da disciplina em atividades semipresenciais e/ou carga horária extra da disciplina em atividades semipresenciais, desde que observado o percentual máximo permitido. III- Deverão ser executadas, exclusivamente, de forma presencial: Avaliação semestral; atividades práticas desenvolvidas em laboratórios científicos ou didáticos; e atividades, obrigatoriamente presenciais, previstas nas Diretrizes Curriculares Nacionais e/ou Plano Pedagógico do Curso. CAPÍTULO IV ORGANIZAÇÃO METODOLÓGICA Art. 6º O Plano Pedagógico do Curso deverá especificar que a descrição das atividades semipresenciais constará de forma clara nos Planos de Ensino de cada disciplina. Parágrafo único: O Plano de Ensino deve conter: a) justificativa para inclusão da oferta de componentes curriculares no formato semipresencial; b) descrição detalhada das atividades presenciais e a distância, contendo a relação dos componentes curriculares a serem ofertados integral ou parcialmente no formato semipresencial, com discriminação da carga horária na modalidade presencial e a distância, somatório final e respectivo(s) período(s) letivo(s) de oferta; c) descrição das avaliações que serão realizadas de forma semipresencial e presencial; d) cronograma de atividades e mecanismos de atendimento individualizado ao aluno; e) garantia de realização de encontros presenciais. Art. 7º O docente deverá estabelecer ações em duas categorias: momentos presenciais e momentos a distância. Em cada um dos momentos o docente deverá detalhar como será trabalhada a disciplina e quais instrumentos serão utilizados para atingir os objetivos estabelecidos no Plano de Ensino. Art. 8º Nos momentos a distância, deverá ser garantida a equivalência de conteúdos e objetivos, bem como o desenvolvimento das habilidades exigidas para a formação do aluno. Art. 9º Os momentos semipresenciais ocorrerão por meio da utilização do Ambiente Virtual de Aprendizagem AVA IFNMG.

4 CAPÍTULO V DO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Art. 10 Para que o ambiente virtual possa atender o que dispõe estas normas, é necessário que ele permita a criação mínima das seguintes atividades: a) grupos de alunos; b) fórum; c) repositório de publicação de documentos e textos; d) salas de bate-papo; e) atividades, em qualquer formato (dissertativa ou objetiva); f) relatório de acesso por participante; g) visualização de recursos multimídia; h) visualização de quadro de notas das atividades avaliativas. Art. 11 Serão consideradas atividades semipresenciais somente aquelas desenvolvidas por meio do ambiente virtual de aprendizagem (AVA - IFNMG). Parágrafo único: O acesso e utilização de outras ferramentas como correios eletrônicos, aplicativos de bate papo, redes sociais, entre outros, não serão levados em consideração para fins de avaliação. CAPÍTULO VI DA CARGA HORÁRIA Art. 12 O docente contabilizará a carga horária total da disciplina no preenchimento do Relatório de Atividades Docentes, independente da carga horária destinada às atividades semipresenciais. CAPÍTULO VII DA AVALIAÇÃO Art. 13 As avaliações de rendimento dos estudantes nos componentes curriculares semipresenciais deverão obedecer aos critérios estabelecidos no Regulamento dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio do IFNMG. Art. 14 As atividades avaliativas que forem aplicadas no ambiente virtual devem estar registradas pelo professor no Plano de Ensino, sendo que o aluno deverá ser previamente informado.

5 CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 15 A oferta de carga horária semipresencial nos cursos técnicos presenciais de nível médio é opcional. Art. 16 Amparado pelo Art. 47 3º, da Lei nº 9.394/96, esta diretriz considerará que, nas atividades semipresenciais, o registro da frequência de alunos não é obrigatória. Art. 17 O aluno do curso técnico presencial poderá cursar disciplina em curso a distância, desde que esta seja uma indicação do Colegiado de Curso ou órgão equivalente, observando-se a viabilidade de parceria com Centro de Referência em Educação a Distância e Projetos Especiais CEAD sob orientação da Pró-Reitoria de Ensino. Parágrafo único: Esta ação, caso seja viável, deverá ser implementada por meio documento próprio em que, as partes envolvidas (campus interessado, CEAD e Proen) estejam em comum acordo. Art. 18 O CEAD poderá auxiliar os campi interessados na oferta de carga horária semipresencial. Art. 19 Os casos omissos e as dúvidas suscitadas na aplicação destas Normas serão dirimidas, no que couber, pelos órgãos colegiados do IFNMG, e obedecendo à legislação em vigor. Art. 20 Estas Normas entrarão em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho Superior do IFNMG.

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