MORVAN MEIRELES FERRUGEM ajuíza, em , reclamação trabalhista em face de FUNDAÇÃO ÁTTILA TABORDA.

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1 Vistos, etc. MORVAN MEIRELES FERRUGEM ajuíza, em , reclamação trabalhista em face de FUNDAÇÃO ÁTTILA TABORDA. Assevera o reclamante ter laborado para a reclamada no período de a , nas funções de professor, assessor administrativo, vice-diretor, superintendente acadêmico, reitor, coordenador do núcleo editorial e, por último, diretor do núcleo editorial. Com os fundamentos expostos na peça inicial, aponta inadimplementos contratuais pela demandada e postula as parcelas deles decorrentes. Afirma que houve redução salarial no período de julho de 2004 a agosto de 2005 e postula diferenças salariais e multas previstas em normas coletivas. Alega que considerou o contrato rescindido indiretamente em decorrência de redução do salário, do adicional por tempo de serviço, das natalinas, ausência de pagamento de salários dos últimos meses e ausência de depósitos de FGTS. Pleiteia aviso-prévio, um período de férias, férias proporcionais e natalinas, bem como o acréscimo de 40% sobre os depósitos de FGTS, inclusive sobre os valores sacados quando da aposentadoria. Requer diferenças de FGTS do contrato de trabalho. Postula a antecipação de tutela jurisdicional para liberação dos depósitos de FGTS. Atribui à causa o valor de R$ ,95 e acosta documentos. Deferida a tramitação preferencial em razão do estatuto do idoso (fl. 36). Nas fls. 40-1, o autor apresenta emenda à inicial e junta documentos. Em audiência, retifica a data de despedida indireta para A reclamada defende-se consoante a resposta das fls Invoca a prescrição. Contesta os pedidos. Nega as assertivas lançadas Sentença - fl. 1

2 na petição inicial, especialmente no que concerne às causas ensejadoras da rescisão indireta do contrato de trabalho. Assevera que o autor, utilizando o cargo de presidente da entidade mantenedora e de reitor da universidade mantida, fez retiradas a título de antecipação de salários e de FGTS que, segundo apuradas pelo Ministério Público em inquérito civil aberto com essa finalidade, totalizam R$ ,57. Acosta documentos. Apresenta, ainda, em audiência designada em (fl. 54), reconvenção em que postula o adimplemento de valores retirados antecipadamente pelo autor. Junta documentos (fls ). O autor apresenta resposta à reconvenção (fls ) asseverando a inexistência de valores a ressarcir. Acosta documentos. de perícia contábil. Indeferido o pedido de antecipação de tutela (fls e 1170). A ré junta documentos (fls ) e postula a realização O autor junta documentos (fls ) e opõe exceção de suspeição à Juíza Marcele Cruz Lanot. Julgada improcedente a exceção (fls ) e mantida a decisão (fls e 1385). O Ministério Público do Trabalho informa a inexistência de interesse público a enseja a intervenção (fl. 1366). O autor postula a realização de perícia contábil (fl. 1393). Denegado o Mandado de Segurança impetrado em face da decisão que indeferiu o pedido de antecipação da tutela (fl. 1410). Realizada perícia contábil cujo laudo se encontra nas fls e complementação nas fls , , , e As partes aduziram razões finais encerrando-se a instrução. As tentativas de conciliação não obtiveram êxito. É o relatório. ISTO POSTO: Sentença - fl. 2

3 PRELIMINARMENTE. Inépcia. A reclamada argui incidentalmente a inépcia do pedido de antecipação da tutela jurisdicional porque não formulada a pretensão definitiva de fundo. Contudo, rejeita-se a arguição porque, ao pedir a antecipação, o autor refere também que os valores estão aguardando a rescisão do contrato para liberação e que são motivo do pedido de tutela. Mérito. Prescrição. Invocada pela defesa (fl. 83), pronuncia-se a prescrição das parcelas anteriores a 26 de agosto de 2000, consoante inciso XXIX do art. 7º da Carta Magna. A defesa argui, ainda, a prescrição bienal refere ao pedido de FGTS do período anterior à aposentadoria, em e do acréscimo de 40% incidente sobre tais parcelas alegando que, em tal ocasião nasceu o direito de ação porquanto ali disponibilizados os valores. Todavia, a prescrição bienal total somente é viável após a extinção do contrato, o que inocorreu na espécie quando da aposentadoria. Diferenças salariais. Afirma o autor que ingressou na demandada em através da Associação de Cultura Técnica, mantenedora da Faculdade de Ciências Econômicas de Bagé, a qual foi incorporada pela atual reclamada e sua mantida, a Universidade da Região da Campanha. Acrescenta que ingressou como professor, após passou a exercer também função administrativa no Conselho Técnico Administrativo; foi assessor administrativo do pró-reitor (em 1974), passou a vice-diretor da Faculdade, foi nomeado superintendente acadêmico das Faculdades Unidas de Bagé, hoje URCAMP. Em 1985, assumiu a reitoria, mandato que foi renovado por seu pares (todos também professores da instituição) por mais quatro vezes, sendo que o último mandato foi Sentença - fl. 3

4 interrompido por motivo de doença e, em , transmitiu o cargo ao atual representante da reclamada. Informa que, depois de alguns meses, foi nomeado coordenador do núcleo editorial, sendo o cargo transformado em diretor do núcleo editorial, no qual permaneceu até a resilição contratual em Aduz que, quando transferiu o cargo de reitor, seu salário era de R$ ,81, sendo reduzido drasticamente para R$ 4.317,57 em 01 de julho e passando para R$ 6.311,06 alguns meses depois, por decisão do Conselho Diretor que acolheu requerimento por ele formulado. No entanto, alega, ficou em patamar bem inferior ao que percebera durante décadas. Acrescenta que, no início, percebia agregado ao salário uma Função Gratificada, passando depois por decisões legais (sic, fl. 4) a receber salário unificado, sem FG. Esclarece que, nos últimos seis anos, por iniciativa própria, vinha reduzindo duramente seu próprio salário, juntamente com o de outros poucos dirigentes, para tentar minorar as dificuldades financeiras pelas quais passava a instituição. Por fim, afirma que não reclama diferenças salariais a partir do salário da época em que foi reitor e presidente da reclamada, pois moralmente não se sente capaz disso. Mas não pode admitir que na nova gestão, que começou ao final de junho de 2.004, já com seu salário tendo atingido voluntariamente seu patamar mais baixo, ainda assim vê-lo reduzido da maneira que foi (fl. 04). Afirma que, como contava com quase quarenta anos de serviços prestados à reclamada, sendo trinta deles nos mais altos cargos da instituição, a redução salarial implicou profundas alterações no seu modo de vida e de sua família, trazendo-lhe os maiores transtornos financeiros e obrigando-o a endividar-se para sobreviver. Postula as diferenças salariais de julho de 2004 a agosto de 2005, com reflexos em FGTS. A reclamada contesta através de extenso arrazoado negando o direito pleiteado e alegando, em síntese, que o reclamante, na condição de reitor da Universidade da Campanha Urcamp - e presidente da Sentença - fl. 4

5 mantenedora a reclamada, concentrava todos os maiores poderes das instituições, sendo o responsável pela situação caótica vivida por elas (instituições). Afirma que disso decorreu a inadimplência alegada na petição inicial, como consequência da má gestão administrativa, financeira e institucional da reclamada, cujo principal responsável pela condução foi o reclamante. Acrescenta que a situação tomou proporções mais graves na medida em que o reclamante se apropriou de valores monetários da instituição reclamada, dos quais detinha a posse em razão de seu poder de mando, efetuando inúmeras retiradas que somaram valores muito superiores aos da remuneração dele, totalizando R$ ,57, segundo apurado pelo Ministério Público Estadual através de Inquérito Civil aberto para esse fim. Informa que, no inquérito, houve conclusão no sentido de que o reclamante deve devolver tal importância à reclamada. Aduz que o autor assinou documento onde autoriza a compensação de tais valores daquele devidos a título de FGTS. Informa, ainda, que contratou profissional da área contábil o qual apurou os valores devidos pelo reclamante em quantidade superior à apontada pelo parquet, mas, em que pese a divergência, a ré optou por receber a importância apurada pelo Ministério Público. Quanto à redução salarial, afirma que o próprio reclamante permitiu e autorizou por várias vezes que seus vencimentos e de outros altos funcionários da instituição fossem reduzidos, o que fez através da Portaria 001/2001-GR. Especificamente quanto à redução efetuada em julho de 2004, afirma que foi feita de comum acordo e foi decorrente do fato de ele ter deixado de exercer a função de reitor, passando a perceber remuneração compatível com o cargo que passou a exercer coordenador do núcleo editorial. Acrescenta que não houve qualquer decisão emanada da reclamada no sentido de aglutinar o salário percebido pelo autor com a função gratificada decorrente do exercício da reitoria (FG), de forma a impossibilitar a redução quando deixasse de Sentença - fl. 5

6 exercer tal função, destacando que, se existisse tal norma, seria ilegal. Afirma que não pode o autor alegar em Juízo, em seu favor, as eventuais irregularidades por ele mesmo cometidas, quando fixou sua própria remuneração. Quanto à redução do adicional de tempo de serviço assegura que é decorrente da readequação salarial. No que tange aos atrasos no pagamento dos salários, afirma que são decorrentes da situação vivida pela Instituição, a qual teve início ainda quando o autor estava à frente da Fundação, e foi por ele tolerada desde aquela época, por longo tempo. Alega que resta configurado, assim, o denominado perdão tácito de eventual falta grave que pudesse ter ocorrido. Em caso contrário, deveria tê-la invocada no tempo em que ocorreu, ou seja, se entende que tal causa é motivo para rescisão indireta do contrato de trabalho, deveria tê-la invocado na época em que os descumprimentos ocorreram, pelo Princípio da Imediatidade. No que concerne aos depósitos do FGTS, citando Sérgio Pinto Martins, alega que, estando o contrato de trabalho vigente, nenhum prejuízo atingiria o empregado, porque o FGTS não pode ser levantado. Por fim, entende que restou demonstrado que as irregularidades apontadas pelo reclamante foram por ele motivadas quando dirigia a reclamada. Cita jurisprudência e pugna pela rejeição dos pedidos. Decido. A redução do salário do empregado configura alteração unilateral do contrato. Nos termos do artigo 468 da CLT, é vedada ao empregador a alteração das condições dos contratos individuais de trabalho em que resultar prejuízo ao empregado. Já o parágrafo estabelece que não se considera alteração unilateral a determinação do empregador para que o respectivo empregado reverta ao cargo efetivo, anteriormente ocupado, deixando de exercer o cargo de confiança. Sentença - fl. 6

7 Nos caso dos autos, considerando a destacada função de gestão ocupada pelo reclamante que era reitor da Universidade da Campanha e Presidente da Fundação reclamada, a qual é a mantenedora da primeira, a questão adquire nuanças bem específicas. Quanto à redução salarial, não basta para o deslinde da questão que se constate a ocorrência do fato concreto (redução salarial) para, diante do impeditivo legal, emitir Juízo condenatório. Necessária, contudo, a análise de fatores bem característicos que envolvem as partes, sendo a lide analisada dentro do contexto em que inserida. Dentre esses fatores, merecem destaque a posição funcional do reclamante na demandada, o poder de gestão que ele detinha, a situação econômica e financeira crítica pela qual passava (passa) a reclamada, bem como os fatores que motivaram tal crise. Assim, verifico que, constatada a crise financeira amplamente noticiada nos autos, a qual atingiu a folha de pagamento dos empregados, a reclamada, por meio de seus administradores, procurou adotar mecanismos para controlar o problema e uma das medidas adotadas foi o parcelamento dos salários atrasados e redução de salários (fls ). Toda a comunidade educativa foi envolvida nesse propósito, consoante os documentos das fls. 208 e 212. Registro, porém, que o autor postula somente diferenças salariais do período em que deixou o cargo de reitor, passando a exercer os cargos de coordenador do núcleo editorial, posteriormente diretor do núcleo editorial, ou seja, de julho de 2004 a agosto de Na espécie, verifica-se que, inicialmente, o autor percebia o salário do cargo de professor (fichas de registro fls e relatório de salários fls e ). Em 1975, no exercício do cargo de assistente, percebia o salário do cargo acrescido da função gratificada. Igualmente, na função de superintendente acadêmico. Após, passou a reitor, com amplos poderes, como, por exemplo, administrar os bens que a Mantenedora colocar à disposição da Universidade (item X do artigo 23 Sentença - fl. 7

8 do Estatuto fl. 170). Pelo que se depreende do documento da fl. 254, a incorporação da gratificação no salário pelo autor e demais integrantes da Diretoria, ocorreu em dezembro de 1989, por decisão do Conselho Diretor. A redução de salário em 2004 ocorreu em decorrência da perda da função de reitor, exercida no período de 1985 a Por óbvio, não poderia continuar percebendo o mesmo salário. Não há falar, ainda, em manutenção do padrão salarial ante a peculiaridade do caso, porquanto a crise em que imersa a ré, com grande volume de obrigações trabalhistas, além de outras, exigiu o sacrifício de todos e decorreu da também da administração do autor. Se houve a redução para todos os que continuaram trabalhando na mesma função, não há como somente o autor manter o mesmo salário, principalmente, tendo deixado de exercer a função. Rejeita-se. Multas. Postula o autor as multas previstas em normas coletivas à razão de 10% por salário pago em atraso. A defesa alega que os atrasos iniciaram durante o período de sua administração. Impugna o valor postulado. O reclamante trouxe aos autos a norma coletiva com período de vigência de a , em que há previsão de multa na cláusula sexta (fl. 12). A ré trouxe as demais normas coletivas do período imprescrito. O perito informa na fl que os atrasos ocorrem desde Portanto, desde o período da administração do autor. Dos documentos das fls , verifica-se que o próprio autor, em outras ocasiões, propôs, por exemplo, o pagamento de natalinas em período diverso ao previsto na norma coletiva (cláusula 19 fl. 336). Desse modo, não há como deferir o adimplemento da multa postulada porque os atrasos também são de responsabilidade do autor. Sentença - fl. 8

9 Rejeita-se. Rescisão indireta. A parte reclamante assevera que considerou rescindido o contrato de trabalho em razão do descumprimento das obrigações legais ante a redução do salário, do adicional por tempo de serviço, das natalinas e férias, ausência de pagamento de 50% do salário de maio e na íntegra dos salários de junho, julho e agosto de 2005 e ausência de depósitos de FGTS. Por tais fundamentos, postula o reconhecimento da rescisão indireta do contrato de trabalho e o pagamento dos salários de 15 dias de maio, dos salários dos meses de junho, julho e agosto de 2005, não pagos, e reflexos em FGTS, do aviso-prévio, das natalinas proporcionais e das férias integrais e proporcionais com o terço. Da emenda à petição inicial e documentos que a acompanham, é possível concluir que a reclamada entendeu que o autor teria pedido demissão e após se retratado. Na emenda, ratifica o pedido de reconhecimento da rescisão indireta do contrato de trabalho. A defesa aduz que, em , o autor comunicou ao presidente da reclamada a sua intenção de rescindir o contrato de trabalho por motivo de aposentadoria definitiva. Contudo, informa que, no dia 12 de agosto, protocolou petição na tentativa de desconstituir o pedido de demissão em rescisão do contrato de trabalho por culpa do empregador rescisão indireta, sem identificar as causas ensejadoras. Afirma que não houve qualquer alteração no contrato de trabalho do reclamante que pudesse justificar o pedido de rescisão indireta, já que não houve alteração do contrato a ensejar a rescisão indireta por descumprimento contratual grave. Alega que as únicas alterações que houve nas condições de trabalho do reclamante decorreram de uma situação de crise institucional, cujo principal responsável é o próprio autor desta ação. Sentença - fl. 9

10 Sustenta que houve a necessidade de readequar os salários ante a grave crise financeira. Afirma que o próprio reclamante permitiu e autorizou por várias vezes que seus vencimentos e de outros altos funcionários fossem reduzidos, inclusive pela Portaria 001/2001-GR. Assevera que a redução salarial impugnada ocorreu pelo fato de que deixou de exercer o cargo de reitor e assim não mais poderia receber salários como tal. Alega que os atrasos, inclusive no recolhimento do FGTS, decorreram da administração realizada pelo autor. Argumenta que o autor não continuou trabalhando e que se caracterizou o abandono de emprego. O contrato de trabalho tem a fidúcia como um de seus componentes fundamentais. Assim, em maior ou menor grau, a confiança integra sempre a relação de emprego e rompida esta, impossível a manutenção do pacto laboral. A falta grave cometida pelo empregador, prevista na alínea d do artigo 483 da CLT caracteriza-se pela inobservância patronal dos direitos e obrigações contidos em preceitos de ordem pública, dando ensejo ao direito de o empregado postular a declaração de rescisão indireta da relação contratual havida entre as partes. Por sua vez, a despedida de empregado por justa causa deve se fundar em ato cuja gravidade obste por completo a possibilidade de continuidade do vínculo pelo desaparecimento da confiança. Excetuandose as faltas cuja natureza do ato implicam a imediata ruptura da confiança, como, por exemplo, nos casos de improbidade, ofensas físicas ou à honra do empregador, para as demais é necessária a verificação dos fatos considerando-se a natureza da função desempenhada e o histórico funcional do empregado. O abandono de emprego corresponde à ausência reiterada e injustificada do empregado com o ânimo de abandonar o emprego. A presunção ocorre quando decorridos trinta dias sem prestação de trabalho e sem a apresentação de justificativa. Sentença - fl. 10

11 Na espécie, com relação à alegada redução salarial, já foi analisada no item anterior, não restando caracterizada a alteração ilícita do contrato de trabalho. Já a ausência de depósitos de FGTS se verificou também durante a administração do autor, não podendo tal fato embasar o pedido de rescisão indireta. No que tange aos salários de maio (50%), junho, julho e agosto (dez dias), constam, no relatório do perito e também no parecer do assistente técnico do autor, créditos efetuados na conta 164 do autor (fls e 1480). A diferença restou computada no cálculo dos adiantamentos retirados pelo autor. Portanto, não restou caracterizado o descumprimento das obrigações patronais a ensejar a rescisão indireta do contrato de trabalho. No tocante ao alegado abandono de emprego, verifica-se que o reclamante ingressou com pedido de rescisão indireta antes do trintídio, não restando também caracterizado o abandono de emprego. Tendo em vista a manifestação da fl. 26 (repetido na fl. 134), considero a rescisão do contrato de trabalho por pedido de demissão. Na espécie, não há falar em nulidade do pedido de demissão por falta de assistência do Sindicato da categoria porque o autor é advogado, tendo assinado a petição inicial, e porquanto foi reitor de instituição de nível superior, tendo pleno conhecimento da legislação trabalhista. Deferem-se, portanto, saldo de salários de 10 dias de agosto de 2005 e reflexos em FGTS, natalinas proporcionais (7/12) e reflexos em FGTS, um período de férias com 1/3, 7/12 de férias proporcionais. Indevido o aviso-prévio porque não demonstrada a dispensa de cumprimento do período pela ré, bem como o acréscimo de 40% sobre os depósitos de FGTS, inclusive do período anterior à aposentadoria, ante o pedido de demissão. Igualmente, ante o pedido de demissão, indevida a liberação dos depósitos de FGTS. Sentença - fl. 11

12 Reconvenção. FGTS. A parte ré apresenta reconvenção em que postula o adimplemento de valores retirados antecipadamente pelo autor. Afirma que o reclamante, no período de 1985 a , efetuou a reforma dos Estatutos para permitir a reeleição em mais de uma vez e para permitir a acumulação dos cargos de Presidente da Instituição Mantenedora e de Reitor da Universidade, que até então eram exercidos por agentes distintos. Alega que houve a concentração no reclamante de todos os poderes maiores da Administração e restou impossibilitada a criação de um espaço institucional alternativo ou de oposição, pelas suas práticas administrativas, denunciadas na nota oficial da Associação dos Professores da FAT-URCAMP (fl. 132). Afirma que, somente após cinco mandatos consecutivos do autor, foi possível a criação de uma chapa eletiva de oposição, quando a situação financeira já estava insustentável. Informa que a situação na qual o reclamante deixou a Instituição foi registrada em parecer analítico do seu atual Conselho de Curadores e que o balanço patrimonial de 2004 demonstra passivo a descoberto no valor de R$ ,25. Acrescenta que a situação tomou proporções mais graves na medida em que o reclamante se apropriou de valores monetários da instituição reclamada, dos quais detinha a posse em razão de seu poder de mando, efetuando inúmeras retiradas que somaram valores muito superiores aos da sua remuneração, totalizando R$ ,57, segundo apurado pelo Ministério Público Estadual através de Inquérito Civil aberto para esse fim. Assevera que, nesse inquérito, houve a conclusão no sentido de que o reclamante deve devolver tal importância à reclamada. Aduz que o reclamante assinou documento onde autoriza a compensação de tais valores daquele devidos a título de FGTS. Informa, ainda, que contratou profissional da área contábil o qual apurou os valores devidos pelo reclamante em quantidade superior à apontada pelo parquet, mas, em que pese a divergência, a ré optou por receber a importância apurada pelo Ministério Público, ou seja, R$ ,57. Sentença - fl. 12

13 Argumenta que o reclamante, na condição de Reitor da Universidade mantida pela reclamada (exercido cumulativamente com o cargo de Presidente da Fundação mantenedora) tinha também as atribuições do artigo 23, inciso XI, do seu Estatuto, em face do qual detinha o poder de administrar os recursos repassados pela Mantenedora. Informa que tais ilegalidades foram apontadas pela Informação Fiscal da Unidade de Atendimento da Receita Previdenciária de Pelotas. O autor-reconvindo apresenta resposta à reconvenção (fls ) asseverando a inexistência de valores a ressarcir. Invoca a própria defesa promovida pela ré ao INSS Instituto Nacional de Seguridade Social, datada de , onde reconhece que o autor é credor, e não devedor (fls ). Invoca a prescrição quinquenal. Reconhece o déficit no mês de junho de R$ ,91 (fl. 980). A demandada-reconvinte (fls ) sustenta que a prescrição decorrente de ato ilícito não se assemelha à prescrição para os créditos decorrentes da legislação do trabalho. Assevera que a defesa fiscal foi efetuada por procuradores nomeados para o quadro de procuradores pelo próprio reclamante, à época em que acumulava as funções de Presidente da Instituição reclamada e reitor da Universidade por ela mantida, sendo natural que direcionassem a sua defesa à justificação não só dos atos da reclamada (à época representada pelo autor) mas também do próprio reclamante. Informa que utilizou o valor constante do Inquérito Civil instaurado pelo Ministério Público Estadual, ou seja, de R$ ,57 (fl. 1071). Junta os documentos relativos às denúncias formalizadas pelo Ministério Público Federal pela prática do delito de desconto das contribuições previdenciárias e fiscais sem o repasse à Previdência Social e ao Tesouro Nacional, respectivamente. A teor do disposto no artigo 315 do CPC, de aplicação subsidiária, a reconvenção é cabível desde que seja conexa com a ação principal ou com o fundamento da defesa. Sentença - fl. 13

14 Inicialmente, sinala-se que a reconvenção tem por objeto apenas a devolução de valores retirados a maior pelo autor-reconvindo, não estando incluídos os valores relativos às contribuições previdenciárias e fiscais indevidamente não repassadas aos órgãos respectivos. No que tange ao FGTS, não comprovados integralmente os depósitos de FGTS do contrato de trabalho (fls ). A demandada reconhece que os valores a título de FGTS do contrato de trabalho a partir de 1992 (após a aposentadoria) representam R$ ,96. Nos documentos das fls. 40-1, constam depósitos de R$ ,00 e de R$ 9.900,00. Devidas, portanto, as diferenças de FGTS. Veja-se que, a partir de , houve a abertura de nova conta de FGTS (fl. 248). Do demonstrativo apresentado pelo perito, constata-se que houve retiradas a maior efetuadas pelo autor. Tais retiradas ultrapassam o valor devido a título de FGTS. Nesse caso, possível o deferimento do valor postulado em sede de reconvenção. Sinala-se que está correto o cálculo do perito porquanto somente os valores líquidos devidos no contracheque podem ser deduzidos dos valores retirados antecipadamente Os valores devidos ao INSS e IR não pertencem ao empregado. Por exemplo, em setembro de 2000, é devido como valor líquido apenas R$ ,54 (fl. 260, documento nº 02, uma vez que deduzidos, entre outros, principalmente os valores a título de IRRF, no valor de R$ 4.540,24), e não R$ ,17 como quer o autor (fl. 36). Nesse sentido, os esclarecimentos do contador das fls e Do exame dos comprovantes de retirada, constata-se que não havia vinculação com o mês de competência do salário, sendo por vezes retirados valores bem superiores, sem compensação no mês de competência, tampouco nos meses seguintes. Assim, inviável a consideração da prescrição por mês de Sentença - fl. 14

15 competência do respectivo pagamento de salários. Tendo em vista que o autor deixou a administração da ré apenas em 2004, não há falar em implemento da prescrição em favor de si próprio porquanto a ele incumbia a administração da ré. Sinala-se, por analogia, que a prescrição resta suspensa entre tutelados e curatelados e seus tutores e curadores durante a tutela ou curatela (artigo 168, III, do antigo Código Civil e artigo 197, III, do novo Código Civil) justamente porque a administração ainda está a cargo desses. Igualmente, o diretor destituído da sociedade em comandita por ações permanece responsável por dois anos pelas obrigações sociais. Defere-se, portanto, a reconvenção para condenar o autor a adimplir à ré o valor de R$ ,99 (fls ). A demandadareconvinte concordou com o valor apurado (fl. 1563). Deduzidos os créditos do autor a título de FGTS, tanto dos valores depositados (fls. 40-1), R$ ,00 e R$ 9.900,00, mediante a expedição de alvará para a ré, quanto dos valores reconhecidos na presente ação, R$ ,24 (fl. 1548), conforme o extrato apresentado pela própria ré e corroborado pelo perito, totalizando R$ ,24, restam devidos R$ ,75. Nesse sentido, o documento da fl. 151, em que o reclamante autoriza a utilização do FGTS para adimplemento dos valores. Juros e correção monetária. Sobre os valores são devidos juros, a contar do ajuizamento da reclamação e correção monetária. No tocante aos valores devidos na reconvenção, os juros correm desde o ingresso da reconvenção. Descontos Legais. Autorizam-se os descontos previdenciários com fundamento nos artigos 43 e 44 da Lei 8.212/91, calculando-se a contribuição do empregado mês a mês e observado o limite máximo do salário-de-contribuição. As parcelas sujeitas à contribuição previdenciária Sentença - fl. 15

16 se encontram previstas em lei, que deverá ser observada. As parcelas deferidas possuem natureza salarial, excetuando-se férias indenizadas e FGTS, bem como os valores devidos na reconvenção porque se cuidam de valores já líquidos, sem o cômputo do INSS e do IR, conforme acima exposto. Autorizam-se igualmente os descontos fiscais consoante artigo 46 da Lei 8.541/92, que serão efetuados de acordo com a lei vigente à época do pagamento. ANTE O EXPOSTO, e tudo mais que dos autos consta, preliminarmente, rejeito a arguição de inépcia do pedido de antecipação da tutela jurisdicional e, no mérito, julgo PROCE- DENTE EM PARTE a reclamação para condenar a reclamada FUNDAÇÃO ÁTTILA TABORDA a pagar ao reclamante MORVAN MEIRELES FERRUGEM, consoante os fundamentos e critérios supra, com juros e correção monetária legais e observada a prescrição pronunciada relativamente às parcelas anteriores a e deduzidos os valores pagos sob os mesmos títulos: a) saldo de salários de agosto de 2005 (10 dias) e reflexos em FGTS; b) natalinas proporcionais (7/12) e reflexos em FGTS; c) um período de férias com 1/3; d) 7/12 de férias proporcionais, com 1/3. Os valores serão apurados em liquidação de sentença. A reclamada deverá efetuar as retenções fiscais e o respectivo recolhimento nos prazos legais comprovando-os nos autos, sob pena de comunicação ao órgão competente e igualmente às previdenciárias sob pena de execução. Sentença - fl. 16

17 Custas em R$ 600,00 calculadas sobre o valor de R$ ,00 arbitrado à condenação e complementáveis a final, a encargo da reclamada, que deverá ainda pagar os honorários de perito em R$ 1.500,00. Julgo, ainda, PROCEDENTE EM PARTE a reconvenção para condenar o reconvindo MORVAN MEIRELES FERRUGEM ao adimplemento do valor de R$ ,75, à reconvinte FUNDAÇÃO ÁTTILA TABORDA. Custas em R$ 9.495,29 calculadas sobre o valor de R$ ,75 arbitrado à condenação e complementáveis a final, a encargo do reconvindo. Cumpra-se após o trânsito em julgado. Notifiquem-se, inclusive a União. Nada mais. Em novembro de ROSÂNE MARLY SILVEIRA ASSMANN Juíza do Trabalho Sentença - fl. 17

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