Relação Risco e Retorno Para a Cultura do Alho. Relationship risk and return for the garlic s culture.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relação Risco e Retorno Para a Cultura do Alho. Relationship risk and return for the garlic s culture."

Transcrição

1 Relação Risco e Retorno Para a Cultura do Alho. José Hortêncio Mota 1 ; Rommel Noce 2 ; Jony Eishi Yuri 3 ; Rovilson José de Souza UFMS Núcleo de Ciências Agrárias, Cx Postal 533, Cep: , Dourados/MS; 2. RNoce Consultoria, Cep: , Viçosa/MG; 3. REFRICON - Rod. Régis Bittencourt s/n, km 294, Cep: , Itapecerica da Serra/SP; 4. UFLA - Depto. de Agricultura, Cx. Postal 37, Cep: , Lavras/MG. RESUMO O objetivo deste estudo foi verificar a relação risco/retorno da produção brasileira da cultura do alho em função do comportamento de seu preço durante os anos de 1991 a A taxa geométrica de crescimento (TGC) foi utilizada como indicadora de retorno comparada à dispersão dos preços e para indicar a tendência da produção a nível nacional e regional. Verificou-se que a cultura é favorável a investimentos e apresenta uma tendência de aumento de produtividade. Palavras-chave: Allium sativum L., análise de tendência, taxa geométrica de crescimento. ABSTRACT Relationship risk and return for the garlic s culture. This study had the objective to analyze the relation risk/return of the brazilkan production of garlic in function of the behavior of its price during the years of 1991 the The geometric tax of growth (TGC) was used of as indicating of comparative return to the dispersion of the prices and to indicate the trend of the national and regional level production. It was verified that the culture is favorable the investments and that presents a trend of productivity increase. Keywords: Allium sativum L., analysis of trend, geometric tax of growth. A cultura do alho é de grande importância no Brasil, devido a sua área cultivada, geração de mão-de-obra e produção, fazendo com que a cultura figure entre as principais hortaliças cultivadas no país (Mota, 2003). Dados estatísticos apontam, que na última década, houve um ligeiro crescimento na produção de alho. Porém, apesar desta situação, a produção do Brasil ainda é insuficiente para atender à demanda interna. Tendo em vista as possibilidades potenciais de produção de alho no Brasil, realizou-se o presente estudo com o objetivo de analisar, com o auxílio da taxa geométrica de crescimento e da relação de risco e retorno, a produção da cultura.

2 MATERIAL E MÉTODOS Nesse estudo, buscou-se avaliar a evolução econômica do setor da alicultura no Brasil, considerando o horizonte temporal no período de 1991 a Os dados sobre área plantada e produção referem-se a séries temporais anuais que foram obtidas das Tabelas de Produção Agrícola Municipal elaboradas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2002). Para a análise da relação risco/retorno foram utilizadas séries históricas de preços com periodização mensal, com dados obtidos do Anuário Estatístico da Agricultura Brasileira elaborado pela FNP (1996, 1997, 1999, 2000 e 2001). Para verificar o comportamento da tendência e em que se baseou a evolução da atividade, foram calculadas as taxas geométricas de crescimento para a produção, para a área utilizada e para a produtividade da atividade. Após a obtenção das informações de risco e retorno, calculou-se as médias das taxas de crescimento e das dispersões dos preços, o que possibilitou demonstrar graficamente a evolução dos indicadores. Por meio destas médias foi realizada a comparação entre os produtos em cada ano do período analisado cuja demonstração foi realizada em um gráfico de dois eixos: risco (eixo X) e retorno (eixo Y). RESULTADOS E DISCUSSÕES Com relação à produtividade, observou-se que a cultura do alho no Brasil apresenta um comportamento crescente, apesar da redução da produção. A taxa geométrica de crescimento para área foi de -11,73, indicando redução da área plantada. Entretanto, o valor dessa taxa foi próximo do dobro do valor observado para a taxa geométrica de produção (-5,87%). Assim, o aumento da produtividade compensou parcialmente a redução de área cultivada. Pode-se observar na Tabela 1 que, em todas as regiões do Brasil, houve uma tendência de redução da produção, porém, frente a uma tendência mais intensa de redução de área de cultivo, com exceção da região Nordeste que apresentou uma tendência de redução de área diante de uma tendência de crescimento da produção, os resultados das TGC s desta região não se mostraram significantes a 5%, em função do aumento de produção observado no último ano da série. Destaca-se ainda a região sul que apresenta uma tendência de redução da produção (0,92) frente a uma tendência de redução de área de 7,87%. A TGC da produção desta região também não se mostra significante a 5% em função de seu valor reduzido.

3 Tabela 1 Taxas Geométricas de Crescimento por Região no período de 1991 a Regiões / Variáveis Produção Área Nordeste 8,61-3,31 Sudeste -15,67-19,17 Sul -0,92-7,87 Centro-oeste -11,92-17,31 Pode-se inferir que a produção de alho no Brasil apresentou-se em patamares homogêneos de produtividade entre as diversas regiões, em função dos dados apresentados na Tabela 2. A participação média percentual de cada região durante a década apresenta valores semelhantes para a produção e a área cultivada. Os resultados obtidos pela Taxa Geométrica de Crescimento (TGC) e os desvios são apresentados na Tabela 3 e na Figura 1. Espera-se que um investimento atrativo ao capital privado apresente taxas de risco e retorno que pelo menos cresçam e decresçam de forma simétrica. Observa-se, ao analisar a Figura 1, que as curvas de desvio (risco) e da taxa de crescimento dos preços (retorno) comportam-se de forma simétrica no período de 1991 a 1993 e de 1997 a Tabela 2 - Participação % média na produção (t) e na área plantada (ha) nacional no período de 1991 a Regiões / Variáveis Produção Área Nordeste 5,81 7,25 Sudeste 24,79 24,39 Sul 54,79 54,71 Centro-oeste 14,61 13,65 Tabela 3 Taxas geométricas de crescimento (TGC) e desvios para a cultura do alho no período de 1991 a Ano TGC Desvio ,09 0, ,75 1, ,40 0, ,70 0, ,35 0, ,73 0, ,18 0, ,35 0, ,74 0, ,09 0,10

4 Figura 1 Comportamento do risco e do retorno para a cultura do alho no período de 1991 a No período de 1991 até meados de 1992, persiste a tendência crescente para ambas as curvas. Posteriormente, as curvas assumem comportamento assimétrico até meados de Este período de assimetria reflete o período de implantação do Plano Real e a paridade da moeda nacional com o dólar. Nos períodos em que as curvas foram assimétricas, têm-se aqueles em que o risco está diminuindo e a taxa de crescimento aumentando o que ocorre do início até meados do ano de 1994 e do início até meados de A situação se agrava nos períodos em que o risco está aumentando e o retorno está diminuindo como meados de 1994 até o inicio de Estes períodos são críticos, pois refletem um comportamento que não se mostra atrativo para os investidores, sendo uma assimetria desfavorável. Utiliza-se em análises de investimento de carteiras de capitais a relação entre o risco médio (desvio padrão médio) e o retorno médio (taxa de crescimento médio), para avaliar ativos em um determinado período de tempo. No período de 1991 a 2000, a média dos desvios anuais e a média das taxas de crescimento anuais representam boas possibilidades de investimento. A relação é positiva para os anos de 1991 a 1998 o que torna a cultura do alho um investimento factível no período. Observa-se no período de 1999 a 2000 que o risco encontrase próximo de zero, enquanto que o retorno apresenta valor negativo. No geral, observa-se que, de acordo com os índices analisados, a relação risco/retorno para a cultura do alho apresenta uma relação favorável indicando que a produção nacional estava atrelada aos bons preços pagos pelo produto e, também, às melhorias com relação ao aumento da produtividade, formando um cenário favorável para o setor.

5 CONCLUSÕES De acordo com os resultados obtidos, conclui-se que a cultura do alho apresenta comportamento quanto a risco e retorno, coerente com os acontecimentos macroeconômicos. No geral, nota-se uma tendência de aumento de produtividade. Assim, a relação risco/retorno apresenta-se favorável para investimento no setor. LITERATURA CITADA FNP. Anuário estatístico da Agricultura Brasileira - AGRINUAL São Paulo: FNP Consultoria & Comércio, p. FNP. Anuário estatístico da Agricultura Brasileira - AGRINUAL São Paulo: FNP Consultoria & Comércio, p. FNP. Anuário estatístico da Agricultura Brasileira - AGRINUAL São Paulo: FNP Consultoria & Comércio, p. FNP. Anuário estatístico da Agricultura Brasileira - AGRINUAL São Paulo: FNP Consultoria & Comércio, p. FNP. Anuário estatístico da Agricultura Brasileira - AGRINUAL São Paulo: FNP Consultoria & Comércio, p. IBGE INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESETATÍSTICA. Tabela Quantidade produzida, Valor da produção, Área plantada e Área colhida da lavoura temporária. Disponível em: < c=1612> Acesso em: 01 setembro MOTA, J. H. Diversidade genética e características morfológicas, físico-químicas e produtivas de cultivares de alho (Allium sativum L.) p. Tese (Doutorado em Fitotecnia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras/MG.

Características Morfológicas de Cultivares de Alho.

Características Morfológicas de Cultivares de Alho. Características Morfológicas de Cultivares de Alho. José Hortêncio Mota 1 ; Jony Eshi Yuri 2 ; Rovilson José de Souza 3 1. UFMS Núcleo de Ciências Agrárias, Cx Postal 533, Cep: 79.804-970, Dourados/MS;

Leia mais

Revista Árvore ISSN: Universidade Federal de Viçosa Brasil

Revista Árvore ISSN: Universidade Federal de Viçosa Brasil Revista Árvore ISSN: 0100-6762 r.arvore@ufv.br Universidade Federal de Viçosa Brasil Noce, Rommel; Silva, Marcio Lopes; Soares, Thelma Shirlen; Miranda Armond Carvalho, Rosa Maria Análise de risco e retorno

Leia mais

EVOLUÇÃO DA CULTURA E DO MERCADO MUNDIAL DE MAMÃO

EVOLUÇÃO DA CULTURA E DO MERCADO MUNDIAL DE MAMÃO EVOLUÇÃO DA CULTURA E DO MERCADO MUNDIAL DE MAMÃO Papaya Brasil - 2005 Adelaide de Fátima Santana da Costa, David dos Santos Martins, Aureliano Nogueira da Costa, Levy Heleno Fassio 1 Instituto Capixaba

Leia mais

Produtividade e rentabilidade da cebola em função do tipo de muda e de cultivares

Produtividade e rentabilidade da cebola em função do tipo de muda e de cultivares Produtividade e rentabilidade da cebola em função do tipo de muda e de cultivares Jean Ricardo Olinik; Marie Yamamoto Reghin UEPG, Depto de Fitotecnia e Fitossanidade Av. Carlos Cavalcanti 4748 Ponta Grossa

Leia mais

Dimensões Indicadores Pontuação Interpretação

Dimensões Indicadores Pontuação Interpretação Glossário Introdução Este glossário apresenta brevemente alguns aspectos metodológicos do cálculo e interpreteção dos 12 indicadores e das 4 dimensões do Radar Abrainc/Fipe: Dimensões Indicadores Pontuação

Leia mais

Preços e comercialização de milho-verde na Ceasa Minas

Preços e comercialização de milho-verde na Ceasa Minas Preços e comercialização de milho-verde na Ceasa Minas Karina C. S. Moura 1, Jason O. Duarte 2 e João C. Garcia 2 1 Estagiária PIBIC/CNPq da Embrapa Milho e Sorgo. karinamoura35@gmail.com. 2. Pesquisadores

Leia mais

Dimensões Indicadores Pontuação Interpretação

Dimensões Indicadores Pontuação Interpretação Glossário Sobre o Glossário Este glossário apresenta brevemente alguns aspectos metodológicos do cálculo e interpreteção dos 12 indicadores e das 4 dimensões do Radar Abrainc/Fipe: Dimensões Indicadores

Leia mais

Tendências Recentes da Demanda de Sementes de Milho no Brasil. Uma Abordagem Descritiva.

Tendências Recentes da Demanda de Sementes de Milho no Brasil. Uma Abordagem Descritiva. Tendências Recentes da Demanda de Sementes de Milho no Brasil. Uma Abordagem Descritiva. XXIV Congresso Nacional de Milho e Sorgo - 01 a 05 de setembro de 2002 - Florianópolis - SC Embrapa Milho e Sorgo.

Leia mais

Amazonas. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1 o e 3 o quartis nos municípios do estado do Amazonas (1991, 2000 e 2010)

Amazonas. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1 o e 3 o quartis nos municípios do estado do Amazonas (1991, 2000 e 2010) Amazonas Em 21, no estado do Amazonas (AM), moravam 3,5 milhões de pessoas, onde uma parcela ainda discreta (4,%, 14,4 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 62 municípios, dos quais

Leia mais

PREÇO DA TERRA E O PREÇO DA SOJA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA 1

PREÇO DA TERRA E O PREÇO DA SOJA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA 1 PREÇO DA TERRA E O PREÇO DA SOJA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA 1 FRONQUETTI, Alessandra 2 ; MERA, Claudia Maria Prudêncio de 3 ; MACAGNAN, Silvia Regina Sasso 4 ; GUMA, Adriano Christ 5 ; PIENIZ, Luisa Cristina

Leia mais

Indicadores econômicos Estudo das Dívidas em Atraso das Pessoas Jurídicas. SPC Brasil e CNDL. Dados referentes a novembro de 2014

Indicadores econômicos Estudo das Dívidas em Atraso das Pessoas Jurídicas. SPC Brasil e CNDL. Dados referentes a novembro de 2014 Indicadores econômicos Estudo das Dívidas em Atraso das Pessoas Jurídicas SPC Brasil e CNDL Dados referentes a novembro de 2014 RELEASE DE IMPRENSA RESUMO ANÁLISE ECONÔMICA Pessoas jurídicas inadimplentes

Leia mais

Distrito Federal. Tabela 1: Indicadores selecionados: valores do Distrito Federal (1991, 2000 e 2010) Indicador Ano Valor

Distrito Federal. Tabela 1: Indicadores selecionados: valores do Distrito Federal (1991, 2000 e 2010) Indicador Ano Valor Distrito Federal m, no Distrito Federal (DF), moravam 2,5 milhões de pessoas, onde parcela relevante de 5,% (127,6 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. No ano de, esta proporção era de apenas 2,5%. esperança

Leia mais

1 - INTRODUÇÃO 2 - METODOLOGIA

1 - INTRODUÇÃO 2 - METODOLOGIA SUMÁRIO 1. Introdução... 2 2. Metodologia... 2 3. Estimativa da Área Plantada... 3 4. Estimativa da Produção... 3 5. Avaliação das Culturas... 4 5.1 Algodão... 4 5.2 Arroz... 4 5.3 Feijão... 5 5.4 Milho...

Leia mais

Mato Grosso do Sul. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Mato Grosso do Sul (1991, 2000 e 2010)

Mato Grosso do Sul. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Mato Grosso do Sul (1991, 2000 e 2010) Mato Grosso do Sul Em 21, no estado de Mato Grosso do Sul (MS), moravam 2,5 milhões de pessoas, onde parcela relevante (6,6%, 162,2 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 78 municípios,

Leia mais

ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014

ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014 ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014 Principais resultados da PNAD 2013 potencialmente relacionados às ações e programas do MDS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA DE AVALIAÇÃO E GESTÃO

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS DEZEMBRO/2015 Resumo de desempenho Dezembro 2015 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre Mês No ano mês mês

Leia mais

CAFÉ: PRODUÇÃO E VALORES PAGOS AO PRODUTOR NO BRASIL DE 2001 A 2015

CAFÉ: PRODUÇÃO E VALORES PAGOS AO PRODUTOR NO BRASIL DE 2001 A 2015 CAFÉ: PRODUÇÃO E VALORES PAGOS AO PRODUTOR NO BRASIL DE 2001 A 2015 Karoline Maso dos Reis (1) RESUMO: Este trabalho objetivou identificar o fluxo sazonal do valor pago ao produtor e da produção do café

Leia mais

DESIGUALDADE DE RENDA E POBREZA RURAL NO BRASIL SEGUNDO O GÊNERO: UMA ABORDAGEM REGIONAL COM OS RESULTADOS DA PNAD 2009

DESIGUALDADE DE RENDA E POBREZA RURAL NO BRASIL SEGUNDO O GÊNERO: UMA ABORDAGEM REGIONAL COM OS RESULTADOS DA PNAD 2009 DESIGUALDADE DE RENDA E POBREZA RURAL NO BRASIL SEGUNDO O GÊNERO: UMA ABORDAGEM REGIONAL COM OS RESULTADOS DA PNAD 2009 Ezequiel da Silva Calisto Faculdade de Ciências Econômicas Centro de Economia e Administração

Leia mais

5. O PAPEL DAS REGIÕES BRASILEIRAS NA ECONOMIA DO PAÍS

5. O PAPEL DAS REGIÕES BRASILEIRAS NA ECONOMIA DO PAÍS GEOGRAFIA 5. O PAPEL DAS REGIÕES BRASILEIRAS NA ECONOMIA DO PAÍS 1. Observe os mapas: Mapa 1 Fonte: IBGE. Atlas geográfico escolar. 6. ed. Rio de Janeiro, 2012. Adaptação. Parte integrante do livro didático

Leia mais

PLANO REAL E INDICADORES ECONÔMICOS

PLANO REAL E INDICADORES ECONÔMICOS PLANO REAL E INDICADORES ECONÔMICOS RESUMO: O presente trabalho teve como objetivo comparar o desempenho da economia brasileira durante o mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso com o mandato do

Leia mais

ANÁLISE DA SEMEADORA PNEUMÁTICA E DISCOS HORIZONTAIS POR CAPABILIDADE DO PROCESSO

ANÁLISE DA SEMEADORA PNEUMÁTICA E DISCOS HORIZONTAIS POR CAPABILIDADE DO PROCESSO ANÁLISE DA SEMEADORA PNEUMÁTICA E DISCOS HORIZONTAIS POR CAPABILIDADE DO PROCESSO Jorge Wilson Cortez (1), Roberto Carlos Orlando (2), Cristiano Márcio Alves de Souza (1), Leidy Zulys Leyva Rafull (2),

Leia mais

Abordagem Sobre o Agrário

Abordagem Sobre o Agrário Abordagem Sobre o Agrário 1. (UERJ) Material de apoio para Monitoria A região do pampa, no Rio Grande do Sul, reflete a realidade rural brasileira e suas mazelas. Identifique o processo socioespacial que

Leia mais

SÍNTESE DO COMPORTAMENTO DO MERCADO DE TRABALHO FORMAL EM ALAGOAS ABRIL DE 2015

SÍNTESE DO COMPORTAMENTO DO MERCADO DE TRABALHO FORMAL EM ALAGOAS ABRIL DE 2015 SÍNTESE DO COMPORTAMENTO DO MERCADO DE TRABALHO FORMAL EM ALAGOAS ABRIL DE 2015 Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento (SINC) Diretoria de Estatística e Indicadores Analisando os

Leia mais

Análise da evolução dos preços de milho no Brasil

Análise da evolução dos preços de milho no Brasil Introdução Análise da evolução dos preços de milho no Brasil Michele Souza Freitas (1), Rubens Augusto de Miranda (2), João Carlos Garcia (3) Segundo a Conab, na safra 2014/15, dos 202,3 milhões de toneladas

Leia mais

Palavras-chave: Valor da produção municipal. PIB agropecuário. Produção agropecuária.

Palavras-chave: Valor da produção municipal. PIB agropecuário. Produção agropecuária. A evolução do PIB Agropecuário dos Municípios Osni Morinishi Rocha Resumo: A importância do crescimento da produção agropecuária municipal na formação do produto interno bruto municipal e, por conseguinte,

Leia mais

Índice Catho-Fipe de Novas Vagas de emprego cai 12,7% em 2015

Índice Catho-Fipe de Novas Vagas de emprego cai 12,7% em 2015 Indicadores do Mercado de Trabalho Catho-Fipe / Informe Dezembro de Índice Catho-Fipe de Novas Vagas de emprego cai 12,7% em O Índice Catho-Fipe de Novas Vagas de Emprego terminou o ano de com queda acumulada

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS JULHO/2015 Resumo de desempenho ho 2015 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre mês mês do ano ano Mês No ano

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS JANEIRO/2016 Resumo de desempenho Janeiro 2016 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre Mês/Ano mês anterior

Leia mais

Maio Divulgado em 16 de junho de 2015.

Maio Divulgado em 16 de junho de 2015. Maio - 2015 Divulgado em 16 de junho de 2015. VAREJO AMPLIADO CRESCE 0,4% EM MAIO, APONTA ICVA Percentual é calculado a partir da receita de vendas deflacionada pelo IPCA em comparação com maio de 2014;

Leia mais

OS PEQUENOS NEGÓCIOS NO RIO DE JANEIRO

OS PEQUENOS NEGÓCIOS NO RIO DE JANEIRO Estabelecimentos, emprego formal e rendimentos: NOTA CONJUNTURAL NOVEMBRO DE 2013 Nº26 OS PEQUENOS NEGÓCIOS NO RIO DE JANEIRO NOTA CONJUNTURAL NOVEMBRO DE 2013 Nº26 PANORAMA GERAL Esta nota analisa o perfil

Leia mais

Mudanças nos Preços Relativos

Mudanças nos Preços Relativos Mudanças nos Preços Relativos Tabela 1 Variação acumulada do IPCA: eiro/ junho/ Discriminação Brasil Belém 1/ Nordeste Sudeste Sul Centro- Gráfico 1 - Alteração no peso do IPCA por segmento de consumo:

Leia mais

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002 IMPACTO DAS VARIAÇÕES CLIMÁTICAS NA PRODUTIVIDADE DAS LAVOURAS DE CEBOLA E ARROZ IRRIGADO DOS MUNICÍPIOS DA RESTINGA DA LAGOA DOS PATOS - RS Jefferson Rodrigues dos Santos e-mail: santosrodri@yahoo.com.br

Leia mais

Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira

Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira Guilherme R. S. Souza e Silva * RESUMO - O

Leia mais

Comércio é o único setor que apresentou saldo positivo em âmbito nacional

Comércio é o único setor que apresentou saldo positivo em âmbito nacional Resultados de dezembro de 2017 confirmam recuperação do mercado de trabalho brasileiro frente a 2016 Os dados de dezembro de 2017 do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) indicam destruição

Leia mais

Goiás. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Goiás (1991, 2000 e 2010)

Goiás. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Goiás (1991, 2000 e 2010) Goiás Em, no estado de Goiás (GO), moravam 6, milhões de pessoas, onde parcela relevante (6,3%, 375,2 mil habitantes) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 246 municípios, dos quais

Leia mais

ICVA: VAREJO AMPLIADO TEM RETRAÇÃO DE 1,4% EM MAIO

ICVA: VAREJO AMPLIADO TEM RETRAÇÃO DE 1,4% EM MAIO CIELO S.A. CNPJ/MF 01.027.058/0001-91 Comunicado ao Mercado ICVA: VAREJO AMPLIADO TEM RETRAÇÃO DE 1,4% EM MAIO Indicador da Cielo considera a receita deflacionada de vendas em relação ao mesmo mês do ano

Leia mais

Terça 07 de março 08:00 IGP-DI (fev) FGV. 09:00 Índice de Preços ao Produtor - indústrias de transformação (jan) IBGE - PIB (4º tri.

Terça 07 de março 08:00 IGP-DI (fev) FGV. 09:00 Índice de Preços ao Produtor - indústrias de transformação (jan) IBGE - PIB (4º tri. Informe Semanal 42/2017 Publicado em 08 de março de 2017 Brasil Relatório Focus 06/03/2017 Agenda da Semana Conjuntura ISAE SUMÁRIO EXECUTIVO DA SEMANA Segunda 06 de março 08:25 Boletim Focus (Semanal)

Leia mais

OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, FEVEREIRO DE 2013

OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, FEVEREIRO DE 2013 NOTA CONJUNTURAL FORMALIZAÇÃO DOS PEQUENOS NEGÓCIOS no Estado do Rio de Janeiro OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, FEVEREIRO DE 2013 20 2013 PANORAMA GERAL No Brasil,

Leia mais

Ceará. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Ceará (1991, 2000 e 2010)

Ceará. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Ceará (1991, 2000 e 2010) Ceará Em, no estado do Ceará (CE), moravam 8,5 milhões de pessoas, onde uma parcela considerável (7,6%, 637,7) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 184 municípios, dos quais 21 (11,4%)

Leia mais

Balanço 2016 Perspectivas PIB e Performance do Agronegócio

Balanço 2016 Perspectivas PIB e Performance do Agronegócio PIB e Performance do Agronegócio 15 16 Balanço 2016 Perspectivas 2017 Perspectivas 2017 MESMO COM A ECONOMIA BRASILEIRA VOLTANDO PARA OS EIXOS EM 2017, O AGRONEGÓCIO NOVAMENTE DEVERÁ SER O SETOR COM MAIOR

Leia mais

10. Em Foco IBRE: A Fragilidade do Superávit da Balança Comercial

10. Em Foco IBRE: A Fragilidade do Superávit da Balança Comercial 25 10. Em Foco IBRE: A Fragilidade do Superávit da Balança Comercial Com o superávit da balança comercial em março, o déficit acumulado no primeiro trimestre deste ano (-US$ 5,5 bilhões) foi inferior ao

Leia mais

Indústria e Comércio comprometem o desempenho da RARP em setembro de 2015

Indústria e Comércio comprometem o desempenho da RARP em setembro de 2015 Brasil, RARP e município de Ribeirão Preto fecham vagas em todos os setores Os dados do mês de setembro de 2015 do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) reforçam o cenário de pouco otimismo,

Leia mais

EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO E COMÉRCIO MUNDIAL DE MAMÃO

EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO E COMÉRCIO MUNDIAL DE MAMÃO VI SIMPÓSIO DO PAPAYA BRASILEIRO Tecnologia de produção e mercado para o mamão brasileiro Vitória ES, 10 a 13 de novembro de 2015 EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO E COMÉRCIO MUNDIAL DE MAMÃO Edileuza Vital Galeano

Leia mais

Grupo de Pesquisa: Desenvolvimento rural, territorial e regional.

Grupo de Pesquisa: Desenvolvimento rural, territorial e regional. A PARTICIPAÇÃO DOS SETORES DE ATIVIDADE ECONÔMICA E DAS MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS NA COMPOSIÇÃO DO PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB) NO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL,NO PERÍODO DE 1997 A 2007 rosele@uems.br POSTER-Desenvolvimento

Leia mais

Dinâmica do mercado mundial de papel entre 1961 e 2010

Dinâmica do mercado mundial de papel entre 1961 e 2010 www.scientiaplena.org.br VOL. 12, NUM. 04 2016 doi: 10.14808/sci.plena.2016.047301 Dinâmica do mercado mundial de papel entre 1961 e 2010 The world market of paper dynamic between 1961 and 2010 D. F. Ribeiro

Leia mais

- ESTUDO DE PRODUÇÃO E DEMANDA DE FEIJÃO EM ALAGOAS NO PERÍODO DE 2003 A 2010 COMO FERRAMENTA PARA ESTABELECIMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS

- ESTUDO DE PRODUÇÃO E DEMANDA DE FEIJÃO EM ALAGOAS NO PERÍODO DE 2003 A 2010 COMO FERRAMENTA PARA ESTABELECIMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS ESTUDO DE PRODUÇÃO E DEMANDA DE FEIJÃO EM ALAGOAS NO PERÍODO DE 2003 A 2010 COMO FERRAMENTA PARA ESTABELECIMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS Roberta Dias dos Santos 1 ; Tâmara Cláudia de Araújo Gomes 2 ; Claudivan

Leia mais

Junho Divulgado em 15 de julho de 2015.

Junho Divulgado em 15 de julho de 2015. Junho - 2015 Divulgado em 15 de julho de 2015. ICVA REGISTRA CRESCIMENTO DE 1,9% PARA O VAREJO EM JUNHO O indicador é calculado a partir da receita de vendas do comércio varejista deflacionada pelo IPCA

Leia mais

Quantificação dos Níveis de Desequilíbrio de Tensão no Sistema de Transmissão no Norte do Brasil

Quantificação dos Níveis de Desequilíbrio de Tensão no Sistema de Transmissão no Norte do Brasil 1 Quantificação dos Níveis de Desequilíbrio de Tensão no Sistema de Transmissão no Norte do Brasil T.T Lima, UnB; G.F. Silva, UnB; O.A.Fernandes, Eletronorte; A.L.F.Filho, UnB; L. F. L. Arão, Eletronorte;

Leia mais

Índice Catho-Fipe de novas vagas de emprego mostra crescimento de 7,5% entre setembro e outubro

Índice Catho-Fipe de novas vagas de emprego mostra crescimento de 7,5% entre setembro e outubro Indicadores do Mercado de Trabalho Catho-Fipe / Informe Outubro de Índice Catho-Fipe de novas vagas de emprego mostra crescimento de 7,5% entre setembro e outubro Em outubro, o Índice Catho-Fipe de novas

Leia mais

RARP e municípios analisados destroem vagas em Junho de 2017

RARP e municípios analisados destroem vagas em Junho de 2017 Agropecuária é o único setor que contrata no Brasil, estado de São Paulo e RARP Os dados de Junho de 2017 do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) indicam criação líquida de vagas em âmbito

Leia mais

Evolução das Despesas Federais

Evolução das Despesas Federais PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CONTABILIDADE E ECONOMIA SINDICATO DAS EMPRESAS DE SERVIÇOS CONTÁBEIS DO RS Convênio FACE/PUCRS e SESCON-RS Relatório 3 Evolução das Despesas

Leia mais

NOTÍCIAS ETENE 04 DE MAIO DE 2011 RESULTADOS DO CENSO 2010

NOTÍCIAS ETENE 04 DE MAIO DE 2011 RESULTADOS DO CENSO 2010 NOTÍCIAS ETENE 04 DE MAIO DE 2011 RESULTADOS DO CENSO 2010 População brasileira cresce quase 20 vezes desde 1872 A população do Brasil alcançou a marca de 190.755.799 habitantes na data de referência do

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS FEVEREIRO/2016 Resumo de desempenho Fevereiro 2016 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre Mês No bimestre mês

Leia mais

IndústriABC. Ano II - Fevereiro/2018. Região do Grande ABC / SP X = avaliação otimista - estoque acima do planejado - UCI acima do usual

IndústriABC. Ano II - Fevereiro/2018. Região do Grande ABC / SP X = avaliação otimista - estoque acima do planejado - UCI acima do usual Após três anos de sucessivas quedas, em 2017 a produção física da indústria brasileira aumentou 2,63%, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE. O aumento foi observado nos quatro trimestres

Leia mais

CEDRO AUSTRALIANO CEDRO AUSTRALIANO DE SEMENTE OU CLONADO? QUAL PLANTAR?

CEDRO AUSTRALIANO CEDRO AUSTRALIANO DE SEMENTE OU CLONADO? QUAL PLANTAR? DE SEMENTE OU CLONADO? QUAL PLANTAR? Com o surgimento de novos materiais genéticos no mercado, existem dúvidas sobre qual é a melhor opção para o plantio de cedro australiano. Elaboramos este documento

Leia mais

GRUPOS DE PLANTAS ORNAMENTAIS UTILIZADAS NO PAISAGISMO NOS CONDOMÍNIOS RESIDENCIAIS DA CIDADE DE LAVRAS-MG.

GRUPOS DE PLANTAS ORNAMENTAIS UTILIZADAS NO PAISAGISMO NOS CONDOMÍNIOS RESIDENCIAIS DA CIDADE DE LAVRAS-MG. GRUPOS DE PLANTAS ORNAMENTAIS UTILIZADAS NO PAISAGISMO NOS CONDOMÍNIOS RESIDENCIAIS DA CIDADE DE LAVRAS-MG. PATRÍCIA DUARTE DE OLIVEIRA PAIVA 1 ; PAULO ROBERTO CORRÊA LANDGRAF 2 ; PETTERSON BAPTISTA DA

Leia mais

Distribuição de Frequências

Distribuição de Frequências Distribuição de Frequências ENG09004 2014/2 Prof. Alexandre Pedott pedott@producao.ufrgs.br 2.1. Distribuições de Frequência Na análise de conjuntos de dados é costume dividi-los em classes ou categorias

Leia mais

MANEJO DAS PLANTAS INFESTANTES EM PLANTIOS DE ABACAXI EM PRESIDENTE TANCREDO NEVES, MESORREGIÃO DO SUL BAIANO

MANEJO DAS PLANTAS INFESTANTES EM PLANTIOS DE ABACAXI EM PRESIDENTE TANCREDO NEVES, MESORREGIÃO DO SUL BAIANO MANEJO DAS PLANTAS INFESTANTES EM PLANTIOS DE ABACAXI EM PRESIDENTE TANCREDO NEVES, MESORREGIÃO DO SUL BAIANO Aristoteles Pires de Matos 1 ; Quionei Silva Araújo 2 ; Fábio José Pereira Galvão 3 ; Antônio

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS OUTUBRO/2016 Resumo de desempenho Outubro 2016 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre Mês No ano mês anterior

Leia mais

Soja Análise da Conjuntura Agropecuária MUNDO SAFRA 2014/15

Soja Análise da Conjuntura Agropecuária MUNDO SAFRA 2014/15 Soja Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro de 2014 MUNDO SAFRA 2014/15 Devido ao aumento das cotações nas últimas safras, principalmente na comparação com o milho, o cultivo da soja vem aumentando

Leia mais

CONFIANÇA DO COMÉRCIO AUMENTA PELA SÉTIMA VEZ NAS VÉSPERAS DO NATAL

CONFIANÇA DO COMÉRCIO AUMENTA PELA SÉTIMA VEZ NAS VÉSPERAS DO NATAL CONFIANÇA DO COMÉRCIO AUMENTA PELA SÉTIMA VEZ NAS VÉSPERAS DO NATAL O de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) atingiu 98,9 pontos em novembro, ante os 97,3 pontos observados em outubro. Na série

Leia mais

Fontes de Crescimento da Produção Mundial de Cacau de 1961 a 2004.

Fontes de Crescimento da Produção Mundial de Cacau de 1961 a 2004. Fontes de Crescimento da Produção Mundial de Cacau de 1961 a 2004. Rosalina Ramos Midlej Lindolfo Pereira dos Santos Filho Antonio Carlos de Araújo Introdução A produção agrícola aumenta em função de uma

Leia mais

ESTIMATIVA TRIMESTRAL DO PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DE ALAGOAS. Maceió, AL 20 de Julho de 2012

ESTIMATIVA TRIMESTRAL DO PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DE ALAGOAS. Maceió, AL 20 de Julho de 2012 ESTIMATIVA TRIMESTRAL DO PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DE ALAGOAS Maceió, AL 20 de Julho de 2012 Breve Histórico PIB dos Estados da Região Nordeste calculado pela SUDENE Década de 90: Necessidade crescente

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2010 MULHER NO MERCADO DE TRABALHO: PERGUNTAS E RESPOSTAS A Pesquisa Mensal de Emprego PME, implantada em 1980, produz indicadores

Leia mais

Espírito Santo. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Espírito Santo (1991, 2000 e 2010)

Espírito Santo. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Espírito Santo (1991, 2000 e 2010) Espírito Santo Em, no estado do Espírito Santo (ES), moravam 3,5 milhões de pessoas, onde parcela relevante (7,1%, 249, mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 78 municípios, dos

Leia mais

PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA

PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Indicadores CNI PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Crescimento da produtividade do trabalho aumenta competitividade da indústria Brasil tem desempenho melhor que a média dos seus principais parceiros comerciais

Leia mais

Características do professor brasileiro do ensino fundamental: diferenças entre o setor público e o privado

Características do professor brasileiro do ensino fundamental: diferenças entre o setor público e o privado Características do professor brasileiro do ensino fundamental: diferenças entre o setor público e o privado Luiz Guilherme Dácar da Silva Scorzafave RESUMO - Esse artigo realiza uma análise descritiva

Leia mais

EXPANSÃO DA PRODUTIVIDADE DA CANA DE AÇÚCAR NO ESTADO DE GOIÁS, DESTACANDO O SUDOESTE GOIANO

EXPANSÃO DA PRODUTIVIDADE DA CANA DE AÇÚCAR NO ESTADO DE GOIÁS, DESTACANDO O SUDOESTE GOIANO 1 EXPANSÃO DA PRODUTIVIDADE DA CANA DE AÇÚCAR NO ESTADO DE GOIÁS, DESTACANDO O SUDOESTE GOIANO RESUMO Luiz Carlos de Oliveira Ferreira 1 Ricardo Francisco da Silva 2 Antonio de Oliveira Silva 3 Divina

Leia mais

Variação Estacional de Preços e Quantidades Comercializadas de Cenoura nos CEASAs de Minas Gerais

Variação Estacional de Preços e Quantidades Comercializadas de Cenoura nos CEASAs de Minas Gerais Variação Estacional de Preços e Quantidades Comercializadas de Cenoura nos CEASAs de Minas Gerais Pablo Forlan Vargas ; Leila Trevizan Braz ; Juliano Tadeu Vilela de Resende ; André May ;Elaine Maria dos

Leia mais

Indicadores IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 3º trimestre de Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

Indicadores IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 3º trimestre de Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE taxa Indicadores IBGE Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua trimestre de 2016 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidente da República Michel Miguel Elias Temer Lulia

Leia mais

A População Brasileira e Mundial

A População Brasileira e Mundial A População Brasileira e Mundial A População Brasileira e Mundial 1. As pirâmides representam a estrutura etária da população mundial e são resultantes da interação de dois elementos básicos: o crescimento

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro Balanço de 2012

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro Balanço de 2012 NOTA CONJUNTURAL GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro Balanço de 2012 OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JANEIRO DE 2013 19 2013 PANORAMA GERAL Os

Leia mais

Piauí. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Piauí (1991, 2000 e 2010)

Piauí. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Piauí (1991, 2000 e 2010) Piauí Em, no estado do Piauí (PI), moravam 3,1 milhões de pessoas, onde uma parcela considerável (7,4%, 232,1 mil habitantes) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 224 municípios, dos

Leia mais

CARTA ESPECIAL MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO

CARTA ESPECIAL MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas. CARTA ESPECIAL MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO A Carta Especial Mulheres no Mercado de Trabalho é produzida pelo Observatório Unilasalle:

Leia mais

Jorge Luiz Moretti de Souza 2, José Antônio Frizzone 3

Jorge Luiz Moretti de Souza 2, José Antônio Frizzone 3 OPÇÃO DE VENDA TRIMESTRAL DO CAFÉ BENEFICIADO, EM UM MODELO DE SIMULAÇÃO APLICADO AO PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE IRRIGAÇÃO PARA A CULTURA DO CAFEEIRO 1 Jorge Luiz Moretti de Souza 2, José Antônio Frizzone

Leia mais

ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE ETENE INFORME RURAL ETENE PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE TOMATE NO NORDESTE.

ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE ETENE INFORME RURAL ETENE PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE TOMATE NO NORDESTE. O nosso negócio é o desenvolvimento ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE ETENE INFORME RURAL ETENE PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE TOMATE NO NORDESTE Ano 4 2010 Nº 21 O nosso negócio é o desenvolvimento

Leia mais

Indicador Trimestral de PIB do Espírito Santo

Indicador Trimestral de PIB do Espírito Santo SUMÁRIO EXECUTIVO O Produto Interno Bruto do estado do Espírito Santo é calculado anualmente pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Leia mais

Ministério da Educação - MEC Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES

Ministério da Educação - MEC Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES janeiro-2007 a janeiro-2007 Sudeste ( 63,42 % ) Exterior ( 0,80 % ) Sul ( 35,78 % ) janeiro-2006 a dezembro-2006 Sudeste ( 59,11 % ) Norte ( 0,20 % ) Centro-Oeste ( 5,29 % ) Nordeste ( 5,39 % ) Exterior

Leia mais

Mercado de orgânicos no estado da Paraíba: caracterização da produção e grau de consumo da população

Mercado de orgânicos no estado da Paraíba: caracterização da produção e grau de consumo da população Mercado de orgânicos no estado da Paraíba: caracterização da produção e grau de consumo da população Organic market of Paraíba state: characterization of production and level of public consumption CAVALCANTI,

Leia mais

Coeficiente de Assimetria

Coeficiente de Assimetria Coeficiente de Assimetria Rinaldo Artes Insper Nesta etapa do curso estudaremos medidas associadas à forma de uma distribuição de dados, em particular, os coeficientes de assimetria e curtose. Tais medidas

Leia mais

Dinâmica espaço temporal da produção de Mandioca no Maranhão ( )

Dinâmica espaço temporal da produção de Mandioca no Maranhão ( ) Dinâmica espaço temporal da produção de Mandioca no Maranhão (1990-2012) Itallo Dirceu Costa Silva 1 Fabrício Brito Silva 1 Jessflan Rafael Nascimento Santos 1 Juliana Sales dos Santos 1 1 Laboratório

Leia mais

Pará. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Pará (1991, 2000 e 2010)

Pará. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Pará (1991, 2000 e 2010) Pará Em 21, no estado do Pará (PA) moravam 7,6 milhões de pessoas, onde uma discreta parcela (4,8%, 36,4 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 143 municípios, dos quais 12 (8,4%)

Leia mais

MAIORIA DAS CATEGORIAS NÃO CONSEGUE REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO

MAIORIA DAS CATEGORIAS NÃO CONSEGUE REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO SÃO PAULO, 20 DE AGOSTO DE 2003. MAIORIA DAS CATEGORIAS NÃO CONSEGUE REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO Das 149 negociações salariais registradas pelo DIEESE - Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos

Leia mais

SONDAGEM INDUSTRIAL MENSAL Setembro de 2010 (resultados referentes ao mês de Agosto de 2010)

SONDAGEM INDUSTRIAL MENSAL Setembro de 2010 (resultados referentes ao mês de Agosto de 2010) Ritmo do crescimento industrial da RMC desacelera em agosto, porém permanece em patamares elevados. A Pesquisa Sondagem Industrial, realizada em agosto de 21 pelo CIESP- Campinas em parceria com a Facamp

Leia mais

Renda Líquida e Capacidade de Auto-Financiamento - Safras 86/87 a 91/92

Renda Líquida e Capacidade de Auto-Financiamento - Safras 86/87 a 91/92 Renda Líquida e Capacidade de Auto-Financiamento - Safras 86/87 a 91/92 CARLOS NAYRO COELHO GETÚLIO PERNAMBUCO ( '> a presente análise do comportamento da renda líquida nas safras 86/87 a 90/91 (ver metodologia

Leia mais

Bahia. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado da Bahia (1991, 2000 e 2010)

Bahia. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado da Bahia (1991, 2000 e 2010) Bahia Em, no estado da Bahia (BA), moravam 14, milhões de pessoas, onde uma grande parcela (7,2%, 1, milhão) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 417 municípios, dos quais 69 (16,6%)

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO PREÇO DA TERRA EM GOIÁS A PARTIR DO USO DE GEOESTATÍSTICA

DETERMINAÇÃO DO PREÇO DA TERRA EM GOIÁS A PARTIR DO USO DE GEOESTATÍSTICA DETERMINAÇÃO DO PREÇO DA TERRA EM GOIÁS A PARTIR DO USO DE GEOESTATÍSTICA Fábio Campos MACEDO 1 ; Laerte Guimarães FERREIRA 2 ; Nilson Clementino FERREIRA 3 1 Doutorando em Geografia IESA/UFG; Professor

Leia mais

VAREJO AMPLIADO CRESCE 0,4% EM MAIO, APONTA ICVA

VAREJO AMPLIADO CRESCE 0,4% EM MAIO, APONTA ICVA CIELO S.A. CNPJ/MF 01.027.058/0001-91 Comunicado ao Mercado VAREJO AMPLIADO CRESCE 0,4% EM MAIO, APONTA ICVA Percentual é calculado a partir da receita de vendas deflacionada pelo IPCA em comparação com

Leia mais

COM IMPACTO DO CARNAVAL, VAREJO TEM RETRAÇÃO DE 2,4% EM FEVEREIRO, APONTA ICVA

COM IMPACTO DO CARNAVAL, VAREJO TEM RETRAÇÃO DE 2,4% EM FEVEREIRO, APONTA ICVA CIELO S.A. CNPJ/MF 01.027.058/0001-91 Comunicado ao Mercado COM IMPACTO DO CARNAVAL, VAREJO TEM RETRAÇÃO DE 2,4% EM FEVEREIRO, APONTA ICVA O desempenho das vendas do comércio varejista brasileiro, medido

Leia mais

AFRF Exercícios Tele-Transmitido. Prof. Sérgio Altenfelder Estatística - 01

AFRF Exercícios Tele-Transmitido. Prof. Sérgio Altenfelder Estatística - 01 01. Para dados agrupados representados por uma curva de freqüências, as diferenças entre os valores da média, da mediana e da moda são indicadores da assimetria da curva. Indique a relação entre essas

Leia mais

Viabilidade econômica do consórcio rúcula e beterraba em função da sazonalidade de preços.

Viabilidade econômica do consórcio rúcula e beterraba em função da sazonalidade de preços. Viabilidade econômica do consórcio rúcula e beterraba em função da sazonalidade de preços. Diego Resende de Queirós Pôrto 1 ; Bráulio Luciano Alves Rezende 1 ; Arthur Bernardes Cecílio Filho 2 ; Gilson

Leia mais

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 1213

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 1213 Página 1213 COMPORTAMENTO DA CULTIVAR DE MAMONA BRS ENERGIA CULTIVADA SOB DUAS DENSIDADES DE PLANTIO EM IRECÊ, BA Jalmi Guedes Freitas 1, José Carlos Aguiar da Silva 1, Jocelmo Ribeiro Mota 1 Gilvando

Leia mais

Minas Gerais. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Minas Gerais (1991, 2000 e 2010)

Minas Gerais. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Minas Gerais (1991, 2000 e 2010) Minas Gerais Em, no estado de Minas Gerais (MG), moravam 19,6 milhões de pessoas, em que uma parcela considerável (8,1%, 1,6 milhões) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 853 municípios,

Leia mais

Estabelecimentos e Empregos nas Micro e Pequenas Empresas 1

Estabelecimentos e Empregos nas Micro e Pequenas Empresas 1 Estabelecimentos e Empregos nas Micro e Pequenas Empresas 1 Neste texto é analisada exclusivamente a base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), com destaque para algumas características

Leia mais

Relação entre a precipitação pluvial no Rio Grande do Sul e a Temperatura da Superfície do Mar do Oceano Atlântico

Relação entre a precipitação pluvial no Rio Grande do Sul e a Temperatura da Superfície do Mar do Oceano Atlântico Relação entre a precipitação pluvial no Rio Grande do Sul e a Temperatura da Superfície do Mar do Oceano Atlântico Eliane Barbosa Santos 1 e Gilberto Barbosa Diniz 1 Universidade Federal de Pelotas Curso

Leia mais

BOLETIM DO MILHO Nº 13

BOLETIM DO MILHO Nº 13 BOLETIM DO MILHO Nº 13 COMERCIALIZAÇÃO O acompanhamento semanal de safras do DERAL indica que foram comercializadas, no Paraná, até o momento, 10,4 milhões de toneladas de milho, o que representa 73% da

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004

Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Região Metropolitana do Rio de Janeiro Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 1 PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE MAIO DE 2004 REGIÃO

Leia mais

Estudo da concentração/diversificação pluviométrica durante a estação chuvosa , em Minas Gerais, utilizando o índice de Gibbs-Martin.

Estudo da concentração/diversificação pluviométrica durante a estação chuvosa , em Minas Gerais, utilizando o índice de Gibbs-Martin. Estudo da concentração/diversificação pluviométrica durante a estação chuvosa 29-1, em Minas Gerais, utilizando o índice de Gibbs-Martin. Jorge Luiz Batista Moreira Instituto Nacional de Meteorologia 5º

Leia mais

Estimativas e Análises do PIB Regiões, Estados e Municípios. Boletim Técnico Gonçalves & Associados Edição 02 Setembro/2012.

Estimativas e Análises do PIB Regiões, Estados e Municípios. Boletim Técnico Gonçalves & Associados Edição 02 Setembro/2012. O Atual Potencial Econômico do Brasil Estimativas e Análises do PIB 2011 - Regiões, Estados e Municípios Boletim Técnico Gonçalves & Associados Edição 02 Setembro/2012 Edição 2009 www.goncalvesassociados.com

Leia mais

ARRANJOS ESPACIAIS NO CONSÓRCIO DA MANDIOCA COM MILHO E CAUPI EM PRESIDENTE TANCREDO NEVES, BAHIA INTRODUÇÃO

ARRANJOS ESPACIAIS NO CONSÓRCIO DA MANDIOCA COM MILHO E CAUPI EM PRESIDENTE TANCREDO NEVES, BAHIA INTRODUÇÃO ARRANJOS ESPACIAIS NO CONSÓRCIO DA MANDIOCA COM MILHO E CAUPI EM PRESIDENTE TANCREDO NEVES, BAHIA JAEVESON DA SILVA 1, JOSÉ RAIMUNDO FERREIRA FILHO 2 1 Eng. Agr., DSc., Pesquisador da Embrapa Mandioca

Leia mais