Acesso ao Jesus da História ROSSI & KLINGBEIL

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1 Acesso ao Jesus da História

2 2 O Acesso ao Jesus da História A preocupação central da cristologia é o acesso ao Jesus da história. Se as cristologias do NT não são biografias, que acesso temos, então, ao Jesus da história? Além dos escritos do NT, há escritos não bíblicos que ajudam a chegar ao Jesus da história.

3 2.1 Escritos não bíblicos Além dos escritos do NT, há outras fontes cristãs que se referem a Jesus Cristo. São fontes extra-canônicas, não-bíblicas, que são muito úteis para o acesso ao Jesus da história.

4 2.1 Escritos não bíblicos Fontes Cristãs Apócrifos; Padres Apostólicos; Ágrafos Fontes Não-Cristãs Flávio Josefo Mara Bar Sarapion Escritores romanos Fontes rabínicas Obs.: ver apostila

5 2.2 Escritos do NT Cada escritor do NT acessou Jesus de Nazaré a partir de uma perspectiva própria, mais preocupado com a fé de seus leitores do que com a fidelidade aos fatos.

6 2.2 Escritos do NT Pergunta-se, então: que condições temos hoje de acessar, através dos escritos do NT, o Jesus da história? que possibilidades temos, de definir os fatos e palavras reais de Jesus de Nazaré?

7 2.2 Escritos do NT Tudo o que os evangelistas, e Paulo, escrevem sobre Jesus passa pelo filtro da sua fé pessoal, do conhecimento que recebem sobre ditos e fatos de Jesus, do interesse em proclamar e reforçar a fé da comunidade ; que hoje conhecemos.

8 2.2 Escritos do NT Através desse filtro, pode-se, contudo, chegar a um núcleo histórico que forma a base concreta da vida do Jesus se Nazaré que hoje conhecemos.

9 de Nazaré Na busca do Jesus histórico a partir dos evangelhos e dos outros escritos do NT, os exegetas contentam-se com um núcleo histórico, uma plataforma histórica mínima sobre a qual devem ser interpretadas todas as referências evangélicas sobre Jesus.

10 de Nazaré Os exegetas fundamentam-se em cinco critérios: de constrangimento; da descontinuidade; da múltipla confirmação; da coerência; da rejeição e da execução de Jesus;

11 de Nazaré a) Critério de constrangimento: aponta o material dos evangelhos que dificilmente teria sido inventado pela Igreja primitiva, pois poderia criar constrangimentos ou dificuldades teológicas para a própria Igreja durante o período do NT.

12 de Nazaré b) Critério da descontinuidade : enfoca palavras ou fatos de Jesus que não podem ser originários nem do judaísmo do seu tempo, nem da Igreja primitiva.

13 de Nazaré c) Critério da múltipla confirmação : focaliza as falas e ações de Jesus atestadas em mais de uma fonte literária independente (por exemplo: Marcos, Paulo, João, a fonte Q, as tradições especiais de Mateus e de Lucas).

14 de Nazaré d) Critério da coerência : aponta para palavras e ações de Jesus que são coerentes com o contexto global da realidade, com o autoconceito e a pregação de Jesus.

15 de Nazaré e) Critério da rejeição e da execução de Jesus: volta-se para o padrão mais amplo de seu ministério perguntando-se e explicando que palavras e efeitos se enquadram em seu julgamento e crucificação.

16 de Nazaré Com base no conjunto desses critérios, a pesquisa histórico-exegética elenca os seguintes elementos como dotados de segura base histórica:

17 de Nazaré a existência de Jesus, na Palestina, nos primeiros anos de nossa era; o batismo de Jesus, por João Batista, no rio Jordão; a relação especial com Deus-Pai, invocando com a palavra Abbá;

18 de Nazaré o êxito inicial como pregador, seguido do enfrentamento de duros conflitos; as tentações;

19 de Nazaré o anúncio da chegada do Reino de Deus; a centralidade do Reino: ele viveu toda a sua vida a serviço do Reino; os sinais da presença do Reino: curas, parábolas, banquetes...;

20 de Nazaré a realização de curas; a utilização de parábolas em sua pregação; o relacionamento peculiar com os pobres, os pecadores e os marginalizados em geral; a escolha e o envio de um grupo de seguidores;

21 de Nazaré a atribuição do poder de perdoar pecados, de modificar a Lei de Moisés, de violar prescrições sobre o sábado e de anunciar a vontade de Deus, com base em sua própria autoridade; a experiência de uma profunda crise, mais ou menos na metade, ou perto do final de sua vida de pregador;

22 de Nazaré a consciência de uma missão única; a viagem para Jerusalém: entrada solene na cidade onde ceou com seus discípulos; a prisão e a crucifixão; o motivo político da morte: cartaz colocado na cruz.

23 de Nazaré: conclusões A fé cristã não paira no ar, não é uma ilusão, não é fruto de especulações filosóficas, não é produto de desejos humanos. A fé cristã não é uma simples gnose, um conhecimento de realidades sobrenaturais.

24 de Nazaré: conclusões Em Jesus de Nazaré, em sua pessoa e práxis, em suas palavras e opções, em suas tentações e crises, em seus conflitos e no seu martírio, nessa história tão profunda e simplesmente humana, os cristãos vêem o ser e o agir de Deus. No mais humano de Jesus, esconde-se o mais divino.

25 de Nazaré: conclusões Sem base histórica em Jesus de Nazaré, toda prática espiritual ou moral, toda reflexão teológica e toda ação evangelizadora caem no abstrato do idealismo, da ilusão, do espiritualismo. Sem história, não há fé cristã.

26 de Nazaré: conclusões Por ser histórica, o cristianismo, é também uma religião profética, ética, crítica, no sentido de transformação da realidade social, política, econômica em que se encontram seus fiéis.

27 de Nazaré: conclusões Por ser histórica, o cristianismo, é também uma religião missionária, militante, expansiva, no sentido de levar adiante a experiência da graça feita por seus fiéis.

28 de Nazaré: conclusões Por ser histórica, o cristianismo, é também uma religião conflitiva, marcada por tensões, opções, tendências, que exigem discernimento e coragem.

29 de Nazaré: conclusões Enfim, ser cristão é caminhar com os pés no chão, buscando a transformação da realidade e alimentando a esperança da ressurreição.

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