9ª REGIÃO FISCAL - DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO

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1 9ª REGIÃO FISCAL - DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 240, DE 9 DE SETEMBRO DE 2008: A substituição de embalagens de produtos, alterando sua apresentação, exceto se destinada unicamente ao transporte das mercadorias, constitui operação de industrialização, na forma do artigo 4º, inciso IV, do RIPI/2002. Regra geral, o estabelecimento industrial ou equiparado poderá ingressar no Simples Nacional, desde que não esteja incurso em alguma das vedações previstas na Lei Complementar nº 123, de Para fins do Simples Nacional, as receitas auferidas com a atividade de industrialização serão tributadas na forma do Anexo II, da Lei Complementar nº 123, de Dispositivos Legais: Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, artigo 18, 4º, inciso II e 5º, inciso I; Decreto 4.544, de 26 de dezembro de 2002 (RIPI/2002), art. 4º, inciso IV; Art. 6º. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 241, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008: Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ As pessoas jurídicas que explorem atividades imobiliárias relativas a loteamento de terrenos, incorporação imobiliária, construção de prédios destinados à venda, bem como a venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda, deverão considerar como receita bruta o montante, em bens ou dinheiro, recebido em pagamento, relativo às unidades imobiliárias vendidas. Na hipótese de permuta de unidades imobiliárias, o valor dos bens recebidos na troca não integra a base de cálculo do IRPJ, ainda que o contribuinte tenha feito a opção pelo lucro presumido. A alienação desses bens constitui nova operação de venda. Dispositivos Legais: Lei nº 8.981, de 1995, art. 30; RIR/1999, arts. 227, 410 a 414; IN SRF nº 107, de SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 242, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008: Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep As bonificações concedidas em mercadorias, quando constarem em nota fiscal de venda e não dependerem de evento posterior à emissão desse documento, constituem descontos incondicionais, passíveis de exclusão da receita bruta para efeito de apuração da base de cálculo do PIS/Pasep. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2003, art. 1º, 3º, V, 'a'; IN SRF nº 51, de 12978, item 4.2; Parecer CST/SIPR nº 1386, de Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins As bonificações concedidas em mercadorias, quando constarem em nota fiscal de venda e não dependerem de evento posterior à emissão desse documento, constituem descontos incondicionais, passíveis de exclusão da receita bruta para efeito de apuração da base de cálculo da Cofins.

2 Dispositivos Legais: Lei nº , de 2002, art. 1º, 3º, V, 'a'; IN SRF nº 51, de 12978, item 4.2; Parecer CST/SIPR nº 1386, de SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 246, DE 16 DE SETEMBRO DE 2008: Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep CRÉDITO NA IMPORTAÇÃO DE AUTOPEÇAS. APLICAÇÃO DA ALÍQUOTA DE IMPORTAÇÃO. O crédito relativo à Contribuição para o PIS/Pasep- Importação quando da venda, pelo importador que não seja fabricante das máquinas e veículos do art. 1º da Lei nº /2002, das autopeças relacionadas nos Anexos I e II da mesma Lei ou quando do uso destas autopeças importadas como insumo à fabricação de outras autopeças dos mesmos Anexos I e II será com base no valor aduaneiro, conforme definido no art. 7º da Lei nº /2004, sem o acréscimo do IPI vinculado à importação, e com a aplicação da alíquota usada na importação de 2,3%, independentemente de a autopeça ter sido usada, pelo importador, como insumo na fabricação de outras autopeças ou de a venda da autopeça importada ter sido feita para comerciante atacadista ou varejista, para fabricante de máquinas, veículos, autopeças ou outros produtos ou mesmo para o consumidor final (reforma a Solução de Consulta SRRF/9ª RF/Disit nº 142, de 2005). Dispositivos Legais: Lei nº /2002, art. 3º e Anexos I e II (redação dada pela Lei nº /2004); Lei nº /2002, art. 2º; Lei nº /2004, arts. 7º, I, 8º, 9º, 15, 3º e 17, III; Dec. nº 3.000/1999 (RIR/1999), art. 289, 3º; Dec. nº 4.544/2002 (Ripi), arts. 9º, I e 164, I e V; IN SRF nº 594/2005, art. 1º, XI, art. 24, IV e 1º, e art. 30. Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins CRÉDITO NA IMPORTAÇÃO DE AUTOPEÇAS. APLICAÇÃO DA ALÍQUOTA DE IMPORTAÇÃO. O crédito relativo à COFINS-Importação quando da venda, pelo importador que não seja fabricante das máquinas e veículos do art. 1º da Lei nº /2002, das autopeças relacionadas nos Anexos I e II da mesma Lei ou quando do uso destas autopeças importadas como insumo à fabricação de outras autopeças dos mesmos Anexos I e II será com base no valor aduaneiro, conforme definido no art. 7º da Lei nº /2004, sem o acréscimo do IPI vinculado à importação, e com a aplicação da alíquota usada na importação de 10,8%, independentemente de a autopeça ter sido usada, pelo importador, como insumo na fabricação de outras autopeças ou de a venda da autopeça importada ter sido feita para comerciante atacadista ou varejista, para fabricante de máquinas, veículos, autopeças ou outros produtos ou mesmo para o consumidor final (reforma a Solução de Consulta SRRF/9ª RF/Disit nº 142, de 2005). Dispositivos Legais: Lei nº /2002, art. 3º e Anexos I e II (redação da Lei nº /2004); Lei nº /2003, art. 2º; Lei nº /2004, arts. 7º, I, 8º, 9º, 15, 3º e 17, III; Dec. nº 3.000/1999 (RIR/1999), art. 289, 3º; Dec. nº 4.544/2002 (Ripi), arts. 9º, I e 164, I e V; IN SRF nº 594/2005, art. 1º, XI, art. 24, IV e 1º, e art. 30. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 247, DE 16 DE SETEMBRO DE 2008:

3 Assunto: Contribuições Sociais Previdenciárias RETENÇÃO. INCIDÊNCIA. PRESTADOR DE SERVIÇO OPTANTE DO SIMPLES NACIONAL. A microempresa e a empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional, que prestar serviços mediante cessão de mão-de-obra ou empreitada, está sujeita à retenção referida no art. 31 da Lei nº 8.212, de 1991, sobre o valor bruto da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços emitidos. Dispositivos Legais: Lei nº 8.212, de 1991, art. 31; IN SRP nº 3, de 2005, art. 274-C. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 248, DE 16 DE SETEMBRO DE 2008: Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins SUSPENSÃO. VENDA DE GADO BOVINO POR AGROPECUÁRIA A AGROINDÚSTRIA PARA USO COMO INSUMO NA PRODUÇÃO DE MERCADORIAS DO CAPÍTULO 2 DA NCM. A suspensão da incidência da contribuição, prevista no art. 9º da Lei nº , de 2004, aplica-se a vendas de bovinos aos frigoríficos, desde que obedecidos todos os termos e condições dispostos na IN SRF nº 660, de 2006, e somente a partir de 4 de abril de Dispositivos Legais: art. 2o, II, da Lei nº 8.023, de 1990; arts. 8º, 1o, III, e 9º, III e 1o, III e 2o, da Lei nº , de 2004; IN SRF nº 636, de 2006; IN SRF nº 660, de Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep SUSPENSÃO. VENDA DE GADO BOVINO POR AGROPECUÁRIA A AGROINDÚSTRIA PARA USO COMO INSUMO NA PRODUÇÃO DE MERCADORIAS DO CAPÍTULO 2 DA NCM. A suspensão da incidência da contribuição, prevista no art. 9º da Lei nº , de 2004, aplica-se a vendas de bovinos aos frigoríficos, desde que obedecidos todos os termos e condições dispostos na IN SRF nº 660, de 2006, e somente a partir de 4 de abril de Dispositivos Legais: art. 2o, II, da Lei nº 8.023, de 1990; arts. 8º, 1o, III, e 9º, III e 1o, III e 2o, da Lei nº , de 2004; IN SRF nº 636, de 2006; IN SRF nº 660, de SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 249, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008: Assunto: Normas de Administração Tributária COMPENSAÇÃO. DÉBITOS DO SIMPLES NACIONAL. A compensação de créditos do lucro presumido com débitos do Simples Nacional não encontra amparo na legislação atualmente em vigor, porque contempla débitos relativos a tributos não administrados pela RFB (ICMS e ISS). Dispositivos Legais: Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 13, VII e VIII; Lei nº 9.430, de 1996, art. 74. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 250, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008:

4 SIMPLES NACIONAL. INDUSTRIALIZAÇÃO SOB ENCOMENDA. GRÁFICA. A atividade de composição gráfica será considerada atividade industrial quando resultar em produtos de prateleira, assim considerados a produção de bens em série, de forma padronizada, vendidos em larga escala, sem distinção quanto ao usuário. De igual modo, a industrialização por encomenda efetuada pelas pessoas jurídicas optantes pelo Simples Nacional que tenham por atividade a composição gráfica será considerada atividade industrial sempre que constituir etapa relativa à industrialização ou comercialização. As atividades industriais serão tributadas na forma do Anexo II, da Lei Complementar nº 123, de A atividade de composição gráfica, para as pessoas jurídicas optantes do Simples Nacional, será considerada prestação de serviços quando resultar em impressos personalizados, tais como notas fiscais e cartões de visitas, elaborados mediante encomenda e destinados ao uso ou consumo do próprio encomendante. Nessa hipótese, os tributos devidos deverão ser recolhidos na forma do Anexo III, da Lei Complementar nº 123, de Dispositivos Legais: Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 13, art. 18, 4º, II e III; 5º, I e VII. SIMPLES NACIONAL. RECEITAS IMUNES. Para optantes pelo Simples Nacional, a imunidade repercute na desconsideração do percentual do tributo respectivo. Todavia, as receitas imunes não estão excluídas do conceito de "receita bruta". Por conseguinte: (i) não são excluídas da base de cálculo do Simples Nacional e (ii) são computadas para fins de determinação da alíquota (RBT12). Dispositivos Legais: Resolução CGSN nº 5, de 2007, art. 14. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 251, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008: SIMPLES NACIONAL. INFORMÁTICA. AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL. Respeitados os requisitos legais, são atividades permitidas aos optantes pelo Simples Nacional o desenvolvimento (desde que em seu estabelecimento), o licenciamento e a instalação de programas de computador e de painéis elétricos de comando montados pela contribuinte. As receitas das atividades acima são segregadas e tributadas da seguinte forma: (i) receitas de venda dos painéis montados pela contribuinte - Anexo II; (ii) receitas de serviços de instalação dos programas e dos painéis - Anexo III; (iii) receitas de desenvolvimento e licenciamento de software - Anexo V. Dispositivos Legais: Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 17, XI, 1º, IX, XXIII, XXIV, art. 18, 4º, II, 5º, I, II e V; Ripi, art. 4º, III. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 252, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008: SIMPLES NACIONAL. INDUSTRIALIZAÇÃO SOB ENCOMENDA. USINAGEM.

5 Respeitados os demais requisitos legais, a atividade de usinagem é permitida aos optantes pelo Simples Nacional se o serviço não for prestado com o concurso de atividade intelectual de natureza técnica (p.ex., com serviços de engenharia mecânica). A usinagem por encomenda será considerada atividade industrial quando constituir etapa relativa à industrialização ou comercialização, devendo as receitas assim auferidas ser tributadas na forma do Anexo II, da Lei Complementar nº 123, de 2006; se, contudo, resultar em produto destinado ao uso ou consumo do próprio encomendante, será considerada prestação de serviços, devendo os tributos, nessa hipótese, ser recolhidos na forma do Anexo III, da Lei Complementar nº 123, de Dispositivos Legais: Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 13, 18, 4º, II e III; 5º, I e VII. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 253, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008: SIMPLES NACIONAL. PRODUÇÃO DE ÁUDIO E VÍDEO. Para os optantes pelo Simples Nacional, as atividades de produção de áudio e vídeo para publicidade e produção de áudio e vídeo em estúdio cinematográfico têm suas receitas tributadas pelo Anexo IV da Lei Complementar nº 123, de Dispositivos Legais: Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 18, 5º, IV. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 257, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008: SIMPLES NACIONAL. ALÍQUOTA ZERO. As alíquotas zero da Cofins e da Contribuição para o PIS/Pasep não beneficiam as empresas optantes pelo Simples Nacional. Vale dizer, elas não poderão, a esse título, reduzir a zero os percentuais respectivos, integrantes da alíquota do Simples Nacional. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2004, art. 28, VI. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 258, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008: SIMPLES NACIONAL. VENDA EM CONSIGNAÇÃO. VEÍCULOS USADOS. É facultado às pessoas jurídicas que vendem veículos em consignação por comissão (contratos de comissão, arts. 693 a 709, do Código Civil) o ingresso no Simples Nacional, por não configurarem estas atividades mera intermediação de negócios. Nesse caso, a receita bruta, para fins de determinação da base de cálculo do Simples Nacional, é a diferença entre o valor da receita de venda do veículo e o valor do custo de aquisição - e deve ser tributada pelo Anexo III da Lei Complementar nº 123, de 2006.

6 Dispositivos Legais: Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 3º, 1º, art. 17, XI, art. 18, 5º, VII; Lei nº 9.716, de 1998, art. 5º; IN SRF nº 247, de 2002, art 10, 5º. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 259, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008: SIMPLES NACIONAL. INFORMÁTICA. Respeitados os requisitos legais, são atividades permitidas aos optantes pelo Simples Nacional o desenvolvimento (desde que em seu estabelecimento), o licenciamento e a instalação de programas de computador, bem como a manutenção de computadores. A manutenção de sistemas de informática, quando realizada no estabelecimento do contribuinte e mediante elaboração de nova versão de programas de computador, também é permitida. As receitas das atividades acima são segregadas e tributadas da seguinte forma: (i) receitas de serviços de instalação dos programas e manutenção dos computadores - Anexo III; (ii) receitas de desenvolvimento e licenciamento de software e manutenção de sistemas de informática mediante a elaboração de nova versão do programa - Anexo V. Dispositivos Legais: Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 17, XI, 1º, IX, XXIII, XXIV, art. 18, 5º, II e V. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 260, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008: Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins NÃO-CUMULATIVIDADE. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. CRÉDITOS. INSUMOS. PEÇAS DE REPOSIÇÃO. SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. APURAÇÃO EXTEMPORÂNEA. As despesas efetuadas com a aquisição de combustíveis e lubrificantes e com partes e peças de reposição, assim como as despesas com serviços de manutenção, aplicados ou utilizados em veículos, máquinas e equipamentos empregados diretamente na prestação de serviços, pagas a pessoa jurídica domiciliada no País, a partir de 1º de fevereiro de 2004, geram direito a créditos a serem descontados da Cofins não-cumulativa, desde as aludidas partes e peças de reposição não estejam incluídas no ativo imobilizado. Por outro lado, não configuram insumos as mesmas despesas, quando aplicadas em veículos destinados ao transporte de empregados, assim como, o fornecimento de vale transporte, vale refeição ou alimentação, seguro de vida, seguro-saúde, plano de saúde, fardamento ou uniforme, respiradores, óculos, luvas, botas, aventais, capas, entre outros, ainda que indispensáveis à prestação dos serviços. Eventuais créditos apurados extemporaneamente poderão ser utilizados para desconto dos valores devidos ao título da contribuição na sistemática de não-cumulatividade, sem qualquer atualização monetária ou incidência de juros, no prazo de cinco anos a contar da data em que ocorrida a realização da despesa ou gasto que os tenha originado, sendo que tais créditos não constituem receita bruta da pessoa jurídica.

7 Dispositivos Legais: Lei nº , de 2003, art. 3o, II e VI e 1º, I e III, 2o, II, 4o, e 10 e art. 13; Decreto nº 3.000, de 1999 (RIR/99), art. 346, caput e 1o; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8º, caput e 2o, 4o e 7o; ADI SRF nº 4, de 2007, art. 1o, caput e parágrafo único. Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep NÃO-CUMULATIVIDADE. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. CRÉDITOS. INSUMOS. PEÇAS DE REPOSIÇÃO. SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. APURAÇÃO EXTEMPORÂNEA. As despesas efetuadas com a aquisição de combustíveis e lubrificantes e com partes e peças de reposição, assim como as despesas com serviços de manutenção, aplicados ou utilizados em veículos, máquinas e equipamentos empregados diretamente na prestação de serviços, pagas a pessoa jurídica domiciliada no País, a partir de 1º de dezembro de 2002, geram direito a créditos a serem descontados da Contribuição para o PIS/Pasep nãocumulativa, desde as aludidas partes e peças de reposição não estejam incluídas no ativo imobilizado. Por outro lado, não configuram insumos as mesmas despesas, quando aplicadas em veículos destinados ao transporte de empregados, assim como, o fornecimento de vale transporte, vale refeição ou alimentação, seguro de vida, seguro-saúde, plano de saúde, fardamento ou uniforme, respiradores, óculos, luvas, botas, aventais, capas, entre outros, ainda que indispensáveis à prestação dos serviços. Eventuais créditos apurados extemporaneamente poderão ser utilizados para desconto dos valores devidos ao título da contribuição na sistemática de não-cumulatividade, sem qualquer atualização monetária ou incidência de juros, no prazo de cinco anos a contar da data em que ocorrida a realização da despesa ou gasto que os tenha originado, sendo que tais créditos não constituem receita bruta da pessoa jurídica. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2002, art. 3o, II e VI e 1º, I e III, 2o, II, 4o; Lei nº , de 2003, art. 3o, 10, art. 13 e art. 15, II e VI; Decreto nº 3.000, de 1999 (RIR/99), art. 346, caput e 1o; IN SRF nº 247, de 2002, art. 66; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8º, caput e 4o e 9o, I; ADI SRF nº 4, de 2007, art. 1o, caput e parágrafo único. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 261, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008: Assunto: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI IMPORTAÇÃO POR ENCOMENDA. CONTRIBUINTES DE IPI. IMPORTADOR E ENCOMENDANTE. DIREITO A CRÉDITO EM RELAÇÃO À ETAPA ANTERIOR. Na importação por encomenda, são contribuintes do IPI tanto a pessoa jurídica importadora quanto a encomendante. Para a importadora, incide o IPI no desembaraço aduaneiro e na saída da mercadoria importada do estabelecimento importador, sendo que nesta incidência, pode a pessoa jurídica importadora creditar-se do valor de imposto pago no desembaraço aduaneiro. Para a pessoa jurídica encomendante, incide o IPI na saída da mercadoria do estabelecimento comercial encomendante, com direito a crédito do valor de imposto pago pelo importador na saída de seu estabelecimento. Dispositivos Legais: CF, art. 153, 2º, II; Lei nº 4.502/1964, art. 2º, art. 4º, I, art. 14, I, "b", e art. 18; Lei nº /2002, art. 27; Lei nº /2006, art. 13; MP nº /2001, art. 79; Decreto nº 4.544/2002 (Ripi/2002), art. 9º, I e IX, art.

8 34, I e II, art. 131, I, "a" e "b", art. 163, e art. 164, I e VIII; IN SRF nº 225/2002, art. 1º, único; IN SRF nº 634/2006, art. 1º, único, e art. 2º.

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