Destaque: Horizonte Operador Nacional do Sistema Elétrico Diretoria de Planejamento Programação da Operação

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1 PROPOSTA PARA DEFLUÊNCIAS DAS USINAS HIDROELÉTRICAS DA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO NOS ESTUDOS DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO, DIANTE DO QUADRO DE ESCASSEZ HÍDRICA Destaque: Horizonte Operador Nacional do Sistema Elétrico Diretoria de Planejamento Programação da Operação

2 2016/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. ONS NT 0124/2016 PROPOSTA PARA DEFLUÊNCIAS DAS USINAS HIDROELÉTRICAS DA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO NOS ESTUDOS DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO, DIANTE DO QUADRO DE ESCASSEZ HÍDRICA Destaque: Horizonte NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó

3 Sumário 1 Introdução 4 2 Objetivo 4 3 Histórico 4 4 Perspectivas de armazenamentos dos reservatórios até o final do período seco de Perspectivas de armazenamentos dos reservatórios até o final do período seco de Conclusões 12 7 Recomendações 12 ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 3 / 14

4 1 Introdução Em 17 de agosto de 2016, através Ofício nº 180/2016 SRG/ANEEL, foi solicitada pela Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL, a avaliação por parte do ONS quanto aos valores que melhor representem as defluências das usinas hidroelétricas da bacia do rio São Francisco a serem adotadas nos estudos de planejamento e programação da operação durante o ano de 2017, tendo em vista a situação de escassez hídrica pela qual vem passando esta bacia e as reduções das vazões mínimas que vem sendo adotadas no âmbito da operação e dos estudos de médio prazo da operação do Sistema Interligado Nacional SIN, sob a responsabilidade do ONS. Para responder ao ofício em questão, o ONS encaminhou em 06 de setembro de 2016 a carta ONS 1284/100/2016, que recomendou a adoção da vazão mínima atualmente vigente para os aproveitamentos de Sobradinho e Xingó, no valor de 800m³/s, uma vez que o estabelecimento das defluências mínimas a serem efetivamente adotadas no decorrer do ano de 2017 será resultante de um conjunto de fatores, de ordem natural (afluências no período úmido 2016/2017), política (gestão da bacia com a participação dos diversos atores intervenientes sob a coordenação da ANA), e institucional (recomendações setoriais e autorizações por parte da ANA e do IBAMA), os quais são impossíveis de se prever com precisão neste horizonte. 2 Objetivo Esta Nota Técnica tem como objetivo apresentar uma avaliação das condições hidrológicas e de armazenamento para o ano de 2017, bem como recomendar a representação das defluências na bacia do rio São Francisco que deve ser utilizada nos modelos de planejamento e programação da operação. 3 Histórico As condições hidrometeorológicas na bacia do rio São Francisco estão sendo significativamente desfavoráveis desde Em especial, os anos de 2014 e 2015 configuraram-se, respectivamente, como o segundo pior e o pior do histórico de vazões naturais afluentes de 85 anos. Terminado o período de chuvas na região neste ano de 2016, há perspectiva de que o ano de 2016 venha a se configurar como o pior do histórico, completando um ciclo de 4 anos desfavoráveis no histórico de vazões naturais afluentes na bacia. Este quadro de escassez hídrica irá conduzir a armazenamentos extremamente reduzidos nos principais reservatórios da bacia do rio São Francisco ao final deste período seco de Desta forma, a eventual ocorrência de mais um período chuvoso desfavorável que conduza a vazões naturais afluentes muito abaixo da média histórica, como as que tem se verificado ultimamente, pode levar ao colapso o sistema de reservatórios da ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 4 / 14

5 bacia no ano de 2017 se não forem adotadas medidas adicionais as já implementadas, enquanto se aguardam condições que permitam implementar mudanças estruturais na gestão dos recursos hídricos na bacia do rio São Francisco. Com este entendimento, o ONS emitiu e encaminhou em 09/08/2016 ao Ministério das Minas e Energia MME, à Agencia Nacional de Energia Elétrica ANEEL, à Agência Nacional de Águas ANA, e à Companhia Hidrelétrica do São Francisco - CHESF a NT 0096/2016 Medidas adicionais para gestão dos recursos hídricos disponíveis na bacia do rio São Francisco durante o período seco de 2016, com a recomendação de que fossem realizados, com a maior brevidade possível, os estudos ambientais que possibilitassem a implementação da redução para 700m³/s das vazões defluentes das UHe s Sobradinho e Xingó, já no mês de setembro/2016. Em 26/09/2016 o IBAMA emitiu a Autorização especial nº 08/2016 autorizando a CHESF a executar testes de redução da vazão defluente a partir da UHE Sobradinho até o limite de 700m³/s, medidos na defluência da UHE Xingó, de forma gradual com vazão de 750m³/s, em tempo integral, na primeira etapa e 700m³/s, em tempo integral, na segunda etapa. A resolução é válida por 180 (cento e oitenta) dias e está condicionada ao cumprimento das exigências constantes naquele documento e dos demais anexos constantes do processo que, embora não transcritos constituem partes integrantes do mesmo. No âmbito do grupo gestor dos recursos hídricos da bacia do rio São Francisco 1, sob a coordenação da ANA, com base na autorização do IBAMA, tem sido discutido o cronograma para a redução gradual das vazões mínimas a jusante de Sobradinho e Xingó até o valor de 700m³/s. Entretanto, a CHESF questionou junto ao IBAMA e junto ao grupo sob a coordenação da ANA o mérito de alguns dos condicionantes estabelecidos em sua autorização, bem como a sua responsabilidade quanto ao seu atendimento, uma vez que a redução das vazões é uma demanda da gestão dos usos múltiplos de toda a bacia e não uma necessidade específica do setor elétrico. Assim sendo, a CHESF entende que esta questão deve ser equacionada antes do início dos testes para a redução das vazões até 700m³/s. Desta forma, por ocasião da elaboração desta Nota Técnica, não há ainda uma definição quanto ao início dos testes, bem como não há ainda a autorização da ANA para a realização desta redução. Em vista da necessidade de se estabelecer um valor de vazão mínima a jusante de Sobradinho e de Xingó nos estudos de planejamento e programação da operação do Sistema Interligado Nacional - SIN, são apresentados os estudos atualizados das perspectivas de armazenamento ao final do período seco de 2016 e ao final do próximo ano hidrológico 2016/2017 para os reservatórios da bacia do rio São Francisco: Três Marias, Sobradinho e Itaparica. 1 O grupo responsável pela gestão dos recursos hídricos na bacia do rio São Francisco é coordenado pela Agência Nacional de Águas ANA, e é composto pelos órgãos gestores dos recursos hídricos dos estados de MG, BA, PE, SE e AL, pelo Ministério de Minas e Energia, pelo Ministério da Integração Nacional, pelo IBAMA, pela ANEEL, pela CHESF, pela CEMIG, pela CODEVASF, pela Marinha do Brasil, pelo Ministério Público Federal, e por diversos segmentos de usuários da água e pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do rio São Francisco ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 5 / 14

6 4 Perspectivas de armazenamentos dos reservatórios até o final do período seco de 2016 Após o término do período chuvoso de 2016, no final de abril, que correspondeu ao 2º pior período dezembro/abril do histórico de 86 anos, as simulações da operação passaram a avaliar as condições de armazenamento até o final do período seco em novembro/2016. As simulações consideraram: - a recessão das afluências até o final de outubro e o atraso no início do período chuvoso de 2016/2017; - usos consuntivos; - evaporação média. A Figura 1 mostra a afluência natural afluente à Três Marias e a Figura 2 a vazão natural afluente Sobradinho consideradas nas simulações. Figura 1 Vazão natural afluente a Três Marias, comparação entre os anos hidrológicos de 2013/2014 (pior do histórico) e 2015/2016 ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 6 / 14

7 Figura 2 - Vazões naturais incrementais afluentes a Sobradinho, comparação entre os anos hidrológicos de 2014/2015 (pior do histórico) e 2015/2016 A Figura 3 mostra os resultados do estudo de simulação da operação do sistema de reservatórios da bacia do rio São Francisco, apresentado pelo ONS na reunião do Grupo Gestor dos recursos hídricos da bacia do rio São Francisco do dia 03 de outubro do presente ano. Neste estudo buscou-se assegurar o não esgotamento do volume útil de Sobradinho, antes do início do próximo período chuvoso, com as seguintes premissas: - permanência da prática da vazão de 800m³/s em Sobradinho e Xingó até o dia 09/10/ redução da vazão em Sobradinho e Xingó para 750m³/s entre o dia 10/10/2016 e o dia 24/10/2016; - redução da vazão em Sobradinho e Xingó para 700m³/s a partir do dia 25/10/2016; - volume mínimo de armazenamento de Itaparica correspondendo a 9,1% de seu volume útil, (menor nível atingido durante o período de operação desse reservatório, após seu enchimento); - manutenção da vazões defluentes de Três Marias em 480m³/s durante o mês de outubro; - diminuição da vazão defluente de Três Marias para 280m³/s em novembro, supondo-se o início do período chuvoso. ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 7 / 14

8 Figura 3 Simulação das condições de armazenamento dos reservatórios da bacia do rio São Francisco até o final de novembro/2016 A continuidade do quadro hidrológico crítico, como o projetado na simulação apresentada, até o final do ano, conduzirá o reservatório de Três Marias a 11,4% de armazenamento de seu volume útil, o reservatório de Sobradinho a 3,5% de seu volume útil e o reservatório de Itaparica a 9,1% de seu volume útil, no início do mês de dezembro/2016. O resultado da simulação mostra que mantidas as condições de operação atuais, o período chuvoso de 2016/2017 iniciará com os reservatórios em níveis significativamente baixos. ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 8 / 14

9 5 Perspectivas de armazenamentos dos reservatórios até o final do período seco de 2017 Com o objetivo de avaliar as consequências da ocorrência de mais um ano hidrológico crítico entre dezembro/2016 e novembro/2017, partindo-se dos níveis apresentados na Figura 3, foram feitas simulações com 4 cenários de defluência mínima a jusante de Sobradinho e Xingó: 800m³/s, 700m³/s, 600m³/s e 500m³/s. As afluências consideradas nestas simulações para Três Marias foram as que ocorreram no pior ano hidrológico, ou sejam, o período de dezembro/2013 a novembro/2014; para Sobradinho as afluências foram as mesmas projetadas para o ano hidrológico de dezembro/2015 a novembro/2016, que devem ser as piores do histórico. As figuras de 4 a 7 mostram os resultados das simulações. Os resultados obtidos mostram que, em caso da ocorrência de um ano crítico, com vazões similares às piores do histórico, não será possível manter a jusante de Sobradinho e Xingó as defluências que vêm sendo praticadas, sendo indicada a necessidade de reduções adicionais às já adotadas até o momento. Figura 4 Armazenamentos de Três Marias e Sobradinho em caso de ocorrência de um ano hidrológico crítico em 2016/2017, para a defluência de 800m³/s ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 9 / 14

10 Figura 5 - Armazenamentos de Três Marias e Sobradinho em caso de ocorrência de um ano hidrológico crítico em 2016/2017, para a defluência de 700m³/s Figura 6 - Armazenamentos de Três Marias e Sobradinho em caso de ocorrência de um ano hidrológico crítico em 2016/2017, para a defluência de 600m³/s ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 10 / 14

11 Figura 7 - Armazenamentos de Três Marias e Sobradinho em caso de ocorrência de um ano hidrológico crítico em 2016/2017, para a defluência de 500m³/s Nos resultados destas simulações, vale ressaltar que, com as vazões de Sobradinho e Xingó nos valores de 800m³/s, 700m³/s e 600m³/s, esgotaria-se o volume útil do reservatório de Sobradinho antes do início do período chuvoso de ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 11 / 14

12 6 Conclusões Com base em estudo similar ao apresentado neste documento 2, o ONS encaminhou correspondência ao MME, à ANEEL, à ANA, e à CHESF, com a recomendação de que fossem realizados, com a maior brevidade possível, os estudos ambientais que possibilitassem a implementação da redução para 700m³/s das vazões defluentes das UHe s Sobradinho e Xingó, já no mês de setembro/2016. As simulações apresentadas nesta Nota Técnica mostram que a ocorrência de mais um ano hidrológico com vazões muito críticas pode levar necessidade de adoção de medidas complementares que garantam a governabilidade dos recursos hidrológicos disponíveis na bacia. 7 Recomendações Considerando: - a perspectiva de armazenamentos extremamente baixos nos reservatórios da bacia ao final do período seco de 2016; - a impossibilidade de se prever o comportamento hidrológico do período chuvoso 2016/2017, o qual, em caso de permanência do quadro de escassez hídrica, pode conduzir à necessidade de adoção de reduções nas vazões ainda mais severas; - a incerteza quanto à implementação plena das vazões de 700m³/s nas usinas de Sobradinho e Xingó devido a eventuais problemas ambientais e de abastecimento d água que podem ocorrer por ocasião dos testes para a redução da vazões, cujas datas de suas realizações ainda estão indefinidas; - as incertezas quanto à recuperação dos armazenamentos dos reservatórios da bacia do rio São Francisco ao longo dos períodos úmidos de 2016/2017 e de 2017/2018; - que as vazões defluentes, no caso de ocorrência de melhoria nas condições hidrológicas e de armazenamento ao longo de 2017 e 2018, deverão retornar a normalidade de forma gradual, a fim de que o retorno à vazão mínima de 1.300m³/s, quando ocorrer, seja efetuado de forma segura para o atendimento aos usos múltiplo da água na bacia. Recomenda-se: - que, para o modelo de médio prazo (NEWAVE), considerando suas características de representatividade, sejam adotados os seguintes condicionantes operativos para as usinas de Sobradinho, Luiz Gonzaga, Complexo Paulo Afonso/Moxotó e Xingó: 2 Nota Técnica ONS nº0096/2016 Medidas adicionais para gestão dos recursos hídricos disponíveis na bacia do rio São Francisco durante o período seco de 2016 ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 12 / 14

13 nos dois primeiros meses: vazão defluente mínima de 800m³/s em Sobradinho e vazão defluente fixa de 800m³/s nas usinas de Luiz Gonzaga, Complexo Paulo Afonso/Moxotó e Xingó; nos demais meses até o mês de dezembro de 2017: vazão defluente mínima de 800m³/s nas usinas de Sobradinho, Luiz Gonzaga, Complexo Paulo Afonso/Moxotó e Xingó; no período de janeiro a dezembro de 2018: vazão defluente mínima de 1.100m³/s nas usinas de Sobradinho, Luiz Gonzaga, Complexo Paulo Afonso/Moxotó e Xingó; a partir de janeiro de 2019 até o final do período de simulação: vazão defluente mínima de 1.300m³/s nas usinas de Sobradinho, Luiz Gonzaga, Complexo Paulo Afonso/Moxotó e Xingó. - que, para o modelo de médio prazo (NEWAVE), considerando suas características de representatividade, sejam adotados os seguintes condicionantes operativos para a usina de Três Marias: até nos dois primeiros meses: vazão defluente fixa em Três Marias, quando estabelecida no âmbito do grupo gestor dos recursos hídricos da bacia do rio São Francisco (por ocasião da emissão desta Nota Técnica só houve o estabelecimento da defluência de Três Marias até o mês de outubro de 2016, no valor de 480m³/s); nos meses em que não houver vazão definida no âmbito do grupo gestor dos recursos hídricos da bacia do rio São Francisco (no período dos dois primeiros meses) e nos demais meses até o final do período de simulação: vazão defluente mínima de 420m³/s na usina de Três Marias, conforme estabelecido no Inventário das Restrições Operativas Hidráulicas dos Aproveitamentos Hidroelétricos. - que, para o modelo de curto prazo (DECOMP), considerando suas características de representatividade, sejam adotados os seguintes condicionantes operativos para as usinas de Sobradinho e Xingó: no horizonte de simulação (dois meses): vazão defluente mínima de 800m³/s em Sobradinho e vazão defluente fixa de 800m³/s na usina de Xingó. - que, para o modelo de curto prazo (DECOMP), considerando suas características de representatividade, sejam adotados os seguintes condicionantes operativos para a usina de Três Marias: até o horizonte de simulação (dois meses): vazão defluente fixa em Três Marias, quando estabelecida no âmbito do grupo gestor dos recursos hídricos da bacia do rio São Francisco (por ocasião da emis- ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 13 / 14

14 são desta Nota Técnica só houve o estabelecimento da defluência de Três Marias até o mês de outubro de 2016, no valor de 480m³/s); nos meses em que não houver vazão definida no âmbito do grupo gestor dos recursos hídricos da bacia do rio São Francisco (no período dos dois primeiros meses): vazão defluente mínima de 420m³/s na usina de Três Marias, conforme estabelecido no Inventário das Restrições Operativas Hidráulicas dos Aproveitamentos Hidroelétricos. - que seja realizado um permanente acompanhamento da evolução das condições hidrometeorológicas da bacia e do armazenamento dos reservatórios de Três Marias e Sobradinho, bem como as decisões no âmbito do grupo gestor dos recursos hídricos da bacia do rio São Francisco, visando identificar a necessidade de alteração da representação das vazões defluentes de Três Marias, Sobradinho, Luiz Gonzaga, Complexo Paulo Afonso/Moxotó e Xingó ao longo dos anos de 2017 e de ONS NT _Representação das Vazões defluentes a jusante de Sobradinho e Xingó 14 / 14

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