Dia de Campo de Verão

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1 março/2014 Dia de Campo de Verão: Rally de Regularidade inova ao integrar difusão de tecnologia do Dia de Campo Regionalizado com momentos de lazer ao cooperado, que participou em grande número. Vice-Presidência Após 15 anos no cargo, Paul Illich dá lugar a Manfred Majowski Dia de Campo de Verão Cooperativismo a partir da difusão de conhecimento e novas tecnologias Plantio Direto Benefícios de uma técnica reconhecida há décadas

2 ? Editorial Comunicação cooperativa A arte de se comunicar de forma clara, objetiva e estratégica é premissa cada vez mais em voga, especialmente nas grandes corporações. A propaganda, no sentido do ato de difundir algo e torná-lo público, está impregnada no cotidiano, desde a política até as redes sociais. Fazer bom uso das ferramentas de difusão, especialmente quando as informações são geradas com exclusividade e pioneirismo pela própria empresa, torna-se imprescindível. Há anos a Agrária tem apostado em formatos de notável assertividade, além de, constantemente, inovar no modo de se comunicar com cooperados, colaboradores, cliente, fornecedores e parceiros. Em fevereiro passado foram observados os dois exemplos. No final do mês, o Dia de Campo de Verão, mais robusto e com recorde de público e participação de expositores, mais uma vez expressou-se em diversas frentes e disseminou o que há de mais moderno quanto às culturas de soja, milho e feijão. Na semana anterior, uma dupla inovação: pela primeira vez o Dia de Campo Regionalizado foi realizado exclusivamente para milho. Uma oportunidade única para dissecar o assunto em todos os seus aspectos, com informações privilegiadas desenvolvidas e apresentadas pelos pesquisadores FAPA (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária). Mas, como Steve Jobs, um dos magos da comunicação inovadora, costumava dizer: ainda tem mais uma coisa. Para conhecer as novidades observadas em propriedades localizadas em Pinhão, Candói e Guarapuava, os cooperados participaram de um rally de regularidade, que computou trajeto de 230 quilômetros. Uma sugestão que partiu dos próprios cooperados e imediatamente acatada pelos departamentos envolvidos. Novidades que motivaram a participação de 72 cooperados, dentre eles um números significativo de jovens. Investir em pesquisa e na geração de informações essenciais acerca da realidade das regiões de abrangência da Agrária são premissas enraizadas na Cooperativa. Entregar um conhecimento tão lapidado aos principais interessados e de forma eficiente é o desafio que tem sido alcançado com grandes ideias. Nesta edição, além das matérias relativas ao rally de regularidade e ao Dia de Campo de Verão 2014, o Informativo traz também matéria especial sobre os 15 anos do trabalho desenvolvido por Paul Illich à frente da vice-presidência da Agrária e a transição do cargo para o cooperado Manfred Majowski, eleito pela Assembleia Geral Ordinária. Boa leitura! Departamento de Marketing Cooperativa Agrária Agroindustrial Dia de Campo de Verão 2014: tecnologia e informação Uma dos ideais que fazem parte do sistema cooperativista preconiza o papel de difusão de informação e conhecimento da cooperativa junto a seus cooperados, para que juntos, os dois possam crescer. Na Agrária isso se faz visível em cada evento técnico realizado, em cada ensaio da FAPA (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária), que busca munir o cooperado com a melhor tecnologia para a maior produtividade e qualidade. E quando se fala nas culturas de soja, milho e feijão, a referência é o Dia de Campo de Verão. O evento técnico tem três plataformas que oferecem informação e tecnologia aos participantes: as palestras dos pesquisadores da FAPA que trazem as novidades tecnológicas próprias para a área de atuação da Cooperativa, as palestras de convidados, que além de informações técnicas dão um panorama geral sobre a safra e o mercado, e os estandes de empresas expositoras, que demonstram novas variedades, produtos e serviços que disponibilizam ao produtor. Seguindo esta fórmula, foi realizado nos dias 26 e 27 de fevereiro a edição 2014 do Dia de Campo de Verão da Agrária e FAPA. São informações e tecnologias que vão das apresentações, direto para as propriedades dos cooperados. Muitas variedades apresentadas aqui eu passei a cultivar e vi os bons resultados, comentou o cooperado Roberto Knesowitsch. Acompanhar as palestras da FAPA é muito importante. Os estudos dos pesquisadores são essenciais para nós, pois nos trazem dados e tecnologias aplicáveis no campo e que contribuem muito para conseguirmos uma boa produtividade e qualidade, completou. A mesma opinião tem a cooperada Maria Milla. Nós precisamos da pesquisa e nas apresentações dos nossos pesquisadores temos informações próprias para nossa área. A difusão de conhecimento e novidades encontra, nesse sentido, em eventos como o Dia de Campo, um de seus maiores e melhores pilares. O que está se praticando no campo veio de muito estudo e isso é passado ao nosso cooperado, além da assistência técnica e de treinamentos, por meio de eventos técnicos como o Dia de Campo de Verão. Por isso a grande importância desse dia em difundir uma parte do que geramos de tecnologia, resumiu o coordenador da FAPA, Leandro Bren. Para o gerente agrícola da Agrária, André Spitzner, o cooperado tem, no Dia de Campo a oportunidade de conversar com praticamente todos os nossos principais fornecedores de insumos, o que é muito importante, uma vez que ele pode questionar determinados assuntos e tirar suas duvidas, comentou. Também são dois dias em que os pesquisadores estão 2

3 Foto: Assessoria Agrária/Unicentro Sete áreas de pesquisa foram apresentadas nas estações FAPA totalmente disponíveis aos nossos cooperados. Ainda que eles estejam também disponíveis o ano todo na cooperativa, esse é um dia em que se cria o ambiente para promover as discussões relativas às culturas de verão, acrescentou. O mesmo se refere às palestras de convidados. No primeiro dia de evento, o pesquisador da Embrapa e doutor em Solos e Nutrição de Plantas, José Eloir Denardin, abordou o tema central da edição 2014 do Dia de Campo de Verão, o sistema de plantio direto, os benefícios e a evolução desta técnica ao longo do tempo. Logo em seguida, Ubiratan Wendler, o gerente de negócios das unidades de milho e óleo e farelo de soja da Agrária, palestrou sobre o mercado de soja e milho. Wendler levou aos participantes as expectativas de comercialização da atual safra. Teremos preços um pouco mais baixos em Chicago, mas que podem ser corrigidos pelo dólar. As perspectivas para a safra 2014/2015 é que haja elevação de custos de produção, explicou. Um panorama completo sobre a situação da safra de verão no Brasil e as perspectivas para a safra norte americana foi revelado pela fala dos jornalistas da Gazeta do Povo José Rocher e Luana Gomes. Os dois apresentaram dados, até então inéditos, do programa Expedição Safra, que é desenvolvido pelo jornal paranaense e percorre as principais áreas produtivas do Brasil e de países importantes no sistema produtivo. Produção, produtividade, influencia do clima, mercado e a situação do campo foram transmitidos através da palestra. A previsão de safra recorde não deve se confirmar no Paraná. A safra começou bem, mas dois veranicos atingiram primeiro a região oeste e depois a norte. É provável que haja uma quebra de mais de 1 milhão de toneladas de soja por força da falta de água e altas temperaturas, comentou Rocher. Mas ainda assim será uma ótima safra não só pela produtividade, mas também em função do mercado. Temos um início de ano com preços muito bons em real, numa época em que no mercado internacional a soja está em queda. No caso do milho é um pouco menos lucrativo para o produtor, reforçou. Luana apresentou as perspectivas para a safra que está em fase inicial de Dia de Campo de Verão 2014 contou com estande da Agrária Sementes 3

4 Visitantes puderam conferir dados de pesquisas na teoria e na prática plantio nos Estados Unidos. Lá, o que observamos foi definitivamente uma migração da produção de milho para a soja, que deve aumentar 4% em área. Isso por conta desse mercado mais desfavorável para o milho, o preço já está batendo nos custos de produção por lá, explicou. Por enquanto o que se espera é uma safra recorde tanto de soja quanto de milho, o que de acordo com o USDA, puxará os preços significativamente para baixo. Espera-se U$ 3,90 por bushel de milho e U$ 9,65 por bushel de soja na safra 14/15. A última palestra no auditório principal do evento, apesar de não tratar de um tema técnico, também abordou aspectos importantes do cotidiano da Agrária e de seus cooperados. Passando por diversos filósofos e pensadores, o professor revelou o talento, amor, energia e boas escolhas como essenciais em uma cooperativa. "Além dos temas técnicos, procuramos trazer ao Dia de Campo um tema reflexivo para o nosso cotidiano, a cooperação. Esta palestra traz um algo a mais, algo que pode nos auxiliar tanto na vida profissional, no campo, quanto na pessoal", reforçou Bren. Durante a palestra o professor evolveu o público em uma visão filosófica de cooperação, do por que as pessoas se reúnem em cooperativas e a importância que isso possui, a relevância das cooperativas num âmbito geral. A cooperativa é um espaço de convivência saudável e eticamente muito auspicioso para que todos possam conseguir uma vida mais feliz. Para mim a cooperativa é a forma contemporânea de organização profissional mais próxima da ideia de ética, concluiu o filósofo. Para Spitzner a avaliação do evento de difusão de informações foi positiva. Tivemos palestras muito boas, com assuntos atuais e de grande interesse aos nossos cooperados, da mesma forma as apresentações da FAPA são uma amostra do que se produz em cada área de pesquisa. Nesse sentido, tivemos expressiva participação dos cooperados e publico em geral. De acordo com o coordenador da FAPA o Dia de Campo de Verão 2014 atingiu seus objetivos tanto em disponibilização de informações quanto em estrutura. Criamos uma estrutura muito boa, que permitiu que nem mesmo a chuva atrapalhasse o andamento do evento, afirmou Bren. Tivemos um público interessado nas pesquisas, na tecnologia. Pudemos sentir a satisfação dos nossos cooperados e visitantes ao participar do evento e isso é muito positivo, concluiu. O Dia de Campo de Verão contou com a participação de aproximadamente pessoas, entre cooperados, produtores da região, estudantes e visitantes, e 36 expositores. (KK) Visitantes assistiram a três palestras no auditório central Foto: Assessoria Agrária/Unicentro A pesquisadora Sandra Fontoura apresentou o tema Plantio direto: efeito no rendimento de culturas e na qualidade do solo. Na estação entomologia, o pesquisador Alfred Stoetzer abordou o manejo integrado de lagartas na cultura da soja. Sob o título Como a umidade de colheita pode afetar a qualidade e produtividade do milho, o pesquisador Celso Wobeto comandou a Estação Milho. Já o manejo de cultivares de feijão preto e carioca foi tratado na Estação Feijão pelo pesquisador Noemir Antoniazzi. Na área de mecanização foi apresentada a pesquisa Estudos sobre compactação de solos em plantio direto pelo pesquisador Étore Reynaldo. O manejo sustentável de plantas daninhas resistentes e de doenças em soja foram apresentadas pelos pesquisadores Vitor Spader e Heraldo Feksa, respectivamente. A exemplo do Winter- Show, o Dia de Campo contou com a parceria com a Unicentro, que auxiliou assessoria de comunicação da Cooperativa na cobertura jornalística do evento. Confira as matérias produzidas em parceria sobre todas as Estações FAPA e demais assuntos do Dia de Campo de Verão no site da Cooperativa acessando www. agraria.com.br ou através do QR- -Code abaixo. Foto: Assessoria Agrária/Unicentro 4

5 Soja: Investimento em pesquisa reflete em segurança e alta produtividade Comprometida com o crescimento constante da rentabilidade ao cooperado, bem como com a busca pelo aperfeiçoamento dos resultados já conquistados, a Agrária tem na FAPA (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) um dos seus principais sustentáculos. A cultivar de soja AFS-110 RR, no mercado há quatro anos, é um dos frutos do empenho da pesquisa em prol de variedades cada vez mais produtivas. Destinada ao plantio pós-colheita de trigo e adaptada à região de abrangência da Agrária, a cultivar demonstrou- -se nesta safra uma opção não apenas rentável, mas também segura contra certas intempéries climáticas, como a estiagem. Apesar da seca da atual safra, a AFS teve uma boa aptidão e está conquistando os agricultores, inclusive nas regiões mais castigadas, observou o coordenador da Unidade de Sementes da Agrária, Marcos Antônio Novatzki. Para o pesquisador Vitor Spader, que comandou os estudos durante todo o período de análise, a composição alcançada com a AFS-110 RR foi almejada especificamente para ampliar o desempenho da soja em uma época de semeadura importante, pois envolve a maior parte da área cultivada com trigo. O trabalho desenvolvido por Spader na FAPA resultou em uma variedade com características específicas. A AFS 110 RR apresenta porte médio, com resistência ao acamamento e folhas lanceoladas (finas), permitindo maior aproveitamento da radiação solar, além de facilitar a aplicação de defensivos no interior do dossel, o que melhora o controle de pragas e doenças. Selecionamos dentre um grupo de mais de 40 linhagens, com genética de várias empresas, aquela que apresentou o melhor desempenho em nosso ambiente e na época de cultivo desejada. O estudo foi realizado durante três anos até chegarmos à cultivar escolhida, afirmou o pesquisador. Para o coordenador da Unidade de Sementes, a variedade de soja Agrária AFS- 110 RR tem se firmado no mercado por manter altas produtividades e tem se con- Marcos Novatzki: Apesar da seca da atual safra, a AFS teve uma boa aptidão e está conquistando os agricultores solidando como uma das melhores cultivares para o fechamento de plantio. Estamos bem satisfeitos. O melhor marketing é o próprio produtor, que tem nos encaminhado muitos elogios, comemorou Novatzki. O papel da pesquisa em todo o processo demonstrou-se fundamental para a consolidação dos resultados. A Fundação é de suma importância, tanto para a assistência técnica quanto para o produtor. É um investimento que vem trazer informações que não existem no mercado regional e local. Na Unidade Sementes temos uma parceria muito sólida com a FAPA, seguido à risca as orientações, com o que temos alcançado ótimos resultados, finalizou. (KP) Vitor Spader: A AFS-110 RR foi almejada especificamente para ampliar o desempenho da soja em uma época de semeadura importante 5

6 Plantio direto: qualidade de solo e produtividade Ensaio de manejo de solo foi instalado em 1978 e vem produzindo resultados desde então Tema principal do Dia de Campo de Verão 2014, o sistema de plantio direto começou a ser praticado na região de abrangência da Cooperativa Agrária há aproximadamente 40 anos com a instalação do ensaio de manejo de solos pelo então pesquisador da FAPA (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária), Franz Jaster, em Na época, a principal motivação para o estudo era a erosão nas lavouras. Décadas depois, o ensaio continua produzindo resultados e revela benefícios do sistema de plantio direto que nem eram imaginados no início de sua implantação. Uma das características mais básicas do solo manejado em sistema plantio direto, a proteção contra a erosão através da palha, foi a primeira questão que esta técnica veio resolver em Entre Rios. O tema plantio direto estava começando na época, já havia até alguns produtores utilizando esta técnica no estado no Paraná. A ocorrência de erosão era bastante evidente e trazia muito prejuízo, principalmente pela remoção da camada fértil do solo. Então, em 1978 o experimento foi instalado visando buscar um sistema de manejo para reduzir esse problema, explicou a pesquisadora da FAPA, Sandra Fontoura. Com o passar dos anos, os benefícios desta técnica de manejo de solos se consolidaram e ela se tornou o principal Produtividade, kg/ha sistema adotado no Brasil. Mas, com isso, algumas universidades e instituições abandonaram os experimentos antigos na área, o que não aconteceu na FAPA, onde continua-se obtendo importantes resultados nas parcelas instaladas em O experimento de manejo de solo da Cooperativa Agrária está entre os mais antigos do Brasil, sendo mais anti- Rendimento médio das culturas (35 anos) PC kg ha -1 PD kg ha % 23% 22% 34% % 20% CEVADA TRIGO AVEIA SOJA MILHO Cevada: 10 safras; Trigo: 11 safras; Aveia: 6 safras; Soja: 28 safras; Milho: 7 safras PC PD 6

7 go ou de duração equivalente a alguns experimentos conduzidos pela UFRGS, Fundacep, Cotrisa e Embrapa Trigo, no Rio Grande do Sul, e pela Fundação ABC e Embrapa Soja, no Paraná, explicou o Professor da UFRGS, Cimélio Bayer, que apresentou com Sandra a pesquisa Sistema Plantio Direto: Importância na qualidade do solo e produtividade das culturas, no Dia de Campo de Verão Desta maneira, a FAPA possui dados e resultados de pesquisas de 35 anos em relação ao plantio direto, mostrando assim, com informações consolidadas e embasadas, a efetividade desse sistema de plantio. Depois de mostrar resultados positivos em relação à erosão, o ensaio começou a ter mais estudos sendo realizados. Começou-se a estudar os efeitos do plantio direto sobre características químicas, físicas e biológicas do solo. Quando há melhora nesses atributos de solo o rendimento de grãos aumenta, explica Sandra. O nosso foco é produtividade, mas há melhoria geral na qualidade do solo com a adoção desse tipo de sistema conservacionista, acrescentou a pesquisadora. Através da pesquisa na FAPA, inúmeras vantagens do sistema plantio direto foram comprovadas. Esta técnica de manejo é essencial na conservação do solo, proporciona maior armazenamento de água, mantém a temperatura do solo mais apropriada ao desenvolvimento das culturas, proporciona aumento do carbono orgânico total ao longo dos anos, aumenta a capacidade de troca de cátions do solo, reduz a toxidez de alumínio, aumenta a disponibilidade de fósforo e, Em 1978 esta era a situação de algumas lavouras por tudo isso, tem forte impacto na qualidade do solo refletindo na produtividade das culturas. Em 35 anos de estudos, a produtividade média das culturas em sistema de plantio direto foi 22% maior que a das safras manejadas em plantio convencional. Além de tudo isso, na FAPA o ensaio de manejo de solos tem mostrado mais alguns aspectos do sistema. Além dos benefícios que já são bem conhecidos, também temos utilizado o ensaio de manejo de solos para estudar doenças e níveis de micotoxinas. Em sua palestra no Dia de Campo de Verão, o pesquisador da Embrapa, José Eloir Denardin abordou que o plantio direto de qualidade compreende: mobilização de solo apenas na linha de semeadura, manutenção da palha na Sandra e Cimélio apresentaram dados de 35 anos de pesquisa no Dia de Campo de Verão superfície do solo, diversificação de espécies, implantação do processo colher- -semear, promoção de cobertura permanente do solo e aporte de material orgânico ao solo, explicou. O plantio direto que foi introduzido nas regiões de clima temperado veio com duas tecnologias fundamentais: o abandono do preparo e a manutenção dos restos culturais na superfície do solo. Anos depois que isso estava no Brasil, nós percebemos que em nosso clima essas duas tecnologias não eram suficientes para manter o solo fértil física, química e biologicamente. Precisávamos incluir novas tecnologias no processo, concluiu. As técnicas para evitar a compactação de solo foram abordadas pelo pesquisador da FAPA, Étore Reynaldo, no Dia de Campo de Verão. Na estação de mecanização agrícola, os produtores viram as medidas utilizadas para diminuir a compactação dos solos, evitando assim, que haja decréscimo produtivo ao longo dos anos. A execução correta do plantio direto garante a quantidade necessária de matéria seca por ano para os benefícios desse sistema sejam alcançados. Uma referência de quantidade de palha anual é ao redor de 10 toneladas de matéria seca por ano por hectare por ano para se ter um sistema estável. Com quantidade menor, ao longo dos anos pode haver uma degradação do solo por não se estar adicionando uma quantidade suficiente para manter a estabilização, comentou Sandra. Número atingido na região de abrangência da Cooperativa. (KK) Foto: Arquivo Pessoal/Franz Jaster 7

8 ESPECIAL Produtividade e regularidade: a integração entre tecnologia e lazer Uma boa chuva depois de alguns dias de sol forte e estrada empoeirada: clima favorável para o desenvolvimento das culturas de verão e a lama perfeita para a realização de um rally. E foi assim, integrando o campo ao off road drive, que transcorreu o Dia de Campo Regionalizado de Verão com Rally de Regularidade. O evento levou aos cooperados novidades tanto no aspecto técnico, quanto no lúdico. Pela primeira vez foi realizado um Dia de Campo Regionalizado exclusivamente sobre o milho e, igualmente inédita, foi a maneira pela qual os participantes chegaram aos locais em que as pesquisas da FAPA para a cultura foram apresentadas. Rota realizada pelos cooperados está sinalizada em vermelho no mapa 8

9 Para que tudo corresse como esperado, um dia antes do evento pilotos e navegadores receberam as instruções sobre a competição e os carros foram devidamente identificados. Com a planilha do trajeto a ser executado, um GPS simples, usado para medição de áreas, e um cronômetro em mãos, foi dada a largada. Em um rally de regularidade os competidores devem percorrer o trajeto estabelecido de acordo com a velocidade e o tempo determinados. Vence quem for mais regular, quem obedecer com mais exatidão o que consta na planilha, explicou o organizador da parte competitiva do Dia de Campo, o professor de Geografia Felipe Azevedo. São espalhados pontos de controle virtuais durante a trilha nos quais é aferido se o piloto está adiantado ou atrasado, de acordo com o estabelecido, completou. O trajeto realizado pelos participantes do Dia de Campo Regionalizado de Verão teve aproximadamente 240 km, passando por diversas situações. Até por um rio os competidores passaram. Foi, sobretudo, um trajeto muito liso, o que exige mais perícia para manter a velocidade constante pré-estabelecida, trazendo mais diversão, comentou Azevedo. Para o cooperado Jair Zart a inovação foi aprovada. Fui navegador, tive que cuidar do GPS e do cronômetro. Foi super interessante, uma aventura, algo diferente, comentou. Aliar o Rally de Regularidade a um evento de caráter técnico faz parte de um conjunto de ações da FAPA para otimizar a comunicação das pesquisas aos cooperados. O Dia de Campo Regionalizado tem a função de levar informação privilegiada e de qualidade ao cooperado e difundir tudo aquilo que a FAPA gera em tecnologia e pesquisa. Com a inovação da incorporação do rally atraímos grande número de cooperados ao evento, ressaltou o coordenador da FAPA, Leandro Bren. A ideia de realizar um rally partiu de um grupo de cooperados que já havia participado deste tipo de evento. Pensamos em realizar algo diferente e, como os dias de campo regionalizados geralmente eram realizados em março, sugerimos aliar o rally a um evento específico para milho, explicou o cooperado Cristian Abt. Em uma viagem junto com a assistência técnica da Cooperativa discutimos a ideia, um atrativo a mais para que os produtores participem do dia de campo, acrescentou. Compramos a ideia, e, jun- Da largada, na Praça Nova Pátria a partir das 8h até a chegada à Arca da Colônia Vitória, a partir das 19h40, foram rodados 230 km passando por Pinhão, Candói e Guarapuava. Acompanhe como foi essa rota! 8:00 10:28 10:49 12:28 13:10 14:20 16:01 16:22 18:22 19:16 20:00 De minuto em minuto os 22 carros dão a largada na Colônia Vitória. A primeira caminhonete chega à primeira parada do dia. O último carro a largar chega à Fazenda Fundo Grande, no Pinhão, e as palestras dos pesquisadores da FAPA são iniciadas com apresentações dos trabalhos de Celso Wobeto, Étore Reynaldo, Alfred Stoetzer e Heraldo Feksa Celso Wobeto: Seleção de Híbridos: o pesquisador o estudo de seleção de materiais em milho, demonstrando a estabilidade dos híbridos ao longo dos anos e abordando novidades que estão por vir. Étore Reynaldo: Velocidade de Semeadura: o malefício da velocidade acima do recomendável no plantio de milho foi apresentado. O pesquisador recomendou ainda que, para reduzir as perdas por os múltiplos e falhas, quem estiver pensando em trocar de semeadora, para culturas de verão são preferíveis as pneumáticas às de disco. Alfred Stoetzer: Controle de Pragas: o pesquisador demonstrou a eficiência dos eventos de biotecnologia no milho, exemplificando o ganho que a tecnologia apresenta no campo. Depois das palestras os participantes começam a largar para a segunda etapa do rally Início do almoço na Fazenda Rodeio, em Candói, e km prévia da classificação dos pilotos até o momento. 126 Inicio da largada rumo a Guarapuava. Chegada dos primeiros competidores à segunda parada para palestras na Fazenda Santa Rita, em Guarapuava. O último carro estaciona e começam as apresentações dos pesquisadores Celso Wobeto, Étore Reynaldo, Alfred Stoetzer, Heraldo Feksa e Sandra Fontoura. Heraldo Feksa: Manejo de Doenças da Cultura do Milho: o pesquisador abordou o controle de doenças da parte aérea da cultura do milho trazendo informação sobre produtos, doses e momentos de aplicação. Sandra Fontoura: Pré-culturas em Milho: diferentes pré-culturas de inverno que favorecem a liberação de nitrogênio e enxofre no verão foram apresentadas pela pesquisadora, que demonstrou as que mais otimizam o uso dos nutrientes e potencializam a produtividade do milho que vem na sequência. Largada para a última parte da competição Primeiro carro chega à Arca, na Colônia Vitória 104 km Depois da chegada dos últimos competidores, inicia-se a premiação e confraternização Os vencedores foram os cooperados Karl e Egon Milla (apenas 167 pontos perdidos). Em segundo lugar ficaram Geraldo e Ricardo Leh (244 p.p.), já na terceira posição estavam Arnaldo Stock e Cristian Abt (348 p.p.). 9

10 to com o departamento de marketing, fizemos com que o evento acontecesse, afirmou Bren. O resultado foi muito interessante, todos gostaram foi uma diversão, completou Abt. Mesma opinião do cooperado Maximilian Karl. Essa integração entre rally e Dia de Campo foi muito boa. Já participei em outros Dias de Campo e não havida tantos cooperados quanto nessa edição. O rally realmente chamou a atenção, afirmou. Houve ainda muitos cooperados que participaram junto com seus filhos, o que também foi muito interessante até para Durante o almoço foi revelada a classificação prévia do rally O evento contou com grande participação de cooperados, inclusive jovens. Pela primeira vez, foi realizado Dia de Campo Regionalizado exclusivamente para o milho a integração, afirmou o colaborador do departamento atendimento cooperado Thiago Rodrigues. Um total de 72 cooperados assistiu às palestras do Dia de Campo Regionalizado de Verão. Ressalta-se, entre eles, além da participação dos assistentes técnicos e colaboradores da gerência agrícola, a integração de um público diferenciado de cooperados jovens e que ainda não participam tanto do cotidiano da Cooperativa. Isso vem ao encontro das inovações que vêm sendo feitas. A FAPA está focada em buscar a melhoria na comunicação ao cooperado, ela gera informação e tecnologia e se preocupa em comunicá-las a todas as faixas etárias e grupos de interesse. Nisso, o departamento de marketing tem um papel importante porque ajuda a desenvolver todas essas ações com uma visão estratégica da realização daquilo que foi proposto, resumiu a analista de marketing cooperados, Fabiula Portolan Kuczer. O propósito estratégico da Agrária para os próximos cinco anos, identificado pela sigla SER (Sustentabilidade, Ebitda e Rentabilidade), define como uma das metas alcançar 5% a mais de faturamento para o cooperado. Os meios para cumprir esse objetivo resumem-se em aumento de produtividade, redução de custos e eficiência na comercialização. Pelo viés do aumento do potencial produtivo das lavouras é que FAPA e assistência técnica trabalham em conjunto com o cooperado. Para que a informação e a tecnologia cheguem ao produtor e ele consiga aumentar as produtividades além do que já estamos produzindo, depende de todos nós: da FAPA transmitindo melhor o conhecimento, da assistência técnica difundindo e orientando melhor o produtor no campo e o cooperado utilizando toda tecnologia que é gerada dentro da cooperativa e as recomendações do agrônomo e buscando a máxima eficiência tecnológica, explica Bren. Nós temos certeza que mais de 90% das necessidades dos cooperados estão contemplados nos ensaios dos nossos pesquisadores. Estamos buscando difundi-los de maneira mais eficiente, utilizando diferentes meios para levar a informação, um deles foi o rally, que atraiu, além do público tradicional, um público diferenciado, ressaltou o coordenador da fundação de pesquisa. Para nós cooperados é importante participar dos eventos técnicos, nos atualizarmos e conhecermos as novidades para que o nosso próprio trabalho possa melhorar, finalizou Karl. (KK) 10

11 Da crise à prosperidade: Após 15 anos, Paul Illich deixa vice-presidência Paul Illich (ao centro) circundado pela diretoria eleita em 2014: Manfred Majowski, Jorge Karl, Arnaldo Stock e Norbert Geier A realidade era outra. Ao assumir a vice-presidência da Cooperativa Agrária, após a eleição da nova diretoria na 48ª Assembleia Geral Ordinária, em 13 de março de 1999, Paul Illich sabia que grandes desafios o esperavam. Exatos 15 anos depois, ele deixa o cargo com uma Agrária sólida financeiramente, a bater seguidos recordes de faturamento e rentabilidade, e cooperados alcançando picos de produtividade. Uma cooperativa acreditada e reconhecida perante clientes, fornecedores, parceiros e bancos. As eleições do último dia 8 de março cumpriram tanto a determinação estatutária quanto o desejo pessoal de Illich. A decisão de deixar o cargo partiu do próprio ex-vice-presidente, em reunião realizada com os demais integrantes da Diretoria, ainda em Já que o estatuto rege que a cada três anos um diretor deve ser trocado, eu me prontifiquei. Tomei a frente, antes que outro o fizesse, brincou. Desde o último dia 10 ele passou a ser sucedido pelo cooperado Manfred Michael Majowski, que igualmente espera grandes desafios. Já participei dos últimos dois mandatos do Conselho de Administração, mas a Agrária é muito grande. Aceitei esse desafio porque a gente sabe que a cooperativa está muito bem estruturada, desde os integrantes da Diretoria Executiva que permanecem, um conselho administrativo atuante nos últimos anos, além do quadro funcional como um todo, que possui uma gestão realmente profissional, observou Majowski. Um olhar para o longínquo 15 de março de 1999 relembra a segunda-feira na qual aquela jovem diretoria assumia a Agrária em meio a uma das mais profundas crises de sua história. A diretoria que entrou em 1999 era totalmente inexperiente. Éramos apenas agricultores e no primeiro dia não conhecíamos nada. Os primeiros meses e anos foram muito difíceis, relembrou Illich. Quando assumimos, tínhamos dois caminhos a escolher: ou deixar a Agrária ser liquidada e dar calote nos bancos, ou continuar com a história, apenas perdendo alguns anos até se pagar as dívidas. Renegociamos com os bancos e preferimos perder alguns anos, mas ficar com a nossa história. Pela outra linha, possivelmente seria mais fácil: a Agrária voltaria com outro nome e poderia até ser maior do que é hoje - mas seria uma mancha enorme na história, não só da Agrária, mas também dos Suábios do Danúbio, avaliou. Foi com o apoio dos cooperados no intuito de sanar dívidas que se iniciou o processo de superação da crise. A união 11

12 dos cooperados foi fundamental, pois fortaleceu a cooperativa, assim como fortalece até hoje, creditou Illich. Neste sentido, o ano de 2005 foi igualmente marcante: pela primeira vez a Agrária passava a novamente captar recursos no mercado. Até 2005 a Agrária não recebia financiamentos dos bancos. Os cooperados sim, mas a Cooperativa não, frisou. Paulatinamente, a neblina se dissipou e um horizonte de prosperidade se espreitou no horizonte de toda a cooperativa. O ex-diretor relembra que o faturamento da Agrária, há uma década e meia, era de R$ 270 milhões. Em 2013 o montante bateu na casa dos R$ 2,3 bilhões. Isso só aconteceu porque os cooperados sempre foram fieis, sempre apoiaram o Conselho de Administração. Foi um aprendizado muito grande, para mim e para os meus colegas, assim como também será para o Sr. Manfred, que assume agora. Ao longo do exercício da vice-presidência, Illich esteve envolvido em assuntos diversos, desde o Colégio Imperatriz, a Fundação Cultural e o PAIS (Programa Agrária de Integração Solidária), até a comercialização, a gerência agrícola, o contato direto com o cooperado, passando pela substituição do presidente Jorge Karl quando este não podia se fazer presente. No começo até assinava a Revista de Entre Rios. Foram tantas coisas, é até difícil me lembrar de tudo, descontraiu. Designado como responsável por importantes eventos, Illich esteve diretamente envolvido nas edições da Festa da Cevada, na Festa de 60 Anos de Entre Rios, em 2012, assim como em muitos outros. Da mesma forma, as relações com os colegas de diretoria evoluíram ao longo do tempo para um conjunto de respeito mútuo e harmonia. Era um trabalho de coleguismo. De pessoas que executam funções semelhantes. Cada um tinha seu papel no processo e o Paul desempenhou um importantíssimo, enalteceu o presidente da Agrária, Jorge Karl. Conheço pouquíssimas histórias em que houve um relacionamento tão bom entre presidente e vice. Nunca tivemos rusgas, sempre consultávamos a opinião de todos os direto- res e isso foi criando confiança. Creio que esse foi o ponto mais positivo desses 15 anos de trabalho, acrescentou. Sobre o futuro da Agrária, Illich acredita que a Cooperativa está no caminho certo, investindo muito, mas não pode ficar estagnada, senão regride. Aponta ainda que a gestão deve continuar sempre transparente. Paul Illich diz que deixa a sua sala no segundo andar do prédio administrativo da Agrária com a sensação de dever cumprido. Erros foram cometidos, claro, principalmente no começo, mas aconteceram involuntariamente. Sempre buscamos a transparência total e trabalhar com ética, frisou Illich, que pretende voltar suas atenções agora para os negócios da família. Mas se puder ajudar, continuarei sempre à disposição da Cooperativa. A preocupação com o caminho da Agrária continua a mesma de há 15 anos. Mas a realidade da Cooperativa hoje é outra consideravelmente mais próspera. (KP) Diretorias eleitas entre 1999 e 2014 Diretoria eleita em 1999: Wienfried M. Leh, Arnaldo Stock, Jorge Karl, Paul Illich e Raimund Abt Diretoria eleita em 2002: Raimund Abt, Arnaldo Stock, Jorge Karl e Paul Illich Diretoria eleita em 2005: Diretores da Agrária entre 2005 e 2014: Jorge Karl, Arnaldo Stock, Norbert Geier e Paul Illich 12

13 Por dentro do Projeto Excelência Iniciada com a fase de planejamento no começo de janeiro, o Projeto Excelência será desenvolvido ao longo dos próximos anos, dividido em três ondas. O conjunto de atividades terá como objetivo final a implantação do SAP, que tem como característica integrar todas as áreas da empresa em um único sistema. Após o evento de abertura do Projeto Excelência, realizado em 5 de fevereiro, o cronograma encontra-se atualmente na Fase 2. Toda a equipe, formada por gestores, consultorias e usuários chave trabalha em prol da validação da forma como os processos da Agrária funcionarão dentro do SAP. Fique por dentro do Projeto Excelência: O que é o Projeto Excelência? Números do Projeto: O Projeto Excelência é o conjunto de atividades coordenadas para apoiar o processo de mudança corporativa na Agrária, a partir do uso das melhores práticas de gestão. Terá como principal atividade a implantação de um novo sistema integrado de gestão para apoiar a Agrária rumo ao crescimento com sustentabilidade, alavancar e alcançar a excelência na governança dos negócios, servindo de alicerce à busca de resultados maiores. O projeto é mais uma ferramenta para se atingir as principais metas do Planejamento Estratégico estabelecidas pela Cooperativa Agrária para os próximos anos. O que é um ERP? - 18 usuários chave - 14 analistas de TI - 22 consultores externos - Gestores da Agrária - Gestores das consultorias (SAP, ITS, KPMG e ATOS) Cronograma do Projeto: O projeto foi dividido em 03 ondas de implantações dos módulos do SAP, conforme abaixo: Onda 01 iniciou em 06/01/2014; Onda 02 início planejado para o primeiro trimestre de 2015; Onda 03 início planejado para o primeiro trimestre de Fases da Onda 01 do Projeto Excelência: ERP é um sistema integrado de gestão que apoiará a Agrária na trajetória de crescimento com excelência operacional, alinhada às melhores práticas de governança corporativa. Preparação do Projeto Projeto Conceitual Realização Preparação Final Entrada em Produção Evolução contínua E o SAP? Trata-se de um sistema integrado de gestão criado pela empresa alemã *SAP (pode ser entendido como Sistemas, Aplicações e Processos) e tem como característica integrar todas as áreas da empresa num único sistema, fornecendo informações em tempo real para a operacionalização e tomada de decisão, contemplando os requisitos para atendimento a vários segmentos de negócio. A SAP iniciou suas atividades na década de 1970 e inaugurou seu escritório no Brasil na década de Atualmente é líder mundial do mercado de soluções de negócios colaborativas e multiempresas. As maiores empresas globais e muitos fornecedores, clientes e concorrentes da Agrária já usam SAP. Fase 1 Fase de Planejamento (iniciada em 06/01/2014), onde as equipes da Agrária em conjunto com as equipes das consultorias farão todo o planejamento do projeto. Fase 2 Fase atual do Desenho do Processo Futuro (iniciada em 05/02/2014), onde toda a equipe do projeto estará voltada para a validação dos documentos do desenho do processo futuro, ou seja, a forma como os processos da Agrária funcionarão dentro do SAP. Fase 3 Fase de Realização (iniciará em 14/04/2014), que tem como principal objetivo testar e validar o processo aprovado na Fase 2. Fase 4 Fase de Preparação (iniciará em 10/11/2014), de finalização das atividades para entrada do sistema em operação. Fase 5 Fase de Implantação (em 05/01/2015), que será o início da operação com o SAP (Go Live). 13

14 fatos e notas Projetos de CCQ Grupo TPM (Trabalhando para Melhorias) O Informativo traz, periodicamente, exemplos de trabalhos realizados por grupos de CCQ (Círculos de Controles de Qualidade). O grupo TPM (Trabalhando para Melhorias) desenvolveu o projeto de aumento da capacidade de malteação da cevada (C061). Tendo em vista que o Laboratório Central da Cooperativa Agrária efetua o processo de malteação em escala reduzida, chamado de Malteação Piloto, observou-se a necessidade de atender a demanda em épocas específicas e evitar acúmulo de amostras pela capacidade limitada do processo. A alternativa encontrada foi aumentar o número de amostras por batelada, dividindo cada recipiente em quatro, totalizando 32 amostras com 300 g cada (ao invés de 1 kg). Com essa redução consegue-se realizar as análises mais importantes para definição de qualidade de malte, essencial principalmente para a pesquisa. A metodologia com volume reduzido foi comparada à tradicional (1kg), através de testes estatísticos, comprovando a sua eficácia. Outra melhoria observada é a redução de custos, devido ao aumento da capacidade de malteação. Os integrantes do TPM, conforme informações repassadas pelo grupo, são: Hebert Maciel Henschel, Suellen Ramos, Rodrigo Scherer, Cleberson José Nogueira, Selso Luiz Datsko de Lima, Wagner Oliveira Pilar e Daniele Luciana de Lima. Grupo Andorinha O Grupo Andorinha, da FAPA (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária), propôs e desenvolveu um projeto visando melhorar o procedimento de retirada do para-choque de um caminhão. Em função das características do veículo, a cada vez que se descia a caçamba havia a necessidade da retirada do para- -choque. Ocorre que o objeto pesa cerca de 110 kg e demandava duas pessoas para a realização de uma atividade ergonomicamente incorreta. Após a utilização da ferramenta Ver e Agir, desenvolveu-se um sistema com a adaptação de um suporte que permite deslocar o para-choque para a lateral da caçamba (foto). A ação de baixo custo proporcionou diversos resultados, como a agilidade no processo, otimização de mão de obra, prevenção de acidentes de trabalho, além de proporcionar maior facilidade na retirada e reposição do para-choque do caminhão. Os integrantes do Andorinha, conforme informações repassadas pelo grupo, são: Berthold Duhatschek, Marcos Fostim, Gelson de Ramos, Hamilton Soares, Valdomiro Hanycz e Mariza Fostim. Foto Cooperativa A partir de 2014, as melhores fotos dos colaboradores da Agrária ganham espaço, tanto na Intranet quanto no Informativo. O espaço denominado Foto Cooperativa é uma iniciativa da assessoria de imprensa da Agrária e tem por objetivo incentivar e fomentar o registro de imagens cotidianas da nossa Cooperativa. Confira o destaque de fevereiro: A colaboradora Elisabeth Faulstich (Marketing) capturou nesta foto suas impressões do Dia de Campo de Verão

15 fatos e notas Com a presença de 156 cooperados, a Agrária realizou, no último dia 8 de março, a 63ª Assembleia Geral Ordinária. Além de outros pontos, houve a votação dos membros dos Conselhos de Administração e Fiscal. Seguindo determinação estatutária, segundo a qual um novo membro da Diretoria Executiva deve ser eleito a cada três anos, houve votação do novo vice-presidente. O cooperado Manfred Michael Majowski, da chapa 1, elegeu-se com 52,9% dos votos para o cargo ocupado por Paul Illich durante 15 anos, desde 1999, quando se iniciou a gestão do atual presidente Jorge Karl. Ao todo, inscreveram-se seis chapas. Entre 11 e 13 de fevereiro, o departamento de Manutenção da Agrária promoveu o treinamento Manutenção e Operação de Indústria de Processamento de Soja. O curso, que faz parte dos treinamentos estratégicos de 2014, foi realizado em parceria com a empresa Bühler. O engenheiro Hector Conceiro, da filial argentina da empresa, abordou aos participantes diversos aspectos sobre equipamentos e processos dentro da preparação para a extração de óleo de soja, além de novas tecnologias relacionadas a este mercado. Além de engenheiros e técnicos do Departamento de Manutenção, participaram também colaboradores do departamento de Projetos e da equipe operacional da Indústria de Óleo Agrária. Ao todo, 36 colaboradores da Agrária participaram do treinamento. Em fevereiro foi realizada mais uma entrega de certificados referentes ao PACR (Programa Agrária de Certificação Rural). Os cooperados Eduardo, Hildegardt e Bruno Reinhofer receberam os certificados em 5S Rural e Saúde e Segurança Ocupacional das fazendas Invernada da Reserva e Santa Isabel. O grupo já possui outras propriedades certificadas no PACR. Em maio de 2013, as fazendas Santa Bárbara e Campo Bonito receberam os certificados em 5S Rural e Saúde e Segurança Ocupacional. O programa assessora cooperados na implantação de sistemas de gestão nas propriedades rurais, auxilia na conquista de certificações que representam a segurança oficial da origem do que é produzido no campo. As Unidades Vitória, Guarapuava e Pinhão de armazenagem de grãos da Agrária passaram, em fevereiro, com sucesso pela primeira auditoria de manutenção da norma internacional de segurança de alimentos ISO A manutenção da certificação, alcançada em maio de 2013, demonstra o comprometimento das Unidades na gestão de segurança de alimentos, garantindo aos seus clientes produtos seguros no momento do consumo. Expediente é uma publicação mensal e tem como objetivo divulgar fatos relevantes da Cooperativa Agrária Agroindustrial. Os pontos de vista expressos por pessoas entrevistadas e/ou artigos assinados não refletem necessariamente a opinião da Agrária. Jornalista responsável: Klaus Georg Pettinger (KP) assessoria de comunicação da Cooperativa Agrária - (42) Jornalista colaboradora: Katrin Korpasch (KK). Tiragem: 800 Exemplares. Diagramação: Prêmio Arkétipo Comunicação - - Direção de Arte: Roberto Niczay. Impressão: Gráfica Informativo Positiva e Editora Agrária Cascavel PR. Cooperativa Agrária Agroindustrial. Fundação: 5 de maio de Endereço: Pça. Nova Pátria s/no, Colônia Vitória Entre Rios Guarapuava (PR) 15 CEP Telefone geral: (42) Site:

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