DISCIPLINA: RECURSO SOLO. Áreas Degradadas e Áreas Contaminadas. Profa. Wanda R. Günther HSA/FSP/USP

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1 DISCIPLINA: RECURSO SOLO Áreas Degradadas e Áreas Contaminadas Profa. Wanda R. Günther HSA/FSP/USP

2 SURGIMENTO DE CASOS DE POLUIÇÃO OU CONTAMINAÇÃO AMBIENTAL E ÁREAS CONTAMINADAS... ASSUNTO AINDA RECENTE... Fotos: André Luiz Bonacin Silva

3 NOTÍCIAS NA IMPRENSA Ultimamente aparecem com freqüência... POLUIÇÃO No Estado, que passou recentemente por casos de contaminação, 40% das empresas não têm licença ambiental. Descontrole cria "bombas-relógio" em SP CHUMBO Em Bauru, já são 263 pessoas contaminadas Laudo do Instituto Adolfo Lutz divulgado ontem pela Direção Regional da Saúde de Bauru (SP) constatou níveis elevados de contaminação por chumbo em mais 50 crianças e uma gestante que vivem perto da Fábrica de baterias Acumuladores Ajax. Com esses dados, sobe para 263 o número de pessoas que apresentaram índice acima de dez miligramas de chumbo por decilitro de sangue -limite aceito pela OMS. (DA AGÊNCIA FOLHA)

4 PROBLEMAS ADVINDOS DA DEGRADAÇÃO E CONTAMINAÇÃO AMBIENTAL POR ATIVIDADES HUMANAS... Fotos: André Luiz Bonacin Silva

5 ÁREAS CONTAMINADAS CONCEITUAÇÃO BÁSICA MANUAL DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS - CETESB: Define-se como área contaminada (AC) quando já se tem a comprovação da contaminação. Nesta área, os poluentes ou contaminantes podem concentrar-se em subsuperfície nos diferentes compartimentos do ambiente, solo, água subterrânea, etc. Assim esses contaminantes alteram as características naturais de qualidade e determinam impactos negativos e/ou risco sobre os bens a proteger, localizados na própria área ou em seus arredores.

6 OUTROS TERMOS E CORRELAÇÕES Brownfields: instalações industriais e comerciais abandonadas, vagas e subutilizadas cuja reutilização é dificultada por problemas reais ou percebidos de contaminação ambiental - EPA (1999) in SÁNCHEZ (2003). Foto: André Luiz Bonacin Silva Fonte: SÁNCHEZ, L.E. (2003) Palestra - Possibilidades e Desafios na Revitalização de Áreas Contaminadas no Brasil Contaminadas no Brasi, São Paulo, 2003, evento Ekos Brasil.

7 CORRELAÇÃO DE CONCEITOS Fonte: SÁNCHEZ (2003) Fonte: SÁNCHEZ, L.E. (2003) Palestra - Possibilidades e Desafios na Revitalização de Áreas Contaminadas no Brasil Contaminadas no Brasi, São Paulo, 2003, evento Ekos Brasil.

8 SOLO ÁREAS CONTAMINADAS Solo é a camada superior da crosta terrestre, constituída por minerais, matéria orgânica, água, ar e organismos vivos. (ANTEPROJETO DE LEI EM SÃO PAULO SOBRE PROTEÇÃO DA QUALIDADE DO SOLO E GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS).

9 QUANTO AOS MEIOS: MEIOS CONSIDERADOS: SOLO, ÁGUAS (SUPERFICIAIS, INTERSTICIAIS, SUBTERRÂNEAS), AR, BIÓTICO E HOMEM INTERFACES QUANTO AOS CONTAMINANTES: CARACTERÍSTICAS MOBILIDADE X FIXAÇÃO TRANSPORTE PERSISTÊNCIA

10 ÁREAS CONTAMINADAS

11 ÁREA CONTAMINADA Área contaminada pode ser definida como uma área, local ou terreno onde há comprovadamente poluição ou contaminação causada pela introdução de quaisquer substâncias ou resíduos que nela tenham sido depositados, acumulados, armazenados, enterrados ou infiltrados de forma planejada, acidental ou até mesmo natural. Nessa área, os poluentes ou contaminantes podem concentrar-se em subsuperfície nos diferentes compartimentos do ambiente, como por exemplo no solo, nos sedimentos, nas rochas, nos materiais utilizados para aterrar os terrenos, nas águas subterrâneas ou, de uma forma geral, nas zonas não saturada e saturada, além de poderem concentrar-se nas paredes, nos pisos e nas estruturas de construções.

12 TRANSPORTE DE CONTAMINANTES Os poluentes ou contaminantes podem ser transportados a partir desses meios, propagando-se por diferentes vias, como o ar, o próprio solo, as águas subterrâneas e superficiais, alterando suas características naturais de qualidade e determinando impactos negativos e/ou riscos sobre os bens a proteger, localizados na própria área ou em seus arredores. Segundo a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/81), são considerados bens a proteger: a saúde e o bem-estar da população; a fauna e a flora; a qualidade do solo, das águas e do ar; os interesses de proteção à natureza/paisagem; a ordenação territorial e planejamento regional e urbano; a segurança e ordem pública.

13 Origem das áreas contaminadas Desconhecimento, em épocas passadas, de procedimentos seguros para o manejo de substâncias perigosas; Desrespeito a procedimentos seguros; Ocorrência de acidentes ou vazamentos durante o desenvolvimento dos processos produtivos, de transporte ou de armazenamento de matérias primas e produtos.

14 RESÍDUOS PERIGOSOS 14

15 CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS 15

16

17 COMPOSTOS ORGÂNICOS EM SUBSUPERFÍCIE Compostos orgânicos formam dois grupos principais com comportamentos distintos nos aquíferos. Há os compostos orgânicos: menos densos que a água (LNAPLs light non-aquous phase liquid, como PAHs, gasolina etc.) mais densos (DNAPLs dense non-aquous phase liquid, como TCE, entre outros). A contaminação, em ambos os casos, pode dar-se nas fases vapor, adsorvida (retida) ao solo, residual, livre e/ou dissolvida à água. Uma diferença principal nota-se pela fase livre estar acima (LNAPLs) ou abaixo (DNAPLs) da água (zona saturada).

18 COMPOSTOS ORGÂNICOS EM SUBSUPERFÍCIE FIGURA 1 LNAPLs: Light nonaquous phase liquid (ex. hidrocarbonetos) FIGURA 2 DNAPLs: Dense nonaquous phase liquid (ex. organoclorados)

19 Cadastro Áreas Contaminadas

20 GESTÃO URBANA: convive com a necessidade imediata de recuperação de ÁREAS DEGRADADAS E ÁREAS CONTAMINADAS visa adaptá-las a NOVO USO E FUNÇÃO DESENVOLVIMENTO URBANO LOCAL REVITALIZAÇÃO Instrumento do Desenvolvimento urbano sustentável 20

21 ÁREAS CONTAMINADAS CENÁRIO 1 PROCESSOS PRODUTIVOS EM ATIVIDADE Gerador de resíduos da produção Potencial gerador de contaminação Manejo inadequado dos resíduos Controle ambiental insuficiente ou ineficaz Acidentes Ambientais GESTÃO AMBIENTAL GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS 21

22 ÁREAS CONTAMINADAS CENÁRIO 2 PASSIVOS AMBIENTAIS Indústria desativada Deposição de resíduos industriais ÁREAS CONTAMINADAS O responsável é identificado O responsável não é identificado REMEDIAÇÃO REVITALIZAÇÃO VIGILÂNCIA À SAÚDE Perigo Exposição Risco à saúde 22

23 REMEDIAÇÃO OPÇÕES: Segundo a EPA - agência de proteção ambiental dos EUA, existem algumas abordagens principais para a remediação de áreas contaminadas: mudar o uso da área para minimizar o risco; remover os contaminantes para a eliminação do risco; reduzir a concentração dos contaminantes; contê-los para eliminar ou minimizar risco.

24 Contaminantes possíveis no solo (Diagnóstico em SP 2004 CETESB) Constatação de grupos contaminantes Fonte: CETESB (2004) Relação de áreas contaminadas no Estado de São Paulo inventário da CETESB. Disponível em:

25 GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS (CETESB) Conjunto de medidas que asseguram o conhecimento das características das áreas contaminadas e a definição das formas de intervenção mais adequadas, visando minimizar os danos e/ou riscos aos bens a proteger, gerados pela existência destas áreas. (Manual de Gerenciamento de Áreas Contaminadas)

26 GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS SISTEMÁTICA DA CETESB O gerenciamento de áreas contaminadas visa minimizar os riscos a que estão sujeitos a população e o meio ambiente por meio de um conjunto de medidas que assegurem o conhecimento das características dessas áreas e dos impactos por elas causados, proporcionando os instrumentos necessários à tomada de decisões quanto às formas de intervenção mais adequadas. ETAPAS SUGERIDAS - CETESB: Definição da região de interesse Identificação de áreas com potencial de contaminação Avaliação preliminar Investigação confirmatória Investigação detalhada Avaliação de risco Concepção da remediação Projeto de remediação Remediação da AC Monitoramento AC

27 GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS - GACs (CETESB) A metodologia utilizada no gerenciamento de ACs baseia-se em etapas sequenciais, em que a informação obtida em cada etapa é a base para a execução da etapa seguinte. São considerados dois processos como base para o GACs: IDENTIFICAÇÃO e RECUPERAÇÃO. Durante a execução destas etapas, em função do nível de informação referente a cada uma das áreas de estudo, estas podem ser classificadas EM ÁREAS POTENCIALMENTE CONTAMINADAS (APs), ÁREAS SUSPEITAS DE CONTAMINAÇÃO (ASs) e ÁREAS CONTAMINADAS (ACs), subdivididas e 4 categorias. Dentre os instrumentos de GACs, propôs-se a adoção de VALORES DE REFERÊNCIA DE QUALIDADE e INTERVENÇÃO. Fonte: CETESB (2014)

28 Escolha de critérios CETESB: Como adequação das metodologias internacionais, para as condições do Estado de São Paulo, propõe-se três níveis de valores orientadores: Valor de referência de qualidade - R, que indica o nível de qualidade para um solo considerado limpo ou a qualidade natural das águas subterrâneas; Valor de alerta - A, que indica uma possível alteração da qualidade natural dos solos e águas subterrâneas, com caráter preventivo e quando excedido, requer monitoramento, identificação das fontes de poluição e seu controle. Valor de intervenção - I, que indica o limite de contaminação acima do qual, existe risco potencial de efeito deletério sobre a saúde humana, havendo necessidade de uma ação imediata na área, a qual inclui uma investigação detalhada e a adoção de medidas emergenciais, visando a minimização das vias de exposição como a restrição do acesso de pessoas à área e suspensão do consumo de água subterrânea.

29 VALORES ORIENTADORES PARA SOLOS E ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (CETESB) Fonte: CETESB (2014)

30 VALORES ORIENTADORES PARA SOLOS E ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (CETESB) Fonte: CETESB (2014)

31 VALORES ORIENTADORES PARA SOLOS E ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (CETESB, 2014)

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