Biodiversidade e monitoramento da ordem Isoptera em Olinda, PE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Biodiversidade e monitoramento da ordem Isoptera em Olinda, PE"

Transcrição

1 REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN Volume 3 - Número 2-2º Semestre 2003 Biodiversidade e monitoramento da ordem Isoptera em Olinda, PE [1] Welber Eustáquio de Vasconcelos; [2] Érika Valente de Medeiros; [3] Michelle Soares Rios; [4] Amansleone da Silva Temóteo; [5] Adalberto Hipólito de Sousa; [6] Patrício Borges Maracajá; [7] Victor Hugo Pedraça Dias. RESUMO A ordem Isoptera é composta por uma das principais pragas de importância econômica do Norte-Nordeste. Os cupins apresentam entre suas funções, produção de carbono e hidrogênio no meio através da decomposição da matéria orgânica nos ecossitemas.objetivou-se com o presente trabalho avaliar a biodiversidade e o monitoramento da ordem Isoptera no Município de Olinda PE. A realização do projeto foi feito nos principais bairros de Olinda, com visitas domiciliares em dias alternados no período de Abril a Novembro de O material coletado foi identificado de acordo com a literatura penitente, chaves taxonômicas e coleção existente no laboratório de Entomologia da área de Zoologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE, posteriormente formulouse tabelas, que mostram respectivamente o tipo de imóvel, bairros e os tipos de substratos infestados. Os resultados demonstraram a ocorrência de Coptotermes havilandi, Cryptotermes brevis, e do Gênero Nasutitermes como insetos-pragas de maior importância econômica no município. Palavras-chave: Coptotermes havilandi, Cryptotermes brevis, Nasutitermes 1 - INTRODUÇÃO O impacto ambiental provocado pelo processo de urbanização, ao mesmo tempo em que provoca a erradicação de muitas espécies, favorece a instalação e o crescimento de populações de outras espécies, ditas sinantrópicas, as quais, muitas vezes, acabam se tornando pragas importantes. Dentre estas espécies, favorecidas pelo processo de urbanização mundial, cerca de 70 a 80 espécies são de cupins capazes de causar danos importantes em edificações, portanto, sendo importantes economicamente. (EDWARDS & MILL, 1986). Com o aumento da área urbana e conseqüente diminuição dos alimentos disponíveis naturalmente, os cupins passaram a exercer uma elevada pressão de ataque sobre as construções e residências buscando ocupar o espaço perdido e os alimentos indispensáveis a sua manutenção. Os cupins são as principais pragas das construções urbanas e rurais e ao mesmo tempo são insetos que demonstram uma grande importância ecológica. Nos ecossistemas tropicais, desde áreas de vegetação aberta, como o cerrado até as florestas tropicais úmidas, têm um papel importantíssimo. Junto com as formigas, constituem enorme parte da biomassa desses sistemas ecológicos, funcionando como consumidores primários e decompositores (BRANDÃO & CANCELLO, 1999).

2 A importância econômica dos cupins prende-se, principalmente ao fato deles destruírem a madeira com a qual o homem constrói casas, móveis, veículos e inúmeras outras utilidades, inclusive o papel. São de grande vulto também os prejuízos causados pelas espécies que atacam plantas cultivadas, cana, café, eucaliptos, goiabas, abacaxi etc.(carrera,1973) O gênero Cryptotermes tem distribuição mundial e é a mais importante praga entre os cupins de madeira seca. Pela grande capacidade de infestar estruturas e objetos de madeira construídos pelo homem, são altamente prejudiciais à economia em suas áreas domiciliares e peridomiciliares (CONSTANTINO,1999) tornando-se com isso importante praga urbana. Algumas conseguem mesmo sobreviver em climas frios, pois vivem nas habitações com aquecimento (ZORZENON & POTENZA, 1998). Dentre as espécies do gênero Cryptotermes no continente Americano, a mais amplamente distribuída é Cryptotermes brevis, que ocorre em todas as regiões do mundo. No Brasil, é a principal espécie de cupim de madeira seca invasora de estruturas e a mais importante economicamente. A literatura indica o registro da espécie no Brasil em 1858, distribuindo-se na faixa costeira até o Rio Grande do Sul. Sabese que ocorre no interior de São Paulo, Belo Horizonte, João Pessoa, e nos grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo. As colônias dos Kalotermitidae geralmente são pouco populosas, com cerca de 300 indivíduos a poucos milhares, porém são encontradas em grandes números, em determinadas estruturas. Em cada colônia existem soldados, pseudooperários, jovens e reprodutores. Os cupins de madeira seca fazem seus ninhos na própria peça ou estrutura de madeira, ingerindo avidamente a mesma e formando túneis. A característica principal do ataque destes cupins, é a presença de excrementos granulosos (pó de cupim), deixados junto à peça ou estrutura infestada. Por estarem restritos à peça atacada, os cupins de madeira seca apresentam sinais externos de ataque bastante discretos. Enquanto o interior vai sendo consumido, a superfície de madeira permanece intacta, porém bastante sensível a qualquer pressão exercida sobre a mesma. Isto mostra que, não se deve subestimar os danos potenciais causados por este cupim, pois quando se percebe efetivamente o dano, o prejuízo já é grande. O Coptotermes havilandi é uma das espécies que causam prejuízos ao homem. Representante da Família Rhinotermitidae, vive em madeiras mortas. Geralmente forma colônias de numerosa população. Indivíduos desta espécie podem causar enormes danos a cabos elétricos e telefônicos subterrâneos, bem como a produtos armazenados em geral, atacando e comprometendo a saúde de árvores ornamentais (FONTES,1995; CARRERA,1973; MARANHÃO, 1976;) O gênero Nasutitermes apresenta distribuição mundial, sendo um dos mais ricos em biodiversidade de espécies de cupins. São muito abundantes em ambientes de matas tropicais, nos cerrados e nas caatingas. Podem ser detectados pelos túneis que constroem nas paredes, os quais são construídos com terra e saliva. (ZORZENON & POTENZA, 1998). Considerados cupins superiores, os Nasutitermes podem nidificar em raízes de árvores, sobre troncos, sob o solo e sobre o mesmo, formando montículos. Destacam-se entre os gêneros altamente prejudiciais à economia do homem em suas áreas urbanas e peridomiciliares (CONSTANTINO, 1999). Diante da importância econômica e ecológica destes gêneros, o presente trabalho teve como objetivo verificar a ocorrência, distribuição e áreas infestadas por espécies representantes

3 dos gêneros Cryptotermes, Nasutitermes e Coptotermes em Olinda-PE, bem como investigar as possíveis causas da invasão dos centros urbanos por esses insetos. 2 - MATERIAIS E MÉTODOS A pesquisa foi realizada nos principais bairros do município de Olinda, tanto da Cidade Alta como também nas comunidades de Ouro-Preto, Peixinhos, Cidade Tabajara, Guadalupe e Bairro Novo em dias alternados no período diurno, durante os meses de abril à novembro de O material entomológico coletado com o auxílio de pinças e pincéis finos, foi acondicionado em vidros etiquetados contendo álcool à 70% para conservação dos espécimes coletados. A identificação dos cupins foi realizada no laboratório de entomologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, localizado em Recife-PE. com o uso de esterioscópio binocular, tendo como referência a coleção existente no Departamento de Zoologia da referida Universidade, coleções particulares e chaves taxonômicas (CONSTANTINO, 1999). Os dados foram organizados em tabelas contendo período e local da coleta, tipo de imóvel, áreas infestadas e espécie identificada. 3 - RESULTADOS E DISCUSSÃO As análises mostraram uma freqüência bem maior de infestações pela espécie Cryptotermes brevis, em residências e apartamentos do que em outros imóveis, indicando a capacidade que estes cupins podem ter de causar grandes prejuízos ao homem em suas áreas domiciliares e peridomiciliares, resultados estes que concordam com as informações de ZORZENON & POTENZA, 1998 e BANDEIRA et al. (1998) Dos 6 bairros pesquisados e localizados em Olinda, nos quais detectou-se a presença de C. brevis, destacaram-se em relação à freqüência de infestações(tabela 1). Tabela 1: Ocorrência de Cryptotermes brevis em bairros de Olinda no período de Abril à Novembro de Áreas infestadas N de Ocorrências Bairro(s) Infestado(s) 4 Cidade Alta 3 Ouro-Preto 7 Cidade Tabajara 8 Guadalupe 11 Bairro Novo Com relação ao tipo de substrato atacado nas 65 ocorrências, a freqüência em percentual de cada um deles é a seguinte: 28% guarda-roupas; 12,3% armários; 11% portais; 6,2% estantes, camas e mesas; 3% cristaleiras, pranchas, tacos e lambris e 10% molduras de gesso (Tabela 2). Foi observada a presença destes cupins também em pallets,escrivaninhas,

4 closets, piano,sanca de teto, cômoda, carranca e madeiramento dos sofás, porém em um percentual bem abaixo dos demais. Tabela 2: Percentual de Ocorrência de Cryptotermes brevis nos diferentes substratos,em residências de Olinda Percentual de Ocorrências Substrato(s ) Infestado(s) 28% Guarda Roupas 12,3% Armários 11% Portais 6,2% Estantes, Camas e Mesas 3% Cristaleiras,Pranchas,Tacos e Lambris 10% Molduras em gesso A grande diversidade de locais nos quais foram encontrados Coptotermis havilandi, demonstra sua alta capacidade adaptativa ao meio urbano, uma vez que estes lhes proporcionam ambiente propício para sua propagação. Esse fato está relacionado com a quantidade de celulose disponível aos cupins nas áreas urbanas, sob a forma de madeira estrutural e mobília. De acordo com FONTES (1995), o consumo mundial de árvores é bastante significativo e calcula-se que, somente na década de 80, cortou-se uma área equivalente ao Uruguai inteiro em área de mata por ano no mundo, disponibilizando grande quantidade de celulose nas áreas urbanas na forma de móveis e estruturas para construções. Durante o período de abril à novembro de 2003, foram avaliados 40 imóveis nos quais detectou-se a presença de Coptotermes havilandi (Tabela 3). Tabela 2: Levantamento do número de imóveis e áreas infestadas por Coptotermes havilandi nos diferentes substratos,em residências de bairros em Olinda. Bairro Nº Tipo do Imóvel Áreas infestadas Imóveis Cidade Alta 9 Residências; Edifícios e Apartamentos; Portais, guarda-roupas, árvores e estantes Ouro-Preto 16 Clínicas e Hospitais. Divisórias; portais, revestimento do equipamento de ressonância magnética. Cidade Tabajara 10 Residência Estantes, armários; portais. Guadalupe 10 Residências Portais, guarda-roupas escadarias e pontos elétricos. Bairro Novo 1 Quartel Telhados, pontos elétricos, lambril, rebaixamento de gesso, armários, tubulações e portais. O gênero Nasutitermes apresentou freqüência constante no período de agosto à novembro. Foram registradas a presença deste inseto em locais diversos tais como: residências (35

5 ocorrências - 30,17%); hospitais e clínicas (21ocorrências, 18,10%); quartéis (13 ocorrências), (11,20%); estabelecimentos bancários (3 ocorrências, 2,58% ); escolas e universidades (12) ocorrências, 0,34%); empresas diversas (10 ocorrências, 8,26%); supermercados (9 ocorrências, 7,75%); edifícios (1 ocorrências, 0,86%); SESI (4 ocorrências, 3,44%); edificações antigas(8 ocorrências, 6,89%). Verificou-se nos resultados obtidos que os objetos e áreas específicas de ocorrência do gênero foram preferencialmente, guardaroupas, armários e pranchas (26 registros), madeiramento de telhados (24), portais e janelas (22) e pontos elétricos (17). Foram encontrados também assoalhos (taco), divisórias, paredes (4), lambril, rejuntes de azulejos e escadarias. Observou-se também a ocorrência em árvores (11 registros). Esses resultados demonstraram a diversidade de locais nos quais os cupins podem se instalar para o consumo da celulose. Essas infestações causam danos significativos nas áreas afetadas, acarretando prejuízos econômicos. VASCONCELOS et al. (2002) registraram a ocorrência predominante do gênero Nasutitermes em João Pessoa PB corroborando com os dados do presente trabalho. BANDEIRA et al. (1998) constataram que entre várias espécies de cupins identificadas em João Pessoa PB, Nasutitermes corniger foi a única que conseguiu invadir o meio urbano, tornando-se daninha a objetos construídos com madeira no interior dos imóveis, o que concorda com os dados obtidos em Recife PE em relação ao gênero. ZORZENON & POTENZA (1998) discutiram pontos importantes com relação à ocorrência de cupins em áreas urbana, no sentido de levar a uma reflexão quanto à invasão das cidades e residências por esses insetos, analisando a complexidade desse comportamento, visto que no caso das espécies nativas que passam a ser consideradas pragas, certamente essa invasão ocorreu devido à destruição dos habitats naturais feita constantemente pelo homem, fato este comprovado nesta pesquisa. 4 - CONCLUSÃO Estes resultados comprovam a preferência desses cupins pela madeira seca e seu comportamento invasor de estruturas economicamente importantes, o que destaca a espécie C. brevis como uma das mais importantes pragas urbanas da Ordem Isoptera. Verificou-se que a proliferação da espécie C. havilandi ocorre de forma rápida em cerca de 80% dos imóveis vistoriados e mecanismos de adaptação ao meio que foi tratado, também foram observados, ocorrendo migrações por caminhos inesperados em busca de alimento. O gênero Nasutitermes apresentou freqüência constante durante todo o período estudado; a invasão dos centros urbanos pelos cupins é uma conseqüência das ações desordenadas do homem nos ambientes naturais. 5 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRANDÃO, R.F.; CANCELLO, E.M. (Ed). Biodiversidade do Estado de São Paulo, Brasil:Síntese do conhecimento ao final do século XX, 5: invertebrados terrestres. São Paulo: FAPESP,1999. Cap. 5, p CARRERA, M. Entomologia para você. 4ª Ed. Edart Livraria Editora Ltda., São Paulo, 185 p EDWARDS, R. & MILL, A. E. Termites in buildings. Their biology and control. Rentokil Ltd., England, 261p

6 FONTES, L. R. Cupins em áreas urbanas.pp in Berti Filho, E. & Fontes, L.R. (Ed.), Alguns aspectos atuais da biologia e controle de cupins. FEALQ, Piracicaba MARANHÃO, Z.C. Entomologia Geral. 3.ed. São Paulo: Nobel, p BANDEIRA, A. G.; MIRANDA, C. S.; VASCONCELOS, A. Danos causados por cupins em João Pessoa; pp In: FONTES, L. R. & BERTI FILHO, E. (Eds.) Cupins: o desafio do conhecimento. FEALQ, Piracicaba CONSTANTINO, R. Chave ilustrada para identificação dos gêneros de cupins (Insecta: Isoptera) que ocorrem no Brasil. Papéis Avulsos de Zoologia, São Paulo 40 (25): , VASCONCELOS, A.; BANDEIRA, A. G.; MIRANDA C. S.; SILVA, M. P. Termites (Isoptera) Pests in Buildings in João Pessoa, Brazil. Sociobiology, v. 40, n. 2, ZORZENON, F. J. & POTENZA, M. R. Cupins: Pragas em áreas urbanas. Boletim Técnico. Instituto Biológico, São Paulo, n. 10, p. 5 40, maio, [1] Mestrando em Fitotecnia Escola Superior de Agricultura de Mossoró ESAM [2] Mestranda em Fitotecnia Escola Superior de Agricultura de Mossoró ESAM [3] Mestranda em Fitotecnia Escola Superior de Agricultura de Mossoró ESAM [4] Mestranda em Fitotecnia Escola Superior de Agricultura de Mossoró ESAM [5] Graduando em Agronomia Escola Superior de Agricultura de Mossoró ESAM [6] Prof. Dr. Dep. Fitossanidade - Escola Superior de Agricultura de Mossoró ESAM [7] Graduando em Agronomia Escola Superior de Agricultura de Mossoró ESAM

LEVANTAMENTO DAS ESPÉCIES DE CUPINS ATACANDO RESIDÊNCIAS NOS BAIRROS DO MUNICIPIO DE GURUPI TO.

LEVANTAMENTO DAS ESPÉCIES DE CUPINS ATACANDO RESIDÊNCIAS NOS BAIRROS DO MUNICIPIO DE GURUPI TO. LEVANTAMENTO DAS ESPÉCIES DE CUPINS ATACANDO RESIDÊNCIAS NOS BAIRROS DO MUNICIPIO DE GURUPI TO. Gracielle Rodrigues da Costa 1 ; Edy Eime Pereira Baraúna 2 ; Renato da Silva Vieira 3 1 Aluno do Curso de

Leia mais

Simone de Souza Prado, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente

Simone de Souza Prado, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente Cupins subterrâneos Simone de Souza Prado, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente Os cupins são insetos da ordem Isoptera, também conhecidos por térmitas, siriris ou aleluias. Estes insetos são espécies

Leia mais

Ordem Isoptera. Alunos: Carlos Felippe Nicoleit; Celso Junior; Charles Magnus da Rosa; Daniella Delavechia.

Ordem Isoptera. Alunos: Carlos Felippe Nicoleit; Celso Junior; Charles Magnus da Rosa; Daniella Delavechia. Ordem Isoptera Alunos: Carlos Felippe Nicoleit; Celso Junior; Charles Magnus da Rosa; Daniella Delavechia. Classificação: Reino: Animal Filo: Artropoda Classe: Insecta Ordem: Isoptera Definição Ordem de

Leia mais

LEVANTAMENTO DE CUPINS EM ESTRUTURAS DE MADEIRAS DE BLOCOS DO MINI-CAMPUS (SETOR-SUL) DA UFAM.

LEVANTAMENTO DE CUPINS EM ESTRUTURAS DE MADEIRAS DE BLOCOS DO MINI-CAMPUS (SETOR-SUL) DA UFAM. LEVANTAMENTO DE CUPINS EM ESTRUTURAS DE MADEIRAS DE BLOCOS DO MINI-CAMPUS (SETOR-SUL) DA UFAM. Manoel Braga de BRITO 1 ; Raimunda Liége Souza de Abreu ; Basílio Frasco VIANEZ 3 1 Bolsista PIBIC/INPA/Fapeam;

Leia mais

A madeira como substrato para organismos xilófagos -Cupins-

A madeira como substrato para organismos xilófagos -Cupins- UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS Faculdade de Ciências Agrárias Departamento de Ciências Florestais A madeira como substrato para organismos xilófagos -Cupins- Francisco Tarcísio Moraes Mady Introdução

Leia mais

REGISTRO FOTOGRÁFICO MUNGUBA PRAÇA DA CONSTITUIÇÃO

REGISTRO FOTOGRÁFICO MUNGUBA PRAÇA DA CONSTITUIÇÃO REGISTRO FOTOGRÁFICO MUNGUBA PRAÇA DA CONSTITUIÇÃO FIGURA 1. Indivíduo arbóreo da espécie Munguba com o estado fitossanitário comprometido. FIGURA 2. Vista da parte aérea demonstrando a ausência de folhas.

Leia mais

RIQUEZA DE CUPINS (ISOPTERA) EM VEREDAS DE UMA ÁREA DE MIRACEMA DO TOCANTINS

RIQUEZA DE CUPINS (ISOPTERA) EM VEREDAS DE UMA ÁREA DE MIRACEMA DO TOCANTINS RIQUEZA DE CUPINS (ISOPTERA) EM VEREDAS DE UMA ÁREA DE MIRACEMA DO TOCANTINS Julyana Flavia dos Santos Lima¹; Hélida Ferreira da Cunha² ¹Graduanda do curso de Ciências Biológicas -Licenciatura,UnuCET-UEG

Leia mais

PREFEITURA MUNICPAL DE ARAGUARI SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE. Registro fotográfico Sibipiruna Av. Padre Norberto, em frente ao número 84

PREFEITURA MUNICPAL DE ARAGUARI SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE. Registro fotográfico Sibipiruna Av. Padre Norberto, em frente ao número 84 Registro fotográfico Sibipiruna Av. Padre Norberto, em frente ao número 84 Figura 01 Vista lateral do tronco,mostrando a presença de cupins, gameleira parasita crescendo no centro e ramos epicórmicos oriundos

Leia mais

O homem e o meio ambiente

O homem e o meio ambiente A U A UL LA O homem e o meio ambiente Nesta aula, que inicia nosso aprendizado sobre o meio ambiente, vamos prestar atenção às condições ambientais dos lugares que você conhece. Veremos que em alguns bairros

Leia mais

ENCICLOPÉDIA DE PRAGAS

ENCICLOPÉDIA DE PRAGAS - Folha 1 Cupins Subterrâneos ou Solo - Biologia Os cupins são também conhecidos por térmitas, formigas brancas (operários), siriris ou aleluias (alados reprodutores). São insetos da ordem Isoptera (iso

Leia mais

Cupins Subterrâneos: Métodos de Controle

Cupins Subterrâneos: Métodos de Controle Cupins Subterrâneos: Métodos de Controle Introdução As principais estratégias de controle de cupins serão apresentadas a seguir. É interessante frisar, neste momento, que os dados apresentados a seguir

Leia mais

Broca da madeira. Atividade de Aprendizagem 19. Eixo(s) temático(s) Vida e ambiente

Broca da madeira. Atividade de Aprendizagem 19. Eixo(s) temático(s) Vida e ambiente Atividade de Aprendizagem 19 Broca da madeira Eixo(s) temático(s) Vida e ambiente Tema Interações entre os seres vivos / características e diversidade dos seres vivos / manutenção da vida e integração

Leia mais

INQUILINISMO EM CORNITERMES (ISOPTERA, TERMITIDAE) EM DUAS ÁREAS DE PASTAGEM

INQUILINISMO EM CORNITERMES (ISOPTERA, TERMITIDAE) EM DUAS ÁREAS DE PASTAGEM INQUILINISMO EM CORNITERMES (ISOPTERA, TERMITIDAE) EM DUAS ÁREAS DE PASTAGEM Ana Cristina da Silva¹, José Max Barbosa de Oliveira Junior¹, Lauana Nogueira², Letícia Gomes ¹, Thales Amaral² Reginaldo Constantino³

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE

EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE 1- Leia o texto e responda as questões Todos os animais, independentemente do seu estilo de vida, servem como fonte de alimento para outros seres vivos. Eles estão

Leia mais

O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa.

O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa. O que é o Aquecimento Global? O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa. O efeito estufa é um fenômeno natural e consiste na retenção de calor irradiado pela

Leia mais

ESTADO ATUAL DO CONHECIMENTO SISTEMÁTICO E ECOLÓGICO SOBRE OS CUPINS (INSECTA. ISOPTERA) DO NORDESTE BRASILEIRO

ESTADO ATUAL DO CONHECIMENTO SISTEMÁTICO E ECOLÓGICO SOBRE OS CUPINS (INSECTA. ISOPTERA) DO NORDESTE BRASILEIRO ' Revista Nordestina de Biologia, 13(1/2): 37-45 28.xii.1999 ESTADO ATUAL DO CONHECIMENTO SISTEMÁTICO E ECOLÓGICO SOBRE OS CUPINS (INSECTA. ISOPTERA) DO NORDESTE BRASILEIRO Adelmar G. Bandeira1 Alexandre

Leia mais

Nosso Território: Ecossistemas

Nosso Território: Ecossistemas Nosso Território: Ecossistemas - O Brasil no Mundo - Divisão Territorial - Relevo e Clima - Fauna e Flora - Ecossistemas - Recursos Minerais Um ecossistema é um conjunto de regiões com características

Leia mais

Associação entre Cornitermes spp. (Isoptera: Termitidae) e cupins inquilinos em uma área de floresta de terra firme na Amazônia Central Thiago Santos

Associação entre Cornitermes spp. (Isoptera: Termitidae) e cupins inquilinos em uma área de floresta de terra firme na Amazônia Central Thiago Santos Associação entre Cornitermes spp. (Isoptera: Termitidae) e cupins inquilinos em uma área de floresta de terra firme na Amazônia Central Thiago Santos Introdução Os cupins (Insecta: Isoptera) são organismos

Leia mais

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 João Artur Silva 2 Márcio Ribeiro² Wilson Junior Weschenfelder² BIODIVERSIDADE Modelos de Diversidade A diversidade biológica varia fortemente

Leia mais

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CONTROLE DE CUPINS EM POSTES DE MADEIRA MÉTODO BIORRACIONAL

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CONTROLE DE CUPINS EM POSTES DE MADEIRA MÉTODO BIORRACIONAL XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CONTROLE DE CUPINS EM POSTES DE MADEIRA MÉTODO BIORRACIONAL AUTORES : CLÁUDIO ANTÔNIO SODÁRIO ALEX SILVEIRA JOSE FRANCISCO RESENDE DA SILVA JURACY

Leia mais

Deliberação CONSEMA Normativa 2, de 9-11-2011

Deliberação CONSEMA Normativa 2, de 9-11-2011 Deliberação CONSEMA Normativa 2, de 9-11-2011 289ª Reunião Ordinária do Plenário do CONSEMA Dispõe sobre a elaboração e a atualização de lista de espécies exóticas com potencial de bioinvasão no Estado

Leia mais

Questões ambientais do Brasil

Questões ambientais do Brasil Questões ambientais do Brasil Ao longo da história do Brasil, o desmatamento esteve presente em todos os ciclos econômicos responsáveis pela construção do país, o que reduziu bastante a biodiversidade

Leia mais

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Biomas Brasileiros I Floresta Amazônica Caatinga Cerrado Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Floresta Amazônica Localizada na região norte e parte das regiões centro-oeste e nordeste;

Leia mais

Padrão de Desempenho 6 V2

Padrão de Desempenho 6 V2 Introdução 1. O Padrão de Desempenho 6 reconhece que a proteção e a conservação da biodiversidade, a manutenção dos serviços dos ecossistemas e o manejo sustentável dos recursos naturais vivos são fundamentais

Leia mais

Carlos Massaru Watanabe/ Marcos Gennaro Engenheiros Agrônomos

Carlos Massaru Watanabe/ Marcos Gennaro Engenheiros Agrônomos DEDETIZAÇÃO Carlos Massaru Watanabe/ Marcos Gennaro Engenheiros Agrônomos TRATAMENTO DOMISSANITARIO: MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS Carlos Massaru Watanabe Engenheiro Agrônomo Pragas Interesse Agrícola Interesse

Leia mais

RIQUEZA DE FORMIGAS CULTIVADORAS DE FUNGO (FOMICIDAE: ATTINI) ASSOCIADAS A CULTURAS FLORESTAL E AGRÍCOLA NA REGIÃO DE IPAMERI, GO

RIQUEZA DE FORMIGAS CULTIVADORAS DE FUNGO (FOMICIDAE: ATTINI) ASSOCIADAS A CULTURAS FLORESTAL E AGRÍCOLA NA REGIÃO DE IPAMERI, GO RIQUEZA DE FORMIGAS CULTIVADORAS DE FUNGO (FOMICIDAE: ATTINI) ASSOCIADAS A CULTURAS FLORESTAL E AGRÍCOLA NA REGIÃO DE IPAMERI, GO Raiane Lima 1, Pedro Ivo Decurcio Cabral 2, José Rosa Paim Neto 3, Márcio

Leia mais

Recursos Genéticos brasileiros. Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa

Recursos Genéticos brasileiros. Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa Recursos Genéticos brasileiros Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa Acesso aos recursos genéticos (antes da CDB ECO - RIO 1992) recursos

Leia mais

Cerrado e caatinga. Compare estas duas fotos:

Cerrado e caatinga. Compare estas duas fotos: A UU L AL A Cerrado e caatinga Compare estas duas fotos: cerrado caatinga Observando as duas figuras, a característica que mais nos chama a atenção é que os dois ambientes parecem muito secos. Nesta aula,

Leia mais

LEVANTAMENTO DAS ÁRVORES LENHOSAS NA RESERVA DO CEAGRO NO MUNICÍPIO DE CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA

LEVANTAMENTO DAS ÁRVORES LENHOSAS NA RESERVA DO CEAGRO NO MUNICÍPIO DE CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA III Congresso Brasileiro Gestão Ambiental LEVANTAMENTO DAS ÁRVORES LENHOSAS NA RESERVA DO CEAGRO NO MUNICÍPIO DE CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA Kacieny Sousa Oliveira Intituto Feral do Pará Campos Conceição do

Leia mais

CUPINS DA CANA-DE- AÇÚCAR

CUPINS DA CANA-DE- AÇÚCAR CUPINS DA CANA-DE- AÇÚCAR 1. DESCRIÇÃO DA PRAGA Eles ocorrem em todas as regiões do Brasil e são divididos em rei, rainha, soldados e operários, cada um com um trabalho a fazer. São insetos sociais, operários

Leia mais

3º BIMESTRE 2ª Avaliação Área de Ciências Humanas Aula 148 Revisão e avaliação de Humanas

3º BIMESTRE 2ª Avaliação Área de Ciências Humanas Aula 148 Revisão e avaliação de Humanas 3º BIMESTRE 2ª Avaliação Área de Ciências Humanas Aula 148 Revisão e avaliação de Humanas 2 Tipos de vegetação Vegetação é caracterizada como o conjunto de plantas de uma determinada região. Em razão da

Leia mais

Benefícios da Madeira Tratada na Construção Civil.

Benefícios da Madeira Tratada na Construção Civil. Benefícios da Madeira Tratada na Construção Civil. Humberto Tufolo Netto Obs: Alguns slides foram produzidos pelo colega: Dr.Ennio Lepage e outros foram cedidos pelo FPInnovations-Forintek-Ca O que é a

Leia mais

ALVES 1,1, Paulo Roberto Rodrigues BATISTA 1,2, Jacinto de Luna SOUZA 1,3, Mileny dos Santos

ALVES 1,1, Paulo Roberto Rodrigues BATISTA 1,2, Jacinto de Luna SOUZA 1,3, Mileny dos Santos DIFUSÃO DA TECNOLOGIA DE CONTROLE BIOLÓGICO DE INSETOS - PRAGAS COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM ESCOLAS PÚBLICAS DO ENSINO FUNDAMENTAL II NO MUNICÍPIO DE AREIA - PB ALVES 1,1, Paulo Roberto Rodrigues

Leia mais

Ciência Florestal, Santa Maria, v.10, n.1, p.125-139 125 ISSN 0103-9954

Ciência Florestal, Santa Maria, v.10, n.1, p.125-139 125 ISSN 0103-9954 Ciência Florestal, Santa Maria, v.10, n.1, p.125-139 125 ISSN 0103-9954 LEVANTAMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE CUPINS (INSECTA: ISOPTERA) EM ÁREA URBANA DE PIRACICABA - SP SURVEY AND IDENTIFICATION OF TERMITES

Leia mais

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia Bioma Conjunto de vida, vegetal e animal, constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação, condições

Leia mais

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA 225 Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA Marcos Antônio Lopes do Nascimento¹; Maria Verônica

Leia mais

Grandes Problemas Ambientais

Grandes Problemas Ambientais Grandes Problemas Ambientais O aumento do efeito de estufa; O aquecimento global; A Antárctica; A desflorestação; A Amazónia; A destruição da camada de ozono; As chuvas ácidas; O clima urbano; Os resíduos

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A FLORESTA AMAZÔNICA 2011 Aula XII O bioma Amazônia representa aproximadamente 30% de todas as florestas tropicais remanescentes do mundo e nele se concentra a maioria das florestas

Leia mais

Observar a paisagem. Nesta aula, vamos verificar como a noção de

Observar a paisagem. Nesta aula, vamos verificar como a noção de A U A UL LA Observar a paisagem Nesta aula, vamos verificar como a noção de paisagem está presente na Geografia. Veremos que a observação da paisagem é o ponto de partida para a compreensão do espaço geográfico,

Leia mais

Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia

Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia Hoje, um grande desafio para a agropecuária, principalmente em relação à inovação tecnológica, é a harmonização do setor produtivo com os princípios da

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA DENGUE NO MUNICÍPIO DE TAMBOARA - PR, PERÍODO DE 2012 A 2014

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA DENGUE NO MUNICÍPIO DE TAMBOARA - PR, PERÍODO DE 2012 A 2014 DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA DENGUE NO MUNICÍPIO DE TAMBOARA - PR, PERÍODO DE 2012 A 2014 50 Ariana Castilhos dos Santos Toss de Sousa Acadêmica - Geografia - UNESPAR/Paranavaí ariana_marcos@hotmail.com

Leia mais

Capítulo 14 CUPINS (ISOPTERA): BIOLOGIA, ECOLOGIA GERAL E DIVERSIDADE NA REGIÃO DO PARQUE NACIONAL DO PICO DA NEBLINA, SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA, AM

Capítulo 14 CUPINS (ISOPTERA): BIOLOGIA, ECOLOGIA GERAL E DIVERSIDADE NA REGIÃO DO PARQUE NACIONAL DO PICO DA NEBLINA, SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA, AM Capítulo 14 CUPINS (ISOPTERA): BIOLOGIA, ECOLOGIA GERAL E DIVERSIDADE NA REGIÃO DO PARQUE NACIONAL DO PICO DA NEBLINA, SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA, AM 257 CAPÍTULO 14 CUPINS (ISOPTERA): BIOLOGIA, ECOLOGIA

Leia mais

SEMINÁRIO PRÁTICAS A EVITAR EM ENGENHARIA CIVIL E GEOLOGIA DE ENGENHARIA

SEMINÁRIO PRÁTICAS A EVITAR EM ENGENHARIA CIVIL E GEOLOGIA DE ENGENHARIA SEMINÁRIO PRÁTICAS A EVITAR EM ENGENHARIA CIVIL E GEOLOGIA DE ENGENHARIA Laboratório Regional de Engenharia Civil Ponta Delgada 06 de Dezembro de 2013 Catarina Amaral Catarina Amaral 1 INTRODUÇÃO Assuntos:

Leia mais

CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR

CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR 1 DELAI, Lucas da Silva; 1 ALVES Victor Michelon; 1 GREJIANIN, Gustavo; 1 PIRANHA, Michelle Marques

Leia mais

Bem-vindo!?!? República de cupins

Bem-vindo!?!? República de cupins Bem-vindo!?!? República de cupins Aelton Giroldo, Ana Carolina Ramalho, Claudinei Santos, Degho Ramon, Mariana Caixeta, Renan Janke Introdução Os cupins são insetos de tamanho pequeno a médio (0.4 a 4

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DA ENTOMOFAUNDA CO-HABITANTE EM NINHOS DE CUPINS EPÍGEOS DE CAMPINAS E REGIÃO

IDENTIFICAÇÃO DA ENTOMOFAUNDA CO-HABITANTE EM NINHOS DE CUPINS EPÍGEOS DE CAMPINAS E REGIÃO IDENTIFICAÇÃO DA ENTOMOFAUNDA CO-HABITANTE EM NINHOS DE CUPINS EPÍGEOS DE CAMPINAS E REGIÃO Nina Maria Ornelas Cavalcanti Faculdade de Ciências Biológicas Centro de Ciências da Vida nina.moc@puccamp.edu.br

Leia mais

Corte seletivo e fogo fazem Floresta Amazônica perder 54 milhões de toneladas de carbono por ano

Corte seletivo e fogo fazem Floresta Amazônica perder 54 milhões de toneladas de carbono por ano Corte seletivo e fogo fazem Floresta Amazônica perder 54 milhões de toneladas de carbono por ano Perda equivale a 40% da produzida pelo desmatamento total. Pesquisa cruzou dados de satélites e de pesquisas

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 20 ECOLOGIA

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 20 ECOLOGIA BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 20 ECOLOGIA Como pode cair no enem (ENEM) Várias estratégias estão sendo consideradas para a recuperação da diversidade biológica de um ambiente degradado, dentre elas, a criação

Leia mais

Biologia LIVRO 3 Unidade 3 Avaliação capítulos 12, 13, 14, 15 e 16 Ecologia

Biologia LIVRO 3 Unidade 3 Avaliação capítulos 12, 13, 14, 15 e 16 Ecologia 1. Durante uma aula de campo, a professora informou que naquela área existiam diversas espécies de formigas, seres que estabelecem uma relação intraespecífica harmônica conhecida como sociedade. Informou

Leia mais

Prof. MSc. Leandro Felício

Prof. MSc. Leandro Felício Prof. MSc. Leandro Felício Ecossistema: Sistema integrado e auto funcionante que consiste em interações dos elementos bióticos e abióticos e cujas dimensões podem variar consideravelmente. Bioma: Conjunto

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE Mudanças Climáticas Temperatura Precipitação Nível do Mar Saúde Agricultura Florestas Recursos Hídricos Áreas Costeiras Espécies e Áreas Naturais Mudanças Climáticas

Leia mais

Influência da estrutura arbórea na ocorrência de térmitas arborícolas na RPPN da Serra do Teimoso, Jussari, Bahia, Brasil.

Influência da estrutura arbórea na ocorrência de térmitas arborícolas na RPPN da Serra do Teimoso, Jussari, Bahia, Brasil. Influência da estrutura arbórea na ocorrência de térmitas arborícolas na RPPN da Serra do Teimoso, Jussari, Bahia, Brasil. Antonio José Dias Vieira 1, Camila Righetto Cassano 2, Joice Rodrigues de Mendonça

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO ACEIRO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS

IMPLANTAÇÃO DO ACEIRO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS IMPLANTAÇÃO DO ACEIRO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS E OUTRAS INFRA-ESTRUTURAS NO SAPIENS PARQUE Florianópolis, 23 de julho de 2008 1. OBJETIVO DESTE DOCUMENTO Este documento busca informar a comunidade

Leia mais

ATIVIDADE INTERAÇÕES DA VIDA. CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4

ATIVIDADE INTERAÇÕES DA VIDA. CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4 ATIVIDADE INTERAÇÕES DA VIDA CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4 Questão 1) Abaixo representa uma experiência com crisântemo, em que a planta foi iluminada, conforme mostra o esquema. Com base no esquema e seus conhecimentos,

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

ASPECTOS CONSTRUTIVOS E AMBIENTAIS DE TELHADOS VERDES EXTENSIVOS

ASPECTOS CONSTRUTIVOS E AMBIENTAIS DE TELHADOS VERDES EXTENSIVOS I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - I COBESA ASPECTOS CONSTRUTIVOS E AMBIENTAIS DE TELHADOS VERDES EXTENSIVOS Matheus Paiva Brasil (1) Graduando em Engenharia Sanitária e Ambiental

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Previsão Legal Objetivos Categorias Finalidades Gestão do Sistema Quantitativos Outros Espaços Protegidos Distribuição Espacial Relevância O Brasil possui alguns

Leia mais

Aula 14 Distribuição dos Ecossistemas Brasileiros Floresta Amazônica Mais exuberante região Norte e parte do Centro Oeste; Solo pobre em nutrientes; Cobertura densa ameniza o impacto da água da chuva;

Leia mais

AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA NA PONTE DO RIO SÃO JORGE/PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA NA PONTE DO RIO SÃO JORGE/PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA NA PONTE DO RIO SÃO JORGE/PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS Andressa Stefany Teles Jasmine Cardoso Moreira Victor Emanuel Carbonar Santos RESUMO: Impactos negativos

Leia mais

ANEXO II - LAUDO DE VISTORIA. Vistoria realizada em: / / Responsável Técnico: IMOVEL: 1. Endereço:

ANEXO II - LAUDO DE VISTORIA. Vistoria realizada em: / / Responsável Técnico: IMOVEL: 1. Endereço: ANEXO II - LAUDO DE VISTORIA Vistoria realizada em: / / Responsável Técnico: CARACTERIZAÇÃO DO BEM IMOVEL: 1. Endereço: 2. Proteção legal: Tombamento Municipal Tombamento Estadual Tombamento Federal Preservado

Leia mais

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

Leia mais

AS FORMAÇÕES VEGETAIS DO GLOBO E DO BRASIL

AS FORMAÇÕES VEGETAIS DO GLOBO E DO BRASIL AS FORMAÇÕES VEGETAIS DO GLOBO E DO BRASIL AS FORMAÇÕES VEGETAIS DO GLOBO Formações vegetais do globo AS FORMAÇÕES VEGETAIS DO GLOBO As Grandes Formações Vegetais da Superfície da Terra Tundra Vegetação

Leia mais

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005.

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005. Estudo da vegetação 1. Introdução A intensa actividade humana desenvolvida na região Centro ao longo dos últimos milénios conduziu ao desaparecimento gradual de extensas áreas de floresta autóctone, que

Leia mais

As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo

As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo INTRODUÇÃO: Desde a pré-história o homem vem se utilizando de diversas fortes e formas de energia, para suprir suas necessidades energéticas, por isso,

Leia mais

E C O L O G I A. Incluindo todos os organismos e todos os processos funcionais que a tornam habitável

E C O L O G I A. Incluindo todos os organismos e todos os processos funcionais que a tornam habitável E C O L O G I A Deriva do grego oikos, com sentido de casa e logos com sentido de estudo Portanto, trata-se do estudo do ambiente da casa Incluindo todos os organismos e todos os processos funcionais que

Leia mais

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE CIÊNCIAS NATURAIS. Aluno (a): 6 ano Turma:

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE CIÊNCIAS NATURAIS. Aluno (a): 6 ano Turma: Escola Estadual AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE CIÊNCIAS NATURAIS Professor (a) : Data: / /2012 Aluno (a): 6 ano Turma: 1 - Todos os seres vivos e a parte não-viva de um ambiente (água, minerais do solo, gases

Leia mais

Biodiversidade como bioindicadora da qualidade do solo no Paraná

Biodiversidade como bioindicadora da qualidade do solo no Paraná Biodiversidade como bioindicadora da qualidade do solo no Paraná George G. Brown Lenita J. Oliveira Vanesca Korasaki Antônio A. dos Santos Macroprograma 2: Competitividade e Sustentabilidade Número do

Leia mais

Programa Telhados Verdes São Paulo

Programa Telhados Verdes São Paulo Programa Telhados Verdes São Paulo Um telhado pode ter múltiplas funções inovadoras, atuando simultaneamente em diversas frentes de sustentabilidade. Qual a utilidade de um telhado? Prevenção de enchentes

Leia mais

Pirâmides de números

Pirâmides de números Fluxo de energia Pirâmides de números COBRA (1) RATO (15) MILHO (100) PROTOZOÁRIOS CUPIM (100) (1) ÁRVORE (1000) ARANHAS (100) MOSCAS (300) (1) BANANA NAO HA PADRAO UNICO!!! - Massa de matéria orgânica

Leia mais

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema.

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema. Aquecimento Global e Danos no Manguezal Pernambucano SANDRA MARIA DE LIMA ALVES 1 - sandrali@bol.com.br RESUMO Este artigo procura enriquecer a discussão sobre o fenômeno do aumento da temperatura na terra

Leia mais

TÉCNICAS DE RESTAURAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS 1

TÉCNICAS DE RESTAURAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA APLICADA AO MANEJO E CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS TÉCNICAS DE RESTAURAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS 1 Sílvia Maria Pereira Soares

Leia mais

CONCEPÇÕES SOBRE CERRADO 1 LEICHTWEIS, Kamila Souto 2 TIRADENTES, Cibele Pimenta 3 INTRODUÇÃO

CONCEPÇÕES SOBRE CERRADO 1 LEICHTWEIS, Kamila Souto 2 TIRADENTES, Cibele Pimenta 3 INTRODUÇÃO CONCEPÇÕES SOBRE CERRADO 1 LEICHTWEIS, Kamila Souto 2 TIRADENTES, Cibele Pimenta 3 INTRODUÇÃO A educação ambiental envolve atividades educativas que visam informar sobre o meio ambiente e suas relações.

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, RESGATAR A IMPORTÂNCIA DO BIOMA CAATINGA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, RESGATAR A IMPORTÂNCIA DO BIOMA CAATINGA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO SERIDÓ CERES DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA DGEO PROJETO EDUCAÇÃO AMBIENTAL, RESGATAR A IMPORTÂNCIA DO BIOMA CAATINGA Caicó/RN 2015 UNIVERSIDADE

Leia mais

AULA 2 A CONTABILIDADE E O MEIO AMBIENTE. Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO

AULA 2 A CONTABILIDADE E O MEIO AMBIENTE. Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO 1 2 1. Conceituar a Contabilidade Ambiental; 2. Definir Meio Ambiente 3. Citar as finalidades da Contabilidade Ambiental; 4. Conhecer a evolução histórica; 3

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

O aquecimento global e a extinção de espécies

O aquecimento global e a extinção de espécies Maiara Cecchin O aquecimento global e a extinção de espécies Resumo: Nas últimas décadas houve a aceleração do processo de aquecimento global, ligado fortemente às atividades antropogênicas insustentáveis,

Leia mais

Comparação entre Telhado Verde e Convencional nas Temperaturas Internas de Ambientes

Comparação entre Telhado Verde e Convencional nas Temperaturas Internas de Ambientes Comparação entre Telhado Verde e Convencional nas Temperaturas Internas de Ambientes Douglas Vaciliev Vacilikio 1 ; Luciano Fleischfresser 2 1 Aluno de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Tecnológica

Leia mais

FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO

FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO Aluno (a): Disciplina GEOGRAFIA Curso Professor ENSINO MÉDIO FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO Série 1ª SÉRIE Número: 1 - Conteúdo: Domínios morfoclimáticos - estudar as interrelações

Leia mais

Terminologia Vegetal Aciculifoliadas folhas em forma de agulha; Latifoliadas folhas largas e grandes; Perenes nunca perdem as folhas por completo; Caducas (decíduas) perdem as folhas antes de secas ou

Leia mais

VI Semana de Ciência e Tecnologia IFMG- campus Bambuí VI Jornada Científica 21 a 26 de outubro

VI Semana de Ciência e Tecnologia IFMG- campus Bambuí VI Jornada Científica 21 a 26 de outubro Potencial da Doru luteipes (Scudder, 1876) (Dermaptera: Forficulidae) no controle da Spodoptera frugiperda (J. E. Smith, 1797) (Lepidoptera: Noctuidae). Willian Sabino RODRIGUES¹; Gabriel de Castro JACQUES²;

Leia mais

Fonte: Rondônia Rural Disponível em: Rondônia Rural.com

Fonte: Rondônia Rural Disponível em: Rondônia Rural.com I. INTRODUÇÃO O estado de Rondônia está localizado na região Norte do Brasil, a região Norte é a maior das cinco regiões do Brasil definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA DO FEIJÃO GM DA EMBRAPA

AUDIÊNCIA PÚBLICA DO FEIJÃO GM DA EMBRAPA AUDIÊNCIA PÚBLICA DO FEIJÃO GM DA EMBRAPA Vamos destacar nessa apresentação a questão da reprodução do feijão, já que é uma espécie Neotropical (México, América Central), onde a maioria absoluta das espécies

Leia mais

A diversidade de vida no planeta. Que animais selvagens você conhece? Em que ambiente natural e continente você acha que eles tem origem?

A diversidade de vida no planeta. Que animais selvagens você conhece? Em que ambiente natural e continente você acha que eles tem origem? A diversidade de vida no planeta Que animais selvagens você conhece? Em que ambiente natural e continente você acha que eles tem origem? Domínios naturais terrestres São extensas áreas geográficas com

Leia mais

Implantação de espécies nativas em área de preservação no IFMG - Câmpus Bambuí José Augusto Melo de RESENDE¹; Maria Carolina Gaspar BOTREL²;

Implantação de espécies nativas em área de preservação no IFMG - Câmpus Bambuí José Augusto Melo de RESENDE¹; Maria Carolina Gaspar BOTREL²; Implantação de espécies nativas em área de preservação no IFMG - Câmpus Bambuí José Augusto Melo de RESENDE¹; Maria Carolina Gaspar BOTREL²; ¹ Aluno do curso de Agronomia e bolsista do Programa Institucional

Leia mais

CERIPA "Nós Trabalhamos com Energia"

CERIPA Nós Trabalhamos com Energia CERIPA "Nós Trabalhamos com Energia" 2 O sistema elétrico e o canavial O sistema elétrico e o canavial Esta mensagem é para você, que trabalha com o cultivo da cana-de-açúcar, já que o seu papel é muito

Leia mais

APLICATIVO MOBILE CATÁLOGO DE PÁSSAROS - PLATAFORMA ANDROID/MYSQL/WEBSERVICE

APLICATIVO MOBILE CATÁLOGO DE PÁSSAROS - PLATAFORMA ANDROID/MYSQL/WEBSERVICE APLICATIVO MOBILE CATÁLOGO DE PÁSSAROS - PLATAFORMA ANDROID/MYSQL/WEBSERVICE MARCOS LEÃO 1, DAVID PRATA 2 1 Aluno do Curso de Ciência da Computação; Campus de Palmas; e-mail: leão@uft.edu.br PIBIC/UFT

Leia mais

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL Uma posição institucional conjunta de: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais Sociedade Brasileira de Silvicultura Departamento de Ciências

Leia mais

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a 1. INTRODUÇÃO Muitas e intensas transformações ambientais são resultantes das relações entre o homem e o meio em que ele vive, as quais se desenvolvem num processo histórico. Como reflexos dos desequilíbrios

Leia mais

Traça dos livros. Baratas: Introdução

Traça dos livros. Baratas: Introdução Traça dos livros As traças dos livros, também chamadas de traças prateadas, pertencem à Ordem Thysanura e são insetos que se alimentam de substâncias ricas em proteínas, açúcar ou amido, sendo muito comuns

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003

PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003 COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003 Institui o Programa Nacional de Apoio aos Produtos Nativos do Cerrado e dá outras providências. Autor: Deputado

Leia mais

Climas e Formações Vegetais no Mundo. Capítulo 8

Climas e Formações Vegetais no Mundo. Capítulo 8 Climas e Formações Vegetais no Mundo Capítulo 8 Formações Vegetais Desenvolvem-se de acordo com o tipo de clima, relevo, e solo do local onde se situam.de todos estes, o clima é o que mais se destaca.

Leia mais

ENCICLOPÉDIA DE PRAGAS

ENCICLOPÉDIA DE PRAGAS - Folha 1 Cupins de Madeira Seca - Biologia O Cryptotermes brevis, chamado popularmente de cupim de madeira seca, é um cupim que encontra-se normalmente restrito à peça atacada. Ele não tem capacidade

Leia mais

Ecologia. 1) Níveis de organização da vida

Ecologia. 1) Níveis de organização da vida Introdução A ciência que estuda como os seres vivos se relacionam entre si e com o ambiente em que vivem e quais as conseqüências dessas relações é a Ecologia (oikos = casa e, por extensão, ambiente; logos

Leia mais

Disponível em: <http://www.malariajournal.com/content/figures/1475-2875-9-115-6-l.jpg>. Acesso em: 14 maio 2012.

Disponível em: <http://www.malariajournal.com/content/figures/1475-2875-9-115-6-l.jpg>. Acesso em: 14 maio 2012. Biomas brasileiros Disponível em: . Acesso em: 14 maio 2012. Floresta Amazônica Disponível em: .

Leia mais

Tipos de Sistema de Produção

Tipos de Sistema de Produção Tipos de Sistema de Produção Os sistemas de cultura dominantes conjunto de plantas cultivadas, forma como estas se associam e técnicas utilizadas no seu cultivo apresentam grandes contrastes entre o Norte

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581 Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas Trabalho final: Projeto de adequação

Leia mais

. a d iza r to u a ia p ó C II

. a d iza r to u a ia p ó C II II Sugestões de avaliação Geografia 7 o ano Unidade 5 5 Unidade 5 Nome: Data: 1. Complete o quadro com as características dos tipos de clima da região Nordeste. Tipo de clima Área de ocorrência Características

Leia mais