Sustentabilidade do sector da sau de no po s-troika. Pedro Pita Barros Universidade Nova de Lisboa

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1 Sustentabilidade do sector da sau de no po s-troika Pedro Pita Barros Universidade Nova de Lisboa 1

2 Noção de sustentabilidade O pós-troika na saúde Papel das análises clinicas? 2

3 Conceitos Sustentabilidade: financeira do Serviço Nacional de Saúde no contexto da sustentabilidade orçamental das contas públicas OCDE, Comissão Europeia e FMI: sustentabilidade orçamental é não ter dívida explosiva (logo défices sucessivos) 3

4 As definições das três organizações OCDE: a capacidade de um governo manter as financias públicas numa posição credível e com capacidade de pagamento no longo prazo Comissão Europeia: a capacidade de continuar, agora e no futuro, as politicas actuais (sem alterações nos serviços públicos e na tributação) sem levar a que a dívida pública cresça de forma continua em relação ao PIB FMI: um conjunto de políticas é sustentável se a entidade (governo) é esperada continuar a pagar o seu serviço da dívida sem uma correcção futura irrealisticamente forte para equilibrar receitas e despesas 4

5 Para Portugal CSFSNS: Existe sustentabilidade do financiamento do Serviço Nacional de Saúde se o crescimento das transferências do Orçamento do Estado para o SNS não agravar o saldo das Administrações Públicas de uma forma permanente, face ao valor de referência, mantendo-se a evolução previsível das restantes componentes do saldo. 5

6 mais recentemente Country-specific recommendations da Comissão Europeia (maio 2016): Portugal faces the double challenge of achieving the long-term fiscal sustainability of the healthcare system while at the same time maintaining the level of access to healthcare by improving efficiency in the system. 6

7 In view of addressing the long-term sustainability challenges in the health sector, comprehensive measures aimed at promoting disease prevention and public health policies as well as ensuring primary healthcare provision at an early and less costly stage have not yet been taken. In the short term, accurate budget planning and implementation in hospitals to ensure clearance of arrears remains an important challenge. Recomendação: Ensure the long-term sustainability of the health sector, without compromising access to primary healthcare. 7

8 Despesa pública = procura x preços x cobertura o que faz diferença a prazo? reduzir preços e custos intervenção limitada depois dos últimos anos cobertura financeira também não se pode reduzir mais alterar padrão de procura Encontrar uma visão que guie a acção 8

9 alterar cobertura pública é opção? pagamentos directos são dos mais elevados no contexto europeu seguros privados comerciais são uma parte muito pequena do volume de financiamento global seguros sociais / fundos mutualistas o mais próximo é ADSE impostos são elevados em Portugal (margem para aumentar não é grande) 9

10 SNS 58,76% 56,54% 55,63% 56,94% Outros públicos (inclui deduções fiscais) 6,12% 6,25% 4,34% 3,92% Subsistemas públicos 4,27% 4,12% 4,40% 4,11% Subsistemas privados 1,70% 1,77% 1,95% 1,98% Seguros privados e outros privados 4,65% 4,97% 5,33% 5,46% Despesas directas das familias 24,51% 26,35% 28,36% 27,58% Fonte: Conta Satélite da Saúde (2014) 10

11 o que nos dizem os números? 11

12 Despesas em saúde/pib: Gastamos mais do que a OCDE face à nossa riqueza 12

13 mas gastamos menos do que essa média, em termos absolutos, só que em termos absolutos não temos a capacidade desses países 13

14 Análises clinicas: melhora a informação para a decisão terapêutica tem valor se melhorar a decisão terapêutica não é fácil antecipar se contribui ou não para a sustentabilidade financeira do Serviço Nacional de Saúde utilização da conta satélite da saúde publicada pelo INE 14

15 despesa (milhares ) 15

16 despesa total (índice 100=2000) 16

17 Dentro do SNS ,00% 4,50% ,00% ,50% 3,00% ,50% Total SNS % SNS 2,00% ,50% ,00% 0,50% ,00% 17

18 desde 2000, crescimento relativo 18

19 Despesa com Laboratórios médicos e de diagnóstico (melhor aproximação possível) a baixar desde 2010 (prestadores HP 3.5 ) mas desde 2000 que ritmo de crescimento em valor tem sido baixo, e tem decrescido nos anos mais recentes a descida é mais forte que a evolução da despesa do SNS como um todo 19

20 Pós-troika Despesas públicas continuam sobre observação reposição de salários e 35 horas semanais vão exercer pressão sobre o orçamento do SNS Sinal indirecto dado pelas dívidas em atraso a fornecedors: indicam que evolução favorável foi invertida 20

21 =+34 M /m ês <0?? Tendências de crescimento das dívidas em atraso (+180 dias) 21

22 inversão de tendência, situada no Verão 2015, com o aproximar das eleições, e manteve-se depois Fonte: blog momentos económicos (informação base: DGO) 22

23 E no final, Sustentabilidade financeira do SNS depende do espaço orçamental (contas públicas na globalidade) Despesas públicas em análises clinicas não são factor de pressão de grande significado sobre o SNS Pressão sobre o SNS vai continuar a estar presente pelas decisões recentes, e pela evidência dada pela evolução das dívida em atraso 23

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